– A censura da Peppa Pig!

O inocente desenho da Peppa Pig, adorado por 10 de cada 10 crianças devido a sua infantilidade, foi banido na China!

O motivo? 

Segundo a Imprensa Oficial daquele país, Peppa Pig é um:

“Ícone cultural subversivo e sua imagem está sendo explorada por pessoas que se afastam dos valores da sociedade, não estudam e não tem emprego fixo, a antítese da juventude que o Partido [Comunista da China] quer cultivar”.

Caramba, a doce porquinha e seus amiguinhos provocam tanto temor assim no Governo chinês? 

Infelizmente, esperar o quê de uma trupe de ditadores antidemocráticos? Se não fosse a força econômica (o mundo tem medo de perder os sino-dólares), todos estariam cobrando a mudança do regime.

Resultado de imagem para Peppa Pig

 

– Quando as marcas não são mais respeitadas pelas empresas!

Sempre reclamei de alguns métodos da China para a criação e produção de produtos. Agora, mais um exemplo: um fabricante de capinhas para telefones celulares chamado Xintong Tiandi registrou, junto as autoridades de marcas e patentes chinesas, o nome iPhone!

Todos sabemos que iPhone é um produto da americana Apple, mas lá na China também será sinônimo de capinhas de couro.

Pode?

O chinês justificou que:

A marca iPhone pode florescer longe da Apple”.

Ué? É como querer desvencilhar o carro Fusca da Volkswagen, o Prestobarba da Gillette e o Big Mac do McDonald’s.

Se a moda pega…

bomba.jpg

– A Maior Potência Educacional do Mundo: China

Realmente impressiona o salto educacional da China. Você sabia que nas avaliações internacionais os chineses tiram o 1º lugar em todas as áreas da Ciência?

O rigor das escolas chega a ser assustador, com 10 horas de estudos que incluem sábados e domingos. Abaixo, compartilho:

LIÇÃO CHINESA

por Guilherme Pavarin, Galileu, pg 55

Como, Em 35 anos, a China saiu dos escombros para se tornar a maior potência de educação do mundo

Tire 10. Não menos que isso. Estude mais de dez horas ao dia. Inclusive aos sábados e domingos. Toque piano ou violino. Ou os dois. Mas nem pense em tocar violão. Pratique duas, três horas diárias com os instrumentos. Tenha um inglês impecável. Seja fluente em francês e em outro idioma. Faça esportes. Não questione. Cante o hino do país todos os dias. Não assista TV. Não viaje, nem durma na casa de amigos. Nada de grupos de teatro. E leia, leia muito. Se essa rotina lhe parece exagerada, insuportável, saiba que, na China, ela é mais do que comum. E não é tão desumana quanto parece para nós, ocidentais. Os chineses não só se acostumaram com essa vida voltada para a educação rígida desde a infância, como sentem orgulho de formarem os alunos mais aplicados. Hoje, apenas 35 anos depois da sua abertura econômica, período em que passou a investir no setor educacional, a China tem o ensino mais eficaz do mundo.
Os resultados do principal exame de avaliação de aprendizado mundial, o Pisa (Programme for International Student Assessment), anunciados em dezembro passado, comprovam isso. Com folga, os chineses conquistaram o primeiro lugar em todas as categorias: ciências, leitura e matemática.
Neste último quesito, a supremacia do país chegou a 600 pontos, a maior pontuação de todas as provas, e 48 pontos acima sobre o segundo colocado, Cingapura. Também representou 113 pontos acima dos Estados Unidos (17º no ranking geral) e 214 a mais que o Brasil (53º). “Os alunos sofrem uma pressão muito grande na China, é uma obsessão coletiva pela melhor educação do mundo”, diz a professora brasileira Tarsila Borges, que leciona língua portuguesa há quatro anos na Universidade de Pequim. Segundo ela, a principal diferença não está na estrutura, mas na mentalidade. Tanto é que o governo chinês investe apenas 3,4% do Produto Interno Bruto (PIB) na educação — menos do que os 4,7% do PIB que o Brasil investiu em 2010 e do que os 6% recomendados pela Unesco. “Se você se esforçar, tudo consegue. É esse o raciocínio.”
Essa filosofia causou grande polêmica em janeiro, nos Estados Unidos, quando a professora de direito da escola de direito de Yale e filha de chineses, Amy Chua, publicou no The Wall Street Journal um artigo que explicava “por que as mães chinesas são superiores”. O texto, primeiro capítulo de seu livro Battle Hymn of the Tiger Mother (O Hino de Batalha das Mães Tigres, sem edição brasileira), dizia que o pulso firme das mulheres chinesas tornava seus filhos mais competentes. Por isso Amy conta com naturalidade o dia em que rejeitou um cartão de aniversário de uma das suas filhas por não estar bom o suficiente. A garota, então com seis anos, teve que refazer. Absurdo? Para Amy, é parte de um endurecimento da personalidade. A excessiva preocupação dos pais ocidentais com a psicologia das crianças, diz ela, é que atrapalha a formação de caráter.
Como era de se esperar, o artigo repercutiu pelo mundo afora e serviu para trazer à tona uma discussão: seria essa severidade o segredo para uma educação de qualidade em tão pouco tempo? Galileu desbravou as características das salas e dos lares da China para tentar responder.  E mostra como funciona a dura rotina educacional naquele país.

bomba.jpg

– Fidel Castro e o espanto / encanto com a Web

Fidel Castro, que se foi há pouco tempo, descobriu a Internet somente em 2010. E quando o fez, disse:

Estamos diante da arma mais poderosa que já existiu: a comunicação”.

Para a maioria dos cidadãos do mundo desenvolvido (e dos países em desenvolvimento também), isso é uma realidade. E para que a comunicação seja sempre plena, deve existir liberdade de expressão e democracia (coisas que não existem em Cuba, na China ou Coréia do Norte).

Deve ser por tal motivo o “pé atrás” de Fidel? Permitir comunicação sem censura seria sinônimo da queda da ditadura em Havana?

bomba.jpg

– A Censura Chinesa e o Ocidente nada faz!

Para fazer negócios com a China, grandes empresas de comunicação aceitam “numa boa” a censura imposta pelo governo ditador.

Palavras como “Democracia”, “Direitos Humanos” e outras que remetam à Liberdade de Expressão são simplesmente banidas. Apple e Google obedecem as ordens de Pequim. Facebook e Twitter são proibidos de atuarem por lá.

Nesta semana, mais um caso de proibição, abaixo, extraído de: http://istoe.com.br/a-censura-chinesa/

A CENSURA CHINESA

Depois de bloquear acesso a redes sociais, governo de Xi Jinping exige que a Apple remova de sua loja no país o aplicativo do jornal “The New York Times”

No país mais populoso do planeta, os cidadãos são proibidos de acessar redes sociais como Facebook e Twitter. Nem mesmo pesquisas na internet pelo Google são toleradas. Há duas semanas, os chineses foram surpreendidos com mais uma forma de censura: o aplicativo que permitia acessar as notícias do jornal “The New York Times” por meio do sistema iOS também foi banido. O site do jornal americano já havia sido bloqueado na China em 2012, após a publicação de um artigo que detalhava a fortuna do ex-primeiro ministro Wen Jiabao e sua família. A pedido do governo do presidente Xi Jinping, a Apple, fabricante do iPhone e do iPad, removeu o aplicativo de sua loja no país.

Em junho, a agência de administração do ciberespaço da China baniu aplicativos que possam “publicar ou divulgar informações proibidas”. As restrições incluem “participar de atividades que coloquem em risco a segurança nacional, interrompam a ordem social ou violem os interesses e direitos legítimos de outros”. É difícil imaginar de que forma o “The New York Times” viola essas normas.

Curiosamente, ao acatar o pedido do PC chinês a Apple vai contra a liberdade que sempre pregou. No ano passado, a empresa recusou um pedido do governo dos Estados Unidos para desbloquear o iPhone de um suspeito de terrorismo. Na época, Tim Cook, o sucessor de Steve Jobs, disse que seria um precedente perigoso, “que ameaça as liberdades civis.”

RETROCESSO
A mudança de postura tem explicação econômica. A China é o terceiro maior mercado da Apple, com uma receita de US$ 8,8 bilhões apenas no quarto trimestre do ano passado. A maior concorrência de rivais domésticos, contudo, tem feito as vendas caírem. O faturamento recuou 30% em 2016. Tim Cook visitou a China algumas vezes no ano passado para tentar recuperar os clientes perdidos.

Para o governo chinês, todos os sites estrangeiros vistos como uma ameaça ao Partido Comunista são automaticamente afastados do alcance dos cidadãos. Wikipédia, Youtube, Instagram e até o Linkedin entram na lista de sites proibidos no país.

bomba.jpg

– Capriche na Mira para não ser Multado!

Se a moda pega… Na China, quem for ao banheiro e errar o xixi no mictório pagará multa equivalente a R$ 38,00!

Extraído de Revista Época, 21/08 pg 16

A ORDEM É CAPRICHAR NA MIRA

Sujou. Fiscais na cidade de Shenjen, no sul da China, passarão a multar em 100 yuan (R$ 38) os usuários de banheiros públicos masculinos que urinarem fora do mictório. O governo criou a lei para conter o que chamou de “uso grosseiro de um banheiro público” – parece que a coisa andava feia em Shenjen. A nova lei foi motivo de intenso debate em jornais locais e na versão chinesa do Twitter, o Weibo. A medida, que começará a valer em setembro, impõe alguns desafios para os homens da lei. Não se sabe que quantidade de urina precisa respingar fora do mictório para ser considerada uma infração. Uma gota já vale? Críticos afirmam que serão necessários inspetores em cada banheiro para cumprir a lei. Com os olhos bem abertos.

url.jpg

– A China está contratando até… esotérico do Brasil!

Está pensando que apenas jogador de futebol é alvo dos investidores chineses?

Que nada!

A Fundação Cacique Cobra Coral (aquela entidade esotérica brasileira que promete controlar as condições climáticas em qualquer parte do mundo) que, pasmem, tem contrato com diversos órgãos federais e estaduais para fazer chover (ou não chover) em determinados lugares (como não atrapalhar o Carnaval, formar trombas d’água em hidrelétricas, garantir o tempo seco no GP de Fórmula 1), está sendo contratada por uma proposta irrecusável para prestar serviços na China.

Pois é: segundo a Coluna de Ricardo Boechat na Revista Isto é, a médium Adelaide Scritori, que diz incorporar o espírito do cacique Cobra Coral, os chineses pagarão 1 milhão de dólares mensais (livre de outros despesas) para que o Além ajude a reduzir a poluição nas principais cidades, como Shangai e Pequim.

É mole?

Não acredito, mas tenho que respeitar quem ganha 1 milhão / mês…

bomba.jpg

– A China fugindo da China?

Sabemos que as empresas produzem na China devido à mão de obra barata. Até pouco tempo, essa m.d.o. era realmente baratíssima! Mas com a globalização, inclusão social, críticas dos Direitos Humanos, o salário mínimo por lá aumentou e está em R$ 766,00; e para os chineses, isso custa caro.

Veja só: leio na Revista Superinteressante deste mês que, devido a esse custo maior, cerca de “2.500 empresas chinesas já estão instaladas na África, em países como Nigéria, África do Sul, Zâmbia, Gana e Etiópia, onde os salários são bem pequenos. Na Etiópia, por exemplo, um operário ganha de US$ 30 a US$ 50 por mês. Eles produzem calçados, roupas, material de construção, eletrodomésticos e até automóveis. É possível que, ao comprar alguma coisa bem barata, vejamos cada vez menos a inscrição ‘Made in China’ e cada vez mais ‘Made in Africa’.”

Os chineses acabarão por dominar o mundo, superando os americanos?

bomba.jpg

– A fortuna e o amor de Tevez

Carlitos Tevez um dia fez juras de amor ao Corinthians. Depois abandonou o Timão. Fez a mesma coisa com o West Ham, Manchester United e Juventus, voltando às suas origens no Forte Apache (a favela onde nasceu em Buenos Aires). Retornando ao Boca Jrs, passou razoavelmente pelo Bombonera e agora jogará no Shanghai Shenhua.

Seu salário na China?

Cento e dez mil euros por dia!

Cá entre nós, parte 1: é confiável fazer negócio com chinês? Tudo bem que eles têm muito dinheiro, mas dá para desconfiar que seja uma tremenda lavagem de dinheiro…

Cá entre nós, parte 2: o atleta é profissional, joga onde quiser, mas… é complicado dizer que ama o time e abandoná-lo. Melhor não dizer nada!

bomba.jpg

– De onde vem tanta grana para oferecer a Lionel Messi?

O time chinês do Hebei Fortune, segundo a imprensa de lá, vai oferecer um contrato para Lionel Messi trocar o Barcelona por R$ 1,75 bilhão por 5 anos!

Se facilitar a conta, isso dá 1 milhão de reais por dia. Uau!!!

Não me conformo com os valores do futebol chinês. É sabido que eles estão investindo pesado por lá, mas tal montante é escandaloso.

Dinheiro honesto, respeitosamente, não é! Como um time de futebol pode oferecer algo assim?

bomba.jpg

– A Misteriosa Base Espacial Chinesa na Argentina

Neuquén, na Argentina, é a base onde está sendo construída em meio ao frio da Patagônia a mais nova Estação Espacial Chinesa, dentro do ambicioso projeto de conquistar a Lua e Marte.

Quem chegará 1o ao Planeta Vermelho: os EUA ou a China?

O certo é que: os chineses vêm dominando a indústria e o planeta. E agora o espaço também?

O mais interessante é: muitos questionam os motivos da escolha da Argentina e os verdadeiros interesses.

Veja que curioso, extraído da BBC.com:

A MISTERIOSA BASE QUE A CHINA ESTÁ CONSTRUINDO NA PATAGÔNIA ARGENTINA

Protagonizado pela China, o mais novo capítulo da corrida espacial internacional se desenrola em um dos pontos mais remotos da América do Sul: a Patagônia argentina.

Depois de um polêmico acordo com o país sul-americano, o gigante asiático está construindo sua terceira e “mais moderna estação interplanetária e a primeira fora de seu próprio território” em Paraje de Quintuco, na província de Neuquén, no coração da região.

A base é parte do Programa Nacional da China de Exploração da Lua e Marte.

A chamada “Estação Espacial Distante” deve começar a operar no final de 2016, de acordo com o cronograma oficial.

Mas a instalação da base, que inclui uma poderosa antena de 35 metros para pesquisas do “espaço profundo”, está cercada de polêmica, mistério e suspeitas.

O principal questionamento está relacionado a seu possível uso militar e à existência de cláusulas secretas no contrato bilateral que permitiu sua construção.

As autoridades espaciais argentinas desmentiram à BBC Mundo que tais cláusulas existam. No entanto, o novo presidente do país, Mauricio Macri, havia prometido revelá-las.

Como é possível que não haja cláusulas secretas se o presidente prometeu revelá-las?

“Não sei quem informou ao presidente que existem anexos secretos, porque eles não existem. Isto é uma grande falácia”, afirmou Félix Menicocci, secretário-geral da Comissão Nacional Aeroespacial (Conae) da Argentina, à BBC Mundo, o serviço em espanhol da BBC.

Mas a existência dos anexos secretos é considerada fato não apenas pelo presidente Macri como também por analistas e jornalistas que investigaram o assunto, além de dirigentes loca

egundo o jornalista do La Nación Martin Dinatale, o inquietante, nesse caso, é que “a base depende do Exército Popular chinês, diferentemente de uma estação espacial parecida construída por intermédio de acordos com a União Europeia na província de Mendoza, mais ao norte, cuja contraparte é uma entidade civil”.

O analista político Rosendo Fraga, diretor da consultoria Nueva Mayoría, afirma que “para a China, o satélite é do Exército, não importa o uso que se dá a ele. E o uso militar desta informação, se existe, é incontrolável”.

No entanto, a mera possibilidade de um uso militar já é rejeitada pelo funcionário da Conae.

Félix Menicocci mostrou à BBC Mundo uma Carta de Compromisso de 20 de fevereiro de 2014, pela qual a empresa estatal chinesa Lançamento de Segurança e Controle de Satélites (CLTC) afirma que os objetivos da estação espacial são “totalmente civis e ela não será operada por pessoal militar”.

A polêmica é que estes “fins pacíficos” não estão especificados no acordo original das duas entidades espaciais, firmado no ano de 2012.

Neste acordo também se nega o uso militar das instalações, além de incluir um artigo de confidencialidade de equipes, atividades e programas.

“Por que Quintuco, no coração da Patagônia e não a Groenlândia? Há alguma razão para essa localização? Infelizmente a base continua cheia de perguntas”, disse Horacio Quiroga, prefeito de Neuquén, uma das vozes críticas desde o início do projeto.

“Foi escolhido este lugar desértico de Neuquén porque era necessário um local plano em um território parecido a uma bacia, com relevo montanhoso ao redor, que sirva para bloquear qualquer interferência”, disse Menicocci, justificando a localização da estação espacial em uma área de 200 hectares e com uma zona de exclusão de frequências de rádio de cerca de cem quilômetros, segundo estabelecem os acordos.

“Precisa ser um lugar com comunicações com rotas e fibra ótica, mas também isolado”, acrescentou.

Outro ponto polêmico é que os convênios bilaterais estabelecem um comodato ou cessão dos terrenos e isenções impositivas durante 50 anos para as “instalações de rastreamento terrestre, comando e aquisição de dados”, cujo custo inicial é de cerca de US$ 50 milhões (R$ 180 milhões).

Quiroga afirma que, a partir destes pontos do acordo, pode-se concluir que os chineses estarão ali por “pelo menos 50 anos”.

“Dentro da base, no meu entendimento, não é a lei argentina que governa. De fato, é um lugar que é praticamente território chinês”, disse.

LUA

A BBC Mundo perguntou ao funcionário aeroespacial argentino a razão de a China querer ir à Lua quando a maioria dos outros países parece fazer planos para Marte.

Menicocci explicou que os chineses foram os últimos a entrar na corrida espacial. Por isso, antes de tudo, precisam provar sua tecnologia e, em uma primeira fase, chegar à Lua.

Afirmam que estão interessados em obter na Lua o hélio 3, um combustível que serviria para continuar seus projetos para chegar até Marte. Mas não com viagens tripuladas, apenas missões robóticas, acrescentou Menicocci.

E, no que diz respeito à grande antena, Menicocci afirma que seu uso não é militar.

“Não serve para o uso militar, para seguir um míssil ou outro tipo de artefato militar. Além disso, temos equipamento para detectar transmissões não autorizadas”, afirmou.

Neste ponto o jornalista Dinatale lembra que os “especialistas advertem que a antena pode ter um uso duplo, que visa a Lua ou o espaço, mas também interceptar satélites e eventualmente enviar informação vinculada com dados sensíveis de outros países”.

E este fato gerou preocupações de adidos militares que levaram seus temores à chancelaria argentina.

TENSÕES

A questão da misteriosa base espacial chinesa na Patagônia é apenas um dos temas delicados que causam impacto na relação bilateral Argentina-China e tem o epicentro na Patagônia.

A esta pauta diplomática acaba se de juntar a questão do afundamento de um pesqueiro de bandeira chinesa, algo que levou Pequim a expressar “preocupação” mediante uma queixa formal.

“O comunicado implica uma escalada na tensão bilateral”, afirmou o analista Rosendo Fraga.

bomba.jpg

– Um pitaco sobre Luxemburgo e Felipão

Dois contrastes na China: Vanderlei Luxemburgo foi um fiasco na 2a divisão de lá, demitido e criticado. Luís Felipe Scolari é ganhador, idolatrado e elogiado.

Quando voltou ao Brasil, Luxa “soltou os cachorros”! Desandou a falar mal dos chineses, de boicote do elenco e de manipulação de resultados. Felipão não gostou e retrucou.

Apenas um pitaco: dos dois treinadores (que me parecem estar desatualizados, mesmo respeitando o glorioso histórico de conquistas de ambos), fico com Felipão! Nunca vi Luxemburgo aceitar uma crítica ou deixar de tergiversar.

Parece-me mais chororô de mais um mal trabalho, como tem sido constante na vida de Vanderlei. Onde está o estrategista da década de 90?

bomba.jpg

– A maior ponte de vidro do mundo!

Uma maravilha da engenharia: com 300 metros de altura e quase 0,5 km de extensão, ao custo de R$ 3,4 bilhões de dólares, a China inaugura a maior ponte de vidro do mundo!

Extraído de: http://operamundi.uol.com.br/conteudo/noticias/45001/na+terra+natal+de+mao+tse-tung+china+inaugura+mais+alta+e+longa+ponte+de+vidro+do+mundo.shtml?cmpid=tw-uolnot

CHINA INAUGURA MAIS ALTA E LONGA PONTE DE VIDRO DO MUNDO

A China abriu neste sábado (20/08) ao público a mais alta e longa ponte de vidro do mundo, que tem 430 metros de extensão e está localizada a 300 metros de altura, no espetacular parque natural de Zhangjiajie, local que inspirou as Montanhas Aleluia do filme Avatar.

Projetada pelo arquiteto israelense Haim Dotan, a ponte de seis metros de largura une dois lados da montanha Tianmen (“Porta do Céu”) através de 99 painéis com três camadas de vidro, e está preparada para que sobre ela circulem até 800 pessoas ao mesmo tempo.

Os construtores testaram sua resistência recentemente, a partir da circulação de um caminhão de duas toneladas, e inclusive pediram que várias pessoas batessem no chão da ponte com martelos a toda a força possível, também a fim de mostrar sua resistência.

A obra, que custou 22,5 bilhões de iuanes (cerca de 3,4 US$ bilhões), terminou em maio, cinco meses depois do que o previsto devido às intensas chuvas na região.

Com esta ponte, a província central de Hunan, muito visitada por turistas chineses por ser a terra natal de Mao Tsé-tung, procura com este projeto aumentar o número de viajantes a uma de seus maiores joias naturais, o parque de Zhangjiajie.

A bela mistura de relevos cársticos -mais de 3 mil colunas arenosas o povoam- com a vegetação das florestas subtropicais mereceu ser declarado Patrimônio da Humanidade pela Unesco em 1992 e inspirou James Cameron para idealizar as montanhas que no filme “Avatar” têm idêntico aspecto, embora nesse caso flutuem nas nuvens desafiando as leis da física.

Caminhar pela ponte transparente pode ser a forma mais parecida de “flutuar” sobre essas montanhas, uma experiência não apta para pessoas com vertigem.

A ponte de Zhangjiajie não é a primeira estrutura de vidro da China, onde este tipo de atração é muito popular.

bomba.jpg

– China e seus Projetos no Futebol

O Dr José Renato Nalini, nosso conterrâneo jundiaiense e atual Secretário de Educação do Estado de São Paulo, contou em sua coluna dominical no Jornal de Jundiaí sobre seu bate-papo informal com o vice ministro chinês Liu Yandong, que veio prestigiar a Rio 2016.

Após falarem da iniciativa de ensino do mandarim em escolas públicas, o representante da China contou algumas coisas importantes: a meta do país asiático é continuar crescendo 6,5% ao ano, gerando assim 60 milhões de novos empregos anuais, e, fora da economia, querem ser a maior potência do futebol. Para isso, está em curso a primeira de três etapas:

1 – Transformar o futebol como o esporte número 1 jogado e assistido pela população (100 mil novos campos estão sendo construídos para o ensino e prática, sendo metade deles em 5 anos);

2- Sediar uma Copa do Mundo (provavelmente, gastarão muitos sino-dólares para 2026);

3- Vencer um Mundial da FIFA.

E qual a maior referência do futebol aos chineses?

Segundo o premier, ainda é… Pelé! Uma lenda viva que povoa o imaginário dos chineses (à frente de Messi, inclusive para os jovens).

Será que a China alcançará o objetivo de vencer uma Copa? Sediar, sem dúvida, o fará.

bomba.jpg

– A China avança para o Futebol Europeu. Quanto ofereceria a Neymar, Messi ou Guardiola?

Depois de assombrar os times brasileiros, os poderosos dólares da China sobem a linha do Equador e chegam ao Velho Continente.

Ofereceram R$ 128 milhões para levar Hulk a Pequim (por essa grana, a piadinha é inevitável: dá para comprar o Thor, o Capitão América e se bobear até o Homem de Ferro – mas esse já é o milionário Tony Stark, não precisa de mais dinheiro).

Segunda grande loucura: Giuliano Bertolucci, agente do meia atacante Oscar, confirmou que o Chelsea rejeitou incríveis 75 milhões de euros (mais de 320 milhões de reais) oferecidos pelo Jiangsu Suning.

Terceira ousadia, agora concretizada: Alex Teixeira sai da Ucrânia e vai para o mesmo Jiangsu por 50 milhões de euros.

E se “der a louca” e a China tentar contratar nomes como Mourinho, Guardiola, Cristiano Ronaldo, Messi, Neymar…?

bomba.jpg

– Grandes gastos para vexames proporcionais!

O Tiajin Quanjian FC, equipe de futebol de um bilionário grupo chinês que fabrica medicamentos para o câncer, gastou fortunas na virada do ano: contratou o veterano treinador Vanderlei Luxemburgo a peso de ouro! Tirou Luís Fabiano do São Paulo e Jadson do Corinthians a salários astronômicos. Recentemente, pagou a milionária recisão de Geuvânio e desfalcou o Santos. Tudo isso para subir da Segunda Divisão da China e em dois anos já ser campeão nacional.

Entretanto…

Com tais investimentos e contratações, algum resultado positivo já era desejado. Só que não…

Em sua passagem na Pré Temporada no Brasil (na costumeira e aprazível Atibaia de Luxemburgo), o time realizou 4 amistosos e perdeu todos: para o XV de Piracicaba por 2×1, Bragantino 4×0, Taubaté 4×2 e Vitória 5×1.

O que dizer: 100% de derrotas é para deixar o mais paciente dos chineses com as orelhas em pé!

Fica a dúvida: o time é muito fraco mesmo com os reforços contratados ou Vanderlei Luxemburgo (que já começava a ser contestado por aqui) perdeu a mão?

Deixe seu comentário:

bomba.jpg

– Humilde Nhô Quim bateu o Milionário Tianjin?

Quer dizer que o endinheirado Tianjin Quanjian, treinado pelo vitorioso Vanderlei Luxemburgo e que conta com o atacante Luís Fabiano e o meia Jadson (que ganham fábulas de dinheiro por lá) perdeu em sua partida amistosa para o XV de Piracicaba por 2×1?

Detalhe: o salário máximo de um atleta do time piracicabano é de R$ 15.000,00… Ambas equipes jogaram com seus jogadores titulares.

Competência financeira nem sempre resulta em competência esportiva. Vide a afortunada CBF e a bagunça que se tornou o futebol brasileiro!

bomba.jpg

– Se fosse jogador, você aceitaria uma proposta da China?

Claro que a resposta à pergunta-título é: DEPENDE. Sim, ela é condicionada a uma série de coisas: valores, empregador, tempo de contrato, condições de trabalho e perspectiva de vida pessoal e profissional.

E se faz necessário criar tais questionamentos para se avaliar as propostas que surgem aos montes para trabalhar no Futebol da China, devido as diversas realidades de cada jogador. Quer um rápido exercício comparativo?

Veja esses 3 diferentes panoramas e perspectivas dos jogadores brasileiros:

1) Erick Mamadeira, desconhecido da grande imprensa da capital, é um jovem jogador do Paulista de Jundiaí. Diferenciado dentro de campo, é questionado fora dele. Pode ser um sucesso se chegar a um time expressivo, pois tem bola para ser craque. Mas pode virar um grande fiasco se não for orientado à exaustão. E se ele recebesse uma proposta vantajosa de dois anos para jogar na China? Deveria ir ou não?

Acho que deveria ir correndo… Garantiria-se financeiramente e ainda teria tempo para voltar a jogar no Brasil.

2) Lucas Lima é o “bola da vez” na Seleção Brasileira. Quando convocado, tem correspondido positivamente. Com boataria de venda futura para a Europa, ainda joga no Santos FC e exerce seu ofício em alto nível. Mas e se oferecessem a ele o mesmo que Jadson (mais de R$ 2 milhões/ mês)?

Teria dúvida em decidir. Abrir mão da vaidade e do sonho da Seleção Brasileira e de uma carreira no Velho Continente para ganhar dinheiro na poluída Shangai ou Pequim?

3) Luís Fabiano, ex-SPFC, aceitou a segunda divisão da China. Vítima de lesões e em final de carreira, faz bem para garantir sua aposentadoria (e o futuro aos filhos e netos). Já imaginaram ele, ganhando bastante dinheiro, treinado por Luxemburgo e em meio a zagueiros chineses?

A grande questão é: PROJETO DE CARREIRA OU REALIZAÇÃO FINANCEIRA?

Sem dúvida alguma, o jogador vai se esconder por lá. E os treinadores brasileiros dos times grandes chineses optam por atacantes e meias ofensivos daqui pois sabem que o baixo nível da zaga de jogadores locais permitirá resultados expressivos em números de gols. Só que ele sumirá da grande mídia. Além da CCTV para o território da China e Hong Kong (a emissora estatal de lá), qual canal transmitirá o Campeonato Chinês no Brasil? Você pagaria para assistir o “Chinesão 2016”?

Aliás, é algo curioso: Felipão foi taxado de ultrapassado, mas é o atual Campeão da Copa da Ásia. Ele está se reciclando como treinador no Guangzhou Evergrande ou apenas “fazendo o feijão-com-arroz”?

O que tenho muito medo em relação a China se resume a MÁFIAS. Não me esqueço dos casos de combinação de resultados, de sites de apostas envolvidos, de atletas que entregavam o jogo e árbitros que manipulavam placares. E tudo isso na primeira década dos anos 2000. O cenário mudou tão rapidamente? Sem falar, claro, da origem do dinheiro.

Se eu fosse boleiro, o contrato deveria ser curto, extremamente rentável, metade dele antecipado e com inúmeras cláusulas de alta exigência protecionista. Um bate-volta honesto, para sentir o que realmente tem por lá e não fugir dos holofotes ou da Seleção.

E você: o que pensa sobre a invasão chinesa no futebol brasileiro?

bomba.jpg

– Alexandre Pato está pensando na carreira ou é pura birra?

O atacante Alexandre Pato, com contrato até o final do ano com o Corinthians, teve proposta para jogar na China. No Timão ele recebe 800 mil, e a proposta da China, em Reais, seria jogar na 2a divisão e ganhar R$ 5 milhões por mês.

Sim, CINCO MILHÕES DE REAIS A CADA 30 DIAS DE TRABALHO.

Sedutor… tudo isso para abrir mão do sonho da Europa e da Seleção, por contrato de 3 anos.

Pense bem: são R$ 180 milhões ao final do contrato para jogar bola contra “zagueiros craques” da série B chinesa.

Tirando, claro, o incômodo da adaptação, o dinheiro é respeitável, não?

Mas por quê Pato não quis?

Seria vingança a Andrés Sanches, que um dia disse que ele teria que “jogar até no Bragantino pois tem contrato”, e recusando a oferta ele teria passe livre em breve e o Corinthians não receberia nenhum tostão (e aí Pato poderia aceitar a proposta)? Ou está pensando na carreira, aceitando abrir mão do dinheiro?

bomba.jpg

– O temor das propostas irrecusáveis do Mundo Asiático no Futebol Brasileiro.

As saídas de atletas de destaque do último campeonato brasileiro (2015), como Jadson e Renato Augusto, preocupam muito o cenário atual do futebol local. Ambos irão para a China, que tem coberto propostas até de clubes de primeira linha da Europa.

No ano de 2014, o mercado asiático também levou dois jogadores: Everton Ribeiro e Ricardo Goulart.

O que me incomoda: perceberam que não há nenhum dito craque, “bam-bam” ou destaque sendo cogitado para ser contratado por clube gigante europeu?

Na contramão do excesso de jogadores que se vão, aqui repatriamos atletas veteranos. Vide Diego Lugano, 35 anos, e talvez mais ninguém de destaque reconhecido ou nome de história importante.

Cadê os craques revelados no ano passado? Não tivemos novatos despontando? Isso preocupa demais. E preocupará para o médio prazo, especificamente para a Copa 2018. Quem serão os jogadores disponíveis em alto nível técnico no Mundial da Rússia? Teremos Neymar, Douglas Costa e… um punhado de atletas fazendo conexão em Pequim?

A China vem vindo forte para as negociações de atletas. Lá, políticos influentes se associaram a bancos, construtoras, indústrias e outros novos ricos da economia emergente e de proporções gigantescas. Nem sempre os negócios são as claras, já que em muitos casos se crê em lavagem de dinheiro pelo fato da corrupção no futebol ser uma constante. Vide as máfias de apostas e árbitros corruptos revelados pela FIFA há pouco tempo e punidos, todos provindos da China.

Claro, com a desvalorização do dólar no Brasil, o já alto valor oferecido pelos clubes tem peso maior. Mas me perturba: por 10 meses a atividade industrial da China caiu. Hoje, a preocupação é o que fazer com os crescentes galpões vazios e uma suposta quebradeira geral. Nada como nosso país, que já vive esse panorama. É o paradoxo da China: agir como capitalista ao extremo, agressivo nos negócios, com respaldo do Partido Comunista Chinês, em meio ao um clima de mudança no país e desaquecimento (pequeno, é verdade) mas regular. Os contratos a longo prazo serão cumpridos?

O certo é que o investimento no futebol é uma realidade: os dois últimos títulos de campeão da Copa da Ásia de Clubes foi o Guangzhou, cujos elencos nas duas temporadas foram comandados por Marcello Lippi e Scolari, campeões mundiais de futebol em 2006 e 2002. Aliás, os dois últimos treinadores da Seleção Brasileira estão por lá: o próprio Scolari e Mano Menezes.

Vide o elenco do Shandong, ao final de 2015: 3 goleiros chineses / 9 defensores chineses / 4 meio-campistas chineses, 1 argentino (Montillo) e 2 brasileiros (Júnior Urso e Jucilei) / 4 atacantes chineses e 2 brasileiros (Diego Tardelli e Aloísio Boi Bandido). O treinador é Mano Menezes.

Elenco do Guangzhou: 25 jogadores, sendo 19 chineses e 6 brasileiros: Robinho, Paulinho, Ricardo Goulart, Elkeson, Alan e Renê Júnior, com o treinador Scolari.

Duas perguntas:

Por quê não há zagueiros ou goleiros brasileiros?

Por quê os dois principais clubes chineses, com vários atacantes brazucas, não possuem um só europeu?

Teríamos respostas?

bomba.jpg

– Queria o PIB da China…

A China divulgou dias atrás a expectativa do pior crescimento do PIB nos últimos 24 anos: 7,23%!

Que inveja… Quando é que tivemos esse índice?

Lá, apesar da ditadura comunista e as péssimas condições de trabalho, existe progresso social em andamento. Quem sabe até conseguem a democracia em médio prazo! Mas… e aqui?

É para refletirmos…

bomba.jpg

– E a Segurança Industrial da China? Nova preocupação mundial?

Se não bastassem as queixas contra as condições de trabalho dos operários e a falta de democracia (coisas que os direitos humanos deveriam agir com mais contundência e não faz), agora nasce um outro problema na China: a segurança industrial!

Na região do Porto de Tianjin, uma explosão matou na semana passada 114 pessoas e feriu outras 700. Impressionante a imagem feita do céu, deixando uma cratera gigantesca vista do alto.

Será que para produzir a custo baixo vale a pena o trabalho escravo e as péssimas condições na produção?

Enquanto existirem consumidores dispostos a comprarem com ciência disso, haverá esse tipo de situação.

bomba.jpg

– Ocidentalização até dos Animais na China

A China está se tornando moderninha mesmo, não? Lá, há uma lei que cobra impostos para quem tem mais de um filho, visando evitar a superpopulação (apesar que se arroxou recentemente para dois). Essa mesma lei foi adaptada; além do incentivo ao filho único, haverá a do ‘cachorro único’.

Inusitado, não? Explico: como a carne de cachorro era costumeiramente consumida, e a nova classe média chinesa está tendo hábitos cada vez mais ocidentalizados, o governo local resolveu limitar a posse para 1 cachorro de até 35 cm por família. Antes, havia muitos cachorros, mas não para a criação doméstica, mas sim pelo abate! Com um único bichinho, incentiva-se não matá-lo.

Novos tempos.

imgres.jpg

– A cidade mais poluída do mundo é…

Cubatão sempre foi famosa pela poluição. Mas nada se compara a Harbin, cidade chinesa que quebrou um recorde: a de mais poluída da história!

Veja esse índice de medição do ar na cidade: 1000 microgramas de partículas PM 2,5/m3. O limite máximo aceitável pela OMS é de 25…

Como viver num lugar assim?

Aliás, já reparam que China e Índia constantemente aparecem de maneira cinzenta, escura e sem céu azul?

Abra o olho, Planeta Terra!

File-China_Heilongjiang_Harbin.svg.png

– Shandong, o time chinês mais brasileiro do campeonato local

Parece ser o novo eldorado do futebol mundial. E como em todos os lugares do mundo, também na China os brasileiros têm a simpatia dos torcedores.

Conhece o Shandong? Veja as curiosidades do dia-a-dia dos jogadores.

Extraído de:

http://www1.folha.uol.com.br/fsp/esporte/162441-china-brazuca.shtml

CHINA BRAZUCA

Com 12 brasileiros, como Vagner Love, o time chinês Shandong paga bem, mas cobra muito

Por Marcelo Ninio

“Lo fu”, “Lo fu”, gritam jovens vestidos com a camisa laranja do Shandong Luneng, a nova sensação do futebol chinês. “Lo fu” é como sai na pronúncia local o nome do atacante brasileiro Vagner Love, camisa 10 e principal estrela da equipe.

Torcedor-símbolo do time, o fanático e rechonchudo Wang Da Quan tem estampados na camisa os rostos dos reforços brasileiros.

Com um megafone, repete os nomes na porta do Estádio Olímpico de Jinan, onde o Shandong Luneng se prepara para mais uma partida do campeonato chinês.

O atacante Aloísio, ex-São Paulo, é conhecido como “Ye Niu” (búfalo selvagem, versão chinesa para boi bandido), o técnico Cuca é “Cu Cá” e o volante Júnior Urso, ex-Coritiba, virou “Wu Suo”.

“Adoramos o futebol brasileiro e confiamos no Cu Cá!!”, reverbera Wang entre gritos de kung fu em seu alto-falante particular, montado num patinete elétrico.

Enquanto os torcedores chineses dobram a língua e reinventam os nomes de seus novos ídolos, os brasileiros se desdobram para traduzir os segredos da bola aos chineses. Tarefa árdua, movida a muito dinheiro.

Atraída por salários milionários, uma legião de brasileiros nunca vista na China desembarcou há poucos meses em Shandong.

A província, no sudeste do país, é conhecida por ser a terra natal do filósofo Confúcio e o local de origem da primeira versão do futebol, há mais de 2.000 anos.

Mas o que interessa aos dirigentes do Shandong Luneng é o futuro, e eles têm pressa em ver resultados.

Propriedade de uma estatal de energia elétrica, o time foi o que mais investiu nesta temporada do futebol chinês, mais de R$ 80 milhões.

“Não tem xingamento, nem torcedor querendo nos bater em aeroporto, mas quando há um tropeço sou chamado para uma conversa com o chefão. Não tem essa história de paciência oriental”, diz Cuca.

O treinador compara o investimento feito hoje pela China ao que ocorreu nos anos 1990 no Japão, quando a chegada de Zico e outros brasileiros marcou a ascensão do futebol do país. “Isso também vai acontecer aqui”, afirma o técnico.

Das preleções às broncas na beira do gramado, Cuca e os demais preparadores dependem de um tradutor para tudo. Mas a maior dificuldade é ensinar aos chineses a malandragem brasileira.

“Eles são muito tímidos”, diz Cuca. “E falta malícia. Não sabem ganhar uma falta, só caem quando a porrada é muito forte”.

Há três meses no cargo, Cuca já é alvo de críticas da imprensa local, que questiona se ele vale o salário mensal de R$ 1,5 milhão, considerado o mais alto já pago a um treinador brasileiro.

A expectativa está à altura do investimento. No contrato de Cuca, uma cláusula estipula que o time deve ser campeão mundial interclubes até 2016. Ou seja, fazer o que ele não conseguiu com o Atlético-MG em 2013.

A meta é repetir o sucesso do maior rival, o Guangzhou Evergrande, de Cantão. No ano passado, sob o comando do treinador italiano Marcello Lippi, o time sagrou-se tricampeão chinês e venceu a Liga dos Campeões da Ásia, com atuações decisivas dos brasileiros Muriqui e Elkeson e do argentino Conca.

Vagner Love, o primeiro da nova onda brasileira a chegar a Shandong, no ano passado, conquistou rapidamente o torcedor com seu jeito irreverente e seis gols em dez jogos no fim de 2013.

Love diz não sentir a pressão. “Pode até ter, mas como não entendo o que eles falam, não fico sabendo”, ri Vagner, que foi trazido do CSKA Moscou por R$ 19 milhões, na transação mais cara feita pelo Shandong.

No último sábado, só deu Love na vitória do Shandong fora de casa contra um de seus principais rivais, o Beijing Guoan. Agradecida, a torcida já aprendeu e canta o sucesso de Claudinho e Buchecha: “Só love, só love…”.

LOST IN TRANSLATION

Para implantar sua filosofia na terra de Confúcio, Cuca cercou-se de compatriotas. No total são 12 brasileiros no Shandong, incluindo três jogadores e nove preparadores, além do meia argentino Montillo, que jogou no Santos.

A invasão verde e amarela mudou a cara e os costumes do time. Nos corredores do moderno centro de treinamento, quadros digitais informam em português e chinês a programação do dia.

Um batalhão de dez tradutores foi convocado para ajudar os brasileiros e suas famílias em Jinan, capital da província de Shandong.

“Poucos clubes do Brasil oferecem essas condições”, diz Luiz Alberto Rosan, fisioterapeuta da seleção brasileira desde 1998 e um dos membros da comissão técnica montada por Cuca.

Como todos os outros brasileiros, Rosan vive às voltas com confusões provocadas por enganos na tradução.

Recentemente, examinou um dos jogadores chineses que se recuperava de uma lesão e disse que ele já estava pronto para receber alta. Misteriosamente, o jogador desapareceu.

“O tradutor não sabia o que era alta e disse ao jogador que ele tinha que melhorar de nível. Por isso ele sumiu do time, para voltar em mais alta forma”, relembra Rosan. “Mal-entendidos como esse são comuns”.

FALTA DE LAZER E POLUIÇÃO INCOMODAM

Com humor negro, torcedores do Shandong dizem que a cor laranja do uniforme do time é para facilitar a visão dos jogadores no meio da poluição.

Uma névoa densa cobria o estádio de Jinan quando foi dado o pontapé inicial do jogo entre o Shandong Luneng e o Hangzhou Greentown, no sábado.

Naquele momento, Jinan estava em primeiro lugar no ranking das cidades mais poluídas da China, com índice dez vezes superior ao máximo recomendado pela OMS (Organização Mundial de Saúde).

A poluição não deteve o time laranja, que venceu por 2 a 0, com um golaço de Vagner Love.

Para os brasileiros que desembarcaram em Jinan, a poluição nem é considerada o maior problema. O pior é a falta do que fazer.

Atraídos por salários que multiplicaram por quatro ou cinco o que ganhavam no Brasil, jogadores e preparadores se mudaram de vez já com contrato assinado, sem saber para onde estavam indo.

Alguns vieram com a informação de que Jinan é uma cidade pequena. Ao chegarem, descobriram que na China uma cidade com 6 milhões é considerada pequena.

O ritmo chinês impressionou. “É a primeira vez que vejo uma cidade com mais prédios em construção do que já construídos”, disse Maiara, 25, filha de Cuca.

vagner-love-346x205.jpeg

– E a China está falsificando Ovos de Galinha!

Você tem dúvida sobre a qualidade e procedência de alguns produtos chineses? Já viu similares pirateados de eletrônicos ou falsificações grosseiras?

Pasme: agora, os chineses estão fazendo cópias de… Ovos!

Cuidado, pois eles fazem mal à saúde.

Extraído de: http://veja.abril.com.br/blog/ricardo-setti/vasto-mundo/so-faltava-essa-fabricantes-piratas-inventam-ovo-artificial-e-mortifero-na-china/

OVO MADE IN CHINA

Elas já falsificaram quase tudo, de eletrônicos a remédios. Mas agora fábricas chinesas piratas apresentam sua nova invenção: o ovo que não é ovo.

Você está andando na rua, passa por um vendedor e vê a oferta: ovos pela metade do preço. Compra uma dúzia, leva para casa e põe na geladeira.

A surpresa acontece quando vai prepará-los. Não são ovos de verdade. São ovos falsificados: uma mistura de gelatina, resina, parafina, gesso, corantes e outras substâncias, que engana o olhar, mas não o paladar – ao colocar o ovo na panela, surge um odor de produto químico sugerindo que aquilo não é comestível.

Se mesmo assim alguém comer o ovo, corre risco de saúde – pois ele contém um ingrediente perigoso, óxido de alumínio. “Ele pode causar retardamento mental”, afirma a nutricionista Viviam Ragasso. A Universidade do Sul da China também estudou os ovos falsos e constatou que seu consumo pode gerar danos neurológicos.

A venda de ovos químicos é um golpe típico do sul da China – tão lucrativa que existem até DVDs piratas ensinando a fazer o produto. Só na primeira metade do ano passado, foram registrados 15 mil casos de violação das leis de segurança alimentar no país, que vive uma epidemia de comida falsa ou adulterada. Tudo porque, na China, o trabalho humano é incrivelmente barato – mais barato até que o das galinhas.

A trapaça alimentar vai além dos ovos químicos. Nos últimos anos, uma fórmula de leite em pó adulterada com melamina (uma espécie de plástico) matou pelo menos seis bebês na China e deixou centenas hospitalizados.

Também houve um caso em que melancias começaram a explodir. Motivo: para produzir – e ganhar – mais, agricultores chineses estavam usando florclorfenurão, um produto químico que acelera o crescimento do vegetal.

002.jpg

– 13 Conselhos para se Negociar com Chineses

A Revista Época Negócios (Ed de julho/2011, por Dárcio Oliveira) traz 13 interessantíssimos conselhos para quem quer negociar com chineses.

Por exemplo: não interrompa um pensamento de chinês, estude qual estado da China você vai, seja o mais formal possível, comemore antes (e nunca depois), e outros tantos conselhos.

Abaixo:

SILÊNCIO, CHINÊS PENSANDO!

Em seu último dia como presidente da Vale, Roger Agnelli soltou uma curiosa frase sobre a dificuldade de negociar com os clientes chineses, o ganha-pão da mineradora. A um grupo de jornalistas, disse: “Tive de comer muito escorpião para fechar todos aqueles contratos”. Soou como metáfora. Não é. Escorpiões são iguaria comum na culinária chinesa. Come-se de tudo que é jeito: frito, assado, empanado ou mergulhado em molho agridoce. E os chineses adoram convidar potenciais sócios para banquetes com carne de cobra ou lagarto e aperitivos como besouros ou escorpiões. Em geral, os empresários e executivos sentem nojo no princípio, mas depois do primeiro milhão de dólares começam a aceitar melhor as iguarias. Conforme o valor dos contratos aumenta, os pratos vão parecendo mais e mais saborosos.

Comer escorpiões é apenas uma das inúmeras esquisitices, para os costumes ocidentais, do mundo dos negócios chinês. Negociadores de primeira viagem podem sofrer com as diferenças culturais – e até perder negócios. Por isso, selecionamos 13 conselhos de gente experiente no assunto. Por que 13? Para os chineses, o número 1, na casa da dezena, significa “definitivo”. O 3 representa “vida”, “nascimento” ou “evolução”. A combinação dos dois, pronunciada como “shi-san”, significa, para eles, “crescimento garantido”. Ou bons negócios.

(OS 13 Conselhos estão na revista em: http://epocanegocios.globo.com/Revista/Common/0,,EMI245857-16363,00-SILENCIO+CHINES+PENSANDO.html clique no link ao lado)

imgres.jpg

– ARpocalipse Chinês!

Das 70 maiores cidades da China, apenas 4 conseguem ter condição do ar “aceitável”.

Assustado?

Há dias que não se vê o azul do céu devido ao cinza da poluição. Os meteorologistas estão chamando isso de ARpocalipse.

E de fato, não parece ser o fim do mundo?

Vejam as imagens de um dia normal que é o escuro e um dia atípico (céu limpo). Infelizmente, o ar puro é atipicidade…

size_590_poluicao-china4.jpg

– O Preço do Crescimento Chinês

Vale a pena crescer destruindo a qualidade de vida?

Leio (e não me recordo onde) que a China está poluindo 40 vezes mais do que o índice recomendado pela Organização Mundial da Saúde.

Cada habitante de Pequim não fumante aspira poluição que equivale a 20 cigarros fumados por dia!

Cá entre nós: as imagens de Shangai, Pequim ou qualquer outra grande cidade nos mostram metrópoles cinzentas, feias e donetes, apesar do crescimento acelerado.

Seria esse o custo de alguns emergentes?

imgres.jpg

– O Satélite Brasileiro Ching Ling

A China conseguiu fazer com que seu robô descesse na Lua; os americanos querem chegar a Marte; japoneses desejam realizar estudos com o Sol; o Irã mandou um macaco para o espaço; a Índia, através da sua agências espacial, anunciou que quer explorar o universo; e por aí vai.

Enquanto isso, nosso satélite sino-brasileiro CBERS-3 de R$ 160 milhões não conseguiu ficar no espaço nem por poucas horas e caiu (na semana passada).

Quem pagará a conta?

Já li críticas que a parceria com os chineses não foi adequada, pois eles devem ter se equivocado em algum momento do projeto.

Eles? Mas se até os equipamentos espaciais deles têm sucesso, onde está o erro?

Respeitosamente, acho que a nossa parceria foi com o pessoal da 25 de Março, não os legítimos de Pequim.

Ah, lembrando: em 2014, teremos o CBERS-4, ao custo de R$ 200 milhões. Vai dar certo?

Permitam-me o trocadilho, mas é dinheiro público indo para o espaço, literalmente…

folder_cbers3_2.jpg

– Segredos Industriais entre China e EUA

Cada vez mais ouvimos falar de roubo de segredos industriais, espionagem, benchmarking disfarçado e outras estratégias. Mas compartilho interessante artigo sobre “Como a China rouba Inovações dos EUA”.

Abaixo, extraído de: OESP, 07/04/2012, por Richard Clarck

COMO PEQUIM ROUBA OS SEGREDOS AMERICANOS

Hackers tiram competitividade de empresas dos EUA

Nos dois últimos meses, funcionários de alto escalão do governo e especialistas do setor privado desfilaram diante do Congresso e descreveram em termos alarmantes uma ameaça silenciosa: ciberataques realizados por governos estrangeiros. Robert S. Mueller III, diretor do FBI, a polícia federal americana, disse que esses ataques em breve substituiriam o terrorismo como a preocupação principal da agência. Hackers estrangeiros, em particular da China, penetram nos computadores de empresas americanas e roubam quantidades enormes de dados valiosos e propriedade intelectual.
Não é difícil imaginar o que ocorre quando uma empresa americana paga por pesquisa e uma empresa chinesa consegue os resultados de graça. Isso destrói sua vantagem competitiva. Shawn Henry, ex-diretor-assistente executivo do FBI, disse ao Congresso há duas semanas que uma empresa americana teve todos os seus dados de um programa de pesquisa de 10 anos e US$ 1 bilhão copiados por hackers em uma noite.

O general Keith B. Alexander, chefe do Cyber Command das forças militares, qualificou o roubo digital contínuo, desenfreado, de “a maior transferência de riqueza da história”.

Entretanto, o mesmo Congresso que ouviu todos esses testemunhos perturbadores está atolado em discordâncias sobre um projeto de lei de cibersegurança que não faz muito para enfrentar o problema da ciberespionagem chinesa. O projeto, que estabeleceria padrões de cibersegurança não compulsórios para o setor está atolado em disputas ideológicas.

O senador John McCain, que o considera uma forma de regulamentação desnecessária, propôs um projeto alternativo que não trata de ciberdefesas inadequadas de companhias que rodam elementos de infraestrutura nacional. Como o Congresso parece incapaz e sem vontade de enfrentar a ameaça, o Poder Executivo precisa fazer alguma coisa para impedi-la.

No passado, agentes do FBI estacionavam do lado de fora dos bancos que consideravam prestes a ser roubados e dessa forma capturavam os ladrões e o saque quando eles saíam. Capturar os ladrões no ciberespaço não é tão fácil, mas capturar o saque é possível.

O general Alexander testemunhou na semana passada que sua organização viu um ataque de fora que pretendia roubar arquivos sensíveis de um fabricante de armas americano. O Pentágono advertiu a companhia, que teve de agir por conta própria. O governo não interveio diretamente para barrar o ataque porque nenhuma agência federal acredita que tem hoje a autoridade ou a missão de fazê-lo.

Interceptação. Com a autorização apropriada, o governo dos Estados Unidos poderia impedir os arquivos que estão sendo roubados de chegarem aos hackers chineses. Se agências do governo fossem autorizadas a criar um grande programa para interceptar dados roubados que estão saindo do país, elas poderiam reduzir drasticamente o roubo atual no atacado de segredos corporativos americanos.
Muitas companhias nem sabem quando estão sendo invadidas. Segundo os testemunhos ao Congresso da semana passada, 94% das companhias servidas pela empresa de segurança de computadores Mandiant não tinham conhecimento de estarem sendo invadidas. E embora a Securities and Exchange Commission (SEC, que normatiza atividades da bolsa) insista para as empresas revelarem quando forem vítimas de ciberespionagem, a maioria não o faz. Algumas, entre as quais Sony, Citibank, Lockheed, Booz Allen, Google, EMC e a Nasdaq, admitiram ter sido vítimas. Os National Laboratories, do governo, e centros de pesquisa com financiamento federal também foram invadidos.

Por temor de que o monitoramento do governo seja visto como uma cobertura para a bisbilhotice ilegal e a violação da privacidade dos cidadãos, o governo de Barack Obama nem mesmo tentou desenvolver uma proposta para localizar e barrar a espionagem industrial em geral. Ele teme uma reação negativa dos defensores de direitos à privacidade e da liberdade na internet que não querem o governo monitorando o tráfego na internet. Outros no governo temem também prejudicar as relações com a China. Algumas autoridades receiam até que enfrentar a China possa desencadear ataques paralisantes à vulnerável infraestrutura controlada por computadores dos Estados Unidos.

Com sua inércia, porém, Washington está efetivamente preenchendo os requisitos de pesquisa da China enquanto ajuda a tirar trabalho de americanos. Obama precisa enfrentar a ciberameaça e ele nem mesmo precisa de uma nova autoridade do Congresso para tal.

Pela autoridade da Alfândega, o Departamento de Segurança Nacional poderia inspecionar o que entra e sai dos Estados Unidos pelo ciberespaço. A Alfândega já busca a pornografia infantil online que cruza fronteira virtuais. E pela Lei da Inteligência, o presidente poderia emitir um decreto autorizando agências a monitorar o tráfego na internet fora dos Estados Unidos e reaver arquivos sensíveis roubados no território americano.

E isso sem pôr em risco os direitos à privacidade dos cidadãos. Aliás, Obama poderia construir proteções como nomear um defensor privado com poderes que poderia barrear abusos ou qualquer atividade que fosse além de impedir o roubo de arquivos importantes.

Se o Congresso não agir para proteger as empresas dos Estados Unidos das ciberameaças chinesas, o presidente Obama deveria fazê-lo. / TRADUÇÃO DE CELSO PACIORNIK

imgres.jpg

– Lusa x São Paulo poderia ser bem lucrativo… Mas não será!

Matéria antiga, mas ao mesmo tempo atual. Abaixo:

E O LUCRO QUE SÃO PAULO X LUSA TERIAM NA CHINA?

Há certas interferências no futebol que nos levam a crer que os clubes realmente são submissos as entidades. Quer um exemplo claro? A Portuguesa jogará contra o São Paulo no Canindé pela 13a rodada do Brasileirão. Quanto será que ela lucraria?

Pois bem: empresários ofereceram 4 milhões de reais limpos para serem divididos entre o Tricolor e a Lusa, a fim de que jogassem no estádio Ninho dos Pássaros, na China. Tudo pago!

Porém… CBF e Globo não permitiram, pois alegaram que precisaria mexer na tabela.

E aí, o que você pensa sobre isso? Deixe seu comentário:

Extraído de: http://esporte.uol.com.br/futebol/campeonatos/brasileiro/serie-a/ultimas-noticias/2013/06/24/globo-veta-jogo-entre-sao-paulo-e-portuguesa-na-china-e-times-deixam-de-ganhar-r-2-milhoes.htm

GLOBO VETA JOGO ENTRE SÃO PAULO E LUSA NA CHINA, E TIMES DEIXAM DE GANHAR R$ 2 MILHÕES

A Globo vetou a tentativa da Portuguesa de levar o jogo da 13ª rodada do Campeonato Brasileiro contra o São Paulo para a China, no Ninho de Pássaro. O UOL Esporte apurou que a emissora de televisão, em conjunto com a CBF (Confederação Brasileira de Futebol), enviou um e-mail nesta segunda-feira para os dois clubes negando o pedido feito pela equipe do Canindé.

A informação foi confirmada pelo vice-presidente da Portuguesa, Roberto dos Santos, por telefone. “Estávamos negociando, mas acabei mesmo de receber esse e-mail da emissora e da CBF dizendo que não teria como atender aos nossos pedidos. É uma pena, mas isso é regra do jogo, não temos o que fazer. Seria fundamental recebermos o dinheiro, seria maravilhoso para o São Paulo também, mas não teremos o que fazer”, disse o dirigente.

“A gente teria que mudar a data de um jogo contra o Coritiba (no dia 14 de agosto, pela 14ª rodada) e também mudar o horário da partida contra o Flamengo (marcado para o dia 07 de agosto, às 22h, pela 12ª rodada). Foi isso que inviabilizou tudo”, completou.

A tentativa de levar o jogo entre Portuguesa e São Paulo para Pequim aconteceu por iniciativa de um grupo de empresários que está na gestão do estádio Ninho de Pássaro, principal arena das Olimpíadas da China, disputada em 2008. Os clubes não arcariam com nenhum custo e ainda lucrariam R$ 2 milhões cada um pelo jogo que serviria para promover o futebol brasileiro no Oriente.

Em contato com o UOL Esporte, uma fonte próxima ao presidente, Juvenal Juvêncio, também confirmou a negociação, mas disse que pouco poderia fazer para viabilizar, já que o São Paulo era o clube visitante.

“Nós recebemos uma carta de um empresário da China, mostrando o interesse. Mas tivemos que adotar a posição passiva neste caso, porque a Lusa que é mandante e ela que é responsável por buscar viabilizar todos esses documentos. Não tínhamos o que fazer. Não gastaríamos nada e seria maravilhoso para a marca”, disse ele.

A viabilidade do jogo seria ainda maior para o time do Morumbi, já que a equipe estaria no Japão dias antes da partida, para a disputa da Copa Suruga, marcada para o dia 07 de agosto. Ainda antes, os são-paulinos estarão na Alemanha, em Munique, para a disputa da Copa Audi. A estreia está marcada para o dia 31 de julho diante do Bayern de Munique.

O UOL Esporte tentou entrar em contato com Marcelo Campos Pinto, que assinou o e-mail da negativa aos clubes, mas não teve êxito. Ele estava em reunião.

o-estadio-ninho-de-passaro-e-uma-das-poucas-estruturas-erguidas-para-os-jogos-de-pequim-2008-que-ainda-e-utilizada-mas-seu-uso-esportivo-e-minimo-e-ele-da-prejuizo-1333977366627_615x300.jpg

– China: a maior vendedora de Bíblias!

Assustou com o título deste post? Pois é, o Estadão (is.gd/Bibliachinesa) trouxe uma matéria impressionante. A maior parte das Bíblias comercializadas no Brasil são impressas em gráficas na China, a custo muito mais barato.

Tenho o pé atrás com a China. Não gosto de ditaduras. Hoje, projeções indicam que ela será a maior nação do mundo em 2022. Tenho medo de ser dominado por chineses, com pseudo-democracia e práticas abomináveis comercialmente.

Você sabia que só hoje, após pagar 60 milhões de dólares a um gaiato, que a Apple pode chamar seu tablet de iPad na China? A marca já estava registrada…

PAÍS IMPORTA ATÉ BÍBLIA DA CHINA

Por Marcelo Rehder

Índia e Chile também fornecem o livro a preço inferior; gráfica já demitiu e ameaça mais 40

Depois do livro didático, as gráficas brasileiras enfrentam agora forte concorrência das importações de bíblias. A Palavra de Deus está sendo impressa em português em gráficas na China, na Índia e no Chile, entre outros países, a custos considerados imbatíveis pela indústria.

Para driblar o chamado “custo Brasil” e ainda obter alguma vantagem com o câmbio, editoras de publicações católicas e evangélicas aceleraram as encomendas no exterior. A vantagem comparativa em relação ao impresso nacional chega a superar 50%.

“É um negócio estranho”, queixa-se Jair Franco, vice-presidente da Gráfica Imprensa da Fé, uma das grandes do setor, que trabalha com livros religiosos e didáticos. “Para fazer a Bíblia aqui, temos de comprar o papel de fora, a capa especial de fora e a cola de fora, e tudo isso vem com imposto. Aí, o editor vai lá e faz a Bíblia completa e vende aqui dentro sem pagar imposto nenhum. Como é que pode?”, questiona o executivo. De acordo com a Constituição Federal, as importações de livros, jornais, revistas e outras publicações são imunes e não pagam imposto.

O avanço das importações de bíblias e livros didáticos não aparece nas estatísticas oficiais porque não existe posições aduaneiras específicas para as publicações. Mas os efeitos são sentidos.

Só a Imprensa da Fé chegou a imprimir 3 milhões de bíblias por ano, há cerca de dois anos. Hoje, não passa de 1 milhão. A consequência foi que a gráfica demitiu 40 trabalhadores nos últimos seis meses e atualmente emprega 280 pessoas. Mas os cortes não devem parar por aí: “Vamos ter de dispensar mais 40″, admite Franco.

A situação da Imprensa da Fé não é diferente da vivida pelas demais empresas do mercado gráfico editorial. Tanto que as principais empresas do setor, com a Associação Brasileira da Indústria Gráfica, encabeçam um movimento em defesa da indústria nacional. Amanhã, eles vão se encontrar em Brasília com a senadora Ana Amélia (PT/RS), autora de Proposta de Emenda Constitucional (PEC) que estende a imunidade de livros, jornais e periódicos para outros insumos.

A PEC 28/2012 está na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania desde 14 de junho, aguardando designação de relator. Nossa bandeira é desonerar o produto brasileiro”, diz Fabio Arruda Mortara, presidente da Abigraf.

imgres.jpg

– China falsifica…. Ovos de Galinha! Mas são perigosos para a saúde.

Você tem dúvida sobre a qualidade e procedência de alguns produtos chineses? Já viu similares pirateados de eletrônicos ou falsificações grosseiras?

Pasme: agora, os chineses estão fazendo cópias de… Ovos!

Cuidado, pois eles fazem mal à saúde.

Extraído de: http://veja.abril.com.br/blog/ricardo-setti/vasto-mundo/so-faltava-essa-fabricantes-piratas-inventam-ovo-artificial-e-mortifero-na-china/

OVO MADE IN CHINA

Elas já falsificaram quase tudo, de eletrônicos a remédios. Mas agora fábricas chinesas piratas apresentam sua nova invenção: o ovo que não é ovo.

Você está andando na rua, passa por um vendedor e vê a oferta: ovos pela metade do preço. Compra uma dúzia, leva para casa e põe na geladeira.

A surpresa acontece quando vai prepará-los. Não são ovos de verdade. São ovos falsificados: uma mistura de gelatina, resina, parafina, gesso, corantes e outras substâncias, que engana o olhar, mas não o paladar – ao colocar o ovo na panela, surge um odor de produto químico sugerindo que aquilo não é comestível.

Se mesmo assim alguém comer o ovo, corre risco de saúde – pois ele contém um ingrediente perigoso, óxido de alumínio. “Ele pode causar retardamento mental”, afirma a nutricionista Viviam Ragasso. A Universidade do Sul da China também estudou os ovos falsos e constatou que seu consumo pode gerar danos neurológicos.

A venda de ovos químicos é um golpe típico do sul da China – tão lucrativa que existem até DVDs piratas ensinando a fazer o produto. Só na primeira metade do ano passado, foram registrados 15 mil casos de violação das leis de segurança alimentar no país, que vive uma epidemia de comida falsa ou adulterada. Tudo porque, na China, o trabalho humano é incrivelmente barato – mais barato até que o das galinhas.

A trapaça alimentar vai além dos ovos químicos. Nos últimos anos, uma fórmula de leite em pó adulterada com melamina (uma espécie de plástico) matou pelo menos seis bebês na China e deixou centenas hospitalizados.

Também houve um caso em que melancias começaram a explodir. Motivo: para produzir – e ganhar – mais, agricultores chineses estavam usando florclorfenurão, um produto químico que acelera o crescimento do vegetal.

002.jpg

– 3 anos brigando com o site “Compre da China”

Até hoje continuo correndo atrás do picaretíssimo site Compre da China.

Já ouviu falar dele? Caia fora. Veja algumas pendengas e a quantidade de clientes lesados. É assustador o que fazem!

Está em: CUIDADO COM O SITE COMPRE DA CHINA

imgres.jpg