– CONFIRMADO: Erro de direito em Fluminense 2×0 São Paulo. Só não cancela o jogo se não quiser…

falamos à exaustão sobre o lance irregular no Maracanã (aqui: https://wp.me/p55Mu0-3xa). Em resumo: Calleri faz falta em Thiago Santos e o bandeira agita o seu instrumento avisando o árbitro. Calleri se afasta e reclama, e o árbitro Paulo Zanovelli (de costa para o lance) sinaliza vantagem. Porém, o atleta para a bola com as mãos (como se tivesse ouvido um apito, que não existiu) e cobra a falta. Desse lance sai o primeiro gol do Fluminense.

Questionamos a não divulgação até essa sexta-feira (aqui: https://wp.me/p4RTuC-10nH): alguns áudios saem logo após o final da partida. Esse, estava levando quase uma semana a troco de quê?

Pois bem: enfim, ele foi divulgado. O VAR questiona o árbitro sobre o lance polêmico, e ele diz que não marcou a falta, mas deu vantagem. Avisado que houve a mão na bola (e isso implicaria em anular o gol do Fluminense), Zanovelli refuta qualquer irregularidade e pede para ver no monitor. Ao ver a mão na bola, justifica dizendo que “há a falta clara (…) eu ía dar a vantagem, o jogador para e bate a falta, ok.” E o VAR repete, reforçando que parou a bola com a mão e bateu a falta. E Zanovelli se perde, dizendo ao árbitro de vídeo Igor José Benevenuto: “eu dei a vantagem e deixei seguir, é gol legal, Igor”.

Tudo errado! O VAR deveria insistir: “você não pode validar o gol, não é essa a regra”, e não disse. Mas o árbitro, lógico, é o maior culpado por descumprir a regra.

Erro de fato: quando você vê uma falta e fica em dúvida se atingiu ou não um adversário, é questão interpretativa e não se anula um jogo.

Erro de direito: quando você desconhece a regra ou a descumpre (o que aconteceu nesse jogo), levando uma partida a ser anulada.

Com o áudio divulgado, configurou-se um INDISCUTÍVEL erro de direito. O São Paulo pode pedir a anulação da partida, pois o árbitro, em sua fala, confessa que viu a mão (“ele para a e bate a falta”), mesmo dizendo na sequência que “não a marcou pois deu vantagem”, equivocadamente confirmando o gol.

– Quem transmitirá o Brasileirão no ano que vem?

Entendendo as transmissões abertas no Brasileirão 2025!

Abaixo:

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– De fato, houve mesmo Erro de Direito em Fluminense x São Paulo e a CBF estaria escondendo o áudio?

Eu sei que o site da CBF está “bugado”, mas há quase uma semana tento achar o áudio do VAR sobre o lance que seria um erro de direito no jogo Fluminense 2×0 SPFC.

Como a CBF não o divulga, posso pensar que a Comissão de Arbitragem sabe que houve tal falha e, se divulgar o que foi conversado, permitiria a anulação do jogo?

Relembre e entenda:

O relógio marcava 30 minutos do 1º tempo. Calleri (SPFC) e Thiago Santos (FLU) disputavam uma bola e o são-paulino reclamou ter sido atingido no rosto, pedindo falta. O bandeira Guilherme Dias Camilo (experientíssimo) agitou sua bandeira e sinalizou ao árbitro que foi falta de Calleri em Thiago Santos, e não o contrário (o procedimento do árbitro assistente foi correto e teve caráter informativo, cabendo ao árbitro aceitar a sugestão de falta ou não). Porém, o árbitro Paulo Zanovelli (aquele mesmo dos enésimos cartões de Bahia vs Flamengo, que foi para a geladeira e que já falamos que ganhou o escudo da FIFA pois o estado de MG ficaria sem um árbitro internacional, herdando de Ricardo Marques Ribeiro) nada marcou

Acontece que Thiago Santos parou a bola com a mão e “cobrou a falta”. Ora, bandeira não marca falta, apenas sugestiona (como falamos). E o árbitro, para marcar a falta, tem que soar o apito. Se ele não apitar, a falta não está marcada. Dessa forma, Thiago Santos cometeu uma infração (colocou a mão na bola com ela rolando). E o pior: dessa jogada saiu o gol do Fluminense!

Gol irregular, e, cá entre nós, erro de direito. Não sei o que o árbitro e o VAR conversaram (se por ventura o árbitro alegou que avisou que foi falta mas não soou o apito, confessou um erro de desconhecimento de regra).

Importante: você não precisa autorizar uma cobrança de falta (em certas condições) com o apito, pois o jogador pode bater rápido a falta (evitando benefício a um infrator). Mas não foi esse o caso: estamos falando de MARCAÇÃO de falta, não de AUTORIZAÇÃO de cobrança de falta.

Será que o juizão se confundiu?

Semana retrasada, o presidente da CBF fez uma reunião para que se diminuísse a discussão entre jogadores, técnicos, cartolas e árbitros, e criou para a semana passada a “Segunda do Seneme”, onde dirigentes de clube se reuniriam toda a segunda-feira para uma DR sobre a arbitragem da rodada. Agora, leio que nessa 3ª feira, o presidente do São Paulo foi pessoalmente na CBF reclamar da arbitragem

Nada adiantou nessas reuniões?

 

– De fato, houve mesmo Erro de Direito em Fluminense x São Paulo e a CBF estaria escondendo o áudio?

Eu sei que o site da CBF está “bugado”, mas há quase uma semana tento achar o áudio do VAR sobre o lance que seria um erro de direito no jogo Fluminense 2×0 SPFC.

Como a CBF não o divulga, posso pensar que a Comissão de Arbitragem sabe que houve tal falha e, se divulgar o que foi conversado, permitiria a anulação do jogo?

Relembre e entenda:

O relógio marcava 30 minutos do 1º tempo. Calleri (SPFC) e Thiago Santos (FLU) disputavam uma bola e o são-paulino reclamou ter sido atingido no rosto, pedindo falta. O bandeira Guilherme Dias Camilo (experientíssimo) agitou sua bandeira e sinalizou ao árbitro que foi falta de Calleri em Thiago Santos, e não o contrário (o procedimento do árbitro assistente foi correto e teve caráter informativo, cabendo ao árbitro aceitar a sugestão de falta ou não). Porém, o árbitro Paulo Zanovelli (aquele mesmo dos enésimos cartões de Bahia vs Flamengo, que foi para a geladeira e que já falamos que ganhou o escudo da FIFA pois o estado de MG ficaria sem um árbitro internacional, herdando de Ricardo Marques Ribeiro) nada marcou

Acontece que Thiago Santos parou a bola com a mão e “cobrou a falta”. Ora, bandeira não marca falta, apenas sugestiona (como falamos). E o árbitro, para marcar a falta, tem que soar o apito. Se ele não apitar, a falta não está marcada. Dessa forma, Thiago Santos cometeu uma infração (colocou a mão na bola com ela rolando). E o pior: dessa jogada saiu o gol do Fluminense!

Gol irregular, e, cá entre nós, erro de direito. Não sei o que o árbitro e o VAR conversaram (se por ventura o árbitro alegou que avisou que foi falta mas não soou o apito, confessou um erro de desconhecimento de regra).

Importante: você não precisa autorizar uma cobrança de falta (em certas condições) com o apito, pois o jogador pode bater rápido a falta (evitando benefício a um infrator). Mas não foi esse o caso: estamos falando de MARCAÇÃO de falta, não de AUTORIZAÇÃO de cobrança de falta.

Será que o juizão se confundiu?

Semana retrasada, o presidente da CBF fez uma reunião para que se diminuísse a discussão entre jogadores, técnicos, cartolas e árbitros, e criou para a semana passada a “Segunda do Seneme”, onde dirigentes de clube se reuniriam toda a segunda-feira para uma DR sobre a arbitragem da rodada. Agora, leio que nessa 3ª feira, o presidente do São Paulo foi pessoalmente na CBF reclamar da arbitragem

Nada adiantou nessas reuniões?

 

– O São Paulo tem razão em pedir a anulação do jogo contra o Fluminense.

O relógio marcava 30 minutos do 1º tempo. Calleri (SPFC) e Thiago Santos (FLU) disputavam uma bola e o são-paulino reclamou ter sido atingido no rosto, pedindo falta. O bandeira Guilherme Dias Camilo (experientíssimo) agitou sua bandeira e sinalizou ao árbitro que foi falta de Calleri em Thiago Santos, e não o contrário (o procedimento do árbitro assistente foi correto e teve caráter informativo, cabendo ao árbitro aceitar a sugestão de falta ou não). Porém, o árbitro Paulo Zanovelli (aquele mesmo dos enésimos cartões de Bahia vs Flamengo, que foi para a geladeira e que já falamos que ganhou o escudo da FIFA pois o estado de MG ficaria sem um árbitro internacional, herdando de Ricardo Marques Ribeiro) nada marcou

Acontece que Thiago Santos parou a bola com a mão e “cobrou a falta”. Ora, bandeira não marca falta, apenas sugestiona (como falamos). E o árbitro, para marcar a falta, tem que soar o apito. Se ele não apitar, a falta não está marcada. Dessa forma, Thiago Santos cometeu uma infração (colocou a mão na bola com ela rolando). E o pior: dessa jogada saiu o gol do Fluminense!

Gol irregular, e, cá entre nós, erro de direito. Não sei o que o árbitro e o VAR conversaram (se por ventura o árbitro alegou que avisou que foi falta mas não soou o apito, confessou um erro de desconhecimento de regra).

Importante: você não precisa autorizar uma cobrança de falta (em certas condições) com o apito, pois o jogador pode bater rápido a falta (evitando benefício a um infrator). Mas não foi esse o caso: estamos falando de MARCAÇÃO de falta, não de AUTORIZAÇÃO de cobrança de falta.

Será que o juizão se confundiu?

Semana retrasada, o presidente da CBF fez uma reunião para que se diminuísse a discussão entre jogadores, técnicos, cartolas e árbitros, e criou para a semana passada a “Segunda do Seneme”, onde dirigentes de clube se reuniriam toda a segunda-feira para uma DR sobre a arbitragem da rodada. Agora, leio que nessa 3ª feira, o presidente do São Paulo foi pessoalmente na CBF reclamar da arbitragem

Nada adiantou nessas reuniões?

 

– Os chatos estão se dando mal: os efeitos da nova orientação sobre reclamações!

Já falamos sobre o que pode e o que não pode com a nova recomendação aos árbitros sobre reclamações (não é nova regra, ela é uma modificação em teste). Está aqui: https://professorrafaelporcari.com/2024/08/30/quem-pode-falar-com-o-arbitro-2/

Porém, quem costuma reclamar sem limites está chateado. Por exemplo, Rafinha, lateral do São Paulo, que costuma infernizar com grande indisciplina a arbitragem, disse:

“Já que é pra falar, vamos ser realistas, essa mensagem de só o capitão falar com o árbitro já começou errado. A gente vai falar com o árbitro e toma amarelo”.

Lógico, quem reclama e gosta do que faz, não quer ser impedido de transgredir a regra. Me espantaria se ele aprovasse isso…

Zubeldía me chamou a atenção também. Abaixo, a sua declaração (como se fosse vítima de algo que nunca fez… evidentemente, os árbitros não podem “marcar” ninguém, mas ele passa dos ponto).

E você, tem gostado da nova recomendação? Deixe seu comentário:

– Os chatos estão se dando mal: os efeitos da nova orientação sobre reclamações!

Já falamos sobre o que pode e o que não pode com a nova recomendação aos árbitros sobre reclamações (não é nova regra, ela é uma modificação em teste). Está aqui: https://professorrafaelporcari.com/2024/08/30/quem-pode-falar-com-o-arbitro-2/

Porém, quem costuma reclamar sem limites está chateado. Por exemplo, Rafinha, lateral do São Paulo, que costuma infernizar com grande indisciplina a arbitragem, disse:

“Já que é pra falar, vamos ser realistas, essa mensagem de só o capitão falar com o árbitro já começou errado. A gente vai falar com o árbitro e toma amarelo”.

Lógico, quem reclama e gosta do que faz, não quer ser impedido de transgredir a regra. Me espantaria se ele aprovasse isso…

Zubeldía me chamou a atenção também. Abaixo, a sua declaração (como se fosse vítima de algo que nunca fez… evidentemente, os árbitros não podem “marcar” ninguém, mas ele passa dos ponto).

E você, tem gostado da nova recomendação? Deixe seu comentário:

– O pênalti que resultou no gol de empate em Corinthians x Flamengo.

O que é movimento antinatural?

Movimento Antinatural das mãos / braços na bola é quando você tenta tirar proveito disfarçadamente de uma posição do corpo. Entenda:

Para ser infração, você deve ter a INTENÇÃO de colocar braço / mão na bola (é essa a primeira avaliação do árbitro). Depois, você verifica o MOVIMENTO ANTINATURAL, que é uma intenção disfarçada, ou seja, você pode evitar o contato mas, no fundo, tira proveito de uma posição que poderia ser evitada. 

Avalie: quando o jogador do Corinthians pula para tentar interceptar a bola cruzada pelo Flamengo dentro da área, ele:

  • o faz com a intenção de tocá-la, ou,
  • pula com os braços de maneira natural, e ocasionalmente a bola bate num deles, ou ainda,
  • pula com os braços de maneira antinatural, podendo evitar o contato (sem tentar evitar o toque / recolher / ou com a intenção de ganhar vantagem)?

Eu não marcaria pênalti, entendo que foi toque por movimento natural. Mas é um lance puramente interpretativo.

– Análise Pré Jogo da Arbitragem para Red Bull Bragantino x Bahia.

E para o confronto do Massa Bruta contra o Baêa, a CBF escalou:

Árbitro: Davi de Oliveira Lacerda – ES
Árbitro Assistente 1: Rodrigo Figueiredo Henrique Correa – RJ
Árbitro Assistente 2: Douglas Pagung – ES
Quarto Árbitro: Leonardo Willers Lorenzatto – MT
VAR: Rodolpho Toski Marques – PR
AVAR1: Frederico Soares Vilarinho – MG
AVAR2: Adriano Milczvski – PR
Observador de VAR: Márcio Eustáquio Sousa Santiago – MG
Quality Manager: Paulo Roberto da Rocha Camello – CBF

Davi é o mesmo jovem que apitou Fortaleza 1×1 Red Bull Bragantino (tendo algumas dificuldades técnicas e indo mal, escrevemos em: https://wp.me/p55Mu0-3rn). Depois apitou melhor o jogo contra o Atlético Goianiense em Bragança Paulista e ainda o polêmico Palmeiras x Cruzeiro.

É um árbitro com potencial, que deixa o jogo rolar e permite entradas mais viris (e esse é um erro: ele tem deixado de marcar muitas faltas).

Que possa se corrigir nessa tarde/ noite.

Acompanhe conosco o jogo entre Red Bull Bragantino vs Bahia pela Rádio Futebol Total, acessando:
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Narração de Sérgio Loredo, reportagens de Pietro Loredo, comentários de Lucas Salema e Léo Naja, análise da arbitragem com Rafael Porcari. Domingo, 01/09, 18h30. Mas desde às 17h30 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!

– Análise da Arbitragem para Criciúma 1×0 Red Bull Bragantino.

Falamos que o árbitro André Luiz Skettino Policarpo Bento precisava de uma boa atuação para voltar a se firmar na Série A do Brasileirão. E conseguiu!

Em Criciúma x Red Bull Bragantino, deixou o jogo correr, não marcou qualquer faltinha e foi bem. Não tivemos lances polêmicos (e nem VAR). Tudo ocorreu sem complicações.

O que fica é: mais uma derrota para o Massa Bruta... que fase!

Criciúma recebe o Red Bull Bragantino

– Análise Pré Jogo da Arbitragem para Criciúma x Red Bull Bragantino.

E para o confronto do Tigrão Carvoeiro contra o Massa Bruta, a CBF escalou:

Árbitro: André Luiz Skettino Policarpo Bento – MG
Árbitro Assistente 1: Leonardo Henrique Pereira – MG
Árbitro Assistente 2: Ricardo Júnior de Souza – MG
Quarto Árbitro: Anderson Ribeiro Gonçalves – GO
Assessor: José Antonio Chaves Franco Filho – RS
VAR: Philip Georg Bennett – RJ
AVAR: Andrea Izaura Maffra Marcelino – RJ
AVAR2: Dyorgines José Padovani de Andrade – ES
Observador de VAR: Emerson Augusto De Carvalho – CBF
Quality manager: Lucas Dias Almeida – CBF

O jovem árbitro mineiro André Luiz Skettino Policarpo Bento teve todas as oportunidades sonhadas em 2023, e foi apenas irregular. Em 2024, viveu um inferno astral ao ir mal em Atlético Goianiense 1×2 Flamengo (lembram daquela lambança no início do Brasileirão?).

Enfim: foi suspenso e depois de tanto tempo “deixado de lado” nas escalas por aquela atuação ruim. Meses depois, o árbitro voltou a apitar um jogo importante: São Paulo x Grêmio no Morumbis, apitando razoavelmente. Depois voltou para a Série B e acabou desprestigiado. Criciúma x Red Bull Bragantino é a chance de retomar a carreira.

(Sobre o jogo do ACG x CRF citado, aqui: https://professorrafaelporcari.com/2024/04/14/o-lances-polemicos-de-atletico-goianiense-1×2-flamengo-e-de-novo-o-medo-de-se-expulsar-fagner/)

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Narração de Sérgio Loredo, reportagens de Pietro Loredo, comentários de Lucas Salema e Léo Naja, análise da arbitragem com Rafael Porcari. Quarta, 28/08, 19h30. Mas desde às 18h30 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!

– O “Fala que eu te escuto” do apito!

Falamos na semana passada sobre a reunião convocada pela CBF para conversar com os clubes sobre o VAR e a arbitragem em geral (está aqui: https://wp.me/p4RTuC-ZSX).

Pois bem: o resultado dela foi que, a partir de agora, toda semana a Comissão de Árbitros, representada por Wilson Luís Seneme, se reunirá virtualmente com representantes de TODAS as equipes da série A e série B para discutirem a rodada, falando sobre o que deu certo e o que deu errado na arbitragem de cada jogo. A ideia é que os cartolas não externem suas queixas contra os árbitros na imprensa, mas diretamente a CBF, com hora marcada.

Se alguém tiver um erro a favor, vai dizer?

Se alguém se sentir prejudicado, certamente dirá.

É apenas uma forma política de tentar se resolver algo que não é solucionado dessa forma. Mas, diferente do “Programa do Seneme” do ano passado (onde se falava de erros e acertos na CBF TV), agora teremos um “Programa ‘Fala que eu te escuto’ da arbitragem”.

O grande jornalista Wanderley Nogueira teve uma sacada genial: comparou tudo isso a um SAC, onde a CBF trabalharia como um Reclame Aqui. E ainda ressaltou: “nesse caso, nem sempre o cliente tem a razão…”.

Brilhante! Melhor definição, não há. Assista em: https://twitter.com/Wanderley/status/1827407671714099269

– Análise Pré Jogo da Arbitragem para Criciúma x Red Bull Bragantino.

E para o confronto do Tigrão Carvoeiro contra o Massa Bruta, a CBF escalou:

Árbitro: André Luiz Skettino Policarpo Bento – MG
Árbitro Assistente 1: Leonardo Henrique Pereira – MG
Árbitro Assistente 2: Ricardo Júnior de Souza – MG
Quarto Árbitro: Anderson Ribeiro Gonçalves – GO
Assessor: José Antonio Chaves Franco Filho – RS
VAR: Philip Georg Bennett – RJ
AVAR: Andrea Izaura Maffra Marcelino – RJ
AVAR2: Dyorgines José Padovani de Andrade – ES
Observador de VAR: Emerson Augusto De Carvalho – CBF
Quality manager: Lucas Dias Almeida – CBF

O jovem árbitro mineiro André Luiz Skettino Policarpo Bento teve todas as oportunidades sonhadas em 2023, e foi apenas irregular. Em 2024, viveu um inferno astral ao ir mal em Atlético Goianiense 1×2 Flamengo (lembram daquela lambança no início do Brasileirão?).

Enfim: foi suspenso e depois de tanto tempo “deixado de lado” nas escalas por aquela atuação ruim. Meses depois, o árbitro voltou a apitar um jogo importante: São Paulo x Grêmio no Morumbis, apitando razoavelmente. Depois voltou para a Série B e acabou desprestigiado. Criciúma x Red Bull Bragantino é a chance de retomar a carreira.

(Sobre o jogo do ACG x CRF citado, aqui: https://professorrafaelporcari.com/2024/04/14/o-lances-polemicos-de-atletico-goianiense-1×2-flamengo-e-de-novo-o-medo-de-se-expulsar-fagner/)

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– O “Fala que eu te escuto” do apito!

Falamos na semana passada sobre a reunião convocada pela CBF para conversar com os clubes sobre o VAR e a arbitragem em geral (está aqui: https://wp.me/p4RTuC-ZSX).

Pois bem: o resultado dela foi que, a partir de agora, toda semana a Comissão de Árbitros, representada por Wilson Luís Seneme, se reunirá virtualmente com representantes de TODAS as equipes da série A e série B para discutirem a rodada, falando sobre o que deu certo e o que deu errado na arbitragem de cada jogo. A ideia é que os cartolas não externem suas queixas contra os árbitros na imprensa, mas diretamente a CBF, com hora marcada.

Se alguém tiver um erro a favor, vai dizer?

Se alguém se sentir prejudicado, certamente dirá.

É apenas uma forma política de tentar se resolver algo que não é solucionado dessa forma. Mas, diferente do “Programa do Seneme” do ano passado (onde se falava de erros e acertos na CBF TV), agora teremos um “Programa ‘Fala que eu te escuto’ da arbitragem”.

O grande jornalista Wanderley Nogueira teve uma sacada genial: comparou tudo isso a um SAC, onde a CBF trabalharia como um Reclame Aqui. E ainda ressaltou: “nesse caso, nem sempre o cliente tem a razão…”.

Brilhante! Melhor definição, não há. Assista em: https://twitter.com/Wanderley/status/1827407671714099269

– Análise Pré Jogo da Arbitragem para Flamengo x Red Bull Bragantino.

E para o confronto do Mengão contra o  Massa Bruta, a CBF escalou:

Árbitro: Gustavo Ervino Bauermann – SC
Árbitro Assistente 1: Bruno Boschilia – PR
Árbitro Assistente 2: Gizeli Casaril – SC
Quarto Árbitro: Andreza Helena De Siqueira – MG
Assessor: José Mocellin – RS
VAR: Rafael Traci – SC
AVAR: Éder Alexandre – SC
AVAR2: Antonio Dib Moraes de Sousa – PI
Observador de VAR: Márcio Eustáquio Sousa Santiago – MG
Quality manager: Lucas Dias Almeida – CBF

Gustavo Bauermann tem somente 28 anos e é de Francisco Beltrão / PR (embora apite por SC). Ele apitou a série C e D em 2022. Em 2023, apitou dois jogos da série B. E, sem muita experiência, estreou na série A em 2024 no Bahia × Red Bull Bragantino. Depois apitou vários outros jogos que não apresentaram dificuldade. Especificamente, além da partida do Bahia, trabalhou em outros dois do time bragantino: Botafogo x Red Bull Bragantino e Vasco da Gama x Red Bull Bragantino (será seu 4º jogo, o 3º envolvendo Cariocas contra o time de Bragança Paulista nesse Brasileirão).

Dos novatos, sem dúvida, tem sido o melhor árbitro até agora. Especificamente, fez uma ótima arbitragem em São Januário no jogo citado acima, sabendo deixar a bola rolar, não marcando qualquer falta e dosando bem os cartões. Ele tem usado corretamente a advertência verbal.

Que seja bem trabalhado, nesse momento tão difícil para a arbitragem brasileira.

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Narração de Sérgio Loredo, reportagens de Pietro Loredo, comentários de Lucas Salema e Léo Naja, análise da arbitragem com Rafael Porcari. Domingo, 25/08, 20h00. Mas desde às 19h00 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!

– Análise Pré Jogo da Arbitragem para Flamengo vs Red Bull Bragantino.

E para o confronto do Mengão contra o  Massa Bruta, a CBF escalou:

Árbitro: Gustavo Ervino Bauermann – SC
Árbitro Assistente 1: Bruno Boschilia – PR
Árbitro Assistente 2: Gizeli Casaril – SC
Quarto Árbitro: Andreza Helena De Siqueira – MG
Assessor: José Mocellin – RS
VAR: Rafael Traci – SC
AVAR: Éder Alexandre – SC
AVAR2: Antonio Dib Moraes de Sousa – PI
Observador de VAR: Márcio Eustáquio Sousa Santiago – MG
Quality manager: Lucas Dias Almeida – CBF

Gustavo Bauermann tem somente 28 anos e é de Francisco Beltrão / PR (embora apite por SC). Ele apitou a série C e D em 2022. Em 2023, apitou dois jogos da série B. E, sem muita experiência, estreou na série A em 2024 no Bahia × Red Bull Bragantino. Depois apitou vários outros jogos que não apresentaram dificuldade. Especificamente, além da partida do Bahia, trabalhou em outros dois do time bragantino: Botafogo x Red Bull Bragantino e Vasco da Gama x Red Bull Bragantino (será seu 4º jogo, o 3º envolvendo Cariocas contra o time de Bragança Paulista nesse Brasileirão).

Dos novatos, sem dúvida, tem sido o melhor árbitro até agora. Especificamente, fez uma ótima arbitragem em São Januário no jogo citado acima, sabendo deixar a bola rolar, não marcando qualquer falta e dosando bem os cartões. Ele tem usado corretamente a advertência verbal.

Que seja bem trabalhado, nesse momento tão difícil para a arbitragem brasileira.

Acompanhe conosco o jogo entre Flamengo x Red Bull Bragantino pela Rádio Futebol Total, acessando:
YouTube: https://www.youtube.com/c/CANALDOLOREDO, ou
Facebook: https://www.facebook.com/futeboltotalbraganca, ou
Twitter: https://twitter.com/futeboltotalbra,
ou ainda pelo site: http://radiofuteboltotal.com.
Narração de Sérgio Loredo, reportagens de Pietro Loredo, comentários de Lucas Salema e Léo Naja, análise da arbitragem com Rafael Porcari. Domingo, 25/08, 20h00. Mas desde às 19h00 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!

– A Reunião da CBF para apaziguar as reclamações contra a arbitragem.

💭 “De medida efetiva, nenhuma. Através de tentativa de acordos políticos, quem, sabe!”

Acima,  o pensamento do presidente da CBF, Ednaldo Rodrigues, sobre como melhorar a arbitragem brasileira

Eu vi a postagem na rede social X do amigo Sálvio Spinola sobre uma reunião da CBF junto a cartolas. Conversando com colegas árbitros, abaixo, o entendimento do evento:

Não dá mais para tentar, nessa altura do Campeonato, descobrir árbitros novos ou reciclar os veteranos. Os vícios da arbitragem estão aparentes para todos e, uma solução utópica, seria importar árbitros. Como isso não acontecerá (e sabedor que muitos árbitros não apoiam o atual chefe da arbitragem, Wilson Luís Seneme, num processo de fritura muito parecido com o que houve com Leonardo Gaciba), eis que a presidência da CBF determinou que Seneme e Péricles Bassols conversassem com os dirigentes.

Assim, foi convocada uma reunião para sexta-feira com todos os presidentes dos clubes da série A e B do Brasileirão. A ideia é pedir paciência, melhor comportamento e não externalização das queixas. Ou seja: ao invés de, no pós-jogo, se falar de erros e broncas com a arbitragem, reservar essas queixas apenas para a CBF, reportando-as oficialmente, sem alarde.

Vai dar certo? Obvio que não. Alguém acredita que Abel Ferreira ou Zubeldía serão mais “doces e afáveis” à beira do campo, por conta dessa reunião?

No primeiro erro contrário (e às vezes, mesmo sem erro), as queixas se avolumarão como têm ocorrido.

– A Reunião da CBF para apaziguar as reclamações contra a arbitragem.

💭 “De medida efetiva, nenhuma. Através de tentativa de acordos políticos, quem, sabe!”

Acima,  o pensamento do presidente da CBF, Ednaldo Rodrigues, sobre como melhorar a arbitragem brasileira

Eu vi a postagem na rede social X do amigo Sálvio Spinola sobre uma reunião da CBF junto a cartolas. Conversando com colegas árbitros, abaixo, o entendimento do evento:

Não dá mais para tentar, nessa altura do Campeonato, descobrir árbitros novos ou reciclar os veteranos. Os vícios da arbitragem estão aparentes para todos e, uma solução utópica, seria importar árbitros. Como isso não acontecerá (e sabedor que muitos árbitros não apoiam o atual chefe da arbitragem, Wilson Luís Seneme, num processo de fritura muito parecido com o que houve com Leonardo Gaciba), eis que a presidência da CBF determinou que Seneme e Péricles Bassols conversassem com os dirigentes.

Assim, foi convocada uma reunião para sexta-feira com todos os presidentes dos clubes da série A e B do Brasileirão. A ideia é pedir paciência, melhor comportamento e não externalização das queixas. Ou seja: ao invés de, no pós-jogo, se falar de erros e broncas com a arbitragem, reservar essas queixas apenas para a CBF, reportando-as oficialmente, sem alarde.

Vai dar certo? Obvio que não. Alguém acredita que Abel Ferreira ou Zubeldía serão mais “doces e afáveis” à beira do campo, por conta dessa reunião?

No primeiro erro contrário (e às vezes, mesmo sem erro), as queixas se avolumarão como têm ocorrido.

– O detalhe mais importante escrito por Raphael Claus na súmula de Palmeiras x São Paulo, além do problema dos gandulas:

Um árbitro pode mostrar cartão vermelho no vestiário?

Não!

Leia a Regra do Jogo (Regra 5), e depois falaremos do detalhe da súmula do Choque-Rei:

1• O árbitro tem autoridade para tomar medidas disciplinares desde o momento em que entra no campo de jogo para a inspeção prévia à partida até sair do campo após o fim do jogo, incluindo a disputa de pênaltis. Se, antes de sua entrada no campo de jogo ao início da partida, um jogador cometer uma infração passível de expulsão, o árbitro tem autoridade para impedir que esse jogador participe do jogo (ver a Regra 3, item 6); o árbitro registrará na súmula quaisquer outras condutas incorretas;
2• O árbitro tem autoridade para mostrar cartões amarelos e vermelhos e, quando o regulamento da competição permitir, para excluir temporariamente um jogador, desde o momento em que entra em campo no início do jogo até depois de seu encerramento, incluindo o intervalo de jogo, a prorrogação e a disputa de pênaltis;
3• O árbitro poderá tomar medidas contra os membros da comissão técnica que não agirem de forma responsável e adverti-los verbalmente ou com CA, ou expulsá-los do campo de jogo e de seu entorno imediato, incluindo a área técnica; se o infrator não puder ser identificado, o treinador principal presente na área técnica receberá a sanção por ele. No entanto, o médico da comissão técnica que cometer uma infração passível de expulsão poderá permanecer e atuar no caso de um jogador necessitar atendimento e sua equipe não contar com outro médico;
4• Com relação aos incidentes que não observar, o árbitro atuará de acordo com as indicações dos outros membros da equipe de arbitragem.
Diante disso, veja na súmula de Claus os detalhes interessantes (súmula na imagem abaixo): o árbitro escreveu que ainda estava em campo (portanto, poderia tomar medidas disciplinares, ou seja, expulsar um atleta, mesmo sem poder mostrar o cartão por algum motivo específicoparágrafo 1 acima do texto da regra). Alegou que foi avisado pelo VAR naquele momento, de uma briga que não tinha visto (parágrafo 4, acima). Foi ver a imagem, pois a confusão ainda não era algo interno, mas estava no acesso do túnel que leva ao vestiário – ou seja, ainda nas redondezas do campo de jogo (parágrafo 2, acima, podendo mostrar cartões vermelhos naquele momento). Aos ver a agressão, considerou que foram merecedores de expulsão, mas não poderia mostrar o cartão vermelho, já que os atletas, quando ele concluiu a revisão no monitor, já estavam no vestiário.
Perceba:
1- Se Raphael Claus dissesse que tudo aconteceu dentro do vestiário, ele não poderia considerá-los expulsos, mas apenas relatar em súmula e o Tribunal decidiria uma punição ou não.
2- Se os atletas estivessem dentro de campo no pós-jogo e permanecessem, ele poderia exibir o cartão vermelho a ambos; mas como “passou do tempo” e os atletas estavam no vestiário, não houve tempo hábil para mostrar os cartões, embora tenham sido considerados expulsos (e isso implica no cumprimento da suspensão automática, igualmente da forma que se tivesse mostrado).
Se Claus fez a súmula juntamente com a sua equipe para a precisa e exata redação, não sei. Mas ela foi muito bem feita, sem deixar “buracos” para que os clubes revisassem a decisão contestando-a.
Sobre os gandulas, repito: não podem ser funcionários do clube, agindo de maneira passional, agilizando ou retardando o jogo ao interesse do seu time, muito menos torcendo à beira do gramado. Deveriam ser ALUNOS da Escola de Arbitragem, para serem isentos e aprenderem um pouco mais do mundo do futebol profissional.

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Corinthians x Red Bull Bragantino (Copa Sulamericana):

E para o confronto do Coringão contra o Massa Bruta, a Conmebol escalou:

Árbitro: Andrés Rojas – COL
Bandeira 1: Richard Ortiz– COL
Bandeira 2: David Fuentes – COL
Quarto-Árbitro: Carlos Betancur – COL
VAR: Maurício Perez – COL
AVAR: Maria Victoria Daza – COL
Assessor de Arbitragem: Pedro Saucedo– BOL

No ano passado, Rojas apitou Fortaleza x Corinthians – e foi bem! Para mim, uma surpresa, pois ele não é “primeira linha”, não apitava jogos importantes e apenas estava escalado em jogos fáceis

Aliás, o jogo mais importante que ele havia trabalhado foi aquele Atlético Mineiro x Boca Jrs, quando anulou um gol legítimo dos argentinos e foi suspenso (Libertadores 2021).

Inegavelmente, ele evoluiu, pois passou a ser muito mais escalado pela Conmebol. Sinal que está com moral, depois de um tempo difícil. Mas precisa corrigir um defeito: a falta de critérios nos cartões (especialmente quanto a disciplina).

Acompanhe conosco o jogo entre Corinthians vs Red Bull Bragantino pela Rádio Futebol Total, acessando:
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ou ainda pelo site: http://radiofuteboltotal.com.
Narração de Sérgio Loredo, reportagens de Pietro Loredo, comentários de Lucas Salema e Léo Naja, análise da arbitragem com Rafael Porcari. Terça, 20/08, 21h30. Mas desde às 20h30 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!

– As indisciplinadas Comissões Técnicas do Choque-Rei e o gol anulado.

Dias atrás, falamos do quanto os atletas e jogadores brasileiros estão indisciplinados em campo (está no link: https://wp.me/p55Mu0-3vz). No clássico Palmeiras x São Paulo, de novo as comissões técnicas dos dois times dos treinadores mais chatos da América do Sul causaram (Abel e Cia, com a “Cia de Zubeldía”, que estava suspenso).

A cada lance, por menor que seja a dúvida, gestos e gritos das Comissões Técnicas. Um escândalo por qualquer coisa, uma vergonha para esportistas, um constrangimento de se ver.

Sim, é apelativo. Quando têm razão (pois a arbitragem brasileira está em péssima fase), eles se esbaldam nas caras e bocas. E quando não têm razão, querem também ter!

Quem os disciplinará? Como fazer João Martins, por exemplo, ter um comportamento respeitoso e não irônico (muitas vezes raivoso) em uma partida de futebol?

DUVIDO, que se na Premiere League, os clubes manteriam em seus cargos Abel ou Zubeldía, mesmo com bons resultados. É muito chilique, histeria e mimimi. Até para arremesso lateral fazem escândalo!

Em tempo: o que seria o segundo gol do Palmeiras, anulado por impedimento, eu discordo da marcação de Claus. É interpretativo, e entendo que àquela distância, naquele posicionamento, não houve nenhuma interferência do atacante palmeirense na tentativa de defesa do goleiro são-paulino.

Questione-se: qual a dificuldade “a mais” houve para Rafael defender o chute, pelo fato do atacante estar ali? Ele atrapalhou?

Para mim, gol legal.

Acréscimo: nos erros a favor (porque se alguém tem erro contra, o outro tem a favor), ninguém faz mea culpa e diz que foi favorecido?

Acréscimo 2: sobre a declaração de “Arbitragem Desastrosa”, cito aqui: https://wp.me/p4RTuC-ZMy

– O detalhe mais importante escrito por Raphael Claus na súmula de Palmeiras x São Paulo, além do problema dos gandulas:

Um árbitro pode mostrar cartão vermelho no vestiário?

Não!

Leia a Regra do Jogo (Regra 5), e depois falaremos do detalhe da súmula do Choque-Rei:

1• O árbitro tem autoridade para tomar medidas disciplinares desde o momento em que entra no campo de jogo para a inspeção prévia à partida até sair do campo após o fim do jogo, incluindo a disputa de pênaltis. Se, antes de sua entrada no campo de jogo ao início da partida, um jogador cometer uma infração passível de expulsão, o árbitro tem autoridade para impedir que esse jogador participe do jogo (ver a Regra 3, item 6); o árbitro registrará na súmula quaisquer outras condutas incorretas;
2• O árbitro tem autoridade para mostrar cartões amarelos e vermelhos e, quando o regulamento da competição permitir, para excluir temporariamente um jogador, desde o momento em que entra em campo no início do jogo até depois de seu encerramento, incluindo o intervalo de jogo, a prorrogação e a disputa de pênaltis;
3• O árbitro poderá tomar medidas contra os membros da comissão técnica que não agirem de forma responsável e adverti-los verbalmente ou com CA, ou expulsá-los do campo de jogo e de seu entorno imediato, incluindo a área técnica; se o infrator não puder ser identificado, o treinador principal presente na área técnica receberá a sanção por ele. No entanto, o médico da comissão técnica que cometer uma infração passível de expulsão poderá permanecer e atuar no caso de um jogador necessitar atendimento e sua equipe não contar com outro médico;
4• Com relação aos incidentes que não observar, o árbitro atuará de acordo com as indicações dos outros membros da equipe de arbitragem.
Diante disso, veja na súmula de Claus os detalhes interessantes (súmula na imagem abaixo): o árbitro escreveu que ainda estava em campo (portanto, poderia tomar medidas disciplinares, ou seja, expulsar um atleta, mesmo sem poder mostrar o cartão por algum motivo específicoparágrafo 1 acima do texto da regra). Alegou que foi avisado pelo VAR naquele momento, de uma briga que não tinha visto (parágrafo 4, acima). Foi ver a imagem, pois a confusão ainda não era algo interno, mas estava no acesso do túnel que leva ao vestiário – ou seja, ainda nas redondezas do campo de jogo (parágrafo 2, acima, podendo mostrar cartões vermelhos naquele momento). Aos ver a agressão, considerou que foram merecedores de expulsão, mas não poderia mostrar o cartão vermelho, já que os atletas, quando ele concluiu a revisão no monitor, já estavam no vestiário.
Perceba:
1- Se Raphael Claus dissesse que tudo aconteceu dentro do vestiário, ele não poderia considerá-los expulsos, mas apenas relatar em súmula e o Tribunal decidiria uma punição ou não.
2- Se os atletas estivessem dentro de campo no pós-jogo e permanecessem, ele poderia exibir o cartão vermelho a ambos; mas como “passou do tempo” e os atletas estavam no vestiário, não houve tempo hábil para mostrar os cartões, embora tenham sido considerados expulsos (e isso implica no cumprimento da suspensão automática, igualmente da forma que se tivesse mostrado).
Se Claus fez a súmula juntamente com a sua equipe para a precisa e exata redação, não sei. Mas ela foi muito bem feita, sem deixar “buracos” para que os clubes revisassem a decisão contestando-a.
Sobre os gandulas, repito: não podem ser funcionários do clube, agindo de maneira passional, agilizando ou retardando o jogo ao interesse do seu time, muito menos torcendo à beira do gramado. Deveriam ser ALUNOS da Escola de Arbitragem, para serem isentos e aprenderem um pouco mais do mundo do futebol profissional.

– Arbitragem de Palmeiras 2×1 São Paulo foi desastrosa?

Calma, Abel… não foi desastrosa não.

Falamos aqui: https://youtu.be/u8XfbgBXJYI?si=0IfGkwC7Mjjwn6q-

– E o Pikachú?

Inexplicável o Cartão Amarelo para Yago Pikachú na entrada por jogo brusco grave na partida Red Bull Bragantino 1×2 Fortaleza.

O jovem árbitro Alex Stéfano, que já havíamos adiantado que não costuma ser rigoroso disciplinarmente em campo, não o expulsou. O VAR deveria ter chamado para revisão, pois a sola levantada numa disputa de bola, sempre é um lance perigoso. Atingindo o adversário àquela altura, torna-se tiro livre direto com Cartão Vermelho (e não é nem questão de interpretação, pois existe a orientação para lances dessa natureza resultarem em expulsão).

Errou a arbitragem.

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Corinthians x Red Bull Bragantino (Copa Sulamericana):

E para o confronto do Coringão contra o Massa Bruta, a Conmebol escalou:

Árbitro: Andrés Rojas – COL
Bandeira 1: Richard Ortiz– COL
Bandeira 2: David Fuentes – COL
Quarto-Árbitro: Carlos Betancur – COL
VAR: Maurício Perez – COL
AVAR: Maria Victoria Daza – COL
Assessor de Arbitragem: Pedro Saucedo– BOL

No ano passado, Rojas apitou Fortaleza x Corinthians – e foi bem! Para mim, uma surpresa, pois ele não é “primeira linha”, não apitava jogos importantes e apenas estava escalado em jogos fáceis

Aliás, o jogo mais importante que ele havia trabalhado foi aquele Atlético Mineiro x Boca Jrs, quando anulou um gol legítimo dos argentinos e foi suspenso (Libertadores 2021).

Inegavelmente, ele evoluiu, pois passou a ser muito mais escalado pela Conmebol. Sinal que está com moral, depois de um tempo difícil. Mas precisa corrigir um defeito: a falta de critérios nos cartões (especialmente quanto a disciplina).

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– As indisciplinadas Comissões Técnicas do Choque-Rei e o gol anulado.

Dias atrás, falamos do quanto os atletas e jogadores brasileiros estão indisciplinados em campo (está no link: https://wp.me/p55Mu0-3vz). No clássico Palmeiras x São Paulo, de novo as comissões técnicas dos dois times dos treinadores mais chatos da América do Sul causaram (Abel e Cia, com a “Cia de Zubeldía”, que estava suspenso).

A cada lance, por menor que seja a dúvida, gestos e gritos das Comissões Técnicas. Um escândalo por qualquer coisa, uma vergonha para esportistas, um constrangimento de se ver.

Sim, é apelativo. Quando têm razão (pois a arbitragem brasileira está em péssima fase), eles se esbaldam nas caras e bocas. E quando não têm razão, querem também ter!

Quem os disciplinará? Como fazer João Martins, por exemplo, ter um comportamento respeitoso e não irônico (muitas vezes raivoso) em uma partida de futebol?

DUVIDO, que se na Premiere League, os clubes manteriam em seus cargos Abel ou Zubeldía, mesmo com bons resultados. É muito chilique, histeria e mimimi. Até para arremesso lateral fazem escândalo!

Em tempo: o que seria o segundo gol do Palmeiras, anulado por impedimento, eu discordo da marcação de Claus. É interpretativo, e entendo que àquela distância, naquele posicionamento, não houve nenhuma interferência do atacante palmeirense na tentativa de defesa do goleiro são-paulino.

Questione-se: qual a dificuldade “a mais” houve para Rafael defender o chute, pelo fato do atacante estar ali? Ele atrapalhou?

Para mim, gol legal.

Acréscimo: nos erros a favor (porque se alguém tem erro contra, o outro tem a favor), ninguém faz mea culpa e diz que foi favorecido?

Acréscimo 2: sobre a declaração de “Arbitragem Desastrosa”, cito aqui: https://wp.me/p4RTuC-ZMy

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Red Bull Bragantino vs Fortaleza:

E para o confronto do Massa Bruta contra o Leão da Pici

Árbitro: Alex Gomes Stefano-RJ
Árbitro Assistente 1: Luanderson Lima dos Santos-BA
Árbitro Assistente 2: Thiago Rosa de Oliveira-RJ
Quarto Árbitro: Michelângelo Martins de Almeida Junior-PE
Assessor: Vidal Cordeiro Lopes-BA
VAR: Pablo Ramon Goncalves Pinheiro-RN
AVAR: Andrea Izaura Maffra Marcelino-RJ
AVAR2: José Ricardo Vasconcellos Laranjeira-AL
Observador de VAR: Márcio Eustáquio Sousa Santiago-MG
Quality manager: Larissa Ramos Monteiro-CBF

Repare: tem gente de vários estados do Brasil

Alex apitou vários jogos da série D e C em 2023, e nesse ano estreou e atuou em 9 partidas da Série A (nenhum jogo do Bragantino e 3 jogos do Fortaleza). Nesses 9 jogos, aplicou 32 Cartões Amarelos e 2 Vermelhos (média baixíssima). 

Como novato, tem tentado levar o jogo sem muitas faltas (o que é bom, se forem tentativas de cavar faltas e assim conseguir dinamizar o jogo), e costuma aceitar reclamações (o que é ruim, pois precisa se impor mais).

Ds partidas que assisti dele, não comprometeu, embora não tenha sido tão exigido

Torço para um bom jogo e uma ótima arbitragem.

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Narração de Sérgio Loredo, reportagens de Pietro Loredo, comentários de Lucas Salema e Léo Naja, análise da arbitragem com Rafael Porcari. Sábado, 17/08, 18h30. Mas desde às 17h30 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!

– Ser “Time Grande” ainda tem peso, na hora do rebaixamento?

Dos times grandes do Campeonato Brasileiro, apenas Flamengo e São Paulo não foram rebaixados para a Segunda Divisão Nacional.

Antigamente, existia a frase que dizia: “time grande não cai”. E a maioria deles caiu…

Ao ver a classificação da Série A 2024, na Zona do Rebaixamento ou próxima dela, há vários times grandes “desejando” a Série B em 2025.

Dos clubes abaixo, quais dos grandes terão mais dificuldade para se manter na Primeira Divisão?

Algum grande ou alguns cairão nesse ano, devido ao péssimo rendimento, na minha modesta opinião:

– Ser “Time Grande” ainda tem peso, na hora do rebaixamento?

Dos times grandes do Campeonato Brasileiro, apenas Flamengo e São Paulo não foram rebaixados para a Segunda Divisão Nacional.

Antigamente, existia a frase que dizia: “time grande não cai”. E a maioria deles caiu…

Ao ver a classificação da Série A 2024, na Zona do Rebaixamento ou próxima dela, há vários times grandes “desejando” a Série B em 2025.

Dos clubes abaixo, quais dos grandes terão mais dificuldade para se manter na Primeira Divisão?

Algum grande ou alguns cairão nesse ano, devido ao péssimo rendimento, na minha modesta opinião:

– Eric Pulgar vs Richard Rios no Flamengo x Palmeiras: e o VAR?

No Maracanã, Eric Pulgar tenta disputar a bola com Richard Rios. Ele usa os braços para tentar ganhar vantagem e atinge o adversário.

Soco? Agressão? Acidente?

Desde 2020, a FIFA tem cobrado rigor máximo dos árbitros em lances de braços e mãos que possam atingir a cabeça do adversário. Ela tem pedido Cartão Vermelho nessa situação.

Portanto, o VAR Marco Aurélio Augusto Fazekas Ferreira – MG deveria ter chamado o árbitro Wilton Sampaio para expulsão.

FLAMENGO X PALMEIRAS. ARTE: ENM

Arte: Esporte News Mundo

– Vasco 2×0 Fluminense: a Regra de Bola na Mão / Mão na Bola.

A Regra da Mão na Bola / Bola na Mão é a que mais mudou no futebol. Para entender se acertou ou errou o árbitro Anderson Daronco no gol de Vegetti, primeiro saiba:

  1. Historicamente, se definia a infração da “mão ou braço na bola / bola na mão ou no braço” apenas com a pergunta: foi intencional? Imprudência não deve ser avaliada até hoje (e aí você tinha algumas condições para avaliação: distância do chute, velocidade da bola, etc).
  2. Nos anos 2010, isso ampliou-se: a intenção veio acompanhada da preocupação em acompanhar o movimento antinatural dos braços e das mãos. Ou seja, uma intenção disfarçada de tocar a bola. Por exemplo: pular com os braços elevados numa barreira, não recolher a mão numa bola que visivelmente vai bater nela, entre outras.
  3. Em 2019, todo lance de ataque (intencional ou não) passou a ser infração
  4. Em 2020, devido a radicalidade da modificação anterior, voltou-se atrás e passou a ser infração apenas a situação em que a bola bata na mão e imediatamente o jogador ou seu companheiro marquem um gol (o gol do Bayern de Munique contra o Tigres, no Mundial de Clubes da FIFA, foi irregular – e é o grande exemplo).
  5. Em 2021, mudou de novo (definitiva): será considerado infração apenas se esse toque na mão que resulte imediatamente no gol for exclusivamente do próprio jogador. Se for gol do companheiro, o lance é legal (isso validaria o gol do Bayern citado acima).

Sobre o lance de Vasco x Fluminense, onde é reclamado o lance de Léo e de Vegetti:

1- Para mim, ambas as situações (se bateram na mão, de fato), não foram por intenção e nem por movimento antinatural. Foram casualidades.

2- Léo não foi o marcador do gol, portanto, o lance (após bater na mão dele) deveria seguir. Vegetti, que fez o gol, por ser o marcador, deveria ser sancionado por tiro livre indireto e o gol anulado, pela determinação da Regra.

Se considerarmos o ano de 2009, onde nada disso existia, seria gol legal e essas dicsussões não existiriam.

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– Análise Pré-Jogo para Corinthians x Red Bull Bragantino (Brasileirão 2024).

E para o confronto entre o Coringão e o Massa Bruta, a CBF escalou:

Árbitro: Felipe Fernandes de Lima-MG
Árbitro Assistente 1: Felipe Alan Costa De Oliveira-MG
Árbitro Assistente 2: Schumacher Marques Gomes-PB
Quarto Árbitro: Daniel da Cunha Oliveira Filho-MG
Assessor: Vayran da Silva Rosa-SC
VAR: Rodrigo Guarizo Ferreira do Amaral-SP
AVAR: Herman Brumel Vani-SP
AVAR2: Douglas Marques das Flores-SP
Observador de VAR: Raimundo Nonato Lopo de Abreu-DF
Quality manager: Tatiana Pacheco Lima Guedes-CBF

Felipe é um árbitro que jogou fora a oportunidade de entrar no quadro da FIFA. Tem boas virtudes técnicas e disciplinares, além de um bom condicionamento físico. Mas, na minha modesta opinião, foi traído pela vaidade.

Ele poderia ter sido substituto de Ricardo Marques Ribeiro como árbitro internacional no quadro de MG. Porém, por ser mais discreto, entrou Paulo César Zanovelli (que tecnicamente é inferior a Felipe). E isso se deu por alguns motivos:

Me recordo de um Red Bull Bragantino x São Paulo em um domingo à noite. Não tivemos polêmica, mas o árbitro conversou demais com os atletas, com Comissão Técnica e, em alguns momentos, parecia querer ser ele a atração.Dias depois, em um jogo do Vasco na Série B, contra o Vila Nova, foi flagrado pelas câmeras com falas arrogantes sobre os clubes estarem na segunda divisão. Foi suspenso por Leonardo Gaciba, que estava à época na Comissão de Arbitragem.

Reveja aqui a pisada na bola: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2021/08/11/o-arrogante-arbitro-de-vasco-x-vila-nova/

Por fim, o seu auge: em Paysandu x Náutico, no ano passado, Felipe expulsou um atleta e IMITOU Gabigol. Depois fez um teatro enorme com caras e bocas inusitadas. E encerrou o jogo de maneira espalhafatosa. Foi para a geladeira de novo. As engraçadas cenas estão em: https://www.oliberal.com/esportes/paysandu/arbitro-de-paysandu-x-nautico-viraliza-com-momentos-inusitados-video-1.715875

Nesse ano, voltou a ser escalado em diversos jogos (trabalhou em Cuiabá x Red Bull Bragantino, bem como o Massa bruta contra o Internacional – indo bem em ambos jogos). Também trabalhou em jogos do Corinthians, bem discretamente.

Que ele dê a volta por cima na carreira! Torço para um bom jogo e uma ótima arbitragem.

Acompanhe conosco o jogo do Corinthians x Red Bull Bragantino pela Rádio Futebol Total, acessando:
YouTube: https://www.youtube.com/c/CANALDOLOREDO, ou
Facebook: https://www.facebook.com/futeboltotalbraganca, ou
Twitter: https://twitter.com/futeboltotalbra,
ou ainda pelo site: http://radiofuteboltotal.com.
Narração de Sérgio Loredo, reportagens de Pietro Loredo, comentários de Lucas Salema e Léo Naja, análise da arbitragem com Rafael Porcari. Sábado, 10/08, 21h30. Mas desde às 20h30 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!

– Assim não, Zubeldía!

Amigos, depois de assistir Goiás x São Paulo e ver o comportamento de atletas e Zubeldía, esse texto faz mais sentido.

Repost em: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2024/08/04/as-pessimas-praticas-comportamentais-no-futebol-brasileiro/

PÉSSIMAS PRÁTICAS COMPORTAMENTAIS NO FUTEBOL BRASILEIRO.

Quem assiste o Campeonato Brasileiro e o compara com os da Europa, vê alguns hábitos condenáveis (especialmente os de unfair-play). É muita reclamação por parte de jogador, treinador, preparador físico e até de atleta reserva!

Cansa, a cada partida, ver gritos e gestos de protestos até para marcação de um simples arremesso lateral. Não condiz com o verdadeiro espírito esportivo, pois parece que as equipes querem ganhar a qualquer custo, legalmente ou não, sem se importar com a lisura e os bons exemplos.

Foi pênalti “roubado”? Ops: no jargão esportivo, “roubado” significa “mal marcado, errado, equivocado”… Mas a seu favor, pode.

Quer exemplos?

Quando é que os recordistas em cartões amarelos Zubeldía e Abel Ferreira reclamaram que foram beneficiados pela arbitragem? Quando os erros são contrários (e até quando não há erros), fazem um enorme escândalo e acabam mascarando erros de suas escalações, esquemas táticos que não deram certo ou substituições fracassadas, arranjando a temática “arbitragem” como motivo de discussão.

A propósito deles, impressiona como não evitam tomar cartões e promovem rodízio de reclamações. Repare: os assistentes técnicos e seus preparadores físicos são igualmente mal comportados, e recebem advertência tanto quanto os técnicos. É uma estratégia de pressão, igualmente condenável.

Obviamente, nossa qualidade técnica da arbitragem está aquém do desejado se comparado com a das principais ligas europeias. Mas lá, mesmo quando ocorrem os erros, não se vê toda essa bagunça com árbitro e quarto-árbitro.

Estenda-se a percepção de mau comportamento para alguns atletas. Assisti São Paulo x Flamengo e me assustei: Raphinha tumultou o jogo, foi desagradável, deselegante e inconveniente. Quando ele fez isso lá na Alemanha, no período em que jogou a Bundesliga?

Quando o VAR é acionado… aí vira bagunça. Compare na Premiere League: não há rodas em torno do árbitro, ele vai tranquilamente ao monitor e toma a decisão. Já no nosso capenga VAR tupiniquim, há quase uma conferência entre atletas “favoráveis” a uma marcação e a outros “não favoráveis”. E nada disso pode! Ficou conversando com o árbitro durante o diálogo com a cabine ou foi junto ao monitor, obrigatoriamente é lance para cartão amarelo. Aliás, para se coibir isso, algumas ligas estão adotando a regra proposta para discussão em 2025 (e que usam na condição de teste): somente o capitão tem permissão para conversar com o árbitro. Se implantada universalmente, esqueça do seu sucesso aqui. Todo mundo ficará em cima do juizão, como já é.

Outro comportamento indesejável: as simulações! Qualquer contato físico, o atingido se joga, berra, geme, pede ambulância e socorro. E em boa parte das vezes… nada foi. Um empurrão leve vira um atropelamento. Um esbarrão vira agressão. E o pior: os jogadores insistem em cavar faltas e muitas pessoas aplaudem a malandragem. Não pode! Sem contar as tentativas de pênalti… Na Europa, atacante que se joga na área e finge ter sofrido infração, é vaiado pela atitude antidesportiva. Aqui é exaltado…

Só que repare: atletas como Luciano (SPFC), Hulk (CAM), Deyverson e tantos outros, se jogassem na Europa e tivessem os mesmos comportamentos incorretos, seriam sacados do jogo. Só que os torcedores gostam disso! É como a situação desnecessária de uma bola que vai sair pela linha lateral e não tem chance de ser salva: o atleta corre, dá carrinho, faz um teatro e é ovacionado! Ele sabia que não salvaria a bola, mas sabia também que o coração apaixonado de um torcedor não fala com a razão, mas somente com a emoção.

Em resumo, tudo isso só acontece pois temos a cultura do vitimismo: todo mundo diz que seu time é o mais prejudicado do campeonato. Ué, e quem são os mais ajudados, se todos são prejudicados?

Por um futebol mais correto e limpo, amigos…

– As péssimas práticas comportamentais no futebol brasileiro.

Quem assiste o Campeonato Brasileiro e o compara com os da Europa, vê alguns hábitos condenáveis (especialmente os de unfair-play). É muita reclamação por parte de jogador, treinador, preparador físico e até de atleta reserva!

Cansa, a cada partida, ver gritos e gestos de protestos até para marcação de um simples arremesso lateral. Não condiz com o verdadeiro espírito esportivo, pois parece que as equipes querem ganhar a qualquer custo, legalmente ou não, sem se importar com a lisura e os bons exemplos.

Foi pênalti “roubado”? Ops: no jargão esportivo, “roubado” significa “mal marcado, errado, equivocado”… Mas a seu favor, pode.

Quer exemplos?

Quando é que os recordistas em cartões amarelos Zubeldía e Abel Ferreira reclamaram que foram beneficiados pela arbitragem? Quando os erros são contrários (e até quando não há erros), fazem um enorme escândalo e acabam mascarando erros de suas escalações, esquemas táticos que não deram certo ou substituições fracassadas, arranjando a temática “arbitragem” como motivo de discussão.

A propósito deles, impressiona como não evitam tomar cartões e promovem rodízio de reclamações. Repare: os assistentes técnicos e seus preparadores físicos são igualmente mal comportados, e recebem advertência tanto quanto os técnicos. É uma estratégia de pressão, igualmente condenável.

Obviamente, nossa qualidade técnica da arbitragem está aquém do desejado se comparado com a das principais ligas europeias. Mas lá, mesmo quando ocorrem os erros, não se vê toda essa bagunça com árbitro e quarto-árbitro.

Estenda-se a percepção de mau comportamento para alguns atletas. Assisti São Paulo x Flamengo e me assustei: Raphinha tumultou o jogo, foi desagradável, deselegante e inconveniente. Quando ele fez isso lá na Alemanha, no período em que jogou a Bundesliga?

Quando o VAR é acionado… aí vira bagunça. Compare na Premiere League: não há rodas em torno do árbitro, ele vai tranquilamente ao monitor e toma a decisão. Já no nosso capenga VAR tupiniquim, há quase uma conferência entre atletas “favoráveis” a uma marcação e a outros “não favoráveis”. E nada disso pode! Ficou conversando com o árbitro durante o diálogo com a cabine ou foi junto ao monitor, obrigatoriamente é lance para cartão amarelo. Aliás, para se coibir isso, algumas ligas estão adotando a regra proposta para discussão em 2025 (e que usam na condição de teste): somente o capitão tem permissão para conversar com o árbitro. Se implantada universalmente, esqueça do seu sucesso aqui. Todo mundo ficará em cima do juizão, como já é.

Outro comportamento indesejável: as simulações! Qualquer contato físico, o atingido se joga, berra, geme, pede ambulância e socorro. E em boa parte das vezes… nada foi. Um empurrão leve vira um atropelamento. Um esbarrão vira agressão. E o pior: os jogadores insistem em cavar faltas e muitas pessoas aplaudem a malandragem. Não pode! Sem contar as tentativas de pênalti… Na Europa, atacante que se joga na área e finge ter sofrido infração, é vaiado pela atitude antidesportiva. Aqui é exaltado…

Só que repare: atletas como Luciano (SPFC), Hulk (CAM), Deyverson e tantos outros, se jogassem na Europa e tivessem os mesmos comportamentos incorretos, seriam sacados do jogo. Só que os torcedores gostam disso! É como a situação desnecessária de uma bola que vai sair pela linha lateral e não tem chance de ser salva: o atleta corre, dá carrinho, faz um teatro e é ovacionado! Ele sabia que não salvaria a bola, mas sabia também que o coração apaixonado de um torcedor não fala com a razão, mas somente com a emoção.

Em resumo, tudo isso só acontece pois temos a cultura do vitimismo: todo mundo diz que seu time é o mais prejudicado do campeonato. Ué, e quem são os mais ajudados, se todos são prejudicados?

Por um futebol mais correto e limpo, amigos…

– As péssimas práticas comportamentais no futebol brasileiro.

Quem assiste o Campeonato Brasileiro e o compara com os da Europa, vê alguns hábitos condenáveis (especialmente os de unfair-play). É muita reclamação por parte de jogador, treinador, preparador físico e até de atleta reserva!

Cansa, a cada partida, ver gritos e gestos de protestos até para marcação de um simples arremesso lateral. Não condiz com o verdadeiro espírito esportivo, pois parece que as equipes querem ganhar a qualquer custo, legalmente ou não, sem se importar com a lisura e os bons exemplos.

Foi pênalti “roubado”? Ops: no jargão esportivo, “roubado” significa “mal marcado, errado, equivocado”… Mas a seu favor, pode.

Quer exemplos?

Quando é que os recordistas em cartões amarelos Zubeldía e Abel Ferreira reclamaram que foram beneficiados pela arbitragem? Quando os erros são contrários (e até quando não há erros), fazem um enorme escândalo e acabam mascarando erros de suas escalações, esquemas táticos que não deram certo ou substituições fracassadas, arranjando a temática “arbitragem” como motivo de discussão.

A propósito deles, impressiona como não evitam tomar cartões e promovem rodízio de reclamações. Repare: os assistentes técnicos e seus preparadores físicos são igualmente mal comportados, e recebem advertência tanto quanto os técnicos. É uma estratégia de pressão, igualmente condenável.

Obviamente, nossa qualidade técnica da arbitragem está aquém do desejado se comparado com a das principais ligas europeias. Mas lá, mesmo quando ocorrem os erros, não se vê toda essa bagunça com árbitro e quarto-árbitro.

Estenda-se a percepção de mau comportamento para alguns atletas. Assisti São Paulo x Flamengo e me assustei: Raphinha tumultou o jogo, foi desagradável, deselegante e inconveniente. Quando ele fez isso lá na Alemanha, no período em que jogou a Bundesliga?

Quando o VAR é acionado… aí vira bagunça. Compare na Premiere League: não há rodas em torno do árbitro, ele vai tranquilamente ao monitor e toma a decisão. Já no nosso capenga VAR tupiniquim, há quase uma conferência entre atletas “favoráveis” a uma marcação e a outros “não favoráveis”. E nada disso pode! Ficou conversando com o árbitro durante o diálogo com a cabine ou foi junto ao monitor, obrigatoriamente é lance para cartão amarelo. Aliás, para se coibir isso, algumas ligas estão adotando a regra proposta para discussão em 2025 (e que usam na condição de teste): somente o capitão tem permissão para conversar com o árbitro. Se implantada universalmente, esqueça do seu sucesso aqui. Todo mundo ficará em cima do juizão, como já é.

Outro comportamento indesejável: as simulações! Qualquer contato físico, o atingido se joga, berra, geme, pede ambulância e socorro. E em boa parte das vezes… nada foi. Um empurrão leve vira um atropelamento. Um esbarrão vira agressão. E o pior: os jogadores insistem em cavar faltas e muitas pessoas aplaudem a malandragem. Não pode! Sem contar as tentativas de pênalti… Na Europa, atacante que se joga na área e finge ter sofrido infração, é vaiado pela atitude antidesportiva. Aqui é exaltado…

Só que repare: atletas como Luciano (SPFC), Hulk (CAM), Deyverson e tantos outros, se jogassem na Europa e tivessem os mesmos comportamentos incorretos, seriam sacados do jogo. Só que os torcedores gostam disso! É como a situação desnecessária de uma bola que vai sair pela linha lateral e não tem chance de ser salva: o atleta corre, dá carrinho, faz um teatro e é ovacionado! Ele sabia que não salvaria a bola, mas sabia também que o coração apaixonado de um torcedor não fala com a razão, mas somente com a emoção.

Em resumo, tudo isso só acontece pois temos a cultura do vitimismo: todo mundo diz que seu time é o mais prejudicado do campeonato. Ué, e quem são os mais ajudados, se todos são prejudicados?

Por um futebol mais correto e limpo, amigos…