– Análise Pré Jogo da Arbitragem para Red Bull Bragantino x Cuiabá.

E para o confronto do Massa Bruta contra o Dourado, a CBF escalou a seguinte equipe de arbitragem:

Árbitro: Marcelo de Lima Henrique – RJ (apitando pelo CE)
Árbitro Assistente 1: a confirmar
Árbitro Assistente 2: a confirmar
Quarto Árbitro: a confirmar
Assessor: a confirmar
VAR: a confirmar
AVAR: a confirmar
AVAR2: a confirmar
Observador de VAR: a confirmar
Quality manager: a confirmarF

Marcelo é veteraníssimo. Com 53 anos, está quebrando as barreiras do etarismo na arbitragem. Tendo sido FIFA por muito tempo, continua apitando com a sua experiência e mantendo um bom condicionamento físico.

Obviamente, não tem o mesmo vigor físico da juventude, mas está se cuidando bastante e treinando forte. Vez ou outra, comete erros técnicos (dentro da normalidade da arbitragem do Brasil).

Lembrando: nessa rodada, há vários árbitros FIFAs suspensos. Não tem muita gente disponível…

Desejo um bom jogo e uma grande arbitragem.

Acompanhe conosco o jogo entre Red Bull Bragantino vs Cuiabá pela Rádio Futebol Total, acessando:
YouTube: https://www.youtube.com/c/CANALDOLOREDO, ou
Facebook: https://www.facebook.com/futeboltotalbraganca, ou
Twitter: https://twitter.com/futeboltotalbra,
ou ainda pelo site: http://radiofuteboltotal.com.
Narração de Sérgio Loredo, reportagens de Pietro Loredo, comentários de Lucas Salema e Léo Naja, análise da arbitragem com Rafael Porcari. Sábado, 02/11, 16h00. Mas desde às 15h00 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!

– Análise Pré Jogo da Arbitragem para Red Bull Bragantino x Cuiabá.

E para o confronto do Massa Bruta contra o Dourado, a CBF escalou a seguinte equipe de arbitragem:

Árbitro: Marcelo de Lima Henrique – RJ (apitando pelo CE)
Árbitro Assistente 1: a confirmar (de novo, o site da CBF com problemas em “arbitragem”).
Árbitro Assistente 2: a confirmar
Quarto Árbitro: a confirmar
Assessor: a confirmar
VAR: a confirmar
AVAR: a confirmar
AVAR2: a confirmar
Observador de VAR: a confirmar
Quality manager: a confirmarF

Marcelo é veteraníssimo. Com 53 anos, está quebrando as barreiras do etarismo na arbitragem. Tendo sido FIFA por muito tempo, continua apitando com a sua experiência e mantendo um bom condicionamento físico.

Obviamente, não tem o mesmo vigor físico da juventude, mas está se cuidando bastante e treinando forte. Vez ou outra, comete erros técnicos (dentro da normalidade da arbitragem do Brasil).

Lembrando: nessa rodada, há vários árbitros FIFAs suspensos. Não tem muita gente disponível…

Desejo um bom jogo e uma grande arbitragem.

Acompanhe conosco o jogo entre Red Bull Bragantino vs Cuiabá pela Rádio Futebol Total, acessando:
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ou ainda pelo site: http://radiofuteboltotal.com.
Narração de Sérgio Loredo, reportagens de Pietro Loredo, comentários de Lucas Salema e Léo Naja, análise da arbitragem com Rafael Porcari. Sábado, 02/11, 16h00. Mas desde às 15h00 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!

– CBF afasta árbitros que erraram pelo Brasileirão!

A informação vem de Rodrigo Mattos, do UOL: a CBF afastou Bráulio da Silva Machado, Flavio Rodrigues de Souza e Ramon Abatte Abel, pelos erros da rodada, e seus respectivos VARs.

Sobre esses lances, falamos aqui: https://professorrafaelporcari.com/2024/10/27/o-penalti-em-gerson-do-flamengo-explica-a-arbitragem-brasileira/

São todos da FIFA! Assim, faltará árbitro experiente para a próxima rodada… e, por outro lado, caminho aberto para Anderson Daronco e Rafael Claus apitarem os jogos finais da Copa do Brasil (se não errarem na próxima rodada do Brasileirão e a CBF os afastarem).

Sendo assim, fica a dica: não escale quem for apitar os jogos entre Atlético Mineiro x Flamengo pelo Brasileirão. A chance de errarem até lá, é grande.

– O pênalti em Gerson do Flamengo explica a arbitragem brasileira.

A – Mandaca (JUV) e Gerson (FLA) se esbarram. O flamenguista cai e o árbitro Bráulio da Silva Machado marca pênalti equivocadamente. Na cabine, há VAR, AVAR 1, AVAR 2, Assessor do VAR e Quality Management. Ainda assim conseguiu-se errar… O Twitter do Juventude publicou que “se isso é pênalti, eu sou uma Brastemp que lava e seca”.

B – Aos 45 minutos do segundo tempo, o árbitro Flávio Rodrigues de Souza marcou um pênalti inexistente para o Vitória, que foi decisivo para o triunfo do time baiano diante do Fluminense. Mano Menezes chamou o lance de “pênalti Mandrake“.

C – Ramon Abatti Abel se superou: marcou dois pênaltis inexistentes ao Palmeiras e deixou de expulsar Lucero num jogo marcado por muitos erros (vide aqui a análise dessa partida: https://wp.me/p4RTuC-11Tn).

De positivo na rodada, apenas Rodrigo José Pereira (FIFA/PE) que expulsou Rafa Silva aos 4 segundos de jogo (você não leu errado, o cruzeirense agrediu um jogador do Athletico no apito inicial). Mas repare: 

Bráulio é FIFA. Flávio é FIFA, Abatti é FIFA. Nesta rodada, tivemos 9 árbitros da FIFA escalados em 10 jogos (Marcelo de Lima Henrique, veterano e ex-FIFA, apitou Atlético Mineiro x Internacional). Indisponível apenas Paulo Zanovelli, que havia sido suspenso por 15 dias por conta do erro de direito em Fluminense x São Paulo e, após o Tricolor do Morumbi reclamar que o STJD não havia anulado o seu jogo, conseguiu como compensação mais 15 dias de gancho ao juiz (pedido feito pelo próprio time e atendido de pronto).

Se os novatos não dão conta, e os FIFAs (que são a elite da arbitragem brasileira) não resolvem, não é melhor importar árbitros? Veja que nos últimos jogos da Libertadores e da Sul-americana, os estrangeiros não tem dado problemas.

Mas um agravante: os clubes não ajudam a já fraca arbitragem. E daí veio a motivação do título desse post com a chamada do pênalti de Gerson: há 3 dias, Bruno Spindel disse: A arbitragem tem medo de errar contra os outros clubes, e não tem contra o Flamengo. O mesmo Bruno recorrigiu sua fala após o erro a favor do Mengão ontem?

Árbitro, na verdade, tem medo de errar contra time grande, contra camisa pesada e, principalmente, contra clube que tem força política. E erra-se muito no futebol brasileiro, e quem grita quando o erro é contrário, cala-se com o erro a favor.

Outro exemplo notório? Abel Ferreira, sobre os dois pênaltis inexistentes a seu favor, respondeu de maneira tranquila e serena: “Eu marcaria e você não marcaria, é interpretação”. Se fosse ao contrário… Abel, João Martins e Vitor Castanheira estariam falando do sistema, de perseguição, de melhorar o futebol, disso e daquilo, com sangue nos olhos e esbravejando aos quatro cantos. Mas como os erros foram a favor do Verdão… muda-se o tom! Que chance Abel perdeu de ser aplaudido e declarar: “já fomos prejudicados, e hoje fomos ajudados; a arbitragem é ruim sempre e precisamos melhorar”.

Além dessa pressão dos cartolas e medo de ficar fora de escalas, outros fatores explicam essa fraca arbitragem:

  • Os árbitros de hoje não têm personalidade. Ao invés de baterem no peito e assumirem suas decisões, jogam a responsabilidade à cabine do VAR, pois sabem que alguém da CA-CBF está lá, além de outros 3 elementos decidindo em um ar condicionado. Por mais que se tenham telões, a visão do árbitro em campo e o calor da partida não são reproduzidos nesses meios eletrônicos. Mas o árbitro prefere transferir a decisão…
  • A má formação dos juízes: antes se começava a apitar na cadeia (era para ganhar experiência na marra) e na várzea; hoje se inicia em Sub 11. Antes, chegar ao Morumbi, Mineirão ou Maracanã era o momento final, o auge da carreira. Hoje, pula-de da série D com a Série A com uma facilidade enorme, por falta de árbitros, e vai-se aprendendo a dirigir um jogo em estádios míticos. É como querer trocar o pneu do carro com ele rodando…
  • Privilegia-se o corpanzil, a condição atlética e a aparência do que a qualidade técnica. Quantos árbitros da altura e físico de um Emídio Marques Mesquita, Roberto Nunes Morgado ou Paulo César de Oliveira temos? Há de ser “sarado” para estar na telinha… além disso, quantos negros no apito estão na elite no país de Pelé, Garrincha, Didi, Ronaldinho Gaúcho e tantos outros grandes pretos da bola?
  • Os VARs querem ser protagonistas e participarem efusivamente do jogo. É o equivocado “reapitar a partida”, tão combatido pela FIFA, que os árbitros de vídeo insistem em praticar. Lembrando que das nações importantes no futebol, quase todas estiveram no Mundial, mas a FIFA recusou nossos VARs na última Copa do Mundo.
  • Alguém pode dizer que existem mais câmeras e isso é covardia contra o árbitro. Ao contrário, hoje ele pode usar as câmeras a seu favor! E ainda assim, o faz errado… prova da dificuldade técnica.

Enfim: nesse péssimo final de semana na arbitragem, onde a elite entrou em campo e não resolveu, insisto: nos jogos importantes, que se traga árbitros bons de fora, a fim de evitar queixas e outros problemas.

– CBF afasta árbitros que erraram pelo Brasileirão!

A informação vem de Rodrigo Mattos, do UOL: a CBF afastou Bráulio da Silva Machado, Flavio Rodrigues de Souza e Ramon Abatte Abel, pelos erros da rodada, e seus respectivos VARs.

Sobre esses lances, falamos aqui: https://professorrafaelporcari.com/2024/10/27/o-penalti-em-gerson-do-flamengo-explica-a-arbitragem-brasileira/

São todos da FIFA! Assim, faltará árbitro experiente para a próxima rodada… e, por outro lado, caminho aberto para Anderson Daronco e Rafael Claus apitarem os jogos finais da Copa do Brasil (se não errarem na próxima rodada do Brasileirão e a CBF os afastarem).

Sendo assim, fica a dica: não escale quem for apitar os jogos entre Atlético Mineiro x Flamengo pelo Brasileirão. A chance de errarem até lá, é grande.

– Os 4 lances polêmicos de Palmeiras 2×2 Fortaleza.

Como disse um amigo meu: a tarde de sábado “não foi boa para os ‘Abéis’ no futebol”. O treinador palmeirense Abel Ferreira foi criticado, bem como o árbitro Ramon Abatti Abel.

Vamos aos lances polêmicos:

1) Aos 24m: Raphael Veiga lança Flaco Lopes, que tem Titi na sua marcação. O atacante cai, mas não há falta do defensor. Repare que Titi está com o braço nas costas de Flaco, mas não o desequilibra. Flaco sente o contato e se joga, e isso tem sido lembrado pela FIFA desde 2020: nem todo puxão ou empurrão é falta, deve existir desequilíbrio real na força exercida. E o árbitro marcou pênalti… errou!

2) Aos 51m: Caio Paulista chuta para o gol, e a bola bate em Pikachu. O defensor está com o braço colado, se vira, a bola bate em sua mão de maneira natural. E aqui, tenho muita preocupação com a justificativa: “o jogador ampliou seu espaço corporal”. Ora, você só pode levar isso em consideração se for por movimento antinatural! Por movimento natural e/ou ocasional, isso não pode ser considerado. De novo, o árbitro errou… E fico pensando: o VAR chamou e sugestionou ao erro, ou o árbitro mudou de opinião por conta própria? Em ambas situações, isso é equívoco.

Repararam quanto tempo se perdeu em análises de pênalti? Não pode demorar tanto…

3) Aos 74m: Lucero dá uma cotovelada certeira no rosto de Richard Ríos. É o lance clássico para Cartão Vermelho, mas Ramon Abatti Abel/SC prefere o Cartão Amarelo. Esse é o erro crasso (cotovelada deliberada) em que o VAR Pablo Ramon Gonçalves Pinheiro/RN deve pedir a revisão do cartão ao árbitro.

4) O segundo gol do Fortaleza: há a reclamação de que a jogada que iniciou a posse de bola (e resultou posteriormente num gol) foi de uma falta cobrada com a bola rolando. Não me parece! A impressão que eu tenho é que o jogador a toca quando a bola para de se mexer.

Escudos de Palmeiras e Fortaleza

Palmeiras x Fortaleza (Imagem: Rodrigo Mozelli/Olhar Digital)

– Análise Pré Jogo da Arbitragem para Red Bull Bragantino x Botafogo.

E para o confronto do Massa Bruta contra o Fogão, a CBF escalou:

Árbitro: Anderson Daronco-RS
Árbitro Assistente 1:Luanderson Lima dos Santos-BA
Árbitro Assistente 2: Victor Hugo Imazu dos Santos-PR
Quarto Árbitro: André Luiz Skettino Policarpo Bento-MG
Assessor: Ana Karina Marques Valentin-PE
VAR: Wagner Reway-ES
AVAR: Helton Nunes-SC
AVAR2: Charly Wendy Straub Deretti-SC
Observador de VAR: Renato Cardoso da Conceição-MG
Quality manager: Mikael Silva de Araújo-CBF

Repararam quanta gente de toda parte do Brasil? Difícil entrosar uma equipe de arbitragem tão diversa…

Sobre Daronco: ele aparenta estar pesado nas suas últimas atuações, e os jogos não fluem pois, especialmente no 2º tempo, os reinícios de partida são mais demorados. Apesar disso, melhorou num quesito que pecava demais: em qualquer mão na bola (movimento natural ou não-intencional) marcava pênalti, e agora ele respeita o toque ocasional.

Mesmo com as polêmicas do último domingo na Neo Química Arena, Anderson Daronco está prestigiado. Afinal, todo jogo importante Seneme está escalando os FIFAs (até porque não temos tantos árbitros à disposição).

Para essa escala, especificamente, John Textor ficará feliz: afinal, não tem queixa de jogos do árbitro gaúcho. Curiosamente, pelo Brasileirão em 2024, em jogos do Fogão, ele apitou Corinthians x Botafogo, Botafogo x Palmeiras e Botafogo x Corinthians todos com vitória do time carioca. Também em 2023 deu sorte ao time: apitou as vitórias do Botafogo contra o Corinthians e Red Bull Bragantino em casa, além da vitória contra o América fora. O resultado menos ruim foi no segundo turno, no empate em 2×2 contra o próprio Massa Bruta, fora de casa.

Uma observação: quanto mais jogos um árbitro trabalha, menos tempo para preparação física devido as escalas exigirem viagens e deslocamentos longos (será o 42º jogo dele em 2024, nas diversas competições). A corrida de um jogo não é treino, é serviço! E dar tempo ao descanso para a recuperação, é fundamental para o aprimoramento.

Enfim: em nenhuma partida a IA de Textor levantou algo contra Daronco. Desejo boa sorte ao árbitro e um ótimo jogo.

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Narração de Sérgio Loredo, reportagens de Pietro Loredo, comentários de Lucas Salema e Léo Naja, análise da arbitragem com Rafael Porcari. Sábado, 26/10, 19h00. Mas desde às 18h estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!

– Análise Pré Jogo da Arbitragem para Red Bull Bragantino x Botafogo.

E para o confronto do Massa Bruta contra o Fogão, a CBF escalou:

Árbitro: Anderson Daronco-RS
Árbitro Assistente 1:Luanderson Lima dos Santos-BA
Árbitro Assistente 2: Victor Hugo Imazu dos Santos-PR
Quarto Árbitro: André Luiz Skettino Policarpo Bento-MG
Assessor: Ana Karina Marques Valentin-PE
VAR: Wagner Reway-ES
AVAR: Helton Nunes-SC
AVAR2: Charly Wendy Straub Deretti-SC
Observador de VAR: Renato Cardoso da Conceição-MG
Quality manager: Mikael Silva de Araújo-CBF

Repararam quanta gente de toda parte do Brasil? Difícil entrosar uma equipe de arbitragem tão diversa…

Sobre Daronco: ele aparenta estar pesado nas suas últimas atuações, e os jogos não fluem pois, especialmente no 2º tempo, os reinícios de partida são mais demorados. Apesar disso, melhorou num quesito que pecava demais: em qualquer mão na bola (movimento natural ou não-intencional) marcava pênalti, e agora ele respeita o toque ocasional.

Mesmo com as polêmicas do último domingo na Neo Química Arena, Anderson Daronco está prestigiado. Afinal, todo jogo importante Seneme está escalando os FIFAs (até porque não temos tantos árbitros à disposição).

Para essa escala, especificamente, John Textor ficará feliz: afinal, não tem queixa de jogos do árbitro gaúcho. Curiosamente, pelo Brasileirão em 2024, em jogos do Fogão, ele apitou Corinthians x Botafogo, Botafogo x Palmeiras e Botafogo x Corinthians todos com vitória do time carioca. Também em 2023 deu sorte ao time: apitou as vitórias do Botafogo contra o Corinthians e Red Bull Bragantino em casa, além da vitória contra o América fora. O resultado menos ruim foi no segundo turno, no empate em 2×2 contra o próprio Massa Bruta, fora de casa.

Uma observação: quanto mais jogos um árbitro trabalha, menos tempo para preparação física devido as escalas exigirem viagens e deslocamentos longos (será o 42º jogo dele em 2024, nas diversas competições). A corrida de um jogo não é treino, é serviço! E dar tempo ao descanso para a recuperação, é fundamental para o aprimoramento.

Enfim: em nenhuma partida a IA de Textor levantou algo contra Daronco. Desejo boa sorte ao árbitro e um ótimo jogo.

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– 28m, Corinthians 0(0)x(1)0 Flamengo: Cartão Vermelho correto e Cartão Amarelo irregular.

Dois lances polêmicos no primeiro tempo:

O que a Regra diz, de maneira bem didática, quanto a expulsão de Bruno Henrique:

  • Você não pode disputar uma bola com o pé alto, levando perigo ao seu adversário com a sola. Se o fizer:
  1. Se não atingir o seu adversário, é tiro livre indireto (falta em dois lances, sem cartão).
  2. Se atingir “de raspão”, “ao lado”, “sem precisão”, “de leve”, é tiro livre direto e cartão amarelo.
  3. Se atingir “em cheio” (voluntariamente ou não, pois reforce-se, mesmo sem querer é proibido erguer o pé daquela forma) é para cartão vermelho.

Recordo-me de um lance muito parecido: Adriano Imperador,  num amistoso da Seleção Brasileira contra a Coreia do Sul, em atitude semelhante (também expulso).

IMPORTANTE: o lance de Gustavo Henrique, aos 21m, agarrando Arrascaeta.

O atacante está indo em direção ao gol. Não corta para o lado, nada que possa dizer que ele não irá ficar apenas com o goleiro para finalizar. Não há adversário que possa chegar a tempo para tentar interceptá-lo. Sendo assim: situação clara e manifesta de gol, lance para Cartão Vermelho (Daronco erra e dá Amarelo).

A pergunta é: com quase 70 minutos a serem jogados, como seria o jogo se o Corinthians ficasse com 10 atletas?

– E o Ganso no Fluminense?

Me faltou tempo para escrever logo após o FlaFlu: que “bolão” o Paulo Henrique Ganso está jogando!

Não exija dele intensidade, ele não será o jogador pró-ativo que o futebol moderno pede. Mas ele tem categoria com a bola nos pés e a trata carinhosamente, lançando-a redondinha aos seus colegas

É um Camisa 10 das antigas, não há dúvida. O problema é que hoje eles (esses jogadores mais técnicos) precisam ser adaptados a esse futebol tão físico.

– E o Ganso no Fluminense?

Me faltou tempo para escrever logo após o FlaFlu: que “bolão” o Paulo Henrique Ganso está jogando!

Não exija dele intensidade, ele não será o jogador pró-ativo que o futebol moderno pede. Mas ele tem categoria com a bola nos pés e a trata carinhosamente, lançando-a redondinha aos seus colegas

É um Camisa 10 das antigas, não há dúvida. O problema é que hoje eles (esses jogadores mais técnicos) precisam ser adaptados a esse futebol tão físico.

– E Filipe Luís perdeu a primeira no Flamengo.

Como treinador, Filipe Luís perdeu a primeira partida pelo Flamengo, jogando com o time reserva contra o Fluminense.

Enquanto estava invicto, normal ter aplausos. Perdeu a primeira, é natural ouvir críticas.

Muita calma nessa hora: o trabalho dele está apenas começando, e só depois de algum tempo se poderá avaliar.

– Análise Pré Jogo da Arbitragem para Vitória x Red Bull Bragantino.

E para o confronto do Massa Bruta contra o Leão, a CBF escalou a seguinte equipe de arbitragem:

Árbitro: Dênis da Silva Ribeiro Serafim – AL
Árbitro Assistente 1: Eduardo Goncalves da Cruz- MS
Árbitro Assistente 2: Luís Filipe Gonçalves Corrêa – PB
Quarto Árbitro: Joanilson Scarcella de Lima – CE
Assessor: Sérgio Cristiano do Nascimento – RJ
VAR: Igor Junio Benevenuto de Oliveira – MG
AVAR: Marcus Vinícius Gomes – MG
AVAR2: Elmo Alves Resende Cunha – GO
Observador de VAR: José Antonio Chaves Franco Filho – RS
Quality manager: Tatiana Pacheco Lima Guedes – CBF

Dênis tem 39 anos e costuma apitar jogos da série B com bastante frequência. Todo ano, ele é premiado com 1 ou 2 jogos da Série A, mas não se firma na divisão. No ano passado, apitou sem problemas Red Bull Bragantino 1×2 Fortaleza. Em 2024, apitou Red Bull Bragantino x Athletico, e agora volta à série A, novamente em um jogo do Massa Bruta.

Ele costuma deixar o jogo correr e não aplica muitos cartões. Não tem tido problemas em campo.

Curiosidade: em 2021, Dênis (que sofre de incontinência urinária) precisou parar um jogo da Copa do Brasil e fazer xixi em campo. Vide aqui: https://wp.me/p55Mu0-2Ml.

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– Análise Pré Jogo da Arbitragem para Vitória x Red Bull Bragantino.

E para o confronto do Massa Bruta contra o Leão, a CBF escalou a seguinte equipe de arbitragem:

Árbitro: Dênis da Silva Ribeiro Serafim – AL
Árbitro Assistente 1: Eduardo Goncalves da Cruz- MS
Árbitro Assistente 2: Luís Filipe Gonçalves Corrêa – PB
Quarto Árbitro: Joanilson Scarcella de Lima – CE
Assessor: Sérgio Cristiano do Nascimento – RJ
VAR: Igor Junio Benevenuto de Oliveira – MG
AVAR: Marcus Vinícius Gomes – MG
AVAR2: Elmo Alves Resende Cunha – GO
Observador de VAR: José Antonio Chaves Franco Filho – RS
Quality manager: Tatiana Pacheco Lima Guedes – CBF

Dênis tem 39 anos e costuma apitar jogos da série B com bastante frequência. Todo ano, ele é premiado com 1 ou 2 jogos da Série A, mas não se firma na divisão. No ano passado, apitou sem problemas Red Bull Bragantino 1×2 Fortaleza. Em 2024, apitou Red Bull Bragantino x Athletico, e agora volta à série A, novamente em um jogo do Massa Bruta.

Ele costuma deixar o jogo correr e não aplica muitos cartões. Não tem tido problemas em campo.

Curiosidade: em 2021, Dênis (que sofre de incontinência urinária) precisou parar um jogo da Copa do Brasil e fazer xixi em campo. Vide aqui: https://wp.me/p55Mu0-2Ml.

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– Análise Pré Jogo da Arbitragem para Red Bull Bragantino x Palmeiras.

E para o confronto do Massa Bruta contra o Verdão, a CBF escalou a seguinte equipe de arbitragem:

Árbitro: Bráulio da Silva Machado – SC
Árbitro Assistente 1: Bruno Raphael Pires – GO
Árbitro Assistente 2: Eduardo Goncalves da Cruz – MS
Quarto Árbitro: Yuri Elino Ferreira da Cruz – RJ
VAR: Paulo Renato Moreira da Silva Coelho – RJ
AVAR: Helen Aparecida Goncalves Silva Araujo – MG
AVAR2: Jose Mendonca da Silva Junior – RJ
Quality manager: Tatiana Pacheco Lima Guedes – RJ

Importante: o carioca Alex Stefano estava escalado para esse jogo. Entretanto, ele já tinha apitado no domingo o jogo do Bragantino contra o Juventude. Como não pode repetir árbitro sequencialmente, a CBF colocou que o árbitro não poderia trabalhar por motivo de indisponibilidade dele. Nada disso… foi “cáca” da própria Comissão de Árbitros, que não se atentou a isso.

Bráulio, como é sabido, é um árbitro que sempre está em bons jogos por conta de ser da FIFA, além de ser de um estado que não tem times grandes. Tecnicamente razoável, oscila muito em campo. Diminuiu a quantidade de pênaltis “de queimada” que marcava, aprendeu a deixar o jogo rolar mais, mas ainda peca na questão de indisciplina, exagerando na autoridade dentro de campo.

Como fato negativo, o torcedor bragantino lembrará, a expulsão espalhafatosa de Eric Ramires e a péssima atuação em Red Bull Bragantino 0x3 Cruzeiro, onde Pedro Caixinha foi “vigiado” por Bráulio.

Torço para um bom jogo e uma boa arbitragem.

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– 15 dias de gancho para Zanovelli. O São Paulo conseguirá anular o jogo contra o Fluminense?

Por Erro de Direito em Fluminense 2×0 São Paulo, o árbitro Paulo Zanovelli pegou 15 dias de suspensão (determinado pelo STJD). Ele justificou que houve problemas de comunicação com o VAR, por isso ocorreu o equívoco…

Não foi bem assim. Veja o vídeo em: https://professorrafaelporcari.com/2024/09/08/confirmado-erro-de-direito-em-fluminense-2×0-sao-paulo-so-nao-cancela-o-jogo-se-nao-quiser-2/

Resta saber: o Tricolor Paulista conseguirá anular o jogo contra o Tricolor Carioca? Em tese, deveria. Mas se justificará qualquer coisa para não fazê-lo, pois não há data no calendário.

(Foto de Wagner Meier/Getty Images)

Crédito: Wagner Meier/Getty Images, extraído de Esporte News Mundo em https://www.terra.com.br/esportes/futebol/arbitro-paulo-cesar-zanovelli-de-fluminense-x-sao-paulo-e-denunciado-pelo-stjd-por-descumprimento-de-regras-do-futebol,8950a3f57bbf994febc9de04a95a28c4ddyz32vu.html

– Análise Pré Jogo da Arbitragem para Red Bull Bragantino x Palmeiras.

E para o confronto do Massa Bruta contra o Verdão, a CBF escalou a seguinte equipe de arbitragem:

Árbitro: Bráulio da Silva Machado – SC
Árbitro Assistente 1: Bruno Raphael Pires – GO
Árbitro Assistente 2: Eduardo Goncalves da Cruz – MS
Quarto Árbitro: Yuri Elino Ferreira da Cruz – RJ
VAR: Paulo Renato Moreira da Silva Coelho – RJ
AVAR: Helen Aparecida Goncalves Silva Araujo – MG
AVAR2: Jose Mendonca da Silva Junior – RJ
Quality manager: Tatiana Pacheco Lima Guedes – RJ

Importante: o carioca Alex Stefano estava escalado para esse jogo. Entretanto, ele já tinha apitado no domingo o jogo do Bragantino contra o Juventude. Como não pode repetir árbitro sequencialmente, a CBF colocou que o árbitro não poderia trabalhar por motivo de indisponibilidade dele. Nada disso… foi “cáca” da própria Comissão de Árbitros, que não se atentou a isso.

Bráulio, como é sabido, é um árbitro que sempre está em bons jogos por conta de ser da FIFA, além de ser de um estado que não tem times grandes. Tecnicamente razoável, oscila muito em campo. Diminuiu a quantidade de pênaltis “de queimada” que marcava, aprendeu a deixar o jogo rolar mais, mas ainda peca na questão de indisciplina, exagerando na autoridade dentro de campo.

Como fato negativo, o torcedor bragantino lembrará, a expulsão espalhafatosa de Eric Ramires e a péssima atuação em Red Bull Bragantino 0x3 Cruzeiro, onde Pedro Caixinha foi “vigiado” por Bráulio.

Torço para um bom jogo e uma boa arbitragem.

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Narração de Sérgio Loredo, reportagens de Pietro Loredo, comentários de Lucas Salema e Léo Naja, análise da arbitragem com Rafael Porcari. Sábado, 05/10, 16h30. Mas desde às 15h00 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!

– Os lances polêmicos de São Paulo 3×1 Corinthians.

Lance 1- Pênalti de Fagner em Carelli: o sãopaulino consegue fazer a jogada (talvez por isso o árbitro Rafael Rodrigo Klein não tenha marcado imediatamente). Mas, na sequência, o corintiano (que tinha perdido o tempo da bola) pisa na sua perna ao errar o bote, já sem bola. Acerto do VAR Daniel Nobre Bins (Fágner já tinha Amarelo e corretamente recebeu o outro Amarelo).

Lance 2- Rafinha vai disputar uma bola com Yuri Alberto, e o faz de uma maneira muito forte, levando risco ao adversário. Eu entendo ter sido um carrinho frontal (portanto, para Cartão Vermelho, como manda a regra do jogo). Entretanto, o árbitro entende ser Ação Temerária (sendo assim, Amarelo). Respeito essa interpretação, mas discordo.

Lance 3- Ramalho atinge fora do lance de jogo Luciano com uma cotovelada. Foi deliberado (bem diferente do ocorrido no mesmo Mané Garrincha, em Botafogo 0x0 Grêmio – vide aqui: https://professorrafaelporcari.com/2024/09/29/botafogo-0x0-gremio-e-a-expulsao-de-monsalve-equivocada/). Acertou o árbitro ao expulsar (novamente, com acerto do VAR).

O ponto negativo da partida: o péssimo comportamento dos atletas. Qualquer lance, os jogadores simulam agressão, reclamam e atrapalham a arbitragem (que nessa partida, foi bem). É desgostoso assistir um jogo tão reclamado como esse.

ATUALIZAÇÃO: Em tempo: apareceu nas redes sociais um lance em que André Ramalho agarra Calleri, que tenta se soltar mas o faz com uma agressão no rosto do corintiano. Era para Cartão Vermelho também.

São Paulo x Corinthians ao vivo: horário e onde assistir ao jogo do Brasileirão

Imagem extraída de Tech Tudo.

– Botafogo 0x0 Grêmio: e a expulsão de Monsalve (equivocada)?

Lance polêmico no Mané Guarrincha: Monsalve (Grêmio) agride ou não Vitinho (Botafogo)?

O braço esquerdo do gremista atinge na altura do rosto o botafoguense. Não é uma cotovelada ou uma agressão, é uma tentativa de se desvencilhar. Mas Vitinho vai ao chão e simula ter sido agredido. Mesmo com a existência do VAR, o árbitro Maguielson Lima Barbosa – DF (que costuma ter altos e baixos nas várias oportunidades que têm) o expulsa (de maneira errada).

Nosso grande problema continua sendo a falta de critério da arbitragem

Ops: o que a IA de Textor dirá sobre esse lance, em específico?

– Análise Pré Jogo da Arbitragem para Juventude x Red Bull Bragantino.

E para o confronto do Massa Bruta contra o Juventude em Caxias do Sul,

Árbitro: Alex Gomes Stéfano -RJ
Árbitro Assistente 1: Alessandro Álvaro Rocha de Matos -BA
Árbitro Assistente 2: Thiago Rosa de Oliveira -RJ
Quarto Árbitro: Bruno Mota Correa – RJ
Assessor: Simone Xavier de Paula e Silva – RJ
VAR: Rodolpho Toski Marques – PR
AVAR: Marcus Vinicius Gomes – MG
AVAR2: Thayslane de Melo Costa – SE
Observador de VAR: Rodrigo Pereira JóiaRJ
Quality manager: Nayara Pereira dos Santos – RJ

Alex tem 36 anos e já apitou 13 jogos no Brasileirão da série A em 2024. Seneme lhe tem dado boas oportunidades, e ele tem aproveitado.

Em jogos do Red Bull Bragantino, apenas uma partida trabalhada: a derrota por 2×1 em casa, diante do Fortaleza.

Diferente do começo do ano, onde ele estava mais preso em campo, agora Alex Stefano tem deixado as partidas correrem mais, não marcando qualquer tipo de falta. Uma evolução, visando aumento de tempo de bola rolando.

Torço para um bom jogo e uma boa arbitragem.

Acompanhe conosco o jogo entre Juventude x Red Bull Bragantino pela Rádio Futebol Total, acessando:
YouTube: https://www.youtube.com/c/CANALDOLOREDO, ou
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ou ainda pelo site: http://radiofuteboltotal.com.
Narração de Sérgio Loredo, reportagens de Pietro Loredo, comentários de Lucas Salema e Léo Naja, análise da arbitragem com Rafael Porcari. Domingo, 29/09, 11h00. Mas desde às 10h00 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!

– Parabéns, Novorizontino.

Tem como não aplaudir o Novorizontino na Série B do Brasileirão? Time jovem, com trabalho sério e gestão profissional (idem ao Mirassol).

Equipes do Interior Paulista que podem estar na elite do futebol brasileiro em 2025. Sensacional.

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(crédito imagem e arte: extraído de Antenados)

– Análise Pré Jogo da Arbitragem para Juventude x Red Bull Bragantino.

E para o confronto do Massa Bruta contra o Juventude em Caxias do Sul,

Árbitro: Alex Gomes Stéfano -RJ
Árbitro Assistente 1: Alessandro Álvaro Rocha de Matos -BA
Árbitro Assistente 2: Thiago Rosa de Oliveira -RJ
Quarto Árbitro: Bruno Mota Correa – RJ
Assessor: Simone Xavier de Paula e Silva – RJ
VAR: Rodolpho Toski Marques – PR
AVAR: Marcus Vinicius Gomes – MG
AVAR2: Thayslane de Melo Costa – SE
Observador de VAR: Rodrigo Pereira JóiaRJ
Quality manager: Nayara Pereira dos Santos – RJ

Alex tem 36 anos e já apitou 13 jogos no Brasileirão da série A em 2024. Seneme lhe tem dado boas oportunidades, e ele tem aproveitado.

Em jogos do Red Bull Bragantino, apenas uma partida trabalhada: a derrota por 2×1 em casa, diante do Fortaleza.

Diferente do começo do ano, onde ele estava mais preso em campo, agora Alex Stefano tem deixado as partidas correrem mais, não marcando qualquer tipo de falta. Uma evolução, visando aumento de tempo de bola rolando.

Torço para um bom jogo e uma boa arbitragem.

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– Análise Pré Jogo da Arbitragem para Red Bull Bragantino x Internacional.

E para o confronto do Massa Bruta contra o Colorado, a CBF escalou:

Árbitro: Rodrigo José Pereira de Lima – PE
Árbitro Assistente 1: Nailton Junior de Sousa Oliveira – CE
Árbitro Assistente 2: Francisco Chaves Bezerra Junior – PE
Quarto Árbitro: Márcio dos Santos Oliveira – AL
Assessor: Vidal Cordeiro Lopes – BA
VAR: Rodrigo Nunes de Sá -RJ
AVAR: Cleriston Clay Barreto Rios – SE
AVAR2: Rodrigo Batista Raposo – DF
Observador de VAR: Hilton Moutinho Rodrigues – RJ
Quality manager: Maria Victória Benetti Vargas – CBF

Rodrigo entrou recentemente para o quadro da FIFA, entre boas e ruins atuações, tornando-se o representante da arbitragem nordestina que tanto se cobrava (não tínhamos um árbitro dessa região do país no quadro internacional há algum tempo). Em jogos do Red Bull Bragantino, apitou pouca coisa (muitas vezes atuando como quarto-árbitro, mas como juiz central, somente no ano passado, em Goiás x Massa Bruta).

Nas suas últimas atuações, tem tentado se firmar como árbitro de ponta, mas oscilando muito. Ora é rigoroso, ora deixa de dar cartões. Me lembro, às vésperas de entrar para a FIFA, de uma atuação muito ruim (aqui: https://wp.me/p55Mu0-3kL).

Torcerei para uma boa arbitragem e um grande jogo!

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Narração de Sérgio Loredo, reportagens de Pietro Loredo, comentários de Lucas Salema e Léo Naja, análise da arbitragem com Rafael Porcari. Quarta, 25/09, 19h00. Mas desde às 18h00 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!

– A dificuldade dos clubes brasileiros em priorizar competições.

Nenhum clube europeu disputa com força total três competições simultâneas. Nem ao menos duas. A ordem de prioridade é: força máxima no Torneio Continental (a Copa dos Campões da Europa, chamada de UEFA Champions League / UCL; ou a secundária, chamada de Europa League), o Campeonato Nacional e a Copa do País.

Aqui no Brasil, nós temos a nossa competição continental (a Taça Libertadores da América; ou, a secundária, a Copa Sulamericana), o Campeonato Brasileiro e a Copa do Brasil. Porém, acrescente-se algo que é exclusivo nosso e que encavala diversas datas no calendário, que são os campeonatos regionais. Tudo isso impacta demais no planejamento, no custo, na formação de plantel e na logística.

Repare: o Fortaleza jogou / joga nesse ano, o Campeonato Cearense, a Copa do Nordeste, a Copa do Brasil, o Campeonato Brasileiro e a Copa Sulamericana! Não é um absurdo serem 5 competições? Sem contar que, dos times do Brasileirão e da Sulamericana, é a agremiação que está mais longe da cidade dos seus adversários e, por tabela, tem os jogadores que mais tempo ficam dentro de um avião. A isso, um dia Vanderley Luxemburgo chamou de “pijama training”, ou seja, abrir mão de treinos para dar descanso aos jogadores, que ficam sem treinar por causa dos jogos, das viagens e de algo a mais, não relatado anteriormente: a ausência da família.

Tal fato só acontece no Brasil. Na competição internacional européia, você usa a sua força máxima. No torneio nacional, os treinadores mesclam as equipes em esquema de rodízio e descanso. Na copa local, não há vergonha alguma de se jogar com o time inteiro reserva (incluindo um técnico reserva / auxiliar). É por isso que se vê equipes pequenas chegando às finais por lá.

Aqui, se dá mais valor à Copa do Brasil do que ao Brasileirão! E isso é incompreensível aos europeus. O português Jorge Jesus, quando foi técnico do Flamengo, se assustou quando foi questionado em jogar com um time misto o Brasileirão e usar a força máxima na Copa do Brasil. Para ele, o campeonato nacional deveria ser muito mais importante do que uma copa.

Se não tivéssemos os campeonatos regionais, talvez o calendário fosse mais espaçado e mais partidas poderiam contemplar elencos titulares, para contentar quem reclama de times mistos. Mas ninguém abre mão dos estaduais…

A explicação? Pode parecer complexa, mas não é: o fato de sermos o único país a ter 13 times grandes! Não tem competição suficiente para todos conquistarem?

Nos últimos anos, Palmeiras, Flamengo e Atlético Mineiro tem sido favoritos às principais competições. Sendo assim, clubes como Internacional, Vasco da Gama, Corinthians ou São Paulo acabam lutando pelos campeonatos dos seus estados. E se esses mesmos estaduais não existirem, como terão algo a festejar?

Com tantos clubes grandes, competições menores são desejadas para quem não ganha as principais. Vide o RJ, com “subtítulos” dentro da disputa de título (Taça Rio e Taça Guanabara)?

Com isso, chegamos em Setembro com um dilema: se aqui não somos como os europeus e queremos ganhar tudo o que disputamos com elenco titular (mesmo não tendo número suficiente de atletas), qual a minha prioridade?

Vide o dilema do Corinthians: se dedica à Copa do Brasil ou à Sulamericana? E se escolher uma delas, como fica o Brasileirão, onde está na Zona do Rebaixamento?

Me lembrei de um dos rebaixamentos do Palmeiras: preocupado em vencer a Copa do Brasil (final contra o Coritiba), priorizou os mata-matas e caiu para a Série B do Brasileirão. Eram duas competições… o Timão, no entanto, está em três! Parece ironia, mas estar vivo em todas elas, tornou-se uma grande dor de cabeça.

Eu não tenho dúvidas: se sou cartola de clube, priorizo o Campeonato Brasileiro. É ele que me dá maior exposição, calendário o ano todo, vaga para torneios internacionais e dinheiro.

Ops: muitos acreditam que a Copa do Brasil paga mais, e não é verdade, pois os valores da premiação incluem os direitos de TV. No Brasileirão, eles são negociados à parte e, quando somados às premiações, superam o valor da Copa.

– As duas polêmicas em Vasco x Palmeiras e São Paulo X Internacional.

Não assisti a integra dos jogos, mas pontualmente:

A falta reclamada em Marco Antônio, que posteriormente surge o gol do São Paulo: o Internacional tem razão na queixa, não foi nada.

O pênalti reclamado pelo Vasco: para mim, lance de movimento natural (assim, não foi infração). E se fosse, teria sido fora da área.

Os piores erros da rodada (mas que não impactaram no resultado) foram na Arena MRV. Bizarro…. Aqui: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2024/09/22/analise-da-arbitragem-de-atletico-mineiro-3×0-red-bull-bragantino/

– Análise Pré Jogo da Arbitragem para Red Bull Bragantino x Internacional.

E para o confronto do Massa Bruta contra o Colorado, a CBF escalou:

Árbitro: Rodrigo José Pereira de Lima – PE
Árbitro Assistente 1: Nailton Junior de Sousa Oliveira – CE
Árbitro Assistente 2: Francisco Chaves Bezerra Junior – PE
Quarto Árbitro: Márcio dos Santos Oliveira – AL
Assessor: Vidal Cordeiro Lopes – BA
VAR: Rodrigo Nunes de Sá -RJ
AVAR: Cleriston Clay Barreto Rios – SE
AVAR2: Rodrigo Batista Raposo – DF
Observador de VAR: Hilton Moutinho Rodrigues – RJ
Quality manager: Maria Victória Benetti Vargas – CBF

Rodrigo entrou recentemente para o quadro da FIFA, entre boas e ruins atuações, tornando-se o representante da arbitragem nordestina que tanto se cobrava (não tínhamos um árbitro dessa região do país no quadro internacional há algum tempo). Em jogos do Red Bull Bragantino, apitou pouca coisa (muitas vezes atuando como quarto-árbitro, mas como juiz central, somente no ano passado, em Goiás x Massa Bruta).

Nas suas últimas atuações, tem tentado se firmar como árbitro de ponta, mas oscilando muito. Ora é rigoroso, ora deixa de dar cartões. Me lembro, às vésperas de entrar para a FIFA, de uma atuação muito ruim (aqui: https://wp.me/p55Mu0-3kL).

Torcerei para uma boa arbitragem e um grande jogo!

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Narração de Sérgio Loredo, reportagens de Pietro Loredo, comentários de Lucas Salema e Léo Naja, análise da arbitragem com Rafael Porcari. Quarta, 25/09, 19h00. Mas desde às 18h00 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!

– Análise da Arbitragem de Atlético Mineiro 3×0 Red Bull Bragantino.

Lucas Paulo Torezin estava fazendo uma boa atuação até os 18 minutos. Deixando o jogo correr (com apenas duas faltas marcadas), dando corretamente a lei da vantagem e seguro nas suas marcações. Eis que… aos 18 minutos, Deyverson (CAM) recebe a bola, Pedro Henrique (RBB) estava próximo e o folclórico atacante cai sozinho dentro da área. Imaginei que o árbitro marcaria simulação. Porém, surpreendentemente, um erro crasso: ele marcou pênalti.

O VAR Wagner Reway não chamou o árbitro, enquanto que na repeticão se mostrava Deyverson tropeçando nas próprias pernas. Um “auto-pênalti”! Com a omissão do VAR, o árbitro confirmou o tiro penal (defendido pelo goleiro Cleiton). Vide abaixo que lance bizarríssimo do Brasileirão 2025.

Fora isso, em 15 minutos ocorreram 5 situações de impedimento e/ou ajustado que o bandeira Rafael Trombeta deixou seguir para possível revisão do VAR, seguindo o protocolo, mas que não ocorreram pois o time bragantino ficou com a vantagem. Fez o correto.

Na primeira hora de jogo, foram 4 faltas do Galo Mineiro e apenas 1 do Massa Bruta (o pênalti inexistente). No primeiro tempo, em infrações: CAM 7×1 RBB.

No segundo tempo, o jogo começou a se tornar um típico confronto brasileiro, com mais faltas e menos bola rolandoe outro lance polêmico: Arthur Sousa (RBB), próximo da área, sofreu uma falta em que havia dúvida: dentro ou fora da área?

Ao ir ao VAR, percebeu-se que Lyanco (CAM) tocou na perna direita do adversário fora da área, e também na esquerda (mas dentro da área). O árbitro Torezin foi tirar a dúvida no monitor para se verificar em qual perna foi cometida a infração, para decidir: pênalti ou falta? Mas… entende que em ambas não foi nada, e dá bola ao chão! Errou de novo!

Dois lances assustadores da arbitragem com o VAR…

– Fluminense 0x1 Botafogo.

Que cáca do Felipe Melo…
Acertou o árbitro Wilton Pereira Sampaio em não marcar falta de ataque do Botafogo contra o defensor do Fluminense. Lance legal e gol validado corretamente.

– Análise Pré Jogo da Arbitragem para Atlético Mineiro x Red Bull Bragantino.

E para o confronto do Massa Bruta contra o Galo em Minas Gerais, a CBF escalou:

Árbitro: Lucas Paulo Torezin – PR
Árbitro Assistente 1: Victor Hugo Imazu dos Santos – PR
Árbitro Assistente 2: Rafael Trombeta – PR
Quarto Árbitro: Ruthyanna Camila Medeiros da Silva – PB
Assessor: Sérgio Cristiano Nascimento – RJ
VAR: Wagner Reway – SC
AVAR: Leone Carvalho Rocha – GO
AVAR2: José Ricardo Vasconcellos Laranjeira – AL
Observador de VAR: Cleidy Mary dos Santos Nunes Ribeiro – SC
Quality manager: Larissa Ramos Monteiro – RJ

Paranaense de Campo Largo e com 41 anos, embora desconhecido no Brasileirão para muitos, Lucas tem muita experiência no Campeonato Paranaense. Estreou na Série A do Brasileirão somente nesse ano, e pelas diversas competições da CBF, já apitou os 4 grandes paulistas. Seu último jogo em partidas do Braga foi contra o Fluminense.

Eu gosto do estilo de jogo dele: não vulgariza cartões, nem marca qualquer faltinha. Lembra, muitas vezes, o estilo de arbitragem europeia.

Torço para um bom jogo e uma ótima arbitragem.

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Narração de Sérgio Loredo, reportagens de Pietro Loredo, comentários de Lucas Salema e Léo Naja, análise da arbitragem com Rafael Porcari. Domingo, 22/09, 16h00. Mas desde às 15h00 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!

– A dificuldade dos clubes brasileiros em priorizar competições.

Nenhum clube europeu disputa com força total três competições simultâneas. Nem ao menos duas. A ordem de prioridade é: força máxima no Torneio Continental (a Copa dos Campões da Europa, chamada de UEFA Champions League / UCL; ou a secundária, chamada de Europa League), o Campeonato Nacional e a Copa do País.

Aqui no Brasil, nós temos a nossa competição continental (a Taça Libertadores da América; ou, a secundária, a Copa Sulamericana), o Campeonato Brasileiro e a Copa do Brasil. Porém, acrescente-se algo que é exclusivo nosso e que encavala diversas datas no calendário, que são os campeonatos regionais. Tudo isso impacta demais no planejamento, no custo, na formação de plantel e na logística.

Repare: o Fortaleza jogou / joga nesse ano, o Campeonato Cearense, a Copa do Nordeste, a Copa do Brasil, o Campeonato Brasileiro e a Copa Sulamericana! Não é um absurdo serem 5 competições? Sem contar que, dos times do Brasileirão e da Sulamericana, é a agremiação que está mais longe da cidade dos seus adversários e, por tabela, tem os jogadores que mais tempo ficam dentro de um avião. A isso, um dia Vanderley Luxemburgo chamou de “pijama training”, ou seja, abrir mão de treinos para dar descanso aos jogadores, que ficam sem treinar por causa dos jogos, das viagens e de algo a mais, não relatado anteriormente: a ausência da família.

Tal fato só acontece no Brasil. Na competição internacional européia, você usa a sua força máxima. No torneio nacional, os treinadores mesclam as equipes em esquema de rodízio e descanso. Na copa local, não há vergonha alguma de se jogar com o time inteiro reserva (incluindo um técnico reserva / auxiliar). É por isso que se vê equipes pequenas chegando às finais por lá.

Aqui, se dá mais valor à Copa do Brasil do que ao Brasileirão! E isso é incompreensível aos europeus. O português Jorge Jesus, quando foi técnico do Flamengo, se assustou quando foi questionado em jogar com um time misto o Brasileirão e usar a força máxima na Copa do Brasil. Para ele, o campeonato nacional deveria ser muito mais importante do que uma copa.

Se não tivéssemos os campeonatos regionais, talvez o calendário fosse mais espaçado e mais partidas poderiam contemplar elencos titulares, para contentar quem reclama de times mistos. Mas ninguém abre mão dos estaduais…

A explicação? Pode parecer complexa, mas não é: o fato de sermos o único país a ter 13 times grandes! Não tem competição suficiente para todos conquistarem?

Nos últimos anos, Palmeiras, Flamengo e Atlético Mineiro tem sido favoritos às principais competições. Sendo assim, clubes como Internacional, Vasco da Gama, Corinthians ou São Paulo acabam lutando pelos campeonatos dos seus estados. E se esses mesmos estaduais não existirem, como terão algo a festejar?

Com tantos clubes grandes, competições menores são desejadas para quem não ganha as principais. Vide o RJ, com “subtítulos” dentro da disputa de título (Taça Rio e Taça Guanabara)?

Com isso, chegamos em Setembro com um dilema: se aqui não somos como os europeus e queremos ganhar tudo o que disputamos com elenco titular (mesmo não tendo número suficiente de atletas), qual a minha prioridade?

Vide o dilema do Corinthians: se dedica à Copa do Brasil ou à Sulamericana? E se escolher uma delas, como fica o Brasileirão, onde está na Zona do Rebaixamento?

Me lembrei de um dos rebaixamentos do Palmeiras: preocupado em vencer a Copa do Brasil (final contra o Coritiba), priorizou os mata-matas e caiu para a Série B do Brasileirão. Eram duas competições… o Timão, no entanto, está em três! Parece ironia, mas estar vivo em todas elas, tornou-se uma grande dor de cabeça.

Eu não tenho dúvidas: se sou cartola de clube, priorizo o Campeonato Brasileiro. É ele que me dá maior exposição, calendário o ano todo, vaga para torneios internacionais e dinheiro.

Ops: muitos acreditam que a Copa do Brasil paga mais, e não é verdade, pois os valores da premiação incluem os direitos de TV. No Brasileirão, eles são negociados à parte e, quando somados às premiações, superam o valor da Copa.

– Análise Pré Jogo da Arbitragem para Atlético Mineiro x Red Bull Bragantino.

E para o confronto do Massa Bruta contra o Galo em Minas Gerais, a CBF escalou:

Árbitro: Lucas Paulo Torezin – PR
Árbitro Assistente 1: Victor Hugo Imazu dos Santos – PR
Árbitro Assistente 2: Rafael Trombeta – PR
Quarto Árbitro: Ruthyanna Camila Medeiros da Silva – PB
Assessor: Sérgio Cristiano Nascimento – RJ
VAR: Wagner Reway – SC
AVAR: Leone Carvalho Rocha – GO
AVAR2: José Ricardo Vasconcellos Laranjeira – AL
Observador de VAR: Cleidy Mary dos Santos Nunes Ribeiro – SC
Quality manager: Larissa Ramos Monteiro – RJ

Paranaense de Campo Largo e com 41 anos, embora desconhecido no Brasileirão para muitos, Lucas tem muita experiência no Campeonato Paranaense. Estreou na Série A do Brasileirão somente nesse ano, e pelas diversas competições da CBF, já apitou os 4 grandes paulistas. Seu último jogo em partidas do Braga foi contra o Fluminense.

Eu gosto do estilo de jogo dele: não vulgariza cartões, nem marca qualquer faltinha. Lembra, muitas vezes, o estilo de arbitragem europeia.

Torço para um bom jogo e uma ótima arbitragem.

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Narração de Sérgio Loredo, reportagens de Pietro Loredo, comentários de Lucas Salema e Léo Naja, análise da arbitragem com Rafael Porcari. Domingo, 22/09, 16h00. Mas desde às 15h00 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Red Bull Bragantino x Grêmio. Kkkk

E para o confronto do Massa Bruta contra o Tricolor Gaúcho, a CBF escalou:

Árbitro: Bruno Arleu de Araujo – RJ
Árbitro Assistente 1: Bruno Boschilia – PR
Árbitro Assistente 2: Thiago Henrique Neto Corrêa Farinha – RJ
Quarto Árbitro: Luciano da Silva Miranda Filho – CE
Assessor: Renato Cardoso da Conceição – BA
VAR: Carlos Eduardo Nunes Braga – RJ
AVAR: Andreza Helena de Siqueira – MG
AVAR2: Heber Roberto Lopes – SC
Observador de VAR: Rodrigo Pereira Joia – MG
Quality manager: Paulo Roberto da Rocha Camello – RJ

Bruno Arleu é o melhor dos árbitros cariocas da atualidade, e pertence há algum tempo no quadro da FIFA (embora não tenha sido aproveitado a contento pela Conmebol).

Discreto, gosta de ser rigoroso disciplinarmente nas questões de reclamações, mas nem tão duro nas questões técnicas. Costuma comete um ou outro erro, mas nada tão escandaloso.

Que possa fazer uma boa arbitragem no domingo!

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Narração de Sérgio Loredo, reportagens de Pietro Loredo, comentários de Lucas Salema e Léo Naja, análise da arbitragem com Rafael Porcari. Domingo, 15/09, 16h00. Mas desde às 15h00 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!

– E o Mirassol?

Já falamos, mas vale repetir: Rafael Guanaes é, para mim, o treinador sensação do Campeonato Brasileiro 2025. Como explicar o sucesso do Mirassol, caçulinha da divisão?

Com tantos times e atletas badalados, sem dúvida o humilde profissional vem fazendo sucesso.

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Red Bull Bragantino x Grêmio.

E para o confronto do Massa Bruta contra o Tricolor Gaúcho, a CBF escalou:

Árbitro: Bruno Arleu de Araujo – RJ
Árbitro Assistente 1: Bruno Boschilia – PR
Árbitro Assistente 2: Thiago Henrique Neto Corrêa Farinha – RJ
Quarto Árbitro: Luciano da Silva Miranda Filho – CE
Assessor: Renato Cardoso da Conceição – BA
VAR: Carlos Eduardo Nunes Braga – RJ
AVAR: Andreza Helena de Siqueira – MG
AVAR2: Heber Roberto Lopes – SC
Observador de VAR: Rodrigo Pereira Joia – MG
Quality manager: Paulo Roberto da Rocha Camello – RJ

Bruno Arleu é o melhor dos árbitros cariocas da atualidade, e pertence há algum tempo no quadro da FIFA (embora não tenha sido aproveitado a contento pela Conmebol).

Discreto, gosta de ser rigoroso disciplinarmente nas questões de reclamações, mas nem tão duro nas questões técnicas. Costuma comete um ou outro erro, mas nada tão escandaloso.

Que possa fazer uma boa arbitragem no domingo!

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– São Paulo tentará anular o jogo contra o Fluminense por Erro de Direito:

Segundo UOL e GloboEsporte, o São Paulo pedirá a anulação do jogo do último domingo, no Maracanã. Sobre o Erro de Direito, explicamos na repostagem abaixo:

Importante: antigamente, você tinha até 48 horas para tentar impugnar uma partida. Acontece que a CBF não divulgou o áudio do VAR, para se entender o que o árbitro de vídeo conversou com o árbitro central. Tendo feito somente na sexta-feira à tarde, creio que são 48 horas a partir dessa divulgação (lembrando que sábado e domingo não são dos úteis).

ERRO DE DIREITO

falamos à exaustão sobre o lance irregular no Maracanã (aqui: https://wp.me/p55Mu0-3xa). Em resumo: Calleri faz falta em Thiago Santos e o bandeira agita o seu instrumento avisando o árbitro. Calleri se afasta e reclama, e o árbitro Paulo Zanovelli (de costa para o lance) sinaliza vantagem. Porém, o atleta para a bola com as mãos (como se tivesse ouvido um apito, que não existiu) e cobra a falta. Desse lance sai o primeiro gol do Fluminense.

Questionamos a não divulgação até essa sexta-feira (aqui: https://wp.me/p4RTuC-10nH): alguns áudios saem logo após o final da partida. Esse, estava levando quase uma semana a troco de quê?

Pois bem: enfim, ele foi divulgado. O VAR questiona o árbitro sobre o lance polêmico, e ele diz que não marcou a falta, mas deu vantagem. Avisado que houve a mão na bola (e isso implicaria em anular o gol do Fluminense), Zanovelli refuta qualquer irregularidade e pede para ver no monitor. Ao ver a mão na bola, justifica dizendo que “há a falta clara (…) eu ía dar a vantagem, o jogador para e bate a falta, ok.” E o VAR repete, reforçando que parou a bola com a mão e bateu a falta. E Zanovelli se perde, dizendo ao árbitro de vídeo Igor José Benevenuto: “eu dei a vantagem e deixei seguir, é gol legal, Igor”.

Tudo errado! O VAR deveria insistir: “você não pode validar o gol, não é essa a regra”, e não disse. Mas o árbitro, lógico, é o maior culpado por descumprir a regra.

Erro de fato: quando você vê uma falta e fica em dúvida se atingiu ou não um adversário, é questão interpretativa e não se anula um jogo.

Erro de direito: quando você desconhece a regra ou a descumpre (o que aconteceu nesse jogo), levando uma partida a ser anulada.

Com o áudio divulgado, configurou-se um INDISCUTÍVEL erro de direito. O São Paulo pode pedir a anulação da partida, pois o árbitro, em sua fala, confessa que viu a mão (“ele para a e bate a falta”), mesmo dizendo na sequência que “não a marcou pois deu vantagem”, equivocadamente confirmando o gol.