– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Red Bull Bragantino x Palmeiras (Rodada 09 do Campeonato Brasileiro 2025).

E para o confronto do Massa Bruta contra o Verdão, a CBF escalou a seguinte equipe de arbitragem:

Árbitro: Marcelo de Lima Henrique – CE (mas é do RJ)
Árbitro Assistente 1: Nailton Junior de Sousa Oliveira – CE
Árbitro Assistente 2: Renan Aguiar da Costa – CE
Quarto Árbitro: Fabiano Monteiro dos Santos – SP
Assessor: Renato Cardoso da Conceição – MG
VAR: Adriano de Assis Miranda – SP
AVAR: Alberto Poletto Masseira – SP
AVAR2: Douglas Marques das Flores – SP
Observador de VAR: Carlos Augusto Nogueira Jr – SP
Quality Manager: Walter de Lima Coelho Junior – MG

“De Lima”, 53 anos, é um dos árbitros mais longevos da história do futebol brasileiro. Há 10 anos, por algum tempo, foi o melhor árbitro do Brasil. Na média da carreira, um árbitro com uma bonita história, que acertou bastante (e errou algumas vezes). Nada de erros escandalosos.

Ultimamente, com idade avançada para atividade, mantém a rotina de treinos físicos bem intensa. Entretanto, nesse Brasileirão apitou apenas 1 jogo: Internacional x Cruzeiro. Nessa partida, foi suspenso e não mais escalado na série A.

Ao decidir encerrar a carreira (como anunciou nessa semana), a CBF o escala como homenagem para essa partida em Bragança Paulista. Que tenha uma excelente atuação, e que os atletas possam demonstrar Fair Play (especialmente Abel Ferreira e sua comissão técnica, pelos óbvios exageros que cometem).

Em tempo: Marcelo vai se tornar VAR. Que esse seja o caminho de ex-árbitros experientes.

Me chama a atenção a equipe de vídeo: O VAR e o AVAR 2 foram árbitros conhecidos e que tiveram bastante oscilações na carreira. O AVAR 1 é muito bom, tanto enquanto banderou como agora, na nova função.

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Narração de Pietro Loredo, reportagens e comentários de Lucas Salema e Léo Naja, análise da arbitragem com Rafael Porcari. Domingo, 18/05, 18h30. Mas desde às 17h30 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!

– Os lances polêmicos da arbitragem em Palmeiras 1×0 São Paulo (Rodada 8 do Brasileirão).

O árbitro Rafael Rodrigo Klein (FIFA-RS) cumpriu à risca o que era esperado dele, por parte da Comissão de Arbitragem. A propósito, a Comissão Consultiva Internacional o considera hoje um “modelo de árbitro”, pois entende que ele sabe deixar o jogo correr, não marca qualquer faltinha e conversa pouco com jogadores. E dentro dessa expectativa, o jogo transcorreu “mais ou menos” dessa forma.

“Mais ou menos” pois a Regra 3, a que fala sobre a autoridade do árbitro, não foi cumprida. Hoje, as Ligas escolhem se mantém como sempre foi (ninguém conversa com o árbitro, mas há aquela flexibilidade para encostar nele e falar alguma coisa), ou se optam pela permissão de que somente o capitão converse com o juiz, e todos os demais atletas não possam, sendo passível de cartão amarelo. A CBF optou pela segunda opção, e isso foi visto em duas ou três rodadas apenas. Parece que temos uma “terceira via” em nosso país: todo mundo pode falar com o árbitro, reclamar, gesticular, e ninguém é advertido.

Outro ponto de Klein, negativamente: não se esforçou em ter tempo de bola rolando. Embora não marque as faltinhas forçadas, permitiu a cera absurda dos goleiros (por exemplo: o goleiro Rafael, quando percebeu que seu time ficaria com 10 atletas pelo atendimento a Wendell, ficou caído em campo ganhando tempo para que seu time voltasse a ter 11 jogadores; ou Weverton, que em um raro momento de pressão adversária, caiu para esfriar o jogo), tampouco acelerou as cobranças de faltas (apesar de não marcar tanta falta quanto ao conterrâneo gaúcho dele, Anderson Daronco, demorou para o reinício e isso quebra a dinâmica da partida).

Demais pontos importantes:

A possível 6ª substituição:

Lucas Canetto Bellote, o 4º árbitro, foi ao vestiário com a informação de que Wendell poderia ter uma suspeita de concussão por parte da equipe médica do São Paulo FC. Em confirmando, você tem a substituição adicional permitida (ambas equipes podem efetuar uma troca exclusiva). O Palmeiras reclamou nas palavras de João Martins, em entrevista coletiva pós-jogo, que o árbitro Rafael Rodrigo Klein esqueceu de permitir a alteração. Nada disso! O que ocorreu é que não foi aberto o protocolo de concussão, pois o médico do SPFC não entendeu que existiu esse fato (lembremo-nos: médicos têm responsabilidade e não podem forçar um atestado para tirar proveito de uma situação). Dessa forma, nem Palmeiras e nem São Paulo fizeram a 6ª substituição.

Expulsões das Comissões Técnicas:

O bandeira 1 chamou o árbitro para expulsar Max Cuberas e o quarto-árbitro para expulsar Abel Ferreira (esse, já tinha amarelo por reclamação). Ambos receberam o Vermelho Direto (portanto, Abel não só cumprirá a automática, mas levará mais um Amarelo para a conta). Todos por reclamação excessiva.

A verdade é que Zubeldía e Abel, juntamente com suas comissões técnicas, infernizam o trabalho do quarto-árbitro (relatei anteriormente em outra postagem: com os quarto-árbitros que conversei dias atrás, ouvi que precisam fazer “terapia” para aguentar tão chatos comportamentos). Lembrei-me dos anos 90: em jogos do São Paulo no Morumbi, sempre se escalava Valter José dos Reis, excepcional bandeira e que brincavam ser “surdo do ouvido esquerdo”, pois Telê Santana passava todo momento reclamando a ele, que fingia não escutar e o ignorava.

IMPORTANTE: A expulsão de Abel, ressalte-se, se deu por DESCONHECIMENTO DA REGRA: O Palmeiras partiu para o ataque, um atleta do São Paulo fez uma falta técnica (daquelas para “matar o jogo”, que Felipão sabia orientar muito bem), mas o árbitro corretamente aplicou a vantagem, que se concretizou. Abel esperneou pois queria que, ao sair a bola, o infrator recebesse o Amarelo. Porém, a regra mudou: agora, se é uma falta técnica para Amarelo, mas a vantagem se concretiza, não se aplica o Amarelo pois o intuito da infração era atrapalhar o ataque, e isso não aconteceu. Em faltas mais violentas ou de natureza diferente, continua-se aplicando o cartão.

Gol do Palmeiras:

Aqui, não se pode levar a questão como interpretativa, é objetiva: o bumbum do defensor estava centímetros à frente da última parte jogável do atacante (o ombro). Leio na Internet muita gente tentando considerar parte do braço, para dizer que estava impedido (aí não vale, não se pode jogar com as mãos). Tudo isso se resolveria com o impedimento semi-automático que a FIFA disponibiliza em seus torneios.

– Vai punir todo mundo, STJD?

O primeiro árbitro a ser punido por não dar escanteio em mais de 8 segundos de retenção de bola por parte do goleiro, foi Ramon Abel Abatti. Todos serão punidos?

Corroboro a pergunta do Sálvio, abaixo: vai punir todo mundo?

Em tempo: “punido” entre aspas. Gancho de 15 dias, que virou advertência!

Vide:

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Grêmio x Red Bull Bragantino (Rodada 8 do Brasileirão Série A 2025).

E para o confronto do Massa Bruta contra o Tricolor Gaúcho,

Árbitro: Davi de Oliveira Lacerda – ES
Árbitro Assistente 1: Douglas Pagung – ES
Árbitro Assistente 2: Pedro Amorim de Freitas – ES
Quarto Árbitro: Bruno Mota Correia – RJ
Assessor: Vital Cordeiro Lopes  -BA
VAR: Caio Max Augusto Vieira – RN
AVAR: Sidmar dos Santos Meurer – PR
AVAR2: Dyorgines José Padovani de Andrade – ES
Observador de VAR: Márcio Eustáquio de Souza Santiago -MG
Quality Manager: Larissa Ramos Monteiro – RJ

Davi tem tido várias oportunidades na Série A do Brasileirão (e deverá ser FIFA em breve, pois é desejo da CBF). Quando começou a ser escalado, “sentiu a pressão” e teve atuações irregulares. Ele não foi bem quando trabalhou em Fortaleza x Red Bull Bragantino, mas quando o Massa Bruta jogou contra o Bahia, aí ele desempenhou melhor trabalho. Vide aqui: https://wp.me/p55Mu0-3rn)

Com a sequência de jogos que a CBF tem dado a ele, está “aprendendo a apitar na marra”, e corrigiu o erro que cometia, de confundir “permitir maior contato físico” com “faltas reais não marcadas”.

Me preocupa o VAR: Caio Max é conhecido, estava revezando na função de árbitro central e VAR. E como VAR, recordo-me de alguns erros – inclusive sugerindo a expulsão equivocada de Cleiton contra o CAP em 2024, vide aqui: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2024/07/25/pobres-palmeiras-x-vitoria-e-fortaleza-x-sao-paulo/

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– Vai punir todo mundo, STJD?

O primeiro árbitro a ser punido por não dar escanteio em mais de 8 segundos de retenção de bola por parte do goleiro, foi Ramon Abel Abatti. Todos serão punidos?

Corroboro a pergunta do Sálvio, abaixo: vai punir todo mundo?

Em tempo: “punido” entre aspas. Gancho de 15 dias, que virou advertência!

Vide:

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Grêmio x Red Bull Bragantino (Rodada 8 do Brasileirão Série A 2025).

E para o confronto do Massa Bruta contra o Tricolor Gaúcho,

Árbitro: Davi de Oliveira Lacerda – ES
Árbitro Assistente 1: Douglas Pagung – ES
Árbitro Assistente 2: Pedro Amorim de Freitas – ES
Quarto Árbitro: Bruno Mota Correia – RJ
Assessor: Vital Cordeiro Lopes  -BA
VAR: Caio Max Augusto Vieira – RN
AVAR: Sidmar dos Santos Meurer – PR
AVAR2: Dyorgines José Padovani de Andrade – ES
Observador de VAR: Márcio Eustáquio de Souza Santiago -MG
Quality Manager: Larissa Ramos Monteiro – RJ

Davi tem tido várias oportunidades na Série A do Brasileirão (e deverá ser FIFA em breve, pois é desejo da CBF). Quando começou a ser escalado, “sentiu a pressão” e teve atuações irregulares. Ele não foi bem quando trabalhou em Fortaleza x Red Bull Bragantino, mas quando o Massa Bruta jogou contra o Bahia, aí ele desempenhou melhor trabalho. Vide aqui: https://wp.me/p55Mu0-3rn)

Com a sequência de jogos que a CBF tem dado a ele, está “aprendendo a apitar na marra”, e corrigiu o erro que cometia, de confundir “permitir maior contato físico” com “faltas reais não marcadas”.

Me preocupa o VAR: Caio Max é conhecido, estava revezando na função de árbitro central e VAR. E como VAR, recordo-me de alguns erros – inclusive sugerindo a expulsão equivocada de Cleiton contra o CAP em 2024, vide aqui: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2024/07/25/pobres-palmeiras-x-vitoria-e-fortaleza-x-sao-paulo/

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– Os líderes do Brasileirão:

Palmeiras e Red Bull Bragantino conquistaram 16 dos 21 pontos possíveis no Brasileirão! E são seguidos pelo Flamengo, com 14, depois pelo Cruzeiro e Fluminense com 13.

Quem vai ter fôlego até o final do longo Campeonato Brasileiro? Não nos esqueçamos que muitos times disputam Copa do Brasil, Libertadores e, alguns, disputarão o Mundial de Clubes.

Haja elenco e preparo físico, não?

Fico pensando: e o Santos FC, com ¼ dos pontos do seu rival ponteiro? Apenas 4 pontos em 7 jogosAbra o olho, Peixe!

– Gabigol marca nos acréscimos, tira Flamengo da liderança e decide para o Cruzeiro.

⚽🔥 Gabigol precisou de só 10 minutos para decidir contra o Flamengo! De pênalti nos acréscimos, deu a vitória ao Cruzeiro, tirou o ex-clube da …

Continua em: Gabigol marca nos acréscimos, tira Flamengo da liderança e decide para o Cruzeiro

– Os líderes do Brasileirão:

Palmeiras e Red Bull Bragantino conquistaram 16 dos 21 pontos possíveis no Brasileirão! E são seguidos pelo Flamengo, com 14, depois pelo Cruzeiro e Fluminense com 13.

Quem vai ter fôlego até o final do longo Campeonato Brasileiro? Não nos esqueçamos que muitos times disputam Copa do Brasil, Libertadores e, alguns, disputarão o Mundial de Clubes.

Haja elenco e preparo físico, não?

Fico pensando: e o Santos FC, com ¼ dos pontos do seu rival ponteiro? Apenas 4 pontos em 7 jogosAbra o olho, Peixe!

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Red Bull Bragantino x Mirassol (Rodada 7 do Brasileirão Série A):

E para o confronto do Massa Bruta contra o Leão,

Árbitro: Lucas Canetto Bellote – SP
Árbitro Assistente 1: Alex And Ribeiro – SP
Árbitro Assistente 2: Evandro de Melo Lima – SP
Quarto Árbitro: Gabriel Henrique Meira Bispo – SP
Assessor: Antonio Pereira da Silva – GO
VAR: Ilbert Estevam da Silva – SP
AVAR: Fabrício Porfírio de Souza – SP
AVAR2: Vinícius Furlan – SP
Observador de VAR: Carlos Augusto Nogueira Jr – SP
Quality manager: Lucas Dias Almeida – RJ

Lucas é um dos jovens que mais havia se destacado nas Comissões de Arbitragem anteriores em São Paulo. Na CBF, nunca chegou a ter chances boas. Chegou a ter oportunidade de apitar um Clássico Majestoso, mas as contusões o atrapalharam. Perdeu espaço e foi voltando a ter chances. Em 2025, voltou a apitar vários jogos da Série A do Paulistão (incluindo Red Bull Bragantino 2×1 Noroeste). Imagino que ficou surpreso, mas feliz, ao ver seu nome estreando na Série A do Brasileirão nessa escala contra o Mirassol.

Ele tem como virtudes um ótimo posicionamento dentro de campo. Não corre tanto, mas está perto da jogada. Bom tecnicamente, o único defeito dele, das partidas que vi, foi não “vibrar” conforme o jogo. Ou seja: um excesso de frieza que o faz pecar em algumas situações de advertência verbal ou de cartões amarelos.

Desejo um bom jogo e uma ótima arbitragem.

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Twitter: https://twitter.com/futeboltotalbra,
ou ainda pelo site: http://radiofuteboltotal.com.
Narração de Pietro Loredo, reportagens e comentários de Lucas Salema e Léo Naja, análise da arbitragem com Rafael Porcari. Segunda-Feira, 05/05, 19h00. Mas desde às 18h00 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!

– Corinthians 4×2 Internacional: quem apitou, foi o árbitro ou o VAR?

Eu concordo que houve falta no primeiro gol anulado do Corinthians. Idem no segundo gol anulado. Ambos na origem da jogada, e corretamente fez a intervenção o VAR. É a Regra, gostemos ou não.

No pênalti nos minutos derradeiros, confesso, eu não marcaria. Chamou o VAR e o árbitro marcou.

O detalhe da partida não são os dois gols anulados, mas sim: em 3 lances capitais, o árbitro tomou a sua decisão e nas 3 vezes mudou de opinião quando o VAR chamou.

Questiono: Paulo César Zanovelli (o mesmo árbitro do jogo do erro de direito em Fluminense x São Paulo) é ruim tecnicamente, pois concordou em mudar sua decisão 3 vezes, ou faltou personalidade para bater no peito e assumir sua decisão? Ou… quem apitou, de fato, foi o VAR Daniel Nobre Bins?

A FIFA quer mudar a relação VAR e Árbitro, a partir do Mundial de clubes, Vide aqui: https://professorrafaelporcari.com/2025/05/03/a-nova-relacao-entre-arbitro-e-var-a-partir-do-mundial-de-clubes-2025/

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Red Bull Bragantino x Mirassol (Rodada 7 do Brasileirão Série A):

E para o confronto do Massa Bruta contra o Leão,

Árbitro: Lucas Canetto Bellote – SP
Árbitro Assistente 1: Alex And Ribeiro – SP
Árbitro Assistente 2: Evandro de Melo Lima – SP
Quarto Árbitro: Gabriel Henrique Meira Bispo – SP
Assessor: Antonio Pereira da Silva – GO
VAR: Ilbert Estevam da Silva – SP
AVAR: Fabrício Porfírio de Souza – SP
AVAR2: Vinícius Furlan – SP
Observador de VAR: Carlos Augusto Nogueira Jr – SP
Quality manager: Lucas Dias Almeida – RJ

Lucas é um dos jovens que mais havia se destacado nas Comissões de Arbitragem anteriores em São Paulo. Na CBF, nunca chegou a ter chances boas. Chegou a ter oportunidade de apitar um Clássico Majestoso, mas as contusões o atrapalharam. Perdeu espaço e foi voltando a ter chances. Em 2025, voltou a apitar vários jogos da Série A do Paulistão (incluindo Red Bull Bragantino 2×1 Noroeste). Imagino que ficou surpreso, mas feliz, ao ver seu nome estreando na Série A do Brasileirão nessa escala contra o Mirassol.

Ele tem como virtudes um ótimo posicionamento dentro de campo. Não corre tanto, mas está perto da jogada. Bom tecnicamente, o único defeito dele, das partidas que vi, foi não “vibrar” conforme o jogo. Ou seja: um excesso de frieza que o faz pecar em algumas situações de advertência verbal ou de cartões amarelos.

Desejo um bom jogo e uma ótima arbitragem.

Acompanhe conosco o jogo entre Red Bull Bragantino vs Mirassol pela Rádio Futebol Total, acessando:
YouTube: https://www.youtube.com/c/CANALDOLOREDO, ou
Twitter: https://twitter.com/futeboltotalbra,
ou ainda pelo site: http://radiofuteboltotal.com.
Narração de Pietro Loredo, reportagens e comentários de Lucas Salema e Léo Naja, análise da arbitragem com Rafael Porcari. Segunda-Feira, 05/05, 19h00. Mas desde às 18h00 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!

– Que baile do Flamengo sobre o Corinthians.

Dizem que Dorival Jr pediu caro para ser treinador do Corinthians. Ao assistir a goleada do Mengão sobre o Timão no Maracanã, deve ter pensado: “acho que foi pouco o valor que acertei…”

Enfim: o Flamengo encurralou e sufocou o Corinthians, sendo pequeno o placar de 3×0 ainda no primeiro tempo.

Um detalhe: eu não marcaria o pênalti que resultou no quarto gol, e explico: é um toque de disputa de bola normal e não infracional. Não foi esse toque que desequilibrou o Arrascaeta! Aliás foi tão duvidoso que o árbitro demorou bastante na cabine do monitor do VAR… (não se respeitou a decisão de campo).

– No mundo utópico da arbitragem…

Nós já havíamos falado: a CBF mudou a estratégia de suspender os árbitros que erravam nas rodadas, pois não teria número suficiente de juízes para escalar, caso insistisse nesse ideia (tendo duas alternativas: trazer gente nova da Série C pois a maioria da Série B já frequenta a Série A – e correr o risco de não aguentarem o tranco, ou contratar árbitros de outros países). Explicamos isso aqui: https://wp.me/p55Mu0-3DI.

Pois bem: antes do início da Rodada 6, alertamos que todos os árbitros que erraram na Rodada 5 foram prestigiados naquela escala (nesse link: https://wp.me/p4RTuC-16BL). E não deu outra: novos erros relevantes nesse final de semana…

Dos questionáveis aos “cabeludos, tivemos muita discussão. Por exemplo: para mim, não foi pênalti em Arrascaeta no Maracanã, mas o volumoso placar “matou” qualquer observação mais crítica sobre ele (sobre esse equívoco, falamos em: https://wp.me/p55Mu0-3E0). E, claro, o que mais chamou a atenção, foi a não-confirmação do gol em Sport x Fortaleza (leia sobre ele nesse post: https://wp.me/p4RTuC-16Eu).

Em um mundo ideal, teríamos a seguinte nota nessa segunda-feira, do Sport-PE:

“A diretoria do Sport Club do Recife vem a público repudiar e reiterar nossas queixas quanto a qualidade da arbitragem do Campeonato Brasileiro. Tivemos erros que nos prejudicaram nas rodadas iniciais e que nos queixamos formalmente à CBF. E na última rodada, vimos novos erros de arbitragem, agora que nos beneficiaram. Queremos uma arbitragem de boa qualidade, justa, imparcial e que não seja determinante nos placares a favor ou contra”.

A lógica, o altruísmo e a ética mandariam que o clube pernambucano (que chiou com razão nas últimas rodadas), mantivesse a mesma linha de pedido por melhores arbitragens. Ou quando o erro é a favor, se finge de morto?

Enfim: se o nível dos nossos árbitros é questionável (e é), penso que ele se torna equivalente ao nível dos nossos cartolas… e nesse ciclo vicioso (reclama quando é prejudicado e faz vistas grossas quando se é beneficiado), nunca melhoraremos. Mas, obviamente, no íntimo, todos devem estar satisfeitos. Afinal, não foi reeleito por unanimidade o presidente da CBF?

Não sei porquê, me lembrei de Nelson Rodrigues quando escrevi “unanimidade’… calhou ao texto.

– Sport 0 x 0 Fortaleza e o gol que não foi confirmado.

E os erros de arbitragem no futebol brasileiro continuam. Não há uma rodada sequer sem polêmicas…

O Sport-PE, que foi várias vezes prejudicado nesse início de Brasileirão (equivocadamente, lógico, não por má fé), agora foi favorecido contra o Fortaleza (que chiou bastante, e com razão). Pikachú chutou ao gol, a bola bateu no travessão e no chão (após ultrapassar toda a linha), mas o gol não foi confirmado.

O detalhe é que o árbitro Matheus Delgado Candançan não validou o gol, depois de 8 minutos de observação do pessoal do sistema de vídeo. O VAR Rodolpho Tóski Marques e seus AVARs ficaram 4 minutos analisando o lance, e aí chamaram o árbitro, que ficou mais 4 minutos na tela.

Veja o lance aqui: https://ge.globo.com/pe/futebol/noticia/2025/04/26/sport-x-fortaleza-var-e-juiz-levam-oito-minutos-em-analise-de-possivel-gol-do-time-cearense.ghtml

Para mim, vendo e revendo, gol legal. Mas nós não teríamos discussão se no Campeonato Brasileiro tivéssemos a Bola Inteligente, como fazem outros torneios (Premiere League, Bundesliga, La Liga, entre tantos).

Em 2014, na Copa do Mundo do Brasil, o árbitro Sandro Meira Ricci fez uso pela primeira vez na história de um Mundial do sistema de “Chip na Bola” (França 3×0 Honduras). Na época, o custo era de 250 mil euros (relembre aqui: https://wp.me/p55Mu0-g7). Hoje, certamente está mais barato e mais moderno.

 

– Que baile do Flamengo sobre o Corinthians.

Dizem que Dorival Jr pediu caro para ser treinador do Corinthians. Ao assistir a goleada do Mengão sobre o Timão no Maracanã, deve ter pensado: “acho que foi pouco o valor que acertei…”

Enfim: o Flamengo encurralou e sufocou o Corinthians, sendo pequeno o placar de 3×0 ainda no primeiro tempo.

Um detalhe: eu não marcaria o pênalti que resultou no quarto gol, e explico: é um toque de disputa de bola normal e não infracional. Não foi esse toque que desequilibrou o Arrascaeta! Aliás foi tão duvidoso que o árbitro demorou bastante na cabine do monitor do VAR… (não se respeitou a decisão de campo).

– Escalas do Brasileirão e Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Santos x Red Bull Bragantino (Rodada 6 do Brasileirão da Série A):

Como havíamos dito, a CBF não pode (e nem consegue) suspender todos os árbitros que erraram (falamos aqui: https://wp.me/p55Mu0-3DI). O fez com Marcelo de Lima Henrique e Bruno Arleu, mas se seguisse esse critério, não conseguiria confeccionar as escalas. Mudou o que estava fazendo, por necessidade.

Vide: Flávio Rodrigues de Souza (suspenso pela FPF, mas que não teve a atuação impactada na CBF), apitará Internacional x Juventude). O próprio Arleu, estará no clássico carioca (Botafogo x Fluminense). Candançan, Klein e Wilton (mesmo com a CBF divulgando os erros e dando razão aos clubes) estão na escala. Wilton Pereira Sampaio, aliás, estará em Palmeiras x Bahia (jogo de risco para o juizão, pois têm atuado mal, e observamos isso em Fluminense x Red Bull Bragantino nesse post: https://wp.me/p55Mu0-3D3 e São Paulo x Santos aqui: https://wp.me/p55Mu0-3DG – curiosamente, ele foi selecionado para o Mundial de Clubes da FIFA).

Destaque para aqueles que estão em todas as escalas e na tela da TV onipresentes: Daronco em Ceará x São Paulo (o jogo da TV do sábado à tarde, semanalmente, conta com ele) e Ramon Abatti Abel, no clássico Flamengo x Corinthians.

E para o confronto do Massa Bruta contra o Peixe na Vila mais famosa do Brasil, a CBF escalou a seguinte equipe de arbitragem:

Árbitro: Raphael Claus – SP 
Árbitro Assistente 1: Danilo Ricardo Simon Manis – SP
Árbitro Assistente 2: Fabrini Bevilaqua Costa – SP
Quarto Árbitro: Lucas Caneto Bellote – SP
Assessor: George Alves Feitosa – AL
VAR: Daniel Nobre Bins – RS
AVAR: André da Silva Bitencourt – RS
AVAR2: Douglas Schwengber da Silva – RS
Observador de VAR: Alício Pena Júnior -MG
Quality manager: Mikael Silva de Araújo – RJ

Raphael Claus dispensa comentários, mas ainda me causa curiosidade o motivo dele não ir ao Mundial de Clubes da FIFA (vide aqui: https://wp.me/p55Mu0-3Du). Porém, o fato interessante será o VAR: Daniel Nobre Bins é o mesmo que em Bahia x Ceará “marcou um pênalti polêmico”. O árbitro Klein não deu, Bins o chamou ao vídeo, o juiz insistia no diálogo que não era pênalti e, ao contrário do que o protocolo manda, Bins insistiu, insistiu e convenceu Klein a mudar de opinião. Claus, ao contrário, não gosta de VAR o chamando e mandando mudar a marcação

Acompanhe conosco o jogo entre Santos vs Red Bull Bragantino  pela Rádio Futebol Total, acessando:
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Narração de Pietro Loredo, reportagens e comentários de Lucas Salema e Léo Naja, análise da arbitragem com Rafael Porcari. Domingo, 27/04, 20h30. Mas desde às 19h30 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!

– Escalas do Brasileirão e Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Santos x Red Bull Bragantino (Rodada 6 do Brasileirão da Série A):

Como havíamos dito, a CBF não pode (e nem consegue) suspender todos os árbitros que erraram (falamos aqui: https://wp.me/p55Mu0-3DI). O fez com Marcelo de Lima Henrique e Bruno Arleu, mas se seguisse esse critério, não conseguiria confeccionar as escalas. Mudou o que estava fazendo, por necessidade.

Vide: Flávio Rodrigues de Souza (suspenso pela FPF, mas que não teve a atuação impactada na CBF), apitará Internacional x Juventude). O próprio Arleu, estará no clássico carioca (Botafogo x Fluminense). Candançan, Klein e Wilton (mesmo com a CBF divulgando os erros e dando razão aos clubes) estão na escala. Wilton Pereira Sampaio, aliás, estará em Palmeiras x Bahia (jogo de risco para o juizão, pois têm atuado mal, e observamos isso em Fluminense x Red Bull Bragantino nesse post: https://wp.me/p55Mu0-3D3 e São Paulo x Santos aqui: https://wp.me/p55Mu0-3DG – curiosamente, ele foi selecionado para o Mundial de Clubes da FIFA).

Destaque para aqueles que estão em todas as escalas e na tela da TV onipresentes: Daronco em Ceará x São Paulo (o jogo da TV do sábado à tarde, semanalmente, conta com ele) e Ramon Abatti Abel, no clássico Flamengo x Corinthians.

E para o confronto do Massa Bruta contra o Peixe na Vila mais famosa do Brasil, a CBF escalou a seguinte equipe de arbitragem:

Árbitro: Raphael Claus – SP 
Árbitro Assistente 1: Danilo Ricardo Simon Manis – SP
Árbitro Assistente 2: Fabrini Bevilaqua Costa – SP
Quarto Árbitro: Lucas Caneto Bellote – SP
Assessor: George Alves Feitosa – AL
VAR: Daniel Nobre Bins – RS
AVAR: André da Silva Bitencourt – RS
AVAR2: Douglas Schwengber da Silva – RS
Observador de VAR: Alício Pena Júnior -MG
Quality manager: Mikael Silva de Araújo – RJ

Raphael Claus dispensa comentários, mas ainda me causa curiosidade o motivo dele não ir ao Mundial de Clubes da FIFA (vide aqui: https://wp.me/p55Mu0-3Du). Porém, o fato interessante será o VAR: Daniel Nobre Bins é o mesmo que em Bahia x Ceará “marcou um pênalti polêmico”. O árbitro Klein não deu, Bins o chamou ao vídeo, o juiz insistia no diálogo que não era pênalti e, ao contrário do que o protocolo manda, Bins insistiu, insistiu e convenceu Klein a mudar de opinião. Claus, ao contrário, não gosta de VAR o chamando e mandando mudar a marcação

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– Vai suspender mais árbitros, CBF? Mas quem apitará? Os pareceres da Comissão Internacional:

Na Rodada 1 do Brasileirão, já tivemos queixas de arbitragem. Na Rodada 2, elas se acumularam e a CA-CBF suspendeu Marcelo de Lima Henrique e Bruno Arleu, pelos erros que prejudicaram Cruzeiro contra o Internacional e Sport contra o Palmeiras.

Na Rodada 3, resolveu-se fazer uma intertemporada dos árbitros, e ainda assim tivemos erros (como em Grêmio x Flamengo). Mas quando na Rodada 4 tudo parecia mais tranquilo (com os VARs interferindo menos, e em alguns casos errando na omissão), eis que na Rodada 5 tudo voltou à “normalidade de equívocos”.

A CBF admitiu que Bráulio da Silva Machado não marcou pênalti ao Grêmio, que Wilton Pereira Sampaio não deu pênalti ao São Paulo, que Candançan acertou ao não dar pênalti ao Fluminense em Arias (para mim, pênalti não marcado) e que Ramon Abel Abatti acertou na expulsão do zagueiro em Atlético x Botafogo (concordo).

Todos os pareceres da CCEI (a Comissão Internacional) estão no site da CBF. A questão é: os primeiros árbitros foram suspensos. Os da última rodada serão também?

Nessa rodada de tantos pareceres, faltará outra reunião de avaliação: a do árbitro Rafael Rodrigo Klein (mais um do quadro da FIFA), no lance do Bahia x Ceará. Ao ver o pênalti decisivo marcado aos baianos, me esforço para achar um contato do adversário cearense, mas só vejo um tropeção… aparentemente (aré que se encontre uma imagem clara), outro erro bizarro.

Se suspender todo mundo com o mesmo critério, não teremos árbitros para a Rodada 6. Ou, já que temos Comissão Internacional, contratemos árbitros estrangeiros.

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Red Bull Bragantino x Cruzeiro (Rodada 5 do Brasileirão 2025):

E para o confronto do Massa Bruta contra a Raposa, a CBF escalou:  

O carioca Alex Gomes Stefano apitou Red Bull Bragantino x Fortaleza e Juventude x Red Bull Bragantino. No ano passado, teve muitas oportunidades na série A.

Dos novatos, é o que está agarrando as oportunidades. Ele tem deixado o jogo correr demais (às vezes, exageradamente), aplica bem os cartões e tem a confiança da Comissão de Arbitragem. É cotado para ser o próximo FIFA do RJ.

Torcerei para um bom jogo e uma ótima arbitragem.

Acompanhe conosco o jogo entre Red Bull Bragantino vs Cruzeiro pela Rádio Futebol Total, acessando:
YouTube: https://www.youtube.com/c/CANALDOLOREDO, ou
Twitter: https://twitter.com/futeboltotalbra,
ou ainda pelo site: http://radiofuteboltotal.com.
Narração de Sérgio Loredo, reportagens de Pietro Loredo, comentários de Lucas Salema e Léo Naja, análise da arbitragem com Rafael Porcari. Sábado, 17/08, 18h30. Mas desde às 17h30 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Red Bull Bragantino x Cruzeiro (Rodada 5 do Brasileirão 2025):

E para o confronto do Massa Bruta contra a Raposa, a CBF escalou:  

O carioca Alex Gomes Stefano apitou Red Bull Bragantino x Fortaleza e Juventude x Red Bull Bragantino. No ano passado, teve muitas oportunidades na série A.

Dos novatos, é o que está agarrando as oportunidades. Ele tem deixado o jogo correr demais (às vezes, exageradamente), aplica bem os cartões e tem a confiança da Comissão de Arbitragem. É cotado para ser o próximo FIFA do RJ.

Torcerei para um bom jogo e uma ótima arbitragem.

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– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Sport-PE vs Red Bull Bragantino-SP (Rodada 4 do Brasileirão 2025).

E para o confronto do Massa Bruta contra o Leão do Norte, a CBF escalou:

Árbitro: Paulo César Zanovelli da Silva – MG
Árbitro Assistente 1: Bruno Raphael Pires – GO
Árbitro Assistente 2: Celso Luiz da Silva – MG
Quarto Árbitro: Márcio dos Santos Oliveira – AL
Assessor: Antonio Pereira da Silva – GO
VAR: Wagner Reway – ES
AVAR: Cleriston Clay Barreto Rios – SE
AVAR2: Anderson da Silveira Farias – RS
Observador de VAR: José Antonio Chaves Franco Filho – RS
Quality manager: Mikael Silva de Araújo – RJ

Zanovelli é velho conhecido da torcida do Red Bull Bragantino. Apitou no Morumbi a derrota do Massa Bruta para o São Paulo e depois foi muito mal no RS no jogo contra o Grêmio (ali, com prejuízo real para o Red Bull Bragatino).

Recentemente, foi suspenso pelo erro de direito em Fluminense x São Paulo (o jogo só não foi anulado pois o STJD alegou que o SPFC não cumpriu o prazo), e ele perdeu o escudo FIFA. Relembre aqui: https://wp.me/p55Mu0-3xg

Por já ter se envolvido em vários jogos ruins (Bahia x Flamengo, por exemplo), não creio em um bom trabalho… torcerei para que seja uma boa atuação, mas sabemos das limitações.

Acompanhe conosco o jogo entre Sport x Red Bull Bragantino pela Rádio Futebol Total, acessando:
YouTube: https://www.youtube.com/c/CANALDOLOREDO, ou
Twitter: https://twitter.com/futeboltotalbra,
ou ainda pelo site: http://radiofuteboltotal.com.
Narração de Pietro Loredo, reportagens e comentários de Lucas Salema e Léo Naja, análise da arbitragem com Rafael Porcari, comando de Sérgio Loredo. Quarta-feira, 16/04, 19h00. Mas desde às 18h00 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!

– O lance de Grêmio x Flamengo: pênalti de Gerson ou não?

De novo um lance de possível pênalti de movimento antinatural das mãos / braços na bola no Brasileirão. Agora, em Grêmio x Flamengo. Aqui no Brasil, “bateu, marcou”. E quando não se marca, se estranha a não-marcação.

Tudo o que você precisa saber sobre “como surgiu a confusão de mão na bola / bola na mão em nosso país”, você pode clicar nesse link, onde explico o surgimento dessa mudança: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2019/08/09/o-que-mudou-ou-nao-na-regra-da-mao-na-bola/

A regra diz:

“Tocar na bola com sua mão ou seu braço quando estes ampliarem o corpo do jogador de maneira antinatural: considera-se que um jogador amplia seu corpo de forma antinatural quando a posição de sua mão ou seu braço não for consequência do movimento do corpo nessa ação específica ou não puder ser justificada por esse movimento. Ao colocar a mão ou o braço nessa posição, o jogador assume o risco de que a bola acerte essa parte de seu corpo e de que isso constitua uma infração.”

Existe uma orientação (não é regra, é dica para se avaliar a marcação de uma infração por movimento antinatural) de que: se a bola desviar numa parte do corpo, e na sequência no braço, não se deve marcar infração pela rapidez do lance. É uma situação acidental, não de movimento antinatural.

Porém, além da regra (e da orientação), existe o espírito da regra, que é o que dá a subjetividade das interpretações. Para isso, reflita: Gerson poderia evitar o contato com o braço com um possível toque na barriga? E se não existisse o toque na barriga?

Há um grande detalhe nesse lance: repare que Gerson está correndo com os braços para trás, demonstrando que ele quer evitar o contato com a bola. Mas quando a bola está indo em sua direção, ele abre os braços de maneira antinatural na corrida, ampliando o seu espaço (ele deveria ter feito exatamente o contrário). O flamenguista deixa de demonstrar que não quer tirar a vantagem, e abre os braços desnecessariamente (não é um movimento natural, mas antinatural). Se bate na barriga (ou não bate), torna-se irrelevante por essa situação: ele abriu os braços quando não deveria. É bem diferente de uma situação (e a orientação da regra se refere a isso) de uma jogada onde a bola bate no joelho, desvia e atinge o braço. Ali (eu não estou convencido do desvio e marcaria pênalti), tocar ou não na barriga não modificou em nada a questão do “abrir o braço no momento errado, de maneira antinatural”.

 

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Sport-PE vs Red Bull Bragantino-SP (Rodada 4 do Brasileirão 2025).

E para o confronto do Massa Bruta contra o Leão do Norte, a CBF escalou:

Árbitro: Paulo César Zanovelli da Silva – MG
Árbitro Assistente 1: Bruno Raphael Pires – GO
Árbitro Assistente 2: Celso Luiz da Silva – MG
Quarto Árbitro: Márcio dos Santos Oliveira – AL
Assessor: Antonio Pereira da Silva – GO
VAR: Wagner Reway – ES
AVAR: Cleriston Clay Barreto Rios – SE
AVAR2: Anderson da Silveira Farias – RS
Observador de VAR: José Antonio Chaves Franco Filho – RS
Quality manager: Mikael Silva de Araújo – RJ

Zanovelli é velho conhecido da torcida do Red Bull Bragantino. Apitou no Morumbi a derrota do Massa Bruta para o São Paulo e depois foi muito mal no RS no jogo contra o Grêmio (ali, com prejuízo real para o Red Bull Bragatino).

Recentemente, foi suspenso pelo erro de direito em Fluminense x São Paulo (o jogo só não foi anulado pois o STJD alegou que o SPFC não cumpriu o prazo), e ele perdeu o escudo FIFA. Relembre aqui: https://wp.me/p55Mu0-3xg

Por já ter se envolvido em vários jogos ruins (Bahia x Flamengo, por exemplo), não creio em um bom trabalho… torcerei para que seja uma boa atuação, mas sabemos das limitações.

Acompanhe conosco o jogo entre Sport x Red Bull Bragantino pela Rádio Futebol Total, acessando:
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Narração de Pietro Loredo, reportagens e comentários de Lucas Salema e Léo Naja, análise da arbitragem com Rafael Porcari, comando de Sérgio Loredo. Quarta-feira, 16/04, 19h00. Mas desde às 18h00 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!

– O lance de Grêmio x Flamengo: pênalti de Gerson ou não?

De novo um lance de possível pênalti de movimento antinatural das mãos / braços na bola no Brasileirão. Agora, em Grêmio x Flamengo. Aqui no Brasil, “bateu, marcou”. E quando não se marca, se estranha a não-marcação.

Tudo o que você precisa saber sobre “como surgiu a confusão de mão na bola / bola na mão em nosso país”, você pode clicar nesse link, onde explico o surgimento dessa mudança: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2019/08/09/o-que-mudou-ou-nao-na-regra-da-mao-na-bola/

A regra diz:

“Tocar na bola com sua mão ou seu braço quando estes ampliarem o corpo do jogador de maneira antinatural: considera-se que um jogador amplia seu corpo de forma antinatural quando a posição de sua mão ou seu braço não for consequência do movimento do corpo nessa ação específica ou não puder ser justificada por esse movimento. Ao colocar a mão ou o braço nessa posição, o jogador assume o risco de que a bola acerte essa parte de seu corpo e de que isso constitua uma infração.”

Existe uma orientação (não é regra, é dica para se avaliar a marcação de uma infração por movimento antinatural) de que: se a bola desviar numa parte do corpo, e na sequência no braço, não se deve marcar infração pela rapidez do lance. É uma situação acidental, não de movimento antinatural.

Porém, além da regra (e da orientação), existe o espírito da regra, que é o que dá a subjetividade das interpretações. Para isso, reflita: Gerson poderia evitar o contato com o braço com um possível toque na barriga? E se não existisse o toque na barriga?

Há um grande detalhe nesse lance: repare que Gerson está correndo com os braços para trás, demonstrando que ele quer evitar o contato com a bola. Mas quando a bola está indo em sua direção, ele abre os braços de maneira antinatural na corrida, ampliando o seu espaço (ele deveria ter feito exatamente o contrário). O flamenguista deixa de demonstrar que não quer tirar a vantagem, e abre os braços desnecessariamente (não é um movimento natural, mas antinatural). Se bate na barriga (ou não bate), torna-se irrelevante por essa situação: ele abriu os braços quando não deveria. É bem diferente de uma situação (e a orientação da regra se refere a isso) de uma jogada onde a bola bate no joelho, desvia e atinge o braço. Ali (eu não estou convencido do desvio e marcaria pênalti), tocar ou não na barriga não modificou em nada a questão do “abrir o braço no momento errado, de maneira antinatural”.

 

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Red Bull Bragantino x Botafogo (Rodada 3 do Brasileirão Série A):

E para o confronto do Massa Bruta contra o Fogão,

Árbitro: Anderson Daronco – RS
Árbitro Assistente 1: Maira Mastella Moreira -RS
Árbitro Assistente 2: Daniela Coutinho Pinho -BA
Quarto Árbitro: Roger Goulart -RS
Assessor: Adriano de Carvalho – TO
VAR: Daniel Nobre Bins – RS
AVAR: André da Silva Bitencourt -RS
AVAR2: Douglas Schwengber da Silva – RS
Observador de VAR: Rodrigo Pereira Joia  RJ
Quality manager: Maria Victória Vargas – RJ

Daronco foi muito criticado na última rodada, em Corinthians x Vasco, por não deixar a bola rolar, paralisando demasiadamente a partida (que tem sido uma queixa de outros anos, o estilo “anti-Vuaden” de apitar).

Experiente ele é, mas o condicionamento físico tem pesado. A novidade é que ele terá uma dupla de bandeiras femininas, o que não tem sido comum nos últimos tempos (exceto com árbitra central na escala).

Desejo um bom jogo e uma ótima árbitragem.

Acompanhe conosco o jogo entre Red Bull Bragantino vs Botafogo pela Rádio Futebol Total, acessando:
YouTube: https://www.youtube.com/c/CANALDOLOREDO, ou
Twitter: https://twitter.com/futeboltotalbra,
ou ainda pelo site: http://radiofuteboltotal.com.
Narração de Pietro Loredo, reportagens e comentários de Lucas Salema e Léo Naja, análise da arbitragem com Rafael Porcari. Sábado, 12/04, 16h00. Mas desde às 15h00 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Red Bull Bragantino x Botafogo (Rodada 3 do Brasileirão Série A):

E para o confronto do Massa Bruta contra o Fogão,

Árbitro: Anderson Daronco – RS
Árbitro Assistente 1: Maira Mastella Moreira -RS
Árbitro Assistente 2: Daniela Coutinho Pinho -BA
Quarto Árbitro: Roger Goulart -RS
Assessor: Adriano de Carvalho – TO
VAR: Daniel Nobre Bins – RS
AVAR: André da Silva Bitencourt -RS
AVAR2: Douglas Schwengber da Silva – RS
Observador de VAR: Rodrigo Pereira Joia – RJ
Quality manager: Maria Victória Vargas – RJ

Daronco foi muito criticado na última rodada, em Corinthians x Vasco, por não deixar a bola rolar, paralisando demasiadamente a partida (que tem sido uma queixa de outros anos, o estilo “anti-Vuaden” de apitar).

Experiente ele é, mas o condicionamento físico tem pesado. A novidade é que ele terá uma dupla de bandeiras femininas, o que não tem sido comum nos últimos tempos (exceto com árbitra central na escala).

Desejo um bom jogo e uma ótima árbitragem.

Acompanhe conosco o jogo entre Red Bull Bragantino vs Botafogo pela Rádio Futebol Total, acessando:
YouTube: https://www.youtube.com/c/CANALDOLOREDO, ou
Twitter: https://twitter.com/futeboltotalbra,
ou ainda pelo site: http://radiofuteboltotal.com.
Narração de Pietro Loredo, reportagens e comentários de Lucas Salema e Léo Naja, análise da arbitragem com Rafael Porcari. Sábado, 12/04, 16h00. Mas desde às 15h00 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!

– Sobre o péssimo trabalho da arbitragem nesse início de Brasileirão:

Por quê a mudança de Seneme para Cintra na chefia dos árbitros não deu certo ainda?

Em: https://youtu.be/p0k3-Cu6TgQ?si=5v6yEowBMLz9iajz

– Quanto ganha um árbitro do Campeonato Brasileiro?

Para quem possa perguntar, aqui os valores recebidos pelos árbitros na Série A do Brasileirão 2025:

(Lembre-se: há o acréscimo de até duas diárias dependendo do local do jogo e transporte aéreo em partidas interestaduais).

Árbitro (Fifa): R$ 7.280,00
Árbitro (CBF): R$ 5.250,00

Assistente (Fifa): R$ 4.370,00
Assistente (CBF): R$ 3.150,00

VAR (Fifa): R$ 4.370,00
VAR (CBF): R$ 3.150,00

AVAR: R$ 2.620,00 (Fifa)
AVAR: R$ 1.890,00 (CBF)

Observador de VAR: R$ 1.970,00 (Fifa)
Observador de VAR: R$ 1.320,00 (CBF)

4º Árbitro (Reserva Árb): R$ 1.830,00 (Fifa)
4º Árbitro (Reserva Árb): R$ 1.320,00 (CBF)

5º Árbitro (Reserva Band): R$ 1.830,00 (Fifa)
5º Árbitro (Reserva Band): R$ 1.320,00 (CBF)

Gerente de Qualidade: R$ 870,00

Importante: na soma dos valores, lembre-se que há dois árbitros assistentes por partida e, dependendo do grau de importância, 3 AVARs.

– Ninguém reclama de favorecimento da arbitragem…

O futebol permite algumas oportunidades impressionantes que são deixadas de lado, em se falando de ética. Por exemplo: assumir favorecimento e desmerecimento de arbitragem.

O Palmeiras teve lances no ano passado de erros contra e a favor. Nos que se sentiu prejudicado, reclamou aos quatro ventos. E até quando não tinha erros contrários, chiava. Mas nos erros a favor… fez de conta que não existiam.

Abel Ferreira, Castanheira e outros membros da Comissão Técnica do Verdão costumam monopolizar as entrevistas com essa temática. Mas nos lances contra o Fortaleza em 2024, São Paulo no Paulistão e Sport (ontem), se furtam.

No mundo utópico e ideal, um deles bateria no peito e diria: “Basta! Não podemos mais aceitar erros de arbitragem tão cabeludos. Fomos favorecidos e isso macula nossa vitória”.

A verdade é: todo mundo reclama da arbitragem, mas se apoia nela como subterfúgio das más atuações. Se não existir erro de arbitragem, aí tem que falar de escalação equivocada, sistema tático que não funcionou ou treinos que não frutificam.

É o mundo do futebol.

 

– Sobre o péssimo trabalho da arbitragem nesse início de Brasileirão:

Por quê a mudança de Seneme para Cintra na chefia dos árbitros não deu certo ainda?

Em: https://youtu.be/p0k3-Cu6TgQ?si=5v6yEowBMLz9iajz

– O pênalti do Palmeiras, a expulsão de Zubeldía e o novo VAR brasileiro:

Entenda essas 3 situações do domingo de futebol no Brasil:

1- O pênalti decisivo do Palmeiras:

Não foi nada. Ali, o jogador cai em disputa de bola e o árbitro Bruno Arleu se equivoca. Não tem árbitro que queira “taxar” como pênalti ou dizer convictamente que foi. O VAR, provavelmente, disse que era lance interpretativo de campo e que não sugeriria uma revisão, ficando apenas na etapa chamada “checagem”.
Nestas situações, o árbitro PODE ter a iniciativa de pedir ao árbitro de vídeo para abrir um processo de revisão (que significa: forneça as imagens para mim) pois ele, Bruno, quer ver se realmente foi.
Alguns dos indicadores para o árbitro são: as reclamações volumosas de quem é prejudicado, os rostos sem graça de quem é beneficiado e a falta de contundência de seus assistentes via rádio.

2- A expulsão de Zubeldía:

Não pude ver os lances desse jogo, mas vi a situação da expulsão: Ramon Abatti Abel adverte com o Cartão Amarelo o técnico são-paulino, que desde que chegou ao Brasil se mostra “elétrico” à beira do gramado. E o curioso é: o árbitro mostra o cartão, e Zubeldía continua falando as mesmas coisas, gesticulando igualmente e agindo da mesma forma que o levou a tomar o primeiro cartão. É óbvio que vai receber o segundo!
Eu confesso não saber se ele criou um personagem (o de entrar em campo e nunca perceber) ou realmente não tem noção do que está fazendo.
Repito: não vi o jogo, ele pode até ter razão das queixas, mas nunca agir de tal forma. Ficou constrangedor vendo o seu atleta segurando-o por ter invadido o campo para tirar satisfação com o árbitro. Não imagino Halland segurando Guardiola ou Vini Jr fazendo o mesmo com Ancelloti.

3 – O VAR omisso:

Na ruim atuação de Wilton Sampaio em Fluminense x Red Bull Bragantino, não tivemos VAR durante o jogo. Em muitas outras partidas, nem se lembrou dele. Em Corinthians x Vasco, pelos lógicos motivos, sim. Mas a questão é: Rodrigo Martins Cintra, o novo chefe da CA-CBF, tem personalidade forte e gosta de se impor. O imagino reclamando que os árbitros hoje só se apoiam no VAR e não sabem mais apitar sem ele, e que é excessivamente intervencionista….
Conclusão: agora o VAR, que antes chamava demais, hoje chama “de menos”…

– Análise da Arbitragem de Fluminense 2×1 Red Bull Bragantino.

Uma arbitragem com “preguiça”: assim foi Wilton Pereira Sampaio nessa tarde chuvosa no Maracanã!

Deixou de marcar várias faltas e dar diversos cartões. Correu pouco em campo, parecia estar sem motivação. Não foi sombra do árbitro da Copa de 2022…

Não teve impacto no resultado, mas não foi bem. Literalmente, apitou com o nome. Wilton é um árbitro muito mais competente do que foi hoje. Abaixo:

30m – Hércules abandona a disputa de bola e atinge seu oponente. Correto cartão aplicado, era a 5ª falta cometida pela equipe.

32m: Matheus Fernandes barra seu adversário e deveria ter recebido cartão amarelo. Não recebeu.

55m: Canobbio dá uma entrada forte em Hurtado e nem falta é marcada. Errou de novo Sampaio.

71m: Renê “dá uma pegada” em Lucas Barbosa, fora do lance de jogo, na frente do bandeira, e ninguém fez nada. Até agora, VAR não apareceu.

Aos 73m: Sasha é atingido, tem a meia rasgada e a caneleira arrancada em um lance atrasado, e o VAR não consegue ver a imagem… que fase!

86m: Novos lances faltosos (um pra cada time) e nada marcou Wilton.

– Prender a bola é para cartão amarelo e TLI, diz CBF. Mas precisava?

A CBF orientou nesse final de semana que, quem subir na bola como Memphis Depay fez, deve ser punido com Cartão Amarelo e marcado Tiro Livre Indireto ao adversário.

A impressão que dá é que a entidade criou essa norma. Nada disso! É a regra, que não era aplicada.

Em Corinthians 0x0 Palmeiras (segundo item desse post), havíamos reforçado: assim como fez certa vez Soteldo e não foi punido, idem a Depay. Entenda em: https://wp.me/p55Mu0-3CO.

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Fluminense vs Red Bull Bragantino (Rodada 2 do Brasileirão 2025).

E para o confronto do Massa Bruta contra o Flu, a CBF escalou:

Árbitro: Wilton Pereira Sampaio – GO
Árbitro Assistente 1: Bruno Raphael Pires – GO
Árbitro Assistente 2: Leone Carvalho Rocha – GO
Quarto Árbitro: Anderson Ribeiro Gonçalves – GO
Assessor: Jailson Macedo Freitas – BA
VAR: Marco Aurélio Augusto Fazekas Ferreira – MG
AVAR: Frederico Soares Vilarinho – MG
AVAR2: Antônio Magno Lima Cordeiro – CE 
Observador de VAR: Rodrigo Pereira Joia – RJ
Quality manager: Lucas Dias Almeida  – RJ

Wilton e Bruno foram os representantes do Brasil na última Copa do Mundo. Porém, Wilton, em 2024, não fez um bom ano como árbitro, sendo irregular em suas atuações. Já em 2025, voltou a trabalhar bem e tem experiência suficiente para conduzir a contento a partida.

Acompanhe conosco o jogo entre Fluminense vs Red Bull Bragantino pela Rádio Futebol Total, acessando:
YouTube: https://www.youtube.com/c/CANALDOLOREDO, ou
Twitter: https://twitter.com/futeboltotalbra,
ou ainda pelo site: http://radiofuteboltotal.com.
Narração de Sérgio Loredo, reportagens de Pietro Loredo, comentários de Lucas Salema e Léo Naja, análise da arbitragem com Rafael Porcari. Domingo, 06/04, 16h00. Mas desde às 15h00 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!