– O Brasil ultrapassa os EUA na média móvel de mortes por COVID… 😢

Meu Deus! Mais de 2800 mortes pelo Novo Coronavírus em nosso país nas últimas 24 horas. E a tendência dos próximos dias é piorar, segundo os especialistas.

O que fazer, se não se prevenir?

Saia o menos possível de casa. Trabalhe com prevenção. Cuide-se. Não leve risco ao seu próximo.

É revoltante ver festas clandestinas, aglomerações e falta de empatia nesse momento.

Por favor: não se politize a dor do próximo.

– Há 31 anos, Collor sequestrava nossas poupanças!

Dia triste do Brasil: em 16 de março de 1990, Fernando Collor de Melo congelava a poupança (e o Overnight também). Decretava feriado bancário e deixava malucos os cidadãos.

Um dia antes, no Jornal Nacional, Zélia Cardoso, a Ministra da Economia, dizia: “se eu tivesse dinheiro para guardar, deixaria na poupança”.

Enganou todo mundo…

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– Marcelo Queiroga, o novo Ministro da Saúde.

Na parte da manhã, comentamos sobre a provável não-aceitação da Dra Ludmila Hajjar como Ministra da Saúde (vide aqui: https://professorrafaelporcari.com/2021/03/15/ludhmila-a-ex-nova-ministra-da-saude/). À tarde, Pazzuello garantiu que era o Ministro e não estava demissionário. Agora a noite, o Dr Marcelo Queiroga, cardiologista, foi anunciado como o titular da pasta.

O Brasil não é para amadores, não? Mais do que isso, vamos torcer para que ele dê certo, afinal, estamos entrando no pior período da pandemia.

Cotado para Saúde, cardiologista se reúne com Bolsonaro no Planalto

– Ignorância, Orgulho ou Intolerância: o que é pior para o enfrentamento da expansão do Coronavírus no Brasil?

PRECONCEITO vem de PRÉ – CONCEITO, ou seja, conceituar algo anteriormente. 

Se você acha que o Coronavírus, meses atrás, era uma bobagem, você tinha preliminarmente um conceito. O pré-conceito de que não era perigoso.

Porém, depois de tudo o que aconteceu (mortes e contágio pandêmico), aquele pré-conceito deixou de ser verdadeiro. Se você o mantém como correto, tornou-se um preconceituoso (aceitou o pré-conceito e não mais o mudou).

Em nosso país, há uma divergência grande entre governadores estaduais e presidente da República em gerir a crise pandêmica, e isso influência a vida do brasileiro.

Assim, independente se os políticos estão preparados para o combate efetivo, se auto-avalie:

  • Se você discordar de alguma ideia, respeitando a diferença do próximo, é algo democrático (e isso é bom!) Mas…
  • Se você discordar de alguma ideia, e querer prevalecer unicamente a sua, é intolerância.
  • Se você discordar de alguma ideia por desconhecimento e mantê-la, é ignorância.
  • Se você discordar de alguma ideia por birra, aí é orgulho.

Enfim: qual o grande empecilho para o Brasil frente o Covid-19?

 

– Há 1 ano, quem acertou? A grande diferença de respeito às pessoas do Restaurante Madero e das Lojas Cem!

Há 1 ano, tivemos no início da pandemia um comportamento de extremos de duas empresas significativas: Madero e Lojas Cem. Vale a pena relembrar a visão de ambas:

Está repercutindo em todo o Brasil a fala arrogante, egoísta e equivocada do Chef Junior Durski, proprietário da rede gastronômica Madero, a respeito da pandemia e o resguardo necessário para precaver-se. Disse em seu Instagram:

“Oi, pessoal, estou passando aqui para dizer que sou totalmente contrário a esse lockdown (bloqueio, em inglês) que estamos tendo no Brasil. O Brasil não pode parar dessa maneira, o Brasil não aguenta. Tem que ter trabalho, as pessoas têm que produzir, têm que trabalhar. O Brasil não tem essa condição de ficar parado assim. As consequências econômicas que teremos no futuro serão muito maiores do que as pessoas que vão morrer agora com o coronavírus. Sei que temos de chorar e vamos chorar por cada uma das pessoas que vão morrer com o coronavírus. Vamos cuidar, vamos isolar os idosos, as pessoas que tenham algum problema de saúde, como diabetes, vamos! É nossa obrigação fazer isso. Mas não podemos, por conta de cinco ou sete mil pessoas que vão morrer… Sei que isso é grave, sei que é um problema, mas muito mais grave é o que já acontece no Brasil. Em 2018, morreram mais de 57 mil pessoas assassinadas no Brasil. Mais de 6 mil pessoas por desnutrição… isso anotado na certidão de óbito. Quantas morreram que não foi anotado que eram desnutrição e inanição?”.

O empresário, como se percebe, relativizou demais a crise e seus efeitos humanos. Entretanto, a frase marcante de que “não podemos parar por conta de cinco ou sete mil que vão morrer” é péssima, dentro ou fora de qualquer contexto. Parece cego ao real perigo e alheio que somente na Itália, país bem menor do que o nosso, morreram 800 anteontem (num único dia), e que com a má vontade latente de recolhimento aqui no Brasil, os mortos serão em número muito maior (e, se seguirem a lógica de continuidade de rotina com certos cuidados proposta por Durski, morrerão ainda mais)!

Do outro lado, a favor da prudência e do respeito humano, vejo a atitude correta, ética, simpática e responsável das Lojas Cem, um grande varejista sediado em Salto-SP, de propriedade da tradicional família Dalla Vecchia, que fechou todas as suas 278 lojas, não trabalhando nem com e-commerce e, por receber seus boletos na própria loja com os tradicionais carnês, anunciando que o cliente só vai pagar quando tudo voltar ao normal! Veja o comunicado:

Fica então a percepção: quem é o empreendedor mais responsável e que, quando tudo estiver normalizado, merece o respeito do consumidor?

Aqui, notoriamente, são os dois extremos do capitalismo!

Atualização, 18h41: Junior Durski pediu desculpas pelo video, mas criticou novamente o isolamento, em: https://istoe.com.br/dono-do-madero-se-desculpa-e-volta-a-criticar-isolamento-e-bom-para-os-ricos/

– Confia-se no que escuta, ou desconfia-se do que aconteceu?

Olhe a cara de desconfiado do cavalo do meu cunhado!

Assim está o povo brasileiro no dia-a-dia, em quaisquer relações: sem saber se confia no que ouve ou o que houve para confiar…

– 2349 mortes por COVID em 1 dia no Brasil!

Como não se assustar?
Como não chorar?
Como não lamentar?

Tantos mortos por dia no Brasil, e ainda hoje há aqueles que desdenham da pandemia
. Politização, teimosia, negação e irresponsabilidade. Políticos, pessoas comuns e influenciares: todos têm uma parcela de culpa!

Máscaras, vacina, álcool, recolhimento, prevenção e responsabilidade urgentes para nosso país sobreviver.

– Novo Aumento dos Combustíveis faz a Gasolina acumular 54% de alta no ano!

Cá entre nós: enquanto o discurso das autoridades fica no blablablá, nós vamos pagado a conta…

Novo aumento nos combustíveis? E a inflação nunca mostra isso?

Em: https://www.band.uol.com.br/noticias/petrobras-volta-a-reajustar-precos-da-gasolina-e-do-diesel-16326466

PETROBRÁS VOLTA A REAJUSTAR OS PREÇOS

Os preços da gasolina e do diesel vão passar por reajuste mais uma vez em 2021. A informação foi confirmada pela Petrobras nesta segunda-feira (8). Essa é a sexta alta do ano nos preços da gasolina e a quinta no valor do litro do diesel.

A partir desta terça-feira (9), o valor médio de venda da gasolina passa a ser de R$ 2,84 por litro, uma alta de R$ 0,23. Já a média do diesel, reajustado pela quinta vez, vai ser de R$ 2,86 por litro, o que representa um aumento de R$ 0,15.

Segundo a estatal, as mudanças são fundamentais para garantir que o mercado brasileiro siga sendo suprido, sem riscos de desabastecimento. Ainda de acordo com a empresa, as variações são associadas ao mercado internacional e à taxa de câmbio e têm influência limitada sobre os preços percebidos pelos consumidores finais.

Desde o início de 2021, a gasolina subiu 54% nas refinarias, enquanto o diesel acumula alta de 41,6%. No comparativo com o mês de dezembro de 2020, o diesel passou de R$ 2,02 para R$ 2,86. Já a gasolina, de R$ 1,84 para R$ 2,84.

Os reajustes ocorrem em meio à troca de comando da Petrobras, onde o presidente Jair Bolsonaro anunciou a decisão de mudar o comando da estatal, tomada em 19 de fevereiro, após o quarto reajuste no preço dos combustíveis. O general Joaquim Silva e Luna será indicado para o lugar de Roberto Castello Branco, cuja gestão se encerra em 20 de março.

Dias após o anúncio de Bolsonaro, quatro membros do conselho de administração da Petrobras disseram que não querem ser reconduzidos aos cargos por razões pessoais. Eles ocupavam os postos com indicação do governo federal, que é o acionista majoritário que controla a estatal.

Em 1º de março, um decreto e uma medida provisória editados por Bolsonaro reduziu a zero as alíquotas da contribuição do PIS/Cofins sobre a comercialização e a importação do óleo diesel e do GLP (gás de cozinha).

Desde o início de 2021, a gasolina subiu 54% nas refinarias, enquanto o diesel acumula alta de 41,6%

Desde o início de 2021, a gasolina subiu 54% nas refinarias, enquanto o diesel acumula alta de 41,6%
(Shutterstock / Anna Lurye)

– Espelhe-se em líderes, presidente!

Não custaria nada o presidente Jair Bolsonaro se espelhar em outros líderes mundiais que estão sendo elogiados, não é?

E por que não o faz?

Falta assessoria?

Ou é teimosia?

Se fizesse isso, evitaria constrangimentos como os ocorridos no meme abaixo…

Aqui:

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– Vazamento de Dados e Golpes: Cuidado com a ligação da Editora 3D Publisher!

Viram os 3 mega-vazamentos de dados ocorridos na última semana? Claro, como sempre, ninguém explica como a bandidagem conseguiu…

De tudo, ficaram expostos: dados pessoais, bancários, de contato, entre outros.

Eu, particularmente, recebi telefonemas de vários telemarketings com ofertas reais (mas com vantagem somente para o vendedor) e de irreais (aquela tentativa de te fazer acreditar que ganhou algo grátis, mas tem que pagar).

E os engodos?

O pior deles, o mais nojento, foi há pouco. “Joice”, de um suposto escritório de advocacia, me ligou “alertando” que eu iria ser processado por não ter pago assinaturas de revistas contratadas pela “3D Publisher“, uma editora que trabalha em Aeroportos, Shoppings e Faculdades com revistas semanais, a título de degustação.

Poxa, na hora percebi que era golpe, já que nunca utilizei destes serviços e nem sequer conheço essa editora (se é que ela existe). Mas o papo da moça é convincente, faz você crer no que não fez. Mais grave: tem todos os meus dados (CPF, endereço, final do cartão de crédito!).

A oferta? Para eu não ter meu nome no Serasa com os acúmulos de R$ 21 mil (é mole?), eu poderia pagar apenas “R$ 1.900,00”.

Há que vontade de descobrir quem são esses vagabundos e entregar à Polícia…

– Enquanto isso, a Petrobrás…

Quase 20% de queda nas ações da Petrobrás hoje, após o presidente Jair Bolsonaro trocar o comando da empresa.

Não deveria ser assim, já que a política de preços da empresa é de equiparidade internacional e o grande calcanhar de Aquiles, sabemos, são os impostos.

Sobre os prejuízos da empresa, compartilho em: https://www.istoedinheiro.com.br/ibovespa-opera-com-queda-de-5-puxado-por-petrobras-que-recua-18/

Que coisa… Lula assaltou a empresa, Dilma administrou-a com irresponsabilidade ímpar, subsidiando preços e a quebrou. Bolsonaro repete o erro de Dilma.

O que fazer?

– A ganância e a insegurança maculando a nobre classe dos enfermeiros. Não generalize!

Sempre tive comigo que, algumas atividades, são quase que “imaculadas”. Por exemplo: bombeiros! 

Quem fala mal deles? Idem a enfermeiros, socorristas e tantos outros. 

Entretanto, estamos vendo algumas reportagens de profissionais da saúde sendo acusados de golpes durante a vacinação contra a Covid-19: doses que não são injetadas, agulhas que não perfuram, aplicações de “mentirinhas”…

Aqui residem alguns males: o medo de algum ente se contaminar, que faz com que a vacina seja desviada para uso de familiares, ao invés da pessoa que está sendo enganada. O outro: o mau-caratismo da venda no mercado negro.

Não usemos isso para difamar uma categoria! Os enfermeiros (e digo isso de TODOS que eu conheço) são gente de bem, vocacionados e profissionais honestos. O que se vê, evidentemente, é a parcela ruim que existe sempre em cada categoria.

Que as atitudes dos maus não seja regra (nem régua) para avaliação do todo!

Resultado de imagem para enfermeiro aplicando vacina

– Ruy Barbosa continua atualíssimo

A história conta que uma das cabeças mais inteligentes do nosso país foi Ruy Barbosa. Em discurso no Senado da República, ainda no Rio de Janeiro, em 17/12/1914, imortalizou tal verdade:

“De tanto ver triunfar as nulidades, de tanto ver crescer a injustiça, de tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar da virtude, a rir-se da honra e a ter vergonha de ser honesto.”

Uma verdade que perdura até nossos dias. Mais do que isso: que retrata o Brasil de mais de 100 anos atrás e o de hoje – com perfeição, infelizmente!

– De novo? Novas mudanças possíveis nas placas do Mercosul.

No início, elas tinhas as letras mais claras e o brasão do estado de emplacamento. Depois, ficaram mais legíveis e cleans. Agora, por motivo de segurança, devem mudar de novo: falamos da longa e cansativa história das placas “Padrão Mercosul”, tão polêmicas desde sua implantação.

Sobre isso, extraído de: https://www.uol.com.br/carros/noticias/redacao/2021/02/10/placa-mercosul-indicacao-de-cidade-pode-voltar-e-pesar-no-seu-bolso.htm?

PLACA MERCOSUL: INDICAÇÃO DE CIDADE PODE VOLTAR E PESAR NO SEU BOLSO

Neste mês, a implantação da placa Mercosul em todo o território nacional completa um ano com perspectiva de mudança. Um dos pontos mais criticados do novo formato, que é a ausência de indicação visual da cidade e do Estado de registro do veículo, voltou a ser alvo de debates.

Apresentado no último dia 5 pelo deputado federal José Airton Félix Cirilo (PT-CE), o Projeto de Lei 279/2021 pretende trazer de volta a identificação da origem do automóvel nas respectivas placas, além do lacre na chapa traseira.

Os dois itens faziam parte da placa Mercosul quando ela estreou em setembro de 2018 no Rio de Janeiro, mas foram retirados ainda naquele ano. Outros dispositivos de segurança foram posteriormente removidos, simplificando o projeto original.

O texto do PL propõe modificar o Artigo 115 do CTB (Código de Trânsito Brasileiro), de forma a tornar obrigatória a identificação do município, além de trazer de volta o lacre.

O projeto ainda está em fase inicial de tramitação e aguarda despacho do presidente da Câmara dos Deputados.

Na época da placa cinza, a identificação da cidade e do Estado ficava em uma tarjeta, que tinha de ser substituída em caso de mudança do local de registro do automóvel.

Inicialmente, o padrão Mercosul trazia o brasão do município e a bandeira do respectivo Estado, obrigando o proprietário a solicitar novas chapas na mesma situação.

Com a remoção dessas informações, a substituição das placas Mercosul passou a ser obrigatória somente quando há mudança de categoria do veículo ou furto, extravio, roubo ou dano.

Caso o projeto de lei seja aprovado, voltará a obrigatoriedade de trocar as chapas ao alterar a localidade do carro – o que elevaria os custos aos cidadãos.

Desde a sua estreia, a placa Mercosul ficou consideravelmente mais simples do que o modelo originalmente concebido em 2014. O chip de identificação, previsto na patente do novo padrão, por exemplo, nunca foi implementado.

Desde a estreia no Rio de Janeiro, a nova placa veicular passou por várias modificações visuais, sempre relacionadas a itens de segurança e com a alegação, de parte do governo federal, de redução nos custos de fabricação – e, consequentemente, nos preços ao consumidor final.

A primeira delas aconteceu já em setembro de 2018, com a retirada do lacre, substituído pelo QR Code – que permite rastrear todo o processo de produção da placa e acessar os dados completos do veículo, via aplicativo.

Em novembro de 2018, foram excluídos a bandeira do Estado e o brasão do município.

Na atualização, mais recente, de junho de 2019, a placa deixou de trazer duas características visuais criadas para prevenir clonagens e falsificações: o efeito difrativo, parecido com um holograma, nas palavras “Brasil” e “Mercosul” aplicadas sobre os caracteres e na borda externa; e as ondas sinusoidais, grafadas no fundo branco do equipamento.

No lugar desse efeito, as inscrições passaram a vir na mesma cor dos caracteres, praticamente desaparecendo.

Cidade gaúcha de Liberato Salzano chegou a implementar adesivo para identificar carros registrados no município - Divulgação

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– Sendo verdadeiramente trouxa: a prisão do deputado Daniel Silveira.

E por ordem do juiz Alexandre de Moraes, o deputado Daniel Silveira foi preso por instigar os ministros do Supremo e defender atos antidemocráticos, pedindo um novo AI-5.

Sabe o que foi impressionante nesse episódio? A fala no vídeo que ele gravou, provocando os homens togados e desafiando-os para prender “a troco de mostrar coragem”.

Pronto. Foi preso. Será que ele ficou feliz?

Sabe aquele cara que quer dar uma “de bonzão”, e acaba se dando muito mal por se achar “o tal”? Foi isso. Cutucou gente do calibre dele que tem o poder da caneta.

As bobagens ditas em: https://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/agencia-estado/2021/02/16/em-video-deputado-bolsonarista-investigado-ataca-e-ofende-ministros-do-stf.htm

– O Carnaval começou, oficialmente, hoje? Nada disso…

Eu não curto Carnaval… mas como hoje seria uma 3a de folia (e não pode ser por conta da pandemia), fica o repost de 2 anos atrás. Abaixo:

Oficialmente, hoje é dia dos festejos do Carnaval (mesmo tendo começado antes). Tem muito folião festejando por aí! Há aqueles que esperam ansiosamente a época carnavalesca.

É cultura, gosto, modo de viver… Eu viveria muiiiiiito bem sem ele, mas respeito quem curte.

Pra mim, a época seria boa para descansar se não fosse necessário trabalhar. Aliás: não me entra na cabeça a rede bancária estar fechada na 2a feira, ontem, por culpa do Carnaval!

E você, o que acha das comemorações carnavalescas? Deixe seu comentário:

– Por quê insistir no Carnaval Clandestino?

Eu não gosto do Carnaval (minha humilde opinião em outra oportunidade, aqui: https://wp.me/p4RTuC-oJ8), mas respeito quem curte a folia. Não é “minha praia”, definitivamente…

Porém, me assusto com a neurose (ou carência, ou insistência) em promover a farra a qualquer custo. Festas clandestinas se espalhando por diversos lugares – até com senha para fugir da fiscalização.

Que loucura!

Abaixo, extraído de: https://noticias.uol.com.br/cotidiano/ultimas-noticias/2021/02/13/local-secreto-e-venda-com-senha-festas-driblam-fiscais-no-carnaval-do-rj.htm

LOCAL SECRETO E VENDA COM SENHA: FESTAS CLANDESTINAS DRIBLAM FISCAIS NO CARNAVAL DO RJ

Produtores de festas lançam mão de diferentes táticas para fugir da fiscalização no Rio e promover eventos durante o Carnaval, oficialmente cancelado na cidade.

Venda de ingressos mediante senha e sem revelar o local do evento —informado somente horas antes da festa— estão entre as soluções de quem tenta burlar as regras.

Para conter blocos e festas clandestinas, a Prefeitura do Rio monitora redes sociais e sites de vendas de ingressos. Com o cerco mais fechado, a saída tem sido listas de transmissão e grupos no WhatsApp, além de mecanismos de segurança dos próprios sites de vendas de ingresso.

A empresa Party Industry, por exemplo, organiza entre sábado (13) e terça-feira (16) quatro eventos com ingressos de R$ 90 a R$ 700. As informações são repassadas pelo WhatsApp com informações básicas: horário, duração, artistas convidados, link de compra e uma senha de acesso.

Sem senha, não se consegue comprar ou sequer encontrar o evento no site de vendas. Nas páginas, vê-se que a maioria dos eventos omitiu informações de local ou descrição sobre os artistas convidados.

A única festa organizada pela Party Industry que tem mais detalhes na página de vendas é a Folklore, marcada para segunda (15). Com bebida liberada e ingressos de até R$ 400, os organizadores prometem 8 horas de evento. Entre os convidados anunciados está o Bloco 442, que assinou no início do ano manifesto pela não realização do Carnaval. Questionada pelo UOL, a produção da banda reforçou, na manhã de hoje, que não irá realizar nenhum evento no feriadão e pediu informações sobre a divulgação do evento em que consta seu nome.

A Secretaria Municipal de Ordem Pública informou ao UOL que não são todos os eventos no Rio que estão proibidos durante o Carnaval. Estabelecimentos que já tenham sido liberados para funcionar e cumprirem medidas de segurança, como distanciamento entre mesas e público reduzido, não precisam cancelar seus eventos no feriadão.

Para a pasta, eventos que omitem informações e exigem senha para venda de ingressos têm características de festa clandestina. Esses também estão sendo monitorados.

A Party Industry não respondeu à reportagem —poucos minutos após o primeiro contato, a empresa retirou seu nome da organização dos eventos no site.

Pagamento via PIX

Outros organizadores de eventos encontraram formas ainda mais difíceis de serem monitorados, fora dos sites tradicionais de vendas de ingressos.

O esquema é o seguinte: é criada uma página gratuita na internet, com os valores dos ingressos. O interessado tem que acessar a página, descobrir o valor, fazer um PIX para o número de celular disponibilizado e enviar para um e-mail os dados básicos para retirada de ingresso. O local do evento só é informado horas antes da festa.

Ao menos três festas usam o mesmo esquema para atrair pagantes. O UOL tentou contato com os três números disponíveis, mas somente um atendeu a ligação. Sem se identificar, a reportagem perguntou se seria possível informar ao menos a região da cidade em que o evento acontecerá. Um homem, que não quis falar o nome, pediu desculpas: “Não posso, meu amor, por questões de segurança. Se você comprar, a gente informa por e-mail duas horas antes do início da festa”.

Fiscalização

A prefeitura reforça que eventos poderão ser cancelados. Ainda não há um processo simples para reaver dinheiro transferido via PIX e, portanto, há o risco de prejuízo financeiro para quem comprar ingresso de festa clandestina.

Comboios com auxílio da Polícia Militar irão fiscalizar a cidade a partir de informações obtidas por esses sites, blogs e denúncias recebidas pela Central 1746.

A Guarda Municipal também estará nas ruas com a “Operação Caça Bloco”, com 490 agentes fiscalizando todos os dias ruas, praças e pontos tradicionais de festas para coibir blocos clandestinos.

– Que dor, Boechat!

Há exatamente dois anos, Ricardo Boechat nos deixava. Relembrando:

Um dos maiores jornalistas do Brasil, Ricardo Boechat, morreu pavorosamente nesta segunda-feira, junto com o piloto Ronaldo Quattrucci. Seu helicóptero caiu na Rodovia Anhanguera e ainda sofreu a batida frontal de uma carreta.

Não se consegue dizer nada, a não ser lamentar uma morte tão assustadora. Cair de aeronave, numa via movimentada, e ainda ser atingido por outro veículo!

Boechat era um dos caras mais legais para dar atenção, e as pessoas que conviviam com ele só o exaltavam.

José Luiz Datena, às 13h51, foi o incumbido pela emissora a fim de interromper a programação para a triste confirmação:

“Com profundo pesar, desses quase 50 anos de jornalismo, cabe a mim informar a vocês que o jornalista, amigo, pai de família, companheiro, que na última quarta, que eu vim aqui apresentar o jornal, me deu um beijo no rosto, fingido que ia cochichar alguma coisa, e, no fim, brincalhão como ele era, falou: ‘É, bocão, eu só queria te dar um beijo’. Queria informar aos senhores que o maior âncora da televisão brasileira, o Ricardo Boechat, morreu hoje num acidente de helicóptero, no Rodoanel, aqui em São Paulo“.

Normalmente, escrevo desejando que esteja no conforto divino / descansando em paz, quando tento uma expressão de conforto. Mas Ricardo Boechat era declaradamente ateu, e em respeito a tal convicção particular dele, fica apenas o: “terminou sua passagem”. E que o consolo seja rápido aos seus entes queridos, pois aos seus telespectadores e ouvintes, já nos faz falta.

– A composição do preço da Gasolina!

Alguns amigos me pediram para mostrar a composição do preço da gasolina. A formação do seu valor é complexa, devido a tantos impostos. 

Abaixo, um resumo bem feito (citação na imagem). Cuidado, pois você se assustará!

Fonte: https://autopapo.uol.com.br/noticia/preco-da-gasolina-quase-50-imposto/

É muito caro o “custo-Brasil”, não? Quem aguenta neste país dar tanto dinheiro ao Governo…

– Há 8 anos… sobre o Novo Aumento dos Combustíveis.

Essa vem da Revista Veja há muito tempo (Ed 13/02/2013, pg 51), mas poderia ser atual, já que haverá um novo reajuste dos preços dos combustíveis.

Na Matéria intitulada “Um Mau Exemplo“, por Marcelo Sakate, há a conta da composição dos Preços da Gasolina nos Estados Unidos e aqui no Brasil. Repare na inflação dos valores e na carga tributária. Abaixo:

Veja que absurdo: na terra do Tio Sam, em reais, o preço pós-refino é de 1,52 (no BR – 1,37). Porém, lá se paga de impostos 0,26 (no BR – 1,00!). Somando-se os Custos de Distribuição e Revenda, nos EUA o valor é de 0,22 (no BR – 0,43). Assim, o custo da Gasolina em média no nosso país é de R$ 2,80, sendo que nos EUA é de R$ 2,00. Mas lembre-se: eles tem uma renda per capita 3 vezes maior que a nossa…

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Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– E a Greve dos Caminhoneiros?

Parece que ainda “não pegou” a Greve dos Caminhoneiros, iniciada ontem. Pouca adesão, aparentemente.

Me recordo do cenário caótico em maio de 2018. Lembram-se como foi? Eu era dono de um Posto de Combustível e senti na pele…

Recordando em: https://professorrafaelporcari.com/2018/05/24/atualizando-a-crise-dos-combustiveis/

Mas o problema da crise dos combustíveis não é simplesmente preço. É mais profundo! Compartilho o que foi escrito na época, e que se faz atual. Abaixo, extraído desse mesmo blog:

A INSENSIBILIDADE DOS PROTESTOS

Sinceramente, eu não imaginava que essa paralisação dos caminhoneiros durasse tanto tempo. Talvez nem os próprios motoristas de caminhão (e/ou patrões, se provado um locaute) imaginavam a força que tinham.

Agora apareceram os “entendidos” do custo do mundo petrolífero, com as mais diversas teses da paralisação, que vão desde: aumento do custo devido à crise internacional; rompimento do acordo nuclear entre EUA x Irã, diminuindo a oferta de petróleo do país persa (em especial à França); aumento do preço no Exterior devido a abertura da embaixada americana em Jerusalém (causando tensão no Oriente Médio); alta do dólar no Brasil; e, principalmente, escassez de produto.

De tudo isso, saiba: a verdade é que o problema REAL se deve à política de equiparação de preços brasileiros ao mercado internacional, promovida pela Petrobrás, ocasionando reajustes diários no preço dos combustíveis.

O Brasil privilegia o transporte rodoviário, movido ao Óleo Diesel. Assim, tudo que se transporta em caminhões sofre o impacto da alta do frete, e a diferença de preço precisa ser repassada. Nos últimos 10 meses, o Óleo Diesel subiu 60%! Imagine a revolta dos motoristas de caminhão ao ouvir que a inflação oficial é menor do que 1%…

Cito alguns exemplos: no dia 02 de maio, paguei R$ 3,02 da distribuidora pelo Diesel S10 (sou sócio-proprietário de um posto de combustíveis). No dia 19, quando recebi a última carga de diversos produtos, o preço por litro era de R$ 3,596!

Como administrar (e aceitar) um aumento de R$ 0,57 no litro, promovido sucessivamente nesses 17 dias, sem reclamar?

Pior do que tudo isso é o percentual de impostos! Veja só: na tabela de composição de preços oficial da Petrobrás, sem os diversos tributos, a Gasolina custava no mesmo dia 19 o valor de R$ 2,068. Eu paguei R$ 4,0255 para revender a R$ 4,299 (margem bruta de R$ 0,274, insuficiente para a rentabilidade do negócio, que deve girar na base de R$ 0,33 brutos a fim de “empatar os custos”). O Diesel S10 custava, na mesma data, R$ 2,3488 sem impostos, chegando ao posto revendedor a R$ 3,596. Neste produto, a margem adequada para a revenda é de R$ 0,26.

Não é imposto demais? Entendo a Petrobrás precisar cobrir seu déficit (causado pelos desmandos desde o Governo FHC, ampliados pelo Petrolão do Governo Lula e escancarado na gestão Dilma Roussef, cujo vice era Michel Temer, o atual chefe de Estado). POR QUÊ O GOVERNO NÃO CORTA SUAS DESPESAS E DIMINUI OS IMPOSTOS, ao invés de forçar que o consumidor final – a população – pague a conta da corrupção?

Infelizmente, vivemos coisas distintas nesses últimos dias: o anúncio do incompetente Pedro Parente, o executivo da Petrobrás (que já foi Ministro de Estado) de que havia acordo e a greve acabado. Mentira! Forçou-se uma situação que não estava acontecendo, pois, afinal, nessa reunião estavam vários envolvidos, MENOS OS GREVISTAS. 

Agora, fala-se da utilização da autoridade militar para resolver a situação. Não vai ocorrer, pois são duas coisas bem distintas:

A 1a, é o uso da Força Nacional para desobstruir as estradas, tirando os caminhões do acostamento e coibindo os manifestantes que ateiam fogo em pneus. Na prática, os soldados chegarão até os motoristas que forçosamente estão parados (sim, alguns são intimidados mesmo) e permitirão que possam chegar ao seu destino final.

A 2a, é entrar na base e liberar os tanqueiros! Os motoristas de caminhões-tanque estão em greve dentro de propriedades privadas, como a REPLAN (Refinaria de Paulínia), onde ficam as bases de um conglomerado de empresas de distribuição de petróleo. Que ninguém imagine um soldado “trepando na boleia” e dirigindo o “Bruto” de alguém. São esses motoristas – os que levam caminhões especificamente de combustíveis – que travam a saída dos produtos. Esses, estão exercendo o direito de greve dentro do recinto. Não se pode fazer nada, a não ser chegar em um acordo com eles.

A verdade seja dita: a causa é justíssima! O Modus Operanti, aí é outra discussão (em especial quando acontece a possibilidade de escassez de mantimentos). Mas por quê Michel Temer não desce do seu pedestal e aceita reduzir os impostos SEM TRANSFERÊNCIAS de carga tributária (que é o que foi proposto, e com redução de 15 dias apenas)? Cadê o bom senso das autoridades?

As consequências são graves: Transporte Coletivo suspenso no domingo e ponto facultativo na segunda-feira aqui na minha cidade, Jundiaí.

Eu, que sou proprietário, tomei medidas de contenção pessoais: gastar combustível? Neca. Só para emergências e necessidades inadiáveis.

Aliás, um verdadeiro pandemônio por aqui! O Etanol e a Gasolina acabaram no meio de semana, o Diesel S10 ontem e o Diesel Comum ainda tenho 1000 litros em estoque (obviamente, como as transportadoras estão paradas e as vans + camionetes novas não utilizam mais esse produto, chamado também de S500, era esperado que sobrasse).

Vendemos todos os nossos produtos ao preço da bomba aos nossos clientes, sem explorar nem ser oportunista, ao valor de: E – R$ 2,799, G – R$ 4,299, D – R$ 3,799 e S – R$ 3,899. Infelizmente, vimos relatos em nossa cidade de maus concorrentes que “sacanearam” os fregueses vendendo Gasolina a mais de R$ 6,00 e o Etanol a R$ 4,00. É necessário o consumidor lembrar que o produto não subiu nesses dias e o estoque vendido era o do preço normal.

Às 08h, vejo que, consultando os preços cadastrados à minha empresa (Auto Posto Harmonia) caso o produto chegasse hoje, estaria na bomba para venda a: E – R$ 2,899, G – R$ 4,354, D – R$ 3,679 e S – R$ 3,755.

ATUALIZADO – A última mensagem recebida às 08h30 da IPIRANGA (sou revendedor desta bandeira) diz que as bases continuam todas paralisadas, como aconteceu nos dias desta semana. Tudo imprevisível! Pode resolver a tarde, amanhã ou segunda-feira. O certo é: quanto mais tarde, pior!

Vista da REPLAN – Paulínia / SP

– Gaste-se o dinheiro público com responsabilidade.

Uma nação honesta e justa não pode ter corrupção (como foi na época do engodo com os crimes da gestão Lula / Dilma / PT); assim também um país dito “quebrado” (foi o presidente quem disse) não deve gastar dinheiro com luxos, vaidades ou coisas desnecessárias.

Essa opinião do amigo Quartarollo é perfeita. Abaixo:

– Como evitar o aumento do Diesel?

De Outubro a Dezembro, seguindo a equiparação de preços da Petrobrás estabelecida na gestão Temer, o Diesel já subiu 20,2%. Nesta semana, novo reajuste de 4,4% nas refinarias (a Gasolina, em 2021, já teve aumento de 13,4%).

A verdade é: com a alta dos preços dos alimentos, mais um aumento no frete é prejudicial à Economia (pois ele é repassado integralmente à comida). Desatrelar os reajustes com o parâmetro estrangeiro faz com que a estatal possa ter prejuízos. Assim… como resolver esse problema com os caminhoneiros, que ameaçam entrar em greve?

Mais sobre o aumento em: https://www.correiobraziliense.com.br/economia/2021/01/4902683-petrobras-anuncia-reajuste-de-5–na-gasolina-e-de-44–no-diesel.html

– A volta às Zonas Vermelha e Laranja se deve à (ao)…

Na minha opinião, a culpa do enriquecimento das medidas de isolamento se deve à parcela irresponsável de pessoas que contradiz os que estão se cuidando. Pense:

  • Precisa ir às festas clandestinas?
  • Precisa deixar de usar máscaras?
  • Precisa relaxar no uso de álcool?
  • Precisa ir a lugares de aglomeração?

A verdade é: a Segunda Onda da Pandemia de Covid, acompanhada de uma variante do vírus mais agressiva (7 vezes mais contagiosa), pegou todos de surpresa pela forma que foi. Com os caros hospitais de campanha desmontados em sua maioria, somada à falta de preocupação em prevenção de muitos, toda a sociedade (incluindo quem se previne e não comete atos irresponsáveis) é obrigada a passar por tal complicação social.

Em Manaus, por exemplo, nesta 6a feira já atingiu-se o número de 544 pessoas esperando internação, contaminadas por Covid-19 e à espera de leitos desocupados. No exercício de “achismo”, se as autoridades tivessem convencido as pessoas (e as pessoas, de maneira cidadã, fazendo sua parte) a se resguardarem, o processo de contágio seria mais lento e não saturaria o sistema hospitalar. E para que não ocorra isso em São Paulo, com pesar, somos obrigados a passar por novas restrições.

CUIDADO: muita gente está iludida imaginando que, por ter começado a vacinação, o “perigo acabou”. Nada disso! Leva-se 21 dias para a imunização e há a necessidade de 2a dose. Sem contar que a quantidade de doses ainda é tímida, se comparada com o tamanho do país. 

A nação que mais vacinou proporcionalmente até agora (população / doses) foi Israel: 10% do povo. Afinal, é de dimensão bem menor… Aceitemos que demora-se produzir para um planeta de bilhões de pessoas!

Vamos nos previnir!

– O que pensar dos Fura-Filas da vacinação? Enquanto isso, em Manaus…

Brasil afora, se vê espertalhões “furando a fila” para tomar a vacina contra a Covid-19. Médicos que foram “recém-formados” e nem trabalhando estão, profissionais da área da Saúde nomeados na véspera do início da campanha, ou, na maior cara-de-pau, políticos se apresentando para tomar a dose preventiva.

Como justificar isso? O que pensam esses oportunistas? Não têm empatia com as pessoas prioritárias?

Talvez não seja o fanatismo político, a ignorância ou a subserviência, mas sim o egoísmo que arrebenta a nação…

Enquanto isso, Manaus (que políticos não deixaram fazer o lockdown no final do ano, quando sugeriu-se), registrou 118 mortes por dia. Pessoas implorando oxigênio nos corredores e falta de leitos. Para se comparar, o Estado de São Paulo, bem mais populoso, registrou 236 mortes hoje pelo Novo Coronavírus.

Imaginou se o caos da Região Norte estivesse acontecendo em São Paulo, Rio de Janeiro ou até mesmo em Brasília? Talvez as providências das autoridades fossem mais rápidas.

– A solução para a crise é o número menor de prisões?

Ouviram essa?

“Para resolver o problema dos presídios é só prender menos, para que se tenha mais dignidade e espaço suficiente!”.

A frase foi dita por uma defensora pública (ouvi na rádio, só peguei o primeiro nome: Vivian), e se refere à situação caótica dos presídios brasileiros.

A solução da crise carcerária, então, é “prender menos”??????

Não seria melhor educar o povo, coibir a bandidagem, fazer campanhas anti-drogas, desestimular a corrupção e a desonestidade…?

A ideia é de, em prendendo menos, dar mais conforto aos presos. Respeito que exista direitos humanos, mas não se pode confundir quem está pagando o preço da criminalidade com um hóspede mimado. Aí não dá.

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Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– Dia D e Hora H?

“Grande” declaração do General Pazzuello, o Ministro da Saúde que um dia disse não entender a ansiedade das pessoas pela vacina…

Disse ele, questionado sobre os atrasos da vacinação em relação ao mundo, que aqui no Brasil ela ocorrerá no “Dia D” e na “Hora H”.

Pode?

É pra rir ou pra chorar?

– A Saída da Ford do Brasil!

Importar carros da Argentina para o mercado brasileiro: com essa decisão, a FORD, que já sinalizava que sairia do Brasil há tempos, concretiza sua vontade.

Nada de escolher um culpado exclusivo (no caso, o Governo Atual). A coisa é muito mais complexa.

Abaixo, extraído de: https://www.infomoney.com.br/negocios/ford-fecha-fabricas-anuncia-fim-da-producao-de-carros-no-brasil-em-2021-e-demite-mais-de-5-mil-funcionarios/?fbclid=IwAR2MgpIIFUQ-OQbAmcdj_avvsWF6tOLOQ6zFut9dGTWRzJFj8x8U0uloZDc

FORD ANUNCIA FIM DA PRODUÇÃO DE CARROS NO BRASIL

A Ford anunciou, nesta segunda-feira (11,) o fechamento de suas fábricas no Brasil, como parte do plano de reestruturação da empresa na América do Sul. Em nota, Jim Farley, presidente e CEO da Ford, afirmou que a decisão foi “muito difícil”, mas necessária para a criação de um negócio saudável e sustentável.

A assessoria de imprensa da Ford confirmou ao InfoMoney que serão encerradas as operações nas plantas de Camaçari (BA), Taubaté (SP) e da Troller (em Horizonte, CE) ainda em 2021. Também informou que as vendas dos modelos Ka, EcoSport e do Troller T4 serão interrompidas quando acabarem os estoques dos veículos.

A assessoria afirmou ainda que a montadora manterá apenas as fábricas na Argentina e no Uruguai na América do Sul, além do Centro de Desenvolvimento de Produto, na Bahia, o Campo de Provas, em Tatuí (SP), e sua sede regional em São Paulo. Os serviços de assistência ao consumidor seguem funcionando nas operações de vendas, peças de reposição e garantia para os clientes no Brasil.

Com a decisão, a empresa disse que vai demitir 5 mil funcionários no Brasil e na Argentina. A Ford não especificou quantas demissões serão feitas em cada país, mas afirmou que os brasileiros respondem pela maior parte dos desligamentos. A montadora declarou que vai trabalhar “em estreita colaboração com os sindicatos e outros parceiros no desenvolvimento de um plano justo e equilibrado para minimizar os impactos do encerramento da produção”.

“Estamos mudando para um modelo de negócios ágil e enxuto ao encerrar a produção no Brasil, atendendo nossos consumidores com alguns dos produtos mais empolgantes do nosso portfólio global. Vamos também acelerar a disponibilidade dos benefícios trazidos pela conectividade, eletrificação e tecnologias autônomas suprindo, de forma eficaz, a necessidade de veículos ambientalmente mais eficientes e seguros no futuro”, diz a nota divulgada pela Ford.

Crise na indústria automotiva brasileira?

Sergio Vale, economista-chefe e sócio da MB Associados, avalia que a indústria automotiva está passando por grandes desafios nos últimos anos, motivados tantos por fatores estruturais, como o menor desejo das pessoas por automóveis, até questões mais pontuais, como a crise econômica de 2015 e a pandemia.

“Na saída desta crise, especificamente, será certo o aumento da desigualdade de renda e a demora para a queda do desemprego. Haverá menos espaço para compra de automóveis no ritmo que se viu na primeira década do século. Por isso, continuaremos a ver reestruturações na indústria como nesse caso”, diz Vale.

Alex Agostini, economista-chefe da Austin Rating, comenta que a Ford já vinha sinalizando que pretendia encerrar a produção no Brasil. “Tanto que em 2019 a empresa encerrou as atividades da fábrica de caminhões no ABC Paulista, mas a pandemia acelerou a saída do país. É uma notícia extremamente ruim para o mercado brasileiro, não só por conta dos empregos diretos que a Ford gera, mas também pelos indiretos, por meio das empresas-satélite, como os fornecedores de autopeças. O impacto vai ser bem significativo”, diz.

Ainda que a Ford tenha mencionado 5 mil demissões, apenas a fábrica de Camaçari tem mais de 4 mil funcionários. Nas três fábricas brasileiras, são 5,3 mil. O governo da Bahia já procura uma nova dona para a fábrica, e está de olho nas empresas chinesas.

Agostini destaca ainda que a montadora deve passar a importar mais veículos para o Brasil de fábricas instaladas em países vizinhos, que possuem ambientes de negócio mais favoráveis que o brasileiro. “A Ford anunciou que vai continuar produzindo carros na Argentina, que tem custos menores de produção, principalmente porque nossos encargos trabalhistas e custos de energia são muito altos. Então, ela deve manter operações no Uruguai e Argentina e os carros da Ford devem passar a ser ainda mais importados desses países”, completa.

Para Milad Kalume Neto, diretor de novos negócios da consultoria automotiva Jato Dynamics, a decisão da Ford tem como principal objetivo manter operações que tenham finanças melhores – como as de Argentina e Uruguai. O grande complicador nas contas brasileiras são fábricas que não operam com capacidade plena, segundo ele.

“Argentina e Uruguai têm produções menores, então vemos uma maior acomodação em termos de volume. Não é mais necessário ter plantas no mercado brasileiro. A indústria automotiva não tem mais o volume das décadas anteriores, ainda que seja bastante relevante”, diz Kalume Neto, que acrescenta que o mercado automotivo brasileiro tem capacidade para produzir 5 milhões de veículos anualmente – mas a projeção de vendas internas de veículos novos está em cerca de 2,4 milhões para 2021. As demissões vêm acontecendo no setor há algum tempo.

A pandemia afetou o mercado automotivo principalmente entre março e abril de 2020 – mas o segmento já ensaiou uma recuperação no final do último ano. “Temos uma tendência satisfatória, então não creditaria essa decisão apenas à pandemia. A Ford vem perdendo fatia de mercado, com uma gama de lançamentos bastante desatualizada. Sim, ela ainda vende modelos como o Ka, mas é uma venda principalmente para a pessoa jurídica [como locadoras]. Não é uma venda tão lucrativa como a para a pessoa física.”

Decisão inédita

Em 2020, a Ford representou 7,4% do mercado de automóveis no Brasil, segundo dados da Fenabrave, entidade que representa as concessionárias de veículos.

O Ford Ka foi o 5º carro mais vendido no Brasil em 2020. Se somados os emplacamentos das versões hatch e sedã (Ka Plus) do Ka, o modelo teria sido o 2º mais vendido do país no ano passado. A marca torna a notícia ainda mais impressionante, já que é uma das primeiras vezes na história da indústria automotiva brasileira que uma montadora anuncia o fechamento da produção no país, mesmo com seus modelos figurando entre os top 5 mais vendidos no Brasil.

Ainda segundo os especialistas, o EcoSport, que também não será mais produzido em território nacional, foi um dos carros que inaugurou no Brasil e no mundo o conceito de SUV compacto – um dos modelos de maior sucesso de vendas na atualidade, não só no caso da Ford, como de outras montadoras.

Para Raphael Galante, economista que trabalha no setor automotivo há 14 anos e consultor na Oikonomia Consultoria Automotiva, apesar das sinalizações anteriores da Ford, conforme mencionou Agostini, uma decisão dessa magnitude não era esperada. “Havia uma série de conversas de concessionários e empresários com diretores da Ford sobre expansão, com a chegada de produtos como a van comercial Transit e o SUV Bronco. A impressão da indústria é que foi uma decisão de cima para baixo, vinda de Detroit [sede da montadora nos EUA] e que ninguém por aqui estava esperando”, afirmou.

Além disso, ele comenta que o impacto nas redes de concessionários será gigante. “São cerca de 350 concessionárias da Ford no país, que viram hoje seus negócios naufragarem. A grande maioria deles vende o Ka sedan e hatch e a EcoSport. Haverá um enxugamento radical dessas redes”, diz.

Em nota enviada à imprensa, o Ministério da Economia lamentou a decisão da Ford. “A decisão da montadora destoa da forte recuperação observada na maioria dos setores da indústria no país, muitos já registrando resultados superiores ao período pré-crise. O ministério trabalha intensamente na redução do Custo Brasil com iniciativas que já promoveram avanços importantes. Isto reforça a necessidade de rápida implementação das medidas de melhoria do ambiente de negócios e de avançar nas reformas estruturais”, diz o comunicado.

O que muda para o consumidor?

Para Kalume Neto, é difícil dizer se os preços dos carros da Ford irão subir e quanto. “Ficamos sujeitos à variação cambial e aos custos internacionais de logística agora. Ao mesmo tempo, temos um mercado extremamente competitivo para automóveis no Brasil. Não dá para colocar preços descolados da concorrência.”

Em termos de estoque, existe o risco de faltar veículos no curto prazo, até o fluxo proveniente de Argentina e Uruguai se estabelecer. “Pode haver um tempo de espera. Mas a tendência é termos veículos suficientes para o mercado em médio e longo prazo”, diz o diretor da Jato Dynamics. Vale lembrar o que o estoque de venda de veículos no país já está no menor nível da história.

Ações da Ford sobem em Nova York

As ações da Ford, listadas na Nyse, a bolsa de valores de Nova York, apresentavam alta de mais de 3% por volta das 17h20, em meio à queda dos principais índices acionários do mercado americano.

Andres Castro, analista de ações da Berkana Patrimônio, afirma que a receita gerada pela Ford na América do Sul vinha caindo ao longo dos últimos anos. “Já chegou a representar quase 10% em 2010 e hoje em dia não passa de 3% do total gerado pelo grupo. Além disso, a rentabilidade operacional das operações na América do Sul é muito volátil e baixa quando comparada à rentabilidade da unidade da América do Norte. Logo, como uma operação pequena e baixa rentabilidade, os investidores gostaram da medida”, comenta.

Apesar do ânimo dos investidores, com o fechamento das operações, a Ford prevê um impacto de aproximadamente US$ 4,1 bilhões em despesas não recorrentes, incluindo cerca de US$ 2,5 bilhões em 2020 e US$ 1,6 bilhão em 2021.

Próximos passos

A Ford seguirá atendendo a região com seu portfólio global de produtos, incluindo alguns dos veículos mais conhecidos da marca, como a nova picape Ranger produzida na Argentina, a nova Transit, o Bronco, o Mustang Mach 1, e planeja acelerar o lançamento de diversos novos modelos conectados e eletrificados.

“Os consumidores na América do Sul terão acesso a um portfólio de veículos conectados, e cada vez mais eletrificados, incluindo SUVs, picapes e veículos comerciais, provenientes da Argentina, Uruguai e outros mercados, ao mesmo tempo em que a Ford Brasil encerra as operações de manufatura em 2021”, disse a empresa em nota.

O InfoMoney contatou a Anfavea, a associação que representa as montadoras, mas a entidade apenas respondeu que não vai fazer comentários sobre a saída da Ford no Brasil. “Trata-se de uma decisão estratégica global de uma das nossas associadas. Respeitamos e lamentamos. Isso corrobora o que a entidade vem alertando há mais de um ano sobre a ociosidade local, global e a falta de medidas que reduzam o Custo Brasil”.

– Não quer a Coronavac? Então libera Pfizer, Sputinik, Moderna…

Que vergonha estamos passando. O mundo civilizado se vacinando, e nós, brasileiros, esperando as birras de Brasília se acalmarem!

Vejam só: dezenas de países tomando as diversas vacinas permitidas, e aqui ficamos no bla-bla-blá. Qual é a do presidente?

O pior é que as desculpas acabaram: Moderna e Pfizer nos EUA, por exemplo, já alcançaram mais de milhões de pessoas nos postos de saúde. A própria Pfizer, que se ofereceu inicialmente no Brasil, levou um chá de cadeira da ANVISA, enquanto era aprovada pelo FDA (que, cá entre nós, é mais gabaritado, não?).

Ontem: acima de 1100 mortos em nosso país. Mas “a gente está com pressa à toa”, como disse o Ministro-General não?

É a primeira vez que escreverei isso: saímos de um corrupto que era o Lula, passamos por uma mulher descabeçada que era a Dilma, aguentamos outro corrupto que era o Temer, e agora estamos com um maluco que é o presidente Bolsonaro. POBRE BRASIL… dá vontade de rasgar o título de eleitor!

E antes que os xaropes “babadores de ovo” de políticos questionarem, aqui em São Paulo sofremos com o vaidoso João Dória, que mete um revezamento imbecil de fases e tenta fugir para Miami.

– Inclusão Digital URGENTE!

Dr José Renato Nalini abordou um tema deveras importante: a necessidade de promover a inclusão digital como Política de Estado, devido às várias urgências!

Confira que visão importante, extraída de: https://renatonalini.wordpress.com/2020/12/28/era-da-inclusao-digital/

ERA DA INCLUSÃO DIGITAL

O mundo pós-pandemia será cada vez mais digital. A luta contra o coronavírus obrigou à tomada de providências drásticas, dentre as quais o confinamento da maioria das pessoas. Verdadeiro pânico se estabeleceu e nos primeiros meses observou-se o distanciamento social e um severo capítulo de medidas de higiene.
Aos poucos, o Brasil vai se acostumando com as seiscentas mortes diárias e mais de vinte mil novas contaminações. Isso significa que a epidemia continua e que teremos de conviver com ela nos próximos anos. Sem prejuízo da vinda de outras novas, associadas ao maltrato da natureza e à extinção da biodiversidade em todo o planeta.
Tal cenário impõe a absorção plena da cultura digital. Ela mostrou-se capaz de minorar os males decorrentes da peste. As aulas continuaram e a transmissão de conteúdo mostrou-se a tábua de salvação para milhões de estudantes. O contato virtual com familiares foi uma constante. As lives mostraram-se instrumento eficiente e idôneo de comunicação grupal. Ouvi de amigos conferencistas que nunca tiveram tanto auditório como nesses tempos.
Bancas para a arguição de dissertações e teses puderam funcionar. As compras online já eram exitosas e mostraram-se cada vez mais eficazes, assim como a movimentação financeira pelos bancos e demais instituições.
Isso evidencia a urgência de políticas sérias de inclusão digital de todos os brasileiros. Os millenials já dominam com desenvoltura as modernas tecnologias e descobrem funcionalidades de forma espontânea, desnecessária qualquer formação técnica específica. Eles podem ser de imensa serventia para treinar os adultos e aqueles da geração analógica, às vezes perdidos na parafernália dos mobiles.
Levar a inclusão digital a sério, como política de Estado, mas não condicionada a iniciativas de governo, é missão que se atribui a todo brasileiro lúcido e capaz de enxergar com acuidade a situação em que a Terra se encontra.
Todas as maiores empresas globais integram esse universo das tecnologias da comunicação e informação. O capital intangível da informação mostrou-se hábil a satisfazer a ânsia capitalista por amealhar fortunas e por dominar uma sociedade mundial cosmopolita, que aspira ter acesso ao que é mais atual e mais contemporâneo em termos de mercado.
Uma nação com desenvolvimento assimétrico, na verdade periférica em grande parte e emergente – talvez a mais atrasada dentre as BRICs – precisa imergir nessa cruzada de treinamento da cidadania, com empenho, garra e audácia.
A Quarta Revolução Industrial mudou profundamente a sociedade e os países que ficarem na rabeira dificilmente alcançarão aquelas que tomaram a dianteira. Não há progresso per saltum, o que significa a necessidade de percorrer todas as etapas do processo, mas em ritmo bastante acelerado.
Os municípios, entidades da Federação brasileira, precisam ser inteligentes e tentar suprir a ausência de planejamento que caracterizou o desordenado crescimento e a insensata conurbação que caracteriza grande parte do território brasileiro. As escolas não podem se resignar a transmitir conhecimento convencional, mas têm de entrar para valer no mundo digital. Ensinar os alunos a extrair consequências úteis para o uso híbrido de múltiplas tecnologias. Aprender programação. Criar aplicativos para a resolução de problemas aparentemente insolúveis.
Com a desenvoltura que os millenials têm, eles poderão se converter em tutores dos adultos. Nunca mais se poderá dispensar esse uso benéfico da internet, que multiplicou a produtividade de um setor emperrado e constantemente acusado de lentidão, que é o Judiciário. Os bancos e instituições financeiras já não dependem de comparecimento de seus clientes a sedes que serão drasticamente reduzidas e o PIX está aí, para facilitar ainda mais as coisas.
Tudo pode ser feito pelas redes sociais, que precisam ser instrumentos civilizatórios e abandonar esse desvio nefasto da produção de fake News e de disseminação de discórdia, ira, ódio e violência verbal.
Não se espere que governo seja o condutor de um processo que deve inspirar empresários e empresas, ONGs, Universidade, educadores e escolas, organizações, clubes, associações, entidades e pessoas físicas providas de empenho em transformar – para melhor – este sofrido Brasil.
Talvez chegue um dia em que até a vetusta Justiça venha a se comover e promova eleições pela internet, poupando recursos escassos, tempo e a obrigação de trabalho escravo requisitado à cidadania, assim como o uso de dependências privadas, numa grande e perigosa aglomeração de pessoas em plena crise da Covid19.
Já possuímos toda a estrutura para colher a manifestação da cidadania pelos seus mobiles. Com grande ganho em eficiência e rapidez, sem a invocação falaciosa de que uma eleição digital é mais perigosa do que a eleição convencional.
Inclusão digital movimenta a economia e habilita as pessoas ao exercício pleno de uma cidadania que foi prometida, mas que não virá como dádiva estatal, senão como conquista de quem quer participar dos destinos de sua Pátria e não ser massa de manobra para interesses nem sempre claros, nem sempre os mais legítimos.

_ José Renato Nalini é Reitor da UNIREGISTRAL, docente da Pós-graduação da UNINOVE e Presidente da ACADEMIA PAULISTA DE LETRAS – 2020-2021.

Imagem extraída da Web, autoria desconhecida.

– Índice Big Mac mostra empobrecimento da população.

A última divulgação do índice Big Mac (saiba mais abaixo) mostrou: o brasileiro está 16% mais pobre!

Extraído de: https://jovempan.com.br/opiniao-jovem-pan/comentaristas/samy-dana/pelo-indice-big-mac-brasileiro-esta-mais-pobre.html

ÍNDICE BIG MAC MOSTRA BRASILEIRO MAIS POBRE

Para fazer o cálculo, pega-se o preço do Big Mac aqui no Brasil ou em outro país e se divide pelo preço do Big Mac nos Estados Unidos, o país da moeda de referência

por Samy Dana

O que aconteceu com a economia brasileira durante a pandemia? O brasileiro está mais rico ou mais pobre? E em relação aos demais países? Para ter uma resposta, vamos apelar a um Big Mac. O sanduíche do McDonald’s é usado pela revista britânica “The Economist” desde 1986 para comparar o custo de vida nos países e se a sua moeda está valorizada ou desvalorizada em relação ao dólar. O princípio é o da paridade do poder de compra, teoria econômica que prevê que as taxas de câmbio de um país tendem a se desvalorizar na mesma proporção do aumento do preço de um determinado produto que, no caso, é um Big Mac.

De início, pode parecer complicado, mas é uma conta simples: pega-se o preço do Big Mac aqui no Brasil ou em outro país e se divide pelo preço do Big Mac nos Estados Unidos, o país da moeda de referência. Medir dessa maneira o poder de compra é possível porque o sanduíche da rede americana é feito de modo padronizado, com os mesmos ingredientes, dois hambúrgueres, alface, queijo e cebola, etc, não importa o país. Se a receita é padrão, também deviam ser os preços. Isto é, o Big Mac devia custar o mesmo em todo lugar. Mas não custa, porque o aluguel da loja, salários dos funcionários e publicidade, entre outros custos, mudam de país para país.

Big Mac
Brasil R$ 20,90
EUA US$ 5,71

Dólar
20,91 ÷ 5,71 US$ 3,66
Dólar em 7/2020 US$ 5,34
Diferença +31,5%

No Brasil, em julho, um Big Mac custava R$ 20,90. Nos Estados Unidos, custava US$ 5,71. Convertido o preço em reais pelo preço americano, dá US$ 3,66. Esse deveria ser o valor do dólar no Brasil. Só que neste mesmo o mês o dólar estava em R$ 5,34, próximo do patamar atual, aliás. Ou seja, custava 31,5% a mais do que o valor ideal. O que permite dizer que é o percentual em que o real estava subvalorizado em relação à moeda americana. Nosso poder de compra é menor na mesma proporção. Como em janeiro a diferença estava em torno de 15%, dá para dizer que o poder de compra do brasileiro caiu 16 pontos percentuais em seis meses.

– Bambu

Entre o bambuzal do trecho entre Itatiba e Morungaba, nuvens de chuva se aproximam.

Como tem sido praxe nos últimos dias, lá vem água…

#FOTOGRAFIAéNOSSOhobby

– A “bandeira 2” da Energia Elétrica.

No auge da pandemia, o Governo Bolsonaro reduziu a tarifa de energia elétrica, já que o consumidor residencial estava gastando mais por ficar em casa.

Leio que a tarifa de Energia Elétrica vai passar para a tarifação “Bandeira Vermelha 2”! Confesso que não sabia que existia algo além da Bandeira Vermelha…

O resumo de tudo isso é: “não existe almoço grátis”: reduziu-se naquela oportunidade e agora desforra-se tudo de uma vez…

– O resultado final do Processo Eleitoral 2020

E os resultados das Eleições 2020?

Nenhuma surpresa no 2o turno. Talvez a única: os institutos de pesquisa que não fizeram a sondagem de boca de urna. Seria medo de errar?

O detalhe é: o número de abstenções (pessoas preocupadas com a pandemia) e o dos votos brancos e nulos (desacreditados com a política) foi em alguns municípios maior que o vencedor.

Isso é um fator preocupante…

– As pessoas acima de 50 anos aumentam a presença em universidades!

Um número bom, mas que pode ser alarmante também: as instituições de ensino estão recebendo alunos mais velhos, que quando jovens não tiveram oportunidade para estudar. Por outro lado, fica a questão: os jovens de hoje estão priorizando o Estudo (ou só o farão quando mais idosos)?

Abaixo, extraído de: https://www1.folha.uol.com.br/educacao/2018/11/faculdades-do-pais-recebem-cada-vez-mais-alunos-acima-dos-50-anos.shtml

FACULDADES DO PAÍS RECEBEM CADA VEZ MAIS ALUNOS ACIMA DOS 50 ANOS

Em 2017, 73 mil estudantes nessa faixa etária entraram no primeiro ano do ensino superior

Por Elaine Granconato

Universidade não é lugar só para jovens, mas também para a turma dos cinquentões para cima. Em 2017, 73.048 alunos com 50 anos ou mais ingressaram no primeiro ano do ensino superior no país, dos quais, 62% optaram pelo ensino a distância, modalidade que tem despertado interesse dos estudantes nos últimos anos.

O levantamento é do Quero Bolsa, plataforma na internet para inclusão de estudantes no ensino superior. A empresa se baseou no Censo de Educação Superior 2017, realizado anualmente pelo Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais), órgão ligado ao Ministério da Educação, e divulgado recentemente.

De 2010 a 2017, o número de alunos com 50 anos ou mais que entraram em faculdades cresceu 73,6%. Se observadas as modalidades de ensino, o a distância registrou alta de 162% entre este público no período, contra 9,82% do presencial.

Desde 2014, ano em que o governo federal reduziu a oferta de vagas no Fies (Fundo de Financiamento ao Estudante), tem caído o número de alunos nessa faixa etária em cursos presenciais. Dos 73.048 universitários acima de 50 anos inscritos no primeiro ano no ano passado, 37,5% representaram essa modalidade.

MAIS FLEXÍVEL

Para Marcelo Lima, diretor de relações institucionais do Quero Bolsa, o ensino a distância, realizado pela internet, tem despertado o interesse do público acima de 50 anos por vários motivos, entre os quais, a flexibilidade do tempo e o preço mais baixo. “O aluno pode escolher o melhor horário para estudar em sua casa, além do que, em média, o valor cai 65% no valor da mensalidade”, afirma Lima.

Afrânio Mendes Catani, professor da Faculdade de Educação da USP, diz que, a rigor, não é favorável ao ensino a distância. “Se for como primeira graduação, então, acho condenável”, afirma. Mas, para os estudantes acima de 50 anos, pode ser uma opção aceitável. “Nos casos daqueles que já têm outras graduações ou mesmo visam uma aposentadoria com valor mensal melhor. Até por satisfação pessoal.”

O MEC afirmou que apoia a educação a distância e diz que a ideia é democratizá-la. Disse que ela é inclusiva e propicia a inserção de tecnologia e novas ferramentas de aprendizagem.

SONHO DE JUVENTUDE

O fim de ano será para lá de especial para Jucineide Farias da Cruz, 54 anos, moradora no Jardim Helena (zona leste). Após décadas de luta, realizará finalmente o sonho da conquista do diploma em pedagogia.
Nascida em Tucano, distante 252 km de Salvador (BA), a ex-funcionária do Mappin, entre outros empregos, concluirá a graduação presencial na Universidade Cruzeiro do Sul em São Miguel Paulista (zona leste).

Seu TCC (Trabalho de Conclusão de Curso) será sobre dificuldades de aprendizagem. Mãe de quatro filhos, entre 18 e 26 anos, ela conciliou trabalho e estudo, incluindo um estágio obrigatório em escola municipal, ao longo dos últimos três anos.

“Sempre tive uma vida difícil financeiramente, com pais de origem humilde”, diz Jucineide, ao contar que, aos 19 anos, se viu obrigada a trancar o curso de economia, ainda no segundo semestre.

Mais velha da turma de pedagogia, Jucineide já tem planos futuros. “Quero dar aulas para crianças de educação infantil”, afirma a futura pedagoga, que acaba de ter a notícia que será avó em junho de 2019.

DIREITO A DISTÂNCIA

Ao longo da vida foram 19 profissões, entre marceneiro, torneiro mecânico, soldador e pintor, mas, futuramente, o hoje aposentado Vanderlei Sasso, 72 anos, morador na Vila Esperança, na Penha (zona leste), terá uma mais que especial: advogado.

Para isso, basta concluir o curso de direito na Unip, onde está matriculado no ensino a distância. Ele faz o quinto semestre, ou o terceiro ano de graduação.

O gosto pela área de direito entrou em sua vida quando teve de provar – e provou – a união estável, ao longo de 26 anos, de sua mãe, América Leandro Sasso, com seu padrasto. Foram idas e vindas na Defensoria Pública, segundo Sasso, pai de quatro filhos e avô de sete netos.

Já a opção pelo ensino a distância foi por conta da mãe, hoje com 91 anos. “De casa, consigo cuidar dela e estudar com as aulas que recebo e vejo pelo computador”, diz o mais experiente da turma, que, pelo menos uma vez por semana vai até o campus da faculdade.