Fiat celebra 50 anos no Brasil com modelos que marcaram gerações e revolucionaram o mercado. #Linkezine 🚗 O post Fiat 50 anos: os carros que viraram…
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O Brasil é absurdamente criativo (inclusive os bandidos).
Olhe que absurdo: criaram um falso estacionamento no Butantã para roubar os carros!
Abaixo:
Puxa, eu era moleque quando o ator Gerson Brennner sofreu um tiro. Me recordo da comoção nacional, e sobre a preocupação se sobreviveria. E sobreviveu, com sequelas.
Que possa descansar em paz.
PGR denuncia Silvio Almeida ao STF em caso envolvendo Anielle Franco. Processo segue sob sigilo e gera repercussão política. #Linkezine ⚖️ O post …
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Vamos recuperar o Brasil?
Estive hoje, em nome do Sebrae, na Penitenciária 3 de Franco da Rocha, orientando os reeducandos de lá a buscarem pelo Empreendedorismo o Trabalho Honesto e a dignidade.
A tarefa é árdua, mas vale a pena mudar a Sociedade pela Educação.
Muitos dizem que o nosso país está dividido meio-a-meio em Bolsonaro e Lula, dando os exemplos das torcidas contra e a favor a Neymar e a Wagner Moura.
Discordo. Não é 50-50, mas partes do Brasil. Há muita gente que não quer nem um, nem o outro (e com bons argumentos).
Não tem problema você ser um ou outro (ou qualquer que seja). O problema é o fanatismo.
Em: https://youtu.be/sdKErdB1XrI?si=-M02zctpuDZyiRmX
É sabido que o combustível deve subir devido ao conflito do Oriente Médio. Mas a gasolina ainda não chegou mais cara nas distribuidoras.
Só que muitos donos de postos…
Em: https://youtu.be/uUCukyxoH4g?si=MHLRqoD6_hJpNCrH
A história conta que uma das cabeças mais inteligentes do nosso país foi Ruy Barbosa. Em discurso no Senado da República, ainda no Rio de Janeiro, em 17/12/1914, imortalizou tal verdade:
“De tanto ver triunfar as nulidades, de tanto ver crescer a injustiça, de tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar da virtude, a rir-se da honra e a ter vergonha de ser honesto.”
Uma verdade que perdura até nossos dias. Mais do que isso: que retrata o Brasil de mais de 100 anos atrás e o de hoje – com perfeição, infelizmente!
Calma, não é nenhuma lei atual. Foi no tempo do presidente Getúlio Vargas, onde o governante decretou que o futebol “não era condizente para senhoras que seriam futuras mães”. As que insistiam, eram rotuladas de “grosseiras e mal-cheirosas”. E como o futebol feminino está em alta nos últimos dias com a Copa do Mundo da modalidade, vale relembrar o fato!
Abaixo, material da Folha de São Paulo (25/05/2003 – 12h06)
FUTEBOL FEMININO PROBIDO NO BRASIL NA ÉPOCA VARGAS
por João Carlos Assunção
Futebol no Brasil não é como nos Estados Unidos, na China ou na Noruega. No país pentacampeão do mundo, o espaço reservado à mulher tem sido a beira do gramado, onde pode trabalhar como animadora de espetáculo.
No campo, com a bola nos pés, é difícil cavar um lugar. A modalidade, afinal, não pegou como em outros países. Os obstáculos para a prática do futebol feminino no Brasil continuam muito grandes.
Foi para detectar essas barreiras que o pesquisador Eriberto Lessa Moura, 37, mestrando em estudos do lazer pela Faculdade de Educação Física da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas), resolveu debruçar-se sobre as origens do esporte no país.
“Desde o início, as dificuldades para a mulher [jogar futebol] foram grandes, mas elas se tornaram ainda maiores durante o Estado Novo [período do governo Vargas entre 1937 e 1945]“, disse Moura à Folha, por telefone.
Em 1937, Getúlio Vargas se antecipou à eleição que aconteceria no ano seguinte e desencadeou um golpe de Estado, implantando uma nova Constituição e uma ditadura, que duraria até 1945.
No período, aprofundou o vetor centralizador do Estado, criando o Departamento de Administração do Serviço Público, o Dops, espécie de polícia política, e o Departamento de Imprensa e Propaganda, dedicado à censura e à exaltação dos feitos do governo.
Na área esportiva, a história não foi diferente. Criou leis para o setor e passou a controlá-lo com mão-de-ferro. “Foi aí que a pressão para as mulheres se afastarem do futebol aumentou muito. Elas deveriam se limitar a praticar esportes que o governo considerasse condizentes com suas funções de mães ou futuras mães.”
Leonardo Pereira, autor de “Footballmania”, livro sobre as origens do futebol no Rio, concorda com o colega. “A visão que temos, que faz do futebol um jogo essencialmente masculino, foi construída historicamente, fruto de um amplo movimento que, desde o final dos anos 30, tratou de atacar a participação feminina e construiu a idéia de que o jogo não seria adequado às mulheres.”
O Estado Novo criou o decreto 3.199, que proibia às mulheres a prática de esportes considerados incompatíveis com as condições femininas. Segundo Moura, o futebol estava incluso entre eles, ao lado de halterofilismo, beisebol e de lutas de qualquer natureza.
Quando o decreto foi regulamentado pelo regime militar (1964-1985), em 1965, o futebol feminino foi proibido no Brasil. Só 16 anos depois foi revogado pelo Conselho Nacional do Desporto.
Mas, muito antes disso, o futebol no Brasil já era um esporte eminentemente masculino. A mulher que o praticasse era vista com preconceito, já que a trajetória da modalidade no país foi diferente da vivida pelos homens.
De acordo com a pesquisadora Heloísa Bruhns, autora de “Futebol, Carnaval e Capoeira – Entre as gingas do corpo brasileiro”, enquanto os homens da elite começaram a praticá-lo no final do século 19 em São Paulo e no Rio, o grupo feminino que aderiu à prática do futebol era pertencente às classes menos favorecidas.
Do preconceito social ao esportivo teria sido um passo. Segundo Bruhns, mulheres que jogavam eram consideradas “grosseiras, sem classe e malcheirosas”.
Às mulheres da elite cabia o papel de torcedoras. “As partidas de futebol [masculino] eram um evento da alta sociedade e as mulheres se arrumavam para ir assistir aos jogos”, afirmou Moura.
Mas, com o passar dos anos, o preconceito chegou às arquibancadas -e a violência também- e até lá a mulher perdeu espaço.
Como disse a professora Heloísa Reis, estudiosa do comportamento das torcidas em estádios de futebol, “quando as mulheres participam das organizadas, elas tendem a adotar o comportamento agressivo masculino, o que talvez seja uma tática para ser aceita mais facilmente pelo grupo”. E, no final, só serve para aumentar o estereótipo e o preconceito contra a mulher no futebol.
A média mundial de jovens entre 25 a 34 anos de idade que possuem um diploma de nível superior é de 48%, segundo a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico.
No Brasil, estamos na METADE da média: 24%, atrás de muitos países vizinhos: Colômbia (35%), Chile (41%) e Peru (50%).
O índice mais alto hoje é da Coreia do Sul (que desde a Revolução Educacional conseguiu números expressivos): 70%!
EDUCAÇÃO DE NÍVEL SUPERIOR NO BRASIL: OS NÚMEROS QUE ALERTAM
Por Antonio Carlos Neves Estela.
O Brasil enfrenta um desafio estrutural crítico para o seu desenvolvimento: o acesso ao ensino superior. De acordo com dados recentes, apenas 24% dos jovens adultos brasileiros (25-34 anos) possuem um diploma de graduação. Esse índice é exatamente metade da média dos países da OCDE, que é de 48%, e coloca o país em uma posição de desvantagem competitiva em relação a líderes globais como a Coreia do Sul, onde 70% dessa população concluiu o nível superior.
Mesmo quando olhamos para os nossos vizinhos na América Latina, o cenário é de alerta. O desempenho brasileiro é inferior ao de países como Peru (50%), Chile (41%) e Colômbia (35%). Embora o Brasil supere o índice da Argentina (19%), os números mostram que ainda estamos atrás de economias regionais que têm investido de forma mais acelerada na formação acadêmica de sua juventude.
Apesar do atraso, há sinais de progresso que merecem destaque. A taxa de escolaridade superior no Brasil cresceu 8 pontos percentuais desde 2013, quando era de apenas 15,8%. No entanto, esse crescimento é desigual dentro do próprio território nacional: enquanto as regiões Sudeste, Sul e Centro-Oeste apresentam indicadores acima da média nacional, todos os estados da região Nordeste figuram abaixo desse patamar.
Outro ponto relevante é a disparidade de gênero na educação. No Brasil, assim como na maioria dos países, as mulheres estão mais presentes no ensino superior do que os homens. No triênio mais recente, a taxa de escolaridade de nível superior entre as mulheres de 25 a 34 anos foi de 28,2%, enquanto entre os homens o índice foi significativamente menor, atingindo 20,7%.
Nos últimos anos, a Educação a Distância é o caminho que mais tem contribuído para o avanço do número de pessoas com graduação em nosso país. Além disso, várias pesquisas apontam para grandes ganhos salariais para os egressos de cursos a distância. Nesse sentido, em vez de restringir o acesso a esse formato de ensino, as políticas públicas devem valorizá-lo e fomentar o aumento da qualidade independente de formato de oferta (presencial, semipresencial ou a distância).
Para finalizar, é importante lembrar que a taxa de conclusão dos cursos de graduação é o indicador mais utilizado para comparações internacionais de escolaridade e reflete o potencial de inovação e produtividade de uma nação. Para que o Brasil possa competir de igual para igual no cenário global, é urgente continuarmos a trajetória de crescimento desses índices, focando em reduzir as desigualdades regionais que ainda travam o nosso potencial educativo.
Dia triste do Brasil: em 16 de março de 1990, Fernando Collor de Melo congelava a poupança (e o Overnight também). Decretava feriado bancário e deixava malucos os cidadãos.
Um dia antes, no Jornal Nacional, Zélia Cardoso, a Ministra da Economia, dizia “se eu tivesse dinheiro para guardar, deixaria na poupança”.:
Enganou todo mundo…

Deputada Erika Hilton pede investigação do apresentador Ratinho após falas consideradas transfóbicas em programa de TV. #Linkezine 🏛️ O post Erika …
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Quer dizer que Vorcaro levou juízes do Supremo Tribunal Federal e o Chefe da Polícia Federal para degustar Whisky em Londres?
Isso que é “se garantir”… sem contar que a advogada é a esposa de um deles.
Câmara aprova projeto que exige monitoramento eletrônico para agressores em casos de violência doméstica e amplia proteção às vítimas. #Linkezine ⚖️ …
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Que imagem espetacular!
A Zona Urbana de Manaus versus a Floresta Amazônica:
Isso é Brasil… Lamentável!
Andressa Urach declara desejo antigo de atuar no Congresso e avalia filiação partidária. Debate sobre novas candidaturas ganha força. #Linkezine 🗳️ …
Original em: Andressa Urach sinaliza entrada na política e amplia debate sobre novas candidaturas

A prisão de Adilsinho atinge o núcleo da contravenção no Rio e amplia o cerco à máfia do cigarro ilegal. #Linkezine 🚨 O post Queda de um nome …
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Estamos em tempos “diferentes”, “complicados” e “alterados”. Li em algum lugar, e não consegui achar o autor, mas é verdade:
“Estamos numa época em que esclarecidos e sensatos devem ficar quietos para não ofender os ignorantes e radicais”.
E não é verdade? Haja paciência para discutir educadamente com quem não quer entender e vem com “pedras na mão”!

Dizem que o Brasil só começa depois do Carnaval. Então nessa 4ª feira, enfim, será o primeiro dia útil?
Tomara!
Quem decretou que é feriado no Carnaval?
Carnaval, por incrível que possa parecer, é dia útil de trabalho. Conceder folga ou não depende do patrão (ou se o município que você reside assim entender)
E aí? Vai peitar os foliões?
Não dá… é Custo-Brasil!
Extraído de: http://www.guiatrabalhista.com.br/tematicas/carnaval.htm
LEGISLAÇÃO
A Lei nº 9.093/95, que dispõe sobre feriados civis, estabelece que sejam feriados somente aqueles declarados em Lei Federal ou Estadual, quando se tratar da data magna do Estado.
São considerados também feriados religiosos os dias de guarda conforme o costume ou tradição local declarados em Lei Municipal, os quais não poderão ser em número maior do que 4 (quatro) dias no ano, já incluso neste, a sexta-feira da paixão de acordo com o art. 2º da referida lei.
Não obstante, a Lei nº 10.607/2002, que dispõe sobre os feriados nacionais, alterou o art. 1º da Lei nº 662/49, concomitante com a Lei 6.802/80, estabelecendo que sejam feriados nacionais os dias:
1º de janeiro → (Confraternização Universal – Ano Novo);
Sexta-feira da Paixão → Data móvel (art. 2º da Lei nº 9.093/95)
21 de abril → (Tiradentes);
1º de maio → (Dia do Trabalho);
7 de setembro → (Independência do Brasil);
12 de outubro → (Nossa Senhora Aparecida);
2 de novembro → (Finados);
15 de novembro → (Proclamação da República); e
25 de dezembro → (Natal).
ENTENDIMENTO
Com base na legislação não há dúvidas quanto aos feriados nacionais uma vez que estão expressos em Lei Federal.
Quanto aos demais feriados que a Lei Federal outorga aos municípios, há que se verificar quais os feriados municipais estão expressos em lei, limitados ao total de 4 (quatro) feriados no ano.
Partindo desse pressuposto, se não houver uma lei municipal estabelecendo que o carnaval seja feriado, o trabalho neste dia será normal e o não comparecimento ao trabalho, acarretará prejuízos salariais ao empregado. Haverá prejuízo da mesma forma no caso da quarta-feira de cinzas.
Normalmente temos os possíveis feriados determinados por lei municipal, observado o limite acima, os quais podem variar dependendo dos respectivos costumes ou tradições de cada região:
Corpus Christi → Data móvel
Aniversário da Cidade → Data determinada pelo município
Carnaval → Data móvel
Padroeiro(a) da Cidade → Data determinada pelo município
Outros → Data determinada pelo município.

Imagem extraída de: Freepik
Eu fico pasmo em ver gente discutindo sobre “gostar ou não do Carnaval”.
Quem gosta, brinque. Quem não gosta, assista um filme, faça uma viagem, descanse, curta a família ou trabalhe.
Ninguém precisa brigar por isso.
Uma humilde opinião, em: https://youtu.be/DIxMgv78Dew?si=TL8VT_KkN0hDS0q-
Revisar pneus antes do Carnaval reduz riscos e garante viagem mais segura nas rodovias. Segurança começa pelo chão. #Linkezine 🚗 O post Carnaval na …
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Caso em SP reacende alerta sobre excesso de cloro em piscinas e riscos à saúde. Especialista orienta cuidados preventivos. #Linkezine 🏊 O post …
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Já perceberam o número de pessoas que fazem críticas ou elogios nas Redes Sociais, completamente desenganadas sobre o que leram, ou o que não leram?
Vejam só: a pessoa vê um título no Twitter, Facebook ou imagem no Instagram, e começa a escrever muita coisa sobre ele sem ler o corpo do texto. Ou ainda lê parte apenas e não termina. Ou lê e não entende nada!
Sobre esses casos de Analfabetismo Funcional (e quem tem, muitas vezes não se envergonha de mostrar com seus escritos mal redigidos),
extraído de: https://brasilescola.uol.com.br/gramatica/analfabetismo-funcional.htm
ANALFABETISMO FUNCIONAL
Você sabe o que é analfabetismo funcional?
São chamados de analfabetos funcionais os indivíduos que, embora saibam reconhecer letras e números, são incapazes de compreender textos simples, bem como realizar operações matemáticas mais elaboradas. No Brasil, conforme pesquisa feita pelo Instituto Pró-Livro, 50% dos entrevistados declararam não ler livros por não conseguirem compreender seu conteúdo, embora sejam tecnicamente alfabetizados. Outra pesquisa, realizada pelo Instituto Paulo Montenegro e pela Ação Educativa, revelou dados da oitava edição do Indicador de Analfabetismo Funcional, o Inaf, cujos resultados são alarmantes.
De acordo com o Inaf, a alfabetização pode ser classificada em quatro níveis: analfabetos, alfabetizados em nível rudimentar (ambos considerados analfabetos funcionais), alfabetizados em nível básico e alfabetizados em nível pleno (esses dois últimos considerados indivíduos alfabetizados funcionalmente). Conforme a pesquisa, que aplica um teste avaliando as habilidades de leitura, escrita e Matemática, o domínio pleno da leitura vem sofrendo queda entre todos os entrevistados, tendo eles concluído o Ensino Fundamental ou o Ensino Superior. Os dados mostram que o problema do analfabetismo funcional deve ser levado a sério, pois a dificuldade de compreensão dos gêneros textuais, mesmos os mais simples e mais acessados no cotidiano, prejudica o desenvolvimento intelectual, pessoal e profissional do indivíduo.
Embora o número de analfabetos tenha diminuído no Brasil nos últimos quinze anos, o analfabetismo funcional ainda é um fantasma que atinge até mesmo estudantes que frequentam o ensino superior, desfazendo o mito de que ele estaria intrinsecamente relacionado à baixa escolaridade. As pesquisas desenvolvidas sobre o índice de analfabetismo funcional no país são de extrema importância, já que promovem o debate entre diversos grupos sociais responsáveis por desenvolver um novo parâmetro educacional a partir da discussão das causas e efeitos do Inaf.
Desenvolver métodos que priorizem o letramento é fundamental para que o analfabetismo funcional seja superado, e para isso é inquestionável a importância do trabalho conjunto entre pais e professores. Engana-se quem acredita que cabe somente à escola o papel de alfabetizar e letrar, visto que o letramento é uma prática presente em diversas situações do cotidiano, envolvendo não apenas a leitura tecnicista de textos, mas também o desenvolvimento da criticidade e capacidade de elaborar opiniões próprias diante dos conteúdos acessados. A aprendizagem deve ser universalizada, propiciando assim que todos os leitores atinjam o nível pleno da alfabetização funcional.
Por Luana Castro
Graduada em Letras

Imagem extraída de: https://www.calstate.edu/impact-of-the-csu/teacher-education/educator-quality-center/featured-news/Pages/Teachers–Your-Feedback-Matters.aspx
“Enquanto o país para, a Embratur libera verba para a Acadêmicos de Niterói ter samba-enredo prol governo…”
Gleisi Hoffmann e Lindbergh Farias foram flagrados aos beijos em bloco de rua no Rio após presença na Sapucaí. #Linkezine 🎉 O post Entre blocos e …
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Ah, Brasil… lamentável…
Estamos jogando fora nossas Terras Raras?
Exportamos a matéria-prima e a “recompramos” refinada, através de outros produtos?
Em meio à multidão do Carnaval, policiais disfarçados de ETs usaram criatividade para prender suspeito no Ibirapuera. #Linkezine 👽 O post Entre …
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É muita bet no mercado… sou do tempo em que a Coca-Cola e as Casas Bahia (1990/2000) dividiam a conta da liderança do mercado publicitário.
Os tempos mudaram… Veja abaixo, no gráfico:
Da Roma Antiga ao Rio de Janeiro, a História mostra que quando o Estado falha em proteger e integrar, a sociedade entra em colapso. #Linkezine 🏛️ O …
Quando o pão acaba, o circo desmonta: cidades partidas e o aviso da História

Novo edital nacional apoia pesquisas sobre envelhecimento e longevidade no Brasil. #Linkezine 👵📚 O post Pesquisa sobre longevidade ganha fôlego com…
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Caso Orelha avança e revela suspeitas de intimidação para interferir na investigação. #Linkezine 🐾 O post Morte de Orelha expõe bastidores de poder,…
Continua em: Morte de Orelha expõe bastidores de poder, silêncio e intimidação

Tutty Vasques foi bem em seu tuíte!
Sobre o raio na passeata de Nikolas Ferreira, escreveu:
“A Ciência é taxativa: não existe raio de direita e raio de esquerda, raios não têm orientação político-ideológica. Parece óbvio, né? (…)”.
Perfeito. Independente de quem é Lula, Bolsonaro ou nenhum dos dois, não se festeje um raio que pode vitimizar dezenas de pessoas.
E 24 anos depois de matar a esposa, Sérgio Nahas, outrora poderoso, foi preso.
E dessa maneira melancólica…