– A Polêmica de Eurico Miranda e os árbitros gays

E o presidente do Vasco da Gama polemizou: em entrevista à Antônia Fontenelle em seu canal no YouTube, disse que é contra árbitros gays:

“Eu não sou contra o gay. Me manifestei no futebol sobre isso por ser contra árbitro gay. Isso desde lá atrás. Motivo de eu ser contra? Não tenho nada contra o gay. Agora, contra a bicha, a bicha extrovertida e toda cheia de coisa… (…) Eles tendem a favorecer o parceiro ou querer namorar alguém”.

Xi… e se for mulher como árbitra ou bandeirinha? Não há jogador que quer namorar a juíza ou vice-versa? Ou a ética do profissionalismo de Eurico só vale para “paqueras homoafetivas”?

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– Treinadores demitidos podem ser substituídos!

A respeito da nossa postagem sobre treinador que, quando demitido, só pode ser substituído por outro depois do clube pagar as dívidas trabalhistas (vide em: http://wp.me/p4RTuC-hYV), uma consideração importante do Dr João Guilherme Maffia, a qual compartilho:

“Senhores, meu escritório representa o Sindicato dos Treinadores Profissionais de Futebol do Estado de São Paulo, e informo-lhes que o parágrafo 2 do artigo 25 do Regulamento do Paulistão foi declarado sem efeito pela Justiça do Trabalho, em uma ação que distribuimos buscando resguardar os Direitos dos treinadores. Agora os técnicos no Campeonato Paulista podem atuar onde e quiserem”.

Desconhecia sobre isso, e creio que muitos também. Agradeço e publico.

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– Análise Pré-Jogo para a Arbitragem de Paulista x Atibaia, Rodada 3 do Paulistão da A3

Rodrigo Batista da Silva, 26 anos, fará seu primeiro jogo na série A3 apitando Paulista x Atibaia (o bancário tem apenas 26 anos, 5 de carreira e só apitou dois jogos profissionais, sendo os mesmos da Copa Paulista). Confesso não conhecer seu estilo e aguardo o que fará nesta quarta-feira.

Eduardo Vequi Marciano (38 anos), experiente bandeira que já esteve no Jayme Cintra algumas vezes, será o assistente 1 (é bandeira da série A1). Luiz Alexandre Nielsen (43 anos), também experiente e de 1a divisão, será o assistente 2. Alex Lopes Loula será o quarto-árbitro.

Desejo uma boa arbitragem ao quarteto e grande jogo para as equipes.

Acompanhe a transmissão de Paulista x Atibaia pela Rádio Difusora Jundiaiense AM 810, com o comando de Adilson Freddo. Narração de Marcelo Tadeu; comentários de Robinson Berró Machado e Heitor Freddo; análise da arbitragem com Rafael Porcari; reportagens de Luiz Antonio “Cobrinha” de Oliveira. Na técnica Antonio Carlos Caparroz e André Luís Lucas. Quarta-feira, às 19h30 – mas fique com a melhor informação do Time Forte do Esporte desde às 18h00 com o Show de Bola!

– Como explicar o erro do AAA em Botafogo 2×1 Macaé?

Realmente é difícil segurar nas escalas um árbitro que comete o erro de Leandro Belota, assistente adicional da linha de meta (AAA), no jogo entre Botafogo 2×1 Macaé.

Na sua frente, a bola saiu e ele entendeu que ela permanecia em campo, resultando no gol do Fogão. Aliás, o time da Estrela Solitária não reclamará dessa vez que tudo acontece contra ele, não?

Eu gosto da ideia de AAA na posição que a FERJ coloca. Prefiro dessa forma do que no modelo utilizado no Brasileirão, pois podem ser mais úteis, deixando o outro lado da linha de meta ao bandeira. Mas se não tiver boa qualidade do árbitro escalado, nem com 10 juízes em campo!

Aliás, qual o pior erro: o do jogo entre Botafogo x Macaé ou aquele de Vasco x Flamengo em 2014 (no erro do AAA Rodrigo Castanheira), em situação de bobeada. Compare as imagens:

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– Umberto irá como treinador ou como assistente?

Umberto Louzer, como adiantado por Adilson Freddo na Rádio Difusora após o jogo contra o Nacional, vai dirigir o Galo na A3 nos próximos jogos. A questão é: para a FPF, ele irá como treinador ou como assistente técnico?

Vai como assistente.

Na prática, não muda quase nada por ser o Umberto. Mas se fosse alguém de fora, o Paulista FC teria problemas. Explico: no regulamento, há a norma de que os treinadores de cada clube devem ser registrados na FPF. Se um time demitir seu treinador, só poderá substituir por outro caso acerte a rescisão trabalhista. Dessa forma, somente após Carlinhos Alves assinar o “tudo ok” / recibo / comprovante de que o Paulista FC nada deve a ele, é que se poderá inscrever outro treinador.

Assim, Umberto vai para o jogo como assistente técnico (de acordo com a arbitragem), fazendo a função de treinador, já que ele inexiste no momento (ou melhor, para a FPF ainda existe: é Carlinhos Alves, até que se pague a multa trabalhista).

Digamos que nesta 3a feira o Galo apresentasse Vanderlei Luxemburgo! Imaginaram? Ele não poderia sentar no banco caso não se desse a “baixa na Carteira Profissional” do Carlinhos, pagando seus direitos trabalhistas.

Portanto, o Paulista irá para o jogo com um integrante a menos da Comissão Técnica, já que Umberto, assistente técnico, fará a vez de treinador (mas registrado como assistente) e ninguém poderá ser o assistente do Umberto (já que não é o técnico efetivo). Claro, isso se o quarto-árbitro estiver afinado com as Regras do Jogo e com o regulamento da Competição. Se passar batido, é bobeada da arbitragem.

Sabe o que o Umberto não poderá fazer? Permanecer em pé na área técnica! Por ser registrado como assistente técnico, ele poderá se levantar do banco, passar a instrução, e deverá voltar para o seu lugar (motivo: somente o treinador pode permanecer de pé na área técnica, à beira do gramado). E se supostamente ele for expulso, alguém da Comissão Técnica fará o mesmo procedimento.

Curiosidade: se todos forem expulsos, nenhum jogador poderá fazer a vez de treinador, pois não são membros da Comissão Técnica, eles são atletas inscritos.

De coração, desejo muito boa sorte ao Umberto, que fez uma campanha maravilhosa na Copa São Paulo e é um sujeito trabalhador, competente e do bem (embora, saibamos, tal missão nesse momento seja inglória).

Ops: importante – no último sábado, na cabine do Jayme Cintra, fizemos via telefone uma consulta à FPF sobre o fato da expulsão do treinador Carlinhos Alves resultar ou não no cumprimento da suspensão automática (já que na CBF está no regulamento a obrigatoriedade da suspensão e na FPF não consta no regulamento). Após algumas conversas, descobriu-se que o caso é omisso e ninguém se houvera atentado para isso! Em 2018, deverá ser melhor redigido e a questão dirimida, segundo a própria FPF.

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– E o pênalti em Jô no São Bento 0x1 Corinthians?

Aos 10 minutos do 2o tempo, Jô recebe a bola na meia lua, a protege, entra na área e Pitty supostamente o calça, ao mesmo tempo que ele está com a mão em seu ombro.

Pênalti ou não?

Lance dificílimo.

Vamos lá: na primeira vez, fiquei em dúvida se, estando com o apito na mão, eu marcaria ou não o tiro penal por ter percebido que houve ou não o suposto calço do defensor com seu pé esquerdo no pé direito do atacante. A mão de Pitty não tem força para empurrá-lo ou puxá-lo (não assista em câmera lenta, pois a imagem sem ser em tempo real deturpa a realidade e a dinâmica do jogo).

Assisti uma segunda vez e dirimi a dúvida: Jô usou da sua malandragem e ludibriou o árbitro Raphael Claus (repito: lance difícil). O atacante se projeta ao sentir o contato físico e se joga, caindo de maneira antinatural (perceba que ele simula como se tivesse sido tocado na outra perna). Talvez o árbitro estivesse encoberto e acabou entrando na simulação, “ajudada” pela virilidade do atleta são-bentino em colocar a mão desnecessariamente no ombro. Pênalti inexistente cavado pela experiência.

Em tempo: a paradinha na cobrança do tiro penal é a permitida pela Regra do Jogo. O que não pode é parar na hora do chute.

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– Análise da Arbitragem de Paulista 1×2 Nacional e o Gol Irregular

Em uma partida com 8 cartões amarelos (PFC 4×4 NAC) e 34 faltas (PFC 20×14 NAC, onde o mais faltoso foi Fernando Lopes, camisa 5 do Galo, cometendo 6 faltas), o árbitro Roberto Pinelli teve erros e acertos em sua regular atuação.

Tecnicamente (a exceção do gol que relataremos mais à frente), não comprometeu. Marcou bastante faltas e não foi importunado por lances polêmicos desta natureza.

Disciplinarmente aplicou com correção os cartões, embora tenha confundido a advertência a Rodolfo (PFC), que não cometera falta em Bruninho (NAC). Ingro (PFC) foi em direção ao árbitro e relatou que o infrator fora ele, não o seu companheiro. O bandeira Edson Rodrigues dos Santos confirmou o erro e o cartão foi trocado.

Fisicamente não gostei, pois se manteve um pouco distante das jogadas e seu uniforme, aparentemente maior do que seu número adequado, trazia a impressão de “falsa barriga”. Esteticamente isso prejudica.

O lance polêmico foi o gol de empate do Nacional: Marcão (NAC) cruza a bola, ela vai em direção ao gol no lado direito de ataque. O goleiro Iago (PFC) se joga para tentar a defesa e Bruninho (NAC) vai para dividir e colocar a bola para dentro. Aparentemente, a bola iria entrar no gol sem o toque de Bruninho (a bola não havia passado a meta). O atacante tenta com a sola do pé tocá-la e atinge o goleiro. Mas atenção: isso não é pé alto e nem jogo perigoso, é ação temerária. Entenda:

1) Se Iago fosse defender a bola, estivesse de pé e Bruninho levantasse o pé, seria Tiro Livre Indireto para o Paulista por jogo perigoso. Mas não foi isso o que aconteceu.

2) Se Iago estivesse caindo para a defesa e o jogador viesse com a chuteira levantada (não precisa ser “pé alto”) para disputar a bola, ainda assim seria falta pois o goleiro estava realizando parcialmente a defesa e não pode ser importunado nesse momento, existindo o toque. Seria Tiro Livre Direto por falta no goleiro, sem aplicação de cartão.

3) Se Iago estivesse tentando praticar a defesa, em queda, e o atacante fosse com a sola e se antecipasse, é Tiro Livre Indireto (pela “solada”). Mas não foi bem isso o que aconteceu: na verdade, Bruninho toca com as travas da chuteira o peito de Iago. Isso é falta por ação temerária: Tiro Livre Direto ao Paulista FC e cartão amarelo para o atacante do Nacional AC. Portanto, errou o árbitro, o gol foi irregular.

Em tempo: se o árbitro considerasse que tudo isso aconteceu depois da bola ter ultrapassado a meta, daria o gol para Marcão, não para Bruninho, como foi o ocorrido.

Claro, aqui não julgo se a vitória do time da Capital foi merecida ou não, apenas pontuo a atuação do árbitro.

Abaixo, o peito do goleiro após a dividida:

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Foto: Thiago Batista de Olim, do site “Esporte Jundiaí” (www.esportejundiai.com)

– O Novo Cartão Amarelo que a IFAB estudará e o papel dos capitães!

Mais mudanças na Regra do Futebol podem acontecer em breve. Daqui 1 mês (03 de março) a Internacional Board (a entidade “dona das regras do jogo”, formada pela FIFA e pelas federações do Reino Unido, os “pais do futebol”), discutirão sobre:

Um cartão amarelo resultar em suspensão temporária de atleta (o amarelo não seria mais apenas uma advertência, mas também uma punição de alguns minutos na qual o atleta ficaria fora do jogo, uma espécie de “castigo momentâneo”).

– A flexibilização do número de substituições (cada país poderia escolher de 3 a 6 substituições numa partida oficial).

– A permissão de que o capitão possa conversar com o árbitro como representante da equipe, uma espécie de porta-voz (hoje, na regra, o capitão é somente o elemento representativo na qual o árbitro sorteia o início de jogo e informa alguma coisa à equipe, não podendo conversar ou reclamar com o juiz).

Durante o encontro, haverá ainda a discussão do conjunto de mudanças proposto por Marco Van Basten, ex-jogador e que hoje faz parte do comitê técnico de mudanças da FIFA. Suas idéias estão em: http://wp.me/p55Mu0-1i8

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– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Paulista x Nacional, Rodada 2 da Série A3

Roberto Pinelli, 40 anos, 10 de arbitragem (e que trabalhou na última 4a feira como quarto-árbitro em Oeste 2×2 Taubaté) na A2, será o árbitro de Paulista x Nacional.

Gostei da escala. É juiz que tem muitos jogos nesta divisão e algumas partidas na A2. Creio que fará um bom trabalho, pois costuma ter arbitragens discretas.

Edson Rodrigues dos Santos, 39 anos (muitíssimo experiente na FPF) e José Lucas Cândido de Souza, 27 anos (com pouquíssimos jogos trabalhados), serão os assistentes. Renan Carvalho de Faria será o 4o árbitro.

Desejo boa sorte à arbitragem e grande jogos para as equipes.

Acompanhe a transmissão de Paulista x Nacional pela Rádio Difusora Jundiaiense AM 810, com o comando de Adilson Freddo. Narração de Marcelo Tadeu; comentários de Robinson Berró Machado e Heitor Freddo; análise da arbitragem com Rafael Porcari; reportagens de Luiz Antonio “Cobrinha” de Oliveira. Na técnica Antonio Carlos Caparroz e André Luís Lucas. Sábado, às 16h00 – mas fique com a melhor informação do Time Forte do Esporte desde às 15h00 com a jornada esportiva!

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– O insistente erro do cronômetro da Globo nos jogos de futebol

Durante uma partida de futebol, os árbitros devem acrescentar ao final dos dois períodos a perda de tempo com a retirada de atletas lesionados do campo de jogo, com as substituições de atletas e outras paralisações. Dentre elas, o tempo que se para a fim de permitir a hidratação coletiva dos atletas.

Porém, nos dois últimos jogos que assisti pela Globo, eles travaram o cronômetro e voltaram a contagem no reinício pós-hidratação. ERRADO, o relógio do árbitro não para e aos 45 minutos o árbitro informará quantos minutos se acrescentará levando em conta essa pausa.

Dessa forma, quem assistiu pela emissora ficou meio perdido com os acréscimos. E me causa espanto uma TV que tem Arnaldo, Gaciba e Paulo César ainda não ter corrigido esse erro (que aconteceu também no ano passado).

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– Análise Pré Jogo da Arbitragem para Internacional x Paulista, série A3

Júnior César Lossávaro, 39 anos, professor de Educação Física, natural de Murutinga do Sul, 12 anos de carreira, apitará o jogo que abre a Série A3 de 2017 entre o Leão x Galo.

Bom árbitro, discreto em campo, militando há bastante tempo na série A2 e A3, buscando insistentemente seu lugar na A1, é um apitador que vem crescendo. Nesta Rodada 1, juízes querendo subir na carreira foram mesclados com alguns em fim de carreira.

Desejo boa sorte ao árbitro e a seus assistentes William Rodrigues Deodato e Fernando Afonso Gonçalves de Melo, incluindo o quarto árbitro Caio Cesar da Costa Mello.

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– Sobre a Arbitragem da Final da Copa São Paulo 2017 entre Paulist… ops: Batatais x Corinthians!

Confesso que o rascunho já estava pronto, preenchendo os nomes da equipe de arbitragem para a final da Copinha, faltando preencher Paulista X ??????. Também a logo da Rádio Difusora com os clubes estava “saindo do forno”, convidando os amigos para escutarem a transmissão do Time Forte do Esporte…

O problema não é perder as anotações, mas sim a desclassificação do Paulista – e do jeito que foi. Mas chega de se lamentar. O Galo não pode ter sua imagem arranhada por um Gato e bola pra frente! Perdemos uma possível 9a vitória que seria um bicampeonato, ou simplesmente um grande jogo, um grande trabalho… não importa. O que não perdemos (e não podemos perder) é a dignidade e a força que a torcida jundiaiense mostrou no torneio de júniores. E que se mostre também na A3.

Enfim, bem curto e grosso: para a final da Copa São Paulo 2017 entre Batatais x Corinthians, apita Cléber Luis Paulino, um professor de Educação Física que há muito tempo está na labuta. Gostei, é um árbitro que já tem experiência em A2 e A3 e busca um lugar ao sol.

Boa sorte ao quarteto de arbitragem, grande jogo aos atletas e uma grande indiferença ao hostil cartola interiorano que, com empáfia, falou algumas bobagens sobre o Paulista de Jundiaí (mesmo tomando 5 no lombo). Lutar por seu direito é uma coisa; falar o que ele falou, é outra.

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Ops: aqui apenas uma sugestão para a segunda edição do ótimo livro “O Juramento”, do jornalista Flávio Prado, onde ele brilhantemente reescreve fatos e jogos de futebol com outras possibilidades do que as acontecidas. Aqui um capítulo a mais – como seria a final entre os dois times ilustrados na imagem (junto com o já anunciado lance modificado do jogo da Chapecoense).

– Análise da Arbitragem de Paulista 5×1 Batatais

Boa arbitragem no Jayme Cintra. O jovem árbitro Lucas Canetto Bellote começou ligado, atento, correndo bastante, entrando na grande área e se posicionando bem. Chamando a atenção dos jogadores à toda hora, e em especial, logo a 1m, uma bronca válida para evitar discussão de atletas.

Tecnicamente, marcou as faltas existentes e deixou de marcas as faltas forçadas/ reclamadas de maneira forçosa. Acertou na marcação do pênalti cometido por Enzo (PAU) e que resultou no gol do Batatais. Um único erro técnico relevante ocorreu aos 2m, quando houve uma falta a favor do time de Jundiaí e o árbitro não observou a clara vantagem e matou o contra-ataque. Um acerto técnico importante foi a correta não marcação do pênalti simulado por Criciúma (PAU).

Disciplinarmente, acertou todos os cartões amarelos, exceto ao não aplicar a Wislen (BAT), que havia cometido um carrinho temerário em Vitor Hugo (PAU) aos 3m (recebeu amarelo nesta ocasião) e aos 40 minutos repetiu uma falta para amarelo no mesmo Vitor Hugo. Deveria receber o 2o amarelo e o Vermelho (em faltas: PAU 15×12 BAT; em cartões amarelos: PAU 3×4 BAT).

A corrigir – o mau posicionamento em cobrança de faltas, como, por exemplo, estar de costas ao batedor e sem ver a barreira (vide aos 7minutos no replay). Repetiu isso aos 12m, em falta a favor do Batatais. Sempre vidrado na área, mas esquecendo da periferia (em locais que não se deve confiar nos bandeiras pela distância do campo de visão). E aos 42m cometeu o mesmo erro pela 3a vez.

No geral, não teve influência no resultado e tem um enorme potencial, mas precisa ser corrigido de erros e vícios. Aqui a missão é do orientador.

Ótimo trabalho e colaboração dos bandeiras para com o árbitro, acertando nos impedimentos e saída de bola praticamente na totalidade da partida.

DETALHE 1 – Um lance para chamar a atenção: Yuri (BAT), camisa 25, ao ver seu adversário 19 Carlinhos (PAU), caído e ofegante, arrancou a sua camisa e o abanou. O árbitro foi muito feliz ao não dar cartão amarelo a ele. Fair Play de todos.

DETALHE 2 – Para a final (contra o Corinthians ou Juventus), o Paulista terá o desfalque do goleiro Enzo (grande revelação do time) e do titularíssimo zagueiro Brendon Matheus Lima (um dos pilares da zaga, ao lado de Maurílio).

DETALHE 3 – Umberto Louzer, treinador do Paulista, era zagueiro do time campeão de 1997, quando a Copa São Paulo foi decidida em 26 de janeiro contra o Corinthians no Canindé (não no dia 25) e o técnico era o já saudoso Giba. Vinte anos depois, com 8 jogos e 8 vitórias, o Galo (que sofreu apenas 2 gols) volta à final.

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– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Paulista x Batatais, semifinal da Copa São Paulo

Para o decisivo jogo entre o Galo x Fantasma, apitará o novato Lucas Canetto Bellote, 26 anos de idade, piracicabano e apenas no seu 5o ano de arbitragem (trabalhou em 3 jogos da Copinha neste ano). A curiosidade é que em 2015 ele não apitou nenhum jogo profissional, e em 2016 trabalhou apenas na 4a divisão e Copa Paulista. Foi bem nos jogos em que foi escalado neste ano, aplicando poucos cartões (apesar de não ter sido tão exigido – Palmeiras 3×2 Paranoá, São Carlos 0x1 Vasco da Gama e Botafogo 3×0 Atlético Mineiro).

Já para a assistência: Tatiane Sacilotti dos Santos Camargo, 31 anos, assistente FIFA e que esteve na final do Mundial Feminino Sub 17 na Jordânia, será a bandeira número 1. Anderson “Bocão” José de Moraes Coelho, 42 anos, um dos melhores bandeiras do quadro brasileiro (é da elite), será o assistente 2 (aliás, o trio citado é da área de Educação Física). O PM Dermival Benedito Gomes (que apitou muito bem Vitória-BA 0x1 Red Bull-SP no Jayme Cintra) será o 4o árbitro.

Um ponto positivo e outro negativo para a escala:

– O ponto positivo é que mostra a vocação da Copa SP 2017 em revelar juízes promissores. Lucas é um jovem árbitro, de pouca experiência e que tem trabalhado bem. Terá como apoio bandeiras experientíssimos, a fim de servirem de suporte. Correto.

– O ponto negativo é a falta de coerência da Comissão de Árbitros (ou de quem quer que seja que fez essa escala). Por quê em determinadas rodadas se colocou árbitros de série A1 para alguns jogos e ilustres desconhecidos para outras? Onde está o critério? Reforço o que venho dizendo em meus comentários: que se feche um grupo de árbitros novos e que, da 1a até a última rodada, se dê garantias para que apitem e bandeirem a Copa São Paulo inteira – isso faz revelar gente boa!

Desejo boa sorte ao árbitro e um grande jogo para as equipes.

Acompanhe a transmissão de Paulista x Batatais pela Rádio Difusora Jundiaiense AM 810, com o comando de Adilson Freddo. Narração de Marcelo Tadeu; comentários de Robinson Berró Machado e Heitor Freddo; análise da arbitragem com Rafael Porcari; reportagens de Luiz Antonio “Cobrinha” de Oliveira. Na técnica Antonio Carlos Caparroz e André Luís Lucas. Domingo, às 10h00 – mas fique com a melhor informação do Time Forte do Esporte desde às 09h00 com a jornada esportiva!

– A Revolução nas Regras do Futebol que estará sendo debatida na FIFA

Marco van Basten era um dos meus ídolos daquele Milan fantástico dos anos 90. Hoje, ele é consultor técnico da FIFA, incumbido para sugerir e estudar mudanças no Futebol.

Em entrevista à Revista Alemã Sport Bild (reproduzida no Brasil pelo GloboEsporte), ele quer mudar radicalmente a prática do futebol.

Abaixo, 10 medidas (trazidas na entrevista) que van Basten vai propor e assustarão os mais conservadores:

10 SUGESTÕES DE VAN BASTEN PARA MUDAR O FUTEBOL

1. Uma “disputa de pênaltis” diferente
 
 
Se você acompanhou um pouco da MLS nos anos 90 vai lembrar do shootout. Van Basten quer essa novidade no lugar da prorrogação e da antiga disputa de pênaltis. “Cada equipe teria cinco tentativas. O árbitro apita, o jogador tem 25 metros e oito segundos para tentar marcar. Se o goleiro defender, acabou. Seria mais espetacular para os espectadores e mais interessantes para o jogador. Em cobranças de pênalti, tudo é decidido em um segundo. Com esse “mano a mano”, o jogador tem mais possibilidades, pode driblar, chutar ou esperar ver o comportamento do goleiro”, disse.
 
2. Fim do impedimento
 
 
“Eu estou muito curioso para saber como o futebol funcionaria sem o impedimento. Temo que muitos seriam contra. Eu seria a favor, pois o futebol se parece cada vez mais com o handebol, com as equipes colocando muralhas na frente da área. É muito difícil superá-la. Sem o impedimento, haveria mais possibilidades para os atacantes e mais gols. No hóquei sobre grama, o impedimento foi abolido e não causou problemas”.
 
3. Mais substituições
 
 
“Também estamos estudando permitir mais de três substituições por jogo. No mês passado, eu encontrei Pep Guardiola (técnico do Manchester City) e ele me perguntou: “Por que não temos o direito de fazer seis mudanças?””
 
4. Exclusão temporária
 
 
“Uma ideia é substituir o cartão amarelo por uma exclusão temporária de cinco ou dez minutos. Isso assusta os jogadores. É mais difícil com 10 contra 11, muito menos com 8 ou 9”.
 
5. Evitar a cera
 

“Estamos cientes do problema do tempo. Os torcedores querem ver ação, gols e duas lutas. Quanto mais tempo levar a substituição, a cobrança de falta ou o atendimento a uma lesão, maior será o tempo perdido. Temos de ser cuidadosos com isso. Discutimos também fazer os últimos dez minutos do jogo um período de bola rolando. A bola precisa rolar a cada dez minutos”.

 
6. Cinco faltas por jogo
 
 
“Eu tenho uma ideia de que um defensor, como no basquete, só pode fazer cinco faltas – na sexta ele precisa sair do jogo”.
 
7. Impedir pressão no árbitro
 
 
“Seria uma boa ideia se, como no rúgbi, apenas um jogador do time – o capitão – falasse com o juiz”.
 
8. Oito contra oito na base
 
“O futebol professional deve ter 11 contra 11. Mas na base seria perfeito num campo menor. Eles teriam a bola por mais tempo, participariam mais do jogo, se divertiriam mais, pois precisariam correr menos”.
 
9. Reduzir o número de jogos
 

 
10. Substituições mais rápidas
 
“Ainda estamos discutindo isso, o que é uma possibilidade. No entanto, será apenas para competições de base. Mas também devemos pensar no árbitro – ele precisa sempre saber quem está em campo”.
 

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Marco van Basten, hoje.

– Análise da Arbitragem de Paulista 1×0 Chapecoense

O árbitro Salim Fende Chavez, cuja escala foi divulgada pela FPF apenas 3h antes do jogo, apitou em dois ritmos distintos:

um primeiro tempo corrido, fácil, sabendo aplicar muito bem a Lei da Vantagem, correndo e se posicionando corretamente. Advertiu verbalmente e com cartões amarelos acertadamente. Foi ótimo.

no segundo tempo, com o jogo mais difícil, marcou algumas faltas erradas (um equívoco grande, quando aos 28m um atleta da Chape chutou o chão e foi marcado o tiro direto). Apenas razoável e um pouco confuso. O bandeira Evandro Lima, que acertou tudo no 1o tempo, errou 3 laterais fáceis.

Da partida anterior que assisti in loco e dos jogos da TV que acompanhei o árbitro, ele evoluiu muito, apagando a péssima imagem da partida entre Paulista 1×1 Mirassol. Mas insisto que ele precisa manter o ritmo elevado da arbitragem nos dois tempos.

Lembrando alguns números: Faltas: PFC 26×10 AFC, em Amarelos: PFC 2×2 AFC.

30 SEGUNDOS FINAIS E 30 SEGUNDOS DE FESTA! ABAIXO:

– Análise Pré-Jogo para Paulista x Chapecoense!

Ufa! Faltando quase 3 horas para  a partida entre Galo x Chape, saiu a escala de árbitros: Salim Fende Chavez, que foi muito mal na Série A2 apitando Paulista 1×1 Mirassol no Jayme Cintra, não dando um pênalti decisivo em Erick Mamadeira no final do jogo (e apitou o “jogo do rebaixamento” no Bruno José Daniel – Santo André 0x0 Paulista), mas que teve atuação razoável na série A1 do Paulistão e boa atuação na Série C do Brasileirão (Guarani x Guaratinguetá), é o “misterioso árbitro” para hoje.

Por quê tanto mistério, frescura ou desleixo para divulgar a escala? Infelizmente, isso faz com que teorias da conspiração surjam.

Evandro de Melo Lima, o mesmo bandeira de Paulista x São Carlos, será o bandeira 1. Leonardo Augusto Villa o bandeira 2. Rodrigo Pires será o 4o árbitro.

Sobre aquela arbitragem contra o Mirassol, relembre: https://professorrafaelporcari.com/2016/02/28/analise-da-arbitragem-de-paulista-1×1-mirassol/

Acompanhe a transmissão de Paulista x Chapeconese pela Rádio Difusora Jundiaiense AM 810, com o comando de Adilson Freddo. Narração de Marcelo Tadeu; comentários de Robinson Berró Machado e Heitor Freddo; análise da arbitragem com Rafael Porcari; reportagens de Luiz Antonio “Cobrinha” de Oliveira. Na técnica Antonio Carlos Caparroz e André Luís Lucas. Terça-feira, às 21h00 – mas fique com a melhor informação do Time Forte do Esporte desde às 20h00 com a jornada esportiva!

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– E o que mudou no Futebol Paulista?

Há exatamente 1 ano, o Cel Marcos Marinho era demitido da Comissão de Árbitros da FPF pelo então novo presidente, Reinaldo Carneiro Bastos, após escalar Flávio Rodrigues Guerra (que estava suspenso por 100 dias após mentir na súmula de Corinthians x Santos). Pesava a ele ainda as críticas ao seu assessor, Arthur Alves Jr (que era presidente do Sindicato dos Árbitros, em clara incompatibilidade de cargos), demitido dias antes sob acusação de suposto assédio sexual.

Um ano depois…

Cel Marinho é presidente da Comissão de Árbitros da CBF, Arthur Alves Jr continua como presidente do Safesp e Flávio Guerra comenta arbitragem no site Futebol Interior.

Relembre (publicado neste blog, em 16/01/2016):

DEMITIDO O CORONEL MARINHO

Na manhã deste sábado, o UOL Esporte publicou que o Cel Marinho não é mais chefe da Comissão de Arbitragem da Federação Paulista de Futebol.

Justo. Concordo com tal saída. Segundo a publicação, a escalação do seu afilhado de casamento para o jogo da Copa São Paulo de Futebol Jr entre SPFC x Figueirense, Flávio Rodrigues Guerra, mesmo estando suspenso por 100 dias pelo STJD, foi o mote para a decisão de Reinaldo Carneiro Bastos.

A notícia pode ser acessada no link do UOL: http://esporte.uol.com.br/futebol/ultimas-noticias/2016/01/16/apos-escalar-arbitro-suspenso-coronel-marinho-deixa-comando-da-arbitragem.htm

Minha opinião pessoal: a demissão do Cel Marinho foi a “bola que pingou” na frente de Reinaldo Carneiro, e ele não deixou de chutá-la. Quem foi árbitro tinha conhecimento da relação conturbada entre Marco Polo Del Nero e Reinaldo Carneiro Bastos e sabia que o primeiro depositava toda a sua confiança no Coronel. Tanto que ele acumulou (e acumula) diversos cargos dentro da FPF: Comissão Paz no Esporte, Cadastramento de Torcidas Organizadas, Segurança e Vistoria em Estádios, além da própria CEAF-SP. Já Reinaldo nunca foi muito próximo a Marinho e ao seu assessor direto, Arthur Alves Júnior.

Quando surgiram os escândalos envolvendo denúncias de assédio moral e sexual de Arthur, a situação começou a ficar constrangedora, principalmente com o depoimento de que a árbitra Regildênia de Moura fez por meio da ex-árbitra Sílvia Regina que a denúncia de assédio chegasse ao Cel. Veja em: http://wp.me/p55Mu0-Fg.

Posteriormente, novas denúncias de possível lobby e influência de pessoas próximas ao Sindicato dos Árbitros ajudaram a minar a sustentabilidade no cargo (vide em: http://wp.me/p55Mu0-GB).

Por fim, o estopim foi a errada escala do veterano Flávio Guerra, que apitou mal a partida  e que estava suspenso pelo STJD pela mentira relatada na súmula entre Corinthians x Santos (vide em: http://wp.me/p55Mu0-IG).

E agora?

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– Análise da Arbitragem de Paulista 2×1 São Carlos

Ótima arbitragem no Jayme Cintra. O árbitro Rafael Gomes Félix da Silva esteve muito bem, em um primeiro tempo eletrizante e limpo, mas num segundo tempo nervoso e difícil.

Fisicamente, correu o campo todo (e olha que a partida foi muito veloz). Em faltas: 18×18. Em cartões amarelos: 5×3. Em gols: 2×1.

Tecnicamente, discerniu as divididas mais viris de faltas ou não-faltas, e coibiu os “encontrões” pelo alto, fazendo ótima leitura da aplicação de vantagens.

Disciplinarmente, mostrou autoridade e advertiu com cartões corretamente os atletas, em especial no entrevero entre Zé Augusto e Moisés. O jogador do Paulista foi empurrado e, se não reage, somente o seu adversário receberia a advertência. Mas como quis reclamar e ficou discutindo, foi advertido (o chamado cartão infantil). Aliás, vários cartões que ambas equipes poderiam evitar.

Destaco o trabalho em equipe: juiz, bandeiras e quarto árbitro mostraram que houve um bom plano de trabalho nos vestiários (houve até vantagem em impedimento).

Gostei bastante do meu xará e espero ver esse mesmo trio sendo escalado em jogos mais importantes (claro, desejando o mesmo bom rendimento).

Um detalhe: a torcida do Paulista evitou um erro cometido em outras praças: gritar BICHA em tiros de meta, o que pode levar à punição da equipe. Em Jundiaí, a torcida gritou “vamo-vamo Galoooo nessas situações. Parabéns! Assista em: http://www.youtube.com/watch?v=u392KBwkJxE

Aproveito e compartilho: os 30 segundos finais e mais um minuto de festa após o apito final.

Aqui, em: http://www.youtube.com/watch?v=LvMELijecXs

– Que feio, Água Santa. Tumultuando a Copinha?

Um “mico”: na Copa São Paulo de Futebol Jr, em Diadema, invasão de campo, agressão e árbitro marcando gol desmarcado. E mesmo sem clima, a partida foi até o final!

Veja só que “desagradável”, abaixo,

em: https://refnews.wordpress.com/2017/01/13/arbitragem-e-agredida-em-jogo-da-copinha-sp-junior-em-diadema/

ARBITRAGEM É AGREDIDA EM JOGO DA COPINHA SP JÚNIOR EM DIADEMA

Assistente anulou gol, torcedores partiram para cima e árbitro volta atrás na marcação.

Água Santa e Juventude faziam jogo bonito na tarde desta sexta-feira (13/01) no Inamar, em Diadema, pela 3ª fase da Copinha, mas um episódio com a arbitragem estragou o espetáculo.

Já no fim da partida, o árbitro Camilo Morais Zarpelão anulou um gol do Netuno, que surgiu em cobrança de escanteio. Após a marcação, torcedores e integrantes da diretoria do clube de Diadema invadiram o campo e partiram para cima do bandeirinha, que havia sinalizado impedimento. Na confusão generalizada, o bandeira acabou sendo agredido.

Rapidamente, o árbitro correu em direção ao bandeira e, com policiais já em campo para controlar a situação, chamou a decisão para si e deu o gol para o Água Santa, que empatou por 2 a 2 naquele instante e levou o duelo para os pênaltis. Com escoriações no rosto, o bandeirinha precisou receber atendimento médico. Nos pênaltis, o Juventude se deu melhor e avançou para as oitavas de final.

Durante o confronto, a torcida se revoltou com a anulação de dois gols do Água Santa, nas duas vezes alegando impedimento, e com a expulsão do lateral-esquerdo Felipe no segundo tempo, com vermelho direto, em lance que o árbitro viu agressão do jogador.

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– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Paulista x São Carlos, Rodada 06 da Copa São Paulo

Arbitragem de “campeão” no Jayme Cintra para o jogo das 18h30: o juiz da última final da Copa São Paulo entre Corinthians x Flamengo, Rafael Gomes Félix da Silva, 34 anos, professor de Educação Física e 11 anos de carreira, apitará o confronto entre o Galo x Águia.

Rafael é um bom árbitro, apitou a Série A1 em 2016 e está evoluindo na carreira. Em alguns jogos em que o vi, teve uma irregularidade disciplinar considerável, que foi sendo corrigida. Tecnicamente não costuma falhar e tem ótimo condicionamento físico.

Evandro de Melo Lima, 30 anos de idade e 9 de carreira, com experiência em Série A1, será o bandeira 1. Paulo Márcio Carmo Hergesel, militar, 37 anos de idade e 8 de carreira, com experiência em Série A3, será o bandeira 2. Mário Mattos dos Santos será o quarto árbitro.

Desejo uma boa arbitragem ao quarteto e ótimo jogo para as equipes.

Acompanhe a transmissão de Paulista x São Carlos pela Rádio Difusora Jundiaiense AM 810, com o comando de Adilson Freddo. Narração de Marcelo Tadeu; comentários de Robinson Berró Machado e Heitor Freddo; análise da arbitragem com Rafael Porcari; reportagens de Luiz Antonio “Cobrinha” de Oliveira. Na técnica Antonio Carlos Caparroz e André Luís Lucas. Sábado, às 18h30 – mas fique com a melhor informação do Time Forte do Esporte desde às 17h00 com a jornada esportiva!

– As boladas no Bumbum durante a Copa São Paulo

Um erro infantil da arbitragem que persiste na Copa São Paulo de Futebol Jrs 2017: o mau posicionamento dos árbitros em cobranças frontais de falta.

Nas escolas de arbitragem, o be-a-bá do apito diz: um árbitro deve se atentar à barreira, à área, ao seu assistente, ao cobrador e sua periferia. Trocando em miúdos: o juizão deve ficar posicionado aberto, normalmente à esquerda da bola e entre o cobrador, possibilitando que ele veja se o cobrador vai cobrar a falta para o gol ou tocá-la de lado, conseguindo enxergar a barreira e o seu bandeira, além, claro, da área e do gol.

O que relato é bem simples. Em um treino o iniciante consegue fazer o posicionamento correto. Entretanto, observei 3 árbitros no Jayme Cintra se posicionando muito mal nesses lances de bola parada. Em uma delas, ficou ridículo: o árbitro deu as costas ao cobrador, ficou com os joelhos flexionados olhando obcecadamente para o gol. Errado, pois não viu a bola ser cobrada (se foi correta ou não) e nem se atentava às periferias do campo.

E não é que pela mesma Copa São Paulo um árbitro foi premiado? Passando pela TV (não consegui identificar qual jogo), vi que o atleta foi cobrar a falta e a bola explodiu no bumbum do árbitro! Claro, ele estava entre a bola e a barreira, com o cobrador às suas costas (no erro constante citado).

Impossível que estejam ensinando errado na Escola de Árbitros Flávio Iazzetti, pois o Roberto Perassi, grande amigo e professor, é do ramo.

Será que alguém da Comissão de Árbitros orientou errado para existirem tantos jogos com o mesmo erro infantil, não costumeiro?

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– Análise Pré-Jogo da Arbitragem de Paulista x Red Bull, Rodada 5, Copa São Paulo.

José de Araújo Ribeiro Júnior, 29 anos, Professor de Educação Física, em seu 6o ano de carreira e com apenas 3 jogos profissionais na Série B do Campeonato Paulista, apitará Galo x Toro Loko.

Givanildo Oliveira Felix, 37 anos, Professor de Educação Física, 10 anos de FPF e poucos jogos profissionais, será o bandeira 1.

Fernando Luís Ravanelli, 33 anos, Professor de Educação Física, e no seu 5o ano de carreira, será o bandeira 2.

Clodoaldo Chaves da Silva, 37 anos, Professor de Educação Física, 8 de carreira, será o quarto árbitro.

Para um jogo eliminatório, é uma arbitragem inexperiente, já que eles têm trabalhado com frequência maior em jogos dos campeonatos Sub 15 e Sub 17. Nas demais partidas da Copa SP 2017, verifico que há árbitros com muito mais rodagem em jogos de A3, A2, além de árbitros de A1. Provavelmente, quem escalou o quarteto o fez pelo bom histórico disciplinar de ambas equipes (o que indica que as equipes, na linguagem da arbitragem, “são fáceis para se apitar”).

Desejo um bom jogo para os times e uma boa atuação da equipe de arbitragem.

Acompanhe a transmissão de Paulista x Red Bull pela Rádio Difusora Jundiaiense AM 810, com o comando de Adilson Freddo. Narração de Marcelo Tadeu; comentários de Robinson Berró Machado e Heitor Freddo; análise da arbitragem com Rafael Porcari; reportagens de Luiz Antonio “Cobrinha” de Oliveira. Na técnica Antonio Carlos Caparroz e André Luís Lucas. Quinta-feira, às 16h00 – mas fique com a melhor informação do Time Forte do Esporte desde às 15h00 com a jornada esportiva !

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– Análise Técnica, Tática e da Arbitragem do jogo Paulista 1×0 Atlético Goianiense

Tive o prazer de comentar um grande jogo nesta tarde/noite de 3a feira no Estádio Dr Jayme Cintra, com público de aproximadamente 7.000 pessoas. Vamos aos apontamentos mais importantes?

A- ANÁLISE TÉCNICA

O Paulista entrou em campo com o mesmo time das 3 últimas partidas, exceto pela ausência de Bryan e a entrada de Arthur. Com isso, o time trocou a armação de jogadas mais cadenciadas pela velocidade. E este foi o ritmo do jogo: um time bem rápido no ataque, preciso nos desarmes no meio campo e uma defesa bem técnica, sem bico ou chutão. Enquanto o Atlético Goianiense se limitava a defender com os bons zagueiros Rafael e Barbosa, sofrendo com o lateral direito Jair que levou “um baile” do atacante Criciúma. Poucos erros de passe, jogo limpo do Paulista durante os 90 minutos e nenhuma jogada mais violenta. O problema para o Galo foi o capricho na finalização, enquanto que o Dragão não conseguia chutar (apenas dois chutes para o gol: aos 76m e aos 93 m de jogo).

B- ANÁLISE TÁTICA

Os treinadores Umberto Louzer (PFC) e Ariel Mamede (AGO), antes da partida, contaram o que de fato seria a partida: o Paulista buscando o gol durante todo o jogo, entrando o camisa 18 Arthur no lugar do suspenso camisa 10 Bryan, o armador do time ao lado de Moisés. Entretanto, Bryan não é tão veloz quanto Arthur, que costuma jogar como atacante mais enfiado, dando ainda mais sufoco no ataque. Já o Atlético, cujo técnico disse que respeitaria o adversário pela força que estava mostrando e teria cautela, não conseguia sair para o jogo. Mesmo parecendo ser um time retrancado, a verdade é que o time goiano sentiu o “abafa” do time paulista.

Os primeiros 20 minutos foram de uma intensidade impressionante. O Paulista atacava com Matheus Silvestry pelo meio, Criciúma como um verdadeiro “ponta-esquerda das antigas” e Arthur um pouco mais atrás, mas ainda assim bem mais adiantado do que Bryan. Moisés armava o time pela direita, atravessa o meio campo e ajudava no ataque. Tal tática poderia sobrecarregar o meio-campo, que ficaria desprotegido pela vocação ofensiva. Ledo engano, pois Pedro Acorsi (17), ajudado por Vinícius Paulinho (7) foram senhores da posição. Os zagueiros  Brendon Matheus e Maurilio ficaram tranquilos, ainda mais com Zunquinha e Alemão, os laterais que não desceram tanto.

Por volta dos 30 minutos, o Paulista se concentrou demais do lado esquerdo do campo. O time ficou “pendendo”, torto, para desespero de Umberto que via a criação das jogadas mas que percebia o aglomerado de jogadores em uma única zona do gramado. Moisés continuava correndo o campo todo, mas sem a  ajuda de Zunquinha, mais preso, saiu da direita e o jogo, apesar de intenso, ficou ‘travado”. Enquanto isso, o Atlético, assustado, apelava para as faltas para parar o jogo. Foram 3 do lateral Jair, 2 do atacante Valdir (que voltava para tentar buscar a bola) e 1 de Batista, ambas no primeiro tempo, todas em Criciúma.

No segundo tempo, Umberto fez o correto: mexeu o posicionamento do time sem trocar jogadores titulares por substitutos: trouxe Criciúma para a direita, colocou Arthur vindo de trás e Moisés na esquerda. Matheus Sylvestre virou um legítimo camisa 9 centralizado. O time, taticamente bem corrigido, continuou atacando, falhando nas finalizações do centroavante. Sendo assim, Matheus Sylvestre que se movimentou bem mais do que nos últimos 3 jogos, não conseguiu desencantar (apesar de jogar bem). Depois de 10 minutos com essa formação e pelos gols perdidos, Umberto trocou Matheus e Moisés por Victor Hugo e Molter. Dessa forma, o time ficou ainda mais agressivo, com Arthur bem a frente, Criciúma voltando para a esquerda, Molter fazendo a função que era de Arthur no começo da partida (armando e chegando mais a frente) e Victor Hugo mais para a direita. Não restava mais nada ao Atlético senão defender, tentar um contra-ataque e, em alguns momentos, encenar alguma cera. Com o forte calor, Arthur “pregou em campo”, e foi substituído por Vitor Adame, que trouxe mais correria. E foi aí que Umberto “ganhou o jogo: tecnicamente o Paulista era melhor, mas não conseguia passar pelos zagueirões Batista e Rafael; taticamente estava perfeito. Mas o cansaço era perceptível ao adversário. De maneira ousada, faltando 10 minutos para acabar, o técnico tirou Criciúma, que estava fadigado, além do volante Acorsi. De fato, o atacante tinha sido brilhante, mas não aguentou o ritmo frenético, e o ótimo Acorsi passou a ser desnecessário, já que o time dava conta no meio de campo pois fazia um abafa na frente. A torcida vaiou a saída dos dois melhores jogadores da partida para a entrada de Carlinhos e Luciano (injustamente, pelos motivos citados). E as alterações deram certo: o treinador Ariel só havia feito uma substituição em 80 minutos de jogo, e nesse erro dele, em um lance de ataque, com muita correria e disciplina tática, o ataque do Paulista envolveu o Atlético e a bola chegou a Molter, passando por Batista e Rafael (que falharam visivelmente pelo cansaço) que fez o gol da vitória.

Fica a ironia: Umberto foi chamado de burro por alguns; esses mesmos gritaram “desculpas” ao treinador? Claro que não.

C- ANÁLISE DA ARBITRAGEM

A partida não exigiu muito do árbitro Caio César da Costa Mello. No começo do jogo, com a velocidade e a intensidade do Galo, o juizão se perdia no posicionamento, afinal só corria na metade ofensiva do campo. Com o decorrer do jogo melhorou isso. Soube coibir as faltas excessivas do time goiano no 1o tempo (PFC 4×10 AGO em faltas cometidas). No 2o tempo, uma partida de Fair Play (PFC 4×4 AGO em faltas).

Disciplinarmente, acertou aos Cartões Amarelos para João Victor e Barbosa, do AGO (um por disputar a bola com um tapa, outro por jogada de ação temerária) e a Victor Adame, do PFC, por um carrinho que atingiu a bola e o adversário. Faltou apenas advertir Acorsi (PFC) por uma entrada em Valdir (AGO). Tecnicamente, foi correto ao não marcar pênalti em uma bola que bateu despretensiosamente na mão de Batista (AGO) e ao não marcar recuo de bola de Zidane (AGO) para o goleiro Lucas), pois o lance foi acidental.

O bandeira Rodrigo Bernardo marcou vários impedimentos e ajudou o árbitro na marcação de faltas. Foi bem, mas errou um impedimento a favor do Atlético pois não reparou que do outro lado do campo havia um jogador parado, dando condição (talvez atrapalhado pelos refletores). Felipe Moraes, o bandeira 2, trabalhou com bastante atenção e também foi bem. O quarto árbitro João Marcos Giovanelli sofreu com as reclamações insistentes do treinador Ariel Mamede, mas soube coibir seus excessos.

E você, gostou do jogo? Deixe seu comentário:

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– Análise Pré Jogo para a Arbitragem de Paulista x Atlético Goianiense (Rodada 4 da Copa SP 2017)

Escala pronta para o confronto entre o Galo Jundiaiense versus Dragão Goiano: Caio César da Costa Mello, apitará; os bandeiras serão Rodrigo Meirelles Bernardo e Felipe Camargo Moraes. O quarto árbitro será João Marcos Giovanelli.

Caio, 29 anos, 10 de carreira, busca nesta temporada se consolidar apitando a série A3 (é sua 3a partida na Copa SP em 2017).

Rodrigo, 27 anos e 8 de carreira, idem ao árbitro.

Felipe, 23 anos e 4 de carreira (somente 3 partidas profissionais até hoje) busca mais oportunidades.

João Marcos, 35 anos de idade e 13 de carreira, tomará conta dos bancos e do serviço administrativo.

O trio que estará em campo é bem inexperiente em partidas profissionais. Uma boa chance de mostrarem o que sabem em um jogo de atletas Sub20 e galgarem voos mais altos.

Desejo boa sorte às equipes e uma ótima arbitragem!

Acompanhe a transmissão de Paulista x Atlético Goianiense pela Rádio Difusora Jundiaiense AM 810, com o comando de Adilson Freddo. Narração de Marcelo Tadeu; comentários de Robinson Berró Machado e Heitor Freddo; análise da arbitragem com Rafael Porcari; reportagens de Luiz Antonio “Cobrinha” de Oliveira. Na técnica Antonio Carlos Caparroz e André Luís Lucas. Terça, às 18h30– mas a jornada esportiva começa a partir das 17h30 para você ter a melhor informação com o Time Forte do Esporte!

– Paremos com gritos homofóbicos: pelo hábito, pela força ou pela multa.

Tempos atrás, a FIFA se preocupou com os atos racistas que eram acompanhados de ações políticas em jogos na Europa, em especial nos países que formavam a Iugoslávia (Sérvia, Croácia, Montenegro, especificamente). Posteriormente, a “moda das ofensas” passou para a Itália (objetivamente: ofensas a negros e saudações fascistas). Mais recentemente, esse fenômeno racista migrou para a Espanha e alguns atos isolados na Argentina e Brasil.

Em todos eles, ocorreram algum tipo de punição: a Lazio (ITA) jogou com portões fechados, o Estrela Vermelha (SER) perdeu mando, o Villareal (ESP) foi multado e o Grêmio (BRA) eliminado na Copa do Brasil.

No conjunto de medidas contra a intolerância, a FIFA solicitou que os árbitros relatem em súmula (e parem o jogo, se for o caso) qualquer manifestação racial, religiosa, política e homofóbica.

Se a torcida jogar bananas em campo (como certa feita aconteceu com Daniel Alves, enquanto atleta do Barcelona), o jogo deve parar pois é racismo explícito. Se o jogador comemorar um gol tirando a camisa com os dizeres Jesus é o Rei ou Alá é Grande, o atleta deve receber cartão amarelo por desconfigurar o uniforme e ser citado para julgamento por apologia religiosa. Se o jogador, após um gol, saudar a torcida com o gesto de Hi Hitler imortalizado pelos nazistas, ele não recebe o cartão mas é citado por manifestação política. E, por fim, se os torcedores fazerem cânticos ou gritos homofóbicos, o árbitro deve relatar nos documentos da partida (se eles forem contínuos, o jogo pode até ser paralisado).

É nesse último item que chamo a atenção: no México, os torcedores gritavam PUTO (que é uma palavra similar a VIADO no coloquial espanhol) quando o goleiro cobrava o tiro de meta. Tal prática, ao mesmo tempo que começou a ser abolida aos poucos lá fora, passou a ser praticada no Brasil pela torcida do Corinthians, especificamente tendo nascida num jogo contra o São Paulo, a cada tiro de meta cobrado por Rogério Ceni (trocando-se o PUTO por BICHA, com um longo tempo no IIIIII até o chute do arqueiro). Palmeirenses, santistas e até os próprios são-paulinos, primeiras vítimas do ato, começaram a imitar.

Nesta cruzada contra a homofobia, a FIFA resolveu reforçar a orientação para que tal prática fosse extinta. Recentemente, a CBF foi punida por 20 mil francos suiços (65 mil dólares) por tais gritos na partida pelas Eliminatórias entre Brasil x Colômbia em Manaus, ocorrida em setembro. Neste mesmo “pacotão de punições” foram multadas equipes e seleções em Honduras, Albânia, Itália, México, Canadá, Argentina, Paraguai e Peru. O Chile, além da multa, perdeu um mando de jogo nas Eliminatórias da Copa do Mundo de 2018.

Em parceira com a ONG Fare Network, a FIFA, depois destas punições, reforçou o pedido e o monitoramento (replicado pelas Federações / Confederações Nacionais e suas entidades filiadas), para que árbitros, clubes e federações sejam agentes denunciadores de tais situações, sejam essas personagens testemunhas ou vítimas. Ou seja: um árbitro deve relatar se presenciar os gritos, uma equipe pode denunciar se sentir atacada ou um goleiro pode até pedir a punição ao clube cuja torcida praticou a homofobia.

Porém, esses gritos de BICHA foram praticados novamente em jogo da Seleção Brasileira, dessa vez contra a Bolívia em Natal, também pelas Eliminatórias, com punição de  R$ 83 mil. Outros nove países também foram punidos por gritos homofóbicos, além do Irã, por cânticos religiosos do Islã.

Aqui no Brasil, os grandes clubes da Capital têm pedido, através do sistema de som, que os torcedores não pratiquem tal ato. Infelizmente, há aqueles que ainda não sabem das medidas recomendadas e as punições que podem receber.

Então, seja na Copa São Paulo de Futebol Jr ou em Copa do Mundo, os clubes e Seleções podem ser severamente multados ou até perderem o mando caso os torcedores gritem BICHA na arquibancada.

IMPORTANTE – sabemos que na cultura do futebol algumas situações são discutíveis (eu, que fui árbitro de futebol por tanto tempo, sei bem disso). Xingar o juiz de ladrão ou outros impropérios é algo “aceitável e comum” (não levando em conta o politicamente correto e nem que se ofende a pessoa, mas sim uma personagem). Mas se existe um novo momento no futebol, uma mudança de cultura, seja ela forçada por multas e punições ou por clamor social, que cumpra-se!

Torcedor, diante de tudo isso: seja prudente!

EM TEMPO – a FIFA colocou em seu game, o FIFA 17, a opção de “vestir o atleta nas cores do arco-íris”, em alusão à campanha contra homofobia (Stonewall’s Rainbow Laces). E aqui acrescento: não confunda a opção sexual, particular de cada um, com APOLOGIA (sempre condenável).

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– Análise da Arbitragem do Paulista 1×0 Joinville

A troca de árbitros para o jogo decisivo do Galo na Copa São Paulo 2017 foi muito boa. Uma excelente atuação (faz tempo que não escrevia isso, não?) do quarteto de arbitragem no Estádio Jayme Cintra.

Escalado posteriormente à divulgação inicial da escala (estava no jogo Paulo Santiago, que foi retirado da partida por ter trabalhado 48 horas antes em jogo do próprio Joinville), Rodrigo Santos mostrou ter vocação como árbitro.

Aos 5 minutos, na falta sofrida por Zunquinha (PFC) e na cometida por Bryan (PFC), soube se impor corretamente, fazendo cara feia e aplicando a advertência verbal. Impediu aglomerados de jogadores fazendo aquele “cerca-árbitro” de reclamações. Coibiu a cera do goleiro Felipe (JOI) no começo da partida e não se intimidou com as simulações de falta de Criciúma (PFC). Acertou ao não marcar pênalti reclamado por Moisés (PFC) e advertir Thierry (JOI) por impedir a saída de bola do goleiro adversário. Aplicou muito bem a lei da vantagem aos 33 minutos, fazendo a leitura perfeita de que surgiria um contra-ataque.

Disciplinar e tecnicamente, uma única ressalva: Arthur (PFC) e Perisike (JOI) dividiram a bola no alto, e ambos bateram cabeça. Equivocadamente o árbitro entendeu lance faltoso de Arthur e lhe aplicou o Cartão Amarelo, sendo o isolado erro relevante a ser citado.

Fisicamente o árbitro também esteve perfeito, EXCETO na postura e colocação em cobrança de faltas. Assim como seu colega da rodada passada, talvez pela falta de experiência, deu as costas ao batedor em cobrança frontal, flexionando os joelhos numa feia posição de “prestar atenção”, “arrebitando o bumbum” obcecado pela barreira e grande área. Isso deve ser corrigido com urgência: olhar a periferia e se posicionar melhor (pois se o cobrador toca ao seu companheiro do lado, o árbitro ficaria ”vendido no lance”), estando atento ao momento da cobrança, se faz necessário.

Também destaco os bandeiras Claudenir Donizete e Edislânio Nunes, sem qualquer ressalva. José Paulo Canale, o quarto-árbitro, foi ativo e ajudou seus companheiros.

Três observações:

– Para a preliminar entre Red Bull x Vitória da Conquista, um grande amigo foi com sua família ao Jayme Cintra. Eles são torcedores do Red Bull e até nos “espaços-família” reservados à equipe do Toro Loko nos estádios dos grandes times Brasil afora estiveram. No Jayme Cintra, a PM proibiu seu acesso às cadeiras cativas por estarem com camisa do clube de origem austríaca! Ora, havia torcedores das 4 equipes da chave além de outros times nas cadeiras, foi um tremendo despreparo e desrespeito à família (de origem estrangeira mas radicada em Jundiaí) que teve que assistir o jogo debaixo de sol escaldante no estádio, naquele momento, vazio.

– Novamente existiram gritos de BICHA quando o goleiro adversário cobrava o tiro de meta. Pra quê? A CBF foi multada em Outubro e em Novembro por tais gritos em jogos da Seleção. Desde então, reforçou-se o pedido para que os clubes orientem seus torcedores para não proferirem em coro tais gritos homofóbicos, além dos racistas e outros de injúria. Os times de São Paulo pedem através de seu sistema de som para que a torcida não pratique tal ato, sendo que a agremiação pode ser multada financeiramente, punida para que jogue com portões fechados e até perder o mando de jogo. Por sorte, os árbitros que aqui vieram não cumpriram a recomendação de relatarem e/ou não observaram as ofensas.

– O próximo jogo será dia 10, 3a feira, às 18h30 contra o Atlético Goianiense no Jayme Cintra. Que a torcida possa comparecer e as crianças e mulheres presentes no estádio se façam em grande número.

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(foto de Thiago Baptista de Olim, site Esporte Jundiaí).

– Trocou o Juizão de Joinville x Paulista

Após alertada de que o mesmo árbitro, Paulo Santiago de Medeiros, que apitou RedBull x Joinville, apitaria 48 horas depois o mesmo Joinville contra o Paulista (vide em: http://wp.me/p55Mu0-1h3) , a Federação Paulista de Futebol trocou a escala: Rodrigo Santos, Professor de Educação Física, 31 anos de idade e 9 anos de carreira, com participação em séries A2 e A3, tendo já apitado Cruzeiro (MG) 2×0 River (PI) na Copa SP 2017, será o novo árbitro. O anterior foi remanejado para ABC (RN) x Atlético (GO) – que se cruzarão possivelmente com Joinville ou Paulista na próxima 3a feira.

O restante do quarteto continuará o mesmo: os bandeiras serão Claudenir Donizeti Gonçalves da Silva (com muita experiência até em série A1, e em todas as vezes que esteve no Jayme Cintra foi muito bem) e Edislandio Nunes Bernardo (mais jovem). José Paulo Canale será o quarto árbitro.

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– Assim, não, FPF! Sobre análise Pré-Jogo para Paulista x Joinville

Tenho plena certeza que, pelo excessivo número de jogos da competição, essa escala “passou batido”: Paulo Santiago de Medeiros, 32 anos, professor, o mesmo que apitou há pouco a vitória do RedBull sobre o Joinville, apitará Joinville x Paulista pela última rodada da fase de grupos da Copa São Paulo.

Não gostei. Em 48 horas o mesmo árbitro apitará dois jogos seguidos do mesmo time? Aí não dá, sabedor do grande elenco de árbitros pertencentes ao quadro.

Claro, sei que, provavelmente, foi um erro na confecção das escalas. Será que ela vai mudar?

Os bandeiras serão Claudenir Donizeti Gonçalves da Silva (com muita experiência até em série A1, e em todas as vezes que esteve no Jayme Cintra foi muito bem) e Edislandio Nunes Bernardo (mais jovem). José Paulo Canale será o quarto árbitro.

Desejo boa sorte à arbitragem e ótimo jogo aos clubes.

– Análise da Arbitragem de Paulista 1×0 Primeiros Passos de Vitória da Conquista

Procurei ter boa vontade com o árbitro Michel Luciano de Lima, mas foi uma missão inglória.

E por quê?

Vamos lá: logo no começo do jogo houve uma falta não marcada para a equipe do Vitória da Conquista, no meio de campo, na qual fez boa leitura e aplicou a lei da vantagem. Ótimo, pensei que veria uma grande arbitragem! Foram duas vantagens acertadas para o Vitória e duas para o Paulista (ambas em lances de meio campo). Entretanto, aos 80 minutos de jogo, no lance em que poderia se consagrar, um atleta do Paulista sofre a falta no meio de campo mas a bola sobra para seu companheiro atacante disparar para o gol. O árbitro não aplica a vantagem e mata o contra-ataque.

Visivelmente, o time baiano é mais franzino do que o time paulista. Em boa parte das bolas divididas, é natural que o jogador mais fraco caia. Nesses lances, o árbitro entendeu como tranco com força excessiva. Errou, e elevou o número de faltas: PFC 19 x 10 VIT, sendo que o centroavante Matheus Sylvestre cometeu 6 (4 por “tranco” ilegal, marcadas com equívoco).

Com esse critério, o árbitro foi até o final da partida (em um jogo fácil para se apitar). Porém, quando o jogo ficou mais nervoso, o árbitro se atrapalhou e não marcou algumas faltas para ambas equipes.

Uma dificuldade muito grande foi o posicionamento na bola parada. Em quatro faltas frontais, ele marcou a barreira e ficou ao lado e/ou atrás dela, não tendo condição adequada para fiscalizar o batedor e a própria barreira. Na última falta a favor do Vitória (52m), ficou olhando para o gol, de costas ao cobrador de faltas, que tinha um companheiro ao seu lado. Se ele toca a bola ao lado, o jogo teria se reiniciado, a jogada continuaria e ele nada teria visto. Errou feio nesse posicionamento.

Cito 5 situações mais difíceis para a arbitragem (lances polêmicos), que em nossa ótica acertou em 2:

  • 43m: Felipe (VIT) empurra Matheus Brandon (PAU) dentro da área, durante a cobrança de escanteio, fora do lance da bola. O árbitro estava apenas olhando a bola e não observou a indubitável infração, citada na hora da nossa cabine de transmissão. Errou ao não marcar o pênalti.
  • 44m: Roni (VIT) tenta marcar o atacante do Paulista, se adianta a ele e toca a bola para o goleiro Abílio. Foi recuo deliberado (intencional), e provavelmente o árbitro foi iludido crendo que a bola fora tocada pelo jogador atacante. Errou de novo.
  • 52m: O zagueiro Felipe Santana (VIT) divide a bola com Mateus Sylvestre (PAU) dentro da área, sendo que o atacante cai. Não foi pênalti, acertou o árbitro.
  • 79m: Um atacante do Paulista chuta ao gol e a bola bate no peito e no braço do defensor Vinícius (VIT), dentro da área. Não foi mão intencional nem de movimento antinatural. Acertou o árbitro ao não marcar o pênalti para o time de Jundiaí.
  • 93 min: O erro “compensatório”: o jogador do time da casa tem um adversário na sua marcação, sente a aproximação e no contato físico leve e legal ele… cai! Pênalti inexistente marcado a favor do Paulista (e que se converteu no gol do jogo). Errou novamente.

Enfim: quando não exigido, o árbitro se portou bem. Disciplinarmente, melhor ainda. Mas tecnicamente deixou a desejar em muitos lances decisivos.

Os bandeiras Thales José Pinheiro e Ricardo Luis Buzzi foram chamados a trabalhar em impedimentos importantes e acertaram. O quarto-árbitro Paulo Santiago de Medeiros não teve trabalho.

IMPORTANTE: supostamente, no final do jogo, um ou outro torcedor chamou o excelente goleiro baiano Abílio de BICHA, fazendo coro aos torcedores das grandes torcidas da Capital que imitaram no ano passado o hábito das torcidas mexicanas de chamarem os goleiros adversários de PUTO, durante a cobrança de tiros de meta. A FIFA determinou que gritos homofóbicos devem ser relatados pela arbitragem e a equipe cuja torcida gritou deve ser multada e até mesmo punida com perda de mando. Em São Paulo, os clubes solicitam aos torcedores para não gritarem tais ofensas durante os jogos. Tomara que o árbitro não tenha se atentado a essa situação e/ou entendido que foi apenas um ato isolado (a súmula não estava disponível até o encerramento deste texto para saber se foi relatado ou não).

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– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Paulista x Vitória da Conquista (BA), Rodada 02 da Copa São Paulo

Michel Luciano de Lima, 37 anos, Professor de Educação Física, apitará nesta 5a feira no Jayme Cintra. É mais um árbitro buscando espaço, pois não tem trabalhado como árbitro central em jogos profissionais nos últimos anos.

Thales José Pinheiro, 30 anos, Funcionário Público, também com experiência em categorias amadoras e alguns jogos no profissional, será o bandeira 1.

Ricardo Luis Buzzi, 33 anos, militar, apenas 3 temporadas na FPF, será o bandeira 2.

Paulo Santiago de Medeiros, 31 anos, professor e com os mesmos predicados do árbitro principal, será o quarto-árbitro e depois apitará às 16h o jogo entre Red Bull e Joinville.

Desejo um bom jogo às equipes e boa atuação à arbitragem!

Acompanhe a transmissão de Paulista x Vitória da Conquista pela Rádio Difusora Jundiaiense AM 810, com o comando de Adilson Freddo. Narração de Marcelo Tadeu; comentários de Robinson Berró Machado e Heitor Freddo; análise da arbitragem com Rafael Porcari; reportagens de Luiz Antonio “Cobrinha” de Oliveira. Na técnica Antonio Carlos Caparroz e André Luís Lucas. Quinta-feira, às 14h00 – fique com a melhor informação do Time Forte do Esporte! Lembrando: a jornada esportiva começa às 13h30.

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– Análise da Arbitragem de Paulista 1×0 Red Bull

Uma atuação razoável, com altos e baixos do quarteto de arbitragem no Jayme Cintra na abertura da Copa São Paulo

O árbitro Saulo Samuel Muniz Felix não teve dificuldades em sua atuação (partida com 38 faltas, sendo o placar delas: PFC 18×20 RBB, com 6 cartões amarelos para o Galo e 3 cartões para o Toro Loko).

O árbitro permitiu no começo da partida algumas jogadas mais viris, poupando 1 cartão para cada equipe. Depois, sentindo que o jogo poderia pesar, aplicou corretamente as advertências. Apenas um equívoco: o Amarelo a Bryan, quando o árbitro estava muitíssimo próximo do lance (o excesso de proximidade às vezes ilude o juiz), não sendo merecedor da advertência.

Um ponto positivo do árbitro foi a boa sinalização (por exemplo, ao advertir Júlio por reincidência mostrando que ele houvera cometido a 3a falta leve). Também mostrou bom discernimento em jogadas duvidosas ao não marcar pênalti a favor do Paulista pedido por Mateus Silvestre após disputa na área, pois o zagueiro do Red Bull foi preciso na bola (em meu entender, já que o lance foi polêmico). Também gostei dele tecnicamente.

Pecou em não permitir cobranças rápidas de faltas, e após perceber uma certa animosidade dos atletas, resolveu marcar as supostas “faltinhas leves” (na verdade, disputas mais fortes legais não-faltosas), perdendo, em uma delas, uma boa situação de vantagem. Claro, tudo isso se melhorará com sequência de jogos e mais experiência. E um “puxão de orelha” / aconselhamento: permitir que o jogo se agilize mais, pois com os inúmeros atendimentos médicos dentro de campo, quase que o árbitro leva a crer que “estava fazendo cera”.

O árbitro assistente Patrick André Bardauil não foi tão bem. Inverteu um claro escanteio a favor do RedBull transformando em tiro de meta ao Paulista, no 1o tempo. Em lance de ataque do time do Galo, o adversário ergueu o pé em um lance de tiro livre indireto (não atingiu o jogador), o árbitro não havia marcado e o assistente resolve auxiliá-lo; porém, informou errado como tiro livre direto. Também não marcou um impedimento ao Red Bull e outro ao Paulista, ambos que poderiam resultar em gol. No final da partida, uma cena inusitada: um meio campista lhe perguntou as horas, ele não respondeu e estendeu o braço para que ele a visse em seu relógio. Flagrado, foi motivo de crítica em nosso comentário durante a partida (a arbitragem não tem que informar tempo de jogo aos atletas).

João Petrucio Marimônio de Jesus dos Santos, o bandeira 2, sofreu com a linha de impedimento do Red Bull. Os zagueiros Matheus Garrido e Rhayne saíam atrapalhados. Num desses lances, Matheus Silvestre ficou impedido no ataque e não foi sancionado. Depois quando não estava, foi (reitero: em lances rápidos e constantes). Entretanto, no lance capital, acertou: o centroavante do Paulista estava em condição de impedimento mas a bola foi a Criciúma, que vem de trás e faz o gol. Acerto do bandeira.

Já o quarto árbitro Lucas Bovi Baptistella não conseguiu conter os bancos. Numa das situações, uma cena engraçada: Umberto, o treinador do Galo, que se mostrou extremamente ativo e vibrante no jogo, foi orientando a equipe e, empolgado e concentrado, quase ultrapassou o meio de campo. Lucas passou por ele e foi ao banco advertir alguém que pedia o final da partida. A imagem, abaixo, foi curiosa:

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– Arbitragem para Paulista x Red Bull, Rodada 01 da Copa SP 2017

Para a estreia do Galo Jundiaiense contra o Toro Loko, apitará Saulo Samuel Muniz Felix, 30 anos de idade e 9 de carreira. Os bandeiras serão Patrick André Bardauil (28 anos) e João Petrucio Marimônio de Jesus dos Santos (30 anos). O quarto árbitro será Lucas Bovi Baptistella (28 anos).

Nesta competição, na maior parte dos jogos, os quartetos são escalados para dois jogos da chave na mesma rodada. Em Jayme Cintra, por exemplo, o árbitro de Paulista x Red Bull (14h) será quarto-árbitro de Joinville x Vitória da Conquista (16h), e o quarto árbitro do jogo das 14h apita o das 16h. Os bandeiras se mantém.

Não vejo problema nesse tipo de escala, como nos jogos casados de sub15 e sub 17, além de promover economia. Aliás, os árbitros que estarão em Jundiaí estão acostumados a esse tipo de situação.

Nos jogos dessa competição estão sendo escalados (em sua maioria) árbitros muito jovens, que terão na Copa São Paulo seus jogos mais expressivos. Há também (em pouquíssimos jogos) árbitros veteranos que não vingaram. Por fim, há somente em duas partidas árbitros que já trabalharam em série A1.

Por fim, veremos no torneio uma novidade: 6 substituições por equipe, que poderão ser realizadas em 3 atos (ou seja, só há 3 momentos de substituições durante as partidas por equipe, exceto o intervalo).

Desejo um bom jogo para as equipes e uma boa atuação da equipe de arbitragem.

Acompanhe a transmissão de Paulista x Red Bull pela Rádio Difusora Jundiaiense AM 810, com o comando de Adilson Freddo. Narração de Marcelo Tadeu; comentários de Robinson Berró Machado e Heitor Freddo; análise da arbitragem com Rafael Porcari; reportagens de Luiz Antonio “Cobrinha” de Oliveira. Na técnica Antonio Carlos Caparroz e André Luís Lucas. Terça-feira, às 14h00 – fique com a melhor informação do Time Forte do Esporte!

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– Gostaram dos novos árbitros da FIFA?

As especulações se confirmaram: dos 10 árbitros FIFA masculinos brasileiros, 3 foram trocados: Rodolpho Toski (PR), Wagner Magalhães (RJ) e Wagner Reway (MT) entraram para o quadro.

Saíram Heber Roberto Lopes (SC), Péricles Bassols (RJ) e Leandro Vuaden (RS).

Por meritocracia ou agrado aos desafetos políticos?

Dispensa comentários. Toski se envolveu naquele polêmico Corinthians x Fluminense. Reway é muito irregular e não apitou ainda “o jogo” da sua vida. Magalhães passou discretamente, mas há de apitar uma partida expressiva ainda.

Se você acha que o escudo FIFA é causa de negociação entre federações, veja o quadro feminino! Virou moeda de troca…

O que você achou das mudanças?

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– O Melhor, o Pior e os Outros do ano futebolístico em 2016

O calendário do futebol mundial “termina”, em tese, com a Copa do Mundo de Clubes da FIFA. Não há futebol profissional aqui no Brasil (exceto as peladas solidárias). Claro, na Europa é um pouco diferente e os campeonatos continuam (especialmente na Inglaterra).

No balanço final, alguns apontamentos sobre “melhores e piores” neste ano que está se encerrando:

A decepção: Internacional, rebaixado e mal administrado.

A surpresa: Kashima, o vice-campeão mundial de futebol da FIFA.

A regularidade: Atlético Nacional, que há tempos vem mostrando a evolução tática do futebol colombiano.

A afirmação: Palmeiras, que com investimentos financeiros, estruturais e científicos ganhou o Brasileirão.

O melhor: Zinedine Zidani, que brilha no Real Madrid como técnico da mesma forma como brilhou como jogador.

O pior: Cartolas da CBF, em todas as áreas.

A tristeza: Chapecoense e o acidente.

O “finalmente”: Portugal e seu título na Eurocopa.

O “espetaculoso”: Tite e a guinada da Seleção Brasileira.

O “brochante”: o futebol apresentado por Corinthians e São Paulo.

O “motivante”: ver Messi, Cristiano Ronaldo, Suárez e Neymar em campo.

E o que esperar para 2017?

Difícil afirmar, mas se fosse um desejo, parafrasearia Juca Kfouri: “Viaja, Marco Polo”

Em tempo: melhores árbitros do ano (é importante ressaltar): Daronco e Claus. Que surjam outros no ano que vem.

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