– O Ridículo Pênalti de Deportes Iquique 2×1 Grêmio FPA

Um erro decisivo do árbitro argentino Germán Delfino, de importância inexpressiva no futebol internacional.

O time gaúcho vencia por 1×0, e eis que seu atleta Ramiro vai disputar uma bola com o adversário D’Ávila, dentro da área. O chileno tenta cabecear a bola, abaixando a cabeça ligeiramente, mas o brasileiro ergue a perna na lateral, em altura insuficiente para lhe levar perigo. Ramiro, corretamente, atinge a bola. Portanto, jogada limpa.

Entretanto, o árbitro entende que Ramiro chutou a cabeça de D’Ávila e marca pênalti. Não foi. E nem poderia ser “pé alto”! O chamado “lance de jogo perigoso” é quando você levanta excessivamente o pé e corre o risco de atingir com a sola seu oponente. Normalmente ocorre em lances frontais (pé no rosto). Na lateral, e com a cabeça baixa, não se pode marcar nada.

Entenda algo mais: um pé alto que leve perigo e não atinja o adversário, é marcado tiro livre indireto. Se atingir (leve ou gravemente, não importa), é tiro livre direto (dentro da área, é pênalti). No deserto chileno, o que se viu foi uma jogada legal, sem qualquer falha do jogador gremista.

Assista em: https://www.youtube.com/watch?v=oQQ0_s6rptU

– A troca do cartão amarelo pelos 10 minutos fora!

Uma novidade na Inglaterra: a FA vai testar durante a temporada 2017/18, na 7a divisão, o não uso dos cartões amarelos para questões disciplinares. Ao invés da advertência para situações de indisciplina, o jogador ficará 10 minutos fora de campo (como no rugby). Para as outras situações passíveis de Amarelo, o cartão continuará a existir.

O que você acha dessa novidade? Gosta ou não da ideia?

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– Luiz Flávio, sua contusão e a sequência do jogo

Fiquei muito triste ao assistir a contusão do Luiz Flavio de Oliveira na partida entre Água Santa x Bragantino. Uma fratura no pé é algo dolorido e que tirará o juizão do começo do Campeonato Brasileiro e da Copa do Brasil.

Boa sorte ao amigo na recuperação! Mas apesar desse fato lamentável, surgiu uma questão sobre regras de jogo: e se no momento da contusão acontece um pênalti ou sai um gol? O que fazer?

Vamos lá: o árbitro, se escorregar, cair ou ficar impossibilitado de correr, ainda é a autoridade máxima da partida. Sendo assim, se ele puder ver a conclusão da jogada, confirmará ou não a legalidade do gol ou marcará o pênalti / falta / simulação (conforme for o lance). Se ele não puder ver (e estando consciente que o jogo continua) e a sequência da jogada, por exemplo, resultar em um gol, o bandeira mais próximo poderá dizer a ele se foi legal ou não.

Mas e se ele ficar desacordado? O que se faz?

Se o bandeira perceber, deverá entrar em campo e anunciar que a partida está paralisada a partir daquele instante. Imediatamente, nada mais vale (afastando o risco de uma falta dentro da área ou um gol, sem a ciência do árbitro).

O curioso é: uma partida não pode começar sem um dos membros do quarteto de arbitragem, mas pode terminar sem um deles.

Por exemplo: e se a contusão fosse no aquecimento? O quarto-árbitro entraria no jogo como substituto e alguém (como o observador, por exemplo) seria designado para fazer os serviços administrativos do 4o árbitro.

Mas e se fosse a falta de um bandeira e do árbitro, por exemplo, e não existisse um observador? Veja que curioso: o quarto-árbitro assume o jogo, o bandeira 1 fica em sua mesma função e o “novo” árbitro escolhe duas pessoas (podem até ser da arquibancada) para assumirem a posição de bandeira 2 e quarto-árbitro. Faz a entrevista com eles, dá o apito inicial e, caso os ache muito ruins na função, dispensa-os.

REFORÇANDO: Não se pode começar um jogo faltando integrante da equipe de arbitragem. Mas terminar, pode!

Assista ao lance em: https://glo.bo/2qvILcr

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– O VAR estará no Mundial da Rússia

Uma boa notícia para quem gosta de tecnologia a favor da legitimação dos placares no futebol: o árbitro de vídeo estará na principal competição do planeta, a Copa do Mundo.

Em 2018, na Rússia, o Video Arbitro Referee (VAR) será implantado. Ótima ideia, desde que bem treinada e passada aos árbitros mais gabaritados (sem a geopolítica discutível de escolha dos juízes da FIFA).

Gianni Infantino, o presidente da entidade que está participando de um congresso da Conmebol no Chile, declarou que:

Não é possível que em pleno ano de 2017, todo mundo que está no estádio ou em casa consiga saber do erro do árbitro durante a partida e o único a não saber disso é o próprio árbitro. Não pode ser mais assim, isso não é justo“.

E pensar que aqui ouvimos o blábláblá do árbitro de vídeo que a CBF divulgou que ocorreria em Maio de 2016, depois em Agosto, Setembro, Novembro, série B… como sempre, uma grande mentira! Aliás, criaram até um cargo específico para um ex-presidente de Comissão de Arbitragem, lembram?

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– Análise Pré-Jogo da Arbitragem da 1a Partida Final entre Ponte Preta x Corinthians

Raphael Claus apitará o 1o jogo da final do Paulistão 2017. Ambas equipes foram favorecidas involuntariamente por erros de arbitragem do bom árbitro da FIFA neste campeonato: o Corinthians venceu o São Bento em Sorocaba com um pênalti inexistente em Jô na 1a rodada, e a Ponte Preta não teve um penal marcado contra ela no lance de Fernando Bob em Jean no Allianz Parque no sábado passado.

Isso quer dizer alguma coisa? Em tese, nada, a não ser que são erros de interpretação – no 1o jogo citado mais rigoroso e no 2o menos atento.

Claus surgiu como um fenômeno em jogos grandes quando foi perfeito em uma semifinal entre São Paulo x Santos no Morumbi, e daí por diante teve uma boa sequência em clássicos. Uma queixa de muitas pessoas a ele é que em partidas de menor visibilidade e/ou importância, dava uma “relaxada”.

Desde que entrou no quadro da FIFA, vem se aprimorando e apitando jogos de grande dificuldade. Alguns têm a impressão de arrogância dele (que é falsa, o conheço bem). É um estilo de mostrar autoridade, que não chega a ser debochado mas às vezes transforma em um ar de superioridade exagerado (talvez como tinha Guilherme Ceretta de Lima ou Rodrigo Martins Cintra, árbitros jovens e que encerram a carreira).

Desejo boa sorte ao amigo e grande arbitragem ao quarteto. Torço para que os erros pontuais (quem é torcedor luso vai cobrar a inclusão do lance de Guarani x Portuguesa, e com razão) tenham sido apenas de desatenção e que para o bem do espetáculo não sejam representativos de má fase.

Pensam que árbitros não vivem de ciclos como os jogadores também? Vide Sandro Meira Ricci e seu inferno astral desde o último Mundial…

Em tempo: e esta história do Clayson, da Ponte Preta, estar sendo negociado com o Corinthians? Tudo bem que é muito bom jogador, mas que não o façam um novo Rui Rei. E quando “dei um Google” para puxar a foto do Rui Rei no fatídico jogo de 1977, eis que aparece o Dulcídio entre esses craques na foto ilustrativa.

Quem seria o Dulcídio da arbitragem hoje? Não vejo ninguém como o saudoso Alemão, que foi “vendido” sem saber. A propósito: isso acontece hoje ainda?

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– O desvio de Pratto no gol de Jô em Corinthians 1×0 São Paulo

Muita reclamação por parte dos sãopaulinos a respeito do gol confirmado de Jô, estando em posição de impedimento. Procede a chiadeira ou não?

Paulo César de Oliveira, na TV Globo, disse que foi legal pelo desvio da nova orientação. Discordo (embora o lance seja bem discutível).

Para mim, erro do bandeira Alex Ang Ribeiro (se é que ele viu o desvio), corroborado pelo árbitro Flávio Rodrigues de Souza (que não tem culpa pela posição). Explico: a bola é cruzada por Jadson, Lucas Pratto pula para o cabeceio e ela cai nos pés de Jô, que estava a frente, em posição de impedimento, no nascedouro da jogada.

Impedimento ativoDesvio de bola não tira impedimento (há raríssimas exceções da regra). O toque do adversário da forma como foi não é um novo lance, nem uma nova jogada criada. A bola foi lançada para o ataque por um corinthiano, visando os jogadores companheiros de frente. Se um sãopaulino a toca ou não, é irrelevante nesse caso.

Alguns entendem que o fato do de Pratto ter ido disputar a bola e a tocado, possibilitou uma nova jogada – e sendo assim, seria um toque de bola da defesa para o adversário, situação na qual não existe o impedimento (como uma bola recuada erroneamente ao adversário, por exemplo). Respeito quem pensa assim, mas discordo. Não foi um domínio de bola tocado para trás, foi um desvio acidental que de nada modificou a condição de impedimento (já que o jogador do Corinthians lança a bola para o ataque do seu time, não para a zaga do São Paulo).

Há também quem possa ainda interpretar como a nova orientação do começo desta década: uma bola que é desviada pela zaga e que caia nos pés de um jogador em impedimento mas que não estava na jogada e que nem tinha a pretensão de recebê-la, não é mais impedimento (por exemplo, um chute para o gol, a bola bate num defensor e sobra para um atacante sozinho, em posição de impedimento, próximo ao mastro de escanteio) Não foi o caso também.

Por fim, existe uma recente orientação de que se um jogador faça movimento de disputar a bola e a toca, esse desvio tiraria o impedimento. Ora, isso acontece quando ocorrer uma “rosca”, um desvio por ação voluntária que caia para outro jogador. Involuntariamente se tocado, não tira o impedimento, pois isso mudaria totalmente a regra 11 do futebol. Passaríamos a dizer que agora deve-se chutar a bola no adversário que o impedimento sumiu. E Pratto não obteve sucesso na disputa, apesar do toque. Assim, Jô continuou em impedimento, foi irrelevante o resvalão.

E você, o que achou? Deixe seu comentário:

Assista o lance em: http://globoesporte.globo.com/sp/futebol/campeonato-paulista/jogo/23-04-2017/corinthians-sao-paulo/#video-id=5821112

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– O Robozinho vai avaliar os árbitros da CBF?

Taí uma daquelas coisas que a CBF adora inventar: criar factoides para divulgar à imprensa (como o árbitro de vídeo proposto em maio de 2016, depois em agosto, outubro, novembro… e até agora nada). Ou o mecanismo de leitura facial israelense para o combate da violência de torcedores briguentos na FPF, que só ficou no anúncio.

Pois bem: leio no Diário Lance! que o Coronel Marinho anunciou uma novidade (Edição 23/04/17, pg 03, por Fábio Suzuki e Igor Siqueira). Será o “Radar”, um software para análise de desempenho dos árbitros.

O detalhe é: a função dos observadores e analistas de arbitragem será minimizada pelo sistema eletrônico, que, segundo o próprio Coronel Marinho:

“A nota [do árbitro] não será dada por ninguém. O SISTEMA VAI DAR. Fizemos uma calibragem, uma mensuração. Fizemos estudos e vamos colocar no sistema (…). O sistema vai gerar pontuações individuais e por equipe. Cada árbitro terá sua nota e outra da equipe [do quarteto todo]. Eu não posso alterar nada.”

E quando o lance polêmico for interpretativo: pênalti ou simulação? Bola na mão ou mão na bola? Vantagem aplicada ou perdida?

Farei de conta que acreditarei da mesma forma quando iludidamente eu e outros árbitros acreditaram no Ranking dos Árbitros da FPF, onde existiam notas e os árbitros também receberiam pontuação, formando um campeonato de acesso e rebaixamento. Me recordo quantas notas contestadas, a criação da posição 35B (quem viveu essa época sabe o que é essa posição), o descenso de árbitros de altíssima categoria inexplicavelmente (por exemplo: a injusta queda de muitíssimas posições do excelente Marcelo Rogério), a ascensão de árbitros prata para ouro ANTES das provas finais teóricas (e um “metidão” deu até entrevista ao jornal confirmando sua subida…).

Por tudo isso, fico imaginando um robozinho dando nota, e quando o cartola do clube chegar a Del Nero pedindo a cabeça de um árbitro, ouvir o mesmo blábláblá de que não existe veto a ninguém, garantir a escala ao juiz e na hora H… pimba! Ficar de fora, indo para a geladeira veladamente.

Putz, recordei-me: acho que o mesmo Marco Polo Del Nero era o presidente da FPF quando garantiu-se a escala de Rodrigo Bragheto na final do Paulistão por parte do mesmo Coronel Marinho e depois o suspenderam. Curioso que são os mesmos nomes na CBF.

Em tempo: monitorar desempenho de jogador com tais softwares é louvável. Mas analisar lances interpretativos de árbitros, aí é conversa mole.

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– Palmeiras 1×0 Ponte Preta. Pênalti ou não em Jean? Mudaria algo?

Um lance polêmico no jogo entre o Porco e a Macaca no Allianz Parque: Fernando Bob tenta interceptar Jean que entra na área; com sua perna-esquerda, o marcador pontepretano toca com o bico da chuteira levemente na bola. Isso faria com que não fosse pênalti, e sim jogada limpa?

Errado. Ele toca a bola e ao mesmo tempo faz o calço no pé esquerdo do palmeirense. Portanto: pegou bola e adversário na mesma jogada, e isso é pênalti, não marcado por Raphael Claus. A pergunta é: mudaria algo?

Assista o lance em: http://globoesporte.globo.com/tempo-real/videos/v/fernando-bob-da-ponte-preta-da-carrinho-em-jean-do-palmeiras-que-pede-penalti/5820426/

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– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Paulista x Taboão da Serra, Rodada 19 da A3

Partida só para cumprir tabela, já que o Galo está rebaixado para a 4a divisão estadual. Assim, o jovem José Araújo Ribeiro Jr, 29 anos de idade, terá a oportunidade de apitar o 5o jogo profissional de sua vida (até hoje, apitou só 2 jogos da Série B e 2 da A3). Um ilustre desconhecido, que deve estar feliz por ter sido escalado para apitar um jogo desta categoria. Desejo boa sorte ao iniciante, que assim como eu, muitos não o conhecem.

Paulo Sérgio Modesto e Orlando Coelho Jr serão os bandeiras. Paulo Nogueira Pinho será o 4o árbitro.

Acompanhe a transmissão de Paulista x Taboão da Serra pela Rádio Difusora Jundiaiense AM 810, com o comando de Adilson Freddo. Narração de Marcelo Tadeu; comentários de Robinson Berró Machado e Heitor Freddo; análise da arbitragem com Rafael Porcari; reportagens de Luiz Antonio “Cobrinha” de Oliveira. Na técnica externa André Luís Lucas. Domingo, às 10h00 – mas a jornada esportiva começa a partir das 09h00 para você ter a melhor informação com o Time Forte do Esporte!

– Palmeiras 3×2 Peñarol e Zambranno

Não assisti ao jogo Palmeiras x Peñarol. Mas leio que torcedores palmeirenses se queixam da expulsão de Dudu. Torcedores de outros times dizem que o jogo só acabaria quando saísse o gol (e saiu aos 54m). Ou seja: todos reclamaram do árbitro Ruddy Zambranno, que determinou 8 de acréscimo e o jogo acabou com 9. Aliás, se achou necessário acrescentar mais 1 minuto, por que não o fez publicamente? Sem dizer que ouço reclamações de que foi tolerante ao anti-jogo.

Detalhe: o juiz equatoriano de ontem (da escola ruim de árbitros como Bryan Moreno e Carlos Vera) foi o mesmo de Cesar Vallejo x São Paulo (que foi bem fraquinho naquela oportunidade). Já ouvi uma crítica dele de que era “auto-suficiente”, individualista demais sem aceitar cooperação dos bandeiras. E leio uma declaração do treinador do Nacional de Quito sobre ele:

“ – Trata los partidos de manera dictatorial y hitleriana”.

Não precisa de tradução!

OPS: hoje, 13/04, é dia do HINO NACIONAL. E na hora do Hino ontem… Não era melhor não existir a lei de execução em eventos esportivos?

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– Os 4 lances polêmicos de Santos 1(4) x (5)0 Ponte Preta

Rafael Félix Gomes da Silva foi o árbitro escalado para o importante jogo entre o Peixe v Macaca nesta última 2a feira, e foi muito mal, perdendo a autoridade e errando técnica e disciplinarmente no jogo.

Tenho acompanhado a carreira desse professor de Educação Física de 33 anos e apenas 10 de carreira. Ele foi o árbitro da final da Copa São Paulo entre Corinthians x Flamengo no Pacaembu em 2016, com razoável atuação. No mesmo ano, estreou na série A1 em partidas de média dificuldade, passando despercebido. Quando o jogo aperta, ele se enrola; mas quando o jogo fica fácil, ele “vai bem”.

Só que Santos x Ponte Preta é um jogo de grande dificuldade, e o juiz foi mal escalado, digo, mal sorteado para esse confronto. Dentro da história de “renovar forçadamente” a arbitragem, árbitros são jogados ao campo e queimados quando vão mal, parecendo ser descartáveis. Os cartolas do apito não; estes. continuam sempre firmes em seus cargos.

Neste ano, dois jogos que acompanhei atentamente desse juiz: uma boa arbitragem de Rafael Félix pela Copa São Paulo 2017 em Paulista x São Carlos (vide em: http://wp.me/p55Mu0-1hS) e uma má arbitragem em Santos x Red Bull pela A1 (vide em: http://wp.me/p55Mu0-1kZ).

Enfim, o árbitro sentiu a pressão e se perdeu neste último jogo das 4as de final do Campeonato Paulista. Vamos lá:

OS 4 LANCES:

1) Aos 40 minutos, Bruno Henrique (SFC) foi empurrado infantilmente com as duas mãos e é desiquilibrado por Lucca (AAPP) dentro da área. Pênalti, mas ele não marcou. Errou. Vide aqui: http://globoesporte.globo.com/sp/santos-e-regiao/futebol/campeonato-paulista/jogo/10-04-2017/santos-ponte-preta/#video-id=5791856

2) Aos 41m, Lucas Lima (SFC) entra “rasgando” o próprio Lucca (AAPP) com um carrinho. O árbitro ameaça aplicar o cartão amarelo, chega a colocar a mão no bolso e se arrepende. Errou de novo.

3) Aos 43 minutos, Claysson (AAPP) atingiu a bola e a perna de Lucas Veríssimo (SFC). Da forma como ele entrou, é cartão amarelo, e já possuidor de um (levou aos 38m também por ação temerária) deveria ser expulso e não foi. Errou de novo.

4) Aos 71 minutos, palmas para Marcelo Van Gassen, bandeira número 1, que atento anulou o gol em impedimento de Yago (AAPP). Acertou. Vide em: http://globoesporte.globo.com/sp/santos-e-regiao/futebol/campeonato-paulista/jogo/10-04-2017/santos-ponte-preta/#video-id=5791918

A pergunta é: como em um campeonato de 3 meses um árbitro é escalado em jogo tão importante em apenas seu segundo ano de atuação na A1 (ou se preferir, seu 6o mês somente na competição)? Está errado. Tudo errado mesmo.

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– Análise Pré-Jogo da Arbitragem de Grêmio Osasco x Paulista

Paulo Sérgio dos Santos, árbitro frequente na série A3, há 13 anos apitando na FPF, apita GEO x Paulista nesta rodada 18.

Experiente árbitro, porém não é da elite. Bem calmo dentro de campo, aplica poucos cartões e aceita que os jogadores conversem com ele. Não costuma aplicar a lei da vantagem.

Edislânio Nunes Bernardo e Leandro Alves de Souza serão os bandeiras. Pietro Dimitrof Stefanelli será o 4o árbitro.

A crítica é: por quê em alguns importantes jogos e que interessam o Paulista, como Comercial x Atibaia, estão árbitros da série A1 e no José Liberati não?

A resposta é clara: falta de força nos bastidores. Quanto maior gabaritado o árbitro, menor é a pressão do time mandante. No começo do campeonato, quando o Paulista já era considerado favorito até mesmo antes do início, os árbitros eram de maior peso…

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– Os bilhetinhos de Rogério Ceni. Pode ou não?

No jogo do São Paulo contra o Defensa y Justicia, no Estádio do Lanús, na Argentina, o treinador Rogério Ceni passou orientações ao seu time através de bilhetes.

Isso pode ou não pode?

Do jeito que foi feito, SIM!

Explico com a mesma postagem que escrevi quando Juan Carlos Osório chegou ao Brasil. Abaixo:

OSÓRIO E OS SEUS BILHETES. PERMITIDOS OU NÃO?

Juan Carlos Osório, colombiano, é o novo treinador do São Paulo FC. Respeitado por ser um estudioso, costuma ser flagrado anotando e passando informações aos seus jogadores em bilhetinhos do seu caderno de rascunhos.

E aí está algo curioso que os árbitros não poderão questionar: a comunicação escrita de informações advindas internamente ao campo de jogo e área técnica!

Aliás, a questão sobre “como jogador e treinador se comunicam” tem sido discutida há algum tempo: tudo começou com Vanderlei Luxemburgo, então treinador do Corinthians, na final do Campeonato Paulista de 2001: Corinthians x Santos jogaram e descobriu-se que Luxemburgo orientava o meia Ricardinho através de um ponto eletrônico escondido em seu ouvido. Era permitido ou proibido?

Ninguém sabia se podia, pois a Regra nada dizia. Dias depois, em uma reunião da International Board (o Organismo que é “dono” das Regras do Futebol) determinou-se que seria proibida a comunicação eletrônica entre treinador e jogadores durante a partida.

Recentemente, passou a ser fato comum a comunicação via celular entre treinadores e seus assistentes. O próprio Luxemburgo, certa feita, assistia o 1o tempo das partidas nas arquibancadas, conversava com seu assistente via rádio e depois dirigia a equipe no 2o tempo no banco de reservas.

Após os estudos de uma equipe de força-tarefa da FIFA em 2011 (grupo formado por ex-atletas e estudiosos do futebol, que visa trazer sugestões), reforçou-se textualmente com a redação da orientação na Regra 4 (Equipamento dos Jogadores):

Os árbitros proibirão o uso de radiocomunicação entre jogadores e o corpo técnico”.

Mas aí veio uma nova modificação. Para 2013/2014, houve alteração do mesmo texto:

Os árbitros proibirão o uso de sistemas eletrônicos de comunicação entre os jogadores e/ou o corpo técnico”.

Aqui a alteração é mais profunda: a comunicação eletrônica por celulares ou rádios era proibida (portanto, a comunicação FALADA), mas nada impedia que a comunicação fosse REDIGIDA através de outro equipamento eletrônico “não sonoro” exceto os citados, como, por exemplo, via tablets ou notebooks. Onde estaria a proibição de que um treinador não poderia se comunicar com os atletas mostrando imagens e informações em um iPad com estatísticas em tempo real? Ou com informações de fora via email?

Agora, a proibição é EXTENSIVA A QUALQUER SISTEMA ELETRÔNICO DE COMUNICAÇÃO e não mais somente entre jogadores e treinadores, mas AMPLIADA ENTRE OS PRÓPRIOS INTEGRANTES DA COMISSÃO TÉCNICA. E um grande exemplo disso: José Mourinho costumava receber informações estatísticas on-line das partidas de seu assistente técnico via tablet, e as repassava através de bilhetinhos escritos a mão para seus jogadores. Isso (informação de fora), agora, não pode! Mas se o treinador quiser passar suas instruções por escrito em uma tecnologia rudimentar, como papel, somente com suas impressões pessoais, PODE!

Na sua última circular antes do início do Paulistão 2014, a FPF reforçou esse lembrete no capítulo 20 das suas orientações:

É PROIBIDO o uso de sistemas eletrônicos de comunicação entre jogadores e/ou comissão técnica. Exemplo: treinador para assistente fora do campo, conforme alt Regra 4, pg 29 do Livro de Regras.[Lembro que não é só fora do campo, mas dentro também].

Sendo assim, fique tranquilo, Osório! Se alguém te expulsar por dar um bilhetinho das informações que você colheu das suas próprias observações de jogo (portanto, sem informação externa ou por meio eletrônico falado ou ilustrativo), será abuso de autoridade

Já imaginaram a Comissão de Árbitros baixar uma norma contra isso? Seria totalmente tupiniquim!!!

Eu, particularmente, acho um retrocesso proibir a comunicação externa. Se o clube tem uma equipe técnica profissional e que se atenta a detalhes do jogo para ajudar o treinador, isso deveria ser uma evolução bem vinda ao futebol. Porém, entendo também o que os legisladores da Regra pretendem: se um árbitro não tem um celular para ligar a alguém com imagens e perguntar se foi pênalti ou não, seria desproporcional que treinadores tivessem essa informação privilegiada.

Resta aos mais espertos utilizarem alternativas. Imaginaram bolinhas de papel voando das arquibancadas com informação ao banco? E nas arenas européias, onde torcedores e comissões técnicas estão próximas: que tal a comunicação boca-a-boca, onde um torcedor assiste o jogo em tempo real via Web em som alto e “sem querer” o treinador escuta?

Alternativas criativas devem surgir! Ou você acha que não?

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– Análise da Arbitragem de Paulista 2×2 Comercial

Boa arbitragem de Anderson Faustino Cordeiro, com algumas coisas a corrigir.

O árbitro correu bastante, esteve sempre bem posicionado nas jogadas e vibrou muito. Nas quase 40 faltas da partida (PAU 14 x 24 COM), uma ou outra marcada equivocadamente.

Disciplinar e tecnicamente: foi bem, numa partida nervosa mas sem lances polêmicos. Em cartões amarelos: PAU 2×4 COM.

A recomendação: ser menos espalhafatoso! A postura precisa ser corrigida, pois muitas vezes é teatral. Parece propositalmente imitar Heber Roberto Lopes com trejeitos exagerados, e isso não é legal. Às vezes, o rigor que quer demonstrar fica falso, o que é perigoso numa partida de futebol.

Uma última observação: no final da partida, com os nervos dos atletas à flor da pele, mandou repetir a cobrança de um tiro livre indireto por 3 vezes (todas com pouca diferença do local do impedimento marcado. Na 4a cobrança ele consentiu (e ela estava no mesmo lugar do que das outras vezes…).

Fausto Augusto Viana Moretti e Fernando Afonso Gonçalves de Melo foram muito bem como assistentes, sempre atentos ao jogo. O 4o árbitro Wander Escardine teve trabalho, coibindo os excessos do treinador Luciano Dias no banco e estando sempre ligado no jogo ao mesmo tempo.

Público 548 pagantes.

Renda Bruta: R$ 7.460,00+

Renda Líquida: R$ 2.313,17-

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– Análise Pré-Jogo da Arbitragem de Paulista x Comercial

Anderson Faustino Cordeiro, 35 anos de idade, 6 de carreira, 3o ano na série A3, apitará seu 9o jogo desta divisão na temporada no Jayme Cintra nesta 4a feira. É considerado destaque pela FPF (o último com esse mesmo “cartaz”, Flávio Ribeiro Mineiro, foi mal em Jundiaí). Não o conheço, mas espero que vá bem e surpreenda positivamente.

Fausto Augusto Viana Moretti, 33 anos e Fernando Afonso Gonçalves de Melo, 36, serão os bandeiras. Ambos bem experientes nessas divisões

Wander Escardine, 40 anos, com muito mais experiência na carreira muitos jogos apitados na divisão, será o 4o árbitro.

Desejo ao quarteto uma boa arbitragem e grande jogo para as equipes.

Acompanhe a transmissão de Paulista x Comercial pela Rádio Difusora Jundiaiense AM 810, com o comando de Adilson Freddo. Narração de Marcelo Tadeu; comentários de Robinson Berró Machado; análise da arbitragem com Rafael Porcari; reportagens de Luiz Antonio “Cobrinha” de Oliveira. Na técnica André Luís Lucas. Quarta-feira, às 19h30 – mas fique com a melhor informação do Time Forte do Esporte desde às 18h00 com o Show de Bola!

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– A burra expulsão de Roger Guedes

O Palmeiras é um dos times mais caros do Brasil. Investiu milhões de dólares, é o Campeão Brasileiro e um dos favoritos para a Taça Libertadores da América. Porém… custa gastar um pouco mais para ter um instrutor de arbitragem em seu corpo técnico?

Me impressiona que o jogador de futebol desconheça as regras do seu ofício que é o seu próprio ganha-pão. Em Novo Horizonte, na partida Novorizontino 1×3 Palmeiras, sabendo que já tinha cartão amarelo, Roger Guedes (após fazer um gol) foi comemorar junto à torcida pulando no alambrado “a lá Neto nos anos 90”. O árbitro Luiz Flávio de Oliveira não havia observado e foi avisado pelo bandeira Emerson Augusto de Carvalho; na sequência, aplicou-lhe o segundo cartão amarelo e consequentemente o vermelho.

Após a partida, uma grita geral sobre a Expulsão. Ora, há quanto tempo isso existe? O jogador profissional não sabe?

A queixa é de que a Regra é rigorosa com tal situação (isso é uma outra história a se discutir). Mas sabedor que ela existe, por quê o jogador insiste em descumpri-la? O atleta cavou sua expulsão pelo ímpeto e ainda prejudicou sua equipe.

Veja o vídeo em: http://globoesporte.globo.com/sp/sorocaba/futebol/campeonato-paulista/jogo/02-04-2017/novorizontino-palmeiras/#video-id=5772260

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– A Expulsão de Fred foi justa?

Excelente decisão do árbitro Igor Júnio Bevenuto (já criticado neste espaço em atuações ruins) ao expulsar Fred (ATL) por agressão a Manoel (CRU), no clássico Mineiro.

Entenda: Fred sobre para tentar cabecear uma bola alçada à área após cobrança de falta e justifica que o braço está aberto para ganhar impulso. Não é isso, o árbitro (bem posicionado) vê a cotovelada desferida propositalmente (Fred atinge de propósito, não é movimento de impulsão) e imediatamente o expulsa. O atacante, sabedor que está errado, fica no chão para tentar ludibriar o juiz.

Parabéns pela prontidão na aplicação do cartão vermelho!

Veja o lance em: https://www.youtube.com/watch?v=_jeO-eubxJc

– Análise da Arbitragem de Paulista 0x1 Olímpia.

Apesar de um ou outro erro de interpretação de faltas, foi bem o árbitro Roberto Pinelli na derrota do Paulista frente ao Olímpia.

Apresentando as mesmas virtudes do jogo que já houvera apitado no Jayme Cintra contra o Nacional, mostrou uma atuação nada comprometedora, além de melhorar sua performance física. Somente deixou de dar um cartão amarelo a Ingro (PAU) aos 23m por falta temerária no zagueiro Brumati (OLI), além de não marcar uma clara falta do próprio Brumati em Douglas em um lado cego (embora, visível ao bandeira). Foi muito bem na aplicação da Lei da Vantagem.

Sobre os assistentes: Leandro Feitosa foi correto nas muitas marcações de impedimentos e Bruno Bunani esteve bem atento no jogo. Quem teve trabalho foi Gilberto Roque, o quarto árbitro, em ter que conter os excessos fedo treinador Júlio Sérgio.

A lamentar a imagem negativa do jogo: 6 torcedores do Olímpia em campo, sendo que eram 4 senhoras e 2 jovens. Para a segurança naquele tranquilo espaço, havia 6 PMs e 3 fiscais da FPF ali. Que prejuízo!!!

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– Esperteza ou Moleza dos Jogadores nas Cobranças de Faltas Rápidas?

Foi há cinco anos, mas o assunto é atual. Vide abaixo:

Na quarta-feira (17), um lance inusitado na partida Porto (POR) X Arsenal (ING): Após um recuo de bola do time inglês ao seu goleiro, o árbitro sueco Martin Hansson (aquele mesmo de França X Irlanda, do gol de mão de Henry – que fase, hein juizão!) assinalou tiro livre indireto a favor dos portugueses. O esperto centroavante pegou a bola, colocou no chão e cobrou rapidamente, fazendo o gol. Naquele momento, o goleiro e a defesa do Arsenal estavam desarrumados e desatentos. O gol foi confirmado.

Veja o lance: http://globoesporte.globo.com/Esportes/Noticias/Futebol/portugues/0,,MUL1495243-9850,0.html

E a pergunta: pode?

Claro que pode, e aí uma curiosidade: Quem é que disse que precisa esperar a barreira? Onde está a barreira na regra? E o apito do árbitro, tem que esperar?

Vamos lá: o time que cobra a falta tem o direito de exigir as 10 jardas de distâncias (9,15m). Nada impede que ele abra mão desse direito. Se o fizer, e a bola atingir o defensor, segue o jogo. Afinal, o adversário não teve tempo de se posicionar a 9,15 metros. Não teve culpa. Não precisa esperar o apito.

Entretanto, se o adversário se posicionar em frente a bola, e impedir propositalmente a cobrança, ficando a menos de 9,15m, e a bola bater nele, repete-se a cobrança e aplica-se o cartão amarelo por não manter a distância regulamentar e/ou retardar o reinício de jogo.

Perceba que são situações diferentes: no primeiro lance, ele não teve tempo de se posicionar. No segundo lance, ele fez questão de não se posicionar.

Mas e quando o time que fez a falta “pede barreira“? Aí outro mito do futebol: o infrator não tem esse direito, ele tem o dever de dar a distância. O que acontece muitas vezes é que os batedores de falta exigem a distância de 9,15m, e as defesas se agrupam como “paredões”, “muralhas” ou, como conhecemos, “barreiras”. As barreiras não existem na regra; é que a própria regra não vê nada de ilegal no fato dos atletas se agruparem a 9,15m.

Outra curiosidade que você não costuma observar: se o atleta quer bater a falta rapidamente, e o adversário fica na sua frente, ele pode tirar grande proveito disso: a regra permite que ele “tabele’ com o adversário, ou seja, posso chutar nesse atleta que está me atrapalhando, a fim de recebê-la de volta e sair eu mesmo jogando! Quantas vezes você viu esse lance em campo? Dizem que Pelé fazia isso, mas com a bola rolando, não em lance de bola parada.

E quando vemos o gesto do árbitro mandando esperar o apito para cobrar a falta?

Normalmente ocorre pela exigência da equipe que cobrará a falta em querer a distância. O árbitro indica que irá contar a barreira, e por estar de costas e o jogo paralisado, precisa indicar aos atletas quando o jogo deve ser reiniciado (ou melhor, a falta cobrada). Alguns batedores de falta exigem a barreira, por ela ser um ponto de referência a eles. Usam e treinam com esse artifício. Vale lembrar que também o árbitro poderá desautorizar a cobrança caso tenha que tomar alguma providência (como o atendimento a um atleta que se lesiona gravemente, por exemplo). O atacante não precisa esperar nem para a aplicação de cartão amarelo a um adversário, caso deseje cobrar rapidamente a falta (o árbitro aplica o cartão na primeira paralisação seguinte).

Tal texto pertence as diretrizes da regra 5, no texto USO DO APITO: “O apito não é necessário para reiniciar o jogo mediante um tiro livre (…) O uso do apito é necessário para reiniciar o jogo mediante um tiro livre após determinar a distância correta de uma barreira“.

Mas o que a zaga deve fazer? Resposta simples: estar atenta! Ou se arrisca em tomar um cartão amarelo de árbitro que cumpra fielmente as regras do jogo, permanecendo em frente a bola e torcendo para que o adversário exija a barreira (se o adversário chutar, toma o amarelo e aí tem que esperar a barreira e o uso do apito mesmo, não pode mais cobrar rapidamente).

Parece severo, mas atende ao Espírito do Jogo, que juntamente com as Regras, norteiam o futebol: nunca beneficiar o infrator!

Assim, vale a pena os atacantes estarem espertos e estudarem a regra. Poderiam marcar mais gols.

Especificamente, no lance do Porto X Arsenal: um amigo me perguntou se vale o gol, já que o árbitro não teve tempo de levantar o braço para indicar tiro livre indireto. Vale sim! É que quando há tiro livre indireto e a bola é chutada direto ao gol, sem o braço do árbitro estar levantado, volta a cobrança (pois, teoricamente, o atleta não foi informado pelo árbitro que era em 2 lances). Se o braço estivesse levantado e a bola entrar no gol diretamente, tiro de meta. (Claro, como o lance foi dentro da área e a bola foi tocada, tudo bem).

Vale a lúcida colocação do atacante do time londrino, Fábregas: “Nós estávamos desatentos…

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– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Paulista x Olímpia

Roberto Pinelli, 41 anos, árbitro que vem atuando com bastante regularidade na série A3, que costuma ser técnica e disciplinarmente bom (embora eu já tenha feito críticas ao seu preparo físico) apitará Paulista x Olímpia pela Rodada 16.

Pinelli esteve no Jayme Cintra semanas atrás, quando apitou Paulista 1×2 Nacional. Naquela oportunidade o jogo não exigiu e ele foi bem, exceto a um lance capital: o gol irregular do adversário na solada no peito do goleiro Iago. Claro que o placar foi justo (apesar desse lance) pois o Paulista jogou mal, mas entendo ter sido um lance de infelicidade do juizão (vide em: http://wp.me/p55Mu0-1jI).

O bandeira 1 seria Leandro Matos Feitosa (o mesmo do gol em impedimento na partida São Paulo 4×1 Santo André, voltando a trabalhar depois de 1 mês). O bandeira 2 será Bruno Bunani Munhoz, que fará seu 7o jogo na A3 nessa temporada. Gilberto Roque da Silva Pereira será o 4o árbitro.

Desejo um grande jogo e uma boa arbitragem.

Acompanhe a transmissão de Paulista x Olímpia pela Rádio Difusora Jundiaiense AM 810, com o comando de Adilson Freddo. Narração de Marcelo Tadeu; comentários de Robinson Berró Machado e Heitor Freddo; análise da arbitragem com Rafael Porcari; reportagens de Luiz Antonio “Cobrinha” de Oliveira. Na técnica externa André Luís Lucas. Sábado, às 10h00 – mas a jornada esportiva começa a partir das 09h00 para você ter a melhor informação com o Time Forte do Esporte!

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– Rasgando o regulamento para São Paulo x Linense!

A quem a FPF quer enganar?

Reinaldo Carneiro Bastos disse à ESPN Brasil que não houve inversão de mando no jogo Linense x São Paulo (serão jogadas as duas partidas no Estádio do Morumbi). O mandatário alegou que fez consulta ao departamento jurídico, ouviu os clubes e aceitou o pedido feito pelo próprio presidente do Linense. Justificou ainda que:

Não é inversão de mando, o mando continua sendo do time do Linense. Só o campo que é o Morumbi.

Foi convencido? Eu não!

Quantas partidas a Linense jogou como mandante no Morumbi? Claro que nenhuma. E não adianta dizer que não é inversão de mando, pois até o estádio é do adversário. Nem ao menos se tomou cuidado em escolher o Pacaembu ou a Arena Corinthians, por exemplo.

Imoral! Entendo que o Linense fez isso para aumentar suas receitas, mas esportivamente isso não é decente.

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– A Tecnologia muda o placar de França x Espanha!

Em um jogo-teste para o uso do árbitro de vídeo, jogaram França x Espanha no Estádio Saint-Denis. Sem a ajuda da tecnologia, o placar seria 1×1. Mas com a ajuda do árbitro de vídeo (VAR), o juiz alemão Felix Zwayer deixou de cometer dois erros e o placar final foi de 0x2.

A França marcou com o atacante Griezmann. Felix Zwayer iria validar o gol mas recebeu a informação de que estava impedido. Ainda entre as comemorações, rapidamente anulou o gol. Seria 1×0 para o time da casa!

Mais tarde, a Espanha abriu o placar com David Silva. O que seria 1×1 senão fosse o VAR, estava sendo legitimado como 0x1. Só que aí surgiu outro lance polêmico, onde Deulefeu marcou o segundo gol para os espanhóis e o juiz estava anulando, até que novamente entrou o árbitro de vídeo em ação e avisou que o gol era válido. Portanto, voltou atrás e deu o gol, também rapidamente.

Placar final: França 0x2 Espanha. Sem o VAR, o juizão alemão teria determinado 1×1.

Tem dúvida ainda sobre a necessidade da tecnologia no futebol?

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– Que não se apoie Luís Fabiano!

Ok, concordo que foi péssima a arbitragem do árbitro Luiz Antonio Silva Santos, o folclórico “Índio” no importante Clássico dos Milhões disputado em Brasília. Tanto Vasco quanto Flamengo reclamaram dos erros do juiz.

O que me chama a atenção é o seguinte: muita gente contestou a expulsão do atacante vascaíno pois o árbitro leva a peitada e força o desequilíbrio para trás. A “corridinha de ré” não enganou ninguém, foi “simulação do árbitro”. Mas por isso deixará de expulsar o jogador?

É claro que não! Uma “peitadinha” ou uma “peitadona” não deixa de ser peitada e tem que receber o cartão vermelho. O relato dessa intensidade é que determinará uma pena menor ou maior.

Aliás, veterano como é, mais uma expulsão do “Fabuloso”… nem a idade o ensina?

Assista em: https://www.youtube.com/watch?v=xUKRhRMO_58

– Análise Pré-Jogo para a Arbitragem de Marília x Paulista

Para o importante jogo da 15a rodada da Série A3, teremos uma arbitragem bem experiente: Eleandro Pedro da Silva, natural de Guararema-SP, 20 anos de carreira e 41 de idade, apitará Marília x Paulista.

Eleandro já ficou entre os “possíveis árbitros Ouro do Paulistão” nos anos 2005 – 2010, quando existia o ranking da arbitragem, mas não conseguiu ficar na elite.

Prima pela experiência na FPF e em jogos amadores, mas é irregular disciplinarmente (às vezes fica “só no amarelo”). Fisicamente, tem bom porte físico, embora seja hoje veterano. Se levar o jogo com muita seriedade do 1o ao último minuto, pode fazer uma ótima partida (só não pode relaxar, como já acontecera vez ou outra me seus jogos.

Márcio Dias dos Santos e Samuel Augusto Vieira Paião serão os seus assistentes. Rogério Gustavo Garcia será o quarto-árbitro.

Desejo ótima arbitragem e um grande jogo para as equipes!

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Sabe onde encontrei a foto desse ingresso? No site Mercado Livre! Está a venda esse “ingresso de colecionador” a R$ 1,99.

– O mico das arbitragens nos clássicos paulista e carioca

Duas ruins arbitragens nos dois jogos mais importantes da Rodada. Resumidamente:

Vinícius Furlan, que em 2016 fez uma lambança em Campinas na partida Ponte Preta x São Paulo (sendo afastado pelo resto do Brasileirão) e que teve problemas no teste físico deste ano no Paulistão, deparou-se com a escala do Majestoso. O São Paulo já tinha uma pré-disposição contra ele desde que atuou mal num polêmico Palmeiras x São Paulo, onde se enrolou no lance entre Tolói e Dudu. Desta feita, no Morumbi, não expulsou Nem com cartão vermelho direto no começo do segundo tempo. Errou, e na sequência, fez média ao não aplicar o segundo cartão amarelo a Pablo (que resultaria no Vermelho). Não foi árbitro nesta oportunidade, foi mediador!

Luís Antonio Silva Santos, o veterano Índio, de 47 anos, foi pessimamente no Clássico dos Milhões. Aliás, Flamengo x Vasco em Brasília no Cariocão é demais! Erros aos montes, nem precisam ser relatados pois ganharam o Brasil.

Sabe a similaridade e a diferença dos dois jogos quanto à arbitragem dessas duas partidas?

Em comum, dois árbitros mal escalados. De diferente, Furlan não teve influência no resultado final. Índio sim.

O apito no Brasil padece. Falta competência para quem escala. Ou melhor, para quem sorteia.

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– A desinteligência em Palmeiras 2×2 Audax

O bom árbitro Marcelo Aparecido Ribeiro de Souza aguentou reclamações dos dois times no Alianz Parque neste último sábado. E, talvez, com uma certa razão.

Nos acréscimos, marcou uma falta (inexistente) a favor do Audax. O Palmeiras reclamou pois, “se a falta que não foi”resultasse em gol, perderia de 3×2 em seu estádio. Mas na hora da cobrança, o árbitro encerrou a partida. As reclamações passaram a ser do time de Osasco, alegando que beneficiou o infrator ao não permitir a falta e, lutando para fugir do rebaixamento, fez o bom (e chato) treinador Fernando Diniz surtar!

Esqueça o lance da falta, pois ali é questão de erro de interpretação e já afirmamos que não foi. Foque no “pode ou não cobrar a falta depois do tempo”.

Vamos lá: na Regra do Jogo, se você acrescenta 3 minutos após os 45m, o quarto-árbitro anuncia na plaqueta esse tempo, isso significará que a partida vai dos 48’00” até 48’59”. Se encerrar antes, errou.

E se encerrar depois?

Depende. O árbitro tem o direito (está na regra) de encerrar o jogo a qualquer momento deste tempo indicado, seja com a bola rolando no meio de campo, na defesa ou no ataque;, na cobrança de escanteio (lembram de Argentina x Brasil em 78?), de falta, de lateral ou tiro de meta; mas não pode na hora de um pênalti! Se o pênalti for marcado aos 48’XX” e a cobrança se der na virada para a casa dos 49′ em diante, não se pode encerrar, pois deve-se esperar a conclusão do pênalti.

No caso de uma cobrança de falta promissora, se o tempo ficar parado durante os acréscimos (um exemplo: foi marcado na casa dos 47′, se leva mais de um minuto para conseguir autorizar a cobrança por conta de reclamações, barreira, atendimento de atletas), o árbitro DEVE acrescentar esse tempo perdido. Se chegou aos 48 minutos, o 4o árbitro levanta a placa de 1 minuto e o jogo vai até a casa dos 49′ e a falta cobrada.

Mas lembremo-nos: é direito do árbitro encerrar a partida no momento da falta (desde que esteja no tempo indicado e levando em consideração a observação acima citada). Se a falta foi aos 48′ e ele quiser encerrar, pode.

O bom senso ético diz para esperar a cobrança da falta. Mas na cabeça do árbitro, uma voz diz: nenhum juiz se consagra nos acréscimos.

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– Análise da Arbitragem de Paulista 2×1 Portuguesa Santista.

Não gostei da atuação do jovem árbitro Flávio Roberto Mineiro Ribeiro. E gostaria que as críticas que aqui faço sejam entendidas como aconselhamentos para melhorar sua atuação.
Antes de mais nada, é importante dizer que o árbitro tem ótimo porte físico, correu bastante e se posicionou bem. Entretanto, a partida era muito fácil de apitar e só se complicou por alguns descuidos do próprio árbitro.

Vamos lá:

  1. Uma observação sobre a postura antes do jogo, e que seja uma crítica construtiva: não precisa ficar “palestrando meia hora” antes de fazer o sorteio do toz com os capitães. Entendo que por ser jovem e querer transmitir segurança, gesticulou bastante e falou muito na preleção para os jogadores; mas se comprida como foi, ela se torna enfadonha e leva a um falso entendimento de quer ser convincente e nem consegue. Além disso, fez um desnecessário grande teatro ao jogar a moeda para cima, deixar cair na grama e abrir espaço entre os atletas para ver como a moeda caiu. Pra quê? Repito: mais simples, curto e enfático (é dica para melhorar).
  2. Aos 12m, Dick (PFC) fez uma falta mais forte em Fernando (AAP) e o árbitro soube fazer a adequada leitura com advertência verbal. Mas quando permitiu atendimento médico dentro do campo ao jogador caído, já pediu água ao membro da Comissão Técnica da Portuguesa. Não gostei, pois, afinal, o jogo acabou de começar!
  3. Aos 23m, Brendon (PFC) fez falta em Fernando (AAP) e o árbitro demorou muito para tomar a decisão de esperar a vantagem se concretizar ou não e marcar a falta. Foi um erro de leitura da jogada, pois em meio ao bate-rebate e bololô, não teria vantagem.
  4. Aos 29m, Willian Dias (PFC) fez clara falta no meio de campo em Carlos Alberto (AAP) que não foi marcada, e para o seu azar, nasceu um contra-ataque a favor do time de Jundiaí. Se sai o gol, a Lusinha iria reclamar bastante (e com razão).
  5. Aos 36m, uma inversão de lateral do bandeira 2 Gilmar Gomes, que deu uma bobeada. A bola foi chutada pelo Paulista nas pernas do adversário e ele ficou esperando o árbitro definir, e que teve dúvida.
  6. Aos 41m, Iran (AAP) dá uma forte entrada em Douglas (PFC) e recebe corretamente Cartão Amarelo. Imediatamente, Iran se revolta, soca o ar, xinga, esbraveja, precisa ser contido e continua atazanando o árbitro. Falou tudo o que quis, o que podia e o que não podia. A impressão é que o árbitro expulsaria (como deveria) o jogador, mas para surpresa até da Portuguesa Santista, “administrou”. Faltou se impor, deu a clara impressão de que pipocou para o experiente jogador. O treinador Marcelo Fernandes, experiente, substituiu Iran por Tikinho.
  7. Aos 60m, Dick (PFC) fez falta e corretamente levou o cartão amarelo. Entretanto, quase 2 minutos para se cobrar devido a dificuldade em se fazer a barreira, pois havia muita conversa do árbitro. Não pode.
  8. Aos 70 minutos do jogo, um tiro livre direto dentro da área do Paulista. O goleiro tocou a bola e ainda dentro da área outro jogador saiu jogando. Não pode, pois tiro de meta e tiro livre nesta situação só se concluem quando saem da grande área e aí algum atleta pode tocar a bola. Nem árbitro e nem atleta perceberam. Sabe quem viu, além da equipe da Difusora? O treinador Marcelo Fernandes da AAP, que correu reclamar com o 4o árbitro que também nem percebeu!
  9. Por fim: um circo no final do jogo, em lance desnecessário. Na lateral do campo, aos 44m do segundo tempo, Carlos Alberto (o camisa 8 da AAP, que fez diversas faltas, conversou  bastante com o árbitro, esbravejou e nem advertido foi), bateu boca com o treinador Sérgio Caetano. A discussão levou a uma confusão generalizada. Carlos Alberto nem advertido foi, mas Sérgio Caetano foi expulso. Segundo o árbitro em sua súmula, expulsou o treinador por ofender o atleta com os dizeres: “Vai seu Zé Buceta do Caralho, joga aí sua bola”.

Público: 625 pagantes

Renda Bruta: R$ 8.880,00 +

Renda Líquida: R$ 1.343,62 –

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– Só para entender as escalas de São Bento x Ponte Preta e São Paulo x Corinthians.

Muito curioso: Luiz Flávio de Oliveira foi suspenso (de mentirinha) após apitar São Paulo x Santo André, mas está escalado para Ponte Preta x São Bento. “Aprendeu e se reciclou tão rápido”, ou só está na geladeira para determinados times?

Vinícius Furlan que foi suspenso do Brasileirão após errar em Ponte Preta x São Paulo, volta a apitar um jogo importante em São Paulo x Corinthians. Entrará bem preparado (já que, afinal, a moda é obedecer roboticamente o chefe do apito, o”Rigoroso Dionísio”, amigo do Reinaldo Carneiro Bastos)?

Aguardemos. 

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– Quando vale um Gol marcado com a Mão?

Parece pegadinha. E ‘é’; e ao mesmo tempo, ‘não é’.

Claro que centroavante não pode fazer gol com a mão de propósito. Um gol de mão só valeria se fosse marcado sem intenção: ou seja, bola cruzada, bate despropositalmente no braço/mão do atacante e entra. Nessa circunstância (sem intenção), tudo bem.

Mas há uma possibilidade: Gol de goleiro.

Repararam que a gente automaticamente pensa em jogador de linha? E com o goleiro existe a hipótese (dificílima de se concretizar) de um gol de mão proposital acontecer: o arqueiro de uma equipe lança com força a bola para o ataque (fazendo uso das mãos), ela atravessa o campo e cai na outra área; o goleiro adversário dá uma bobeada e a bola entra. Gol. E gol de mão!

Sabem quando isso vai acontecer em um jogo oficial? NUNCA. Ou melhor: a chance existe, embora seja ínfima.

*ATENÇÃO: VEJA A DATA DA POSTAGEM, POIS AS REGRAS MUDAM.

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– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Paulista X Portuguesa Santista, Rodada 14

Para o importante jogo entre Galo x Briosa, o jovem Flávio Roberto Mineiro Ribeiro, 21 anos, será o árbitro desta partida da 14ª rodada da Série A3. E o que acho disso?

Sinceramente?

É mesmo para falar, ou melhor, escrever?

Uma incógnita. Quando você bate o olho e vê um árbitro de apenas 21 anos na série A3 (estando no 4o ano de carreira, ou seja, pulando etapas), você pensa em 3 situações:

1) É um fenômeno;

2) Tem “padrinho forte”;

3) É “café com leite” (quando o jogo é fácil para apitar e você escala “qualquer um”).

A hipótese 3 está descartada, pois a Portuguesa Santista tem vários jogadores experientes e o jogo, em tese, não é fácil para apitar.

Portanto, sobraram duas opções. Mas nenhum colega de arbitragem dos quais eu conversei o conhecem. Assim… aguardo vê-lo atuando.

Flávio Mineiro está apenas no seu segundo ano de arbitragem em partidas profissionais (nos outros dois só fez partidas amadoras). Em 2016, no seu 1o ano profissional, já apitou A3 (com 20 anos de idade). Será seu 5o jogo da A3 nesse ano, com destaque para uma confusão na Rodada 7 em Matonense 1×1 Independente, por reclamações à sua arbitragem.

Das informações que colhi, corre bastante dentro de campo e só marca as “faltas claras” (seus jogos têm poucas faltas por cartão amarelo).

Os bandeiras serão Alexandre de Oliveira (42 anos) e Gilmar Gomes da Silva (34 anos). O quarto árbitro é Clodoaldo Chaves da Silva (37 anos) – todos experientes, para dar suporte ao árbitro.

Desejo um grande jogo e uma boa arbitragem.

Acompanhe a transmissão de Paulista x Portuguesa Santista pela Rádio Difusora Jundiaiense AM 810, com o comando de Adilson Freddo. Narração de Marcelo Tadeu; comentários de Robinson Berró Machado e Heitor Freddo; análise da arbitragem com Rafael Porcari; reportagens de Luiz Antonio “Cobrinha” de Oliveira. Na técnica externa André Luís Lucas. Sábado, às 15h00 – mas a jornada esportiva começa a partir das 14h00 para você ter a melhor informação com o Time Forte do Esporte!

– As Profissões COM e SEM Futuro!

A Revista Época desta semana trouxe em sua matéria de capa sobre as profissões que estarão em alta e em baixa no futuro (por Marcelo Moura). Com base no termo Destruição Criadora“, utilizou-se tendências atuais para prever a evolução de algumas atividades. As variáveis foram a valorização do emprego, a procura por ele e, principalmente, revolução tecnológica.

Uma das caraterísticas vantajosas do homem frente às máquinas (que exercerão boa parte das tarefas) será a INTELIGÊNCIA SOCIAL, que se refere a capacidade de negociar, persuadir, coordenar e manter contato emocional com as pessoas. Outra seria a CRIATIVIDADE, pois as máquinas ainda não sabem improvisar.

Na reportagem, foram elencadas com chance de 0,004% de não-extinção:

– Terapeuta recreacional

– Supervisor de manutenção e reparador de máquinas;

– Gestor de emergências;

– Fonoaudiólogo e

– Nutricionista.

As profissões de médio risco foram:

– Advogado;

– Cuidador de crianças;

– Chef de cozinha;

– Químico;

– Bombeiro;

– Repórter / Jornalista.

As atividades que correm mais riscos de deixar de existir (acima de 93%):

– Vendedor ambulante;

– Marceneiro;

– Açougueiro;

– Projetista de cinema;

– Juiz de Futebol e árbitros de ótimos esportes;

– Bibliotecário;

– Operador de telemarketing.

Claro que a matéria fala de muitas nuances e está em 8 páginas (edição 861, pg 58-65). As outras profissões estão dispersas no texto, mas fico pensando: será que tais projeções realmente se concretizarão?

Em especial, imagino: como substituir o árbitro de futebol? As máquinas farão seu trabalho? Se justamente a capacidade de interpretação (tão subjetiva) não é possível para um autômato…

Enfim: o que você acha de tal profecia laboral? Deixe seu comentário:

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– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Catanduvense x Paulista

André Luís Riquena, 37 anos, Guarda Municipal, apitará Catanduvense (que correu o risco de dar WO neste jogo por conta da interdição do seu estádio) contra o Paulista FC. Curiosamente, Riquena foi o árbitro do protesto do Barueri que quase deu um WO no ano passado, em partida válida contra o Olímpia. Após ameaçar não entrar em campo, os jogadores entraram no gramado, sentaram no chão e aguardaram o início do jogo neste manifesto diferente.

Riquena tem 11 anos de carreira, já apitou a série A2 mas nos últimos anos só está sendo escalado na A3.

Décio Casagrande Portiére tem bandeirado regularmente a série A2 e A3, aguardando uma chance para a A1. Edivaldo Pereira da Silva está seguidamente sendo escalado para a A3, aguardando uma volta à A2 (que não trabalha já faz algum tempo). Edson Alves da Silva será o quarto árbitro.

Desejo boa sorte às equipes e boa arbitragem ao quarteto que comandará a partida.

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– A Bobeada do gol de Ferroviária 1×0 Corinthians aconteceu porque…

… Porque existe uma falha no posicionamento orientado pela FIFA que pode levar a tal situação. A chance de erro é pequena, mas existente. Explico:

Alan Mineiro bate o pênalti. Neste momento, o árbitro Raphael Claus fiscaliza a linha da grande área para ver se não houve invasão. Portanto, em caso de um rebote, por estar à esquerda do jogador, o braço direito do batedor se torna um ponto cego. Já o bandeira 1 Bruno Rizzo, na hora da cobrança, está dentro do campo, no bico da área com a linha de meta, fiscalizando se há avanço do goleiro e se a bola entrou por inteiro. Ele sim teria condição de ver o braço direito do batedor pois está à sua frente; entretanto, ele deve correr para a linha lateral para voltar a fiscalizar a linha de impedimento. E nessa corrida à sua posição original, bobeou e não viu o domínio com o braço.

Entendido?

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– O lance da roubada de bola de Cueva em cima de Fábio no SPFC 1×1 Ituano. Legal ou ilegal?

Neste sábado, um lance polêmico no Morumbi: o goleiro Fábio (Ituano) está com a bola dominada na mão, vai repô-la em jogo e quando vai chutá-la, Cueva (SPFC) dá um toque nela que está no ar, sem atingir o goleiro e a domina, tentando fazer o gol na meta totalmente aberta. O árbitro Rodrigo Guarizzo Ferreira do Amaral marcou falta e não aplicou o cartão amarelo, sendo imediatamente cercado pelos jogadores de Itu que queriam a advertência do peruano, além das reclamações do sãopaulino.

Acertou total, acerto parcial ou erro?

Acertou 100%!

1- A bola não pode ser disputada quando o goleiro a quica no solo nem quando a solta das mãos, no ar, para chutá-la. Esse intervalo em que o arqueiro a solta da mão até ser reposta em jogo é considerado domínio / posse de bola, no qual ele não pode ser incomodado.

2- Se a bola é roubada sem tocar no goleiro, você marca tiro livre indireto (sem aplicação de cartão). Se porventura tocar, é tiro livre direto (aplicar ou não o cartão amarelo dependerá da imprudência / temeridade / força excessiva exercida).

Dessa forma, parabéns ao Guarizzo por marcar falta em tiro livre indireto de Cueva e não aplicar o cartão amarelo.

Assista ao vídeo desse lance, extraído do Globoesporte.com em: http://globoesporte.globo.com/sp/futebol/campeonato-paulista/jogo/18-03-2017/sao-paulo-ituano/#video-id=5735313

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– Análise da Arbitragem de Paulista 1×0 Independente

Dois jogos em um só? Quase isso. O texto abaixo se refere à arbitragem até os 83 minutos de jogo. Os minutos finais têm um parágrafo especial (por justiça ao que fez até o lance que será citado).

Jogo bem fácil para se apitar, sem lances polêmicos ou situações que merecessem maior atenção. O único “porém” foi aos 16 minutos do 2o tempo, quando ocorreu um “bololô” de jogadores pressionando o árbitro em um instante de desinteligência entre os atletas, mas nada além disso.

Fisicamente, correu bastante e se posicionou nos locais corretos do campo.

Tecnicamente muito bem, marcou as faltas acertadamente e soube fazer a leitura perfeita das vantagens.

Disciplinarmente, estava indo bem. Porém, com o jogo pouco faltoso no 1o tempo, acomodou-se e deixou de dar dois cartões amarelos: aos 16 minutos para Gut (PAU) que fez falta dura em Dodô (IND) e aos 37 minutos para Marcelo (IND), que fez falta igualmente temerária em Euzébio (PAU). No segundo tempo, sem problemas, com apenas a necessidade de um cartão a Brendon (PAU) e outro a Maicon (IND), ambos bem aplicados. Entretanto, um cartão vermelho não aplicado a Dodô (por agredir o gandula aos 38 minutos do segundo tempo).

O MOMENTO DE DESABONO DO ÁRBITRO: citei que merecia esse parágrafo pois aos 83 minutos de jogo, Dodô (IND) esperava a bola ser reposta pelo gandula, que ficou fazendo cera. O jogador chutou a canela do gandula e arranjou uma grande confusão. O árbitro não expulsou o gandula e aplicou cartão amarelo ao atacante limeirense. Errou. Deveria excluir o gandula e expulsar o atleta (que posteriormente, ironizou os torcedores mandando beijinhos, não vistos pela arbitragem). Nos minutos finais da partida, errou em alguns lances e quase perde o controle da partida.

Repito: muito boa arbitragem até esse momento do jogo; depois deste vacilo, destoou.

Paulista v Independente

Gols: 1×0

Faltas: 18×12

Cartões Amarelos: 1×2

Cartões Vermelhos: 0x0

Público: 435 pessoas

Renda Bruta: R$ 5.810,00 +

Renda Líquida: R$ 4.664,92 –

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