– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Corinthians x Red Bull Bragantino, e outras observações.

Antes da nossa tradicional fala sobre o prévio estudo da arbitragem, algumas considerações:

1- PREÇO do Ingresso:

Em Bragança Paulista, no Estádio Nabi Abi Chedid, o valor do Ingresso no Campeonato Brasileiro é de R$ 60,00. Em jogos de lotação (quando vem um time grande e de apelo, como Flamengo ou Corinthians), apenas o preço do visitante é majorado para R$ 100,00 (por conta do espaço diminuto da torcida adversária, que sempre esgota os bilhetes – prática comum).

Para domingo, o torcedor bragantino que for para a Arena Neo Química pagará… R$ 200,00! Não é algo fora da realidade? Um pouco “caro demais”, pelo setor onde fica e pelo próprio preço em si? Lembrando que esse jogo não teria a presença de público devido a punição pelos gritos homofóbicos, que posteriormente o Corinthians conseguiu reverter / suspender.

Destaque: O Red Bull Bragantino oferece um plano de sócio-torcedor por R$ 24,90, que indiscutivelmente é excelente. Você assina essa opção e assiste a todos os jogos em Bragança Paulista, necessitando apenas fazer o check-in eletrônico assim que ele é liberado, sem pagar pelo ingresso. Se ocorrerem 3 jogos na cidade, o valor avulso dos ingressos custaria um total de R$ 180,00. No plano, cada jogo custaria R$ 8,30 (praticamente, um valor simbólico). Há outras opções de planos, desde os que têm descontos em parceria com universidades e comércio local, até outros com benesses em empresas nacionais.

ATUALIZANDO: “Corinthians anuncia ingresso por 100,00 para torcedor do Braga e poderão ser comprados no domingo pela amanhã“, informa o jornalista Sérgio Loredo.

2- DESFALQUES do visitante:

Pedro  Caixinha ainda não conseguiu, desde que chegou ao Brasil, ter todos os titulares à disposição para o seu “11 perfeito”. Aproveitou a pausa nas datas FIFA para intensificar os treinos, sem a preocupação de viagens e/ou questões recuperativas (vide aqui: https://wp.me/p4RTuC-NJV). Depois disso, em 3 jogos, foram 13 gols marcados e apenas 1 sofrido.

Há muitos jogadores lesionados, e estão contundidos / em processo de transição: Bruninho (lesão na coxa direita – talvez se recupere em tempo), Helinho (estiramento no colateral do joelho esquerdo), Lucas Cunha (cirurgia no joelho) Nacho Laquintana (cirurgia no tornozelo), Natan (lesão no ligamento colateral medial do joelho esquerdo), Raul (cirurgia no joelho) de Talisson (entorse no tornozelo esquerdo). Léo Ortiz e Luan Cândido estão em fase de transição. Henry “The Flash” Mosquera se contundiu contra o Flamengo, na partida em que fez dois gols – e ainda é dúvida.

3 – ARBITRAGEM:

Para o confronto entre o Timão e o Massa Bruta, a CBF escalou:

Árbitro: Edina Alves Batista – SP
Bandeira 1: Neuza Inês Back – SP
Bandeira 2: Leila Moreira Naiara da Cruz – DF
4º Árbitro: Douglas Marques das Flores – SP
Assessor de Arbitragem: Sílvia Regina de Oliveira – SP
VAR: Daiane Carolina Muniz dos Santos – SP
AVAR: Amanda Pinto Matias – SP
AVAR 2: Marielson Alves Silva – BA
Observador de VAR: Marcos André Gomes da Penha – ES

Nessa rodada, foram preservados os árbitros que estarão na Copa do Brasil no próximo meio-de-semana (Ramon Abatti Abel em BAH x GRE, Flávio Rodrigues de Souza em CRF x CAP, Leandro Pedro Vuaden em AME x SCCP e Bráulio da Silva Machado em SPFC x SEP). E nos jogos dos times grandes no Brasileirão, foi escalado o maior número de FIFAs possível.

Edina, que estará embarcando para a Oceania em breve como árbitra selecionada para a Copa do Mundo Feminina, foi escalada para esse importante confronto.

Lembremo-nos que houve um intervalo de “calvário” para a árbitra, que começou justamente num erro na partida Internacional 0x2 Red Bull Bragantino pelo Paulistão 2021, devido a uma mentira relatada na súmula (relembre aqui: https://wp.me/p55Mu0-2OK). Ela estava fazendo uma excelente temporada, tinha apitado seu primeiro clássico, e a partir daí começou a decair. Teve ainda problemas familiares, de saúde e outros de ordem particular. Perdeu a chance de ir para a Copa do Catar 2022 (“bateu na trave”) e fez um péssimo primeiro semestre de 2022. A partir do segundo turno do Campeonato Brasileiro do ano passado, Seneme voltou a escalar Edina com constância e ela se recuperou. Tem alternado bons e razoáveis jogos (errando e acertando como a maioria dos árbitros da FIFA). No começo do ano, uma prova de fogo: vencer o “veto do Santos” (por erros que realmente foram graves contra o SPFC) no clássico contra o Corinthians na Vila Belmiro, onde foi pressionada do começo ao fim. Ali, ela superou as dificuldades com a importantíssima ajuda do VAR (recorde aqui: https://wp.me/p55Mu0-3cG).

No Brasileirão Feminino, Edina tem “sobrado” em campo numa sequência muito boa de jogos. Apitou no último domingo Palmeiras 1×3 São Paulo no Allianz Parque. Será seu 16º jogo nos últimos 3 meses (vamos ver se não haverá impacto físico por tal sequência de partidas).

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Narração de Sérgio Loredo, reportagens de Pietro Loredo, comentários de Lucas Salema, análise da arbitragem com Rafael Porcari. Domingo, 02/07, 11h00. Mas desde às 10h00 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!

– São Paulo 2×0 Tigre: e se houvesse fratura de Pablo Maia, como ficaria o agressor?

Parabéns ao árbitro equatoriano Guillermo Guerrero por não vacilar e expulsar o zagueiro Leizza, que “entrou para quebrar” o são-paulino Pablo Maia.

Infelizmente, a equipe do Tigre praticou a nefasta atitude que alguns argentinos utilizam: quando se vêem inferiorizados esportivamente, apelam para a violência. Mas fica a observação: Pablo Maia, atingido na perna direita, teve que ser levado ao Hospital Albert Einstein para verificar se houve fratura ou não. Se tivesse sido afastado pela lesão maldosa do adversário, ainda assim Leizza permaneceria somente 1 jogo suspenso?

Uma contusão ocasionada por acidente de trabalho, é uma coisa. Por uma entrada violenta intencional, é outra. Um jogo de suspensão é algo “barato” para quem comete isso

SBT transmite São Paulo x Tigre pela Conmebol Sul-Americana na TV e nas plataformas digitais

Imagem extraída de: https://www.ouniversodatv.com/2023/06/sbt-transmite-sao-paulo-x-tigre-pela.html

– Análise Pré-Jogo para a Arbitragem de Red Bull Bragantino x Tacuary.

Para o confronto derradeiro dessa fase de grupos da Copa Sulamericana, a Conmebol escalou a seguinte equipe de arbitragem:

Árbitro: Fernando Vejar (Chile)
Bandeira 1: Alejandro Molina (Chile)
Bandeira 2: Alan Sandoval (Chile)
Quarto Árbitro: John Hinestroza (Colômbia)
VAR: Luis Quiroz (Equador)
AVAR: Andres Tola (Equador)
Observador: Ricardo Marques Ribeiro (BRA)

Mais um árbitro jovem (33 anos) em campo num jogo do Massa Bruta. Em tese, como o jogo deve ser fácil, é uma partida para dar oportunidade ao novato juiz chileno. Vejar tem apenas um jogo internacional na carreira: Tacuary 3×1 Oriente Petrolero (no mês passado). Nesse ano, entre jogos da 1ª e 2ª divisão chilena, foram 14 partidas, com média de 6,14 cartões Amarelo / jogo e apenas 0,35 Vermelho.

Pelos números, não é tanto rigoroso em campo. O conheceremos melhor nessa oportunidade.

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– Não precisa disso, Abel…

Abel Ferreira, de novo, recebeu advertência da arbitragem. 

Cansa ver isso todo jogo, não?

Para quem milita na arbitragem, é estafante. Para quem é desportista, idem. Para quem virou “abelista”, de novo, a “culpa é do árbitro”

Se Abel não estivesse vencendo, a pressão sobre ele seria enorme

Imagem

Imagem: Print da TV Globo

– Onde estava o VAR no lance do gol de Rafinha?

Já falamos sobre o gol irregular que deu a vitória ao Cruzeiro contra o São Paulo (vide aqui: https://professorrafaelporcari.com/2023/06/24/o-gol-irregular-em-cruzeiro-1×0-sao-paulo/).

Amigos me perguntaram: mas como ninguém viu que o Machado estava impedido?

Aqui vai a resposta: dentro de campo, árbitro e bandeiras teriam dificuldade de marcar o impedimento (um bom assistente marcaria). Com o advento do VAR, em dúvida, deixa-se seguir e o pessoal na cabine avalia. Porém, a discussão pode ter tido dois caminhos:

  • O entendimento que o cruzeirense permaneceu em impedimento passivo (isso não ocorreu, ele se joga para disputar a bola, já abordamos no link acima), ou
  • Uma bobeada no entendimento da regra: há poucos anos, desvio começou a tirar impedimento. Ou seja: se eu chuto uma bola para o gol e ela é interceptada por um defensor que a tenta disputar, mas acaba sobrando para alguém impedido, esse toque tirou o impedimento. E talvez por isso (por Rafinha interceptar a bola) a equipe de arbitragem se equivocou (reforçando: ele disputa a bola pois não sabe que o adversário está impedido, e o mesmo mergulha para cabeceá-la – impedimento por participar ativamente contra seu oponente). 

Uma curiosidade com os números do árbitro Ramon Abatti Abel: ele tem 78 jogos apitados pela CBF nos últimos 3 anos, sendo apenas 14 vitórias do visitante. Na temporada 2023, apenas 1 derrota para o mandante: Ceilândia 0x1 Santos pela Copa do Brasil (pelo Brasileirão desse ano, quem jogou em casa com ele no apito, não perdeu).

Continuo defendendo a tese: precisamos trazer árbitros estrangeiros de boa qualidade para intercâmbio.

Imagem: FIFA.com

– O gol irregular em Cruzeiro 1×0 São Paulo.

Para quem acompanhou Cruzeiro 1×0 São Paulo, repare: o gol-contra de Rafinha deveria ter sido anulado. Entenda:

Willian (CRU) cruza a bola, e Rafinha (SPFC) tenta afastá-la e acaba cabeceando para o próprio gol. Mas repare: Filipe Machado (CRU), próximo a ele, estava em posição de impedimento!

Se Rafinha não intercepta a bola e Filipe Machado a cabeceia para o gol, o gol deveria ser anulado por impedimento ativo por participar diretamente da jogada tocando a bola. Mas como Rafinha vê o jogador se aproximando para disputar a bola, ele se antecipa e a cabeceia. O são-paulino não tem como saber que o jogador está em posição de impedimento, e pelo fato do cruzeirense correr em direção da bola, ele passa a estar em impedimento ativo por interferir contra um adversário. Ou seja: Rafinha só cabeceia pelo fato do atacante tentar disputar a bola.

Portanto: gol irregular.

Cruzeiro x São Paulo: prováveis escalações, desfalques e onde assistir

Imagem extraída de Esporte News Mundo

– Análise da Arbitragem de Paulista 0x2 Barbarense. Galo rebaixado para a 5ª divisão.

Nenhum lance polêmico para a arbitragem, apenas uma simulação de Paulinho como “lance mais difícil”. Cartões Amarelos corretamente aplicados e nenhum erro significativo.

No jogo em que vimos jogadores se machucando, atletas improvisados em posição que “não é a deles”, e o Paulista rebaixado, nem vale pontuar sobre o juizão.

  • Como o Paulista foi para a 5ª divisão?

Todos sabemos. Não vale reforçar nesse momento de tristeza, até porque escrevemos várias vezes sobre isso, desde a história do “presente de Natal para a torcida” (como alguém tentou iludir mesmo sendo alertado que era uma fanfarronice) até o problema da não inscrição de jogadores por falta de dinheiro.

Ressurja em 2024, Paulista FC.

Ops: meu respeito ao treinador Roberval Davino, que com erros e acertos, foi digno e não abandonou o barco. Ele estava vivendo tranquilamente em Maceió, e veio ajudar um clube que nada lhe deu em condições de trabalho (e ele teve convite para trocar de clube, e por comprometimento ficou).

575 pagantes.

R$ 9210,00

Em: https://youtu.be/OK8kJs3hnIc

PAULISTA DE JUNDIAÍ REBAIXADO PARA A 5ª DIVISÃO.
O sentimento de tristeza da torcida do Galo retratado na voz de Rafael Antônio Mainini.

– Juventude ou Vivência para apitar um jogo de futebol?

Compartilho artigo de minha autoria, publicado aqui no blog em 2010 e extremamente pertinente:

JOVIALIDADE CONTRA EXPERIÊNCIA NA ARBITRAGEM

Poderia até soar demagogo o título deste artigo. Ao contrário, ele vem dar o tom para um debate que certamente ocorrerá ao longo do ano: a renovação do quadro de árbitros do futebol brasileiro.

A Comissão de Árbitros da CBF anunciou que os árbitros a ingressarem no Quadro Nacional em 2010 deverão ter até 30 anos de idade. Tal medida servirá de subsídio para aplausos e vaias, de acordo com o enfoque desejado.

Uma renovação com nomes jovens e desconhecidos, a fim de realizar um trabalho de base, com treinamento técnico e teórico, é uma medida sensacional. Porém, dificultosa por alguns motivos: terão os clubes paciência para o amadurecimento desses árbitros? O trabalho de preparação dos nomes em treinamentos seria feito como? A estrutura financeira do futebol permitiria tal trabalho? Os jovens teriam a garantia de escalas?

Um grande ponto a favor seria o condicionamento físico, num momento em que o futebol é muito mais corrido do que jogado. O ponto negativo, claro, a inexperiência.

Já a renovação com nomes alternativos (não necessariamente tão jovens), a fim de oxigenar a atual relação, dando oportunidades a talentos das federações estaduais que até então, por número de vagas escassas, não apareceram no cenário nacional, se adotada para 2010 será contestada: de onde viriam esses nomes jovens a serem indicados? Quem os garantiriam ou os respaldariam em caso de pressão de dirigentes? Como não queimar jovens talentos e lançá-los em jogos adequados?

Um grande ponto a favor de nomes “alternativos” seria a experiência adquirida em campo em contrapartida dos novatos. O ponto negativo, claro, é o vício que poderão carregar pelos anos de apito (e entenda-se na linguagem do árbitro de futebol como “vício” os costumes e hábitos adquiridos na maneira de apitar e no estilo de arbitragem, difíceis de serem eliminados ao longo do tempo).

E aí virá a discussão. O que é mais necessário hoje: jovialidade ou experiência?

Para responder tal questão, leve em conta os fatores:

– Condicionamento físico;
– Capacidade de fazer a leitura do jogo durante a partida;
– Conhecimento de artimanhas e características de atletas já trabalhados em outras partidas;
– Histórico de arbitragem;
– Rodagem em campeonatos e clubes diversos;
– Respeitabilidade adquirida ao longo dos anos;
– Idade madura do árbitro (qual é a maturidade do jogador e a do árbitro?)

Tal tema é de dificílimo trato. E a implantação de tal projeto carece de força e apoio. Desejo boa sorte a Sérgio Correa nesta ousada empreitada. E que os clubes tenham paciência em entender o processo de renovação proposto.

Vale lembrar que tal assunto não se restringe apenas ao mundo do futebol. No dia-a-dia, em qualquer seara, se discute sobre a renovação profissional, o momento dela, e o costumeiro debate: jovens ou seniors? No mundo corporativo, isso é cotidianamente questionado.

Por fim, talvez algo a ser exaltado: a troca de informações entre gerações! Um jovem inexperiente interagindo com alguém tarimbado é ótimo, bem como um experiente aprendendo inovações com os mais novos.

Tipos de intercâmbio: experiências que podem mudar a sua vida!

Imagem extraída da Web, autoria desconhecida.

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Red Bull Bragantino x Goiás.

Para o confronto entre o Massa Bruta e o Verdão Esmeraldino, a CBF escalou a seguinte equipe de arbitragem.

Árbitro: Bruno Mota Correia – RJ
Bandeira 1: Rodrigo Figueiredo Henrique Correa – RJ
Bandeira 2: Alessandro Álvaro Rocha de Matos – BA
4º Árbitro: Matheus Delgado Candançan– SP
Assessor de Arbitragem: Adriano de Carvalho – TO
VAR: Wagner Reway – PB
AVAR: Silbert Faria Sesquim – SC
AVAR 2: Vinícius Gomes do Amaral – MG
Observador de VAR: Rodrigo Pereira Joia – RJ

Uma surpresa o surgimento desse jovem árbitro de 33 anos em escalas da elite do futebol. No ano passado, ele apitou partidas amadoras e poucos jogos da Série D. Nesse ano, passou a apitar Séries C e B. Porém, depois de tantas reclamações feitas sobre os árbitros na Série A, Wilson Luís Seneme puxou alguns jovens nomes para dar oportunidade e “revelar na marra”. Será, portanto, seu 3º jogo na Primeira Divisão (coisa que talvez tenha sido inimaginável para o próprio árbitro).

Que ele agarre a oportunidade que está tendo!

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– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Paulista x União Barbarense (última rodada da 1ª fase da 4ª divisão estadual).

Para o confronto do Galo da Japi contra o Leão da 13, a FPF escalou:

Árbitro: Paulo César Francisco
Árbitro Assistente 1: Mauro André de Freitas
Árbitro Assistente 2: Vladimir Nunes da Silva
Quarto Árbitro: Márcio Mattos dos Santos
Analista de Vídeo: Gilberto Corrale
Para essa última rodada, alguns árbitros jovens estarão tendo oportunidade nas partidas que não valem mais nada. Para os jogos decisivos, árbitros da A1. Duas exceções:
1- Paulista x Barbarense com árbitro que, apesar de ter trabalhado na A2, estava atuando no Sub 20 (seus últimos jogos: Novorizontino x XV de Jaú como árbitro e Mirassol x Rio Preto como Quarto Árbitro). É muito irregular… Tem 14 anos de FPF, 40 de idade, mas não é um nome conhecido / destaque.
2- Rio Branco x Amparo: apitará Douglas Marques das Flores, que atuou na Série A do Brasileirão (e que nós costumamos criticar pelas atuações ruins, e muitas vezes, com excesso de autoridade e se perdendo nos cartões).
Que tudo dê certo ao Galo, não caindo para a 5ª divisão.
Desejo um bom jogo e uma ótima arbitragem
Acompanhe a transmissão de Paulista x União Barbarense pela Rádio Difusora Jundiaiense AM 810, com o comando de Adilson Freddo. Narração de Rafael Mainini; comentários de Robinson Berró Machado; análise da arbitragem com Rafael Porcari; reportagens de Luiz Antonio “Cobrinha” de Oliveira. Sábado, às 15h00 – mas a jornada esportiva começa a partir das 14h00 para você ter a melhor informação com o Time Forte do Esporte!

– A bola entrou ou não em Bahia 1×0 Palmeiras?

A tecnologia do chip na bola estreou no mundo do futebol, oficialmente e com sucesso, em um lance duvidoso na Copa de 2014 no estádio Beira-Rio, no jogo da França (apitado pelo brasileiro Sandro Meira Ricci).

No pós-Copa, foi público o anúncio de que a FIFA ofereceu a preço de custo os equipamentos utilizados no Mundial para que o Brasil ficasse com a parafernália eletrônica, já instalada nos estádios – e a CBF não quis (pois teria que arcar com as despesas nos outros estádios do Brasileirão que não participaram da Copa – é só dar uma busca nos jornais da época).

No lance polêmico do gol/ não-gol em Bahia 1×0 Palmeiras, se tivéssemos essa tecnologia e se a bola ultrapassasse totalmente a linha (não sabemos se ela entrou totalmente, é nítido que ela, ao menos, passou em sua maior parte), o relógio no braço do árbitro vibraria e apareceria piscando a palavra GOAL.

A Regra 10 (o Gol) determina que a bola precisa passar totalmente a linha (isso significa por terra ou por ar a sua circunferência).

Três lances para entender, na figura abaixo:

1 – A ilustração da própria regra do jogo:

2- O polêmico lance da Copa 2022, onde se teve dúvida de que a bola ultrapassou a linha de fundo no cruzamento do gol do Japão contra a Espanha (a FIFA utilizou sensores da Inteligência Artificial do VAR para mostrar: milimetricamente, a bola não saiu – e se fosse na meta, não seria gol).

3- O print do jogo de ontem: aqui tem o efeito paralax e outros problemas de nitidez para se avaliar. Para mim, por muito pouco, não foi gol (mas é minha impressão pessoal, ela me parece não ultrapassar em 100% a linha).

Os clubes de futebol não deveriam exigir da CBF tal tecnologia, ou só se recorda disso em lances duvidosos?

Nessa jogada, não dá para criticar a arbitragem, seria injusto com o árbitro Wilton Sampaio e sua equipe.

Arte: montagem pessoal.

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Red Bull Bragantino x Flamengo.

Para o confronto entre o Massa Bruta e o Mengão, a CBF escalou a seguinte equipe de arbitragem.

Árbitro: Anderson Daronco – FIFA/RS
Bandeira 1: Maurício Coelho Silva Pena – RS
Bandeira 2: Thiaggo Americano Labes – SC
4º Árbitro: Ilbert Estevam da Silva– SP
Assessor de Arbitragem: Adriano de Carvalho – TO
VAR: Pablo Ramon Pinheiro – RN
AVAR: Johnny Barros de Oliveira – SC
AVAR 2: Cleriston Clay Barreto Rios – SE
Observador de VAR: André Luís de Freitas Castro – GO

Já falamos de Daronco quando ele foi escalado em Red Bull Bragantino x Santos, recentemente (vide aqui, onde abordamos a má atuação em Fluminense x Flamengo e castigado ao ser escalado como AVAR 2 em Santos x Palmeiras: https://wp.me/p55Mu0-3gK). Desde então, está mais rigoroso nos cartões.

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Narração de Sérgio Loredo, reportagens de Pietro Loredo, comentários de Lucas Salema, análise da arbitragem com Rafael Porcari. Quinta-Feira, 22/06, 21h30. Mas desde às 20h30 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!

– Morreu José Aparecido de Oliveira, ex-árbitro.

Faleceu o ex-árbitro José Aparecido de Oliveira, que pertenceu à FIFA e teve seu nome envolvido em um suposto (mas nunca provado) “esquema Parmalat“. Também foi vítima de uma cusparada de Neto, que se desculpou pelo ocorrido anos mais tarde.

Zé Aparecido venceu no final da década de 90 um câncer no estômago, tentou voltar a apitar e não conseguiu. Se afastou do futebol e voltou recentemente como membro do TJD-SP. 

Estava recluso, isolado de amigos e longe dos colegas da arbitragem. Ontem, teve o rompimento da aorta e veio a óbito.

Que descanse em paz.

Imagem extraída de ESPN.com.br: http://www.espn.com.br/noticia/689467_godoi-detalha-arbitragem-polemica-que-tirou-palmeiras-da-fila-e-diz-que-juiz-do-jogo-depois-foi-vendido-para-ajudar-argentina

– Xi… A CBF pede para o Abel pegar no seu pé… vai de Wilton na próxima rodada?

Todo mundo tem acompanhado as confusões que o treinador Abel Ferreira promove à beira do campo. Também é sabido entre os árbitros que houve pedido de veto aos “Irmãos Sampaio” (Sávio e Wilton), além do assistente Bruno Boschilla.

Na primeira escala da semana pós-Choque-Rei (onde Abel afrontou Calleri e não foi expulso), a CBF escala Wilton Pereira Sampaio para Bahia x Palmeiras.

A interpretação dessa escala é de uma espécie de recado do Seneme: “não aceito veto, não interfira em meu trabalho e trate de se comportar”.

Eu acho que a CBF não deveria ter escalado Wilton, há outras (poucas) opções. Pelo menos, nesse momento evitaria conturbar ainda mais a relação. Claro, depois, vida que segue (pois não deve existir veto).

Bahia x Palmeiras: onde assistir, horário e escalação das equipes - Estadão

Imagem extraída de Estadão.com

– Qual a importância da 10 para Vinícius Jr?

O atacante Vinícius Jr será o novo camisa 10 da Seleção Brasileira (ao menos, enquanto Neymar estiver fora). A questão é: qual a importância disso?

Tínhamos antigamente as camisas “representando talento”: historicamente, a 8 já teve sua significância, a 5 idem, mas com o advento “Pelé”, a 10 tornou-se sinônimo de craque. Porém, os números significavam também posições, do 1 ao 11. Mas isso tudo mudou (embora, exista um peso popular da “camisa 10 amarelinha”).

Estamos longe da Copa de 2026, mas Vinícius Jr será o simbólico 10 do time até lá? Ou melhor: o jogador referência de talento, superando Neymar como homem mais importante (ou midiático) da Seleção?

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Vini X Neymar Jr

Imagem extraída de Goal.com.br, (Crédito: Getty Images)

– Análise da Arbitragem para Amparo x Paulista.

Para Amparo x Paulista, importante jogo da 1ª fase, a FPF escalou:

Árbitro: Guilherme Nunes de Santana
Árbitro Assistente 1: Gustavo Rodrigues de Oliveira
Árbitro Assistente 2: Leonardo Tadeu Pedro
Quarto Árbitro: Diego Augusto Fagundes
Analista de Vídeo: Newton dos Reis Barreira

Guilherme tem 31 anos de idade e está apenas há 5 temporadas apitando. Ele apitou Flamengo de Guarulhos 1×0 Paulista em 2021, e foi mal disciplinarmente. Trocou os cartões por advertências verbais, e não foi respeitado. Mesmo tendo potencial, pecou pela inexperiência (vide aqui: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2021/09/11/analise-da-arbitragem-de-flamengo-de-guarulhos-1×0-paulista-de-jundiai/).

Falamos na oportunidade que precisava ser trabalhado, e corrigindo seus erros, estreou já em 2023 na A1 (em 2020, só apitou jogos amadores; em 2021, estou na Bzinha; e em 2023, apitou 5 partidas da Primeira Divisão, incluindo Corinthians x Santo André na Arena Neoquímica.

Nesse ritmo, fatalmente apitará clássicos dentro em breve. Que não decepcione em Amparo.

Desejo um bom jogo e uma ótima arbitragem.

Acompanhe a transmissão de Paulista x Amparo pela Rádio Difusora Jundiaiense AM 810, com o comando de Adilson Freddo. Narração de Rafael Mainini; comentários de Robinson Berró Machado; análise da arbitragem com Rafael Porcari; reportagens de Luiz Antonio “Cobrinha” de Oliveira. Sábado, às 15h00 – mas a jornada esportiva começa a partir das 14h00 para você ter a melhor informação com o Time Forte do Esporte!

– Árbitros brasileiros ficam “chupando o dedo” nas datas-FIFA.

Quem apitará Brasil x Guiné?

Dê uma busca pela Internet (desde 3ª feira faço isso) e você não encontrará. Pesquise os árbitros escalados para os amistosos das equipes sul-americanas nas datas-FIFA: normalmente, você saberá o nome do juizão na véspera ou no dia do jogo.

Os sites das entidades esportivas não costumam divulgar as escalas com antecedência para esses jogos. A Conmebol nem faz questão de propagandear sobre seus árbitros, e sabe por que?

Porque a maioria fica em casa.

Por exemplo: as grandes seleções vendem os direitos de seus jogos, e viajam mundo afora. A mandante Argentina não jogou em seu país, foi para Pequim e venceu por 2×0 a Austrália (e os sites noticiosos dão a escalação mas não citam o nome do árbitro, que foi de um país asiático vizinho da China). Equador x Bolívia jogarão em New Jersey, na Arena Red Bull, e um árbitro dos EUA, Canadá ou do México apitará. Colômbia x Iraque estarão se confrontando no estádio do Valência, na Espanha (arbitragem europeia). A própria Seleção mandará sua partida amistosa também na Espanha, contra Guiné, com algum outro europeu apitando (não divulgado até essa postagem).

Uma exceção foi Uruguai 4×1 Nicarágua, realizado em Montevidéu: apitou o carioca Wagner do Nascimento Magalhães (o mesmo da expulsão equivocada em Goiás x Palmeiras e do pênalti inexistente em Palmeiras x Fortaleza). Teremos também a chance de um sul-americano apitar Paraguai x Nicarágua, que será em Assunção (os nicaraguenses aproveitaram para fazer um tour na América do Sul).

Enfim: a Liga das Nações Europeias e os confrontos entre europeus, a ida das equipes sulamericanas para fora do continente e a própria qualidade dos nossos árbitros, impedem o desenvolvimento e o intercâmbio dos juízes.

camisa preta - seleção brasileira - racismo - amistosos Guiné - 17 de junho de 2023

Imagem: Joilson Marconne / CBF / Divulgação.

– Seneme e Lugano, sobre Abel. E a ótima iniciativa da CBF para melhorar o desempenho dos juízes.

Seneme não gostou da “amarelada” de Raphael Claus ao dar somente amarelo a Abel no último domingo. E ontem, o chefe dos árbitros disse em seu Programa na TV da CBF:

“Foi inusitado. O Raphael Claus tem muita experiência, é um árbitro com nome. Ele tentou administrar uma situação que para a regra do jogo não seria administrada com amarelo. A verdade é que a maneira como foi a relação, essa ação entre o Abel e o Calleri foi uma ação muito forte. Isso é uma ação de cartão vermelho. O cuidado que temos que ter é com o jogador. Por sorte o Calleri não foi para o confronto. Porque você imagina se um tivesse empurrado o outro. Se expulsa os dois do campo, quem seria o mais prejudicado? Quem tem o jogador ou o técnico expulso? Quem ficaria com um a menos dentro do campo. Por isso a regra é mais rigorosa com os técnicos. Por isso essa ação, que muitas vezes com os jogadores seria amarelo, com o técnico não. Para o técnico é uma ação de cartão vermelho. Por isso, na nossa visão, o cartão correto era o vermelho para o Abel”.

Lembremo-nos: por conta da Supercopa entre Flamengo x Palmeiras e o péssimo comportamento dos treinadores naquele jogo, Seneme determinou a “Tolerância Zero” (vide aqui: https://professorrafaelporcari.com/2023/02/04/seneme-esta-bravo-aumentara-o-rigor-dos-arbitros-mesmo/).

Já falamos em outra oportunidade: Abel Ferreira elogiou Claus anteriormente (o único aceito por ele), numa estratégia que funcionou. Os números também mostram isso: https://professorrafaelporcari.com/2023/06/12/ficou-barato-para-claus-por-sorte-abel-nao-o-expulsou/

Enfim: Seneme deu um puxão de orelhas em Claus (não vai suspendê-lo, pois precisa dele) e deixou um alerta aos demais árbitros nas entrelinhas: não deem privilégios ao Abel.

Aliás, o que ele tem de qualidade como treinador, tem na mesma proporção de briguento: arrancou o celular do jornalista, intimidou Calleri, e por aí vai.

Em tempo: Lugano, ex-zagueiro da ESPN, levantou algo observado por muitos: Abel cria as situações para tirar o foco dos atletas. Disse o uruguaio:

“Dá para perceber que ele está desesperado, todo fim de semana, para chamar atenção. Eu acho que é estratégia, não pode ser casualidade. Ele utiliza este modo de se comunicar, enganando, falando que fazendo isso o time vai jogar melhor. Eu imagino o capitão do Palmeiras, o treinador quer que você ganhe o jogo e ele insinua para a torcida que eu e meus companheiros jogamos bem ou tivemos força porque o treinador fez alguma coisa fora da linha. Eu ficaria p*** da vida, não aceitaria. Eu imagino os jogadores do Palmeiras um pouco constrangidos com isso. É falta de respeito ao jogador. Discutir com o árbitro já está errado, mas com o jogador adversário, botar o dedo na cara? Gritar na cara? E, além de tudo, o mais preocupante: ele estava no Morumbi, e essa atitude gerou uma discussão de violência no estádio. O torcedor mudou de humor. Por sorte não tinha torcida adversária. Não sei como o Calleri teve essa energia. Em outro momento, o futebol sul-americano, há 10 anos, essa atitude terminaria com o Abel no hospital, gerando uma violência difícil de conter. Calleri foi muito bem em diminuí-lo, e meio que falar ‘você está atuando para a sua torcida, está fazendo um teatro para chamar atenção’. Calleri foi muito mal depois, de aceitar as desculpas. Acho que não deveria aceitar as desculpas de um cara que grita na sua cara. Eu nunca vi isso. O treinador adversário gritar na cara de um rival, eu nunca vi no futebol porque, obviamente, terminaria em briga generalizada.”

Eu insisto: Abel traz para ele os cartões, evitando que os jogadores do seu time recebam advertências (vejam como dentro de campo o time é fair-play). É estratégia de jogo.

Atualizando: nos próximos dias, haverá uma “mini intertemporada” para os árbitros, onde ex-árbitros e treinadores de árbitros italianos (Gianvito Piglionica e Cristiano Ciardelli) palestrarão para os juízes, no evento chamado de Seminário FIFA de Análises Táticas de Futebol para Árbitros. Parabéns pela boa iniciativa, para mostrar outra visão do jogo para a arbitragem.

Imagem: Print de tela

– Ficou barato para Claus. Por sorte, Abel não o expulsou.

Já abordamos que Raphael Claus era o único árbitro com “passe livre” de Abel Ferreira (leia essa importante postagem para entender: https://wp.me/p4RTuC-NjA).

Os elogios do treinador ao árbitro na entrevista da final do Paulistão, se acontecessem na Inglaterra, não ficariam (acredite) impunes. E isso teve reflexo no jogo de ontem, pelo Brasileirão. Um exemplo:

O técnico Rafa Benitez (na ocasião no Chelsea) elogiou um árbitro e foi punido pela Premiere League. E a lógica era:

  • Quando se critica o árbitro, se desrespeita a autoridade. Quando se elogia, se assedia (e isso pode gerar uma benesse posterior, pressionando o árbitro).

Na partida São Paulo x Palmeiras (onde tecnicamente Claus não comprometeu, errando em um pênalti inexistente e corrigindo posteriormente pelo VAR), Abel intimidou Calleri num lance atípico, de pura indisciplina e que não deveria acontecer – recebendo apenas Cartão Amarelo. No segundo tempo, após seu assistente João Martins ser advertido pelo Cartão Amarelo, Abel aplaudiu ironicamente a decisão do árbitro (que é atitude para Cartão Amarelo). Ainda assim, não recebeu a advertência, que geraria a expulsão (repare que Claus adverte João Martins e Lucas Silvestre, e durante a caminhada para a advertência, Abel tenta interpelar o árbitro que até dá uma ameaçada de ir para o técnico mas só o adverte verbalmente).

Está ficando chato ver, rodada a rodada, o mau comportamento do vencedor treinador (mas que é muito folgado). Nesta partida, a autoridade em campo foi de Abel, e não de Claus. Se bobear, o técnico expulsaria o juizão e Seneme ficaria com seu time desfalcado para a próxima escala.

São Paulo x Palmeiras: onde assistir, horário e escalação das equipes - Estadão

Imagem extraída de: Estadão.com.br

– Claus no Choque-Rei do Brasileirão.

Escrevemos sobre Raphael Claus ser o único árbitro “garantido” para os confrontos da Copa do Brasil entre Palmeiras x São Paulo. E, no dia seguinte, também foi escalado para o jogo de hoje pelo Brasileirão.

Os motoivos em: https://professorrafaelporcari.com/2023/06/07/seneme-desde-ja-cocando-a-cabeca-para-a-escala-da-copa-do-brasil-entre-palmeiras-x-sao-paulo/

– Seneme, desde já, coçando a cabeça para a escala da Copa do Brasil entre Palmeiras x São Paulo.

Imagem extraída do site do Palmeiras.

– Análise da Arbitragem de Atlético Mineiro 1×1 Red Bull Bragantino.

O árbitro Rafael Rodrigo Klein apitou um jogo fácil, pouco faltoso e sem muito trabalho.

Errou em algumas faltas não marcadas e outras marcadas, e acertou na maioria dos cartões. Porém, foi rigoroso no Amarelo a Leo Realpe.

Acertou em permitir a vantagem, quando pode, mas não se preocupou em agilizar o jogo.

Ele tem um defeito: por duas vezes a bola quase bateu nele, precisando tomar cuidado com o seu posicionamento.

Um lance difícil: o gol anulado de Paulinho, por impedimento de Maurício Lemos, quando cabeceia para o ataque. O VAR milimetricamente anulou o gol, mas ainda assim ficou-se a dúvida pelas linhas tracejadas. Na Inglaterra, elas foram engrossadas para favorecer o ataque e, se fosse lá, seria gol.

As anotações lance a lance:

———1º tempo

Aos 10m, se posicionou mal e quase atrapalhou o ataque do Atlético.

Aos 13m, Mariano obstruiu Vitinho, juizão mandou seguir.

Aos 28m, Cartão Amarelo ao Lucas Evangelista por ação temerária.

Aos 34m: Antes de Lucas Evangelista tocar para Eduardo Sasha, Mosquera sofre uma falta de Battaglia. O árbitro deixa seguir e sai o gol.

Aos 38m: Cartão Amarelo a Leo Realpe, por falta em Vargas. Foi uma advertência desnecessária.

———2º tempo

Ao 1m: Pavon dá uma entrada muito forte em Juninho Capixaba, que se lesiona. É falta para Cartão Amarelo, e o árbitro nem falta dá. Errou.

Aos 35m, Lemos faz a falta e recebe Amarelo. Mariano reclama e recebe também.

Aos 41m: Gol anulado do Paulinho: A dúvida surgiu no cabeceio de Lemos. As linhas traçadas mostraram um milimétrico de zaga e ataque, com ombro do atleticano à frente do ombro do bragantino. Se fosse na Premiere League, com linhas mais largas, o gol seria validado.

Atlético-MG x Red Bull Bragantino: onde assistir, horário e escalação das  equipes - Estadão

Imagem extraída de Terra.com.br

– Análise da Arbitragem de Paulista 1×2 Colorado.

Rodrigo Gomes Paes Domingues foi muito bem na partida, transmitindo segurança na sua arbitragem. Vamos à análise e alguns dados:

O árbitro permitiu o jogo fluir e corretamente só parou a partida em choques de cabeça (que foram muitos). Mostrou tranquilidade, mesmo quando o jogo ficou um pouco mais nervoso. Ótimo que tenha sido assim.

Disciplinarmente, perfeito: Cartões Amarelos todos corretos (não faltou aplicar nenhum) – sendo bem criterioso (essa questão disciplinar foi um ponto forte do árbitro). Vynicius inclusive, cometeu duas faltas idênticas e foi expulso pelo segundo amarelo. Thomas Lamim deu uma cotovelada certeira em Morungaba (61m) e foi expulso pelo Vermelho Direto. Tudo certo (detalhe: olhe quanto tempo o Paulista jogou com dois atletas a mais… e tivemos mais 10 minutos de acréscimos).

Apenas uma falta não marcada em Pepi (PFC), mas que estava no lado cego do árbitro e que deveria ser marcada pelo bandeira Fausto Viana– que não o fez. Fausto, a propósito, acertou ao não entrar na pressão de um suposto gol onde a bola foi tirada em cima da linha (ele estava bem posicionado).

Tecnicamente, foi bem também. Houve um lance mais polêmico, onde Paulinho tentou cavar um pênalti e ele estava atento. Idem a Gustavo, que simulou e recebeu Amarelo.

A grande situação do jogo foi: o excesso de “chuveirinho na área”, a partir do momento em que o adversário ficou com 9. O Paulista não iria marcar gol assim…

Gols: 1×2. Cartões Amarelos: 2×1. Cartões Vermelhos: 0x2. Faltas: 14×15.

Renda R$ 22.170,00
Público: 1235 pagantes.

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Paulista x Colorado Caieiras.

Para Paulista x Colorado, arbitrará:

Árbitro: Rodrigo Gomes Paes Domingues
Árbitro Assistente 1: Fausto Augusto Viana Moretti
Árbitro Assistente 2: Leonardo Augusto Villa
Quarto Árbitro: Amilton Ferreira Alves
Analista de Vídeo: Renato Durval do Carmo

Me chama a atenção que, diferente de todo o campeonato, onde jovens árbitros tiveram oportunidade de apitar e/ou veteranos que nunca subiram de divisão estavam escalados, para Paulista x Colorado temos um trio de série A2 (assim como Rio Branco x Ska Brasil, que terá Thiago Scarascati, da A1).

Rodrigo apitou União Barbarense x Paulista e Barretos x Paulista na A2, depois apitou XV de Piracicaba x Paulista pela Copa Paulista e também Paulista x Primavera pela A3. É bom árbitro.

Costuma estar bem atento na partida, coíbe cera e é criterioso nos cartões. Tem grandes virtudes e é uma boa escala.

Um dos seus jogos que analisamos, em: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2020/03/07/analise-da-arbitragem-de-paulista-1×0-primavera/

Desejo um bom jogo e uma grande arbitragem.

Acompanhe a transmissão de Ska Brasil x Paulista pela Rádio Difusora Jundiaiense AM 810, com o comando de Adilson Freddo. Narração de Rafael Mainini; comentários de Robinson Berró Machado; análise da arbitragem com Rafael Porcari; reportagens de Luiz Antonio “Cobrinha” de Oliveira. Sábado, às 15h00 – mas a jornada esportiva começa a partir das 14h00 para você ter a melhor informação com o Time Forte do Esporte!

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Atlético Mineiro x Red Bull Bragantino.

E para o jogão entre o Galo vs Massa Bruta, arbitrará a seguinte equipe de arbitragem:

Árbitro: Rafael Rodrigo Klein – RS
Bandeira 1: Tiago Augusto Keppes Diel – RS
Bandeira 2:  Maira Mastella Moreira – RS
4º Árbitro: Felipe Fernandes de Lima – MG
Assessor: Reginaldo Vasconcelos – AM
VAR: Rafael Traci – SC
AVAR: Helton Nunes – SC
AVAR 2: Dênis Serafim – AL
Observador de VAR: Marcos André Gomes da Penha – ES

Perceba: é o mesmo trio de arbitragem gaúcho que apitou Red Bull Bragantino 2×2 América, há exatamente 1 mês. De lá para cá, o árbitro apitou mais 5 partidas.

Rafael Rodrigo Klein tem 33 anos e é natural de Teutônia, RS. Já falamos que ele foi promovido para a Série A devido às boas escalas na Série B no ano passado, além de ter sido eleito o melhor árbitro do Campeonato Gaúcho de 2023. Está sendo preparado para ir à FIFA, no lugar de Anderson Daronco.

Ele tem aproveitado bastante as suas chances, mas uma curiosidade: em 12 jogos nesse ano, o time da casa venceu 6 vezes e ocorreram 6 empates também. Ou seja: time visitante ainda não ganhou com ele no apito! Será nesse sábado que isso mudará?

Desejo um bom jogo e uma ótima atuação.

Acompanhe conosco o jogo do Atlético Mineiro vs Red Bull Bragantino pela Rádio Futebol Total, acessando:
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Narração de Sérgio Loredo, reportagens de Pietro Loredo, comentários de Lucas Salema, análise da arbitragem de Rafael Porcari. Sábado, 10/06, 18h30. Mas desde às 17h30 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!

– Os novatos que apitarão na próxima rodada do Brasileirão e o “veterano para a segurança”.

André Luiz Skettino Policarpo Bento, mineiro de Sabará, com 29 anos, apitará Corinthians x Cuiabá (seu primeiro jogo na série A). No ano passado, apitou Sub 17 e série C.

Bruno Mota Correa, carioca de 33 anos, apitará Coritiba x Santos. Uma novidade no apito.

Rodrigo José Pereira de Lima, pernambucano de 36 anos, apitará Bahia x Cruzeiro.

João Vitor Gobi, paulista de 33 anos, apitará América x Athletico (há 4 anos, apitava a 4ª divisão paulista).

Raphael Claus, paulista de Santa Bárbara do Oeste com 43 anos, apitará seu enésimo Choque-Rei (já falamos que para confrontos importantes do Palmeiras, só temos Claus “aceito” pelo Abel Ferreira – clique aqui: https://wp.me/p4RTuC-Ndb.

A questão é: Seneme está tentando renovar o quadro na marra. E onde não dá para testar, vai na chamada “escala de segurança”.

– Euricão, Suicídio, Fair Play e a Arbitragem Feminina e Gay. O que dizer?

Texto de 2015, mas muito curioso para os mais jovens que não conheceram o politicamente incorreto Eurico Miranda:

Eurico Miranda, polêmico presidente do Vasco da Gama, realmente é uma figura ímpar. Sem papas na língua, em entrevista à Rádio “DIA FM” na última 4a feira, ao ser questionado sobre Fair Play, respondeu:

“Futebol é uma guerra. Até na pelada é uma guerra. Você entra para ganhar, não pode ter essas babaquices para lá, para cá, colocar a bola para fora. Por qual motivo tem que devolver, porra? Sabe o que isso ocasiona? O jogador fingir que está contundido, colocar a bola para fora sem motivo.”

Sobre mulheres e homossexuais na arbitragem, ele ampliou o tema e foi mais enfático! Disse que:

Futebol não pode ser apitado por veado. Veado que apita futebol pode se comprometer. Mulher tem que apitar jogo das mulheres, não tem que apitar jogo dos homens. Mas não tenho e nunca tive nada contra gay, tenho contra veado“.

Sobre os problemas extra-campo do jogador Bernardo e sua suposta tentativa de suicídio, disse Eurico:

“É um problema dele. Eu sempre fui adepto de uma filosofia diferente: o problema que o jogador tem fora do trabalho, desde que não comprometa a instituição e não traga reflexos a sua produção, não tenho nada com isso. Ele está com o contrato suspenso por 20 dias por problema comportamental. Por este tempo, não tem relação”.

E aí, o que achou das declarações de Eurico Miranda?

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Imagem extraída de Goal Brasil. Quem souber do autor, favor informar para crédito.

– Análise da Arbitragem de Estudiantes 1×1 Red Bull Bragantino.

Eu esperava muito mais do árbitro Kevin Ortega (disse aqui sobre ele: https://wp.me/p4RTuC-Nbg).

Deixou de marcar algumas faltas (mais fortes do que as comuns), e marcou outras que não foram. Portanto, tecnicamente, não foi legal.

Disciplinarmente, aplicou os cartões amarelos que precisava, e deixou de dar alguns outros (prova de critério não-uniforme: a falta cometida por Matheus Fernandes que não rendeu amarelo – e que deveria; e depois a de Lucas Evangelista que rendeu amarelo – e que não era). Pior: não soube se impor com a advertência verbal, e os jogadores “cresceram para cima” dele.

Fisicamente, correu e seu posicionou muito bem. Mas é pouca virtude para um árbitro FIFA.

O erro capital: aos 63m, a bola é lançada na área e cabeceada por um atacante. Ela bate despretensiosamente na mão de Juninho Capixaba, que está em movimento NATURAL (não importa se o braço está aberto, se vai no gol, ou algo que o valha: deve-se avaliar a distância, a velocidade da bola e a naturalidade ou não). O árbitro não marcou, e depois de ir ao VAR, mudou de opinião. E errou duas vezes: mão em movimento antinatural, como ele entendeu, não é para cartão amarelo. Juninho já tinha um amarelo, recebeu o segundo e foi expulso. (para quem tem curiosidade para saber o que é para se marcar ou não, clique aqui para a explicação didática: https://wp.me/p4RTuC-nGJ).

Abaixo, algumas anotações de erros observados:

Aos 4m, Thiago Borbas (URU) escorreu e atingiu acidentalmente Lollo (EST),           eu abri os braços. O árbitro entendeu falta temerária do argentino. Errou.

Aos 14m, Juninho Capixaba deu uma entrada muito forte em Godoy, a bola continua em disputa, e vai para Jorge Rodriguez, que dá um “pé-de-ferro” conjuntamente com Juninho. Pelo lance anterior, Cartão Amarelo ao brasileiro.

Aos 17m, assistente técnico do Estudiantes foi expulso.

Aos 22m, Santiago Nunes empurra Vitinho e o árbitro nada marca.

Aos 24m, Mosquera sem bola comete falta a se enroscar com seu adversário.

Árbitro tem dificuldade de impedir tantas faltas e milongas dos argentinos.

Aos 35m, Matheus Fernandes deu uma entrada forte no Godoy, e ele nada marcou.

Aos 50m, Lucas Evangelista cometeu uma falta comum, e agora resolveu dar Amarelo. Ou seja: sem critério.

Aos 63m: A bola bate na mão de Capixaba em movimento natural, e ele entende que foi antinatural (após muito tempo no VAR).

Se fosse movimento natural, aplicaria o Amarelo. No antinatural, não tem cartão. Errou duas vezes o árbitro, pois era o 2º do jogador.

Aos 70m: Falta de Vitinho, e todo mundo vai para cima do árbitro. Perdeu a moral.

Jogo continua faltoso. Torcida joga objetos em Cleiton.

Cartão Amarelo correto para Alerrandro. Entrou e fez falta temerária

Estudiantes x Red Bull Bragantino pela Sul-Americana 2023: onde assistir ao vivo

Imagem: Conmebol.

– Seneme, desde já, coçando a cabeça para a escala da Copa do Brasil entre Palmeiras x São Paulo.

Teremos Palmeiras x São Paulo (no Morumbi e depois no Allianz), decidindo quem passa para as semifinais da Copa do Brasil. E desde já um jogo complicado, pois a eliminação do Verdão para o Tricolor no ano passado foi cheia de contestações (relembre os lances polêmicos daquela arbitragem aqui: https://professorrafaelporcari.com/2022/07/15/os-3-lances-polemicos-de-palmeiras-2×1-sao-paulo-pela-copa-do-brasil/).

Vuaden numa dessas próximas escalas? Nem pensar. A lógica seria colocar os dois melhores árbitros do Brasil: Wilton Pereira Sampaio e Raphael Claus, que são os últimos mundialistas.

Bráulio Machado seria uma opção? Talvez.

– Edina Alves Batista? Pode ser (se não estiver já concentrada para a Copa do Mundo Feminina).

Flávio de Souza com Ramon Abatti Abel correndo por fora? Quem sabe…

– O veterano Marcelo de Lima Henrique ressurgindo para jogos de maior apelo? Uma ideia.

Mas creio que não serão nenhum deles.

Se Seneme usar a razão, e mostrar que ninguém interfere em seu trabalho, Wilton e Claus poderiam ser confirmados hoje. O problema é: o Palmeiras vetou (isso é informação) os irmãos Sampaio (Wilton e Sávio) por conta dos cartões a Abel, além do bandeira Bruno Boschilla.

  • Trazer estrangeiros seria a solução? Ótimo, mas não virão… e seria muito bom se viessem: o cara vem aqui, apita e vai embora (sem se preocupar com veto na CBF).
  • Escalar Raphael Claus na ida e na volta? É uma alternativa, e eu não me surpreenderia…

E por quê o treinador Abel Ferreira gosta tanto de Raphael Claus (pois o elogiou na final do Campeonato Paulista, no ano passado, em coletiva)?

Explico: Abel respeita Claus pois sabe que ele estará nos principais jogos da sua equipe, especialmente nos clássicos de maior rivalidade – e sabe que pode ser expulso por ele e ser contestado (mais ainda) pelo destempero em jogo importante. Assim, nos jogos em que o árbitro paulista apita (que normalmente são decisivos), o treinador se preserva das costumeiras reclamações que faz.

Vamos justificar essa explicação?

Nos últimos 3 anos, Claus apitou as 3 finais do Paulistão, com o Palmeiras estando presente nelas.

  • Neste Paulistão 2023, Claus apitou tanto o São Paulo quanto o Palmeiras contra o Corinthians. Nenhuma derrota do Verdão em jogos com ele (além da final entre Palmeiras 4×0 Água Santa).
  • No Paulistão 2022, Claus apitou vários jogos do Palmeiras, incluindo o clássico com o Santos (nenhuma derrota com ele no apito também, inclusive a final entre Palmeiras 4×0 São Paulo – mesmo placar desse ano).
  • No Paulistão 2021, Claus apitou vários jogos do Palmeiras, incluindo duas derrotas contra o São Paulo – uma delas, na final.

E no Brasileirão…

  • Em 2023, Claus apitou o Palmeiras x Santos, jogo que terminou empatado.
  • Em 2022, Claus apitou o Palmeiras contra o Corinthians, com vitória (e pela Copa do Brasil, no jogo de ida, com derrota para o São Paulo).
  • Em 2021, Claus apitou Palmeiras contra o Corinthians (com derrota) e contra o Santos (com vitória).

Como se vê, em “jogo grande do Palmeiras”, coloca-se o Claus, que o Abel não reclama e ainda por cima o saldo costuma ser positivo – e time de futebol tem isso: superstição! O palmeirense não podia ver o nome de Paulo César de Oliveira nas escalas que já reclamava que “com o PC nunca ganhava”. E as derrotas realmente aconteciam, com reclamações ao árbitro. Lembram-se do “fala muito” de Tite e Felipão, no final de Abril de 2011? Ali, ambas equipes pediram o Paulo: o Palmeiras achando que ele sentiria pressão, e o Corinthians pois sabia que o Palmeiras não gostava do árbitro…

Se fosse para apostar (ih, não se fale em site de apostas esportivas), a única que eu faria é que Raphael Claus apita PELO MENOS um dos jogos do Palmeiras (o da volta, mais provável).

Importante: não existe mais sorteio de árbitros, é audiência pública. Quem escala, marca o horário da divulgação dos árbitros e JUSTIFICA o critério de escolha, PODENDO, naquele momento único, os interessados contestarem a escala. Mas… alguém tem coragem de ir a uma audiência contestar? Se nem quando era sorteio (que em tese, a decisão era da bolinha), os cartolas íam…

Imagem extraída do site do Palmeiras.

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Estudiantes de La Plata x Red Bull Bragantino.

Para o importante jogo do Massa Bruta contra Los Pinchas pela Copa Sulamericana na Argentina, arbitrará a partida a seguinte equipe:

Árbitro: Kevin Ortega (PER)
Bandeira 1: Michael Orue (PER)
Bandeira 2: Jesus Sanches (PER)
4º árbitro: Diego Haro (PER)
VAR: Bryan Loayza (EQU)
AVAR: Jonny Bossio (PER)
Assessora dos Árbitros: Patrício Loustau (ARG)
Quality Manager: Sérgio Cristiano (BRA)

Por coincidência, tivemos Caros Ortega (colombiano) apitando o jogo de ida entre o Braga e o Estudiantes. Neste, de volta, outro Ortega, melhor gabaritado: Kevin Ortega Pimentel, 31 anos, natural de Lima, há 8 anos apitando a Primeira Divisão do Peru e há 4 no quadro da FIFA.

No seu primeiro ano na FIFA, já apitou Libertadores e Eliminatórias da Copa. Tem ótimo condicionamento físico, é bom tecnicamente e possui média de aproximadamente 6 cartões amarelos por jogo. Estava, nas folgas da Libertadores e da Copa Sulamericana, apitando na Liga Saudita.

Esteve na Copa do Mundo 2022 no Catar, sendo o árbitro mais jovem do Mundial, trabalhando incansavelmente como 4º árbitro. Em tese, não teremos problemas.

Curiosidade: O Estudiantes é o único clube não inglês a comemorar um título no Estádio Old Trafford, vencendo o Manchester United no Mundial de Clubes de 1968.

Acompanhe conosco o jogo do Estudiantes X Red Bull Bragantino pela Rádio Futebol Total, acessando:
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Narração de Sérgio Loredo, reportagens de Pietro Loredo, comentários de Lucas Salema, análise da arbitragem com Rafael Porcari. Quarta-feira, 07/06, 21h00. Mas desde às 20h00 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!

– Pênalti em Koyote?

Comentamos no último sábado Ska Brasil 1×0 Paulista (vide aqui: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2023/06/03/analise-da-arbitragem-de-ska-brasil-1×0-paulista/).

Porém, um lance “escondido”, que apareceu pós-jogo e que não foi flagrado a contento na transmissão: um pênalti cometido por Derick em Koyote: foi ou não? Originalmente, um torcedor filmou e o reproduziu. E dele surgiu a dúvida, enviada por vários amigos.

Reproduzo, abaixo, o que respondi ao amigo Rodrigo Debora no Facebook:

Veja que interessante – e pela visão de árbitro, que sempre faz uma leitura de jogo diferente (não “melhor”, repito, “diferente”, buscando com a frieza entender): pelo Youtube, a impressão que dá para mim é: o Derick (5) faz aquela marcação de agarrar o adversário na hora da cobrança. Quando ela entra em jogo e viaja pela área, o Koyote consegue se desvencilhar mas cai. E o que se deve fazer:
– Para mim, pênalti por imprudência (significa: ele não quis fazer o pênalti, mas na sequência desequilibrou e fez). Não há cartão amarelo.
Poderia ser (se aparecer outra imagem) pênalti por ação intencional (eu agarrei o adversário e não o soltei de propósito, continuando abraçado a ele). Seria para cartão amarelo.
O que me pareceu que o árbitro entendeu (e ele estava de frente para a jogada e mandou levantar): que o agarrão não impediu a continuidade da jogada e Koyote sentiu o contato e se jogou. (que é a orientação de 2021 para atenção a esses lances).
– Há dois anos, a Orientação da Regra 12 mudou: lances de empurrão e agarrão devem ser marcados somente se forem contínuos e desequilibrarem de fato um atleta, ou impedirem de jogar. Ou seja: se o jogador for agarrado e não tentar se desvencilhar (ou for agarrado e parar de correr), pedindo infração, não se marca pois ele abdicou de jogar. Se o agarrão ou empurrão desequilibrar alguém ou impedir o domínio (desde que o atleta tenha se esforçado em continuar a jogar), é infração.
O lance, por essa imagem, é interpretativo. Mas se tiver uma imagem melhor, podemos ser mais conclusivos.
A grosso modo, repito: pênalti, sem aplicação de cartão.
A imagem acima é estática (aí não dá para avaliar, está apenas como ilustração). A análise sempre é feita com a bola rolando, na velocidade do jogo, num período de tempo amplo. Quem tiver um ângulo melhor nas condições acima, favor enviar.

– Sálvio Spinola no “Reis da Resenha”.

Muito bacana: Sálvio Spinola Fagundes foi ao “Reis da Resenha”, na Rádio Jovem Pan. E numa descontraída conversa com Mauro Betting e Vampeta, falou um pouco sobre o atual momento da arbitragem e contou várias histórias do apito.

Não é só para quem gosta do mundo dos árbitros, é para quem curte futebol: https://www.youtube.com/live/gLeIzzTV4JA?feature=share

– Alessandro e as trapalhadas no Corinthians.

Alessandro, o gerente de futebol do Corinthians disse após Júnior Moraes ter entrado na Justiça, reivindicando seus salários atrasados:

“Eu preciso pedir desculpas por uma contratação tão infeliz que fizemos. Para vestir a camisa do Corinthians, você precisa de alguns pré-requisitos, algumas virtudes, precisa de coragem e personalidade. Ele foi covarde e mentiroso”.

Tal resposta foi duvidosa:

  • Júnior Moraes mente ao entrar na Justiça para receber o seu salário? Está tudo em dia?
  • Por que o jogador foi chamado de covarde? O que ele fez?
  • Pelos critérios citados para vestir a camisa do Corinthians (coragem e personalidade), Luan, que está encostado, os preenche? Alessandro pediu desculpas por isso também?
  • Pediu-se desculpas por iludir o torcedor quando o presidente Duílio ousou dizer que fez uma proposta para contratar Cristiano Ronaldo?

Chega a ser constrangedora tal fala. Se o jogador é contratado com histórico de lesões na Ucrânia, a culpa é do atleta? Óbvio que não, mas de quem o contratou. 

Se o atleta ficou machucado por muito tempo, se não rendeu o esperado, ou acabou se tornando um problema pela deficiência técnica ou física, é um risco que o contratante corre. Se avaliasse melhor, não o contratasse. Mas tendo o contratado, cumpra suas obrigações como empregador.

No futebol temos ônus e bônus: se o Timão vence uma partida aos 49m do 2º tempo com um gol irregular, ele não devolverá os 3 pontos e ficará com essa benesse. Se ele contrata um jogador que não é escalado, ele precisa assumir o prejuízo também.

Me lembrei de Adriano Imperador no Corinthians, uma contratação negada por Andrés Sanches num domingo e apresentada no Parque São Jorge numa 2ª feira: ficou 1 ano no clube, jogou 8 partidas e marcou somente 2 gols nesses 365 dias. Mas não me recordo de pedido de desculpas…

Em tempo: na apresentação de Júnior Moraes, o presidente Duílio posou ao lado de uma TV com Moraes Moreira ao fundo, dizendo: “Moraes é gênio”, em alusão ao novo reforço. Veja que curioso: https://esportes.r7.com/futebol/campeonato-paulista/junior-moraes-assina-com-o-corinthians-ate-dezembro-de-2023-16032022

Imagem: Junior Moraes no Shaktar (divulgação).

– Análise da Arbitragem de Fluminense 2×1 Red Bull Bragantino.

No Maracanã, o árbitro Rodrigo José Pereira de Lima começou inseguro e depois se firmou. Com 8 minutos de jogo, tínhamos apenas 1 falta marcada e 3 Amarelos! Estava se escondendo atrás das advertências…

No primeiro tempo, apesar de 5 cartões amarelos, o jogo foi pouco faltoso e leal. Me pareceu que se fosse um árbitro de “mais nome”, a partida seria mais amistosa.

No segundo tempo, nenhum lance técnico polêmico, e mais cartões aplicados (dessa feita, todos de forma justa).

Enfim: não teve qualquer influência do árbitro na partida, mas precisa ter mais autoridade e não “queimar cartões” como fez no começo.

As anotações dos lances mais relevantes da arbitragem, abaixo:

Aos 4m, Cartão Amarelo para Nino (FLU) por reclamação.
Aos 5m, Cartão Amarelo para Ganso (FLU) por falta em Matheus Fernandes.
Aos 8m, Cartão Amarelo para Luan Patrick (RBB) por agarrão antes do escanteio.
Curiosidade: só temos 1 falta marcada até agora.
Aos 12m: Felipe Melo (FLU) entra duro nas costas de Sasha (RBB), a falta não é marcada e ele opta por vantagem.

Aos 20m, Vitinho (RBB) adianta a bola e quando Nino (FLU) vai disputar, o atleta bragantino tenta cavar. Acertou o árbitro em não marcar.

Aos 23m, Eric Ramires (RBB) coemte falta em Samuel Xavier (FLU) e árbitro corretamente dá a vantagem.

Aos 25m, Matheus Fernandes (RBB) deu uma entrada forte em Samuel Xavier (FLU) e recebeu o Cartão Amarelo.

Aos 36m: Lima (FLU) “pega” Vitinho (RBB) e recebe Cartão Amarelo. Agora, 5 cartões amarelos e 5 faltas marcadas.
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Aos 50m: Felipe Melo (FLU) parou com uma falta temerária Lucas Evangelista (RBB) e recebeu Cartão Amarelo. E se ele tivesse recebido Amarelo antes, nas outras oportunidades que pode receber?

Aos 73m: Samuel Xavier (FLU) entra duro em Sasha (RBB), e receb corretamente o Cartão Amarelo.

Os dois times cansaram, e a grande dificuldade foi: agilizar o jogo.

Fluminense x Red Bull Bragantino: Transmissão AO VIVO e online pelo  Campeonato Brasileiro - Hoje no Brasil

Imagem extraída de Terra.com

– O VAR Light pode ser mais um problema, não uma solução.

Posso estar indo contra a maré, mas a ideia do VAR Light (que em tese seria algo bom para inclusão, por ser mais barato) não me parece boa: menor número de câmeras e a falta de linhas para traçar o impedimento podem ser um grande problema.

Se com linhas já temos reclamações, imagine sem elas!

Abaixo, extraído de: https://www.uol.com.br/esporte/futebol/colunas/perrone/2023/06/01/conheca-o-var-light-ele-promete-chegar-onde-o-arbitro-de-video-nao-chega.htm

CONHEÇA O VAR LIGHT. ELE PROMETE CHEGAR AONDE O ÁRBITRO DE VÍDEO NÃO CHEGA.

Por Ricardo Perrone

Sob a batuta da Fifa, está em desenvolvimento um VAR com menos recursos e custo menor em relação à versão tradicional. Trata-se do VAR light, tecnologia que já tem sido testada no Brasil.

A nova ferramenta é vista pela Fifa como instrumento de democratização da arbitragem de vídeo, pois ela poderá chegar a eventos com menor capacidade financeira e que hoje estão barrados do baile. O VAR tradicional continuará nos campeonatos de primeira linha.

A Fifa não fechou o formato definitivo do novo modelo. Reunião de grupo da federação internacional, em outubro do ano passado, previa para o início da temporada 2023/2024 na Europa (depois da metade deste ano) a implantação definitiva da versão light. A Fifa não respondeu à reportagem quando o modelo final será homologado.

VAR x VAR light

Documento da Fifa aponta que o VAR light pode atingir redução de custos de até 50%. Segundo Daniel Bernardino de Campos Ferreira Neves, gerente de novas tecnologias da 2Live, uma das empresas que disponibilizam o novo modelo no Brasil, a operação pode custar de um terço a um quinto do preço do sistema tradicional. “O valor é difícil de falar porque depende muito da logística que a gente vai encarar. Mas pode ficar entre R$ 8 mil e R$ 15 mil por jogo”, afirmou Neves.

Segundo Paulo Silvio dos Santos, presidente da comissão de arbitragem da Federação Cearense de Futebol, a entidade gasta R$ 25 mil por partida que faz com o VAR tradicional.

O protocolo autorizado para testes prevê que o VAR light pode ser usado com no mínimo quatro câmeras e no máximo oito. O modelo tradicional, normalmente, conta com até 18 câmeras. Nos dois casos, são usadas câmeras das equipes de TV.

Cada kit de VAR light da 2Live trabalha com quatro câmeras. “Hoje, as transmissões usam no mínimo seis câmeras. O VAR light, pela proposta inicial deles, custa R$ 12 mil para quatro câmeras. Com oito câmeras vai para R$ 24 mil. Aí não compensa. O tradicional, eu contrato por R$ 25 mil”, disse o presidente da comissão de arbitragem da Federação Cearense, citando quantias diferentes em relação ao gerente da empresa. A Federação do Ceará usou o sistema sem custos, como degustação. Pagou apenas despesas de deslocamento e estadia do pessoal da empresa, que é de São Paulo.

Uma das principais diferenças entre os modelos é que o light não traça linhas para checar impedimento. Ele também não tem operador de replay. O árbitro de vídeo faz esse trabalho.

Relatório produzido pela Federação Polonesa aponta que a versão enxuta usa três monitores na sala do VAR contra seis do modelo original. É corriqueiro o uso no Brasil de oito monitores no sistema tradicional.

O VAR light da 2Live trabalha com dois monitores e um iPad, no qual é operado o replay. O tablet substitui um dos dois computadores que costumam ser usados na versão tradicional. Outra diferença é que o modelo light da 2Live não tem sistema de comunicação por áudio entre os árbitros. É preciso ter equipamentos independentes.

Vantagens e desvantagens

O preço reduzido em relação à versão “completa” é a principal vantagem do VAR light. Ela provoca outra: a possibilidade de uso em competições de menor porte.

O modelo menos sofisticado também tem como ponto positivo o fato de poder ser usado em estádios acanhados, já que exige uma sala menor.

O transporte dos equipamentos é mais fácil. “O VAR tradicional usa um computador de mais ou menos 60 cm de largura por 1,20 m de altura. O light usa uma caixinha, que cabe numa mochila”, comparou o presidente da comissão de arbitragem da Federação Cearense. A “caixinha” é o equipamento que recebe os sinais de quatro câmeras e os envia para os servidores.

A Federação Polonesa aponta entre as desvantagens do VAR Light menor quantidade de evidências e menor precisão por causa do número inferior de câmeras.

A ausência das linhas de impedimento é outra desvantagem. No mesmo pacote está a inexistência de operador de replay, o que faz com que o processo de decisão seja mais longo, de acordo com o estudo polonês.

1,2,3, testando

Os testes precisam de autorização da Fifa, que recebe relatórios sobre eles. Além da utilização online, é possível fazê-los de forma off-line (o árbitro de campo não tem acesso às análises do VAR light).

As federações de São Paulo, Goiás, Ceará e Distrito Federal já experimentaram o sistema. O modelo da 2Live foi usado por todas elas. A federação do Distrito Federal testou também o sistema da Broadmedia. O profissional indicado pela empresa para falar sobre o assunto, porém, não concedeu entrevista até a publicação desta reportagem.

Em 2022, num jogo da categoria sub-20, a Federação Paulista fez um teste off-line com o VAR light da empresa Dartfish. O modelo da 2Live foi testado nas semifinais dos campeonatos Brasiliense, Goiano e Cearense. Todos na primeira divisão.

O que diz a CBF

Wilson Seneme, presidente da Comissão de Arbitragem da CBF, afirma que assim que a Fifa definir os modelos de VAR light definitivos, a confederação adotará a nova tecnologia. “Em princípio, o VAR light é para ser usado em categorias menores, sub-20, sub-17, no futebol feminino fora da principal divisão. Assim como nas fases iniciais da Série D e da Série C, porque reduz o custo”, disse Seneme.

Ele vê a nova versão como boa opção para ajudar a detectar erros grosseiros em competições fora da elite. “A grande dificuldade é que até agora a Fifa não conseguiu reproduzir um modelo de economia. Normalmente, o VAR light, para fazer economia, perde muita qualidade”, ponderou Seneme.

O que diz quem testou:

No meu jogo, todos os lances de possível impedimento a gente conseguiu matar sem a linha [de impedimento traçada pela VAR tradicional.

Magno Cordeiro, árbitro de vídeo sobre atuação no Campeonato Cearense

Uma das coisas que ainda pegam é você integrar a comunicação no vídeo.

Ednilson Corona, membro do Comitê de Assessoramento ao VAR da Federação Paulista de Futebol

A versão light é uma excelente alternativa para auxiliar com a Justiça esportiva.

Marrubson Melo, presidente da comissão de arbitragem da Federação de Futebol do Distrito Federal

O VAR light pode chegar na sua pelada?

A resposta é “sim”, segundo o gerente de novas tecnologias da 2Live. “É uma questão de tempo, eu acho. Estou batalhando nesse nível também. O mais caro, é a captação das imagens”, afirmou Neves. Não seria preciso seguir as exigências feitas pela Fifa, o que significa menos gastos.

VAR light utiliza estrutura menor e é mais barato que o modelo tradicional. Imagem: divulgação.

– Análise da Arbitragem de Ska Brasil 1×0 Paulista.

Jogo fácil para Alceu Lopes Jr apitar. E sendo fácil, ele não complicou e atuou bem.

Aplicou corretamente o cartão amarelo a Vitor Zaga (SKA) por ação temerária, a Wilson Silva (SKA) e a Vitinho (PFC) por indisciplina. Em uma partida pouquíssima faltosa, nada muito polêmico. Anulou também com precisão o gol de Rafael Lucas (SKA), por infração cometida.

Foi uma partida Fair Play, onde os atletas se comportaram muito bem, e o único destaque preocupante foi o choque de cabeça entre Arthur Pierino e Marcos Uberaba no 2º tempo.

A lamentar: as torcidas organizadas barradas na entrada (Gamor e Raça Tricolor). Algo bem esquisito…