– O Cartão Azul será uma invenção abandonada!

Quantas vezes você ouviu falar de Cartão Azul no futebol? Eu já apitei com ele, no Campeonato Paulista de Aspirantes, onde Eduardo José Farah o criou para as faltas coletivas e tiros livres acumulados por jogador. Uma invencionice que não deu certo…

Agora, International Board e FIFA querem resolver o que na Europa é chamado de “câncer do futebol” (sim, é um termo forte usado pelas comissões de arbitragem do Velho Continente): a falta de respeito para com os árbitros.

O problema é: com a globalização econômica e social, há uma invasão de jogadores sulamericanos por lá. O que aqui na Libertadores da América é feito “vistas grossas”, lá na Champions League é inadmissível: “rodinha de jogadores em torno do árbitro”, “atleta acompanhando juiz até o VAR”, gestos, aplausos irônicos e outras reclamações. Para isso, ao invés do costumeiro cartão amarelo, um cartão azul! E o jogador que reclamar com o árbitro ficará automaticamente 10 minutos fora do jogo.

A lógica dos cartões acumulados continuaria: amarelo + amarelo = expulso por reincidência; amarelo + azul e azul + azul, idem.

Além das reclamações, o Cartão Azul será usado para faltas mais ríspidas, consideradas excessivas para vermelho e insuficientes para somente um amarelo. Seria, na analogia das cores, um “laranja”.

E por quê tende a dar errado?

Por dois motivos:

1- Já existem instrumentos para se coibir as reclamações, que são a advertência verbal, o Cartão Amarelo e a Expulsão por reincidência. Se fossem praticados corretamente, não precisaria de um Azul. Imagine aqui no Brasil, onde os árbitros fingem-se de surdos? Faltará coragem para dar o Cartão Azul, com medo de veto – e a equipe que levar azul, fará cera e anti-jogo para passar o tempo e esperar o retorno do seu companheiro.

2- Teremos que mudar o termo “Livro de Regras” para “Bula”. Afinal, a Regra 12 (Infrações e Indisciplinas) terá ainda mais problemas de interpretação. Se já é discutível qual lance é para Amarelo ou Vermelho Direto, imagine as interpretações para Amarelo, Azul ou Vermelho (ou nenhum desses)? O certo é: muito árbitro se esconderá atrás do Azul para não aplicar o Vermelho.

Algo que não se discutiu a contento, e que vem junto com esse pacote: hoje, os jogadores não podem questionar o árbitro, nem mesmo o capitão da equipe. Pela Regra, o capitão serve apenas para o sorteio e para comunicações do árbitro à equipe, como um representante. A partir da introdução do Cartão Azul, quer se dar também o poder de, agora, o capitão ter a possibilidade de questionar o árbitro em nome da sua agremiação. E a pergunta será: ele estará blindado de azul, pois questionamento é reclamação?

Após os testes (não se creia em grandes ligas), a ideia será abortada provavelmente.

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– Foi pênalti em Maycon ou não em Santos 1×0 Corinthians?

 E João Schimidt (SFC) cometeu pênalti (SCCP) em Maycon, na Vila Belmiro?

Sim. É o chamado lance por imprudência. Não queria acertar, mas pegou o adversário sem querer. Fora da área, se visível ao árbitro, a falta seria marcada e ninguém reclamaria. No lance rápido, encoberto, juizão bobeou e o VAR não pegou.

É pênalti, sem aplicação de cartão amarelo. Mas quando a fase não é boa…. até nisso o Corinthians sofre.

Arte extraída de Gazeta Esportiva.com.br

 

– Existe vantagem em Pênalti? Sobre o lance de São Paulo 3×0 Água Santa:

No Morumbi, estando SPFC 1×0 ECAS, Luan Dias foi derrubando pelo goleiro são-paulino Jandrei dentro da área. Porém, antes de se apitar o pênalti, a bola sobra para Bruno Xavier, que chuta para o gol. Sem ter tempo dela ter ultrapassado a meta, o árbitro Raphael Claus marca a infração.

Errou ou acertou?

Errou. 

Há um mito popular de que não existe vantagem em pênalti. Existe sim! É que normalmente você marca o pênalti pois ter uma “penalidade máxima” ao seu favor é uma vantagem maior do que ter a posse de bola e tentar o gol. 

Claus, experiente como é, deu uma bobeada. Ao ver o gol escancarado e Bruno Xavier chutando para a rede, deveria respirar fundo e esperar a conclusão da jogada. Ao não validar o gol (pois ele se precipitou e marcou o pênalti), para azar, Bruno Mezenga desperdiçou o pênalti.

Árbitro precisa estar ligado e, como um craque, antever a jogada!

São Paulo x Água Santa: prováveis escalações, desfalques, retrospecto, onde assistir, arbitragem e palpites

Imagem extraída de Terra.com.br

– Um pouco sobre o novo técnico do Corinthians, António Oliveira.

António Oliveira, 41 anos e que trabalhava no Cuiabá, é o novo técnico do Corinthians.

Ele chegou no Brasil como auxiliar técnico de Jesualdo Ferreira, quando veio para o Santos FC. Estudioso, é uma promessa.

Uma curiosidade: seu comportamento à beira do campo com os árbitros é parecido com o de Abel Ferreira, seu compatriota que trabalha no rival Palmeiras. 

Aguardando o próximo Derby

António Oliveira: ‘Só saio do Cuiabá demitido ou se pagarem a multa’

Crédito da Imagem: AssCom Dourado, extraída de: https://placar.com.br/placar/antonio-oliveira-so-saio-do-cuiaba-demitido-ou-se-pagarem-a-multa/

– Análise da Arbitragem de Santo André 1×2 Red Bull Bragantino. E as 6 lesões pelo gramado sintético?

Gramado sintético péssimo como protagonista, infelizmente, no jogo entre o Ramalhão e o Massa Bruta. Vamos falar da partida?

Vinícius apitou tranquilamente o jogo, não caindo nas possíveis faltas cavadas. Porém, uma desatenção: aos 10 minutos, quando Jadsom se contundiu, ele parou o jogo quando a bola estava em posse do Red Bull Bragantino quase na área do Santo André; porém, ao reiniciar, deu a posse de bola do outro lado do campo, quase ao goleiro Cleiton. Aí não…

O primeiro tempo terminou, em faltas, STA 2×8 RBB. Em toda a partida: STA 7×20 RBB, sendo em cartões amarelos 1×3.

Cartão amarelo indiscutível a Lucas Cunha no finalzinho da primeira etapa. Aos 50m, correto cartão amarelo a Luís Gustavo (STA) por dar uma cortada de vôlei com as mãos na bola. Idem a Raul (RBB) aos 72m por falta dura. Também a Thiago Borbas (RBB) aos 82m poor entrada temerária.

Coisa que há tempos eu não via: por duas oportunidades, o tiro de meta teve que ser cobrado novamente pois o goleiro andreense cobrou com a bola em movimento.

Um detalhe do gramado sintético de Santo André: a bola pulava muito alto (pipocava mesmo), mas quando era chutada para frente, não deslizava normalmente, “ficando presa” no gramado, perdendo velocidade. A grosso modo, talvez algo segurava a bola… a solução foi irrigar o gramado (como visto antes mesmo do jogo) para minimizar o problema. Com isso, tivemos 4 contundidos somente no primeiro tempo (3 do Santo André e 1 do Red Bull Bragantino). No segundo tempo, Luan Cândido e Lucas Cunha saíram machucados também.

Aí veio a chuva forte… A bola que não corria, começou a correr bastante, mais do que o ideal! Dizer o quê do gramado sintético ruim?

Print de tela, quando se tentou “remediar” o gramado.

– O que esperar do Choque-Rei?

#FUTEBOL E #SUPERCOPA –

Análise Pré-Jogo da #Arbitragem para #Palmeiras x #SãoPaulo: o que esperar do #BráulioDaSilvaMachado?

Em texto: wp.me/p4RTuC-TMI

Ou em vídeo: https://youtu.be/qbHgMBFBgpw?si=OeGX9XS8MXzWRSpE

 

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– Escolher o árbitro é uma boa? Sobre Vasco x Flamengo:

E essa, agora?

A FERJ chamou Vasco e Flamengo para escolherem o árbitro do clássico carioca. Foram entregues a Alexandre Mattos e Rodolfo Landim 4 nomes, e chegaram ao consenso de Wagner Magalhães.

Não sei se aprovo tal decisão. Por um lado, você joga a responsabilidade de escolha do árbitro para os clubes, para que depois não reclamem. Por outro, a FERJ “lava as mãos” pela responsabilidade.

Porém, no Campeonato Brasileiro 2023, Wagner Magalhães foi um desastre! Perdeu o escudo da FIFA pelas atuações ruins, dificuldade física e acabou sendo deixado de lado nas escalas decisivas no final do ano.

O que você acha da ideia?

Deixe seu comentário:

Foto: Marcello Dias/Eurasia Sport Images/Getty Images, extraída de: https://www.espn.com.br/futebol/carioca/artigo/_/id/13181178/vasco-flamengo-definem-arbitro-classico-reuniao-ferj-veja-detalhes

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para a Supercopa do Brasil 2024: Palmeiras x São Paulo.

O árbitro Bráulio da Silva Machado apitará a Supercopa do Brasil, em Minas Gerais (a relação completa do time da arbitragem, na imagem abaixo).

Fora do eixo Rio – SP, é o árbitro de maior confiança de Seneme (perdendo para o paulista Claus e ganhando do goiano Wilton). E Bráulio (que tem 44 anos, é professor de Educação Física e reside em Tubarão / SC) tem uma carreira curiosa:

Entre altos e baixos, se perdeu na questão da interpretação de mão na bola e bola na mão. Em 2022, marcou tudo (bateu, é falta). Em 2023, no primeiro semestre, radicalizou ao não marcar mais nada (tudo deixou de ser mão infracional). Mas gozou de ótimas escalas. Por exemplo: apitou as finais da Copa do Brasil 2022 e 2023 (mesmo começando a competição sendo agredido em Sergipe, numa péssima atuação no jogo contra o Botafogo). 

Se na carreira nacional é prestigiado, na internacional, ao contrário, não conseguiu se destacar. A Conmebol não o aproveitou a contento na Sulamericana, e menos ainda na Libertadores da América.

No ano passado, um fato intrigante: ele havia apitado 28 jogos em 6 meses, sem parar, pela CBF. Aí foi mal num Vasco 0x0 SPFC, e ficou 3 semanas na geladeira, voltando em… Botafogo 3×4 Palmeiras (o jogo polêmico onde Textor reclama até hoje da expulsão do seu zagueiro após revisão do VAR, considerando rigoroso demais o Cartão Vermelho).

A leitura, nos bastidores, foi que: não houve geladeira, mas um necessário descanso pela maratona de jogos, preservando o árbitro para o jogo que seria “uma decisão” de campeonato (foi uma prática comum no ano passado: “deixar escondido” um árbitro importante pois, se errasse, teria que suspendê-lo).

Bráulio coleciona lances reclamados em jogos das duas equipes (o que é normal para todo árbitro brasileiro). Mas aqui no Brasil, fica na cabeça do cartola o histórico do jogo importante: como o São Paulo foi campeão da Copa do Brasil com ele no apito, e o Palmeiras venceu o Botafogo com sua arbitragem (com o time de Abel “tomando” o Brasileirão para ser campeão), não há erro recente para pedido de veto. Foi esse o critério de escolha para a escala.

Desejo um grande jogo e uma ótima arbitragem do (irregular) árbitro catarinense.

– Escolher o árbitro é uma boa? Sobre Vasco x Flamengo:

E essa, agora?

A FERJ chamou Vasco e Flamengo para escolherem o árbitro do clássico carioca. Foram entregues a Alexandre Mattos e Rodolfo Landim 4 nomes, e chegaram ao consenso de Wagner Magalhães.

Não sei se aprovo tal decisão. Por um lado, você joga a responsabilidade de escolha do árbitro para os clubes, para que depois não reclamem. Por outro, a FERJ “lava as mãos” pela responsabilidade.

Porém, no Campeonato Brasileiro 2023, Wagner Magalhães foi um desastre! Perdeu o escudo da FIFA pelas atuações ruins, dificuldade física e acabou sendo deixado de lado nas escalas decisivas no final do ano.

O que você acha da ideia?

Deixe seu comentário:

Foto: Marcello Dias/Eurasia Sport Images/Getty Images, extraída de: https://www.espn.com.br/futebol/carioca/artigo/_/id/13181178/vasco-flamengo-definem-arbitro-classico-reuniao-ferj-veja-detalhes

– E a expulsão de Caetano no Corinthians 1×2 São Paulo?

Sem enrolar: pela qualidade ruim das imagens disponíveis, o que dá para entender no lance polêmico do primeiro tempo é: Caetano vai se desvencilhar de Luciano, e dá um safanão.

Não vi uma agressão, nem tentativa de agressão. Nem reclamação contundente de atletas para revisão do lance (se aparecer uma imagem clara de agressão, obviamente não dará para discutir).

O problema é: quando o árbitro vai à cabine do VAR, ele sabe que tem meia dúzia de “caçadores de pêlo em ovo”, tentando buscar algo. Ele, sozinho, vai contrariar a tropa que o chama?

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Corinthians x São Paulo (Rodada 4 do Paulistão).

E hoje teremos clássico Majestoso na Arena Neoquímica, sob o comando do árbitro Vinícius Dias Gonçalves Araújo.

Vinícius é bem experiente, tem 45 anos, e trabalha como professor de Educação Física. Embora não seja tão conhecido, apitou importantes jogos da Série A do Brasileirão e clássicos paulistas. E isso acontece por um excelente motivo: ele é bem discreto.

Com uma arbitragem serena, entendendo que o jogador é a “celebridade” e não o juiz, tem conseguindo boas atuações, conduzindo muito bem seus jogos: não permite faltas duras, coibindo a contento, mas também não marca as faltinhas cavadas.

Uma curiosidade: Vinícius foi jogador de futebol, tendo conseguido em 2004 o acesso do seu time, o Guaratinguetá, da A3 para a A2 do Paulistão (e como titular). Por coincidência do destino, descobri que naquela temporada apitei um jogo dele (cujo apelido era Tito) e acabei expulsando ele por… reclamação contra a arbitragem!

O mundo da voltas, né? Mas ele saiu de campo concordando com o cartão vermelho.

Arte extraída da Web autoria desconhecida. Quem conhecer, favor informar para o crédito.

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Red Bull Bragantino x Palmeiras (Rodada 4 do Paulistão).

Para o confronto entre o Massa Bruta e o Verdão, a FPF escalou a seguinte equipe de oficiais:

Árbitro: Matheus Delgado Candançan
Árbitro Assistente 1: Evandro de Melo Lima
Árbitro Assistente 2: Leandro Matos Feitosa
Quarto Árbitro: Leandro Carvalho da Silva
VAR: Márcio Henrique de Góis
AVAR1: Leonardo Augusto Villa
Observador VAR: Silvia Regina de Oliveira
Quality Manager: Mario Nogueira da Cruz
Analista de Vídeo: Renato de Carlos
Técnico de Garantia FPF: Sérgio Fernandes
Operador de Replay: Bernardo Lemos
Técnico de Garantia Estádio: Daniel Custódio
Assistente de Área de Revisão: Sérgio Augusto
Matheus é um jovem árbitro (filho de Demétrius Pinto Candançan, ex-árbitro da FPF e sobrinho de André Pinto, ex-centroavante da Lusa), e que se notabilizou por ter sido, de maneira forçosa, ser escalado num Derby com 23 anos. Na ânsia de se renovar a arbitragem, a antiga chefe da Comissão de Árbitros Ana Paula Oliveira o colocou num Palmeiras x Corinthians, onde ele sentiu o peso do clássico e foi mal.
Dois anos depois, com mais rodagem, passou a ser escalado em outros jogos. E a nova CA-FPF tem apostado muito as fichas nele. Afinal, será o 4º jogo seguido em 4 rodadas, todos com times grandes (Novorizontino x Palmeiras, Ituano x Corinthians, São Paulo x Portuguesa e agora Red Bull Bragantino x Palmeiras).
Ele tem por costume deixar o jogo correr no meio de campo e “travar” um pouco mais nas proximidades da grande área. Não tem abusado dos cartões, embora as partidas em que trabalhou não exigiram muito dele. Está com bom ritmo de jogo e é preparado pelos cartolas para ser aspirante ao quadro da FIFA. Mas não nos esqueçamos: está ganhando experiência ainda.
Nos primeiros jogos, Abel Ferreira não “exigiu muita coisa da arbitragem” e se comportou bem. Na última partida, recebeu cartão amarelo de Raphael Claus por invasão do campo e reclamação. Veremos se Candançan terá tranquilidade com o intranquilo treinador (que é ótimo com o seu time e sua torcida, mas dá muito trabalho com má postura perante a arbitragem). Do outro lado, Pedro Caixinha é considerado um treinador Fair Play e publicamente ele já declarou os motivos pelos quais não reclama da arbitragem (vide aqui: https://wp.me/p4RTuC-MeV).
Acompanhe conosco o jogo entre Red Bull Bragantino vs Palmeiras pela Rádio Futebol Total, acessando:
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Narração de Sérgio Loredo, reportagens de Pietro Loredo, comentários de Lucas Salema e Léo Naja, análise de arbitragem de Rafael Porcari. Quarta, 31/01, 19h30. Mas desde às 18h00 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!

– Novos árbitros no Paulistão.

Para a Rodada 3 do Paulistão 2024, vemos as 3ªs escalas de João Vitor Gobbi e Matheus Candançan, sendo todas elas em partidas envolvendo times grandes.

Que a nova CA-FPF saiba trabalhar esses jovens árbitros. Candançan, equivocadamente, foi escalado com 23 anos num Derby e sentiu o peso do jogo. Não é assim que se renova a arbitragem, deve ser paulatina e progressivamente.

Tivemos a felicidade de conhecer e comentar as atuações deles na 4ª divisão, e falamos do potencial dos dois. Que não decepcionem.

– Novos árbitros no Paulistão.

Para a Rodada 3 do Paulistão 2024, vemos as 3ªs escalas de João Vitor Gobbi e Matheus Candançan, sendo todas elas em partidas envolvendo times grandes.

Que a nova CA-FPF saiba trabalhar esses jovens árbitros. Candançan, equivocadamente, foi escalado com 23 anos num Derby e sentiu o peso do jogo. Não é assim que se renova a arbitragem, deve ser paulatina e progressivamente.

Tivemos a felicidade de conhecer e comentar as atuações deles na 4ª divisão, e falamos do potencial dos dois. Que não decepcionem.

– Obrigado, WN!

Obrigado pelo carinho, Wanderley Nogueira!

Ser elogiado por um profissional consagrado como você, não tem preço!

Abaixo, ou em: https://youtu.be/B2YBLL2vSsc?si=t0dj2h7JHuPuCFrp

– O gol anulado de Galoppo em Mirassol 1 x 1 São Paulo: correto ou não?

Muita reclamação do time do SPFC sobre a anulação do gol de Galoppo, justificado pelo impedimento de Calleri. Procede ou não?

É um lance chato, mas o gol foi bem anulado. A regra diz:

“Fora de jogo por interferir contra um adversário:

• impedindo um adversário de jogar ou poder jogar a bola obstruindo claramente a linha de visão dele”.

Repare: quando Galoppo chuta, há vários jogadores entre ele e o goleiro Muralha (aqui, é “azar” do goleiro se ele não está vendo a bola ou não, se eles não estão “off side”). Mas Carelli está a frente dele, correndo. Além de atrapalhar a tentativa de ver a jogada, o goleiro pode crer que a bola seria tocada para o atacante (não é o goleiro que tem que saber se está impedido ou não e se pode ou não o são-paulino receber a bola).

Alguém poderá perguntar: “Mas na hora do chute, Calleri não estava exatamente na frente do goleiro e ele não poderia ter visto a pancada do Galoppo mesmo assim?” Considere: são instantes de segundo, e o ato de correr em sua frente, no “futebol jogado, real, praticado”, de fato atrapalha.

Um amigo me escreveu: “O goleiro está mal posicionado, ele não ía defender de qualquer jeito. Isso não conta?”

Não, a regra não prevê essa condição (e nem poderia, porque analisar distância e possibilidade de defesa seria audacioso demais para os legisladores). Independente de tudo isso, o que vale é: Calleri estava em impedimento ativo por interferir contra um adversário, ao passar na sua frente na hora do chute do companheiro.

Eu sei que para muitos torcedores do SPFC e amantes do futebol em geral, isso é muito frio. Afinal, seria o gol da virada e, cá entre nós, foi um golaço.

Acertaram, enfim, o árbitro Lucas Canetto e o VAR Márcio Henrique de Góis.

Mirassol x São Paulo: prováveis escalações, desfalques, retrospecto, onde assistir, arbitragem e palpites

Imagem extraída de Terra.com.br

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Portuguesa x Red Bull Bragantino.

Para o confronto entre a Lusa vs o Massa Bruta, a FPF escalou a seguinte equipe: 

Árbitro: Raphael Claus
Árbitro Assistente 1: Fabrini Bevilaqua Costa
Árbitro Assistente 2: Rafael Tadeu Alves de Souza
Quarto Árbitro: Gustavo Holanda Souza
VAR: Vinícius Furlan
AVAR1: Marco Antonio de Andrade Motta Junior
Observador VAR: Silvia Regina de Oliveira
Quality Manager: Eduardo César Coronado Coelho
Analista de Vídeo: Márcio Luiz Augusto
Técnico de Garantia FPF: Paulo Milanesi
Operador de Replay: Gabriel Ferreira
Técnico de Garantia Estádio: Rodolfo Martins
Assistente de Área de Revisão: Daeseung dos Santos Choudhury
Claus é um dos árbitros brasileiros da última Copa do Mundo. Nas férias do futebol brasileiro, manteve-se atuando em finais de campeonatos municipais Brasil afora. Está com bom ritmo de jogo e é um dos 4 árbitros que apitaram a 1ª rodada. Não deve existir problema (em tese).
Lembrando: Claus é um dos poucos que bate no peito e despreza orientação equivocada da VAR, assumindo a responsabilidade e não jogando para a cabine.
Detalhe para VAR e AVAR, árbitro e bandeira experientes que estão indo para o vídeo (assim como outros tantos que estão trabalhando tanto como quarto-árbitro como no vídeo).

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Narração de Sérgio Loredo, reportagens de Pietro Loredo, comentários de Lucas Salema e Léo Naja, análise de arbitragem de Rafael Porcari. Quarta, 24/01, 19h30. Mas desde às 18h30 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!

– O atleta turco que fingiu cumprimentar o árbitro e…

Sabe aquela brincadeira de fingir que vai cumprimentar, e depois tira a mão?

O atleta turco, bravo com o árbitro, fez isso depois do jogo. Só que ele já tinha amarelo

Veja só abaixo:

Por Gustavo Hofman @gustavohofman:

– Em quem acreditar: houve ou não manipulação do Brasileirão 2023?

A empresa contratada para assegurar a lisura do Campeonato Carioca 2024, a Good Game!, disse estar convencida em 99% de que houve manipulações em algumas partidas de futebol no Campeonato Brasileiro passado.

Isso é muito sério! Porém, aqui o adendo: ela foi apresentada à FERJ por… John Textor, que é a pessoa que encomendou um relatório ao Botafogo, após o Glorioso “pipocar” na reta final e alegar ter sido prejudicado pela arbitragem.

Abaixo, extraído de: https://www.uol.com.br/esporte/futebol/ultimas-noticias/2024/01/22/empresa-acredita-em-manipulacao-no-brasileirao-2023-99-convencidos.htm?utm_source=twitter&utm_medium=social-media&utm_campaign=noticias&utm_content=geral

EMPRESA ACREDITA EM MANIPULAÇÃO NO BRASILEIRÃO: “99% CONVENCIDOS”.

O CEO da Good Game!, Thierry Hassanaly, empresa que analisará a arbitragem no Campeonato Carioca de 2024, disse que estão convencidos de que houve manipulação em alguns jogos do Brasileirão de 2023.

“Sobre algumas partidas do Brasileirão, baseado em nossas ferramentas, tecnologia e soluções, estamos 99% convencidos de que alguns jogos foram manipulados”, afirmou Thierry em entrevista para o ge. “É muito difícil que a manipulação envolva todo o time, todos os jogadores. Normalmente, um, dois ou três jogadores.

A Good Game! tem como objetivo estender a parceria que fez com a Ferj para outras federações do Brasil. Thierry espera melhorar o trabalho da arbitragem no país, além de buscar identificar jogos manipulados.

John Textor, dono da SAF do Botafogo, pode ser considerado o responsável por apresentar a empresa para a Ferj. Em 2023, ele pediu relatórios sobre jogos do clube no Brasileiro.

“Em algum momento, o que entendo, é que alguém do Botafogo, até mesmo John Textor, mostrou o relatório para a Federação [Carioca]. Essa pessoa ficou impressionada e disse que queria nos conhecer”, contou.

“Tudo que produzimos pode ir para o tribunal. Tudo que dizemos tem que ser 99% correto. Por isso, quando dizemos que uma partida é manipulada, temos 99% de certeza”, finalizou.

IMAGEM: GE.COM.BR

– O pênalti não marcado em Red Bull Bragantino 0x1 Água Santa.

Um erro importante em Bragança Paulista: a bola é lançada pelo alto para Guilherme (RBB), que cabeceia para dentro da área e é interceptada pela mão de Ronald (AGS), em movimento antinatural. Pênalti não marcado, sem intervenção do VAR.

No lance, repare que o defensor vê a bola viajando e vai de encontro ao seu oponente. Quando ela chega, ele já está com o braço aberto, ampliando o espaço (não é o movimento natural, já que ele não pode jogar com as mãos e/ou impedir a passagem do atleta adversário com o braço).

Não se marcaria o tiro penal pela proximidade da bola cabeceada e o atleta caso ele estivesse em um movimento natural (ou seja, braços recolhidos, sem querer tirar vantagem deles). Estando com os braços antinaturalmente esticados durante a marcação, não vale dizer que foi “a queima-roupa”, já que ele viu toda a jogada acontecer e não escondeu os braços em momento algum (só depois que tocou a bola).

Luiz Flávio de Oliveira entendeu como ocasional e mandou seguir. O VAR Adriano de Assis Miranda não o chamou (aguardemos o áudio para saber se o VAR tentou alertar o árbitro do equívoco – e se ele chamou a responsabilidade para si – ou houve omissão).

 

Foto: Print de tela.

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Red Bull Bragantino x Água Santa e uma visão geral da primeira escala do Paulistão.

No Campeonato Carioca 2024, comentamos que em poucos jogos haverá VAR, e que eles serão “mudos” (vide aqui: https://wp.me/p55Mu0-3o7). No Campeonato Paulista 2024, ao contrário, VAR em todos os jogos, e muita gente para avaliar a arbitragem. Aliás, em cada partida, teremos entre observadores, gerentes de qualidade e analista de vídeos, 3 ex-árbitros trabalhando. Na arquibancada, no campo e no vídeo?

Patrício Loustau, novo chefe dos árbitros da FPF (vide aqui sobre ele: https://wp.me/p55Mu0-3n6), está dando novas chances a alguns árbitros bem rodados no regional, e que não foram aproveitados no Brasileirão (vide Douglas Marques das Flores no jogo do São Paulo e Thiago Scarascati no do Corinthians), tentando firmar jovens nomes com potencial, pensando no futuro (como Matheus Candançan no Palmeiras e João Gobbi no Santos), garantindo ritmo de jogo aos FIFAs (Edina Batista na Portuguesa e Claus no Ituano) e dando segurança em algumas partidas com veteranos (exemplos de Luiz Flávio no Red Bull Bragantino e Vinícius Gonçalves na Ponte Preta). Escalas mega-balanceadas.

Em Bragança Paulista, para o confronto do Massa Bruta com o Netuno, uma escala que promete regularidade:

Árbitro: Luiz Flavio de Oliveira
Bandeira 1: Mauro André de Freitas
Bandeira 2: Ítalo Magno de Paula Andrade
Quarto-árbitro: João César Ferreira da Silva Júnior
VAR: Adriano de Assis Miranda
AVAR 1: Alberto Poletto Masseira
Observador de VAR: Eveliny Pereira de Almeida Silva
Quality Manager: Alysson Fernandes Matias
Analista de Vídeo: Mário Nogueira da Cruz
Técnico de Garantia FPF: Breno Raimundo
Operador de Replay: Missael Motta
Técnico de Garantia Estádio: Lucas Rodrigues de Carvalho
Assistente de Área de Revisão: Sérgio Augusto

Acompanhe conosco o jogo do Red Bull Bragantino vs Água Santa pela Rádio Futebol Total, acessando:
YouTube: https://www.youtube.com/c/CANALDOLOREDO, ou
Facebook: https://www.facebook.com/radiofuteboltotalbraganca, ou
Twitter: https://twitter.com/radiodaverdade,
ou ainda pelo site: http://radiofuteboltotal.com.
Narração de Sérgio Loredo, reportagens de Pietro Loredo, comentários de Lucas Salema e Léo Naja, análise de arbitragem de Rafael Porcari. Sábado, 20/01, 17h15. Mas desde às 16h00 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!

 

– As irregularidades da arbitragem no Campeonato Carioca.

Se a FIFA passar um pente fino nas orientações da arbitragem… o Cariocão levaria um puxão de orelha.

Vamos lá: 

1- Não se pode ter uma regra diferente numa mesma fase de campeonato. E no Rio de Janeiro, teremos VAR somente nos clássicos e nos jogos finais.

Entenda: final é uma outra fase; então, pode ter VAR, mesmo se o restante do torneio não tiver utilizado o sistema. Mas nas demais fases anteriores, ou tem em todas as rodadas, ou não tem! Na 1ª fase, num FlaFlu haverá VAR, mas num Flamengo x Volta Redonda não haverá. Aqui, nascerá a Teoria da Conspiração de que não terá VAR pois, na dúvida, sempre o árbitro tenderá à camisa mais pesada (referindo aos 4 grandes cariocas). É justamente nesses jogos menos midiáticos que os erros se escondem!

2- O VAR não deve conversar tecnicamente com o árbitro, somente recomendar a revisão, sem detalhes. O árbitro que se vire em entender o motivo pelo qual foi chamado.

Tal medida foi tomada pelos absurdos que foram vistos no Brasileirão. Não pode se usar essa régua! E quando esses VAR’s cariocas forem trabalhar no Campeonato Brasileiro? Serão mudos?

Lamento que as Regras do Jogo e o Espírito da Regra, que deveriam ser uniformes, estão sendo rasgados à vaidade da cartolagem local.

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Arte: Vitor Araújo / Lancenet.

 

– A preparação dos árbitros paulistas para o Campeonato Estadual 2024 e a necessidade de uniformizar critérios.

Os árbitros de Sao Paulo estão trabalhando fortemente para o Paulistão 2024. O investimento da FPF é grande, mas fizemos algumas colocações importantes no link em: https://youtu.be/VwnmUI7tjbM?si=YuiM1elZfpEOxb7E

Sobre a “Uniformização de Critérios”, abordada no vídeo, compartilho o texto antigo abaixo, onde falamos sobre a CBF, mas ainda assim atual para a arbitragem brasileira no geral.

(Extraído de: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2023/01/13/afinal-o-que-e-a-uniformizacao-de-criterios-da-arbitragem-e-qual-a-dificuldade-em-implanta-la-2/).

UNIFORMIZAÇÃO DE CRITÉRIOS

O que é a uniformização de critérios para cada um dos personagens do mundo do futebol?

A) Para o torcedor comum, pelo fato de existirem Regras no Futebol,
1- o simples cumprimento delas durante o jogo já melhoraria o nível da arbitragem de futebol.

B) Para o jornalista esportivo e demais entendidos,
1- o cumprimento delas deve ser indiscutível e
2- devem ter um critério uniforme de interpretação.

C) Para as comissões de arbitragem,
1- é importante deixar os árbitros atualizados com as regras de futebol,
2- determinar os critérios de interpretação e
3- garantir que eles não sofram pressão de cartolas dos times grandes.

D) Para os árbitros de futebol,
1- há a necessidade de cumprir as regras,
2- ter uma uniformização de critérios,
3- existir a garantia de que seus chefes não sucumbirão aos vetos dos dirigentes esportivos e
4- saber o que a “Comissão de Árbitros quer” quando os orienta.

Tudo isso pode ser observado num campeonato de futebol, fazendo alguns questionamentos, como: O árbitro está “afinado” com as regras? Ele apita de maneira independente, sem tendenciar a favor de time grande? Está bem orientado pela Comissão de Arbitragem, que claramente buscou orientar aos seus juízes um critério único, indiscutível, que todos tenham ciência?

Lamentavelmente, vemos árbitros tomando decisões diferentes em partidas de um mesmo torneio, em lances idênticos. Não é simplesmente “questão de interpretação”, mas a falta de uma objetiva orientação por parte dos Cartolas do Apito.

Quer um exemplo disso?

Simulação de atletas! Tem árbitro que manda o jogador levantar, outros advertem verbalmente, alguns dão Cartão Amarelo ou outros ignoram a simulação e simplesmente deixam o jogo seguir.

Me recordo nos anos 90, na última Cartilha de Uniformização de Critérios que li, produzida pelo prof Gustavo Caetano Rogério. Lá, por exemplo, era claro: se o jogador simular e reclamar, deve dar o Cartão Amarelo. Se o jogador cair por força do lance (sem ser simulação) e reclamar, adverte verbalmente. E por aí iam os detalhes para que os árbitros não tivessem a desculpa de que “tudo fosse interpretação”.

Mas reside ainda outro problema: a qualidade dos nossos dirigentes de arbitragem e instrutores. Poucos na América do Sul demonstram seriedade e competência. No Brasil, há (e defendo faz tempo) a necessidade de abandonar a paixão que se tem por Ubaldo Aquino, Jorge Larrionda e outros que praticamente vivem no país orientando os árbitros. Temos que trazer europeus de primeiro nível para melhorar a instrução ao quadro.

Tenho a memória bem fresca e com anotações em meus cadernos da época (sempre fui caxias em registros): o Prof Gustavo que citei acima, na FPF, cobrava dos árbitros para que não fossem ADMINISTRADORES de partidas, pois essa não era a função do juiz de futebol. O árbitro deveria ser cumpridor das leis do jogo, pois se resolvesse administrar a partida (que significa: picar o jogo com faltas, segurar os lances, soltar a contenda, por exemplo), ele acabaria se tornando “fazedor de media”. A pré-temporada começava 10 dias do início do Paulistão e os árbitros saíam dela direto para os jogostreinados, atualizados e bem condicionados fisicamente. Me recordo, inclusive, que nos anos 2000 ficamos 10 dias hospedados e fomos direto da concentração para Limeira a fim de trabalhar na abertura do Paulistão: Internacional x Palmeiras, com Seneme no apito, Ana Paula na bandeira 1, Aline Lamber na bandeira 2 e eu como quarto-árbitro.

Neste ano, veremos essa uniformização?

Imagem: reprodução CBF

– Há 8 anos, se discutia o Cartão Branco no futebol.

Aconteceu em 2016, mas é uma ideia perene: a aplicação de suspensão temporária para jogadores indisciplinados (de 5 a 10 minutos).

O que você pensa sobre isso?

Republico, deste mesmo blog, sobre o assunto naquela oportunidade:

O CARTÃO BRANCO 

Está acontecendo um  Congresso Mundial de Futebol em Portugal, o “Conversas de Futebol” (ou “Football Talks).

Dentre os muitos assuntos, a Arbitragem foi discutida. E Pierluigi Colina, ex-árbitro e agora dirigente da UEFA, sugeriu uma novidade: o Cartão Branco!

A idéia seria de que as faltas por indisciplina (simulação de infrações, chutar a bola para longe após o apito e reclamações contra o árbitro) sejam punidas, ao invés do Cartão Amarelo, com o Cartão Branco. O infrator ficaria de 5 a 10 minutos fora do jogo (tempo exato a definir em outros debates), servindo de exemplo para indisciplinados. Os Cartões Amarelo e Vermelho continuariam para as outras situações de jogo.

Particularmente, acho desnecessária tal medida. O Amarelo já é suficiente para os indisciplinados, sendo que a reincidência leva à expulsão.

Daqui a pouco, com o excesso de preocupação “politicamente correta“, teremos o Cartão Verde para atitudes de Fair Play (chutar a bola para a lateral para atender um adversário lesionado), o Cartão Lilás contra a homofobia, o Cartão Preto contra o Racismo, o Cartão Laranja para a Xenofobia, e por aí vai.

No Brasil, já testamos o Cartão Azul no antigo Campeonato Paulista de Aspirantes, uma espécie de intermediário entre o Amarelo e o Vermelho.

Não gosto de um suposto teste com o Cartão Branco por tal motivo: a indisciplina, por quais sejam os motivos como citados acima, já tem seus instrumentos de punição estabelecidos na Regra do Jogo.

A UEFA, a Conmebol ou a FIFA deveriam se preocupar mais em capacitar seus árbitros do que criarem tais invencionices.  

E você, o que pensa sobre isso? Deixe seu comentário:

Há um cartão branco que está dar a que falar: árbitro elogia atitude de jovem jogador, pai fala em humilhação

Imagem extraída de: https://desporto.sapo.pt/futebol/artigos/ha-um-cartao-branco-que-esta-dar-a-que-falar-arbitro-elogia-atitude-de-jovem-jogador-pai-fala-em-humilhacao

– Os novos árbitros brasileiros da FIFA e a politicagem extra-campo.

O uso do escudo FIFA e as eleições da CBF: os novos árbitros internacionais do Brasil foram escolhidos pela meritocracia? Eu torço para que sim

Em: wp.me/p4RTuC-STB

Também em vídeo, no link: https://youtu.be/eBxkPP2g8H4?si=ihqfJCiUJMDQFZUF

 

– O jogo político e os novos árbitros da FIFA.

O gaúcho Rafael Klein entrou para o quadro da FIFA, no lugar do carioca Wagner Magalhães. O pernambucano Rodrigo José Pereira de Lima também se tornou internacional, no lugar do brasiliense Sávio Pereira Sampaio (o irmão do Wilton).

No quadro feminino, a matogrossense Fernanda Kruger também terá o privilégio do escudo internacional.

Alguns dizem que, historicamente, o quadro internacional da FIFA não é meritocracia, mas jogo político. Há quem diga ainda que Seneme (sendo contratado por Ednaldo Rodrigues e indicado por Reinaldo Carneiro Bastos), trocou árbitros de federações que assumidamente apoiarão Zveiter e indicou árbitros de federações que poderão apoiar Reinaldo nas Eleições da CBF.

Não quero crer que isso tenha acontecido, torço para que seja meritocracia. Mas no quadro masculino, apesar de Klein ter um estilo anti-Vuaden (que se aposentou) sua entrada é justa. Mas a de Rodrigo José Pereira de Lima, não. Veja só algumas situações que ele foi mal aqui: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2023/08/27/o-momento-polemico-de-america-2×1-sao-paulo-de-novo-rodrigo-jose/

Boa sorte aos novos FIFAs. 

Em tempo: há muitos cartolas do apito, nos bastidores, fazendo campanha para Flávio Zveiter, de olho na cadeira do Seneme. Aguardemos.

Foto: Thiago Ribeiro/AGIF

– O jogo político e os novos árbitros da FIFA.

O gaúcho Rafael Klein entrou para o quadro da FIFA, no lugar do carioca Wagner Magalhães. O pernambucano Rodrigo José Pereira de Lima também se tornou internacional, no lugar do brasiliense Sávio Pereira Sampaio (o irmão do Wilton).

No quadro feminino, a matogrossense Fernanda Kruger também terá o privilégio do escudo internacional.

Alguns dizem que, historicamente, o quadro internacional da FIFA não é meritocracia, mas jogo político. Há quem diga ainda que Seneme (sendo contratado por Ednaldo Rodrigues e indicado por Reinaldo Carneiro Bastos), trocou árbitros de federações que assumidamente apoiarão Zveiter e indicou árbitros de federações que poderão apoiar Reinaldo nas Eleições da CBF.

Não quero crer que isso tenha acontecido, torço para que seja meritocracia. Mas no quadro masculino, apesar de Klein ter um estilo anti-Vuaden (que se aposentou) sua entrada é justa. Mas a de Rodrigo José Pereira de Lima, não. Veja só algumas situações que ele foi mal aqui: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2023/08/27/o-momento-polemico-de-america-2×1-sao-paulo-de-novo-rodrigo-jose/

Boa sorte aos novos FIFAs. 

Em tempo: há muitos cartolas do apito, nos bastidores, fazendo campanha para Flávio Zveiter, de olho na cadeira do Seneme. Aguardemos.

Foto: Thiago Ribeiro/AGIF

– A Copa São Paulo é para revelar ou não?

O texto é de 7 anos, mas se faz atual para 2025: o CRAQUE precisa da Copinha para ser revelado? E o árbitro? 

Abaixo, deste mesmo blog:

Começará a Copa São Paulo de Futebol Júnior 2018. A competição é apaixonante para quem gosta de esportes, e abre o calendário futebolístico do Brasil.

Porém, a “Copinha”, como é conhecida carinhosamente a competição, há tempos deixou de ter o propósito inicial: apresentar os craques do futuro e revelar atletas.

No começo, craques surgiam em grandes jogos de equipes de ponta. Clubes de expressão conseguiam mostrar o trabalho realizado nas categorias de base, enfrentando co-irmãos da mesma grandeza.

Hoje, equipes de todo o país, até mesmo as que não se sustentam durante o ano, disputam a Copa SP. Esquadrões formados às pressas, seleções regionais e combinados de atletas de empresários influentes acabam se envolvendo com clubes grandes. E como no futebol nem sempre o melhor vence, pode ocorrer de um grupo qualquer, por ser jogo único, eliminar um time sério que trabalha o ano inteiro. E isso não é bom para o futebol… Já tivemos o Roma de Barueri (de onde veio e para onde foi?) vencendo o torneio em cima do São Paulo FC.

Quem continua fazendo trabalho sério no esporte: o Roma ou o SPFC? O primeiro vende (ou vendia) atletas como mercadoria bruta, o outro forma jogadores (incluindo trabalho escolar e social). E, com frequência, esses mesmos combinados que por acaso vencem a competição, passam vexame: ou alguém não se lembra de times do Tocantins e Roraima levando goleadas com placares de mais de 10 X 0?

Em suma: perdeu-se o espírito esportivo e privilegiou-se o mérito financeiro. A Copinha deveria ser um torneio com os 12 grandes do Brasil (os 4 paulistas, os 4 cariocas, os 2 gaúchos e os 2 mineiros), somando os convites a um ou outro do Centro-Oeste e Nordeste (simplesmente privilegiando o mérito técnico), além dos tradicionais times paulistas que são reconhecidamente fortes nas categorias de base (incluo aqui os campineiros Guarani e Ponte Preta, a Lusa do Canindé, o Nacional da Capital, e, claro, o sempre forte Paulista de Jundiaí, de ótimas campanhas no Sub 19/Sub20). 

Além disso, não poderia deixar de tocar no assunto: e para a arbitragem, a Copinha vale o quê?

Vale muito! Para o árbitro iniciante, é a oportunidade de grandes jogos (para a sua carreira até aquele momento) e com casa cheia. É um debute em competição de importância. Serve para ele aspirar às séries mais altas no Estadual, como A3 e A2, além de ganhar ritmo de jogo para a temporada.

Há um problema nesse ponto: antes, a Copa SP era arbitrada por jovens árbitros durante todo o torneio, e quem se destacasse mais, chegaria à final. Hoje mudou: árbitros conhecidos nacionalmente apitam alguns jogos a fim de se prepararem ao Paulistão, tirando a oportunidade de revelar jovens talentos do apito. Na década de 90, quem apitava a final da Copinha conseguia chegar a série A1! Nos últimos anos, até FIFA atuou na Copa SP.

Fica a preocupação: qual o mote principal da Copinha aos árbitros, pela visão da Comissão de Árbitros da FPF: revelar gente nova ou treinar juiz da primeira divisão?

Quanto ao mote dos clubes, aqui a Federação Paulista não deixa dúvidas: é o de fazer negócios! Claro, quais talentos das últimas edições da Copa SP disputaram o Campeonato Brasileiro?

O craque, hoje, não precisa de Copinha para se revelar. Lembre que Neymar era reserva na edição em que disputou…

Tabela da Copinha 2024 - Copa São Paulo de Juniores

Foto: Divulgação FPF.

– Sam Alisson, o 2º árbitro negro da história da Inglaterra.

Sheffield United vs Luton Town, pela Premiere League, foi histórico. 

Motivo?

Foi apitado por um árbitro negro (Sam Alisson), apenas o SEGUNDO em todos os tempos de futebol na elite da Inglaterra.

Em 1997, Uriah Rennie se tornou o primeiro negro a apitar futebol na 1ª divisão inglesa. Agora, tanto tempo depois, é a vez de Sam.

Cá com meus botões: há ou não discriminação por lá?

E por aqui?

Imagem extraída de: https://www.terra.com.br/esportes/futebol/internacional/premier-league-tera-o-primeiro-arbitro-negro-a-apitar-partida-apos-15-anos,08cb285bf80b772f2120496b39c406deaf03enec.html#:~:text=Sam%20Allison%2C%20de%2042%20anos,no%20dia%20seguinte%20ao%20Natal.

– Recordando meu momento marcante da Copa do Mundo do Catar 2022:

Há 1 ano…

Assisti muito futebol no último mês. E, confesso, nada foi mais gratificante do que ter tido a experiência de ter trabalhado comentando alguns jogos pela Rádio Jovem Pan. Mais tarde faço meu necessário agradecimento.

Mas eu tive 3 momentos que não esquecerei, que compartilho nos áudios abaixo (3’28”, 0’44″e 0’28″segundos respectivamente.

Compartilho, justamente pelo carinho recebido. E obrigado a todos que torceram por mim!

A – https://youtu.be/5jZEE0measg

B – https://youtu.be/JBjpDlk6uvU

C – https://youtu.be/ROpTNHHLQ4I

 

– #tbt 5: Zidane na Seleção Brasileira: outra especulação…

Há exatamente 1 ano…

Aberta a temporada de chutes e “falta de notícias”: falou-se do italiano Carlo Ancelotti como treinador da Seleção Brasileira, depois do português José Mourinho e agora do francês Zinedine Zidane.

Na semana que vem, podemos “chutar” um espanhol e na outra um alemão. Ou quem sabe um holandês!

Falando sério: essa época, para o mundo do futebol, é muito chata…

Imagem extraída de “O Globo”, credito na mesma.

– As novidades da Regra do Futebol na MLS.

Imagine esse conjunto de mudanças de regras:

1- Se na substituição um jogador demorar mais do que 10 segundos para sair de campo, sua equipe ficará 1 minuto jogando com 10 (o substituto tem que esperar esse tempo de um minuto);

2- O árbitro tem que anunciar a decisão do VAR, a explicando ao público presente e com áudio para quem acompanha pela TV; e

3- Se um jogador ficar 15 segundos no gramado esperando atendimento médico, ele sairá de campo e não voltará antes de 2 minutos.

É o que a MLS fará na próxima temporada, depois de testar em outros torneios promovidos por ela! Gostou?

E se fosse no Brasil?

Extraído de: https://amp-sicnoticias-pt.cdn.ampproject.org/c/s/amp.sicnoticias.pt/desporto/2023-12-16-As-novas-regras-da-MLS-que-prometem-revolucionar-o-futebol-como-o-conhecemos-7569cb15

AS NOVAS REGRAS DA MLS QUE PROMETEM REVOLUCIONAR O FUTEBOL COMO CONHECEMOS

Por Duarte Gomes.

A partir da época 2024/25, a MLS – Liga Norte-Americana de Futebol – irá implementar alterações importantes, no sentido de proteger a integridade física dos jogadores e, sobretudo, de tentar combater com maior eficácia as perdas de tempo, um dos maiores flagelos do jogo por estes dias.

Para quem ainda não está a par, eis as novidades aprovadas pelo respetivo board:

1. As substituições passarão a ser cronometradas (os jogadores terão um máximo de dez segundos para sair do terreno de jogo durante o processo);

2. Todas as decisões do VAR passarão a ser anunciadas em campo pelo árbitro, para que todos os adeptos presentes no estádio possam estar a par do que foi analisado e decidido;

3. Os jogadores que necessitem de tratamento e/ou assistência médica terão que permanecer fora do terreno de jogo por um período de dois minutos.

Estas medidas serão aplicadas na sequência de um conjunto de testes realizados com sucesso a nível inferior (na MLS Next Pro, considerada como a 2.ª Categoria da MLS “principal”, onde todos os participantes são uma espécie de Equipa-B da que compete no escalão principal).

Pode parecer estranho que um país onde o futebol não é o desporto dominante (nem pouco mais ou menos) tenha avançado para a introdução de medidas tão arrojadas e que, na prática, colidem de frente com o que estipulam as leis de jogo, mas lá está, a capacidade de inovar e a coragem de aplicar mudanças não é para quem quer, é só para quem pode.

No caso das substituições, quando um jogador demorar mais do que os tais dez segundos, ficará proibido de o fazer durante o minuto seguinte. Isso significa que, nesses sessenta segundos, a sua equipa jogará com menos um.

Esse “incentivo” parece ter sido suficiente para que, nas mais de três mil substituições realizadas no período de testes, o cumprimento da medida rondasse… os 98%!

Em relação à assistência médica, o que está previsto é que se um jogador ficar deitado no relvado por um período mínimo de quinze segundos, o árbitro interromperá a partida para avaliar a possível lesão. Caso a equipa médica seja chamada a intervir, o atleta terá depois que permanecer fora das quatro linhas durante dois minutos. Neste caso, há exceções previstas como lesões na cabeça ou de gravidade evidente, tratamento aos guarda-redes (como sabemos, nunca podem sair do relvado) e lesões que resultem de infrações que originaram sanções disciplinares para os adversários.

Por último, a divulgação pública das decisões do VAR: ela acontecerá não apenas para quem se deslocou ao estádio, mas também para todos aqueles que acompanham o jogo pela transmissão televisiva.

Estas alterações arrojadas são anunciadas numa altura em que o IFAB – International Board ainda não fez a sua reunião anual para divulgar as regras para a próxima época (o encontro deverá ter lugar em março do próximo ano).

É esperar para ver.

Até lá, a certeza que o american show bizz não brinca em serviço, apesar do futebol moderno ter nascido do outro lado do Atlântico.

O jogo está a poucos anos de mudar radicalmente as suas regras mais conservadoras e isso parece cada vez mais evidente.

A pergunta é: conseguirá manter aquilo que o torna tão sedutor e apelativo?

– 18 anos do Tricampeonato Mundial do Tricolor Paulista: Análise da Arbitragem de São Paulo 1×0 Liverpool

Quando Rogério Ceni se aposentou, publicamos a Análise da Arbitragem do jogo do São Paulo que lhe deu o Tricampeonato Mundial. Repost abaixo nesta data significativa:

Calma, você não voltou ao tempo. É que nesta sexta-feira teremos o jogo de despedida de Rogério Ceni, um dos últimos jogadores a labutar por décadas em uma mesma equipe.

Sabe qual a curiosidade inusitada? O árbitro será o mexicano Benito Arcundia, o mesmo da Copa do Mundo de Clubes da FIFA 2005 e que arbitrou São Paulo 1×0 Liverpool.

Detalhe: o árbitro não foi bem naquela partida. Ele não deu um pênalti claro no lateral esquerdo Júnior, prejudicando os brasileiros; na sequência da jogada, armou-se um contra-ataque e Lugano quase quebrou as pernas de Gerard com um carrinho violento e certeiro, não sendo expulso e prejudicando os ingleses. Na época, Rafa Benítez, que era técnico do Liverpool (e que posteriormente perdeu outro Mundial Interclubes, para o Corinthians quando trabalhava no Chelsea) o criticou demais, creditando (injustamente) a derrota ao árbitro mexicano.

O interessante é que Benito Arcundia nem iria participar daquele mundial! Ele entrou na última hora como representante da Concacaf pois o guatemalteco que havia sido indicado lesionou o joelho.

Quem deveria ser convidado, o “bom do jogo” foi o bandeira Arturo Velazquez, que anulou corretamente 3 gols do Liverpool: 1 impedimento fácil, outro dificílimo e o outro por falta de Morientes quando ele tentava fazer a defesa.

Mineiro fez o gol do título do São Paulo, para desespero de Gerrard — Foto: Reuters

Imagem extraída da Internet, crédito: Reuters.

– Os árbitros do Mundial de Clubes 2023.

E o melhor árbitro da Copa do Catar, o polonês Szymon Marciniak, estará na Arábia Saudita representando a UEFA no Mundial de Clubes. Do nosso continente, irá (surpreendentemente) representar a Conmebol o venezuelano Jesus Valenzuela.

Que ambos NÃO estejam na final do torneio, pois nesse tipo de competição, a FIFA tem como costume, desde os últimos anos, escalado juízes de continentes neutros (o que significaria uma final entre Manchester City x Fluminense).

Abaixo, a relação completa:

– O Manifesto do Botafogo FR:

O Botafogo divulgou um manifesto contra a CBF e ameaça ir à Justiça Comum pelos erros dos árbitros contra sua equipe.

A pergunta é: quando tem equívocos a favor, ninguém fala em melhorar a arbitragem?

Abaixo:

“O Botafogo enviou, nesta quarta-feira (6), um ofício ao Presidente do STJD, José Perdiz, e ao Procurador-Geral do STJD, Ronaldo Piacente, solicitando que sejam tomadas providências com base em relatórios independentes emitidos por uma respeitada empresa de análise orientada para a tecnologia que prepara rotineiramente avaliações de árbitros e manipulação de jogos, relatórios para órgãos do futebol e como testemunha especializada em questões perante os tribunais. O ofício é apoiado por uma análise completa da conduta dos árbitros e participantes das partidas em vários jogos impactantes da Série A de 2023.

O Botafogo também sugeriu a intervenção do Tribunal para a elaboração de propostas e a adoção de medidas efetivas voltadas à melhoria e ao desenvolvimento da arbitragem e do futebol nacional:

Regulamentação da profissão de árbitro de futebol profissional;
Independência institucional entre a entidade que regula a arbitragem de futebol profissional e a entidade organizadora da respectiva competição;
O acompanhamento técnico-científico dos lances e indicadores das partidas de futebol profissional masculino, com a contratação de empresas de auditoria independente, especializadas na análise de dados desportivos;
Criação de ranking de árbitros baseados nos erros cometidos ao longo do campeonato e, com base neste ranking, a adoção de critérios de promoção e rebaixamento para árbitros;
Transparência na escalação de árbitros para partidas de futebol profissional; além de outras medidas que venham a ser indicadas.

O Botafogo reforça que envidará os maiores esforços no sentido de apurar os fatos narrados e contribuir para a evolução do futebol brasileiro, inclusive acionando a Justiça Comum, após esgotadas as instâncias da Justiça Desportiva”.

John Textor fala em roubo e corrupção após derrota do Botafogo para o Palmeiras

Foto: Vitor Silva, Botafogo.