– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Athletico Paranaense x Red Bull Bragantino.

Para o confronto entre o Furacão e o Massa Bruta, apitará:

Árbitro: Yuri Elino Ferreira da Cruz – RJ
Bandeira 1: Luiz Cláudio Regazzone – RJ
Bandeira 2: Thiago Rosa de Oliveira – RJ
4º Árbitro: Lucas Paulo Torezin – PR
Assessor de Arbitragem: José Mocelin – RS
VAR: Rodrigo Nunes de Sá – RJ
AVAR: Antonio Adriano de Oliveira – MA
AVAR 2: Michel Patrick Costa Guimarães – MG
Observador de VAR: Péricles Bassols Cortez– RJ

Yuri apitou Coritiba 0x1 Bragantino e foi muito mal (deixando de expulsar Andrei no 1º tempo, vide aqui: https://wp.me/p55Mu0-3jT). Das vezes que o vi apitando, se mostrou muito inseguro em campo, marcando faltas demais e mostrando-se sem critério nos cartões.

O curioso é que os primeiros jogos de Yuri na Série A foram justamente apitando partidas contra Athletico e Red Bull Bragantino. Voltou para a série B, fez reciclagem e retornou para a Série A.

Veremos se mudou seu estilo… (tomara). Torçamos para uma boa arbitragem e um ótimo jogo!

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Narração de Sérgio Loredo, reportagens de Pietro Loredo, comentários de Lucas Salema, análise da arbitragem com Rafael Porcari. Domingo 08/10, 18h30. Mas desde às 17h30 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!

– A escala do árbitro para Fortaleza x Corinthians.

Andrés Rojas, da Colômbia, apitará Fortaleza x Corinthians. 

Me surpreende: ele não é “primeira linha”, não apita jogos importantes e apenas está escalado em jogos fáceis. 

Aliás, o jogo mais importante que ele já trabalhou foi aquele Atlético Mineiro x Boca Jrs, quando anulou um gol legítimo dos argentinos e foi suspenso  (Libertadores 2021).

Já repararam que quando um time é prejudicado fora de casa, a Conmebol escala um árbitro mais fraquinho no jogo de volta? Vide aqui o ocorrido na ida, em: https://professorrafaelporcari.com/2023/09/27/os-3-lances-polemicos-em-corinthians-1×1-fortaleza-pela-sulamericana/

– Sávio no Flamengo x Bahia: que erro na expulsão de Kanu…

Há 5 anos, a FIFA foi veemente: pediu aos árbitros que se atentem a situações onde um atleta sentem um puxão de camisa ou um toque no corpo e desabem, tentando cavar falta. Não é para marcar a infração!

Se o jogador pode continuar a jogada e abdica, é uma tentativa de ludibriar o árbitro, pois tem que existir o desequilíbrio real ou impedir que ele avança.

Gerson sente a mão de Kanu, que não tem força para derrubá-lo ou impedir de jogar. Ele cai. O árbitro, vacilante, dá falta.

Para piorar a situação do Bahia, eis que o VAR chama Sávio Pereira Sampaio, e sugere o Vermelho. Kanu é expulso, e não deveria.

Primeiro – não foi falta.

Segundo – se falta fosse, estava em diagonal, não em direção ao gol. Seria Amarelo.

Ah, nossa triste arbitragem… E em tempo: o jogo ficou 4 minutos parado.

Flamengo x Bahia: escalações, desfalques, retrospecto, onde assistir,  arbitragem e palpites

Imagem: Terra.com.br

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Red Bull Bragantino x Palmeiras.

E para o confronto entre o Massa Bruta e o Verdão, trabalharão na arbitragem:

Árbitro: Wagner dos Santos Magalhães – RJ
Bandeira 1: Bruno Raphael Pires – GO
Bandeira 2: Luiz Cláudio Regazzone – RJ
4º Árbitro: Fabiano Monteiro dos Santos – SP
Assessor de Arbitragem: Márcio Luís Augusto -SP
VAR: Daiane Muniz – SP
AVAR: Silbert Faria Sisquim – RJ
AVAR 2: Rodrigo Batista Raposo – DF
Observador de VAR: Regildênia de Holanda Moura – RJ

Não gostei dessa escala. Wagner dos Santos Magalhães foi decepcionante em Cruzeiro x Red Bull Bragantino, andando em campo, travando a partida e segurando ao máximo os cartões. Uma péssima arbitragem, com um lance polêmico que prejudicou o Massa Bruta onde falamos aqui: https://wp.me/p55Mu0-3l1. Isso já houvera acontecido no horroroso jogo Ypiranga x RBB.

Ao contrário, Wagner foi mal em dois jogos do Palmeiras, mas que acabou beneficiando o Verdão: no Goiás x Palmeiras onde expulsou equivocadamente Halter, além do “pênalti fantasma” em Palmeiras x Fortaleza pela Copa do Brasil. Relembre aqui: https://wp.me/p55Mu0-3gn.

Tomara que não tenhamos confusão, mas o árbitro “promete”…

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– Boca x Palmeiras? Palpite e Arbitragem:

Eu vou no óbvio: teremos na Argentina um clássico 0x0, com muita reclamação de arbitragem e pouco “jogo jogado”.

Sobre Wilmar Roldan, o árbitro, falamos aqui: https://youtu.be/3of40d2I4e8?si=n_43qRXCtmnBXp0o

Se preferir, em texto, no link em: https://professorrafaelporcari.com/2023/09/27/wilmar-roldan-no-boca-jrs-x-palmeiras-cuidado-supersticiosos/

Continuar lendo

– Os 3 lances polêmicos em Corinthians 1×1 Fortaleza pela Sulamericana.

O árbitro Esteban Ostojich Daniel Vegah, 41 anos, há 7 temporadas no quadro da FIFA, foi o nome “trapalhão” na Neo Química Arena no jogo Corinthians 1×1 Fortaleza.

Me impressiona como ele está mal, pois quando entrou para o quadro internacional, se destacou positivamente: a Conmebol apostou muito nele, e apitou inclusive a final do Mundial de Clubes da FIFA entre Bayern-ALE x Tigres-MEX. 

Em 2021, ele apitou Palmeiras x River e não comprometeu, pois fez um trabalho de equipe muito bom com o VAR Nicolás Gallo (um dos melhores do quadro). Tanto que no mesmo ano apitou a final da Copa América (Brasil x Argentina). No ano passado, voltou a apitar o Palmeiras: 2×2 contra o Athletico Paranaense, em um jogo polêmico mas que ele foi bem.

Por fim, ainda em 2022, apitou o jogo de volta da Libertadores entre Flamengo x Corinthians, e embora não tenham ocorridos lances polêmicos, cometeu vários erros bobos (dando a impressão de que não estava em boa fase). Dali pra diante, começou a ter ruins atuações.

Ontem, três lances discutíveis e que Esteban Ostojich errou:

  • Gol do Fortaleza: Zé Welison faz um gol após cobrança de escanteio de Marinho, mas o árbitro anula alegando falta em Fábio Santos. Não foi nada (na várzea, é o chamado “perigo de gol”, para ironicamente dizer que inventou algo). O ótimo VAR Leodán González corrigiu o erro do árbitro (Leodán é o mesmo de River Plate 0x3 Palmeiras, onde acertou tudo naquela oportunidade).
  • Pênalti de Gil em Bruno Pacheco: num primeiro momento, fiquei em dúvida se a infração era de uma carga faltosa do braço direito do zagueiro nas costas do adversário, mas uma outra câmera mostrou a real infração: a perna direita de Gil trava o jogador do Fortaleza, e pisa em seu pé direito. Pênalti não marcado.
  • Pênalti em Marinho: Fábio Santos dá um carrinho e atropela Marinho. Atente-se à perna erguida do defensor corintiano, bloqueando a passagem depois da tentativa do corte (ele não pega a bola em momento algum). Ali, imagino que o árbitro não marcou pois Marinho, após sofrer a infração, força a queda com uma cambalhota. Ele sofreu o pênalti, e se cai naturalmente, não ficava dúvida. Mas ao “enfeitar’ a queda, trouxe à cabeça do árbitro a impressão de simulação. Errou a arbitragem ao não marcar.

Vale lembrar: esses dois lances são decisões interpretativas de campo, por isso que o VAR não chamou. Aqui no Brasil, vemos “VARs protagonistas” caçando lances infracionais, e não os erros crassos claros não-interpretativos, como deveria ser.

Imagem: print de tela do pênalti cometido por Gil.

 

– Wilmar Roldán no Boca Jrs x Palmeiras? Cuidado, supersticiosos…

Em 2018, nessa mesma fase da Libertadores, o Palmeiras foi eliminado pelo Boca Jrs com Wilmar Roldán no apito (2×2, semifinais). Na oportunidade, era um jogo de volta. Agora, é jogo de ida.

Eu não tenho superstições, mas clubes paulistas tem dificuldade de vencer com Roldan no apito, quando fora do país.

Entre 2018 e 2023, ele apitou 19 jogos de times de SP pela Conmebol, sendo apenas 7 vitórias ( nenhuma em fase de semifinal ou final).

É um árbitro que está muito irregular em suas atuações, e falamos detalhamento sobre ele aqui: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2023/08/09/wilmar-roldan-no-olimpia-x-flamengo-o-que-esperar/

Árbitro colombiano apitará Boca Junior X Palmeiras na semi da Libertadores - BS9

Imagem extraída de: https://www.bs9.com.br/esportes/arbitro-colombiano-apitara-boca-junior-x-palmeiras-na-semi-da/17985/

 

– Maidana e a agressão a Vegetti no América 0x1 Vasco: por que a indignação?

Claro que para fugir do rebaixamento, “vale tudo”. Mas fica feio para a diretoria do América-MG reclamar do lance que resultou na expulsão de Maidana.

Não fica dúvida ao ver a imagem: o jogador do time mineiro (Maidana) deixa de disputar a bola e vai intencionalmente atingir o rosto do seu oponente (Vegetti). Isso se chama “conduta violenta” no be-a-bá da arbitragem, resultando num clássico Cartão Vermelho.

A indignação deveria ser: o árbitro precisou de VAR para expulsar numa jogada como essa?

América-MG x Vasco: onde assistir, horário e escalação das equipes

Imagem extraída de Terra.com.br

– São Paulo x Flamengo, Copa do Brasil.

Hoje é dia de final!

Sobre a arbitragem, em texto: https://wp.me/p4RTuC-PTY

Ou vídeo, em: https://youtu.be/GGbQkr3Qj-c?si=Tya1mSYOrF4WXXpZ

– Marçal aprendeu a reclamar com quem?

Na 5ª feira, Abel Ferreira disse que foi roubado e já se adiantou que ele não seria punido.

Na 6ª feira, Marçal (que equivocadamente levou Amarelo e o VAR ajudou corrigir para Vermelho) foi expulso e reclamou que era “um roubo”.

A culpa é da impunidade? A CBF concorda com eles, ao não tomar providências?

– O Brasil é o 12º país do mundo em acréscimos no futebol.

Segundo um estudo do Observatório do Futebol CIES (clique abaixo), de 70 campeonatos nacionais de futebol estudados, o Brasil é o 12º em tempo de acréscimos, com 6’24” em média por tempo (ou 12’48” por jogo). Repare que em 84,8% dos jogos, tivemos mais de 100 minutos oficiais de jogo.

A Arábia Saudita tem o maior tempo oficial  (na 1ª e 2ª divisões, com quase 107 minutos cada partida). Depois temos o Catar e os Emirados Árabes. A Premiere League está em 16º lugar, a La Liga em 9º e a Primeira Liga Portuguesa em 6º.

E qual a interpretação de tudo isso?

A única que racionalmente posso fazer é: os países árabes não poupam em acréscimos.

O original em: https://football-observatory.com/WeeklyPost431

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para São Paulo x Flamengo (jogo de volta da Copa do Brasil).

Para a finalíssima da Copa do Brasil 2023, a CBF escalou a seguinte equipe de arbitragem:

Árbitro: Bráulio da Silva Machado – SC
Bandeira 1: Bruno Raphael Pires – GO
Bandeira 2: Bruno Boschilia – PR
Quarto-árbitro: Paulo Cesar Zanovelli da Silva – MG
Quinta-árbitra: Fabrini Bevilaqua Costa – SP
Assessor de Árbitros: José Mocellin – RS
VAR: Wagner Reway – PB
AVAR 1: Cleriston Clay Barretos Rios – SE
AVAR 2: Pablo Ramon Gonçalves Pinheiro– RN
Observador de VAR: Péricles Bassols Pegado Cortez – RJ

Vejam só:

1- Foram escaladas 10 pessoas nessa final, e as 10 de um estado diferente do Brasil. Afinal, o critério deve ter sido “integração nacional“! Repare: não repete ninguém. De tal forma, todas as federações se sentem “politicamente felizes”.

2- O VAR e o AVAR são os mesmos que fizeram o árbitro Marcelo de Lima Henrique marcar o pênalti absurdo ao América/MG contra o Red Bull Bragantino, na última 3ª feira. O árbitro corretamente não havia dado, mas a dupla de vídeo, boa de convencimento, o fez mudar de opinião. Relembre aqui: https://wp.me/p55Mu0-3lx

3- Se o árbitro se contundir, o substituirá Paulo Zanovelli (o mesmo que apitou Bahia 2×3 Flamengo e que lhe custou um afastamento grande das escalas – no jogo de infinitos cartões e não expulsão de Gabigol). Relembre aqui: https://wp.me/p55Mu0-3g8 . Em tempo: Paulo está escalado no Corinthians x Botafogo, na 6ª feira.

4- Sobre Bráulio da Silva Machado: desde que apitou Flamengo 1×0 Grêmio (o jogo da volta da Copa do Brasil, vide aqui: https://wp.me/p55Mu0-3kj), ele ficou “escondido” de jogos de maior apelo popular, com o claro motivo de ser preservado. Afinal, se errasse em alguma partida, corria o risco de suspensão (como ocorreu com Wilton Pereira Sampaio).

Dias atrás, comentamos como o árbitro catarinense (que é Professor de Educação Física, tem 44 anos e é natural de Tubarão) era irregular (aqui: https://wp.me/p55Mu0-3ki). Pois bem: assim como pode atuar com correção, como foi na própria Copa do Brasil na Arena Neo Química (Corinthians 0x0 Flamengo, onde acertadamente não deu um pênalti de queimada de Leo Pereira, reveja aqui: https://wp.me/p55Mu0-36M), pode ser desastroso como no São Paulo 2×0 Internacional (onde mudou o critério e marcou pênalti de queimada, aqui: https://wp.me/p55Mu0-3fM).

Torço para que Bráulio acorde com o pé direito e tenha uma boa jornada. Lembrando ainda: Bráulio será o árbitro que terá percorrido a Copa do Brasil do começo ao fim: na Rodada 01 apitou Sergipe x Botafogo (onde foi agredido, escrevemos aqui: https://wp.me/p55Mu0-3cM) e agora estará na Última Rodada, que é a decisão.

Em tempo: aproximadamente, o árbitro receberá R$ 20.000,00 e bandeiras e VAR próximo a R$ 12.000,00 (taxas recordes no Brasil).

Aliás, o borderô do Maracanã, no jogo de ida, impressionou (está aqui, acesse a página 2: https://conteudo.cbf.com.br/sumulas/2023/424121b.pdf):

Taxas dos árbitros: R$ 93.880,00

INSS dos árbitros: R$ 18.776,00.

Passagens aéreas dos árbitros: R$ 42.807,83.

Imposto de Renda sobre a arbitragem: R$ 14.188,84.

(além de taxas de assessores dos árbitros e seus recolhimentos fiscais, em torno de R$ 10.000,00 somados).

Imagem: Total Acesso.com

 

– Vai abrir o microfone dos árbitros?

Repost de 1 ano, mas é tão atual…

Há muito se discute que os microfones dos árbitros fossem abertos e as conversas com assistentes e VAR ouvidas pelo público. Algo difícil de se acontecer…

Acontece que à Folha de São Paulo, para Alex Sabino, (vide o link aqui: https://www1.folha.uol.com.br/esporte/2022/09/seneme-defende-arbitragem-do-brasil-e-pretende-torna-la-mais-transparente.shtml), Wilson Seneme se disse favorável à medida, e que se a FIFA autorizar, o Brasil será pioneiro nisso.

Tudo bem! É legal isso, mas…

  • Não seríamos nós os pioneiros a ter o VAR em nossos campeonatos? E não fomos….
  • Não seríamos os primeiros a divulgar áudios do VAR depois da partida? E não fomos…
  • Não seríamos os vanguardistas na formação de árbitros exclusivamente para o quadro do VAR? Demoramos tanto e fizemos tão mal, que nem árbitro de vídeo irá para a Copa do Mundo…
  • Não seremos pioneiros a ter a tecnologia de impedimento semi-automático no Brasileirão, e, por todo o histórico, não seremos também escolhidos para abrir o microfone nos jogos (por todo o histórico).

E você, o que acha da ideia? Deixe seu comentário:

Meme extraído de: https://esporte.ig.com.br/futebol/2019-05-23/var-em-acao-confira-os-melhores-memes-sobre-arbitro-de-video-na-web.html

– O pênalti inexistente em América 0x2 Red Bull Bragantino: até veterano fazendo cáca?

Na última coletiva do novo CEO do Red Bull Bragantino, Diego Cerri, o jornalista Sérgio Loredo transmitiu para ele a minha pergunta pela Rádio Futebol Total, a respeito dos “erros de arbitragem observados no Brasileirão, em destaque, aos jovens árbitros marcando pênaltis equivocados por movimento antinatural (que na verdade, eram lances normais por movimento natural)”.

A justificativa foi: por não ir à CBF visitar a Comissão de Arbitragem e reclamar dos erros, pela filosofia empresarial, em jogos do Massa Bruta a entidade tem escalado os novatos (faça uma busca: a média de idade dos árbitros escalados é disparada a mais baixa). E até citamos: Skettino, Yuri Elino e outros ilustres desconhecidos estreiam em jogos do clube do Interior, erram, e tudo fica por isso mesmo (já é a geração de juízes que nasceu junto com o advento do VAR).

Pois bem: o veterano Marcelo de Lima Henrique, 52 anos e há décadas (literalmente) na série A do Brasileirão (o elogiamos nesse link: https://wp.me/p55Mu0-3lp) apitou América x Red Bull Bragantino. E apesar da vitória por 2×0, houve mais um absurdo “pênalti de queimada” marcado (e defendido pelo goleiro Cleiton).

O detalhe é: um experiente como Marcelo que conhece a Regra, não pode errar assim. Ele vê o chute do atacante do Coelho “à queima-roupa” bater na perna de Matheus Fernandes e, pela pouca distância e força do tiro, desviar e bater involuntariamente no braço do atleta (que estava à meia altura, em movimento natural).

Repare no print de tela abaixo que Marcelo de Lima Henrique está com a visão totalmente aberta e bem posicionado. Ele sabe todas as nuances da Regra do Jogo que justificam a não-marcação de um tiro penal nesse caso, e corretamente não marca.

Porém, o VAR Wagner Reway o chama! Após demora, “aparentando constrangimento” (vide o vídeo desse momento durante a transmissão) ele reconsidera o lance e marca pênalti, após ver no monitor.

Ele não deu em campo, ele conhece a regra, ele viu o desvio na perna e ele viu a posição natural do braço. Por quê mudou de ideia?

Seria pelo fato de que a pressão psicológica (mesmo em um cinquentão como Marcelo, que é ótimo árbitro) falou mais alto e abriu mão da sua convicção? Afinal, há uma cabine cheia de pessoas na sede da CBF chamando indevidamente ele para reconsiderar

– Estive em “Os Betings”.

Que legal! Tive a honra de participar do Podcast “Os Betings“, do Mauro Beting e do Eric Beting.

Muito feliz pelo convite (onde falamos sobre os lances polêmicos da arbitragem).

Assista em: https://www.youtube.com/watch?v=pxagJ66DtTk.

 

– O pênalti não marcado em Corinthians 4×4 Grêmio: foi “compensação involuntária” ao jogo do Bahia?

Sobre o lance de Ferreira e Yuri Alberto no final do jogo, na Arena Neo Química: não é questão de avaliar se houve “reflexo para ter tempo de tirar o braço”, mas sim de “ir com o braço em movimento antinatural para disputar a bola”. Esse é o típico lance que a FIFA queria acabar quando colocou em vigor a orientação (tão polêmica no Brasil, onde se marca em qualquer lance equivocadamente a infração, mas que dessa vez se pecou).

Repare: o corintiano já está com o braço direito levantado, ampliando o espaço na hora do chute gremista. Não é natural o movimento de correr com os braços ao alto, é antinatural.

Não precisaria de VAR para marcar, o árbitro Wilton Pereira Sampaio é experiente o suficiente para estar bem posicionado e assinalar. Mas o VAR Emerson de Almeida Ferreira teria que chamar para revisão de possível penal e não o fez. Estava distraído?

Será que tantos dias de Intertemporada da Arbitragem no Rio de Janeiro não adiantaram? Talvez Seneme deva estar frustrado, afinal, a propaganda dos trabalhos foi grande.

Lembrando: Wilton apitou Grêmio x Bahia, e marcou um pênalti bizarro em lance de movimento natural por antinatural (vide aqui: https://wp.me/p4RTuC-O3O). Agora, fez exatamente o contrário: não marcou o antinatural entendo ser natural.

Ao final das contas: favoreceu o Grêmio contra o Bahia e prejudicou contra o Corinthians. Portanto, o Grêmio tem dois motivos para reclamar dele: de um erro a favor e de outro contrário (se é para melhorar a arbitragem, o faça assim).

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para América/MG x Red Bull Bragantino/SP.

Para o confronto entre o Coelho e o Massa Bruta, arbitrarão a partida:

Árbitro: Marcelo de Lima Henrique – RJ
Bandeira 1: Alessandro Álvaro de Rocha Matos – BA
Bandeira 2: Paulo de Tarso Bregalda Gussen – BA
Quarto-árbitro: Hieger Túlio Cardoso – MG
Assessora de Árbitros: Ana Karina Marques Valentim – PE
VAR: Wagner Reway – MT
AVAR 1: Cleriston Clay Barretos Rios – SE
AVAR 2: Douglas Schwinger da Silva – RS
Observador de VAR: Emerson Augusto de Carvalho – SP

Apesar dos seus 52 anos de idade (está há 21 anos na Série A do Brasileirão), o militar Marcelo de Lima Henrique (carioca, mas que está apitando pelo Ceará) continua muito bem fisicamente e apitando em alto nível. Até pela necessidade de renovação no quadro, ele não tem apitado a mesma quantidade de jogos na Primeira Divisão do que outrora, mas nos jogos decisivos das outras divisões, ele se tornou uma atração. Mantém ainda o bom nível técnico de antes.

O seu bandeira 1 é outro veterano: o investigador de polícia Alessandro Matos (47 anos de idade)  já tem 27 anos atuando pela CBF! E continua firme nas escalas. Nenhuma preocupação. Ao contrário, o bandeira 2 Paulo de Tarso, com 41 anos, irá estrear na Série A do Brasileirão.

Eu imagino o maior motivo dessa escala: Marcelo e Alessandro, respeitados e experientes, terão que “cuidar” de Fabián Bustos, o treinador do América, que deixou péssima impressão quanto ao seu comportamento enquanto treinador do Santos FC. Ele é folgado, reclama o jogo inteiro e não permite tranquilidade para a arbitragem durante os 90 minutos. 

Desejo uma boa partida e uma ótima atuação.

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Narração de Sérgio Loredo, reportagens de Pietro Loredo, comentários de Lucas Salema, análise da arbitragem com Rafael Porcari. Terça, 19/09, 21h30. Mas desde às 20h30 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!

– Não confunda os “recortes do texto da regra” para explicar o lance de Diego Costa em Atlético x Botafogo.

Já falamos bastante sobre o gol anulado de Diego Costa em Minas Gerais (você pode ler aqui: https://professorrafaelporcari.wordpress.com/2023/09/17/foi-bem-ou-mal-anulado-o-gol-de-diego-costa-em-atletico-mineiro-x-botafogo/).

Entretanto, há circulando um recorte do texto da Regra na Internet, para falar sobre “novo momento” de lance e domínio de bola, que é para justificar a anulação. Porém, esse recorte não é o correto, ele se refere a novo momento e domínio para que o VAR inicie um novo App de revisão.

O texto correto, da Regra do Impedimento, em que mostra claramente que desvio tira impedimento e não precisa ter o domínio da bola, é esse aqui, abaixo:

O recorte acima fala do lance de Diego Costa, é sobre a situação em campo para decidir se houve impedimento ou não. O que viralizou na Web é diferente, pois é uma diretriz que fala a partir de qual momento o VAR pode abrir um App – e não tem relação com o lance do jogo que estamos discutindo.

Em vídeo, falamos sobre isso: https://youtu.be/UUCM46QPeDY?si=Hdb59R6UQrCdehnQ

– Foi bem ou mal anulado o gol de Diego Costa em Atlético Mineiro x Botafogo?

Não confunda a situação de “estar em posição de impedimento e sair dela” com a questão de “estar em posição de impedimento e ser habilitado por um toque deliberado do adversário“.

Em Minas Gerais, no final da partida entre o Galo e o Fogão, Diego Costa (BFR) está em posição de impedimento, sozinho na área, e enquanto seu time está no ataque, ele demonstra abdicar de jogar, não procura recebê-la e nem interfere contra um adversário (ou seja: impedimento passivo). Vai saindo da posição quando a bola é lançada por Luís Henrique (BFR) e passa por ele. No instante em que Maurício Lemos (CAM) a toca, Diego já não está mais em posição de impedimento (pois há entre a bola e a linha de fundo dois atletas – o defensor e o goleiro).

Assim, não foi o fato do toque ser deliberado ou não do atleticano que o habilitou, (Maurício participa da jogada criando um novo momento com esse toque voluntário ou não ao Diego, pois buscou a bola), mas sim a própria posição legal de jogo (quando ocorreu o toque do adversário, só existiria a preocupação do mesmo ser “deliberado ou não” se ele ainda estivesse em posição de impedimento – mas ele já não estava).

Assim: gol legal.

Imagem extraída de Terra.com.br, por Jogada 10.

DA REGRA 11 (2023 / 2024), mostrando que domínio pleno é só para App e VAR, e que disputar e tocar a bola tira o impedimento:

– E hoje começa a decisão da Copa do Brasil!

Sobre a arbitragem para Flamengo x Sao Paulo, em texto, aqui: https://professorrafaelporcari.com/2023/09/15/analise-pre-jogo-da-arbitragem-para-flamengo-x-sao-paulo-jogo-de-ida-da-decisao-da-copa-do-brasil/

E em vídeo: https://youtu.be/iSLXZ-GUrg4

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Flamengo x São Paulo (jogo de ida da decisão da Copa do Brasil).

Já falamos das elevadíssimas taxas que os árbitros receberão para a final da Copa do Brasil 2023 (clique aqui: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2023/09/06/que-grana-cbf/).

Pois bem: o que esperar da arbitragem de Anderson Daronco no Maracanã?

Algumas obviedades: pouco tempo de bola rolando e alto número de faltas marcadas (pelo estilo de apitar do gaúcho). Também devemos prever que não tenhamos expulsões, pois normalmente, no primeiro jogo, os árbitros poupam o Cartão Vermelho para evitar que se reclame que “deixou alguém de fora da finalíssima” (e isso é péssimo, pois o árbitro tem que cumprir a regra independente de quem seja o atleta ou qual o momento do jogo). Considere ainda: Daronco evitou cartões no Fla-Flu e no Derby Paulista, e só expulsou após o VAR sugerir erro crasso (portanto, para alguém ser expulso no primeiro jogo, deve “caprichar demais).

A CBF só deixa em seu histórico os 3 últimos anos de escalas. Mas se você fizer um pente fino nos jogos arbitrados por Daronco na Série A do Brasileirão, verá que ele é um nome sempre presente em partidas envolvendo Flamengo x São Paulo.

Palpite?

Difícil previsão. Mas se fosse jogar na Loteca e fazer uma observação, seria: jogo truncado com 0x0.

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Red Bull Bragantino x Grêmio.

Para o importante jogo entre o Massa Bruta e o Tricolor Gaúcho, apitará:

Árbitro: André Luiz Skettino Policarpo Bento – MG
Bandeira 1: Guilherme Dias Camilo – MG (FIFA)
Bandeira 2: Antonio Adriano de Oliveira – MA
4º Árbitro: Thiago Luís Scarascati – SP
Assessor de Arbitragem: Antonio Pereira da Silva – GO
VAR: Rodrigo D’Alonso – SC
AVAR: Eder Alexandre – SC
AVAR 2: Lucas Paulo Torezin – PR
Observadora de VAR: Giuliano Bozzano – SC

André tem 29 anos, é de Sabará/MG, e no ano passado apitou Série D e Série C. Nesse ano, pulou para a Série B e Série A. Apitou seus primeiros jogos mostrando um grande defeito: se tornou refém do VAR. E essa insegurança faz parte da “nova geração”: os jovens árbitros mudam a opinião conforme a sugestão o árbitro de vídeo, fazendo até mesmo com que decisões corretas se tornem equivocadas.

Recentemente, André apitou Fortaleza 0x3 Red Bull Bragantino, e foi bem (apesar do começo vacilante). Nossa análise está em: https://wp.me/p55Mu0-3jj. Porém, dias depois fez uma tremenda lambança em Santos x Athletico Paranaense… vide aqui: https://wp.me/p55Mu0-3jP.

É torcer para que o árbitro esteja numa boa noite.

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Narração de Sérgio Loredo, reportagens de Pietro Loredo e comentários de Lucas Salema. Quinta, 14/09, 21h30. Mas desde as 20h30 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!

– A UEFA contra o Unfair-play e contra os pênaltis de queimada.

Reclamar da arbitragem? Tem que ser punido.

Simular falta ou agressão? Idem.

Marcar pênalti em toque involuntário da bola na mão? Absurdo.

Vejam as duras palavras do ex-árbitro italiano Roberto Rosetti, chefe da arbitragem da UEFA (e analise: precisamos disso aqui no Brasil). Abaixo, extraído de: https://www.abola.pt/futebol/noticias/uefa-avisa-jogadores-e-treinadores-nao-podem-manter-os-comportamentos-2023090317423043080

UEFA AVISA JOGADORES E TREINADORES: NÃO PODEM MANTER OS COMPORTAMENTOS.

Roberto Rosetti, diretor de arbitragem da UEFA, deixou esta quarta-feira claro aviso a treinadores e jogadores: o comportamento incorreto perante os árbitros é para ser punido com cartão amarelo e, em casos mais graves, vermelho. Com tolerância zero.

Essa é, aliás, a principal instrução que vai passar no seminário para árbitros de elite e de primeira categoria na próxima semana, na Suíça, revelou em conversa com vários órgãos de comunicação social, entre os quais A BOLA, no Mónaco. Nas várias diretrizes que todos os anos são distribuídas para aplicação das leis de jogo, e que indicam as preocupações da UEFA, acima de todas as outras está a que se refere ao comportamento antidesportivo. A principal preocupação, assumiu o italiano, é proteger a imagem do jogo e das competições.

«Os jogadores e os treinadores são os heróis dos jovens e não podem manter os comportamentos que têm tido. É tempo de agir, já!»

As diretrizes da UEFA vão ser reforçadas no seminário da próxima semana, mas já foram distribuídas pelas 55 federações – incluindo a russa, apesar de suspensa. Foram definidas depois de várias conversas com os líderes da arbitragem dos principais campeonatos europeus, entre os quais o português José Fontelas Gomes, confirmou Rosetti.

No que diz respeito ao comportamento de jogadores, as instruções da UEFA são claras: «protestos verbais, desacordo por gestos, correr em direção ao árbitro, rodeá-lo ou mostrar falta de respeito» são infrações puníveis com cartão amarelo, tal como «tentar enganar o árbitro», simulando faltas ou lesões, exagerando ou atrasando o reinício do jogo. «Atitudes abusivas, insultuosas ou ofensivas» para com os juízes devem ser punidas com cartão vermelho.

Em relação aos treinadores, a UEFA também quer ver punida com expulsão a linguagem ofensiva para com o árbitro mas também «as ações provocatórias», ou seja, o «comportamento inflamatório». A saída da zona técnica e/ou a entrada em campo, mesmo no intervalo e no final do jogo, para «confrontar o árbitro de forma agressiva ou mostrar falta de respeito» exigem também ações disciplinares.

Questionado sobre se teria falado com alguns dos treinadores cujo comportamento tem sido menos controlado nos últimos tempos – foram dados os exemplos de Jurgen Klopp, do Liverpool, e José Mourinho, da Roma -, Rosetti garantiu que não. «Estou a falar convosco [jornalistas] e vocês espalham. E vou falar com os árbitros para agirem. Os treinadores sabem bem como devem comportar-se.» Já quanto à ineficácia dos castigos, não quis pronunciar-se: «Em relação a quantos jogos de suspensão recebem, ou a se podem ficar do lado da bancada a dar instruções, não é o meu papel…»

A outra indicação que vai ser passada aos árbitros diz respeito à mão na bola – para lembrar que nem todos os toques são faltas e que «é preciso ter atenção à mecânica do corpo». Fora das indicações estão referências ao tempo útil de jogo – e Zvonimir Boban, diretor de desenvolvimento técnico da UEFA, que acompanhava a conferência, não teve problemas em admitir que considera o aumento das compensações como um exagero. «Com os aumentos que estão a ser feitos, há jogadores que vão fazer mais 500 minutos por época, na prática dá mais 6 ou 7 jogos», alertou. «A Liga dos Campeões teve tempo útil de 60 minutos na época passada. O que queremos é o que tivemos aí, mais intensidade. O que pedimos aos árbitros é para acelerarem os recomeços», confirmou Rosetti, cuja conversa com os jornalistas aconteceu no âmbito do lançamento de uma campanha da UEFA para captar jovens e menos jovens para a arbitragem – entre os alvos estão antigos jogadores, como possibilidade de prosseguirem uma carreira no futebol.

Imagem: Divulgação UEFA.

– Fernando Rapallini no Peru x Brasil. Que diferença…

Juiz que estava deixado de lado, com pouca autoridade e fraco tecnicamente: esse foi o árbitro paraguaio Benítez, que apitou a Seleção Brasileira em casa contra a Bolívia (e falamos dele aqui: https://wp.me/p4RTuC-Pxg).

Para o próximo jogo, fora de casa contra o Peru, teremos o argentino Fernando Rapallini, com experiência em Copa do Mundo, bom tecnicamente e que apitou recentemente Palmeiras x Atlético Mineiro pela Libertadores.

A arbitragem dos sonhos que a CBF queria, não?

Imagem do artigo:Fernando Rapallini será el juez principal para Vélez-Unión

Imagem extraída de: https://onefootball.com/pt-br/noticias/fernando-rapallini-sera-el-juez-principal-para-velez-union-37874573

– Que grana, CBF!

Anderson Daronco e Bráulio Machado apitarão os jogos finais da Copa do Brasil.

Os valores exatos ainda não foram divulgados, mas aproximadamente, NO MÍNIMO, a remuneração (já é sabido) será recorde.

O árbitro (fora as estadias e demais acréscimos) receberá R$ 20.000,00.

Cada bandeira (são 2) receberá R$ 12.000,00.

Idem ao VAR: R$ 12.000,00.

O quarto-árbitro: R$ 5.000,00.

Lembrando que tem AVAR 1, AVAR 2, gerente do VAR, assessor de arbitragem e outros, totalizando 18 pessoas.

Eu sempre aprendi que: quanto maior a remuneração, maior a cobrança.

Será que Daronco, nas expulsões claras de Felipe Melo e Maycon (Fla-Flu e Derby Paulista), onde primeiramente só havia dado Amarelo e precisou ser corrigido pelo VAR, está apto a tal jogo?

Ou Bráulio, que chegou a ser agredido em Sergipe no início da competição e deu um pênalti de queimada no São Paulo x Internacional, reaprendeu?

Boa sorte aos escalados.

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– A enxurrada de siglas para reclamar do lance polêmico de Botafogo 1×2 Flamengo.

Está cansando ouvir gente explicando regra de jogo como se o futebol fosse escrito em bula. É VAR, AVAR, AR, VOR e, agora, APP! E surgem explicações cabeludas para tentar anular “pós-jogo” (não sei por qual motivo) o gol de Bruno Henrique no Botafogo 1×2 Flamengo, baseando-se nesses termos.

“APP” é a sigla para definir o momento em que a equipe está com posse de bola no ataque, acontece algo e o VAR pode revisar. Se ela perder a bola e a recupera, é um novo app.

O lance para a discussão é: Wesley vai roubar a bola de Tchê Tchê, e o faz com tranco legal ou carga nas costas / empurrão. O que houve e o que fazer?

Raphael Claus não marcou (é um lance interpretativo, eu marcaria por ter entendido que houve um empurrão, mas respeito decisão diferente). O lance seguiu e houve possibilidade de roubar a bola até chegar ao gol. Alguns estão justificando a necessidade de anulação do gol porque o VAR deveria perceber que era “um mesmo app”. Mas seria devido?

Não acho que foi um mesmo App (veja a quantidade de passes, não foi uma roubada de bola com um chutão para frente, num lance único). Teve tempo e toques para todos os lados – se tornando um outro momento de ataque. Aliás, me irrita ter que escrever usando o termo “app”, que virou modismo de uns dias para cá (desde Palmeiras x Vasco).

De maneira didática: cansamos de escrever o princípio que a FIFA e a IFAB massificaram: “O VAR não é uma oportunidade para re-apitar um jogo, mas sim de corrigir os erros crassos”.

Lembrando que textualmente, o protocolo do VAR fala que ele deve intervir quando “uma infração cometida pela equipe atacante na jogada do gol ou ao marcá-lo (toque de mão na bola, falta, impedimento etc.)”. Isso remete a IMEDIATISMO do lance, não a necessidade de “rebobinar uma jogada”. E mais: o primeiro item do Manual do VAR lembra que: “O árbitro assistente de vídeo (VAR) é um membro da equipe de arbitragem que tem acesso independente às imagens do jogo e pode auxiliar o árbitro somente na eventualidade de um ‘erro claro e manifesto’ ou de um ‘incidente grave despercebido‘ “. Claus percebeu o lance de um erro relativo (pois é interpretativo).

Eu me recordei de uma situação parecida em 2021, na final do Paulistão, e fuçando minhas postagens, a achei no último parágrafo, em: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2022/04/03/nao-foi-penalti-no-lance-de-eder-em-palmeiras-x-sao-paulo/

Portanto, o gol não deveria ser anulado pela interferência do VAR, por ser decisão de campo e a questão de ser uma falta vencida.

John Textor faria a postagem abaixo, se estivesse na Premiere League?

– Não está valendo a Intertemporada?

Uma grande propaganda da CBF sobre a intertemporada com 150 árbitros. E um árbitro FIFA como o Daronco, que apitou Corinthians 0x0 Palmeiras, não expulsa diretamente Maycon em Endrick pelo carrinho?

O que dizer? Fez a mesma coisa que Wagner Magalhães em Belo Horizonte, no Cruzeiro x Red Bull Bragantino: “administrou a partida”, sem querer se comprometer (vide aqui: https://wp.me/p4RTuC-PtH).

Quem é FIFA tem que ter coragem, não pode ter amarras com veto, cara feia ou se preocupar em “estar no finalzinho do jogo”. Tem que apitar, não mediar. 

Fiquei decepcionado com o Amarelo, e contente pela correção do VAR. Mas lamento: será que é isso que a CBF está orientando?

Lembrando: os árbitros da FIFA cariocas e paulistas não poderão apitar Flamengo x São Paulo pela final a Copa do Brasil (ida e volta), e as 3 opções seriam, pela ordem: Wilton Sampaio, Anderson Daronco e Bráulio Machado.

Esse Daronco será um dos dois?

Esse, não dá… Fez a mesma coisa no Fla-Flu, deixando de expulsar Felipe Melo e precisando do VAR igualmente.

Imagem: Print de tela do twitter do jornalista Pedro Marques.

 

– Análise da Arbitragem de Cruzeiro 0x0 Red Bull Bragantino.

Na rodada que marca a semana de treinos dos árbitros que estão na intertemporada da CBF, me decepcionei. Já falei de Corinthians x Palmeiras aqui: https://wp.me/p55Mu0-3kZ, e no jogo entre a Raposa x Massa Bruta, vi a mesma coisa: árbitro com medo de expulsar, parando o jogo, cansado e com erros para ambas equipes.

Wagner Magalhães parecia juiz de Campeonato de Veteranos. O jogo não fluiu! Desagradou ambas equipes. “Pipocou” em não dar o 2º cartão amarelo a Papagaio aos 15m do segundo tempo (e consequentemente expulsar), além de outros erros citados mais abaixo nessa postagem.

No final da partida, uma lambança: Juninho Capixaba cruza, Alerrandro tenta participar da jogada e não consegue (estava em impedimento passivo) e na sequência Wesley comete um pênalti com movimento antinatural. Mas ao invés da marcação do tiro penal, o árbitro é chamado ao VAR e fica 4 minutos com a tela mostrando a linha de impedimento sendo traçada (sim, quatro minutos). E ao invés de pênalti, resolveu-se transformar um impedimento passivo em ativo. Errou. 

Houve tempo para ver Felipe Machado tentar agredir Juninho Capixaba, que o encarou. Felipe não tomou amarelo, Capixaba levou.

A imagem do jogo foi: ao final do jogo, Magalhães caminhando em campo, cansado, torcendo para o relógio acelerar…

E sobre os erros, abaixo:

Aos 6m, Jadsom (RBB) cometeu uma falta um pouco mais forte e foi corretamente advertido verbalmente. Aos 9m, de novo Jadsom comete outra falta, abandonando a disputa de bola e dando um tranco ilegal em Mateus Vital (CRU). Era para cartão amarelo, e o árbitro não deu.

Aos 14m, Thiago Borbas (RBB) disputa uma bola no alto com seu adversário, comete uma falta corriqueira de jogo, e recebe Cartão Amarelo. Errou o árbitro, pareceu-me que “compensou o não-cartão anterior”.

Aos 34m, Bruno Rodrigues (CRU) cava uma falta em cima de Vitinho (RBB) e pede amarelo. O árbitro erra em anotá-la, e aplica Cartão Amarelo a Bruno por pedir cartão. Tudo errado.

1m do segundo tempo: Papagaio (CRU) tomou amarelo corretamente. Aos 15 minutos, Papagaio atinge Leo Ortiz de maneira temerária e não recebe o segundo cartão amarelo (consequentemente, o Vermelho). A pergunta é: por quê?

Cruzeiro x Red Bull Bragantino: prováveis escalações, arbitragem,  ondeassistir, retrospecto e palpites

Imagem: Terra.com

– Análise Pré Jogo da Arbitragem para Cruzeiro x Red Bull Bragantino.

Para o confronto entre a Raposa e o Massa Bruta, apitará:

Árbitro: Wagner dos Santos Magalhães – RJ
Bandeira 1: Luanderson Lima dos Santos – BA
Bandeira 2: Luiz Cláudio Regazzone – RJ
4º Árbitro: Murilo Francisco Misson Jr – MG
Assessor de Arbitragem: Anderson Carlos Gonçalves – PR
VAR: Rodolpho Toski Marques – PR
AVAR: Cleriston Clay Barretos Rios – SE
AVAR 2: Antônio Magno Lima Cordeiro – CE
Observador de VAR: Hilton Moutinho Rodrigues – RJ.

Wagner Magalhães apitou vários jogos do Red Bull Bragantino no ano passado, sempre deixando o jogo correr bastante e não marcando faltinhas leves. Nesse ano, andou mudando o seu estilo, parando bastante as partidas. Foi mal em jogos do Brasileirão como Goiás x Palmeiras (lance da injusta expulsão de Halter) ou Palmeiras x Fortaleza (pênalti fantasma para Rony). Apitou também a eliminação do Massa bruta diante do Ypiranga-RS (mas teve boa atuação, embora demonstrou cansaço).

Torçamos para uma boa arbitragem e um ótimo jogo!

Acompanhe conosco o jogo entre Cruzeiro x Red Bull Bragantino pela Rádio Futebol Total, acessando:
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Narração de Sérgio Loredo, reportagens de Pietro Loredo, comentários de Lucas Salema, análise da arbitragem com Rafael Porcari. Domingo 03/09, 18h30. Mas desde às 19h30 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!

– Alexis Herrera no SPFC x LDU?

Com todo respeito, o juizão venezuelano que apitará no Morumbi essa noite é sofrível...

No ano passado, quando o SPFC foi prejudicado por uma péssima arbitragem no Chile, ao reclamar na Conmebol, teve a escala de Herrera na volta, e falamos do conjunto de erros dele: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2023/04/06/os-lances-reclamados-de-bolivar-3×1-palmeiras/.

Nesse ano, o Bolivar ganhou do Palmeiras pela Libertadores, com muita reclamação de Abel, que disse: “jogamos contra a altitude e contra o árbitro” (aqui: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2023/04/06/os-lances-reclamados-de-bolivar-3×1-palmeiras/).

É o estilo dele. Mandante, em tese, se dá bem com ele no apito.

– As finalizações no Brasileirão, por clubes:

Olhe que número impressionante para Corinthians e Santos (por DataFut | Brazilian Stats @DataFutebol, via Canal do Loredo – @loredotv)

*Times com mais Finalizações no Brasileirão até a atual rodada (via @Soccerment_Blog)*

1. Bragantino (343)

2. Palmeiras (325)

3. São Paulo (311)

4. Fortaleza (307)

5. Atlético Mineiro (297)

6. Cruzeiro (295)

7. Fluminense (293)

8. Bahia (292)

9. América Mineiro (287)

10. Athletico (287)

11. Botafogo (283)

12. Goiás (278)

13. Flamengo (276)

14. Grêmio (275)

15. Cuiabá (260)

16. Vasco (258)

17. Internacional (252)

18. Coritiba (251)

19. Corinthians (241)

20. Santos (225)

Imagem extraída da Web.

– Wilmar Roldán no Estudiantes x Corinthians? Xi…

Quando terminou o jogo Corinthians x Estudiantes (onde existiu a polêmica de um pênalti não marcado), eu publiquei: “abra o olho Coringão, nada de Wilmar Roldán no jogo da Argentina” (e os motivos, vide aqui: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2023/08/23/o-penalti-nao-marcado-ao-timao-em-corinthians-1×0-estudiantes/).

E não é que a Conmebol escalou Wilmar Roldán?

Sobre o histórico dele com brasileiros é complicado. Dificilmente os times de nosso país vencem fora de casa com ele apitando.

Vide aqui sobre como está o atual Roldán: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2023/08/09/wilmar-roldan-no-olimpia-x-flamengo-o-que-esperar/

Estudiantes x Corinthians palpite – Copa Sul-Americana 2023 – 29/08/2023

Arte: Notícias do Timão.

 

– Sobre o gol anulado de Paulinho em Palmeiras 1×0 Vasco: era para anular ou não?

O Vasco reclama do gol anulado de Paulinho. Mas precisamos entender os motivos que levaram a isso:

Quando Piton cruzou a bola, Vegetti estava ligeiramente impedido (se fosse em um lance de Copa do Mundo, o impedimento semi-automático por IA iria alertar e o assunto morreria aí). É um lance em que a Orientação da Regra manda, em caso de dúvida, seguir para a posterior conferência (o bandeira permite a sequência para o VAR anular ou não).

No lance, há o chamado impedimento ativo (e duplo): além de participar da jogada cabeceando para o gol, ele mobiliza dois atletas adversários: Murilo e Weverton (que acho até que falhou, mas em tese, o jogo deveria ter sido paralisado).

Mesmo Richard Ríos conscientemente tirando a bola (muitos colegas comentaristas entendem que “nasceu uma nova jogada” e o VAR não deveria revisar), ele não a domina plenamente e a joga influenciado pelo efeito do lance anterior. Ele quer tirar ela do bololô a todo custo. Ato contínuo saiu o gol vascaíno.

O protocolo manda revisar todo gol, e esse gol saiu de uma bola rechaçada que foi fruto de um lance irregular.

Não houve nenhuma paralisação do lance irregular ao chute para o gol, tudo ocorre rapidamente. Não há nenhum erro da arbitragem em fazer essa revisão.

Pense em um lance de “vantagem em pênalti” (muitos crêem equivocadamente que não existe vantagem em pênalti, mas ela existe e é rara em se dar): se um atleta sofre uma falta dentro de área, seu companheiro a vê sobrando na sua frente, a chuta para o gol e caprichosamente ela sai, o que era para se ter feito? Marcado o pênalti, pois nem sempre posse de bola é uma vantagem (o jogador pode estar desequilibrado, ansioso, ou ser o pior finalizador do time). Igualmente, nesse lance de domingo à noite: não se pode entender que Richard Ríos teve uma vantagem do impedimento não marcado e saiu “jogando numa boa”. A vantagem, no primeiro exemplo, seria marcar o pênalti; no de ontem, marcar o impedimento.

Eu insisto: na Copa do Mundo de 2022, tivemos o exemplo do gol do Equador contra o Catar, anulado pela IA. O gol sai, todo mundo comemora, e sem muita gente entender, é anulado por conta de outro jogador, num lance anterior, estar milimetricamente impedido. Comparando-os, é a mesma situação.

Acertou dessa vez a arbitragem.

Imagem extraída de Estadão.com

– O momento polêmico de América 2×1 São Paulo: de novo Rodrigo José?

O árbitro Rodrigo José Pereira de Lima – PE, desde o começo do ano, deu toda a pinta de que era o escolhido por Wilson Luís Seneme para ser o “árbitro do Nordeste”, a fim de ser turbinado em escalas. Afinal, não se tem um árbitro “de nome” nessa região do país e a CBF precisa fortalecer alguém de lá.

Ele teve várias oportunidades, sempre de maneira bem irregular: Por exemplo, deu um Cartão Amarelo para Pavón pelo mesmo chutar a bandeirinha (atendendo a orientação da CBF, equivocada, e não a Regra da FIFA). Foi muito mal em Fluminense x Bragantino e protagonizou a revolta de Felipe Melo em Grêmio x Fluminense, dias atrás.

Em MG, titubeou no meio do segundo tempo, na expulsão de Mastriani (AME) no lance envolvendo Wellington (SPFC): ali, o jogador do Coelho puxa as costas do adversário e não chega a aplicar um carrinho por trás. Na minha interpretação, era lance para Amarelo (mas se o leitor entender que houve o carrinho por trás, Vermelho – aqui é lance interpretativo).

Ao invés de imediatamente aplicar o Cartão (independente de qual cor fosse), ele estava de frente ao banco do São Paulo que protestava veementemente. Após um tempinho, mostrou o Vermelho (deu para perceber que a gritaria o pressionou). Na sequência, com a pressão do América-MG, quis “compensar” a expulsão (isso não pode ocorrer) escolhendo Arboleda, que estava no banco. Nitidamente, puniu alguém do banco aleatoriamente (porém, com isso, mostrou o aceite de pressão – só que expulsar um reserva não é a mesma coisa que um titular).

Como alguns árbitros têm um carinho a mais da CA-CBF, não?

Imagem extraída de: Terra.com.br

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Red Bull Bragantino x Cuiabá.

E para o confronto entre o Massa Bruta e o Dourado, apitará (de novo):

Árbitro: Bruno Mota Correia – RJ
Bandeira 1: Rodrigo Figueiredo Henrique Correa – RJ
Bandeira 2: Thiago Neto Correa Farinha – RJ
4º Árbitro: Gustavo Holanda de Souza – SP
Assessor de Arbitragem: Sérgio Cristiano Nascimento – RJ
VAR: Gilberto Rodrigues Castro – PE
AVAR: Clovis Amaral da Silva – PE
AVAR 2: Wagner Reway – PB
Observadora de VAR: Regildênia Buarque de Holanda – SP

Bruno Mota Correia, jovem árbitro carioca de 33 anos, é o mesmo que apitou Red Bull Bragantino x Goiás. Dos novatos da CBF, é o que parece ter agrado mais a Comissão de Árbitros, deixando o jogo fluir um pouco mais. Terá experiência para lidar com jogadores velhacos, como Deyverson?

Repare: árbitro e bandeiras, todos Correia e Correa. Coincidência ou escalados propositalmente?

Repare, parte 2: O 4º árbitro é sobrinho da Observadora: Coincidência ou, também escalados propositalmente?

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