Em 29 de abril de 2010, após uma reunião na Federação Paulista de Futebol, decidi encerrar minha carreira de árbitro de futebol.
Foram anos maravilhosos dentro de campo, enfadonhos nas reuniões administrativas, divertidos nas viagens para as partidas, cansativos nas exigências das Comissões de Árbitros, educativos nas coisas incríveis que o futebol apresenta, e, por fim, nojentos nos bastidores.
Queria eu ter a maturidade que tenho hoje, os recursos tecnológicos que existem e outras perspectivas que são abertas quando você percebe que existe vida fora da arbitragem. Não que eu tenha sido imaturo, sempre fui muito responsável, mas certos discernimentos que somente a casca da experiência proporcionam, teriam me feito tomar algumas decisões com dirigentes, digamos, mais incisivas.
Felizmente, nunca tive problemas de indisciplina ou desonestidade. Errei e acertei com lances normais e corriqueiros como de qualquer árbitro. Apadrinhamento nunca existiu (mas eles existem), nem pagamento de pedágio em dinheiro / serviço ou outras benesses (será que existem?), tampouco tomei “cervejadas com cartolas candidatos”, nem as promovi (tem quem faça e fez – e se deu bem, né?).
Falo por mim: foram ótimos anos que ficaram na saudade. Bola pra frente! Mas sempre torcendo para que os dirigentes ruins da arbitragem sejam deixados ao esquecimento, saindo de cena e abrindo espaço para mais honestos e competentes.
Vida que segue, o que vale é ter a consciência em paz e os amigos conquistados.
O jovem árbitro Davi de Oliveira Lacerda / EScomeçou bem a partida: deixando a bola rolar, não marcando faltinhas quaisquer e sabendo aplicar a advertência verbal. Assim foram os 10 primeiros minutos. Mas depois se empolgou… Começou a não marcar faltas reais e os atletas se enervaram.Tanto que em faltas no primeiro tempo tivemos somente FOT 7×2 RBB (ao todo, nos 90 minutos e nos acréscimos: 9×6).
Um exemplo disso?
Aos 14m, Nathan (45 RBB) cometeu falta em Breno Lopes (26), e ele não marcou. No lance seguinte, Titi (FOR) desforrou e cometeu uma falta mais viril (e ele marcou). Os dois times reclamaram… e com razão.
No minuto seguinte, Juninho Capixaba (29 RBB) e Marinho (11 FOR) se estranharam e o jogador do Massa Bruta cometeu uma falta mais forte e corretamente levou Cartão Amarelo. E ambos os atletas discutiram.
Aos 28m, Vitinho (28 RBB) cometeu uma clara falta em Lucas Sasha (88 FOR) e o árbitro inverteu, marcando o contrário. Muita, muita reclamação.
Um lance curioso de pênalti “com vantagem”: aos 40m, no escanteio a favor do Red Bull Bragantino, Pedro Augusto (28 FOR) comete pênalti em Capixaba (29 RBB). Na sequência, saiu o gol de cabeça de Sasha (19 RBB). Resta saber: seria marcado o pênalti se o tento não saísse?
Aos 53m, acertou ao não marcar pênalti reclamado em Ramires (7 RBB). Tentou cavar ao ver dois jogadores à frente.
60m – Correto cartão amarelo a Pedro Augusto (28 FOR).
O árbitro corre bastante e se posiciona bem em campo, mas precisa ser trabalhado na questão técnica (referindo, obviamente, na marcação de faltas).
Renato Gaúcho, experiente como é, soube usar o que todos imaginávamos: o “efeito Textor”!
Pegando carona nas denúncias de manipulação, o treinador do Grêmio citou o dono do Botafogo SAF para questionar a arbitragem de Bráulio Machado. Retirou o banco de reservas do campo em protesto após a expulsão de Diego Costa, e com isso, tirou o noticiário de mais uma derrota gremista (Bahia 1×0 Grêmio). O chamado “desfocar” as atenções de seu trabalho ruim para a polêmica criada por John Textor.
Será sempre assim, até que essa novela tenha um ponto final: colocar a arbitragem em dúvida quanto a honestidade, quando o time perder. Quando ganhar, não haverá tal queixa.
A melhor transmissão dos jogos do Massa Bruta é com a Equipe Futebol Total. Acompanhe conosco Fortaleza vs Red Bull Bragantino, com Sérgio Loredo, Pietro Loredo, Lucas Salema, Léo Naja e Rafael Porcari.
O árbitro Wilton Pereira Sampaio esteve treinando com demais juízes da América do Sul na Europa, nos cursos da UEFA, visando o intercâmbio entre os continentes e a escolha de um sulamericano para apitar a Eurocopa 2024, que acontecerá na Alemanha.
Pois bem: Facundo Tello, da Argentina, acabou sendo escolhidopara a competição da UEFA. Wilton, que apitará São Paulo x Palmeiras na próxima rodada do Campeonato Brasileiro, não terá o gostinho de apitar essa incrível competição.
O árbitro Wilton Pereira Sampaio esteve treinando com demais juízes da América do Sul na Europa, nos cursos da UEFA, visando o intercâmbio entre os continentes e a escolha de um sulamericano para apitar a Eurocopa 2024, que acontecerá na Alemanha.
Pois bem: Facundo Tello, da Argentina, acabou sendo escolhidopara a competição da UEFA. Wilton, que apitará São Paulo x Palmeiras na próxima rodada do Campeonato Brasileiro, não terá o gostinho de apitar essa incrível competição.
Eu li e ouvi muita gente criticando a CBF por ceder e retirar Raphael Claus da escala de Flamengo x Botafogo; afinal, ao fazer isso, ela concordou com John Textor de que Claus “seria suspeito” de manipulação (o que discordo prontamente). Conversei com amigos, e todos eram unânimes sobre essa “pisada de bola”. No Twitter (X), o amigo Sálvio Spinola havia comentado a retirada dele (e depois, a assessoria de imprensa da CBF negou que não estava escalado).
Ontem à noite, conforme o print da tela, a CBF havia tirado Raphael Claus da escala. Ficou no ar a mensagem “sem escalação”. Printamos a tela e o histórico de jogos do árbitro. Ele havia, de fato, sido retirado do jogo.
Puxa vida! Há 8 anos, numa 5 a feira, eu postava essa coluna que eu escrevia no Jornal Bom Dia (Que depois deixou de circular). As manchetes são atuais ou não? Abaixo:
Compartilho minha coluna no Jornal BOM DIA desta 5a feira.
John Textor “causou” no Senado e pediu para a CBF retirar Raphael Claus da escala de Flamengo x Botafogo. Nela, estava o árbitro paulista como comandante da equipe de arbitragem, tendo (surpreendentemente) Anderson Daronco como quarto-árbitro e Rodolpho Tóski como VAR.
Pois bem: consultando o site da CBF às 21h50, os demais árbitros da rodada continuam escalados, EXCETO o do clássico carioca.
Claus pediu para não apitar, a CA-CBF cedeu ou alguém palpitou para a mudança da escala e foi ouvido?
Abaixo o print:
Que várzea!
Claus REESCALADO! Quem reclamar mais, convence???
Demos todos os prints. A CBF negou que tinha tirado o árbitro. O Sálvio também conferiu a retirada. Depois a assessoria de imprensa da CBF disse que não sabia o que houve. Aliás, ninguém consegue explicar pq somente esse jogo ficou “sem escalação” de ontem para hoje.
Todos os portais de notícias trazem: John Textor não quer que Raphael Claus, que foi escalado nessa rodada 4, apite Flamengo x Botafogo. Seu VAR será Rodolpho Toski e o seu árbitro reserva (surpreendentemente) Anderson Daronco. Motivo: segundo o dono do Botafogo SAF, por Claus estar envolvido em suas denúncias de manipulação.
Também está convocado o árbitro citado por Textor que supostamente reclamava de não receber propina: o jornal “O Globo” revelou que é Glauber do Amaral Cunha, que trabalhou na 4ª divisão carioca e que parou de atuar há 2 anos (só estava apitando jogos de divisões inferiores no Rio de Janeiro).
Ou Textor revolucionará o futebol brasileiro (afinal, está deixando sob suspeita o principal árbitro brasileiro que trabalhou nos principais jogos do país), ou será banido por irresponsabilidade.
Imagine como deve estar Raphael Claus… Sendo honesto, o processará por tentar tirar a sua credibilidade?E sendo culpado, o que acontecerá com todos os jogos apitados por ele?
E se a CBF não mudar a escala? Qualquer lateral equivocado que Claus marcar, será uma grita enorme.
Sem dúvidas, Textor virou o grande nome dos últimos dias. O problema é que tudo isso precisa ser esclarecido urgentemente, pois a cada dia a polêmica aumenta mais e todos ficam em seu alvo.
John Textor “causou” no Senado e pediu para a CBF retirar Raphael Claus da escala de Flamengo x Botafogo. Nela, estava o árbitro paulista como comandante da equipe de arbitragem, tendo (surpreendentemente) Anderson Daronco como quarto-árbitro e Rodolpho Tóski como VAR.
Pois bem: consultando o site da CBF às 21h50, os demais árbitros da rodada continuam escalados, EXCETO o do clássico carioca.
Claus pediu para não apitar, a CA-CBF cedeu ou alguém palpitou para a mudança da escala e foi ouvido?
Abaixo o print:
Que várzea!
Claus REESCALADO! Quem reclamar mais, convence???
Demos todos os prints. A CBF negou que tinha tirado o árbitro. O Sálvio também conferiu a retirada. Depois a assessoria de imprensa da CBF disse que não sabia o que houve. Aliás, ninguém consegue explicar pq somente esse jogo ficou “sem escalação” de ontem para hoje.
E para o desafio do Massa Bruta contra o Porco Paraguaio pela Copa Sulamericana, a Conmebol escalou a seguinte equipe de arbitragem:
Árbitro: Bryan Loayaza (EQU) Bandeira 1: Ricardo Baren (EQU) Bandeira 2: David Vacacela (EQU) Quarto Árbitro: Alex Cajas (EQU) VAR: Juan Andrade (EQU)
Loayaza é de Cuenca, e só tem 5 anos de carreira na Série A do Equador. Entrou no ano passado no quadro da FIFA, onde trabalhou em 3 partidas pelos Jogos Pan-americanos. Em jogos de torneios Conmebol, só apitou uma partida até agora. No Campeonato do Equador, sua média é de 6,08 Cartões Amarelos e 0,47 Cartão Vermelho por jogo.
Todos os portais de notícias trazem: John Textor não quer que Raphael Claus, que foi escalado nessa rodada 4, apite Flamengo x Botafogo. Seu VAR será Rodolpho Toski e o seu árbitro reserva (surpreendentemente) Anderson Daronco. Motivo: segundo o dono do Botafogo SAF, por Claus estar envolvido em suas denúncias de manipulação.
Também está convocado o árbitro citado por Textor que supostamente reclamava de não receber propina: o jornal “O Globo” revelou que é Glauber do Amaral Cunha, que trabalhou na 4ª divisão carioca e que parou de atuar há 2 anos (só estava apitando jogos de divisões inferiores no Rio de Janeiro).
Ou Textor revolucionará o futebol brasileiro (afinal, está deixando sob suspeita o principal árbitro brasileiro que trabalhou nos principais jogos do país), ou será banido por irresponsabilidade.
Imagine como deve estar Raphael Claus… Sendo honesto, o processará por tentar tirar a sua credibilidade?E sendo culpado, o que acontecerá com todos os jogos apitados por ele?
E se a CBF não mudar a escala? Qualquer lateral equivocado que Claus marcar, será uma grita enorme.
Sem dúvidas, Textor virou o grande nome dos últimos dias. O problema é que tudo isso precisa ser esclarecido urgentemente, pois a cada dia a polêmica aumenta mais e todos ficam em seu alvo.
Eu acho uma verdadeira regra tupiniquim. A Regra 8, que fala sobre o início e o reinício do jogo, determina que um sorteio deva decidir quem começará a partida com a posse de bola e/ou escolherá o lado de campo. Dentro do espírito da regra, o árbitro sorteia para os capitães, que são os legítimos representantes de cada equipe.
Seneme, presidente da CA-CBF, já havia pedido em orientação que os árbitros fizessem um bom trabalho preventivo, e agora criou uma novidade: a “Regra 8B”, onde os técnicos devem estar juntos com os capitães para ouvir uma “preleção” do árbitro e acompanhar o sorteio. Não gosto dessa invenção, é dar “poder aos técnicos” e mais liberdade para reclamar posteriormente. Cada um na sua, o árbitro deve sortear conforme a regra e tocar o jogo.
Acontece que…
O protocolo, que deveria ter começado nessa Rodada 03,“não começou como devia”. Quem assistiu os momentos posteriores ao sorteio, reparou que os árbitros foram aos treinadores no banco conversarem com eles. E segundo a Rede Globo, durante Palmeiras x Flamengo, isso só ocorreu pois a CBF ESQUECEU DE AVISAR os treinadores do novo procedimento…
E para o desafio do Massa Bruta contra o Porco Paraguaio pela Copa Sulamericana, a Conmebol escalou a seguinte equipe de arbitragem:
Árbitro: Bryan Loayaza (EQU) Bandeira 1: Ricardo Baren (EQU) Bandeira 2: David Vacacela (EQU) Quarto Árbitro: Alex Cajas (EQU) VAR: Juan Andrade (EQU)
Loayaza é de Cuenca, e só tem 5 anos de carreira na Série A do Equador. Entrou no ano passado no quadro da FIFA, onde trabalhou em 3 partidas pelos Jogos Pan-americanos. Em jogos de torneios Conmebol, só apitou uma partida até agora. No Campeonato do Equador, sua média é de 6,08 Cartões Amarelos e 0,47 Cartão Vermelho por jogo.
Eu não teria dado pênalti no Maracanã, no lance reclamado pelo Vasco da Gama. Explico:
Vegetti chuta para o gol: Manoel está com o braço esquerdo aberto, em claro movimento antinatural, ampliando o seu espaço. Porém, o braço direito está em movimento natural, próximo ao corpo, sem qualquer intenção de tocar a bola ou não. É nesse braço que a bola atinge (furto do chute forte e a curta distância).
Não dá para Manoel fazer aquele braço desaparecer. Não existe intenção, e nem movimento antinatural. Se o braço fosse o esquerdo, aberto propositalmente de maneira antinatural, aí sim seria pênalti (indiscutivelmente).
Eu acho uma verdadeira regra tupiniquim. A Regra 8, que fala sobre o início e o reinício do jogo, determina que um sorteio deva decidir quem começará a partida com a posse de bola e/ou escolherá o lado de campo. Dentro do espírito da regra, o árbitro sorteia para os capitães, que são os legítimos representantes de cada equipe.
Seneme, presidente da CA-CBF, já havia pedido em orientação que os árbitros fizessem um bom trabalho preventivo, e agora criou uma novidade: a “Regra 8B”, onde os técnicos devem estar juntos com os capitães para ouvir uma “preleção” do árbitro e acompanhar o sorteio. Não gosto dessa invenção, é dar “poder aos técnicos” e mais liberdade para reclamar posteriormente. Cada um na sua, o árbitro deve sortear conforme a regra e tocar o jogo.
Acontece que…
O protocolo, que deveria ter começado nessa Rodada 03,“não começou como devia”. Quem assistiu os momentos posteriores ao sorteio, reparou que os árbitros foram aos treinadores no banco conversarem com eles. E segundo a Rede Globo, durante Palmeiras x Flamengo, isso só ocorreu pois a CBF ESQUECEU DE AVISAR os treinadores do novo procedimento…
Razoável arbitragem de Gabriel Furlan. Nada de muito polêmico, mas o juizão poderia ter vibrado mais em campo.
No primeiro tempo, tivemos muitas faltas (13×7), sendo que algumas equivocadamente não foram marcadas para tentativas de dar vantagem. Em cartões amarelos, 2×0 (que foram justos).
No segundo tempo, 9×7 em faltas e 3×1 em cartões. É muita coisa… 36 faltas em 90 minutos é para se rediscutir o que houve.
O problema do árbitro é não fazer o bom uso da advertência verbal. Ele, que sabe se impor, nessa oportunidade não fez isso. Mas quando o jogo ficou mais “pegado”, melhorou bastante. Se ele fosse mais participativo, talvez teríamos menos faltas.
Aos 23 e 24 minutos, duas faltas não marcadas, cometidas por Dézim e Cadú. Errou em tentar dar vantagem, pois ela não se concretizou. Fora isso, nenhum lance mais pontual para discussão.
O que mais irritou: a demora para reiniciar a partida. Thomas Lamin, por exemplo, em toda bola parada, demorava demais. Aliás, Lamin sofreu muitas faltas, e suas reclamações foram válidas (embora, esteve no limite de receber um segundo amarelo (recebeu anteriormente de maneira justa).
Tecnicamente: é visível que o Paulista é melhor estruturado e foi superior no começo do jogo. Mas fraquejou no final da primeira etapa e início da segunda, depois equilibrou. Se essa for a toada das equipes (ou seja: o nível técnico), creio que o Galo terá sucesso no torneio.
Para o jogo da Águia da Central contra o Galo Jundiaiense, a FPF escalou:
Árbitro: Gabriel Furlan Árbitro Assistente 1: Gabriel Alexandre Tostes Fleming Árbitro Assistente 2:Daniel Souza Silva Quarto Árbitro: Aparecido Pereira Bueno Analista de Vídeo: Cláudio Roberto Costa
Gabriel é de Santa Bárbara do Oeste e tem 11 anos de FPF. Primo do árbitro Vinícius Furlan (que já foi presente em escalas da A1 do Paulistão e do Brasileirão, mas que hoje está trabalhando em jogos das divisões inferiores), tem feito uma carreira bem independente do seu parente. Desde a categoria Sub 11, todo ano foi subindo uma divisão amadora até chegar ao profissional. E desde seu primeiro jogo na 4ª divisão, foi subindo de carreira até a A2 (como deveria ser com todo árbitro: após poucos, solidificando sua carreira). A tendência é que em 2025 tenha sua primeira chance de apitar a Série A1 do Paulistão.
Uma das suas características: ele procura se impor bastante em campo. Portanto, nada de reclamar com o juizão, a fim de evitar cartões amarelos.
Torço para um bom jogoe uma ótima arbitragem.
Acompanhe conosco o jogo do São Carlos x Paulista pela Rádio Difusora AM 810 ou pelos Apps. Narração de Rafael Mainini, reportagens de Luís Antonio “Cobrinha” de Oliveira, comentários de Robinson Berró Machado e análise da arbitragem com Rafael Porcari. Comando de Adilson Freddo! Sábado, 20/04, 16h. Mas desde às 15h00 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!
Para o confronto entre o Massa Bruta e o Timão, a CBF escalou:
Árbitro: Rafael Rodrigo Klein – RS Árbitro Assistente 1: Tiago Augusto Kappes Diel – RS Árbitro Assistente 2: Lúcio Beiersdorf Flor– RS Quarto Árbitro: Kléber Ariel Gonçalves da Silva– PR Assessor de Arbitragem: Simone Xavier de Paula e Silva – RJ VAR: Pablo Ramon Gonçalves Pinheiro – RN AVAR1: Flávio Gomes Barroca– RN AVAR2: Douglas Schwengber da Silva – RS Observador de VAR: Giuliano Bozzano – MG
Klein foi uma aposta que deu certo. O gaúcho de Porto Alegre-RS, de 34 anos, entrou recentemente no quadro da FIFA. Em jogos do Massa Bruta, só apitou uma partida no ano passado: Red Bull Bragantino 2×2 América-MG pelo Brasileirão.
Quando surgiu, Rafael Rodrigo Klein parecia ter o “Estilo Vuaden”: deixava o jogo correr, marcava poucas faltas e era sempre bem sereno em campo. Porém, em seus últimos jogos, começou a parar um pouco mais o jogo (ainda assim, permite bastante tempo de bola rolando e um pouco mais de contato físico).
Está em vigor a regra de substituição adicional para atletas que sofrem concussão. E curiosamente, eu que não via uma concussão há algum tempo, vi 3 na Rodada 1 do Brasileirão. Vamos a elas:
Marlon Freitassofreu concussão e foi substituído com a regra da 6ª alteração em Cruzeiro x Botafogo. Repare, na súmula, que há 12 substituídos(6 por equipe, já que o adversário, por protocolo, ganha o direito de fazer mais uma alteração).
Vinha sofreu concussão em Atlético Goianiense x Flamengo, e verifico na súmula que existiram 10 substituições. Não quiseram utilizar mais uma, ou não sabiam?
Kannemann também sofreu uma concussão em Vasco x Grêmio. Ambas equipes trocaram 5 atletas. Fica a mesma pergunta: sabiam da 6ª alteração ou não?
O protocolo determina que o quarto-árbitro entregue um cartão vermelho para cada médico antes do jogo. Se o atleta sofrer uma concussão, o médico escreverá algumas respostas nele para as perguntas pré-determinadas a fim de atestar a concussão, e entregará ao árbitro. Depois do jogo, um relatório deve ser entregue, explicando como está a recuperação do jogador.
IMPORTANTE – Amigos, a CBF suspendeu os 3 árbitros envolvidos em polêmicas na Rodada 1.
PORÉM, o VAR Wagner Reway, que orientou o árbitro André Luís Skettino Policarpo Bento, a dar pênalti em Bruno Henrique (ACG x FLA), até agora (09h34 dessa 4a feira) está mantido como VAR em Palmeiras x Internacional (que terá um árbitro que nunca apitou Série A: Lucas Toresin).
O árbitro foi suspenso, mas o VAR que o induziu a errar, não foi?
Em tempo: Reway já está escalado TAMBÉM para o clássico Atlético Mineiro x Cruzeiro!
Para o confronto entre o Massa Bruta e o Gigante da Colina, a CBF escalou:
Árbitro: Paulo César Zanovelli da Silva – MG Árbitro Assistente 1: Guilherme Dias Camilo – MG Árbitro Assistente 2: Fernanda Kruger – MT Quarto Árbitro: Márcio dos Santos Oliveira – AL Assessor de Arbitragem: Claydy Mary dos santos Ribeiro – SC VAR: Charly Wendy Straub Deretti – SC AVAR1: Heltton Nunes – SC AVAR2: Caio Max Augusto Viana – RN Observador de VAR: Ricardo Marques Ribeiro – MG
Zanovelli, ainda jovem, recebeu o escudo FIFA na saída de Ricardo Marques Ribeiro do quando internacional de árbitros. Sua escolhe se deu por ser de MG, já que o estado ficaria sem um árbitro FIFA. Mas sentiu o peso do escudo.
Em suma: é um árbitro que exagera nas marcações e nos cartões, e que está sendo trabalhado para melhorar técnica e disciplinarmente suas atuações. Veremos se consegue.
O detalhe da escala: é gente de todo Brasil virá para trabalhar, não? O quarto-árbitro vem de Alagoas para Bragança Paulista-SP. Não tinha outro mais próximo, para reduzir despesas?
Em tempo: a VAR Charly Wendy era árbitra até o ano passado. Está pronta para atuar em nova função na série A?
Está em vigor a regra de substituição adicional para atletas que sofrem concussão. E curiosamente, eu que não via uma concussão há algum tempo, vi 3 na Rodada 1 do Brasileirão. Vamos a elas:
Marlon Freitassofreu concussão e foi substituído com a regra da 6ª alteração em Cruzeiro x Botafogo. Repare, na súmula, que há 12 substituídos(6 por equipe, já que o adversário, por protocolo, ganha o direito de fazer mais uma alteração).
Vinha sofreu concussão em Atlético Goianiense x Flamengo, e verifico na súmula que existiram 10 substituições. Não quiseram utilizar mais uma, ou não sabiam?
Kannemann também sofreu uma concussão em Vasco x Grêmio. Ambas equipes trocaram 5 atletas. Fica a mesma pergunta: sabiam da 6ª alteração ou não?
O protocolo determina que o quarto-árbitro entregue um cartão vermelho para cada médico antes do jogo. Se o atleta sofrer uma concussão, o médico escreverá algumas respostas nele para as perguntas pré-determinadas a fim de atestar a concussão, e entregará ao árbitro. Depois do jogo, um relatório deve ser entregue, explicando como está a recuperação do jogador.
Parece discussão de botequim! No lance de Bruno Henrique e Maguinho (falamos sobre ele aqui: https://wp.me/p4RTuC-VYY), o árbitro explica ao VAR que entendeu ser lance natural, e grita: “segue, segue, segue“. O VAR, por sua vez, vai no “para, para, para”.
Perceba no áudio abaixo: há uma tentativa de convencimento ao árbitro para mudar de opinião (uma característica exclusiva do árbitro brasileiro: a de ser protagonista).
O VAR é para as situações pontuais do protocolo e erros crassos. Se existir um lance dúbio, que gere maior tempo de discussão, deve-se respeitar a decisão de campo. E é esse o princípio do VAR: não re-apitar o jogo, mas sugerir a correção de possíveis erros claros.
Em um determinado momento, quando o árbitro muda de opinião, ele fala de “jogo brusco grave”. Errou. Se entendeu que foi uma cotovelada deliberada, é “conduta violenta” (Jogo Brusco Grave é um carrinho violento, uma entrada mais dura, para Vermelho Direto em disputa de bola; já a “conduta violenta” é para agressões, como tapas e cotoveladas). E não foi nem uma coisa e nem outra… foi casualidade (acidente de trabalho).
Flamengo e Corinthians, os dois times de maior torcida e que têm maior pressão, jogaram com os novatos André Luíz Skettino Policarpo Bento e Yuri Elino Ferreira da Cruz apitando seus jogos. Foram mal. Mas para a segunda rodada, Fluminense e Palmeiras jogarão com João Gobbi e Lucas Paulo Torezin apitando.
Repararam o critério?Um paulista e um carioca por rodada com novatos da divisão. Mas assim como tivemos os veteranos Flávio Rodrigues de Souza e Bráulio da Silva Machado atuando também, vamos ver Marcelo de Lima Henrique (com 52 anos) e Anderson Daronco apitando na próxima rodada. Aliás, Daronco apitará pela enésima vez um Flamengo x São Paulo no Maracanã (é uma escala que se repete frequentemente).
Gostaria de chamar a atenção para Palmeiras x Internacional: o paranaense Torezin vai estrear na Série A. No ano passado, ele trabalhou como AVAR 2 nessa divisão, e justamente fará seu debute no Allianz Arena (é público e notório como é difícil apitar com Abel Ferreira e seus assistentes pressionando a todo instante), além do que o Internacional tem uma pressão enorme por conta dos últimos tropeços – e Coudet não é fácil de se lidar também. Portanto, quem trabalhar nessa partida, saiba que o pós-jogo será complicado…
Sinto que a Rodada 2 será tão “animada” como a Rodada 1, infelizmente.
Ao menos, a CBF foi criteriosa: colocou dois jovens inexperientes nos jogos dos dois times de mais torcida no Brasil…
Também teve veterano bobeando. Em Vasco x Grêmio, houve uma concussão, e a mudança na regra permite a substituição adicional para esses casos (uma 6ª substituição, falamos aqui: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2024/04/11/as-novas-mudancas-das-regras-do-jogo-de-futebol-para-2024-2025/). Mas esqueceram disso lá… Flávio Rodrigues de Souza, eleito o melhor do Paulistão, bobeou. Já no Cruzeiro x Botafogo, igualmente houve uma concussão, e felizmente o árbitro lembrou.
Por fim, vimos a volta do Maguielson (aquele mesmo do Ceará x SPFC que deu uma baita confusão em 2022)… teve chance de novo (falamos aqui que era uma escala complicada: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2024/04/12/analise-pre-jogo-da-arbitragem-para-fluminense-x-red-bull-bragantino-3/) e acabou fazendo vistas grossas à infração cometida por Cano, aos 9m, em cima do goleiro Cleiton (talvez o árbitro não expulsou o jogador do Fluminense pois, atingido na nuca, colocou a mão na testa…)
A arbitragem é péssima. E os jogadores colaboram para o caos…
Para o confronto entre o Massa Bruta e o Gigante da Colina, a CBF escalou:
Árbitro: Paulo César Zanovelli da Silva – MG Árbitro Assistente 1: Guilherme Dias Camilo – MG Árbitro Assistente 2: Fernanda Kruger – MT Quarto Árbitro: Márcio dos Santos Oliveira – AL Assessor de Arbitragem: Claydy Mary dos santos Ribeiro – SC VAR: Charly Wendy Straub Deretti – SC AVAR1: Heltton Nunes – SC AVAR2: Caio Max Augusto Viana – RN Observador de VAR: Ricardo Marques Ribeiro – MG
Zanovelli, ainda jovem, recebeu o escudo FIFA na saída de Ricardo Marques Ribeiro do quando internacional de árbitros. Sua escolhe se deu por ser de MG, já que o estado ficaria sem um árbitro FIFA. Mas sentiu o peso do escudo.
Em suma: é um árbitro que exagera nas marcações e nos cartões, e que está sendo trabalhado para melhorar técnica e disciplinarmente suas atuações. Veremos se consegue.
O detalhe da escala: é gente de todo Brasil virá para trabalhar, não? O quarto-árbitro vem de Alagoas para Bragança Paulista-SP. Não tinha outro mais próximo, para reduzir despesas?
Em tempo: a VAR Charly Wendy era árbitra até o ano passado. Está pronta para atuar em nova função na série A?
Começando pelo final: falamos em 2023 que o jovem árbitro Yuri Elino Ferreira da Cruz. (RJ) era muito irregular, pois em alguns jogos, não dava cartão algum; em outros, dava demais. Pois hoje, no Corinthians x Atlético-MG, aplicou 14 cartões, mas a Fagner, que pela 3ª vez nesse ano merecia vermelho (agora pela entrada em Zaracho), não deu. Aliás, o treinador António Oliveira, percebendo que o lateral estava no lucro, o substituiu para não ser expulso em outra oportunidade.
Em Goiás, talvez o jogo mais polêmico:Atlético 1×2 Flamengo, apitado pelo também jovem André Luiz Skettino Policarpo Bento (que teve atuações igualmente irregulares em 2023, e que nesse ano, parece que teria um “investimento maior” para chegar à FIFA, com a CBF testando melhor o juiz mineiro em escalas mais difíceis). Vamos às situações:
13 minutos: Jair Ventura, técnico do ACG, é expulso por reclamação. Até saber o que fez o treinador, não dá para saber se foi justa ou não a expulsão. Aguardemos a súmula.
43 minutos: Pedro (CRF) está no ataque, indo em direção ao gol, e Alix Vinícius (ACG) o impede com falta. Se não fosse situação clara e iminente de gol, seria lance para Amarelo. Mas como Pedro só teria o goleiro à frente (e o outro zagueiro não teria tempo de alcançá-lo), foi correto o Cartão Vermelho. Acertou o árbitro.
67 minutos: O goleiro Rossi (CRF) tem a posse de bola. Quando vai repô-la, Luiz Felipe (ACG) “faz uma graça”. Na sequência, Léo Pereira (CRF) dá um “chega pra lá” no adversário. É a chamada “Atitude Inconveniente”, e dentro da área, é pênalti. Infantilidade do jogador… Porém, considere: A) Se Luiz Felipe cometeu falta ao impedir a reposição de bola, o árbitro deveria ter marcado a falta ao Flamengo (Tiro Livre Indireto, sem aplicação de cartão). O lance de Léo Pereira não seria pênalti, pois o jogo já estaria parado, e o árbitro deveria aplicar uma advertência verbal ao flamenguista. B) Se Luiz Felipe cometeu a falta, mas o árbitro entendeu que não deveria marcar (pois preferia dar uma vantagem, já que o goleiro estava em pé e continuava com a bola em sua posse, e a continuidade do jogo seria algo melhor do que a marcação da falta – visando a rapidez para armar um contra-ataque, por exemplo), ao ver a atitude de Léo Pereira, ele deveria fazer a marcação atrasada da falta no goleiro, pois não houve vantagem concreta, e advertir verbalmente o zagueiro flamenguista. C) Se Luiz Felipe não atrapalhou o suficiente o goleiro Rossi para que ele pudesse repor, acertou o árbitro. (Aqui, confesso: em um primeiro momento achei falta de Luiz Felipe; mas ao ver uma imagem mais ampla, não marcaria nada no lance com o goleiro e entendi como correto assinalar o bobo pênalti).
74 minutos: O gol anulado de Baralhas (ACG) estava irregular, pois seu companheiro Emiliano Rodríguez, que cabeceia a bola, o faz em impedimento. Acertou o bandeira.
99 minutos:Maguinho (ACG) toma impulso para cabecear uma bola em disputa com Bruno Henrique (CRF). O braço do jogador do Dragão bate involuntariamente (causalidade) no adversário. o VAR Wagner Reway (que não foi à última Copa, embora tenha sido indicado) se equivoca e entende como agressão. O árbitro Policarpo marca pênalti e expulsa Maguinho. Errou.
Pergunto: tivemos o aviso de que o árbitro, sempre que fosse ao VAR, deveria comunicar sua decisão ao público.Em Vasco x Grêmio foi assim. Por quê não aconteceu isso em Goiás?
Para o confronto entre o Tricolor Carioca e o Massa Bruta, a CBF escalou:
Árbitro: Maguielson Lima Barbosa – DF Árbitro Assistente 1:Bruno Raphael Pires – GO Árbitro Assistente 2: Lehi Sousa Silva – DF Quarto Árbitro: Jefferson Ferreira de Moraes – GO Assessor de Arbitragem: Adriano de Carvalho – TO VAR: Gilberto Rodrigues Castro Jr – PE AVAR1: Clóvis Amaral da Silva – PE AVAR2: Vinícius Gomes do Amaral – MG Observador de VAR: Márcio Eustáquio Sousa Santiago – MG
Maguielson, 32 anos, Prof de Educação Física, apitou em 2022 apenas 3 jogos pela série A: Athletico 2×0 Juventude, Ceará 0x2 São Paulo e Internacional 1×0 Cuiabá. Porém, no jogo que envolveu o Ceará vs SPFC, fez uma péssima apresentação! Mostrou-se inseguro, errou tecnica e disciplinarmente e se enrolou com o VAR. Um jogo para se esquecer…
Em 2023, apitou somente 2 jogos da Série A: Red Bull Bragantino 2×1 Bahia e Red Bull Bragantino 0x0 Internacional. Não foi bem e voltou para a série B e C.
Em 2024, logo na primeira rodada, tem novamente uma chance na série A em jogo do Red Bull Bragantino… Será que o Massa Bruta, por ser um time que não pressiona a CBF, serve de laboratório para recuperar árbitro?
As novas regras do futebol passam a valer no meio do ano (devido a temporada europeia). No Brasil, pelo calendário atípico, já começarão na rodada 1 do Brasileirão 2024.
Nesse ano, não mudou muita coisa. Em resumo:
1- Haverá a permissão de uma 6ª substituição, em caso de concussão cerebral de atleta.
2- A cobrança do uso de braçadeiras mais claras de identificação dos atletas (todo capitão obrigatoriamente terá que usar uma braçadeira, não pode ter alguma adaptação no lugar dela).
3- As caneleiras continuarão a ser obrigatórias, mas não haverá um padrão (os atletas serão responsáveis por elas, variando de tamanho – mas que levem proteção suficiente).
4- Pênaltis de mão na bola por movimento antinatural não deverão mais receber necessariamente cartão amarelo (pois não são intencionais). Se uma infração antinatural impedir um gol, não deverá receber o vermelho, mas amarelo (justamente por não ser intencional).
5- A bola deverá estar com alguma das partes sobre o ponto penal (não necessariamente sobre o centro) na cobrança de um pênalti.
6 – Invasão de área na cobrança de pênalti só deverá ser punida se realmente ela tiver algum impacto. Caso contrário, o jogo deve seguir (e isso fará com que raramente vejamos repetindo de pênaltis – estava cansativa a análise de que “invadiu ou não invadiu”).
Os testes que ficaram para alguns campeonatos amadores, e que serão rediscutido para 2025 / 2026:
1- Aumento do tempo de posse da bola do goleiro em suas mãos para 8 segundos (e o árbitro fará uma contagem regressiva a partir do 5º segundo).
2- Permissão de que os jogadores se aglomerem por algum tempo para uma “parada técnica”, a ser realizada dentro de cada área penal.
3- Proibição de que os jogadores falem com o árbitro, exceto o capitão, que poderá respeitosamente dialogar com ele.
Fora eles, haverá a continuidade de torneios em que jogadores sub 12 não poderão cabecear a bola(a fim de evitar lesões cerebrais), além de testes com impedimentos de “corpo total” nos campeonatos Sub 18 da Itália.
As novas regras do futebol passam a valer no meio do ano (devido a temporada europeia). No Brasil, pelo calendário atípico, já começarão na rodada 1 do Brasileirão 2024.
Nesse ano, não mudou muita coisa. Em resumo:
1- Haverá a permissão de uma 6ª substituição, em caso de concussão cerebral de atleta.
2- A cobrança do uso de braçadeiras mais claras de identificação dos atletas (todo capitão obrigatoriamente terá que usar uma braçadeira, não pode ter alguma adaptação no lugar dela).
3- As caneleiras continuarão a ser obrigatórias, mas não haverá um padrão (os atletas serão responsáveis por elas, variando de tamanho – mas que levem proteção suficiente).
4- Pênaltis de mão na bola por movimento antinatural não deverão mais receber necessariamente cartão amarelo (pois não são intencionais). Se uma infração antinatural impedir um gol, não deverá receber o vermelho, mas amarelo (justamente por não ser intencional).
5- A bola deverá estar com alguma das partes sobre o ponto penal (não necessariamente sobre o centro) na cobrança de um pênalti.
6 – Invasão de área na cobrança de pênalti só deverá ser punida se realmente ela tiver algum impacto. Caso contrário, o jogo deve seguir (e isso fará com que raramente vejamos repetindo de pênaltis – estava cansativa a análise de que “invadiu ou não invadiu”).
Os testes que ficaram para alguns campeonatos amadores, e que serão rediscutido para 2025 / 2026:
1- Aumento do tempo de posse da bola do goleiro em suas mãos para 8 segundos (e o árbitro fará uma contagem regressiva a partir do 5º segundo).
2- Permissão de que os jogadores se aglomerem por algum tempo para uma “parada técnica”, a ser realizada dentro de cada área penal.
3- Proibição de que os jogadores falem com o árbitro, exceto o capitão, que poderá respeitosamente dialogar com ele.
Fora eles, haverá a continuidade de torneios em que jogadores sub 12 não poderão cabecear a bola(a fim de evitar lesões cerebrais), além de testes com impedimentos de “corpo total” nos campeonatos Sub 18 da Itália.