– Análise Pré Jogo da Arbitragem para Red Bull Bragantino x Cruzeiro.

E para o confronto do Massa Bruta contra a Raposa, a CBF escalou a seguinte equipe de arbitragem:

Árbitro: Rafael Rodrigo Klein – RS
Árbitro Assistente 1: Bruno Boschilla – PR
Árbitro Assistente 2: Michel Stanislau -RS
Quarto Árbitro: Fernando Antonio Mendes de Salles Nascimento Filho – PA
Assessor: Vidal Cordeiro Lopes – BA
VAR: Wagner Reway – ES
AVAR: Cleriston Clay Barreto Rios – SE
AVAR2: Paulo Roberto Alves Junior – PR
Quality manager: Paulo Roberto da Rocha Camello – CBF

Rafael Rodrigo Klein é um árbitro discreto e regular tecnicamente, apesar de ser do quadro da FIFA. Apitou recentemente o primeiro jogo da final da Copa do Brasil, mas teve uma atuação ruim em São Paulo x Corinthians nesse Brasileirão (vide aqui: https://wp.me/p55Mu0-3xD).

O que me preocupa é: em alguns jogos, Klein não vibra na intensidade da partida, dando um falso ar de menosprezo. Na verdade, me parece falta de foco, algo que pode ser sempre corrigido.

Acompanhe conosco o jogo entre Red Bull Bragantino vs Cruzeiro pela Rádio Futebol Total, acessando:
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ou ainda pelo site: http://radiofuteboltotal.com.
Narração de Sérgio Loredo, reportagens de Pietro Loredo, comentários de Lucas Salema e Léo Naja, análise da arbitragem com Rafael Porcari. Domingo, 01/12, 18h30. Mas desde às 17h30 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!

– Sobre a arbitragem para a final da Libertadores da América 2024:

Eu gostei muito da escalação do árbitro argentino Facundo Tello para apitar a final da Taça Libertadores da América 2024. E por dois motivos:

  • Ele é o melhor árbitro do continente hoje (tecnicamente falando);
  • Ele me permitiu “acertar duas apostas”: a de que seria o árbitro de Palmeiras x Botafogo nessa mesma competição (já que era o jogo mais tenso naquele momento dos mata-matas, e escrevi que a Conmebol não titubearia em escalar seu melhor juiz); e disse que, se não tivéssemos argentinos nas finais, Tello seria o árbitro da decisão (Vide aqui o registro dessas duas “previsões”: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2024/08/21/o-que-esperar-de-facundo-tello-em-palmeiras-x-botafogo/).

Na última Eurocopa, onde o árbitro Wilton Pereira Sampaio estava pré-selecionado, Facundo Tello assumiu o lugar dele e apitou no Velho Continente. Está com moral, não só na Conmebol, mas na UEFA e na FIFA.

O árbitro argentino é bom na questão técnica, não pipoca na questão disciplinar, deixa o jogo rolar e não marca faltinhas. Ótimo para o espetáculo. E que vença o melhor.

– Análise da Arbitragem de Palmeiras 1×3 Botafogo: os 3 lances com as 4 polêmicas.

Foram 3 lances de muita reclamação no confronto entre Palmeiras x Botafogo, que para muitos foi uma final antecipada. Aliás, o primeiro lance com duas polêmicas. Vamos lá:

1) 16m: Almada avança ao ataque, e quase dentro da área, sofre falta de Gustavo Gómez. Não foi pênalti, mas falta fora da área. Wilton Pereira Sampaio estava longe e se equivoca, marcando escanteio (e os botafoguenses reclamam). Nessa cobrança de escanteio, Gregore disputa com o seu marcador e a toca por último. Agora, seria tiro de meta ao Palmeiras, mas o ótimo bandeira Bruno Raphael Pires comete um erro que não lhe é costumeiro, e marca novo escanteio (para quem está em profundidade, é difícil ver no lance rápido “se pega por último no branco ou no verde”). Dessa cobrança, sai o gol do próprio Gregore.
Assim, errou a arbitragem duplamente, prejudicando ambas equipes: não marcou uma importante falta na entrada da área ao Botafogo (e consequentemente teria que dar Cartão Amarelo ao zagueiro Gustavo Goméz) e desse erro surge outro, agora contra o Palmeiras (de peso maior, evidentemente, pois foi um gol).

2) 26m: Luiz Henrique solta o braço contra Rony atingindo-o no rosto. Lembremo-nos: desde 2020, as cotoveladas, os braços e as mãos que atinjam a cabeça de um adversário motivados por ato deliberado de se desvencilhar, devem ser punidos com Cartão Vermelho (o mesmo peso de uma agressão, nessa bandeira que a FIFA adotou de evitar lances e choques que envolvam cabeça no futebol). Errou Wilton Sampaio, deveria ter expulsado o jogador botafoguense.

3) 68m: Sobre a expulsão de Marcos Rocha: Igor Jesus e Marcos Rocha discutem, e o botafoguense empurra o palmeirense, que revida com um leve tapa não tão certeiro. Nesse lance, era cartão amarelo para os dois atletas pela “desinteligência” (Igor Jesus ainda valoriza e cai colocando a mão no rosto, simulando algo mais grave do que foi). Porém, Marcos Rocha também dá um chute na canela do Igor Jesus (e a partir daqui é interpretação): você pode considerar isso como “ato hostil” ou “agressão” e expulsar o jogador, mas também pode considerar consequência da provocação de Igor Jesus e manter somente o Amarelo. Aqui, reforço, é lance interpretativo (eu expulsaria, pois ele já tinha revidado equitativamente com a tentativa de tapa, e o chute, portanto, foi uma reação a mais desmedida).

O detalhe do jogo: todo mundo nervoso desde o primeiro minuto, querendo jogar contra a arbitragem (que já se perde em condições normais…) Está muito chato isso. Os treinadores trabalham com dedo em riste ao árbitro, aos bandeiras e ao quarto-árbitro (esse, precisa sair do campo para uma clínica de saúde mental). As Comissões Técnicas ficam em pé, permanentemente, como se assim pudesse (a regra determina que um assistente técnico pode ir ao treinador e conversar, mas deve voltar ao bancoe isso não funciona aqui).

A orientação de que “só o capitão pode falar com o árbitro, e se qualquer outro for, deve levar Amarelo”, acabou. Vide quanto “bololô” em cima do Wilton. Essa é uma regra em teste na Europa, e que algumas ligas já adotam como se fosse definitiva. Aqui no Brasil, funcionou poucas rodadas.

ACRÉSCIMO: o gol de Richard Ríos, há 20 anos, seria anulado, pois Gustavo Gómez seria sancionado pelo impedimento. Hoje, se interpreta que ele não encobre a visão do goleiro (John não foi atrapalhado por ele) e o fato de demonstrar que não quer participar da jogada desviando da bola, permite que o gol seja validado).

Meu amigo Zé Boca de Bagre falou: “time que toma gol de escanteio não tem que reclamar… Traz juiz estrangeiro, ele apita o jogo sem se preocupar com veto na próxima rodada, “monta embora no avião” e dá uma banana para esses xaropes…”
Esse Zé não tem papas na língua… e olhe que ele me lembrou que esses caras não reclamaram dos dois pênaltis inexistentes a favor do Palmeiras contra o Fortaleza nesse mesmo campeonato (relembre aqui: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2024/10/26/os-lances-polemicos-de-palmeiras-2×2-fortaleza/).

– O que mudou no Corinthians?

De “candidato ao rebaixamento“, mudando o status para “brigando pela Pré-Libertadores“. O que houve para a mudança de posição no Corinthians?

Sem Depay e Yuri Alberto (seus dois principais atacantes), fez uma partida excelente contra o Vasco (que tinha se recuperado no Brasileirão, mas que perdeu o fôlego).

Essa “virada de chavinha” se deu por:

  • Pela chegada de Memphis Depay,
  • Pela continuidade do trabalho de Ramon Diaz,
  • Pelas garantias de trabalho dadas pela diretoria,
  • Por uma boa fase no futebol.
  • Ou por alguma outra situação?

Eu, sinceramente, não consigo explicar o que houve com o Timão.

– Os dois lances polêmicos no Beira-Rio (Colorado vs Massa Bruta).

Já escrevemos sobre a arbitragem de Internacional 4×1 Red Bull Bragantino. Se você não teve a oportunidade de ver, acesse aqui: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2024/11/24/analise-da-arbitragem-de-internacional-4×1-red-bull-bragantino/

Nesse post, falamos especificamente de dois lances: o do pênalti marcado e o do pênalti não marcado.

Aqui: https://youtu.be/N1axeuU9eio?si=OSFDjXsbNQ95FjhZ

– Análise da Arbitragem de Internacional 4×1 Red Bull Bragantino.

No primeiro tempo, Marcelo de Lima Henrique não tirou 10 em sua arbitragem, por conta de um erro importantíssimo: a não marcação de um pênalti a favor do Red Bull Bragantino, aos 37 minutos de jogo. Fora esse lance, foi bem. No segundo tempo, deu uma relaxada, deixando de marcar algumas faltas reais.

O ERRO CRASSO – Acontece que Sasha, dentro da área, sofreu uma carga faltosa (ombro nas costas por parte de Bernabei) que o impediu de disputar a bola, o derrubando. Uma clara falta (e dentro da área, pênalti). Mas por quê o experiente árbitro não marcou?
Por conta de sua posição dentro de campo: ele estava vendo o corpo do atleta colorado com o do atleta bragantino em profundidade, com lateralidade zero. Naquela situação, ele provavelmente entendeu que foi ombro no ombro (e isso é o chamado “tranco legal”, permitido no futebol). Mas se ele estivesse de lado, poderia ter visto que ocorreu a chamada “carga faltosa” (ombro nas costas, que não é permitido).
Ali, quem poderia ter ajudado seria o VAR (mas como o jogo reiniciou rápido, não poderia fazer mais nada).

Vide os lances minuto a minuto, abaixo:

1m: Juninho Capixaba (RBB) comete pênalti em Borré (INT). Não houve dúvida: a mão nas costas desequilibrando o adversário e o pé travando ele (que poderia ter chutado ao gol). Tiro penal, sem a necessidade de dar cartão. As reclamações aconteceram pois o atacante fica rolando no chão, como se tivesse levado um forte pontapé (tanto que demorou quase 3 minutos para a cobrança, sem ter VAR entrando na avaliação).

8m: Borré (RBB) vai dividir com Cleiton (RBB) e ergue o pé contra o goleiro, atingindo-o (embora ele tentasse evitar). A regra chama isso de ação temerária, com tiro livre direto e cartão amarelo. Acertou o árbitro novamente.

37m: A bola é levantada na área colorada, Rochet (INT) vai sair para defende-la, mas Sasha (RBB) teria condição de disputa-la. Eis que Bernabei (INT) usando os ombros nas costas, derruba o atacante bragantino.
Se fosse ombro com ombro (mesmo derrubando o atleta), é tranco legal. Mas qualquer ombro nas costas que derrube adversário, é carga faltosa (tiro livre direto fora da área ou tiro penal dentro da área), sem necessidade de cartão. Errou o árbitro.

45m: Capixaba dá uma entrada mais forte em seu adversário e recebe Cartão Amarelo. Correto.

Final do 1º tempo: em faltas, 7×3 (duas faltas de Capixaba, sendo um pênalti e outro cartão amarelo).

53m: Vinicinho sofre falta na lateral do campo, bem em frente ao bandeira 1. Ali, não era lance para o árbitro, mas sim do assistente, que não ajudou. Errou.

55m: De novo, Vinicinho vai sofrendo uma sequência de pequenas faltas e se mantém em pé. Ele acaba rifando a bola, e não caiu. Deveria ter sido marcado falta, pois posse de bola não significa vantagem.

68m: Bernabei (de novo), num lance vencido, tenta disputar a bola que já estava dominada pelo goleiro Cleiton de maneira atabalhoada. Fez falta forte e desnecessária, e deveria ter recebido uma advertência verbal.

– O que mudou no Corinthians?

De “candidato ao rebaixamento“, mudando o status para “brigando pela Pré-Libertadores“. O que houve para a mudança de posição no Corinthians?

Sem Depay e Yuri Alberto (seus dois principais atacantes), fez uma partida excelente contra o Vasco (que tinha se recuperado no Brasileirão, mas que perdeu o fôlego).

Essa “virada de chavinha” se deu por:

  • Pela chegada de Memphis Depay,
  • Pela continuidade do trabalho de Ramon Diaz,
  • Pelas garantias de trabalho dadas pela diretoria,
  • Por uma boa fase no futebol.
  • Ou por alguma outra situação?

Eu, sinceramente, não consigo explicar o que houve com o Timão.

– Análise Pré Jogo da Arbitragem para Internacional vs Red Bull Bragantino (Rodada 35 do Brasileirão).

E para o confronto do Massa Bruta contra o Colorado em Porto Alegre, a CBF escalpou a seguinte equipe de arbitragem:

Árbitro: Marcelo de Lima Henrique – CE
Árbitro Assistente 1: Luanderson Lima dos Santos – BA
Árbitro Assistente 2: Brígida Cirilo de Oliveira – AL
Quarto Árbitro: Felipe Fernandes de Lima – MG
Assessor: Adriano de Carvalho – TO
VAR: Rodolpho Toski Marques – PR
AVAR: Helen Aparecida Goncalves Silva Araujo – MG
AVAR2: Lucas Paulo Torezin – PR
Observador de VAR: Hilton Moutinho Rodrigues – RJ
Quality manager: Larissa Ramos Monteiro – RJ

Marcelo de Lima Henrique (carioca que apita pelo Cerará) tem 53 anos, foi do quadro da FIFA por muito tempo e ainda está bem fisicamente. Hoje, já veterano, usa mais da experiência em alguns lances do que a qualidade técnica (afinal, os reflexos já não são mais os mesmos),

Para o nível da arbitragem do Campeonato Brasileiro, ele dará conta do recado tranquilamente.

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ou ainda pelo site: http://radiofuteboltotal.com.
Narração de Sérgio Loredo, reportagens de Pietro Loredo, comentários de Lucas Salema e Léo Naja, análise da arbitragem com Rafael Porcari. Domingo, 24/11, 16h00. Mas desde às 15ho0 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!

– Sampaoli exagerou ou não?

Por um ano e meio, o Rennes da França contará com Jorge Sampaoli como treinador. E, sabidamente, o polêmico treinador sempre causa alguma confusão por onde passa.

Dessa vez, declarou que os melhores jogadores do mundo saem da França e do Brasil! E essa frase (dita na semana passada) trouxe muita discussão por lá

Enfim: hoje, os melhores jogadores do mundo realmente são os franceses e os brasileiros? Estariam à frente de espanhóis, argentinos e outros? Deixe seu comentário.

– Análise Pré Jogo da Arbitragem para Internacional vs Red Bull Bragantino (Rodada 35 do Brasileirão).

E para o confronto do Massa Bruta contra o Colorado em Porto Alegre, a CBF escalpou a seguinte equipe de arbitragem:

Árbitro: Marcelo de Lima Henrique – CE
Árbitro Assistente 1: Luanderson Lima dos Santos – BA
Árbitro Assistente 2: Brígida Cirilo de Oliveira – AL
Quarto Árbitro: Felipe Fernandes de Lima – MG
Assessor: Adriano de Carvalho – TO
VAR: Rodolpho Toski Marques – PR
AVAR: Helen Aparecida Goncalves Silva Araujo – MG
AVAR2: Lucas Paulo Torezin – PR
Observador de VAR: Hilton Moutinho Rodrigues – RJ
Quality manager: Larissa Ramos Monteiro – RJ

Marcelo de Lima Henrique (carioca que apita pelo Cerará) tem 53 anos, foi do quadro da FIFA por muito tempo e ainda está bem fisicamente. Hoje, já veterano, usa mais da experiência em alguns lances do que a qualidade técnica (afinal, os reflexos já não são mais os mesmos),

Para o nível da arbitragem do Campeonato Brasileiro, ele dará conta do recado tranquilamente.

Acompanhe conosco o jogo entre Internacional vs Red Bull Bragantino pela Rádio Futebol Total, acessando:
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Twitter: https://twitter.com/futeboltotalbra,
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Narração de Sérgio Loredo, reportagens de Pietro Loredo, comentários de Lucas Salema e Léo Naja, análise da arbitragem com Rafael Porcari. Domingo, 24/11, 16h00. Mas desde às 15ho0 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!

– Todo jogo do Atlético Mineiro será com confusão?

Todo jogo do Galo Mineiro tem sido problemático. Reclama-se de tudo! Do gramado, da arbitragem, do adversário…

Teve confusão contra o Flamengo. Agora, nova pendenga contra o Botafogo. E sempre vitimizando, lamentavelmente.

Dois termômetros de “chatice”: Hulk e Deyverson!

Ambos são ótimos jogadores, mas sem qualquer espírito esportivo. O primeiro joga enchendo a paciência do árbitro o tempo todo. O segundo (figura engraçada) simula, manipula, finge e… é aplaudido!

Não está tudo errado?

Alguém viu Romário tomar cartão por reclamar contra a arbitragem? Ou Zico simulando? Ou qualquer outro craque?

Cansa ver a figura do “malandro” ser exaltada no futebol

– O “Rei do Rebaixamento no Futebol ” foi preso pela Interpol.

Pouco repercutiu no Brasil: Willian Rogatto, que na CPI da Manipulação de Apostas fez acusações envolvendo (sem provas) pessoas e times importantes do Brasileirão (já falamos dele e como agia no Interior Paulista, e que suas declarações eram cheias de vaidade e mentiras, aqui: https://wp.me/p4RTuC-11nW), foi preso na semana passada em Dubai, pela Interpol. Ele estava sendo acusado de fazer parte de um esquema enorme envolvendo times pequenos do RJ, na chamada “Operação VAR”.

Informações de: O Globo, aqui: https://oglobo.globo.com/esportes/noticia/2024/11/11/policia-faz-operacao-contra-grupo-que-manipulava-resultados-de-jogos.ghtml#

Polícia faz operação contra grupo que manipulava resultados de jogos na Série B do Campeonato Carioca.

Uma das partidas suspeitas envolve times sub-20 da segunda divisão; um dos alvos é Willian Rogatto, conhecido como o Rei do Rebaixamento.

A Polícia Civil do Rio de Janeiro iniciou, nesta segunda-feira, uma ação contra um grupo que manipulava resultados de jogos da Série B profissional e sub-20 do Campeonato Carioca. A “Operação VAR”, da Delegacia do Consumidor (Decon), também investiga crime de lavagem de dinheiro.

Os clubes sob suspeita são o Nova Cidade (Nilópolis), o Belford Roxo, o São José (Itaperuna), o Brasileiro (Rio) e o Duquecaxiense, que disputam as divisões inferiores do Campeonato Carioca. A investigação começou após a Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro (Ferj), por meio de relatórios da empresa Sportradar, apontar resultados suspeitos em partidas profissionais e da base na Segundona carioca.

Um dos jogos investigados pela Polícia Civil foi o confronto entre Belford Roxo e Nova Cidade, disputado em junho, pela Série B1 sub-20. As investigações apontaram um volume significativo de apostas, em bets da Ásia, na virada do Belford Roxo após o Nova Cidade ganhar o primeiro tempo.

Na partida disputada no dia 5 de junho, o Belford Roxo abriu o placar aos 23 minutos — o time perdera um pênalti minutos antes —, mas levou a virada em apenas cinco minutos. Os gols do Nova Cidade saíram aos 28, 30 e 33. No segundo tempo, antes dos 20 minutos, o Belford Roxo já ganhava por 4 a 3. O último gol veio de pênalti nos minutos finais.

À época, o Nova Cidade foi suspenso temporariamente pela Ferj em virtude das suspeitas que recaíram sobre o jogo. O clube alegou ser vítima da EJ Agenciamento, responsável pela contratação da equipe sub-20. A instituição encerrou o contrato e excluiu os jogadores suspeitos de manipular o resultado.

Nesta segunda-feira, agentes da Decon, com o apoio da Polícia Civil paulista, saíram para cumprir 11 mandados de busca e apreensão. Foram cumpridos mandados na Barra da Tijuca, Jacarepaguá e Vila Valqueire, na Zona Oeste do Rio de Janeiro; em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense; e um no estado de São Paulo, com apoio da Polícia Civil paulista. Também houve buscas nas casas dos presidentes dos clubes envolvidos no esquema.

Um dos alvos é Willian Rogatto, conhecido como o Rei do Rebaixamento. Ele foi preso pela Interpol, na última sexta-feira, em Dubai, nos Emirados Árabes. Ele é acusado pelo Ministério Público do Distrito Federal de manipulação de jogos no Campeonato Brasiliense de Futebol quando era gestor do clube Santa Maria (DF).

Rogatto afirmou ter faturado algo em torno de R$ 300 milhões com manipulações de resultados que culminaram em 42 rebaixamentos, nos 26 estados brasileiros e no Distrito Federal, e em nove países, como a Colômbia. O mais recente deles foi o do Santa Maria (DF), que fez apenas três pontos no Estadual deste ano e caiu na última colocação.

A suspeita de manipulação no Santa Maria ligou o alerta no Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT), que aponta Rogatto como chefe do esquema e responsável por influenciar em pelo menos dois jogos do campeonato. Ele assumiu o cargo de gestor do clube candango, oferecendo garantias de que montaria uma equipe competitiva para o Estadual, mas acabou enfraquecendo o elenco e convencendo jogadores a adulterarem resultados.

Em nota, a Ferj afirmou que tem enviado todos os casos suspeitos aos órgãos competentes.

“Não é de hoje que a Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro trava árdua e incessante batalha contra a manipulação de resultados. Defensora do jogo limpo, a FERJ, no que lhe cabe, impôs e impõem sanções desportivas administrativas e sempre teve por diretriz enviar ao Ministério Público, aos Tribunais de Justiça Desportiva e à Polícia Civil – no momento através da Delegacia do Consumidor (Decon) – todos os relatórios, produzidos pela Sportradar, empresa internacional contratada para detecção de movimentos que indicam a probabilidade de manipulação de resultados em partidas de todas as séries de suas competições, bem como o envio de qualquer outro documento que contenham dados suspeitos. A Federação reafirma o compromisso com a lisura do futebol e mantém o firme propósito de combater esse mal e punir severamente os responsáveis. Para tais objetivos, conta com o Poder Judiciário, Ministério Público, Polícia e Tribunais Desportivos, a quem sempre recorreu e de quem sempre teve total apoio”.

Em nota, o Duquecaxiense Futebol Clube afirmou que “condena veementemente qualquer ato atentatório à ordem desportiva e reitera seu compromisso com os princípios de fair play e justiça esportiva”.

“O clube condena veementemente qualquer ato atentatório à ordem desportiva e reitera seu compromisso com os princípios de fair play e justiça esportiva”, declarou. O Duquecaxiense Futebol Clube jamais apoiou, praticou ou compactuou com os fatos que deram origem à sanção de suspensão aplicada pela Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro há 2 anos e confirmada pelo Tribunal de Justiça Desportiva do Rio de Janeiro. Lamentamos profundamente que, no curso do processo disciplinar, o presidente do clube não tenha sido ouvido, apesar das reiteradas tentativas do patrono em assegurar essa oitiva.”

– #tbt 3: Valeu o dia!

Há 2 anos…

Dia de Trabalho Incrível! Fazendo o que gosto, ao lado de gente competente.

Comentei a arbitragem de 3 jogos da Copa do Mundo nesta 5a feira, pela Rádio Jovem Pan (incluindo a estreia da Seleção). Melhor, impossível…

– Sampaoli exagerou ou não?

Por um ano e meio, o Rennes da França contará com Jorge Sampaoli como treinador. E, sabidamente, o polêmico treinador sempre causa alguma confusão por onde passa.

Dessa vez, declarou que os melhores jogadores do mundo saem da França e do Brasil! E essa frase (dita na semana passada) trouxe muita discussão por lá

Enfim: hoje, os melhores jogadores do mundo realmente são os franceses e os brasileiros? Estariam à frente de espanhóis, argentinos e outros? Deixe seu comentário.

– O “Rei do Rebaixamento no Futebol ” foi preso pela Interpol.

Pouco repercutiu no Brasil: Willian Rogatto, que na CPI da Manipulação de Apostas fez acusações envolvendo (sem provas) pessoas e times importantes do Brasileirão (já falamos dele e como agia no Interior Paulista, e que suas declarações eram cheias de vaidade e mentiras, aqui: https://wp.me/p4RTuC-11nW), foi preso na semana passada em Dubai, pela Interpol. Ele estava sendo acusado de fazer parte de um esquema enorme envolvendo times pequenos do RJ, na chamada “Operação VAR”.

Informações de: O Globo, aqui: https://oglobo.globo.com/esportes/noticia/2024/11/11/policia-faz-operacao-contra-grupo-que-manipulava-resultados-de-jogos.ghtml#

Polícia faz operação contra grupo que manipulava resultados de jogos na Série B do Campeonato Carioca.

Uma das partidas suspeitas envolve times sub-20 da segunda divisão; um dos alvos é Willian Rogatto, conhecido como o Rei do Rebaixamento.

A Polícia Civil do Rio de Janeiro iniciou, nesta segunda-feira, uma ação contra um grupo que manipulava resultados de jogos da Série B profissional e sub-20 do Campeonato Carioca. A “Operação VAR”, da Delegacia do Consumidor (Decon), também investiga crime de lavagem de dinheiro.

Os clubes sob suspeita são o Nova Cidade (Nilópolis), o Belford Roxo, o São José (Itaperuna), o Brasileiro (Rio) e o Duquecaxiense, que disputam as divisões inferiores do Campeonato Carioca. A investigação começou após a Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro (Ferj), por meio de relatórios da empresa Sportradar, apontar resultados suspeitos em partidas profissionais e da base na Segundona carioca.

Um dos jogos investigados pela Polícia Civil foi o confronto entre Belford Roxo e Nova Cidade, disputado em junho, pela Série B1 sub-20. As investigações apontaram um volume significativo de apostas, em bets da Ásia, na virada do Belford Roxo após o Nova Cidade ganhar o primeiro tempo.

Na partida disputada no dia 5 de junho, o Belford Roxo abriu o placar aos 23 minutos — o time perdera um pênalti minutos antes —, mas levou a virada em apenas cinco minutos. Os gols do Nova Cidade saíram aos 28, 30 e 33. No segundo tempo, antes dos 20 minutos, o Belford Roxo já ganhava por 4 a 3. O último gol veio de pênalti nos minutos finais.

À época, o Nova Cidade foi suspenso temporariamente pela Ferj em virtude das suspeitas que recaíram sobre o jogo. O clube alegou ser vítima da EJ Agenciamento, responsável pela contratação da equipe sub-20. A instituição encerrou o contrato e excluiu os jogadores suspeitos de manipular o resultado.

Nesta segunda-feira, agentes da Decon, com o apoio da Polícia Civil paulista, saíram para cumprir 11 mandados de busca e apreensão. Foram cumpridos mandados na Barra da Tijuca, Jacarepaguá e Vila Valqueire, na Zona Oeste do Rio de Janeiro; em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense; e um no estado de São Paulo, com apoio da Polícia Civil paulista. Também houve buscas nas casas dos presidentes dos clubes envolvidos no esquema.

Um dos alvos é Willian Rogatto, conhecido como o Rei do Rebaixamento. Ele foi preso pela Interpol, na última sexta-feira, em Dubai, nos Emirados Árabes. Ele é acusado pelo Ministério Público do Distrito Federal de manipulação de jogos no Campeonato Brasiliense de Futebol quando era gestor do clube Santa Maria (DF).

Rogatto afirmou ter faturado algo em torno de R$ 300 milhões com manipulações de resultados que culminaram em 42 rebaixamentos, nos 26 estados brasileiros e no Distrito Federal, e em nove países, como a Colômbia. O mais recente deles foi o do Santa Maria (DF), que fez apenas três pontos no Estadual deste ano e caiu na última colocação.

A suspeita de manipulação no Santa Maria ligou o alerta no Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT), que aponta Rogatto como chefe do esquema e responsável por influenciar em pelo menos dois jogos do campeonato. Ele assumiu o cargo de gestor do clube candango, oferecendo garantias de que montaria uma equipe competitiva para o Estadual, mas acabou enfraquecendo o elenco e convencendo jogadores a adulterarem resultados.

Em nota, a Ferj afirmou que tem enviado todos os casos suspeitos aos órgãos competentes.

“Não é de hoje que a Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro trava árdua e incessante batalha contra a manipulação de resultados. Defensora do jogo limpo, a FERJ, no que lhe cabe, impôs e impõem sanções desportivas administrativas e sempre teve por diretriz enviar ao Ministério Público, aos Tribunais de Justiça Desportiva e à Polícia Civil – no momento através da Delegacia do Consumidor (Decon) – todos os relatórios, produzidos pela Sportradar, empresa internacional contratada para detecção de movimentos que indicam a probabilidade de manipulação de resultados em partidas de todas as séries de suas competições, bem como o envio de qualquer outro documento que contenham dados suspeitos. A Federação reafirma o compromisso com a lisura do futebol e mantém o firme propósito de combater esse mal e punir severamente os responsáveis. Para tais objetivos, conta com o Poder Judiciário, Ministério Público, Polícia e Tribunais Desportivos, a quem sempre recorreu e de quem sempre teve total apoio”.

Em nota, o Duquecaxiense Futebol Clube afirmou que “condena veementemente qualquer ato atentatório à ordem desportiva e reitera seu compromisso com os princípios de fair play e justiça esportiva”.

“O clube condena veementemente qualquer ato atentatório à ordem desportiva e reitera seu compromisso com os princípios de fair play e justiça esportiva”, declarou. O Duquecaxiense Futebol Clube jamais apoiou, praticou ou compactuou com os fatos que deram origem à sanção de suspensão aplicada pela Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro há 2 anos e confirmada pelo Tribunal de Justiça Desportiva do Rio de Janeiro. Lamentamos profundamente que, no curso do processo disciplinar, o presidente do clube não tenha sido ouvido, apesar das reiteradas tentativas do patrono em assegurar essa oitiva.”

– O novo Protocolo contra a Discriminação a ser usado em Brasil x Uruguai.

Em 2017, a FIFA criou um Protocolo contra a Discriminação (de qualquer origem) para ser implantando nos jogos de futebol dos campeonatos de sua organização. Basicamente, ele funciona assim:

1 – O árbitro interrompe a partida, quando percebe atos discriminatórios, aguardando que os torcedores parem.

2- Em caso de reincidência, a partida é interrompida novamente e os atletas vão aos vestiários, criando um pequeno “intervalo de jogo”.

3- Na persistência dos atos, a partida é encerrada.

Em 15 de julho de 2019, esse protocolo passou a ser universal: ou seja, não só nas competições de organização da FIFA, mas também para os campeonatos de todas as federações filiadas e de todas as divisões. E entendeu-se como discriminação: Imitar Macaco / Jogar Banana (Racismo), Gritar “Bicha” / “Puto” no Tiro de Meta (Homofobia), Fazer gestos sexistas (ironizar uma atleta / oficial de arbitragem por ser mulher), cantar música que possa fazer alusão a jingles políticos ou gestos (cantos neonazistas) e ou manifestação religiosa preconceituosa (atos anti-semitas). E em agosto do mesmo ano, ma França, ele foi usado pela primeira vez (vide em: https://wp.me/p4RTuC-nLd).

O problema foi: tudo dependia do árbitro! A iniciativa partia dele, que considerava se alguma atitude poderia ser discriminatória ou não, sendo ele também o “julgador” (se algum gesto ofendia um atleta, era ele que decidia). E sendo assim, vimos muitos jogos de práticas racistas (especialmente na Espanha) onde faltou empatia dos sopradores de apito.

Neste ano, a FIFA testou uma novidade no Mundial Feminino Sub 20 da Colômbia: se alguma atleta se sentisse discriminada, ela deveria cruzar os braços e suas companheiras acompanharem o gesto. Dessa forma, o árbitro ficou obrigado a iniciar o Protocolo contra a Discriminação (ou seja: a iniciativa era exclusiva de decisão do árbitro; agora, ele tem que iniciar o procedimento, quando perturbado por atletas).

Torçamos para que não aconteça nenhum ato discriminatório. Mas se acontecer, que o protocolo funcione e gere conscientização.

Em tempo: o Presidente da CBF, Ednaldo Rodrigues, declarou que a FIFA escolheu Salvador para oficializar a medida por ser “a maior cidade negra fora da África”. Confesso, não tenho esse dado e nem li algum pronunciamento da entidade sobre a escolha.

– Análise Pré Jogo da Arbitragem para Red Bull Bragantino x São Paulo FC.

E para o confronto do Massa Bruta contra o Tricolor Paulista, a CBF escalou a seguinte equipe de arbitragem:

Árbitro: Wilton Pereira Sampaio – GO
Árbitro Assistente 1: Fabrício Vilarinho da Silva – GO
Árbitro Assistente 2: Leone Carvalho Rocha – GO
Quarto Árbitro: Léo Simão Holanda – CE
Assessor: Vidal Cordeiro Lopes – BA
VAR: Gilberto Rodrigues Castro Jr – PE
AVAR: Helton Nunes – SC
AVAR2: Ilbert Estevam – SP
Observador de VAR: Ítalo Medeiros – RN
Quality Manager: Paulo Camello – RJ

Sabemos que Wilton é um experiente árbitro, com Copa do Mundo em seu histórico. Mas depois do Mundial, entrou numa fase ruim, com erros bizarros (vide Copa do Brasil) e atuações irregulares. Começou a melhorar em 2024, mas longe do ideal, que o levou para o Catar.

Pelo Brasileirão, apitou 27 jogos do São Paulo (8V, 9E e 10 D). Nos jogos do Red Bull Bragantino, trabalhou em 6 oportunidades (2V, 2E e 2D).

O problema do Wilton, disparado, é: a bola que bate na mão. TUDO vira movimento antinatural, bem diferente do que aconteceu durante a Copa do Mundo. É incompreensível como pode ter dois critérios tão distintos…

Curiosidade: Por quê tanta gente de longe para trabalhar nesse jogo? A passagem aérea deve estar barata, bem como as estadias…

Desejo um bom jogo e uma ótima arbitragem.

Acompanhe conosco o jogo entre Red Bull Bragantino vs São Paulo pela Rádio Futebol Total, acessando:
YouTube: https://www.youtube.com/c/CANALDOLOREDO, ou
Twitter: https://twitter.com/futeboltotalbra,
ou ainda pelo site: http://radiofuteboltotal.com.
Narração de Sérgio Loredo, reportagens de Pietro Loredo, comentários de Lucas Salema e Léo Naja, análise da arbitragem com Rafael Porcari. Quarta, 20/11, 16h30. Mas desde às 15h00 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!

– Análise Pré Jogo da Arbitragem para Red Bull Bragantino x São Paulo FC.

E para o confronto do Massa Bruta contra o Tricolor Paulista, a CBF escalou a seguinte equipe de arbitragem:

Árbitro: Wilton Pereira Sampaio – GO
Árbitro Assistente 1: Fabrício Vilarinho da Silva – GO
Árbitro Assistente 2: Leone Carvalho Rocha – GO
Quarto Árbitro: Léo Simão Holanda – CE
Assessor: Vidal Cordeiro Lopes – BA
VAR: Gilberto Rodrigues Castro Jr – PE
AVAR: Helton Nunes – SC
AVAR2: Ilbert Estevam – SP
Observador de VAR: Ítalo Medeiros – RN
Quality Manager: Paulo Camello – RJ

Sabemos que Wilton é um experiente árbitro, com Copa do Mundo em seu histórico. Mas depois do Mundial, entrou numa fase ruim, com erros bizarros (vide Copa do Brasil) e atuações irregulares. Começou a melhorar em 2024, mas longe do ideal, que o levou para o Catar.

Pelo Brasileirão, apitou 27 jogos do São Paulo (8V, 9E e 10 D). Nos jogos do Red Bull Bragantino, trabalhou em 6 oportunidades (2V, 2E e 2D).

O problema do Wilton, disparado, é: a bola que bate na mão. TUDO vira movimento antinatural, bem diferente do que aconteceu durante a Copa do Mundo. É incompreensível como pode ter dois critérios tão distintos…

Curiosidade: Por quê tanta gente de longe para trabalhar nesse jogo? A passagem aérea deve estar barata, bem como as estadias…

Desejo um bom jogo e uma ótima arbitragem.

Acompanhe conosco o jogo entre Red Bull Bragantino vs São Paulo pela Rádio Futebol Total, acessando:
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– Obrigado, Pilhado!

Valeu pelo Carinho, Thiago Asmar!

A respeito do lance polêmico na decisão da Copa do Brasil, em: https://wp.me/p4RTuC-12h9
.

https://platform.twitter.com/widgets.js

– Os 4 D’s para se avaliar uma jogada clara de gol e dar cartão vermelho.

Veio por email a pergunta: o que é “analisar os 4D’s para se caracterizar uma DOGSO?

Nesses tempos modernos, criam-se alguns “modismo”. E DOGSO é o acróstico formado pelas iniciais em inglês da expressão “situação clara e iminente de gol” (o típico lance em que o jogador iria fazer um tento, tinha chance aberta para isso e alguém lhe comete uma falta para Vermelho).

Vamos lá: os 4 D’s significam uma abreviação de 4 fatores para se avaliar uma expulsão nessa circunstância. São:

Direção: o atleta estava indo para o gol, ou cortava a jogada para a lateral?

Domínio: ele tinha a bola em seu domínio, ou ainda ele não tinha total controle sobre ela?

Defensores: algum outro atleta, exceto aquele que cometeu a falta, tinha chance de disputar a bola alcançando-o na corrida?

Distância da meta: realmente estava próximo o suficiente para chegar ao gol, ou a distância era demasiada e não era tão óbvio que pudesse fazê-lo?

Se alguma das respostas mostrar que não era tão claro o gol, se dá Cartão Amarelo. Caso contrário, Vermelho.

– Quanto ganhará o árbitro da Final da Copa do Brasil entre Atlético Mineiro x Flamengo?

Para a finalíssima da Copa do Brasil 2024, teremos a seguinte escala do “trio de arbitragem” (usando a linguagem antiga): 

  • Árbitro: Raphael Claus (SP)
  • Auxiliar 1: Neuza Ines Back (SP)
  • Auxiliar 2: Danilo Ricardo Simon Manis (SP)

No entanto, hoje são 12 pessoas que trabalham no chamado “Time Arbitragem da CBF”. E a remuneração será recorde. Acompanhe: 

Árbitro: R$ 21.000,00
Árbitro Assistente 1: R$ 12.600,00
Árbitro Assistente 2: R$ 12.600,00
Quarto Árbitro: R$ 3.480,00
Quinto Árbitro: R$ 3.480,00
VAR: R$ 12.600,00
AVAR 1: R$ 7.560,00
AVAR 2: R$ 7.560,00
Observador VAR: R$ 3.480,00
Assessor de Árbitros: R$ 2.780,00
Analista de Campo: R$ 1.950,00
Gerente de Qualidade: R$ 1.680,00

(Total: R$ 90.770,00, fora as diárias de R$ 315,00 para cada um, sendo dois dias de estadia).

Tem que caprichar bastante pela remuneração, não?

Atlético-MG x Flamengo: escalações, retrospecto, onde assistir e palpites

Imagem extraída de: Terra.com.br

– Quanto ganhará o árbitro da Final da Copa do Brasil entre Atlético Mineiro x Flamengo?

Para a finalíssima da Copa do Brasil 2024, teremos a seguinte escala do “trio de arbitragem” (usando a linguagem antiga): 

  • Árbitro: Raphael Claus (SP)
  • Auxiliar 1: Neuza Ines Back (SP)
  • Auxiliar 2: Danilo Ricardo Simon Manis (SP)

No entanto, hoje são 12 pessoas que trabalham no chamado “Time Arbitragem da CBF”. E a remuneração será recorde. Acompanhe: 

Árbitro: R$ 21.000,00
Árbitro Assistente 1: R$ 12.600,00
Árbitro Assistente 2: R$ 12.600,00
Quarto Árbitro: R$ 3.480,00
Quinto Árbitro: R$ 3.480,00
VAR: R$ 12.600,00
AVAR 1: R$ 7.560,00
AVAR 2: R$ 7.560,00
Observador VAR: R$ 3.480,00
Assessor de Árbitros: R$ 2.780,00
Analista de Campo: R$ 1.950,00
Gerente de Qualidade: R$ 1.680,00

(Total: R$ 90.770,00, fora as diárias de R$ 315,00 para cada um, sendo dois dias de estadia).

Tem que caprichar bastante pela remuneração, não?

Atlético-MG x Flamengo: escalações, retrospecto, onde assistir e palpites

Imagem extraída de: Terra.com.br

– Análise Pré Jogo da Arbitragem para Atlético Goianiense x Red Bull Bragantino.

E para o confronto do Massa Bruta contra o Dragão,

Árbitro: Anderson Daronco -RS
Árbitro Assistente 1: Guilherme Dias Camilo – MG
Árbitro Assistente 2: Daniella Coutinho Pinto – BA
Quarto Árbitro: Joanilson Scarcella de LimaCE
VAR: Rodrigo Nunes de Sá – RJ
AVAR: Daniel do Espirito Santo ParroRJ
Observador de VAR: Rodrigo Pereira Jóia – RJ
Quality manager: Maria Victoria Benetti Vargas RJ

Como está faltando árbitro no Brasil, de novo Anderson Daronco apitará o jogo do Massa Bruta. Como já falado anteriormente, ele tem experiência, é regular tecnicamente, mas cansa bastante no segundo tempo e acaba “travando o jogo”.

Nas últimas partidas, o Red Bull Bragantino tem tido azar no placar com ele. Tomara que a sorte mude!

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Narração de Sérgio Loredo, reportagens de Pietro Loredo, comentários de Lucas Salema e Léo Naja, análise da arbitragem com Rafael Porcari. Sábado, 09/11, 19h00. Mas desde às 18h00 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!

– Mourinho disse isso, ou algum treinador do Brasileirão?

José Mourinho é um grande treinador, mas que adora tirar o foco dos seus possíveis erros e criar um “fato” para se discutir.

Nessa semana, após Fenerbahçe x Trabzonspor, o português reclamou da Liga Turca, da arbitragem e dos seus próprios dirigentes, deixando a entender que deveriam tê-lo avisado que o Fenerbahçe é “perseguido” na Turquia:

“Jogamos contra bons rivais, mas também contra o sistema. Isso é o mais difícil que existe. Jogamos contra o VAR, contra o sistema. É por isso que comemoramos assim depois de vencer. Vencemos pessoas muito, muito fortes. Estou irritado com o pessoal do Fenerbahçe que me trouxe aqui, eles me contaram metade da história. Se tivessem contado tudo, eu não teria vindo para o Fenerbahçe”.

Ao ler esse discurso, penso: ele poderia ter sido repetido por alguns treinadores que atuam aqui no Brasil… a fala é muito parecida com a de muitos!

José Mourinho se irritou com a arbitragem no jogo do Fenerbahçe pelo Campeonato Turco — Foto: Reuters

Foto: Reuters

– A Coluna no JJ sobre arbitragem:

Minha coluna no @jornaldejundiai dessa 4ª feira.

Prestigie:

– O lance de Bruno Henrique, na visão de um árbitro:

Jogador forçar tomar um cartão, de fato, é algo bem natural no futebol brasileiro. Já presenciei diversas situações:

  • O atleta vai jogar em cidade longe na rodada seguinte, está pendurado, e “inventa” um faniquito. Toma a advertência e se comporta bem o restante do jogo.
  • O atleta vem “na maciota” e pede: “Professor, preciso tomar um Amarelo para ficar limpo para daqui dois jogos, tô com dois amarelos. Me ajuda”? E normalmente o árbitro responde: “Olhe lá o que você vai fazer! Se me querer f. ou der um pontapé em alguém, te meto o Vermelho“. Aí o jogador cava o Amarelo na demora de um escanteio, num bate-boca com um gandula ou algo bem simples.

Mas há cartão que você fica em dúvida se é “cavado” ou se é “burrice”. Por exemplo: cometer uma falta mais forte na lateral, desnecessariamente. Arranjar confusão com um simples drible sofrido, idem. Ou, o que é frequente, o cara toma cartão por reclamação e sai aplaudindo o árbitro (e logicamente recebe o segundo amarelo e “vai para o chuveiro”).

No caso de Bruno Henrique: após um lance normal de Soteldo sobre ele, o flamenguista ficou “dodói”. Estranho, ele não é um garoto, já é veterano e não costuma ter esse comportamento. Aos 50 minutos do segundo tempo, levou o amarelo e depois disso ofendeu o árbitro.

Se jovem fosse, eu imaginaria que foi o calor da partida de um inexperiente jogador, o causador de tamanho deslize. Mas não é o caso dele…

Assim como Paquetá, pesa a Bruno Henrique o fato de apostas supostamente de parentes / amigos e vizinhos acontecerem (tudo no condicional). E também na suposição de que, pessoas próximas pedem ajuda financeira a jogador, que não quer dar dinheiro em espécie para não “acostumar mal” com a ajuda dada, mas topa forçar um cartão para colaborar com a pessoa que tenta dinheiro pelo meio de apostas

Que tudo seja apurado para que não se cometa injustiça.

– Análise Pré Jogo da Arbitragem para Atlético Goianiense x Red Bull Bragantino.

E para o confronto do Massa Bruta contra o Dragão,

Árbitro: Anderson Daronco -RS
Árbitro Assistente 1: Guilherme Dias Camilo – MG
Árbitro Assistente 2: Daniella Coutinho Pinto – BA
Quarto Árbitro: Joanilson Scarcella de LimaCE
VAR: Rodrigo Nunes de Sá – RJ
AVAR: Daniel do Espirito Santo ParroRJ
Observador de VAR: Rodrigo Pereira Jóia – RJ
Quality manager: Maria Victoria Benetti Vargas RJ

Como está faltando árbitro no Brasil, de novo Anderson Daronco apitará o jogo do Massa Bruta. Como já falado anteriormente, ele tem experiência, é regular tecnicamente, mas cansa bastante no segundo tempo e acaba “travando o jogo”.

Nas últimas partidas, o Red Bull Bragantino tem tido azar no placar com ele. Tomara que a sorte mude!

Acompanhe conosco o jogo entre Atlético Goianiense x Red Bull Bragantino pela Rádio Futebol Total, acessando:
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ou ainda pelo site: http://radiofuteboltotal.com.
Narração de Sérgio Loredo, reportagens de Pietro Loredo, comentários de Lucas Salema e Léo Naja, análise da arbitragem com Rafael Porcari. Sábado, 09/11, 19h00. Mas desde às 18h00 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!

– Mourinho disse isso, ou algum treinador do Brasileirão?

José Mourinho é um grande treinador, mas que adora tirar o foco dos seus possíveis erros e criar um “fato” para se discutir.

Nessa semana, após Fenerbahçe x Trabzonspor, o português reclamou da Liga Turca, da arbitragem e dos seus próprios dirigentes, deixando a entender que deveriam tê-lo avisado que o Fenerbahçe é “perseguido” na Turquia:

“Jogamos contra bons rivais, mas também contra o sistema. Isso é o mais difícil que existe. Jogamos contra o VAR, contra o sistema. É por isso que comemoramos assim depois de vencer. Vencemos pessoas muito, muito fortes. Estou irritado com o pessoal do Fenerbahçe que me trouxe aqui, eles me contaram metade da história. Se tivessem contado tudo, eu não teria vindo para o Fenerbahçe”.

Ao ler esse discurso, penso: ele poderia ter sido repetido por alguns treinadores que atuam aqui no Brasil… a fala é muito parecida com a de muitos!

José Mourinho se irritou com a arbitragem no jogo do Fenerbahçe pelo Campeonato Turco — Foto: Reuters

Foto: Reuters

– E se o lance de Pepê fosse no Brasil?

Rodou o mundo o lance de Fair Play de Pepê pelo Porto.

E se ele fosse jogador do Palmeiras ou do Corinthians e fizesse isso?

Lembram do Fair Play de Rodrigo Caio, pelo São Paulo?

Abaixo:

– O lance de Bruno Henrique, na visão de um árbitro:

Jogador forçar tomar um cartão, de fato, é algo bem natural no futebol brasileiro. Já presenciei diversas situações:

  • O atleta vai jogar em cidade longe na rodada seguinte, está pendurado, e “inventa” um faniquito. Toma a advertência e se comporta bem o restante do jogo.
  • O atleta vem “na maciota” e pede: “Professor, preciso tomar um Amarelo para ficar limpo para daqui dois jogos, tô com dois amarelos. Me ajuda”? E normalmente o árbitro responde: “Olhe lá o que você vai fazer! Se me querer f. ou der um pontapé em alguém, te meto o Vermelho“. Aí o jogador cava o Amarelo na demora de um escanteio, num bate-boca com um gandula ou algo bem simples.

Mas há cartão que você fica em dúvida se é “cavado” ou se é “burrice”. Por exemplo: cometer uma falta mais forte na lateral, desnecessariamente. Arranjar confusão com um simples drible sofrido, idem. Ou, o que é frequente, o cara toma cartão por reclamação e sai aplaudindo o árbitro (e logicamente recebe o segundo amarelo e “vai para o chuveiro”).

No caso de Bruno Henrique: após um lance normal de Soteldo sobre ele, o flamenguista ficou “dodói”. Estranho, ele não é um garoto, já é veterano e não costuma ter esse comportamento. Aos 50 minutos do segundo tempo, levou o amarelo e depois disso ofendeu o árbitro.

Se jovem fosse, eu imaginaria que foi o calor da partida de um inexperiente jogador, o causador de tamanho deslize. Mas não é o caso dele…

Assim como Paquetá, pesa a Bruno Henrique o fato de apostas supostamente de parentes / amigos e vizinhos acontecerem (tudo no condicional). E também na suposição de que, pessoas próximas pedem ajuda financeira a jogador, que não quer dar dinheiro em espécie para não “acostumar mal” com a ajuda dada, mas topa forçar um cartão para colaborar com a pessoa que tenta dinheiro pelo meio de apostas

Que tudo seja apurado para que não se cometa injustiça.

– E se o lance de Pepê fosse no Brasil?

Rodou o mundo o lance de Fair Play de Pepê pelo Porto.

E se ele fosse jogador do Palmeiras ou do Corinthians e fizesse isso?

Lembram do Fair Play de Rodrigo Caio, pelo São Paulo?

Abaixo:

– Análise Pré Jogo da Arbitragem para Red Bull Bragantino x Cuiabá.

E para o confronto do Massa Bruta contra o Dourado, a CBF escalou a seguinte equipe de arbitragem:

Árbitro: Marcelo de Lima Henrique – RJ (apitando pelo CE)
Árbitro Assistente 1: a confirmar
Árbitro Assistente 2: a confirmar
Quarto Árbitro: a confirmar
Assessor: a confirmar
VAR: a confirmar
AVAR: a confirmar
AVAR2: a confirmar
Observador de VAR: a confirmar
Quality manager: a confirmarF

Marcelo é veteraníssimo. Com 53 anos, está quebrando as barreiras do etarismo na arbitragem. Tendo sido FIFA por muito tempo, continua apitando com a sua experiência e mantendo um bom condicionamento físico.

Obviamente, não tem o mesmo vigor físico da juventude, mas está se cuidando bastante e treinando forte. Vez ou outra, comete erros técnicos (dentro da normalidade da arbitragem do Brasil).

Lembrando: nessa rodada, há vários árbitros FIFAs suspensos. Não tem muita gente disponível…

Desejo um bom jogo e uma grande arbitragem.

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– Análise Pré Jogo da Arbitragem para Red Bull Bragantino x Cuiabá.

E para o confronto do Massa Bruta contra o Dourado, a CBF escalou a seguinte equipe de arbitragem:

Árbitro: Marcelo de Lima Henrique – RJ (apitando pelo CE)
Árbitro Assistente 1: a confirmar (de novo, o site da CBF com problemas em “arbitragem”).
Árbitro Assistente 2: a confirmar
Quarto Árbitro: a confirmar
Assessor: a confirmar
VAR: a confirmar
AVAR: a confirmar
AVAR2: a confirmar
Observador de VAR: a confirmar
Quality manager: a confirmarF

Marcelo é veteraníssimo. Com 53 anos, está quebrando as barreiras do etarismo na arbitragem. Tendo sido FIFA por muito tempo, continua apitando com a sua experiência e mantendo um bom condicionamento físico.

Obviamente, não tem o mesmo vigor físico da juventude, mas está se cuidando bastante e treinando forte. Vez ou outra, comete erros técnicos (dentro da normalidade da arbitragem do Brasil).

Lembrando: nessa rodada, há vários árbitros FIFAs suspensos. Não tem muita gente disponível…

Desejo um bom jogo e uma grande arbitragem.

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Narração de Sérgio Loredo, reportagens de Pietro Loredo, comentários de Lucas Salema e Léo Naja, análise da arbitragem com Rafael Porcari. Sábado, 02/11, 16h00. Mas desde às 15h00 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!

– CBF afasta árbitros que erraram pelo Brasileirão!

A informação vem de Rodrigo Mattos, do UOL: a CBF afastou Bráulio da Silva Machado, Flavio Rodrigues de Souza e Ramon Abatte Abel, pelos erros da rodada, e seus respectivos VARs.

Sobre esses lances, falamos aqui: https://professorrafaelporcari.com/2024/10/27/o-penalti-em-gerson-do-flamengo-explica-a-arbitragem-brasileira/

São todos da FIFA! Assim, faltará árbitro experiente para a próxima rodada… e, por outro lado, caminho aberto para Anderson Daronco e Rafael Claus apitarem os jogos finais da Copa do Brasil (se não errarem na próxima rodada do Brasileirão e a CBF os afastarem).

Sendo assim, fica a dica: não escale quem for apitar os jogos entre Atlético Mineiro x Flamengo pelo Brasileirão. A chance de errarem até lá, é grande.

– O que está acontecendo com a arbitragem brasileira?

FUTEBOL, BRASILEIRÃO E ARBITRAGEM –
Por quê os árbitros estão errando tanto?
Falamos aqui os motivos da safra tão fraca, e os erros da rodada, em:
https://youtu.be/v8eMGwpGklo?si=52asFMhKQh_KgxdG
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