– Quanto ganhará o árbitro da Final da Copa do Brasil entre Atlético Mineiro x Flamengo?

Para a finalíssima da Copa do Brasil 2024, teremos a seguinte escala do “trio de arbitragem” (usando a linguagem antiga): 

  • Árbitro: Raphael Claus (SP)
  • Auxiliar 1: Neuza Ines Back (SP)
  • Auxiliar 2: Danilo Ricardo Simon Manis (SP)

No entanto, hoje são 12 pessoas que trabalham no chamado “Time Arbitragem da CBF”. E a remuneração será recorde. Acompanhe: 

Árbitro: R$ 21.000,00
Árbitro Assistente 1: R$ 12.600,00
Árbitro Assistente 2: R$ 12.600,00
Quarto Árbitro: R$ 3.480,00
Quinto Árbitro: R$ 3.480,00
VAR: R$ 12.600,00
AVAR 1: R$ 7.560,00
AVAR 2: R$ 7.560,00
Observador VAR: R$ 3.480,00
Assessor de Árbitros: R$ 2.780,00
Analista de Campo: R$ 1.950,00
Gerente de Qualidade: R$ 1.680,00

(Total: R$ 90.770,00, fora as diárias de R$ 315,00 para cada um, sendo dois dias de estadia).

Tem que caprichar bastante pela remuneração, não?

Atlético-MG x Flamengo: escalações, retrospecto, onde assistir e palpites

Imagem extraída de: Terra.com.br

– Análise Pré Jogo da Arbitragem para Atlético Goianiense x Red Bull Bragantino.

E para o confronto do Massa Bruta contra o Dragão,

Árbitro: Anderson Daronco -RS
Árbitro Assistente 1: Guilherme Dias Camilo – MG
Árbitro Assistente 2: Daniella Coutinho Pinto – BA
Quarto Árbitro: Joanilson Scarcella de LimaCE
VAR: Rodrigo Nunes de Sá – RJ
AVAR: Daniel do Espirito Santo ParroRJ
Observador de VAR: Rodrigo Pereira Jóia – RJ
Quality manager: Maria Victoria Benetti Vargas RJ

Como está faltando árbitro no Brasil, de novo Anderson Daronco apitará o jogo do Massa Bruta. Como já falado anteriormente, ele tem experiência, é regular tecnicamente, mas cansa bastante no segundo tempo e acaba “travando o jogo”.

Nas últimas partidas, o Red Bull Bragantino tem tido azar no placar com ele. Tomara que a sorte mude!

Acompanhe conosco o jogo entre Atlético Goianiense x Red Bull Bragantino pela Rádio Futebol Total, acessando:
YouTube: https://www.youtube.com/c/CANALDOLOREDO, ou
Facebook: https://www.facebook.com/futeboltotalbraganca, ou
Twitter: https://twitter.com/futeboltotalbra,
ou ainda pelo site: http://radiofuteboltotal.com.
Narração de Sérgio Loredo, reportagens de Pietro Loredo, comentários de Lucas Salema e Léo Naja, análise da arbitragem com Rafael Porcari. Sábado, 09/11, 19h00. Mas desde às 18h00 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!

– Mourinho disse isso, ou algum treinador do Brasileirão?

José Mourinho é um grande treinador, mas que adora tirar o foco dos seus possíveis erros e criar um “fato” para se discutir.

Nessa semana, após Fenerbahçe x Trabzonspor, o português reclamou da Liga Turca, da arbitragem e dos seus próprios dirigentes, deixando a entender que deveriam tê-lo avisado que o Fenerbahçe é “perseguido” na Turquia:

“Jogamos contra bons rivais, mas também contra o sistema. Isso é o mais difícil que existe. Jogamos contra o VAR, contra o sistema. É por isso que comemoramos assim depois de vencer. Vencemos pessoas muito, muito fortes. Estou irritado com o pessoal do Fenerbahçe que me trouxe aqui, eles me contaram metade da história. Se tivessem contado tudo, eu não teria vindo para o Fenerbahçe”.

Ao ler esse discurso, penso: ele poderia ter sido repetido por alguns treinadores que atuam aqui no Brasil… a fala é muito parecida com a de muitos!

José Mourinho se irritou com a arbitragem no jogo do Fenerbahçe pelo Campeonato Turco — Foto: Reuters

Foto: Reuters

– A Coluna no JJ sobre arbitragem:

Minha coluna no @jornaldejundiai dessa 4ª feira.

Prestigie:

– O lance de Bruno Henrique, na visão de um árbitro:

Jogador forçar tomar um cartão, de fato, é algo bem natural no futebol brasileiro. Já presenciei diversas situações:

  • O atleta vai jogar em cidade longe na rodada seguinte, está pendurado, e “inventa” um faniquito. Toma a advertência e se comporta bem o restante do jogo.
  • O atleta vem “na maciota” e pede: “Professor, preciso tomar um Amarelo para ficar limpo para daqui dois jogos, tô com dois amarelos. Me ajuda”? E normalmente o árbitro responde: “Olhe lá o que você vai fazer! Se me querer f. ou der um pontapé em alguém, te meto o Vermelho“. Aí o jogador cava o Amarelo na demora de um escanteio, num bate-boca com um gandula ou algo bem simples.

Mas há cartão que você fica em dúvida se é “cavado” ou se é “burrice”. Por exemplo: cometer uma falta mais forte na lateral, desnecessariamente. Arranjar confusão com um simples drible sofrido, idem. Ou, o que é frequente, o cara toma cartão por reclamação e sai aplaudindo o árbitro (e logicamente recebe o segundo amarelo e “vai para o chuveiro”).

No caso de Bruno Henrique: após um lance normal de Soteldo sobre ele, o flamenguista ficou “dodói”. Estranho, ele não é um garoto, já é veterano e não costuma ter esse comportamento. Aos 50 minutos do segundo tempo, levou o amarelo e depois disso ofendeu o árbitro.

Se jovem fosse, eu imaginaria que foi o calor da partida de um inexperiente jogador, o causador de tamanho deslize. Mas não é o caso dele…

Assim como Paquetá, pesa a Bruno Henrique o fato de apostas supostamente de parentes / amigos e vizinhos acontecerem (tudo no condicional). E também na suposição de que, pessoas próximas pedem ajuda financeira a jogador, que não quer dar dinheiro em espécie para não “acostumar mal” com a ajuda dada, mas topa forçar um cartão para colaborar com a pessoa que tenta dinheiro pelo meio de apostas

Que tudo seja apurado para que não se cometa injustiça.

– Análise Pré Jogo da Arbitragem para Atlético Goianiense x Red Bull Bragantino.

E para o confronto do Massa Bruta contra o Dragão,

Árbitro: Anderson Daronco -RS
Árbitro Assistente 1: Guilherme Dias Camilo – MG
Árbitro Assistente 2: Daniella Coutinho Pinto – BA
Quarto Árbitro: Joanilson Scarcella de LimaCE
VAR: Rodrigo Nunes de Sá – RJ
AVAR: Daniel do Espirito Santo ParroRJ
Observador de VAR: Rodrigo Pereira Jóia – RJ
Quality manager: Maria Victoria Benetti Vargas RJ

Como está faltando árbitro no Brasil, de novo Anderson Daronco apitará o jogo do Massa Bruta. Como já falado anteriormente, ele tem experiência, é regular tecnicamente, mas cansa bastante no segundo tempo e acaba “travando o jogo”.

Nas últimas partidas, o Red Bull Bragantino tem tido azar no placar com ele. Tomara que a sorte mude!

Acompanhe conosco o jogo entre Atlético Goianiense x Red Bull Bragantino pela Rádio Futebol Total, acessando:
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– Mourinho disse isso, ou algum treinador do Brasileirão?

José Mourinho é um grande treinador, mas que adora tirar o foco dos seus possíveis erros e criar um “fato” para se discutir.

Nessa semana, após Fenerbahçe x Trabzonspor, o português reclamou da Liga Turca, da arbitragem e dos seus próprios dirigentes, deixando a entender que deveriam tê-lo avisado que o Fenerbahçe é “perseguido” na Turquia:

“Jogamos contra bons rivais, mas também contra o sistema. Isso é o mais difícil que existe. Jogamos contra o VAR, contra o sistema. É por isso que comemoramos assim depois de vencer. Vencemos pessoas muito, muito fortes. Estou irritado com o pessoal do Fenerbahçe que me trouxe aqui, eles me contaram metade da história. Se tivessem contado tudo, eu não teria vindo para o Fenerbahçe”.

Ao ler esse discurso, penso: ele poderia ter sido repetido por alguns treinadores que atuam aqui no Brasil… a fala é muito parecida com a de muitos!

José Mourinho se irritou com a arbitragem no jogo do Fenerbahçe pelo Campeonato Turco — Foto: Reuters

Foto: Reuters

– E se o lance de Pepê fosse no Brasil?

Rodou o mundo o lance de Fair Play de Pepê pelo Porto.

E se ele fosse jogador do Palmeiras ou do Corinthians e fizesse isso?

Lembram do Fair Play de Rodrigo Caio, pelo São Paulo?

Abaixo:

– O lance de Bruno Henrique, na visão de um árbitro:

Jogador forçar tomar um cartão, de fato, é algo bem natural no futebol brasileiro. Já presenciei diversas situações:

  • O atleta vai jogar em cidade longe na rodada seguinte, está pendurado, e “inventa” um faniquito. Toma a advertência e se comporta bem o restante do jogo.
  • O atleta vem “na maciota” e pede: “Professor, preciso tomar um Amarelo para ficar limpo para daqui dois jogos, tô com dois amarelos. Me ajuda”? E normalmente o árbitro responde: “Olhe lá o que você vai fazer! Se me querer f. ou der um pontapé em alguém, te meto o Vermelho“. Aí o jogador cava o Amarelo na demora de um escanteio, num bate-boca com um gandula ou algo bem simples.

Mas há cartão que você fica em dúvida se é “cavado” ou se é “burrice”. Por exemplo: cometer uma falta mais forte na lateral, desnecessariamente. Arranjar confusão com um simples drible sofrido, idem. Ou, o que é frequente, o cara toma cartão por reclamação e sai aplaudindo o árbitro (e logicamente recebe o segundo amarelo e “vai para o chuveiro”).

No caso de Bruno Henrique: após um lance normal de Soteldo sobre ele, o flamenguista ficou “dodói”. Estranho, ele não é um garoto, já é veterano e não costuma ter esse comportamento. Aos 50 minutos do segundo tempo, levou o amarelo e depois disso ofendeu o árbitro.

Se jovem fosse, eu imaginaria que foi o calor da partida de um inexperiente jogador, o causador de tamanho deslize. Mas não é o caso dele…

Assim como Paquetá, pesa a Bruno Henrique o fato de apostas supostamente de parentes / amigos e vizinhos acontecerem (tudo no condicional). E também na suposição de que, pessoas próximas pedem ajuda financeira a jogador, que não quer dar dinheiro em espécie para não “acostumar mal” com a ajuda dada, mas topa forçar um cartão para colaborar com a pessoa que tenta dinheiro pelo meio de apostas

Que tudo seja apurado para que não se cometa injustiça.

– E se o lance de Pepê fosse no Brasil?

Rodou o mundo o lance de Fair Play de Pepê pelo Porto.

E se ele fosse jogador do Palmeiras ou do Corinthians e fizesse isso?

Lembram do Fair Play de Rodrigo Caio, pelo São Paulo?

Abaixo:

– Análise Pré Jogo da Arbitragem para Red Bull Bragantino x Cuiabá.

E para o confronto do Massa Bruta contra o Dourado, a CBF escalou a seguinte equipe de arbitragem:

Árbitro: Marcelo de Lima Henrique – RJ (apitando pelo CE)
Árbitro Assistente 1: a confirmar
Árbitro Assistente 2: a confirmar
Quarto Árbitro: a confirmar
Assessor: a confirmar
VAR: a confirmar
AVAR: a confirmar
AVAR2: a confirmar
Observador de VAR: a confirmar
Quality manager: a confirmarF

Marcelo é veteraníssimo. Com 53 anos, está quebrando as barreiras do etarismo na arbitragem. Tendo sido FIFA por muito tempo, continua apitando com a sua experiência e mantendo um bom condicionamento físico.

Obviamente, não tem o mesmo vigor físico da juventude, mas está se cuidando bastante e treinando forte. Vez ou outra, comete erros técnicos (dentro da normalidade da arbitragem do Brasil).

Lembrando: nessa rodada, há vários árbitros FIFAs suspensos. Não tem muita gente disponível…

Desejo um bom jogo e uma grande arbitragem.

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ou ainda pelo site: http://radiofuteboltotal.com.
Narração de Sérgio Loredo, reportagens de Pietro Loredo, comentários de Lucas Salema e Léo Naja, análise da arbitragem com Rafael Porcari. Sábado, 02/11, 16h00. Mas desde às 15h00 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!

– Análise Pré Jogo da Arbitragem para Red Bull Bragantino x Cuiabá.

E para o confronto do Massa Bruta contra o Dourado, a CBF escalou a seguinte equipe de arbitragem:

Árbitro: Marcelo de Lima Henrique – RJ (apitando pelo CE)
Árbitro Assistente 1: a confirmar (de novo, o site da CBF com problemas em “arbitragem”).
Árbitro Assistente 2: a confirmar
Quarto Árbitro: a confirmar
Assessor: a confirmar
VAR: a confirmar
AVAR: a confirmar
AVAR2: a confirmar
Observador de VAR: a confirmar
Quality manager: a confirmarF

Marcelo é veteraníssimo. Com 53 anos, está quebrando as barreiras do etarismo na arbitragem. Tendo sido FIFA por muito tempo, continua apitando com a sua experiência e mantendo um bom condicionamento físico.

Obviamente, não tem o mesmo vigor físico da juventude, mas está se cuidando bastante e treinando forte. Vez ou outra, comete erros técnicos (dentro da normalidade da arbitragem do Brasil).

Lembrando: nessa rodada, há vários árbitros FIFAs suspensos. Não tem muita gente disponível…

Desejo um bom jogo e uma grande arbitragem.

Acompanhe conosco o jogo entre Red Bull Bragantino vs Cuiabá pela Rádio Futebol Total, acessando:
YouTube: https://www.youtube.com/c/CANALDOLOREDO, ou
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ou ainda pelo site: http://radiofuteboltotal.com.
Narração de Sérgio Loredo, reportagens de Pietro Loredo, comentários de Lucas Salema e Léo Naja, análise da arbitragem com Rafael Porcari. Sábado, 02/11, 16h00. Mas desde às 15h00 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!

– CBF afasta árbitros que erraram pelo Brasileirão!

A informação vem de Rodrigo Mattos, do UOL: a CBF afastou Bráulio da Silva Machado, Flavio Rodrigues de Souza e Ramon Abatte Abel, pelos erros da rodada, e seus respectivos VARs.

Sobre esses lances, falamos aqui: https://professorrafaelporcari.com/2024/10/27/o-penalti-em-gerson-do-flamengo-explica-a-arbitragem-brasileira/

São todos da FIFA! Assim, faltará árbitro experiente para a próxima rodada… e, por outro lado, caminho aberto para Anderson Daronco e Rafael Claus apitarem os jogos finais da Copa do Brasil (se não errarem na próxima rodada do Brasileirão e a CBF os afastarem).

Sendo assim, fica a dica: não escale quem for apitar os jogos entre Atlético Mineiro x Flamengo pelo Brasileirão. A chance de errarem até lá, é grande.

– O que está acontecendo com a arbitragem brasileira?

FUTEBOL, BRASILEIRÃO E ARBITRAGEM –
Por quê os árbitros estão errando tanto?
Falamos aqui os motivos da safra tão fraca, e os erros da rodada, em:
https://youtu.be/v8eMGwpGklo?si=52asFMhKQh_KgxdG
.

– O pênalti em Gerson do Flamengo explica a arbitragem brasileira.

A – Mandaca (JUV) e Gerson (FLA) se esbarram. O flamenguista cai e o árbitro Bráulio da Silva Machado marca pênalti equivocadamente. Na cabine, há VAR, AVAR 1, AVAR 2, Assessor do VAR e Quality Management. Ainda assim conseguiu-se errar… O Twitter do Juventude publicou que “se isso é pênalti, eu sou uma Brastemp que lava e seca”.

B – Aos 45 minutos do segundo tempo, o árbitro Flávio Rodrigues de Souza marcou um pênalti inexistente para o Vitória, que foi decisivo para o triunfo do time baiano diante do Fluminense. Mano Menezes chamou o lance de “pênalti Mandrake“.

C – Ramon Abatti Abel se superou: marcou dois pênaltis inexistentes ao Palmeiras e deixou de expulsar Lucero num jogo marcado por muitos erros (vide aqui a análise dessa partida: https://wp.me/p4RTuC-11Tn).

De positivo na rodada, apenas Rodrigo José Pereira (FIFA/PE) que expulsou Rafa Silva aos 4 segundos de jogo (você não leu errado, o cruzeirense agrediu um jogador do Athletico no apito inicial). Mas repare: 

Bráulio é FIFA. Flávio é FIFA, Abatti é FIFA. Nesta rodada, tivemos 9 árbitros da FIFA escalados em 10 jogos (Marcelo de Lima Henrique, veterano e ex-FIFA, apitou Atlético Mineiro x Internacional). Indisponível apenas Paulo Zanovelli, que havia sido suspenso por 15 dias por conta do erro de direito em Fluminense x São Paulo e, após o Tricolor do Morumbi reclamar que o STJD não havia anulado o seu jogo, conseguiu como compensação mais 15 dias de gancho ao juiz (pedido feito pelo próprio time e atendido de pronto).

Se os novatos não dão conta, e os FIFAs (que são a elite da arbitragem brasileira) não resolvem, não é melhor importar árbitros? Veja que nos últimos jogos da Libertadores e da Sul-americana, os estrangeiros não tem dado problemas.

Mas um agravante: os clubes não ajudam a já fraca arbitragem. E daí veio a motivação do título desse post com a chamada do pênalti de Gerson: há 3 dias, Bruno Spindel disse: A arbitragem tem medo de errar contra os outros clubes, e não tem contra o Flamengo. O mesmo Bruno recorrigiu sua fala após o erro a favor do Mengão ontem?

Árbitro, na verdade, tem medo de errar contra time grande, contra camisa pesada e, principalmente, contra clube que tem força política. E erra-se muito no futebol brasileiro, e quem grita quando o erro é contrário, cala-se com o erro a favor.

Outro exemplo notório? Abel Ferreira, sobre os dois pênaltis inexistentes a seu favor, respondeu de maneira tranquila e serena: “Eu marcaria e você não marcaria, é interpretação”. Se fosse ao contrário… Abel, João Martins e Vitor Castanheira estariam falando do sistema, de perseguição, de melhorar o futebol, disso e daquilo, com sangue nos olhos e esbravejando aos quatro cantos. Mas como os erros foram a favor do Verdão… muda-se o tom! Que chance Abel perdeu de ser aplaudido e declarar: “já fomos prejudicados, e hoje fomos ajudados; a arbitragem é ruim sempre e precisamos melhorar”.

Além dessa pressão dos cartolas e medo de ficar fora de escalas, outros fatores explicam essa fraca arbitragem:

  • Os árbitros de hoje não têm personalidade. Ao invés de baterem no peito e assumirem suas decisões, jogam a responsabilidade à cabine do VAR, pois sabem que alguém da CA-CBF está lá, além de outros 3 elementos decidindo em um ar condicionado. Por mais que se tenham telões, a visão do árbitro em campo e o calor da partida não são reproduzidos nesses meios eletrônicos. Mas o árbitro prefere transferir a decisão…
  • A má formação dos juízes: antes se começava a apitar na cadeia (era para ganhar experiência na marra) e na várzea; hoje se inicia em Sub 11. Antes, chegar ao Morumbi, Mineirão ou Maracanã era o momento final, o auge da carreira. Hoje, pula-de da série D com a Série A com uma facilidade enorme, por falta de árbitros, e vai-se aprendendo a dirigir um jogo em estádios míticos. É como querer trocar o pneu do carro com ele rodando…
  • Privilegia-se o corpanzil, a condição atlética e a aparência do que a qualidade técnica. Quantos árbitros da altura e físico de um Emídio Marques Mesquita, Roberto Nunes Morgado ou Paulo César de Oliveira temos? Há de ser “sarado” para estar na telinha… além disso, quantos negros no apito estão na elite no país de Pelé, Garrincha, Didi, Ronaldinho Gaúcho e tantos outros grandes pretos da bola?
  • Os VARs querem ser protagonistas e participarem efusivamente do jogo. É o equivocado “reapitar a partida”, tão combatido pela FIFA, que os árbitros de vídeo insistem em praticar. Lembrando que das nações importantes no futebol, quase todas estiveram no Mundial, mas a FIFA recusou nossos VARs na última Copa do Mundo.
  • Alguém pode dizer que existem mais câmeras e isso é covardia contra o árbitro. Ao contrário, hoje ele pode usar as câmeras a seu favor! E ainda assim, o faz errado… prova da dificuldade técnica.

Enfim: nesse péssimo final de semana na arbitragem, onde a elite entrou em campo e não resolveu, insisto: nos jogos importantes, que se traga árbitros bons de fora, a fim de evitar queixas e outros problemas.

– CBF afasta árbitros que erraram pelo Brasileirão!

A informação vem de Rodrigo Mattos, do UOL: a CBF afastou Bráulio da Silva Machado, Flavio Rodrigues de Souza e Ramon Abatte Abel, pelos erros da rodada, e seus respectivos VARs.

Sobre esses lances, falamos aqui: https://professorrafaelporcari.com/2024/10/27/o-penalti-em-gerson-do-flamengo-explica-a-arbitragem-brasileira/

São todos da FIFA! Assim, faltará árbitro experiente para a próxima rodada… e, por outro lado, caminho aberto para Anderson Daronco e Rafael Claus apitarem os jogos finais da Copa do Brasil (se não errarem na próxima rodada do Brasileirão e a CBF os afastarem).

Sendo assim, fica a dica: não escale quem for apitar os jogos entre Atlético Mineiro x Flamengo pelo Brasileirão. A chance de errarem até lá, é grande.

– Os 4 lances polêmicos de Palmeiras 2×2 Fortaleza.

Como disse um amigo meu: a tarde de sábado “não foi boa para os ‘Abéis’ no futebol”. O treinador palmeirense Abel Ferreira foi criticado, bem como o árbitro Ramon Abatti Abel.

Vamos aos lances polêmicos:

1) Aos 24m: Raphael Veiga lança Flaco Lopes, que tem Titi na sua marcação. O atacante cai, mas não há falta do defensor. Repare que Titi está com o braço nas costas de Flaco, mas não o desequilibra. Flaco sente o contato e se joga, e isso tem sido lembrado pela FIFA desde 2020: nem todo puxão ou empurrão é falta, deve existir desequilíbrio real na força exercida. E o árbitro marcou pênalti… errou!

2) Aos 51m: Caio Paulista chuta para o gol, e a bola bate em Pikachu. O defensor está com o braço colado, se vira, a bola bate em sua mão de maneira natural. E aqui, tenho muita preocupação com a justificativa: “o jogador ampliou seu espaço corporal”. Ora, você só pode levar isso em consideração se for por movimento antinatural! Por movimento natural e/ou ocasional, isso não pode ser considerado. De novo, o árbitro errou… E fico pensando: o VAR chamou e sugestionou ao erro, ou o árbitro mudou de opinião por conta própria? Em ambas situações, isso é equívoco.

Repararam quanto tempo se perdeu em análises de pênalti? Não pode demorar tanto…

3) Aos 74m: Lucero dá uma cotovelada certeira no rosto de Richard Ríos. É o lance clássico para Cartão Vermelho, mas Ramon Abatti Abel/SC prefere o Cartão Amarelo. Esse é o erro crasso (cotovelada deliberada) em que o VAR Pablo Ramon Gonçalves Pinheiro/RN deve pedir a revisão do cartão ao árbitro.

4) O segundo gol do Fortaleza: há a reclamação de que a jogada que iniciou a posse de bola (e resultou posteriormente num gol) foi de uma falta cobrada com a bola rolando. Não me parece! A impressão que eu tenho é que o jogador a toca quando a bola para de se mexer.

Escudos de Palmeiras e Fortaleza

Palmeiras x Fortaleza (Imagem: Rodrigo Mozelli/Olhar Digital)

– 161 anos de Futebol e 11 curiosidades.

Em 26 de outubro de 1863, findava em Londres uma vitoriosa campanha encabeçada por universitários e pelo jornalista John Cartwright: a da padronização das diversas práticas de ‘football’.

Como o esporte era jogado sob a orientação dos diversos colégios e associações esportivas, não haviam regras únicas para o futebol. Há mais de um século e meio, na Freemason’s Tavern, dessa união de esforços nasceu a “The Football Association” (a FA é a ‘CBF inglesa’), que visava, como mote maior, divulgar um único conjunto de medidas para que o jogo de futebol fosse disputado uniformemente em toda a Grã-Bretanha.

Nascia assim o livro The Simplest Play, que nada mais eram as Regras do Jogo de Futebol, com 14 capítulos.

Vamos a algumas curiosidades? Selecionei 11 itens, já que em 1870 o futebol passou a ser jogado com esse número de atletas, definido pela regra 3 até hoje.

1) As traves (Regra 1) eram compostas apenas por postes; o travessão (ou seja, a parte de cima da meta) só surgiu 2 anos mais tarde, tamanha era a confusão para se determinar se os chutes muito altos tinham sido gol ou não;

2) Infrações (Regra 12) eram resumidas como: são proibidas rasteiras, caneladas e cotoveladas, bem como golpear ou segurar a bola com a mão; simples assim!

3) Não existia a figura do árbitro (Regra 5), que só surgiu em 1868, e ficava sentado numa cadeira, na sombra, servindo para tirar as dúvidas dos capitães das equipes (que eram as pessoas que decidiam se havia alguma falta ou não em comum acordo). Somente em 1878 é que surgiu o apito, mas ainda não servia para marcar faltas, mas para avisar sobre o começo e término dos jogos. Em 1881, enfim o árbitro entrou em campo e começou a decidir sobre infrações sem a consulta de capitães, fazendo parte da regra.

4) O tempo de jogo (Regra 7) é definido em 90 minutos (1893), com intervalo e acréscimos. Antes, se desse o tempo, encerrava a partida imediatamente, quer a bola estivesse no ataque ou não.

5) O pênalti (Regra 14) surge em 1891. Até então, nas faltas próximas ao gol, os jogadores se aglomeravam em cima da linha de meta e formavam um muro sobre ela.

6) Diversas infrações poderiam deixar de serem marcadas, caso a equipe que sofresse a falta achasse que não importava a marcação. Ou seja, nascia em 1903 a “lei da vantagem” (não era o árbitro quem determinava se seguia ou não o lance).

7) O goleiro podia segurar a bola com a mão por toda a sua metade do campo. Em 1907, radicalizou-se e o arqueiro só podia colocar as mãos dentro da grande área. Mas somente em 1921 alguém teve a idéia de que eles deveriam usar roupas diferentes dos jogadores de linha, para não confundir as pessoas.

8) Preocupada com a saúde dos atletas, decidiu-se em 1924 que, se o árbitro considerasse que um jogador estivesse contundido, deveria parar o jogo para que ele fosse atendido. Antes, o lesionado deveria se arranjar sozinho para deixar o campo e o jogo não deveria ser interrompido.

9) Uma revolução aconteceu em 1925: o impedimento (Regra 11) passou a exigir que ao menos 2 atletas (antes, eram 3) estivessem dando condição para que o jogo prosseguisse.

10) Em 1938, numa ‘reengenharia’ esportiva, definiu-se as 17 regras do futebol que persistem até hoje, com algumas alterações ao longo do século.

11) Somente em 1970 permitiu-se substituições de atletas universalmente (Regra 3). Antes (desde 1966), eram permitidas somente em partidas que envolvessem clubes. Também temos a adoção dos cartões amarelos e vermelhos (Regra 12).

É claro que ao longo do século XX outras tantas modificações surgiram, como o tempo de 6 segundos da posse do goleiro com a bola nas mãos, mesma linha deixar de ser impedimento, 3ª substituição, área técnica, entre outras. E no século XXI, o VAR.

E você, teria alguma sugestão para mudanças de Regra do Futebol, no dia do seu aniversário de 161 anos?

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– Análise Pré Jogo da Arbitragem para Red Bull Bragantino x Botafogo.

E para o confronto do Massa Bruta contra o Fogão, a CBF escalou:

Árbitro: Anderson Daronco-RS
Árbitro Assistente 1:Luanderson Lima dos Santos-BA
Árbitro Assistente 2: Victor Hugo Imazu dos Santos-PR
Quarto Árbitro: André Luiz Skettino Policarpo Bento-MG
Assessor: Ana Karina Marques Valentin-PE
VAR: Wagner Reway-ES
AVAR: Helton Nunes-SC
AVAR2: Charly Wendy Straub Deretti-SC
Observador de VAR: Renato Cardoso da Conceição-MG
Quality manager: Mikael Silva de Araújo-CBF

Repararam quanta gente de toda parte do Brasil? Difícil entrosar uma equipe de arbitragem tão diversa…

Sobre Daronco: ele aparenta estar pesado nas suas últimas atuações, e os jogos não fluem pois, especialmente no 2º tempo, os reinícios de partida são mais demorados. Apesar disso, melhorou num quesito que pecava demais: em qualquer mão na bola (movimento natural ou não-intencional) marcava pênalti, e agora ele respeita o toque ocasional.

Mesmo com as polêmicas do último domingo na Neo Química Arena, Anderson Daronco está prestigiado. Afinal, todo jogo importante Seneme está escalando os FIFAs (até porque não temos tantos árbitros à disposição).

Para essa escala, especificamente, John Textor ficará feliz: afinal, não tem queixa de jogos do árbitro gaúcho. Curiosamente, pelo Brasileirão em 2024, em jogos do Fogão, ele apitou Corinthians x Botafogo, Botafogo x Palmeiras e Botafogo x Corinthians todos com vitória do time carioca. Também em 2023 deu sorte ao time: apitou as vitórias do Botafogo contra o Corinthians e Red Bull Bragantino em casa, além da vitória contra o América fora. O resultado menos ruim foi no segundo turno, no empate em 2×2 contra o próprio Massa Bruta, fora de casa.

Uma observação: quanto mais jogos um árbitro trabalha, menos tempo para preparação física devido as escalas exigirem viagens e deslocamentos longos (será o 42º jogo dele em 2024, nas diversas competições). A corrida de um jogo não é treino, é serviço! E dar tempo ao descanso para a recuperação, é fundamental para o aprimoramento.

Enfim: em nenhuma partida a IA de Textor levantou algo contra Daronco. Desejo boa sorte ao árbitro e um ótimo jogo.

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ou ainda pelo site: http://radiofuteboltotal.com.
Narração de Sérgio Loredo, reportagens de Pietro Loredo, comentários de Lucas Salema e Léo Naja, análise da arbitragem com Rafael Porcari. Sábado, 26/10, 19h00. Mas desde às 18h estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!

– Duas Regras que mudaram, esquecidas, de maneira bem didática: Cruz Azul 3×2 Toluca (lembrando de Aragão no Palmeiras x Santos):

Veja esse lance didático, da 7ª Rodada do Campeonato Mexicano de 2021, onde o árbitro foi protagonista e duas regras que mudaram recentemente, foram aplicadas (é muito inusitado).

O ataque do Cruz Azul dispara em contra-ataque e vence a defesa do Toluca. Ao chutar para o gol, a bola bate na trave e sobra para o uruguaio Jhonatan Rodriguez, que vê a meta aberta e chuta para fazer seu tento. Eis que o árbitro Óscar Macias cruza a frente do atacante (um erro de posicionamento primário do juizão, nunca você deve ficar na frente da bola, mas à esquerda dela, lateralmente). A bola bate em seu calcanhar e sai… salvando o gol!

Mas o que o árbitro deve fazer nesse caso (além de pedir desculpas)?

Antes, o árbitro era neutro. Ou seja: se a bola batesse nele, o jogo continuaria (como se batesse numa trave). Temos como grande exemplo o gol que bateu eme José de Assis Aragão num Palmeiras x Santos (relembre aqui na brilhante narração de Osmar Santos, uma pérola: https://www.youtube.com/watch?v=Fk50gmXse0o).

Hoje, a regra mudou: o árbitro é um corpo estranho! Se a bola bater nele:

o jogo será paralisado pelo árbitro se a jogada virou uma situação de ataque por esse contato (e que anteriormente não era),
– idem se a bola entrar para o gol (portanto, não valeria o gol de Aragão hoje),
– idem se a posse de bola for para o adversário.

Só não será paralisada a partida se a bola bater no árbitro e acabar continuando em posse da equipe, sem ter mudado para uma situação de ataque.

E aí vem a outra mudança, mais silenciosa, que pouca gente não percebeu: extinguiu-se disputa de bola num “bola ao chão”!

Veja que curioso: quando a bola batia num corpo estranho, a partida era paralisada imediatamente, você chamava atletas das duas equipes e soltava a bola ao chão. Isso mudou:

– se uma bola bater num corpo estranho e esse toque não tiver algum prejuízo, segue o jogo sem paralisação;
– se o toque for relevante, paralisa-se a partida, reinicia-se com bola ao chão para quem tocou por último na bola (o que é mais justo). O adversário tem que ficar a 4 metros de distância (bem como os companheiros de quem vai reiniciar o jogo com o bola ao chão).
se a bola bater no árbitro na grande área (e é uma exceção da regra), o bola ao chão é sumariamente ao goleiro.

Também não é mais permitido que quem cobre o bola ao chão, faça um gol. O motivo é: muitas vezes, dois atletas estavam esperando a bola cair ao chão e alguém, por Fair Play, dizia que devolveria a bola ao goleiro. Na prática, ele enganava o adversário, dominava essa bola, partia para o ataque e fazia um gol (e o “pau comia”). Hoje, isso não ocorre mais, já que só se pode fazer um gol após dois jogadores tocarem na bola depois do reinício de bola ao chão.

Pergunto: não seria legal se a FIFA explicasse melhor esses detalhes “escondidos” da regra?

Veja o lance, em: https://www.youtube.com/watch?v=AnDePZDqJ9w

Se quiser salvar o vídeo, abaixo:

– Análise Pré Jogo da Arbitragem para Red Bull Bragantino x Botafogo.

E para o confronto do Massa Bruta contra o Fogão, a CBF escalou:

Árbitro: Anderson Daronco-RS
Árbitro Assistente 1:Luanderson Lima dos Santos-BA
Árbitro Assistente 2: Victor Hugo Imazu dos Santos-PR
Quarto Árbitro: André Luiz Skettino Policarpo Bento-MG
Assessor: Ana Karina Marques Valentin-PE
VAR: Wagner Reway-ES
AVAR: Helton Nunes-SC
AVAR2: Charly Wendy Straub Deretti-SC
Observador de VAR: Renato Cardoso da Conceição-MG
Quality manager: Mikael Silva de Araújo-CBF

Repararam quanta gente de toda parte do Brasil? Difícil entrosar uma equipe de arbitragem tão diversa…

Sobre Daronco: ele aparenta estar pesado nas suas últimas atuações, e os jogos não fluem pois, especialmente no 2º tempo, os reinícios de partida são mais demorados. Apesar disso, melhorou num quesito que pecava demais: em qualquer mão na bola (movimento natural ou não-intencional) marcava pênalti, e agora ele respeita o toque ocasional.

Mesmo com as polêmicas do último domingo na Neo Química Arena, Anderson Daronco está prestigiado. Afinal, todo jogo importante Seneme está escalando os FIFAs (até porque não temos tantos árbitros à disposição).

Para essa escala, especificamente, John Textor ficará feliz: afinal, não tem queixa de jogos do árbitro gaúcho. Curiosamente, pelo Brasileirão em 2024, em jogos do Fogão, ele apitou Corinthians x Botafogo, Botafogo x Palmeiras e Botafogo x Corinthians todos com vitória do time carioca. Também em 2023 deu sorte ao time: apitou as vitórias do Botafogo contra o Corinthians e Red Bull Bragantino em casa, além da vitória contra o América fora. O resultado menos ruim foi no segundo turno, no empate em 2×2 contra o próprio Massa Bruta, fora de casa.

Uma observação: quanto mais jogos um árbitro trabalha, menos tempo para preparação física devido as escalas exigirem viagens e deslocamentos longos (será o 42º jogo dele em 2024, nas diversas competições). A corrida de um jogo não é treino, é serviço! E dar tempo ao descanso para a recuperação, é fundamental para o aprimoramento.

Enfim: em nenhuma partida a IA de Textor levantou algo contra Daronco. Desejo boa sorte ao árbitro e um ótimo jogo.

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Narração de Sérgio Loredo, reportagens de Pietro Loredo, comentários de Lucas Salema e Léo Naja, análise da arbitragem com Rafael Porcari. Sábado, 26/10, 19h00. Mas desde às 18h estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!

– Duas Regras que mudaram, esquecidas, de maneira bem didática: Cruz Azul 3×2 Toluca (lembrando de Aragão no Palmeiras x Santos):

Veja esse lance didático, da 7ª Rodada do Campeonato Mexicano de 2021, onde o árbitro foi protagonista e duas regras que mudaram recentemente, foram aplicadas (é muito inusitado).

O ataque do Cruz Azul dispara em contra-ataque e vence a defesa do Toluca. Ao chutar para o gol, a bola bate na trave e sobra para o uruguaio Jhonatan Rodriguez, que vê a meta aberta e chuta para fazer seu tento. Eis que o árbitro Óscar Macias cruza a frente do atacante (um erro de posicionamento primário do juizão, nunca você deve ficar na frente da bola, mas à esquerda dela, lateralmente). A bola bate em seu calcanhar e sai… salvando o gol!

Mas o que o árbitro deve fazer nesse caso (além de pedir desculpas)?

Antes, o árbitro era neutro. Ou seja: se a bola batesse nele, o jogo continuaria (como se batesse numa trave). Temos como grande exemplo o gol que bateu eme José de Assis Aragão num Palmeiras x Santos (relembre aqui na brilhante narração de Osmar Santos, uma pérola: https://www.youtube.com/watch?v=Fk50gmXse0o).

Hoje, a regra mudou: o árbitro é um corpo estranho! Se a bola bater nele:

o jogo será paralisado pelo árbitro se a jogada virou uma situação de ataque por esse contato (e que anteriormente não era),
– idem se a bola entrar para o gol (portanto, não valeria o gol de Aragão hoje),
– idem se a posse de bola for para o adversário.

Só não será paralisada a partida se a bola bater no árbitro e acabar continuando em posse da equipe, sem ter mudado para uma situação de ataque.

E aí vem a outra mudança, mais silenciosa, que pouca gente não percebeu: extinguiu-se disputa de bola num “bola ao chão”!

Veja que curioso: quando a bola batia num corpo estranho, a partida era paralisada imediatamente, você chamava atletas das duas equipes e soltava a bola ao chão. Isso mudou:

– se uma bola bater num corpo estranho e esse toque não tiver algum prejuízo, segue o jogo sem paralisação;
– se o toque for relevante, paralisa-se a partida, reinicia-se com bola ao chão para quem tocou por último na bola (o que é mais justo). O adversário tem que ficar a 4 metros de distância (bem como os companheiros de quem vai reiniciar o jogo com o bola ao chão).
se a bola bater no árbitro na grande área (e é uma exceção da regra), o bola ao chão é sumariamente ao goleiro.

Também não é mais permitido que quem cobre o bola ao chão, faça um gol. O motivo é: muitas vezes, dois atletas estavam esperando a bola cair ao chão e alguém, por Fair Play, dizia que devolveria a bola ao goleiro. Na prática, ele enganava o adversário, dominava essa bola, partia para o ataque e fazia um gol (e o “pau comia”). Hoje, isso não ocorre mais, já que só se pode fazer um gol após dois jogadores tocarem na bola depois do reinício de bola ao chão.

Pergunto: não seria legal se a FIFA explicasse melhor esses detalhes “escondidos” da regra?

Veja o lance, em: https://www.youtube.com/watch?v=AnDePZDqJ9w

Se quiser salvar o vídeo, abaixo:

– É preciso falar: o VAR quebra a dinâmica do futebol!

No último sábado, Ramon Abatti Abel representou perfeitamente o espírito da arbitragem brasileira atual, desde a introdução do VAR: o de transferir a responsabilidade de lances para  cabine.

Em Vasco x Atlético Mineiro, Otávio colocou a mão na bola intencionalmente. Não foi movimento nem natural, nem antinatural. Foi deliberado!

O árbitro deve marcar pênalti, e não há o que contestar. O VAR, como sugere o protocolo, fez a revisão. Mas ficamos vários minutos esperando o árbitro de vídeo decidir alguma coisa, e ainda assim Abatti foi ao monitor. Perdeu-se um tempão enorme, desnecessariamente. Lance claro, sem dúvida alguma, e o próprio árbitro foi ver a decisão dele para um possível momento de se “reapitar” o jogo.

É justamente isso que a FIFA não quer: se surgir uma dúvida (e esse lance não era duvidoso), mantenha-se a decisão de campo. Se o lance for claro (como foi), agilize-se a partida. Porém, nenhum juiz quer bater no peito e assumir o lance. Deixe para a equipe de VAR, com seus AVARs e demais membros no ar-condicionado…

Tanta demora causa apreensão, traz nervosismo e tensão maior à partida, além de que quebra o ritmo de jogo das equipes e acaba com toda a dinâmica. 

Fico pensando: nos Jogos Olímpicos, tivemos um outro Ramon Abatti Abel apitando. O que houve com ele, que lá em Paris não sucumbia ao VAR?

Arte: Olhar Digital

– Árbitro pode receber camisa de time de futebol?

Sobre a polêmica de Anderson Daronco ter recebido ou não uma camisa do Flamengo, saiba como os clubes agem e o que a CBF pede, em: https://youtu.be/pGSrw5zSw7g?si=qw_7PDPetsQgUHf6

– 28m, Corinthians 0(0)x(1)0 Flamengo: Cartão Vermelho correto e Cartão Amarelo irregular.

Dois lances polêmicos no primeiro tempo:

O que a Regra diz, de maneira bem didática, quanto a expulsão de Bruno Henrique:

  • Você não pode disputar uma bola com o pé alto, levando perigo ao seu adversário com a sola. Se o fizer:
  1. Se não atingir o seu adversário, é tiro livre indireto (falta em dois lances, sem cartão).
  2. Se atingir “de raspão”, “ao lado”, “sem precisão”, “de leve”, é tiro livre direto e cartão amarelo.
  3. Se atingir “em cheio” (voluntariamente ou não, pois reforce-se, mesmo sem querer é proibido erguer o pé daquela forma) é para cartão vermelho.

Recordo-me de um lance muito parecido: Adriano Imperador,  num amistoso da Seleção Brasileira contra a Coreia do Sul, em atitude semelhante (também expulso).

IMPORTANTE: o lance de Gustavo Henrique, aos 21m, agarrando Arrascaeta.

O atacante está indo em direção ao gol. Não corta para o lado, nada que possa dizer que ele não irá ficar apenas com o goleiro para finalizar. Não há adversário que possa chegar a tempo para tentar interceptá-lo. Sendo assim: situação clara e manifesta de gol, lance para Cartão Vermelho (Daronco erra e dá Amarelo).

A pergunta é: com quase 70 minutos a serem jogados, como seria o jogo se o Corinthians ficasse com 10 atletas?

– É preciso falar: o VAR quebra a dinâmica do futebol!

No último sábado, Ramon Abatti Abel representou perfeitamente o espírito da arbitragem brasileira atual, desde a introdução do VAR: o de transferir a responsabilidade de lances para  cabine.

Em Vasco x Atlético Mineiro, Otávio colocou a mão na bola intencionalmente. Não foi movimento nem natural, nem antinatural. Foi deliberado!

O árbitro deve marcar pênalti, e não há o que contestar. O VAR, como sugere o protocolo, fez a revisão. Mas ficamos vários minutos esperando o árbitro de vídeo decidir alguma coisa, e ainda assim Abatti foi ao monitor. Perdeu-se um tempão enorme, desnecessariamente. Lance claro, sem dúvida alguma, e o próprio árbitro foi ver a decisão dele para um possível momento de se “reapitar” o jogo.

É justamente isso que a FIFA não quer: se surgir uma dúvida (e esse lance não era duvidoso), mantenha-se a decisão de campo. Se o lance for claro (como foi), agilize-se a partida. Porém, nenhum juiz quer bater no peito e assumir o lance. Deixe para a equipe de VAR, com seus AVARs e demais membros no ar-condicionado…

Tanta demora causa apreensão, traz nervosismo e tensão maior à partida, além de que quebra o ritmo de jogo das equipes e acaba com toda a dinâmica. 

Fico pensando: nos Jogos Olímpicos, tivemos um outro Ramon Abatti Abel apitando. O que houve com ele, que lá em Paris não sucumbia ao VAR?

Arte: Olhar Digital

– Análise Pré Jogo da Arbitragem para Vitória x Red Bull Bragantino.

E para o confronto do Massa Bruta contra o Leão, a CBF escalou a seguinte equipe de arbitragem:

Árbitro: Dênis da Silva Ribeiro Serafim – AL
Árbitro Assistente 1: Eduardo Goncalves da Cruz- MS
Árbitro Assistente 2: Luís Filipe Gonçalves Corrêa – PB
Quarto Árbitro: Joanilson Scarcella de Lima – CE
Assessor: Sérgio Cristiano do Nascimento – RJ
VAR: Igor Junio Benevenuto de Oliveira – MG
AVAR: Marcus Vinícius Gomes – MG
AVAR2: Elmo Alves Resende Cunha – GO
Observador de VAR: José Antonio Chaves Franco Filho – RS
Quality manager: Tatiana Pacheco Lima Guedes – CBF

Dênis tem 39 anos e costuma apitar jogos da série B com bastante frequência. Todo ano, ele é premiado com 1 ou 2 jogos da Série A, mas não se firma na divisão. No ano passado, apitou sem problemas Red Bull Bragantino 1×2 Fortaleza. Em 2024, apitou Red Bull Bragantino x Athletico, e agora volta à série A, novamente em um jogo do Massa Bruta.

Ele costuma deixar o jogo correr e não aplica muitos cartões. Não tem tido problemas em campo.

Curiosidade: em 2021, Dênis (que sofre de incontinência urinária) precisou parar um jogo da Copa do Brasil e fazer xixi em campo. Vide aqui: https://wp.me/p55Mu0-2Ml.

Acompanhe conosco o jogo entre Vitória x Red Bull Bragantino pela Rádio Futebol Total, acessando:
YouTube: https://www.youtube.com/c/CANALDOLOREDO, ou
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ou ainda pelo site: http://radiofuteboltotal.com.
Narração de Sérgio Loredo, reportagens de Pietro Loredo, comentários de Lucas Salema e Léo Naja, análise da arbitragem com Rafael Porcari. Sábado, 19/10, 16h00. Mas desde às 15h00 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!

– Análise Pré Jogo da Arbitragem para Vitória x Red Bull Bragantino.

E para o confronto do Massa Bruta contra o Leão, a CBF escalou a seguinte equipe de arbitragem:

Árbitro: Dênis da Silva Ribeiro Serafim – AL
Árbitro Assistente 1: Eduardo Goncalves da Cruz- MS
Árbitro Assistente 2: Luís Filipe Gonçalves Corrêa – PB
Quarto Árbitro: Joanilson Scarcella de Lima – CE
Assessor: Sérgio Cristiano do Nascimento – RJ
VAR: Igor Junio Benevenuto de Oliveira – MG
AVAR: Marcus Vinícius Gomes – MG
AVAR2: Elmo Alves Resende Cunha – GO
Observador de VAR: José Antonio Chaves Franco Filho – RS
Quality manager: Tatiana Pacheco Lima Guedes – CBF

Dênis tem 39 anos e costuma apitar jogos da série B com bastante frequência. Todo ano, ele é premiado com 1 ou 2 jogos da Série A, mas não se firma na divisão. No ano passado, apitou sem problemas Red Bull Bragantino 1×2 Fortaleza. Em 2024, apitou Red Bull Bragantino x Athletico, e agora volta à série A, novamente em um jogo do Massa Bruta.

Ele costuma deixar o jogo correr e não aplica muitos cartões. Não tem tido problemas em campo.

Curiosidade: em 2021, Dênis (que sofre de incontinência urinária) precisou parar um jogo da Copa do Brasil e fazer xixi em campo. Vide aqui: https://wp.me/p55Mu0-2Ml.

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– Leozinho é diferente de Jabá!

Um dia, o árbitro Leonardo Gaciba advertiu com cartão amarelo o jogador Jabá, do Coritiba, por drible debochado. Considerada “atitude antidesportiva” pelo então juiz e hoje comentarista, o fato rendeu muita polêmica.

Relembre em: https://ge.globo.com/google/amp/pr/futebol/times/coritiba/noticia/2022/05/12/conta-ai-o-dia-em-que-um-jogador-do-coritiba-foi-punido-por-um-drible.ghtml

Acontece que Leozinho, do Ituano, tentou uma carretilha igual a de Falcão, do Futsal, no confronto contra o Guarani (Série B do Brasileirão). E o “pau quebrou”, com os bugrinos tentando bater no adversário.

Depois de muita confusão, o árbitro Lucas Canetto Belotte aplicou o Cartão Amarelo a Leozinho, trazendo nova revolta (agora, pelos jogadores do Ituano).

Entretanto, há um grande equívoco: na súmula, não consta uma “punição por finta antidesportiva” como no caso do Jabá, e sim por “provocação verbal”.

Ainda assim, fica a questão subjetiva: o atleta tentou uma carretilha visando o ataque, quase apanha e ainda assim leva o cartão amarelo? Qual foi a provocação? Ou foi uma resposta à tentativa de agressão que sofreu de vários atletas?

Está difícil a nossa arbitragem discernir o que é “do futebol” e o que é “mi-mi-mi”.

Aliás, também está chato ver zagueiro ditando o que um atacante pode ou não fazer, né?

– Leozinho é diferente de Jabá!

Um dia, o árbitro Leonardo Gaciba advertiu com cartão amarelo o jogador Jabá, do Coritiba, por drible debochado. Considerada “atitude antidesportiva” pelo então juiz e hoje comentarista, o fato rendeu muita polêmica.

Relembre em: https://ge.globo.com/google/amp/pr/futebol/times/coritiba/noticia/2022/05/12/conta-ai-o-dia-em-que-um-jogador-do-coritiba-foi-punido-por-um-drible.ghtml

Acontece que Leozinho, do Ituano, tentou uma carretilha igual a de Falcão, do Futsal, no confronto contra o Guarani (Série B do Brasileirão). E o “pau quebrou”, com os bugrinos tentando bater no adversário.

Depois de muita confusão, o árbitro Lucas Canetto Belotte aplicou o Cartão Amarelo a Leozinho, trazendo nova revolta (agora, pelos jogadores do Ituano).

Entretanto, há um grande equívoco: na súmula, não consta uma “punição por finta antidesportiva” como no caso do Jabá, e sim por “provocação verbal”.

Ainda assim, fica a questão subjetiva: o atleta tentou uma carretilha visando o ataque, quase apanha e ainda assim leva o cartão amarelo? Qual foi a provocação? Ou foi uma resposta à tentativa de agressão que sofreu de vários atletas?

Está difícil a nossa arbitragem discernir o que é “do futebol” e o que é “mi-mi-mi”.

Aliás, também está chato ver zagueiro ditando o que um atacante pode ou não fazer, né?

– E o Cacá?

Um lance que me assustou: Cacá, do Corinthians, deu uma entrada violenta em Valência, do Internacional, e o árbitro Torezin não deu Cartão Vermelho!

Sinceramente, deve ter sido o lance bizarro da rodada… Lamentável.

– Análise Pré Jogo da Arbitragem para Red Bull Bragantino x Palmeiras.

E para o confronto do Massa Bruta contra o Verdão, a CBF escalou a seguinte equipe de arbitragem:

Árbitro: Bráulio da Silva Machado – SC
Árbitro Assistente 1: Bruno Raphael Pires – GO
Árbitro Assistente 2: Eduardo Goncalves da Cruz – MS
Quarto Árbitro: Yuri Elino Ferreira da Cruz – RJ
VAR: Paulo Renato Moreira da Silva Coelho – RJ
AVAR: Helen Aparecida Goncalves Silva Araujo – MG
AVAR2: Jose Mendonca da Silva Junior – RJ
Quality manager: Tatiana Pacheco Lima Guedes – RJ

Importante: o carioca Alex Stefano estava escalado para esse jogo. Entretanto, ele já tinha apitado no domingo o jogo do Bragantino contra o Juventude. Como não pode repetir árbitro sequencialmente, a CBF colocou que o árbitro não poderia trabalhar por motivo de indisponibilidade dele. Nada disso… foi “cáca” da própria Comissão de Árbitros, que não se atentou a isso.

Bráulio, como é sabido, é um árbitro que sempre está em bons jogos por conta de ser da FIFA, além de ser de um estado que não tem times grandes. Tecnicamente razoável, oscila muito em campo. Diminuiu a quantidade de pênaltis “de queimada” que marcava, aprendeu a deixar o jogo rolar mais, mas ainda peca na questão de indisciplina, exagerando na autoridade dentro de campo.

Como fato negativo, o torcedor bragantino lembrará, a expulsão espalhafatosa de Eric Ramires e a péssima atuação em Red Bull Bragantino 0x3 Cruzeiro, onde Pedro Caixinha foi “vigiado” por Bráulio.

Torço para um bom jogo e uma boa arbitragem.

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– 15 dias de gancho para Zanovelli. O São Paulo conseguirá anular o jogo contra o Fluminense?

Por Erro de Direito em Fluminense 2×0 São Paulo, o árbitro Paulo Zanovelli pegou 15 dias de suspensão (determinado pelo STJD). Ele justificou que houve problemas de comunicação com o VAR, por isso ocorreu o equívoco…

Não foi bem assim. Veja o vídeo em: https://professorrafaelporcari.com/2024/09/08/confirmado-erro-de-direito-em-fluminense-2×0-sao-paulo-so-nao-cancela-o-jogo-se-nao-quiser-2/

Resta saber: o Tricolor Paulista conseguirá anular o jogo contra o Tricolor Carioca? Em tese, deveria. Mas se justificará qualquer coisa para não fazê-lo, pois não há data no calendário.

(Foto de Wagner Meier/Getty Images)

Crédito: Wagner Meier/Getty Images, extraído de Esporte News Mundo em https://www.terra.com.br/esportes/futebol/arbitro-paulo-cesar-zanovelli-de-fluminense-x-sao-paulo-e-denunciado-pelo-stjd-por-descumprimento-de-regras-do-futebol,8950a3f57bbf994febc9de04a95a28c4ddyz32vu.html

– No Flamengo 1X0 Corinthians, se…

Se o torcedor confiasse na qualidade do VAR,

Se tivéssemos uma tecnologia melhor,

Se ocorresse um histórico positivo da arbitragem,

Se as imagens de revisão fossem em 3D como as da Copa do Mundo,

Se fosse em paralelas melhores e em outro ângulo,

Não estaríamos discutindo: Gabigol não parece estar em posição legal, com o calcanhar do corintiano dando condição a ele, pois o ombro (que é a última parte jogável) estando atrás da linha?

Fico em dúvida no frame e no traçado, na alça tracejada… não se pode “deixar de discutir” esse lance e em dúvida, manter a decisão de campo (como orienta o Protocolo).

– Análise Pré Jogo da Arbitragem para Red Bull Bragantino x Palmeiras.

E para o confronto do Massa Bruta contra o Verdão, a CBF escalou a seguinte equipe de arbitragem:

Árbitro: Bráulio da Silva Machado – SC
Árbitro Assistente 1: Bruno Raphael Pires – GO
Árbitro Assistente 2: Eduardo Goncalves da Cruz – MS
Quarto Árbitro: Yuri Elino Ferreira da Cruz – RJ
VAR: Paulo Renato Moreira da Silva Coelho – RJ
AVAR: Helen Aparecida Goncalves Silva Araujo – MG
AVAR2: Jose Mendonca da Silva Junior – RJ
Quality manager: Tatiana Pacheco Lima Guedes – RJ

Importante: o carioca Alex Stefano estava escalado para esse jogo. Entretanto, ele já tinha apitado no domingo o jogo do Bragantino contra o Juventude. Como não pode repetir árbitro sequencialmente, a CBF colocou que o árbitro não poderia trabalhar por motivo de indisponibilidade dele. Nada disso… foi “cáca” da própria Comissão de Árbitros, que não se atentou a isso.

Bráulio, como é sabido, é um árbitro que sempre está em bons jogos por conta de ser da FIFA, além de ser de um estado que não tem times grandes. Tecnicamente razoável, oscila muito em campo. Diminuiu a quantidade de pênaltis “de queimada” que marcava, aprendeu a deixar o jogo rolar mais, mas ainda peca na questão de indisciplina, exagerando na autoridade dentro de campo.

Como fato negativo, o torcedor bragantino lembrará, a expulsão espalhafatosa de Eric Ramires e a péssima atuação em Red Bull Bragantino 0x3 Cruzeiro, onde Pedro Caixinha foi “vigiado” por Bráulio.

Torço para um bom jogo e uma boa arbitragem.

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Narração de Sérgio Loredo, reportagens de Pietro Loredo, comentários de Lucas Salema e Léo Naja, análise da arbitragem com Rafael Porcari. Sábado, 05/10, 16h30. Mas desde às 15h00 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!