– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Nacional x Paulista (Rodada 10 da Seerie A4).

E para o confronto do Galo contra o Nacional, a FPF escalou a seguinte equipe de arbitragem:

Árbitra: Ana Caroline D’eleuterio de Sousa Carvalho
Árbitro Assistente 1: Claudenir Donizeti Gonçalves da Silva
Árbitro Assistente 2: Ademilson Lopes da Silva 
Quarto Árbitro: Rafael Gomes Felix da Silva
Analista de Vídeo: Luiz Quirino da Costa

Com 28 anos, Ana tem apenas 3 anos de carreira, e será somente seu 3º jogo profissional apitado. Certamente, um (a) árbitro (a) inexperiente, quando é levado a trabalhar num jogo desse, alguém da Federação Paulista quer conhecer o seu trabalho (já que a sede da FPF ee bem próximo ao Nicolau Alayon).

É teste para a jovem árbitra. Que ela aproveite a oportunidade. E saibamos: ela está ciente que está sendo observada, e que qualquer reclamação ou indisciplina, poderá ser punida com rigor. Cuidado com os cartões…

Em tempo: repare que todos os demais membros da equipe de arbitragem são bem experientes (justamente para dar uma força para a árbitra).

Acompanhe Nacional AC vs Paulista de Jundiaí pela Rádio Difusora AM 810 ou nos Apps, com a narração de Rafael Mainini, comentários de Luiz Henrique Gurian, reportagens de Luiz Antonio “Cobrinha” de Oliveira e análise da arbitragem de Rafael Porcari. No comando: Adilson Freddo! O jogo começará às 15hoo (26/02), mas desde às 14h30 o Time Forte do Esporte já estará no ar.

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Sousa EC / PB x Red Bull Bragantino / SP (Copa do Brasil).

E para o confronto do Massa Bruta contra o Dinossauro do Vale, a CBF escalou:

Árbitro Caio Max Augusto Vieira GO
Árbitro Assistente 1 Leone Carvalho Rocha GO
Árbitro Assistente 2 Tiego Henrique dos Santos Braga GO
Quarto Árbitro Tiago Ramos de Oliveira PB
Analista de Campo Miguel Félix de Oliveira PB
Radar a confirmar
Assessor Marrubson Melo Freitas DF

O potiguar Caio Max, de tantos jogos polêmicos, agora apita por Goiás. No ano passado, inclusive, o próprio Goiás quis anular um jogo apitado por ele contra o América/MG, alegando erro de direito.

Com muita experiência no apito, constantemente víamos reclamações dele quanto a parte técnica e disciplinar. Todo ano, Caio trabalha em alguns jogos da série A (e todo ano vemos queixas… algumas infundadas, outras não). Em 2020, deve ter sido seu ano mais crítico, e justamente quando teve os jogos mais importantes para apitar (relembre aqui: https://wp.me/p55Mu0-2HM).

Em 2024, a CBF o testou como VAR, mas ainda deu alguns jogos para ele apitar. Uma confusão grande ocorreu em Palmeiras 0x2 Vitória, como registrado aqui: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2024/07/28/os-dois-lances-polemicos-em-palmeiras-0x2-vitoria/

Em suas últimas partidas, Seneme o fez definitivo no VAR, e imaginei que a mudança de função seria irreversível. Agora, a nova Comissão de Arbitragem o “reinventa” como árbitro

Torcerei para que ele tenha acordado com o pé direito na 5ª feira!

Acompanhe conosco o jogo entre Sousa/PB x Red Bull Bragantino pela Rádio Futebol Total, acessando:
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Narração de Sérgio Loredo, reportagens de Pietro Loredo, comentários de Lucas Salema e Léo Naja, análise da arbitragem com Rafael Porcari. Quinta-feira, 27/02, 19h00. Mas desde às 18h00 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!

– Reinaldo Carneiro, Abel Ferreira e o NOSSO campeonato dos sonhos.

Reinaldo Carneiro Bastos, presidente da FPF, disse que gostaria de promover o “Campeonato dos Sonhos que Abel Ferreira quer, mas ele faz o campeonato para os clubes, pois são os clubes que decidem como será”.

De verdade, é assim que funciona? Os clubes querem esse calendário e esse modelo de disputa, ou querem o dinheiro da premiação?

Abel Ferreira reclama da tabela, do calendário, dos gramados e da arbitragem. Ora, essa pauta é antiga! Quem acompanha futebol no Brasil, já ouviu Telê Santana, Vanderlei Luxemburgo, Luiz Felipe Scolari e tantos outros se queixarem da mesma forma. E, sejamos justos: a IMPRENSA paulista faz a mesma coisa: cobra melhores jogos, melhores gramados, melhores arbitragens e um bom modelo de disputa.

A questão é: como fazer as melhoras, ou melhor: a coragem para fazê-las!

Quem mudará tudo isso? Sinceramente, não vejo horizonte para isso…

– Análise da Arbitragem de Ponte Preta 0x2 Red Bull Bragantino.

Boa arbitragem de Flávio Rodrigues de Souza em Campinas. Sem muitos lances polêmicos (os que ocorreram, abaixo citados) em um jogo com reclamações desnecessárias e muitos cartões amarelos (sem ser um jogo violento).

Aos 24m, Vinicinho entrou na área, viu o zagueiro e se jogou. O árbitro corretamente marcou simulação e deu o Cartão Amarelo. E aqui, fica a observação; Vinicinho está fazendo um ótimo campeonato e era só tentar o drible.

Aos 27m, Novamente Vinicinho avança, entra na área e Saimon pratica o tranco ilegal. Apesar de ser ombro a ombro (permitido pela regra), há a força excessiva que o derruba (e aí torna-se infração).

Aos 58m: Léo Oliveira atinge Lucas Evangelista, e deveria ter recebido o cartão amarelo. Único erro de interpretação do árbitro.

Uma confusão na expulsão / “desespulsão” de Lucas Evangelista foi observada na metade do segundo tempo, mas felizmente o VAR ajudou o árbitro, que havia confundido o jogador e corrigiu.

Parabéns ao Massa Bruta, que jogou bem e se classificou.

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Ponte Preta vs Red Bull Bragantino (Rodada 12 da A1):

E para o confronto do Massa Bruta contra a Macaca, a FPF escalou:

Árbitro: Flávio Rodrigues de Souza
Árbitro Assistente 1: Danilo Ricardo Simon Manis
Árbitro Assistente 2: Luiz Alberto Andrini Nogueira
Quarto Árbitro: Gabriel Henrique Meira Bispo
VAR: Márcio Henrique de Gois
AVAR1: Fabrício Porfirio de Moura
AVAR2: Hermínio Henrique Kuhn Daldem
Observador VAR: Renato de Carlos
Quality Manager: Eduardo César Coronado Coelho
Analista de Vídeo: Márcio Luiz Augusto
Técnico de Garantia FPF: Marcelo Branco
Operador de Replay: Gabriel Vianna
Técnico de Garantia Estádio: José Felipe Borcy Barrancos
Assistente de Área de Revisão:Gustavo Gama Fiel da Silva

Flávio está em sua melhor fase na carreira. Tem apitado clássicos (São Paulo x Corinthians e Palmeiras x São Paulo), indo bem em todos. Em alguns momentos, comete um pecado grave: “trava o jogo”, permitindo que atletas que queiram “não jogar”, de fato não joguem. Mas se os jogadores estiverem a fim de uma boa peleja, ele irá “mandar bem”.

Se estiver com a faca entre os dentes, fará um bom trabalho em Campinas.

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Narração de Sérgio Loredo, reportagens de Pietro Loredo, comentários de Lucas Salema e Léo Naja, análise da arbitragem com Rafael Porcari. Domingo, 23/02, 18h30. Mas desde às 17h30 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!

E para o confronto do Massa Bruta contra a Macaca, a FPF escalou:

Árbitro: Flávio Rodrigues de Souza
Árbitro Assistente 1: Danilo Ricardo Simon Manis
Árbitro Assistente 2: Luiz Alberto Andrini Nogueira
Quarto Árbitro: Gabriel Henrique Meira Bispo
VAR: Márcio Henrique de Gois
AVAR1: Fabrício Porfirio de Moura
AVAR2: Hermínio Henrique Kuhn Daldem
Observador VAR: Renato de Carlos
Quality Manager: Eduardo César Coronado Coelho
Analista de Vídeo: Márcio Luiz Augusto
Técnico de Garantia FPF: Marcelo Branco
Operador de Replay: Gabriel Vianna
Técnico de Garantia Estádio: José Felipe Borcy Barrancos
Assistente de Área de Revisão:Gustavo Gama Fiel da Silva

Flávio está em sua melhor fase na carreira. Tem apitado clássicos (São Paulo x Corinthians e Palmeiras x São Paulo), indo bem em todos. Em alguns momentos, comete um pecado grave: “trava o jogo”, permitindo que atletas que queiram “não jogar”, de fato não joguem. Mas se os jogadores estiverem a fim de uma boa peleja, ele irá “mandar bem”.

Se estiver com a faca entre os dentes, fará um bom trabalho em Campinas.

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– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Paulista x Joseense (Rodada 09 do Paulistão A4):

E para o confronto do Galo do Japi contra o Tigre do Vale do Ribeira, a FPF escalou:

Árbitro: José Luiz Aparecido Miranda
Árbitro Assistente 1: Raffael Arderi
Árbitro Assistente 2: Bruno Henrique Mascarenhas Moura
Quarto Árbitro: Rodrigo Santos
Analista de Vídeo: Maurício Francisco do Nascimento Junior

José Luiz tem 38 anos, e apesar de ser formado em 2011, quase não apita partidas profissionais. Mais do que isso: só tem apitado jogos, em sua maioria, amadores desde que se formou. Será ao longo de 14 anos de carreira, o seu 8º jogo profissional…

Pergunto: vale a pena investir em árbitros assim, dona FPF? Onde está o planejamento de carreira?

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– Ancelotti e o VAR: perfeito!

O treinador do Real Madrid, Carlo Ancelotti, que sempre procura um discurso sensato, criticou o uso do VAR. E o fez da mesma maneira ponderada que muita gente séria trata o assunto: reclamou sobre a transferência indevida de responsabilidade!

Infelizmente, o VAR em nosso país está servindo não para auxiliar o árbitro, mas para reapitar partidas.

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Screenshot

 

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Ponte Preta vs Red Bull Bragantino (Rodada 12 da A1):

E para o confronto do Massa Bruta contra a Macaca, a FPF escalou:

Árbitro: Flávio Rodrigues de Souza
Árbitro Assistente 1: Danilo Ricardo Simon Manis
Árbitro Assistente 2: Luiz Alberto Andrini Nogueira
Quarto Árbitro: Gabriel Henrique Meira Bispo
VAR: Márcio Henrique de Gois
AVAR1: Fabrício Porfirio de Moura
AVAR2: Hermínio Henrique Kuhn Daldem
Observador VAR: Renato de Carlos
Quality Manager: Eduardo César Coronado Coelho
Analista de Vídeo: Márcio Luiz Augusto
Técnico de Garantia FPF: Marcelo Branco
Operador de Replay: Gabriel Vianna
Técnico de Garantia Estádio: José Felipe Borcy Barrancos
Assistente de Área de Revisão:Gustavo Gama Fiel da Silva

Flávio está em sua melhor fase na carreira. Tem apitado clássicos (São Paulo x Corinthians e Palmeiras x São Paulo), indo bem em todos. Em alguns momentos, comete um pecado grave: “trava o jogo”, permitindo que atletas que queiram “não jogar”, de fato não joguem. Mas se os jogadores estiverem a fim de uma boa peleja, ele irá “mandar bem”.

Se estiver com a faca entre os dentes, fará um bom trabalho em Campinas.

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Narração de Sérgio Loredo, reportagens de Pietro Loredo, comentários de Lucas Salema e Léo Naja, análise da arbitragem com Rafael Porcari. Domingo, 23/02, 18h30. Mas desde às 17h30 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!

E para o confronto do Massa Bruta contra a Macaca, a FPF escalou:

Árbitro: Flávio Rodrigues de Souza
Árbitro Assistente 1: Danilo Ricardo Simon Manis
Árbitro Assistente 2: Luiz Alberto Andrini Nogueira
Quarto Árbitro: Gabriel Henrique Meira Bispo
VAR: Márcio Henrique de Gois
AVAR1: Fabrício Porfirio de Moura
AVAR2: Hermínio Henrique Kuhn Daldem
Observador VAR: Renato de Carlos
Quality Manager: Eduardo César Coronado Coelho
Analista de Vídeo: Márcio Luiz Augusto
Técnico de Garantia FPF: Marcelo Branco
Operador de Replay: Gabriel Vianna
Técnico de Garantia Estádio: José Felipe Borcy Barrancos
Assistente de Área de Revisão:Gustavo Gama Fiel da Silva

Flávio está em sua melhor fase na carreira. Tem apitado clássicos (São Paulo x Corinthians e Palmeiras x São Paulo), indo bem em todos. Em alguns momentos, comete um pecado grave: “trava o jogo”, permitindo que atletas que queiram “não jogar”, de fato não joguem. Mas se os jogadores estiverem a fim de uma boa peleja, ele irá “mandar bem”.

Se estiver com a faca entre os dentes, fará um bom trabalho em Campinas.

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– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Red Bull Bragantino x Mirassol, Rodada 11 do Paulistão A1:

E para o confronto do Massa Bruta contra o Mirassol, a FPF escalou a seguinte equipe de arbitragem:

Árbitro: Murilo Tarrega Victor
Árbitro Assistente 1: Fabrini Bevilaqua Costa
Árbitro Assistente 2: Rafael Tadeu Alves de Souza
Quarto Árbitro: Douglas Marques das Flores
VAR: José Cláudio Rocha Filho
AVAR1: Alberto Poletto Masseira
AVAR2: Rafael Gomes Felix da Silva
Observador VAR: Ednilson Corona
Quality Manager: Newton dos Reis Barreira
Analista de vídeo: Renata Neves Leite
Técnico de Garantia FPF: Marcelo Branco
Operador de Replay: Lucas Peixe
Técnico de Garantia Estádio: Robson Custódio
Assistente de área de Revisão: Lucas Wilson Rodrigo de Menezes

Murilo esteve no jogo do Red Bull Bragantino x Velo Clube e está abraçando as oportunidades que a FPF tem dado. Não tem comprometido em suas atuações. Dos árbitros jovens, é o que está tendo mais crédito com a Comissão de Arbitragem.

Em tese, jogo que não haverá problemas. Aguardemos a prática.

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– Ancelotti e o VAR: perfeito!

O treinador do Real Madrid, Carlo Ancelotti, que sempre procura um discurso sensato, criticou o uso do VAR. E o fez da mesma maneira ponderada que muita gente séria trata o assunto: reclamou sobre a transferência indevida de responsabilidade!

Infelizmente, o VAR em nosso país está servindo não para auxiliar o árbitro, mas para reapitar partidas.

Compartilho:

Screenshot

 

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Red Bull Bragantino x Mirassol, Rodada 11 do Paulistão A1:

E para o confronto do Massa Bruta contra o Mirassol, a FPF escalou a seguinte equipe de arbitragem:

Árbitro: Murilo Tarrega Victor
Árbitro Assistente 1: Fabrini Bevilaqua Costa
Árbitro Assistente 2: Rafael Tadeu Alves de Souza
Quarto Árbitro: Douglas Marques das Flores
VAR: José Cláudio Rocha Filho
AVAR1: Alberto Poletto Masseira
AVAR2: Rafael Gomes Felix da Silva
Observador VAR: Ednilson Corona
Quality Manager: Newton dos Reis Barreira
Analista de vídeo: Renata Neves Leite
Técnico de Garantia FPF: Marcelo Branco
Operador de Replay: Lucas Peixe
Técnico de Garantia Estádio: Robson Custódio
Assistente de área de Revisão: Lucas Wilson Rodrigo de Menezes

Murilo esteve no jogo do Red Bull Bragantino x Velo Clube e está abraçando as oportunidades que a FPF tem dado. Não tem comprometido em suas atuações. Dos árbitros jovens, é o que está tendo mais crédito com a Comissão de Arbitragem.

Em tese, jogo que não haverá problemas. Aguardemos a prática.

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Narração de Sérgio Loredo, reportagens de Pietro Loredo, comentários de Lucas Salema e Léo Naja, análise da arbitragem com Rafael Porcari. Quinta-feira, 20/02, 18h30. Mas desde às 17h30 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Barretos x Paulista, Rodada 08 do Paulistão A4:

E para o confronto do Galo contra o Touro, a FPF escalou a seguinte equipe de arbitragem:

Árbitro: Pietro Dimitrof Stefanelli.
Árbitro Assistente 1: Eduardo Augusto Borges.
Árbitro Assistente 2: Leonardo Franzoni Guarnieri.
Quarto Árbitro: José de Araújo Ribeiro Junior.
Analista de Vídeo: Carlos Donizeti Pianosqui.

Pietro tem 33 anos de idade e há 12 temporadas apita pela FPF. Costuma deixar o jogo correr e não gosta de indisciplina. Já apitou em diversas divisões o Galo, sem nenhum problema (contra o Manthiqueira, Grêmio Prudente e São José). Em uma Copa São Paulo, Paulista 1×5 Athlético Paranaense, foi muito bem (exceto quanto ao posicionamento em bola parada, fruto da sua inexperiência à época). 

Resumindo: um típico árbitro dessa divisão, tentando voos mais altos, assim como os próprios times.

Desejo um bom jogo e uma ótima arbitragem.

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– E o abraço de Memphis na Edina?

Me faltou tempo para discutir: e a relação embaraçosa ocorrida em Corinthians x Santos?

Edina, repare nesse link curto, dá uma “abraçada” no Memphis na cintura. Ele se aproveita e devolve abraçando-a pelo pescoço.  A árbitra reage e tira seu braço.

Todos erraram: Edina não tem que abraçar. Memphis abusou da intimidade. Cada um em seu lugar e que sirva de exemplo o constrangimento.

Depois, ele brincou com a situação em seu Instagram, fazendo alusão à situação ao Valentine’s Day… inapropriado.

A pergunta é: ele faria o mesmo com Daronco?

Veja:

https://esportes.r7.com/futebol/campeonato-paulista/video/memphis-abraca-edina-e-irrita-a-arbitra-de-corinthians-x-santos-13022025/

– Que Choque-Rei fraquinho…

Times que não se preocuparam com a qualidade do jogo, treinadores que mandaram “matar as jogadas” no melhor estilo Felipão / Marcelo Veiga, além do árbitro que não estava a fim de jogo.

Devolverão o ingresso a quem pagou caro para assistir Palmeiras x São Paulo?

Um desabafo de quem gosta de futebol: esses técnicos estrangeiros ganham tanto e são badalados para mandar a campo “isso”?

 

– Análise da Arbitragem para Paulista 1×3 União Barbarense.

Debaixo de um forte sol, tivemos no Estádio Jayme Cintra uma arbitragem regular/ruim (com poucos momentos altos e muitos baixos) de Jeferson Silvestrini.

Ele não teve erros técnicos (o que é bom). Correu bastante no forte calor (isso é ótimo), mas deixou de expulsar Wesllen por Segundo Amarelo ainda no primeiro tempo (o que foi ruim) e não conseguiu se fazer atendido nas advertências verbais (o que é péssimo).

Vide nossas anotações abaixo:

O árbitro começou bem a partida, deixando a bola rolar. Porém, com 10 minutos de jogo, os atletas começaram a dar entradas mais fortes. Pedro Lima (UAB) tomou um correto amarelo por falta temerária contra um atacante, Mariano (PFC) por atitude inconveniente e Wesllen (BAR) por uma pegada em Marolla (PFC). Tudo isso em 4 minutos, e aí o jogo “acalmou mais”.

João Choco (7 PFC) deu uma entrada forte e desnecessária em Mastherson (13 UAB). O árbitro provavelmente não viu e demorou a marcar; orientado pelo assistente, o fez. Poderia até ter recebido Cartão Amarelo, e não recebeu. Desse lance, na lateral do campo, a falta foi cobrada e resultou no gol.

Aos 31 minutos, o erro maior do árbitro: Wesllen (UAB) já tinha Cartão Amarelo e comete uma falta dura. Era para receber o segundo amarelo e consequentemente vermelho. Ficou só na advertência verbal, mas Chichota (UAB), por reclamação, foi amarelado.
Se expulso Wesllen, teríamos 11×10 por pelo menos 59 minutos.

Mais nervoso, o Paulista começou a se desesperar e cometer faltas bobas. Vitinho Nascimento (PFC), por exemplo, tentou roubar um bola no ataque e deu uma forte entrada no zagueiro. Cartão Amarelo bem aplicado.

47m: Lucas Silva (PFC) perdeu a bola, permitiu o ataque do adversário e apelou com um puxão na camisa. Também recebeu Amarelo.

No segundo tempo, a partida continuou pegada e o árbitro foi apitando as faltas conforme ocorriam. Talvez a maior dificuldade foi conter a cera. Faltou se impor mais nas advertências.

Irritou, na segunda etapa, as quedas dos atletas. Árbitro experiente intimida e adverte a contento, e os atletas respeitam. Não foi isso o que aconteceu.

Por 4 vezes, ele chamou a advertência verbal do goleiro. Somente aos 73 minutos, na 5ª oportunidade, deu cartão ao goleiro.

No último minuto de jogo, Givigi (PFC) foi atingido com um pontapé por Vitor Zaga (UAB), corretamente expulso. Porém, no bololô, ele tenta revidar com um chute, que não atinge o adversário (que já tinha recebido o Vermelho). Se tivesse VAR, Givigi bisonhamente seria expulo também.

Até o quarto árbitro João Avelino bobeou: entrou o 18 no 9, e ele acendeu a placa com o número 20… depois consertou.

Me impressionou negativamente o desespero do Paulista ao tomar o primeiro gol. Estando sem ser vazado e com 100% de aproveitamento na A4, não era o fim do mundo perder. Jogava bem, e deveria manter o ritmo. Mas emocionalmente bateu a ansiedade, parecendo que estava perdendo o título. CALMA! E isso se viu nas falhas bisonhas da zaga (vide a falha no segundo gol sofrido).

Gols: 1×3
Faltas: 16×20
Cartões Amarelos: 3×7 , Cartões Vermelhos 0x1.

Público: 3.523 pagantes
Renda: R$ 67.310,00

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Red Bull Bragantino x Noroeste (Rodada 10 do Paulistão A1).

E para o confronto do Massa Bruta contra o Norusca, a FPF escalou a seguinte equipe de arbitragem:

Árbitro: Lucas Canetto Bellote
Árbitro Assistente 1: Ricardo Pavanelli Lanutto
Árbitro Assistente 2: Juliana Vicentin Esteves
Quarto Árbitro: Henrique Otto Cruz Hengstmam
VAR: Adriano de Assis Miranda
AVAR1: Leonardo Augusto Villa
AVAR2: Adeli Mara Monteiro
Observador VAR: Marcelo Rogério
Quality Manager: Eduardo César Coronado Coelho
Analista de Video: Adriano Stange
Técnico de Garantia FPF: Germano Araújo
Operador de Replay: Marcela Barroso P Camillo
Técnico de Garantia Estádio: Robson Custódio
Assistente de Área de Revisão: Lucas Wilson Rodrigo de Menezes

Lucas é um dos jovens que mais havia se destacado nas Comissões de Arbitragem anteriores. Chegou a ter oportunidade de apitar um Clássico Majestoso, mas as contusões o atrapalharam. Perdeu espaço com a atual gestão, mas vem voltando a ter chances.

Ele tem como virtudes um ótimo posicionamento dentro de campo. Não corre tanto, mas está perto da jogada. Bom tecnicamente, o único defeito dele, das partidas que vi, foi não “vibrar” conforme o jogo. Ou seja: um excesso de frieza que o faz pecar em algumas situações de advertência verbal ou de cartões amarelos.

Desejo um bom jogo e uma ótima arbitragem.

Acompanhe conosco o jogo entre Red Bull Bragantino vs Noroeste pela Rádio Futebol Total, acessando:
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Twitter: https://twitter.com/futeboltotalbra,
ou ainda pelo site: http://radiofuteboltotal.com.
Narração de Sérgio Loredo, reportagens de Pietro Loredo, comentários de Lucas Salema e Léo Naja, análise da arbitragem com Rafael Porcari. Sábado, 15/02, 20h30. Mas desde às 19h30 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!

– E a escala do Choque-Rei?

Perguntar não ofende: pra que tanta frescura da FPF na divulgação das escalas?
Agora, 21h, e não se sabe quem apitará Palmeiras x São Paulo. Deverá ser Flávio Rodrigues de Souza ou Matheus Candançan (já que Abel esperneou contra Claus no jogo do Corinthians).
Mas a demora…

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Paulista x União Barbarense (Rodada 7 do Paulistão A4).

E para o confronto do Galo contra o Leão,

Árbitro: Jeferson Silvestrini
Árbitro Assistente 1: Douglas Marcel Borges
Árbitro Assistente 2: Leonardo Franzoni Guarnieri
Quarto Árbitro: João Batista do Nascimento Avelino
Analista de Vídeo: Hélio Mauro Viana Martins

Jeferson tem 39 anos e há 13 temporadas atua na FPF. Chegou a trabalhar na A2, mas perdeu espaço. Ultimamente, tem apitado categorias amadoras, A3 e A4 (como árbitro e como 4º árbitro).

Experiência ele tem, mas poucos jogos testados em partidas difíceis. Como o Paulista vem jogando bem (exceto na questão do excesso de cartões recebidos, isso me preocupa), creio que teremos um jogo tranquilo.

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– Entenda a Comissão-Comitê-Consultoria de arbitragem da CBF:

Eu tive a cautela de esperar algum tempo para entender e escrever sobre a nova Comissão de Arbitragem da CBF. E, ao meu ver, parece ser mais uma grande “jabuticaba”. Ou seja: um modelo que só existe aqui.

Assim como a regra do chute na bandeira ou dos pênaltis de queimada, uma nova forma surgiu: há um Comitê, que supostamente é uma Comissão, onde um gestor orienta o trabalho de seus comandados. Paralelamente, nomes importantes da arbitragem palpitam sobre as decisões em forma de Consultoria ao Comitê, que acata ou não os aconselhamentos.

Em tese: Rodrigo Martins Cintra, ex-árbitro que se aposentou jovem, organiza os trabalhos da Comissão de Arbitragem com uma equipe com ex-bandeiras e ex-árbitros (Marcelo Van Gassen, Fabrício Vilarinho, Luiz Câmara Bezerra, Eveliny Almeida e tendo o nome mais conhecido o de Luiz Flávio de Oliveira, que ainda apita por São Paulo e deve parar). Na retaguarda, atualizando e palpitando está o ex-árbitro italiano Nicola Rizolli (apitou a final da Copa de 2014), o ex-árbitro argentino Nestor Pitana (apitou a final da Copa de 2018) e o ex-árbitro Sandro Meira Ricci.

Na prática: Cintra, que tem um estilo bem centralizador, será o chefe da Comissão de Árbitros. E da mesma forma que peitava jogadores, peitará cartolas (será inevitável). Luiz Flávio, que não tem o estilo de liderança, será apenas um contraponto pelo seu estilo low profile. Os consultores renomados, enfim, foram árbitros de destaque mas que não são cartolas com bagagem suficiente (Pitana ficou pouco dias como chefe da Comissão do Equador). Eles palpitarão e Cintra, se quiser, mudará ou não sua opinião.

Aliás, vide que a CBF copia a FPF, que trouxe o argentino Patrício Loustau (nesse caso, como chefe da Comissão). À boca pequena, fala-se que quem trouxe e tirou Seneme foi Reinaldo Carneiro Bastos, o verdadeiro chefe da CBF. Aliás, a mudança da CA da CBF aconteceu igualzinho ao que acontece na FPF: um ou dois meses antes do torneio principal acontecer, com a entidade ainda em compasso de espera.

A ironia: por muito tempo, Cintra, aspirante à FIFA, quase herdou o escudo internacional de Wilson Luís Seneme. E hoje, ele herda a cadeira do próprio Seneme.

Por fim: antes de Seneme assumir o cargo, tentou-se o português Victor Pereira (homônimo do treinador). Os clubes não gostaram da ideia. Eles, no fundo, preferem brasileiros (pela obvia facilidade de fazer pressão). Justo os clubes que contratam treinadores estrangeiros aos montes…  

Torço para que dê certo, mas não acredito que o modelo funcionará. Conheço, trabalhei e me relacionei bastante com Cintra, Luiz Flávio, Eveleny e outros. São / foram honestos e competentes dentro das quatro linhas. Mas todos serão marinheiros de primeira viagem.

Me chamou a atenção a frase de Ednaldo Rodrigues, presidente da CBF: ele querum futebol mais alegre, disciplinado e purificado”. O que seria alegria, disciplina e purificação da arbitragem?

– E o abraço de Memphis na Edina?

Me faltou tempo para discutir: e a relação embaraçosa ocorrida em Corinthians x Santos?

Edina, repare nesse link curto, dá uma “abraçada” no Memphis na cintura. Ele se aproveita e devolve abraçando-a pelo pescoço.  A árbitra reage e tira seu braço.

Todos erraram: Edina não tem que abraçar. Memphis abusou da intimidade. Cada um em seu lugar e que sirva de exemplo o constrangimento.

Depois, ele brincou com a situação em seu Instagram, fazendo alusão à situação ao Valentine’s Day… inapropriado.

A pergunta é: ele faria o mesmo com Daronco?

Veja:

https://esportes.r7.com/futebol/campeonato-paulista/video/memphis-abraca-edina-e-irrita-a-arbitra-de-corinthians-x-santos-13022025/

– O fim do rebote dos pênaltis: o que você acha disso?

Estando na UEFA, um dia, o ex-árbitro Pierluigi Colina defendeu a ideia sugerida pelo lendário Sir Alex Fergunson: a de que, em jogos eliminatórios com possível decisão por pênaltis, os tiros penais fossem cobrados ANTES, e não depois das partidas. A proposta não foi para frente (relembre aqui: https://wp.me/p55Mu0-kw).

Agora, estando na Comissão de Árbitros da FIFA, Colina sugere a mudança na Regra 14: Tiro Penal. Para ele, os pênaltis não deveriam ter rebotes válidos!

A ideia é: se o cobrador fizer o gol, valeu o gol. Se bater na trave, o goleiro defender ou alguém chutar para fora, se reinicia com tiro livre indireto para a defesa ou com tiro de meta (conforme for o desfecho). De tal forma, uma bola rebotada em cobrança de tiro penal não permitiria a sequência do lance.

Uma das justificativas do italiano é: com tal medida, se evitaria o aglomerado de atletas à beira da grande área, tentando invadir o espaço.

O que você acha da ideia? Deixe seu comentário:

Ops: a proposta não tem chance de ser aprovada a curto prazo. Precisa ser discutida em 2025, para ser testada na temporada 2025/2026 e daí pra frente ser colocada “para valer”, caso os testes tenham bom resultado.

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Red Bull Bragantino x Noroeste (Rodada 10 do Paulistão A1).

E para o confronto do Massa Bruta contra o Norusca, a FPF escalou a seguinte equipe de arbitragem:

Árbitro: Lucas Canetto Bellote
Árbitro Assistente 1: Ricardo Pavanelli Lanutto
Árbitro Assistente 2: Juliana Vicentin Esteves
Quarto Árbitro: Henrique Otto Cruz Hengstmam
VAR: Adriano de Assis Miranda
AVAR1: Leonardo Augusto Villa
AVAR2: Adeli Mara Monteiro
Observador VAR: Marcelo Rogério
Quality Manager: Eduardo César Coronado Coelho
Analista de Video: Adriano Stange
Técnico de Garantia FPF: Germano Araújo
Operador de Replay: Marcela Barroso P Camillo
Técnico de Garantia Estádio: Robson Custódio
Assistente de Área de Revisão: Lucas Wilson Rodrigo de Menezes

Lucas é um dos jovens que mais havia se destacado nas Comissões de Arbitragem anteriores. Chegou a ter oportunidade de apitar um Clássico Majestoso, mas as contusões o atrapalharam. Perdeu espaço com a atual gestão, mas vem voltando a ter chances.

Ele tem como virtudes um ótimo posicionamento dentro de campo. Não corre tanto, mas está perto da jogada. Bom tecnicamente, o único defeito dele, das partidas que vi, foi não “vibrar” conforme o jogo. Ou seja: um excesso de frieza que o faz pecar em algumas situações de advertência verbal ou de cartões amarelos.

Desejo um bom jogo e uma ótima arbitragem.

Acompanhe conosco o jogo entre Red Bull Bragantino vs Noroeste pela Rádio Futebol Total, acessando:
YouTube: https://www.youtube.com/c/CANALDOLOREDO, ou
Twitter: https://twitter.com/futeboltotalbra,
ou ainda pelo site: http://radiofuteboltotal.com.
Narração de Sérgio Loredo, reportagens de Pietro Loredo, comentários de Lucas Salema e Léo Naja, análise da arbitragem com Rafael Porcari. Sábado, 15/02, 20h30. Mas desde às 19h30 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!

– Entenda a Comissão-Comitê-Consultor de arbitragem da CBF:

Eu tive a cautela de esperar algum tempo para entender e escrever sobre a nova Comissão de Arbitragem da CBF. E, ao meu ver, parece ser mais uma grande “jabuticaba”. Ou seja: um modelo que só existe aqui.

Assim como a regra do chute na bandeira ou dos pênaltis de queimada, uma nova forma surgiu: há um Comitê, que supostamente é uma Comissão, onde um gestor orienta o trabalho de seus comandados. Paralelamente, nomes importantes da arbitragem palpitam sobre as decisões em forma de Consultoria ao Comitê, que acata ou não os aconselhamentos.

Em tese: Rodrigo Martins Cintra, ex-árbitro que se aposentou jovem, organiza os trabalhos da Comissão de Arbitragem com uma equipe com ex-bandeiras e ex-árbitros (Marcelo Van Gassen, Fabrício Vilarinho, Luiz Câmara Bezerra, Eveliny Almeida e tendo o nome mais conhecido o de Luiz Flávio de Oliveira, que ainda apita por São Paulo e deve parar). Na retaguarda, atualizando e palpitando está o ex-árbitro italiano Nicola Rizolli (apitou a final da Copa de 2014), o ex-árbitro argentino Nestor Pitana (apitou a final da Copa de 2018) e o ex-árbitro Sandro Meira Ricci.

Na prática: Cintra, que tem um estilo bem centralizador, será o chefe da Comissão de Árbitros. E da mesma forma que peitava jogadores, peitará cartolas (será inevitável). Luiz Flávio, que não tem o estilo de liderança, será apenas um contraponto pelo seu estilo low profile. Os consultores renomados, enfim, foram árbitros de destaque mas que não são cartolas com bagagem suficiente (Pitana ficou pouco dias como chefe da Comissão do Equador). Eles palpitarão e Cintra, se quiser, mudará ou não sua opinião.

Aliás, vide que a CBF copia a FPF, que trouxe o argentino Patrício Loustau (nesse caso, como chefe da Comissão). À boca pequena, fala-se que quem trouxe e tirou Seneme foi Reinaldo Carneiro Bastos, o verdadeiro chefe da CBF. Aliás, a mudança da CA da CBF aconteceu igualzinho ao que acontece na FPF: um ou dois meses antes do torneio principal acontecer, com a entidade ainda em compasso de espera.

A ironia: por muito tempo, Cintra, aspirante à FIFA, quase herdou o escudo internacional de Wilson Luís Seneme. E hoje, ele herda a cadeira do próprio Seneme.

Por fim: antes de Seneme assumir o cargo, tentou-se o português Victor Pereira (homônimo do treinador). Os clubes não gostaram da ideia. Eles, no fundo, preferem brasileiros (pela obvia facilidade de fazer pressão). Justo os clubes que contratam treinadores estrangeiros aos montes…  

Torço para que dê certo, mas não acredito que o modelo funcionará. Conheço, trabalhei e me relacionei bastante com Cintra, Luiz Flávio, Eveleny e outros. São / foram honestos e competentes dentro das quatro linhas. Mas todos serão marinheiros de primeira viagem.

Me chamou a atenção a frase de Ednaldo Rodrigues, presidente da CBF: ele quer “um futebol mais alegre, disciplinado e purificado”. O que seria alegria, disciplina e purificação da arbitragem?

– E o abraço de Memphis na Edina?

Me faltou tempo para discutir: e a relação embaraçosa ocorrida em Corinthians x Santos?

Edina, repare nesse link curto, dá uma “abraçada” no Memphis na cintura. Ele se aproveita e devolve abraçando-a pelo pescoço.  A árbitra reage e tira seu braço.

Todos erraram: Edina não tem que abraçar. Memphis abusou da intimidade. Cada um em seu lugar e que sirva de exemplo o constrangimento.

Depois, ele brincou com a situação em seu Instagram, fazendo alusão à situação ao Valentine’s Day… inapropriado.

A pergunta é: ele faria o mesmo com Daronco?

Veja:

https://esportes.r7.com/futebol/campeonato-paulista/video/memphis-abraca-edina-e-irrita-a-arbitra-de-corinthians-x-santos-13022025/

– A Regra do Gauchão é inválida pela FIFA. E ninguém se atentou?

No último Grenal, o auxiliar técnico do treinador Roger Machado foi expulso, e pela regra do Campeonato Gaúcho, quando um assistente ou membro de Comissão Técnica é expulso, ele, treinador, mesmo não tendo feito nada, deve sair de campo.

Aqui, configura-se um DESVIO da Regra Oficial do Futebol. O que provavelmente a Federação Gaúcha criou foi uma alteração da própria alteração da Regra 12 (Faltas e Conditas Incorretas).

Desde 2023, a regra mudou: se um membro da Comissão Técnica ou um jogador substituto reclamar contra a arbitragem e esse não for identificado para receber o Cartão Amarelo, o treinador passa a ser responsável pelo banco e recebe, ele, a Advertência (justamente por não se ter identificado quem cometeu a infração). Se já tiver recebido Amarelo outrora, deve ser expulso. No RS, o caso é diferente: se um membro da Comissão Técnica identificado receber uma expulsão, é punido também o treinador. Isso não existe! A Regra responsabiliza o técnico quando não há identificação; quando há, não pode fazer isso.

Questiono: a FIFA sabe que a FGF faz isso? Se souber, evidentemente proibirá, pois é uma alteração não permitida da Regra Oficial do Jogo.

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Jabaquara X Paulista (Rodada 6 do Paulistão da A4):

E para o confronto do Galo da Japi contra o Leão da Caneleira no Estádio Espanha, a FPF escalou:

Árbitro: Camilo Morais Zarpelão
Árbitro Assistente 1: Jefferson Yago Franco Pinto
Árbitro Assistente 2: Luiz Henrique Souza Cerqueira
Quarto árbitro: Ana Caroline D’eleuterio de Sousa Carvalho
Analista de Vídeo: Júlio Américo Corazza Palácio 

Camilo tem 44 anos e é árbitro “das antigas”. Apitou muitos jogos da A3 e A2, e ultimamente  (apesar de ter mais de 20 anos de FPF) só tem apitado Bzinha e A4. Trabalhou, inclusive, como 4º árbitro nessa divisão recentemente.

Ele sabe apitar, tem experiência, se impõe bem e entende do ramo (provavelmente, está escaldo pra suprir a ”falta de pulso” do juizão de sábado). A questão é: estaria motivado? Afinal, a gestão de carreira da FPF tem sido desrespeitosa com muita árbitros

Torço para um bom jogo e uma ótima arbitragem

Acompanhe Paulista de Jundiaí x Colorado Caieiras pela Rádio Difusora AM 810 ou nos Apps, com a narração de Rafael Mainini, comentários de Luiz Henrique Gurian, reportagens de Luiz Antonio “Cobrinha” de Oliveira e análise da arbitragem de Rafael Porcari. No comando: Adilson Freddo! O jogo começará as 15hoo (12/02), mas desde às 14h30 o Time Forte do Esporte já estará no ar.

– Roxo de vergonha pelo cartola do Cruzeiro…

Eu ouvi as queixas de Alexandre Mattos, dirigente do Cruzeiro, questionando a honestidade do VAR no jogo contra o Atlético Mineiro por conta do seu estado de origem (sim, ele fez isso ao realizar uma analogia indevida, após a derrota no clássico pelo Campeonato Mineiro). Rodolpho Toski Marques, responsável pela arbitragem de vídeo, é paranaense de nascimento, mesmo estado de Cuca, treinador do Atlético.

Ora, se for assim, que se invalide e questione os jogos da Raposa apitados por árbitros gaúchos quando Mano Menezes era o treinador. Ou árbitros cariocas quando Vanderlei Luxemburgo por lá passou. E por aí vai!

E fica a dica: que se entregue à Comissão de Árbitros os locais de nascimento dos atletas e dos integrantes das Comissões Técnicas. Em breve, não se poderá apitar árbitro paulista, cearenses, baiano, argentino, paraguaio ou português. E dentro dessa isenção total, escale-se árbitros da China, da Eslováquia, do Uzbequistão e de demais países que não tenham jogadores no Campeonato Mineiro ou Brasileirão.

Confesso: eu senti constrangimento alheio. Vergonha total em saber que um dirigente do esporte que tanto gosto, consegue transferir a culpa de uma derrota com um argumento tão vagabundo como esse. Lamentável!

– O fim do rebote dos pênaltis: o que você acha disso?

Estando na UEFA, um dia, o ex-árbitro Pierluigi Colina defendeu a ideia sugerida pelo lendário Sir Alex Fergunson: a de que, em jogos eliminatórios com possível decisão por pênaltis, os tiros penais fossem cobrados ANTES, e não depois das partidas. A proposta não foi para frente (relembre aqui: https://wp.me/p55Mu0-kw).

Agora, estando na Comissão de Árbitros da FIFA, Colina sugere a mudança na Regra 14: Tiro Penal. Para ele, os pênaltis não deveriam ter rebotes válidos!

A ideia é: se o cobrador fizer o gol, valeu o gol. Se bater na trave, o goleiro defender ou alguém chutar para fora, se reinicia com tiro livre indireto para a defesa ou com tiro de meta (conforme for o desfecho). De tal forma, uma bola rebotada em cobrança de tiro penal não permitiria a sequência do lance.

Uma das justificativas do italiano é: com tal medida, se evitaria o aglomerado de atletas à beira da grande área, tentando invadir o espaço.

O que você acha da ideia? Deixe seu comentário:

Ops: a proposta não tem chance de ser aprovada a curto prazo. Precisa ser discutida em 2025, para ser testada na temporada 2025/2026 e daí pra frente ser colocada “para valer”, caso os testes tenham bom resultado.

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Botafogo vs Red Bull Bragantino (Rodada 9 da série A1).

E para o confronto do Massa Bruta contra o Botafogo, a FPF escalou:

Árbitro: Guilherme Francisco Maciel da Silva e Rosário
Árbitro Assistente 1: Anderson José de Moraes Coelho
Árbitro Assistente 2: Bruno Silva de Jesus
Quarto Árbitro: Caio Carvalho Pereira
VAR: Matheus Delgado Candançan
AVAR1: Fábio Rogerio Baesteiro
AVAR2: Gustavo Holanda Souza
Observador VAR: Sílvia Regina de Oliveira
Quality Manager: Gustavo Cesar Pedrozo
Analista de Vídeo: Márcio Luiz Augusto
Técnico de Garantia FPF: Marcelo Branco
Operador de Replay: Paulo Pereira
Técnico de Garantia Estádio: Marcello Daniel Ayala Calvo
Assistente de Área de Revisão: Beny Gabriel Alves Chagas

Guilherme vai para a sua 8ª temporada na FPF e tem 30 anos. Todo ano, foi subindo uma divisão na carreira, e nessa 3ª feira fará apenas sua terceira partida como árbitro na série A1.

Tem bom porte físico, corre bastante, procura deixar o jogo correr e aplica bem os cartões. Mas não foi testado ainda em jogos difíceis.

Detalhe: nesse ano, tem sido “8 ou 80” nas escalas: ou FIFAs, ou novatos. E de novo, Matheus Candançan, que apitou Red Bull Bragantino x Corinthians e depois uma sequência grande de jogos, vai para uma partida como… VAR!

Não entendo essa incoerência, sinceramente.

Acompanhe conosco o jogo entre Botafogo vs Red Bull Bragantino pela Rádio Futebol Total, acessando:
YouTube: https://www.youtube.com/c/CANALDOLOREDO, ou
Twitter: https://twitter.com/futeboltotalbra,
ou ainda pelo site: http://radiofuteboltotal.com.
Narração de Sérgio Loredo, reportagens de Pietro Loredo, comentários de Lucas Salema e Léo Naja, análise da arbitragem com Rafael Porcari. Terça 11/02, 20h00. Mas desde às 19h00 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!

– As expulsões de Juninho Capixaba (Red Bull Bragantino x SPFC) e Gabigol (Cruzeiro x Atlético):

Sobre os detalhes (e a correção ou não) das expulsões de Juninho Capixaba e Gabigol, em: https://youtu.be/XkJ4CbbaqkI?si=FEc8_4ngW295G_uH

– A Regra do Gauchão é inválida pela FIFA. E ninguém se atentou?

No último Grenal, o auxiliar técnico do treinador Roger Machado foi expulso, e pela regra do Campeonato Gaúcho, quando um assistente ou membro de Comissão Técnica é expulso, ele, treinador, mesmo não tendo feito nada, deve sair de campo.

Aqui, configura-se um DESVIO da Regra Oficial do Futebol. O que provavelmente a Federação Gaúcha criou foi uma alteração da própria alteração da Regra 12 (Faltas e Conditas Incorretas).

Desde 2023, a regra mudou: se um membro da Comissão Técnica ou um jogador substituto reclamar contra a arbitragem e esse não for identificado para receber o Cartão Amarelo, o treinador passa a ser responsável pelo banco e recebe, ele, a Advertência (justamente por não se ter identificado quem cometeu a infração). Se já tiver recebido Amarelo outrora, deve ser expulso. No RS, o caso é diferente: se um membro da Comissão Técnica identificado receber uma expulsão, é punido também o treinador. Isso não existe! A Regra responsabiliza o técnico quando não há identificação; quando há, não pode fazer isso.

Questiono: a FIFA sabe que a FGF faz isso? Se souber, evidentemente proibirá, pois é uma alteração não permitida da Regra Oficial do Jogo.

– Roxo de vergonha pelo cartola do Cruzeiro…

Eu ouvi as queixas de Alexandre Mattos, dirigente do Cruzeiro, questionando a honestidade do VAR no jogo contra o Atlético Mineiro por conta do seu estado de origem (sim, ele fez isso ao realizar uma analogia indevida, após a derrota no clássico pelo Campeonato Mineiro). Rodolpho Toski Marques, responsável pela arbitragem de vídeo, é paranaense de nascimento, mesmo estado de Cuca, treinador do Atlético.

Ora, se for assim, que se invalide e questione os jogos da Raposa apitados por árbitros gaúchos quando Mano Menezes era o treinador. Ou árbitros cariocas quando Vanderlei Luxemburgo por lá passou. E por aí vai!

E fica a dica: que se entregue à Comissão de Árbitros os locais de nascimento dos atletas e dos integrantes das Comissões Técnicas. Em breve, não se poderá apitar árbitro paulista, cearenses, baiano, argentino, paraguaio ou português. E dentro dessa isenção total, escale-se árbitros da China, da Eslováquia, do Uzbequistão e de demais países que não tenham jogadores no Campeonato Mineiro ou Brasileirão.

Confesso: eu senti constrangimento alheio. Vergonha total em saber que um dirigente do esporte que tanto gosto, consegue transferir a culpa de uma derrota com um argumento tão vagabundo como esse. Lamentável!

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Red Bull Bragantino x São Paulo (Rodada 08 do Paulistão A1):

E para o confronto do Massa Bruta contra o Tricolor Paulista,

Árbitra: Edina Alves Batista
Árbitro Assistente 1: Daniel Paulo Ziolli
Árbitro Assistente 2: Miguel Cataneo Ribeiro da Costa
Quarto Árbitro: Thiago Lourenço de Mattos
VAR: Ilbert Estevam da Silva
AVAR1: Herman Brumel Vani
AVAR2: Thiago Luis Scarascati
Observador VAR: Eveliny Pereira de Almeida Silva
Quality Manager: Alysson Fernandes Matias
Analista de Vídeo: Celso Barbosa de Oliveira
Técnico de Garantia FPF: Marcelo Branco
Operador de Replay: Raul Holanda
Técnico de Garantia Estádio: Robson Custódio
Assistente de Area de Revisao: Lucas Wilson Rodrigo de Menezes

Edina Alves completa o número de árbitros FIFA que trabalharam nos jogos do Braga. Em algumas partidas, contra pequenos, árbitros bem jovens. Contra grandes, árbitros experientes. Tem sido a toada da FPF nas escalas.

Ela está trabalhando em bastante jogos (6 partidas de 8 possíveis), está com muito ritmo de jogo e bem condicionada. Torço para que não tenhamos problemas de ordem técnica / interpretativa.

Acompanhe conosco o jogo entre Red Bull Bragantino vs São Paulo pela Rádio Futebol Total, acessando:
YouTube: https://www.youtube.com/c/CANALDOLOREDO, ou
Twitter: https://twitter.com/futeboltotalbra,
ou ainda pelo site: http://radiofuteboltotal.com.
Narração de Sérgio Loredo, reportagens de Pietro Loredo, comentários de Lucas Salema e Léo Naja, análise da arbitragem com Rafael Porcari. Sábado, 08/02, 18h30. Mas desde às 17h00 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!

– O invasor impactou? A reclamação de Abel e o que a mudança da Regra quer:

Abel Ferreira está bravo com o árbitro Raphael Claus e a VAR Daiane Muniz por não voltar a cobrança de pênalti de Estevão, alegando que um jogador corintiano invadiu a área.

Invadir a área não é mais motivo de “votar a cobrança”, somente se casar impacto / interferir na cobrança (vide aqui, no ítem 6 desse texto: https://professorrafaelporcari.com/2024/04/12/as-novas-mudancas-das-regras-do-jogo-de-futebol-para-2024-2025-2/).

O que é causar impacto?

No Livro de Regras 2024/2025 (tradução oficial portuguesa com português de Portugal), está claro:

Se, antes de a bola estar em jogo, uma das seguintes situações ocorrer:

  • um colega do guarda-redes só é penalizado por infringir as Leis de Jogo se:
    • 1)  a invasão tiver um claro impacto no executante; ou
    • 2)  o jogador que invadiu a área joga a bola ou disputa-a com um adversário e evita que o adversário marque gol, tente marcar gol ou crie uma oportunidade de gol.

Analise:

1- João Pedro, do Corinthians, impactou Estevão, do Palmeiras, na cobrança, ao invadir? 

2- Ao invadir, ele impediu que qualquer adversário pegasse a bola, chutasse, a disputasse ou criasse uma oportunidade de gol (ou seja: haveria tempo hábil disso acontecer, se ele não tivesse invadido)?

– Sobre a expulsão de Yuri Alberto no Palmeiras x Corinthians:

Yuri Alberto foi expulso por receber dois cartões amarelos. 

O segundo, indiscutível, pois foi uma simulação canastrã diante de um árbitro FIFA. Não tem o que discutir, a regra é claríssima para o que ele fez.

O primeiro, entretanto, foi tipicamente um cartão “a la brasileira”. Já falamos em outra oportunidade: a Regra do Jogo não determina isso; mas no Brasil, por determinação de Wilson Luís Seneme na CBF, tornou-se uma “regra local”. A FPF o imitou.

Para que não fique dúvida, o texto da regra nesse link, em: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2023/08/07/outro-cartao-equivocado-por-chutar-o-mastro-da-bandeira/