– O que esperar de Flávio Rodrigues de Souza para Verdão x Massa Bruta?

O juizão está em sua melhor fase na carreira. E falamos sobre o que esperar dele em Palmeiras x Red Bull Bragantino aqui: https://youtu.be/kiEkLFs1BEk?si=bYaf4mHmCMn9mUFS

– Pitaco sobre a Arbitragem de São Paulo 3×1 Corinthians:

Excelente arbitragem de Flávio Rodrigues de Souza no Majestoso.
Jogo difícil, campo molhado e jogadores que não colaboram. Apitou “ligado”! Muito bem.

– Não tem bandeirinhas no campo de Barueri?

Fato inusitado no Paulistão: no sábado à noite, jogaram pela Série A1 Palmeiras x Novorizontino, em Barueri. Já no domingo cedo, pela série A2 jogaram Oeste x São Bento. Porém…

A partida da Segundona atrasou 23 minutos, pois, segundo a súmula, não havia bandeirinhas nos postes de escanteio! No jogo da noite, após a partida, o mandante (Palmeiras) levou embora tudo o que é de sua responsabilidade, inclusive as bandeiras que sinalizam as quinas para o tiro de canto. No jogo da manhã, o Oeste, o novo mandante, teria que cuidar desses apetrechos e não tinha pensado nisso!

E não é que não havia nenhuma bandeirinha branca (ou de qualquer outra cor, desenho ou modelo) para se colocar ali? Contra o relógio, o Oeste correu arranjar 4 flanelas para colocar nos mastros.

Já imaginaram isso? Que azar do Bentão! Poderia ter vencido por WO (3×0), mas com a bola rolando perdeu por 2×0.

Coisas do futebol brasileiro… (Importante: o jovem árbitro Fagson Júnior poderia ordenar que se improvisasse qualquer material parecido, simulando uma bandeira – até mesmo um colete cortado – para sinalizar o local). 

– A Noruega abandonará o VAR na próxima temporada.

A Suécia resistiu e não adotou o VAR em seus campeonatos (as ligas locais têm essa possibilidade: escolher ou não utilizar o sistema de árbitro de vídeo). Aliás, isso gerou muita discussão na Europa (vide aqui: https://wp.me/p55Mu0-3rF).

Uma opção ao VAR, possivelmente, será o VSF, a ser discutido na próxima reunião da IFAB e que está em teste em algumas ligas (vide aqui: https://wp.me/p55Mu0-3zN).

Agora, é a vez da Noruega abolir o VAR (que foi introduzido em 2023) após votação dos clubes da 1ª e 2ª divisão.

Segundo Lígia Moraes, em matéria reproduzida pela Veja,com*:

O VAR era alvo de críticas intensas. Torcedores expressaram insatisfação com protestos criativos e barulhentos: croquetes de peixe, bolas de tênis e até rolhas de champanhe foram lançados aos gramados em partidas interrompidas por revisões polêmicas. A revolta atingiu o auge em 2024, quando uma partida entre Rosenborg e Lillestrøm foi encerrada prematuramente após uma chuva de objetos forçar a saída dos jogadores.

Fico pensando: e se a moda pega?

Nos estádios brasileiros, joga-se de tudo! Até uma cabeça de porco foi arremessada dias atrás

*Trecho de https://veja.abril.com.br/esporte/noruega-decide-abolir-o-var-pode-isso-arnaldo-cezar-coelho#

Crédito da Foto: Catherine Ivill/Getty Images

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Água Santa vs Red Bull Bragantino (Rodada 4 do Paulistão A1).

E para o confronto do Massa Bruta contra o Netuno,

Árbitro: Guilherme Nunes de Santana
Árbitro Assistente 1: Anderson José de Moraes Coelho
Árbitro Assistente 2: Giovanni Crescêncio
Quarto Árbitro: Gabriel Furlan
VAR: Márcio Henrique de Gois
AVAR1: Leandro Matos Feitosa
AVAR2: Herminio Henrique Kuhn Daldem
Observador VAR: Renato de Carlos
Quality Manager: Eduardo César Coronado Coelho
Analista de Vídeo: Cleber Luis Paulino
Técnico de Garantia FPF: Marcelo Branco
Operador de Replay: Guilherme das Dores
Técnico de Garantia Estádio: Daniel Custódio
Assistente de Área de Revisão: Sérgio Augusto

Guilherme, jovem árbitro de 33 anos, teve boas chances na A1 com a antiga gestora da arbitragem paulista, Ana Paula de Oliveira. Já com o argentino Patrício Loustau, só apitou dois jogos da Primeira Divisão no ano passado. Nesse ano, será a sua primeira partida.

Nos outros jogos do Paulistão A1, vemos estreia de árbitros novatos na divisão nessa rodada. É o processo de renovação acontecendo…

Eu trabalhei analisando Guilherme na A3, e me pareceu um árbitro de virtudesmas que peca na questão disciplinar. Na oportunidade, retardou demais a aplicação dos cartões amarelos, quase perdendo o controle da partida. (vide em: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2021/09/11/analise-da-arbitragem-de-flamengo-de-guarulhos-1×0-paulista-de-jundiai/).

Desejo um bom jogo e uma boa arbitragem!

Acompanhe conosco o jogo entre Água Santa vs Red Bull Bragantino pela Rádio Futebol Total, acessando:
YouTube: https://www.youtube.com/c/CANALDOLOREDO, ou
Twitter: https://twitter.com/futeboltotalbra,
ou ainda pelo site: http://radiofuteboltotal.com.
Narração de Sérgio Loredo, reportagens de Pietro Loredo, comentários de Lucas Salema e Léo Naja, análise da arbitragem com Rafael Porcari. Sábado, 25/01, 16h. Mas desde às 15h estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para São Caetano vs Paulista (Rodada 2 do Paulistão A4).

E para o confronto do Galo contra o Azulão,

Árbitro: Vinícius Nunes Lima dos Santos
Árbitro Assistente 1: Luiz Henrique Rodrigues Pimentel
Árbitro Assistente 2: Willian Henrique Ferreira dos Santos
Quarto Árbitro: Pietro Dimitrof Stefanelli
Analista de Vídeo: Kleber José de Melo

Vinícius tem 25 anos e é RECÉM FORMADO pela FPF. Trabalhou no ano passado em partidas do Sub 11 ao Sub 15, e surpreendentemente estreará em um jogo profissional nessa rodada. Nesse ano, apitou alguns jogos da Copa SP, como Ibrachina x Araguacema, Referência FC x Sport e Zumbi x Red Bull Bragantino.

Detalhe: estava escalado no Colorado Caieiras x Barretos que não ocorreu, pois o campo foi interditado pela FPF.

Fica a pergunta: por quê não ter mais rodagem em partidas amadoras, Sub 20, 5ª divisão e, com um pouco de experiência, subir para a A4?

A resposta é: Vinícius está fazendo parte do Projeto de Árbitros Profissionais da FPF, é natural de Piracicaba e se formou anteriormente árbitro amador em um projeto social da Central Única de Favelas. Assim, tendo experiência em várzea, resolveu-se adiantar a sua carreira. Confesso: se todos os jovens árbitros tivessem a mesma oportunidade, não seria crítico por tal medida. Mas não é assim que funciona…

Dentro do processo de renovação forçada que a FPF promove, corre-se o risco de queimar etapas… aliás, vimos isso na gestão passada.

Acompanhe São Caetano vs Paulista de Jundiaí pela Rádio Difusora AM 810 ou nos Apps, com a narração de Rafael Mainini, comentários de Robinson Berró Machado, reportagens de Luiz Antonio “Cobrinha” de Oliveira e análise da arbitragem de Rafael Porcari. No comando: Adilson Freddo! O jogo começará as 15hoo (25/01), mas desde às 14h00 o Time Forte do Esporte já estará no ar.

– O dedo do meio em Ponte Preta 0x0 Portuguesa.

A árbitra Edina Alves Batista, após ir ao VAR, constatou que o atleta Maceió, da Portuguesa, fez o conhecido e desagradável gesto ofensivo de “Fuck You” contra o banco de reservas da Ponte Preta. Corretamente, o expulsou mostrando o Cartão Vermelho.

A pergunta é: seria um exagero?

Não. A Regra chama de “Conduta Violenta” qualquer tipo de agressão, e isso inclui verbal, física ou gestual (xingar, socar ou gesticular).

Alguém poderá contestar que foi revide a uma possível provocação pontepretana. Se houve, deu sorte quem provocou (que poderia ser punido com Advertência Verbal, Cartão Amarelo ou Vermelho), pois não foi flagrado. E azar de Maceió, que escancarou o dedo do meio, muito próximo à jovem quarta-árbitra Marianna Nanni Batalha.

Aqui, fica a constatação: as equipes não se preocupam em ensinar regras de futebol aos seus atletas, dicas de comportamento para se aproveitarem de detalhes das Leis do Jogo e/ou jogadas para se tirar proveito de detalhes, ou ainda exemplos para evitarem Amarelos ou Vermelhos. Sou a favor de ex-árbitros como membros das Comissões Técnicas para orientação aos atletas.

Enfim: me chamou a atenção a reação do jogador ao ser expulso, mais ou menos como: “Ué, não pode mostrar o dedo do meio? Eu não sabia…”

Ops: a Portuguesa já estava com 10 jogadores, pois seu zagueiro houvera sido expulso ainda no 1º tempo por uma cotovelada. Assim, a Lusa SAF jogou o segundo tempo inteiro com 9 atletas.

 

– Análise da Arbitragem de Paulista 1×0 Matonense.

No começo da partida, o árbitro Alceu Lopes Júnior marcou tudo o que pode, e eu fiquei preocupado. Depois se encontrou técnica e disciplinarmente. Faltou um pouco mais de vibração.

No segundo tempo, foi bem nas advertências e “apitou direitinho”, em que pese tenha tido dificuldade em coibir os muitos atendimentos (alguns para retardamento) do adversário.

Detalhe: não tivemos lances polêmicos ou violentos, o que é muito bom.

As anotações lance a lance, abaixo:

Fiquei preocupado: logo aos 2 minutos, o árbitro marcou falta de Marquinhos (MAT) em Marola (PFC). Nada foi, o jogador havia atingido só a bola.

Com 18 minutos, tínhamos 8 faltas de jogo (a maior parte, daquelas que não se marca na Europa mas se marca no Brasil).

Aos 28 minutos, a bola saiu e era Arremesso Lateral para o time do Paulista (que queria falta). O defensor da Matonense não observou a marcação e de um bico para longe. Errou o árbitro ao não dar Cartão Amarelo pela indisciplina.

Com 31 minutos, João Choco (PFC) deu uma entrada desnecessária no adversário e levou Amarelo. Dois minutos depois, Marquinhos (MAT) também foi corretamente amarelado. Mas em ambas situações era necessário também uma boa advertência verbal.

Lucas Silva (PFC) atinge o lateral da Matonense de forma desnecessária e recebe corretamente o cartão amarelo (38m).

Disciplinarmente, o árbitro está bem. Tecnicamente, começou marcando tudo e se corrigiu.

60m: Christopher reclama com a zaga e começa um princípio de confusão, e o árbitro acerta na advertência verbal.

69m: O defensor da Matonense toca o braço na bola de maneira antinatural e não marca, optando pela vantagem (observou corretamente).

84m: Adelan (PFC) comete uma falta temerária e recebe corretamente o Amarelo).

Faltas: 22×16

Público: 2.483 pagantes

Renda: 41.830,00

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Red Bull Bragantino x Velo Clube (Rodada 3 do Paulistão A1).

E para o confronto do Massa Bruta contra o Galo Vermelho, a FPF escalou:

Árbitro: Murilo Tarrega Victor
Árbitro Assistente 1: Daniel Paulo Ziolli
Árbitro Assistente 2: Ricardo Pavanelli Lanutto
Quarto Árbitro: Rodrigo Gomes Paes Domingues
VAR: Thiago Duarte Peixoto
AVAR1: Amanda Matias Masseira
AVAR2: José Claudio Rocha Filho
Observador VAR: Eveliny Pereira de Almeida Silva
Quality Manager: Alysson Fernandes Matias
Analista de Vídeo: Celso Barbosa de Oliveira
Técnico de Garantia FPF: Breno Raimundo
Operador de Replay: Guilherme das Dores
Técnico de Garantia Estádio: Robson Custódio
Assistente de Área de Revisão: Lucas Wilson Rodrigo de Menezes

Murilo tem 30 anos e será sua 7ª temporada apitando pela Federação Paulista. Fará sua estreia em um jogo da Série A1 nessa quarta-feira.

Temos falado o quanto a FPF quer (e precisa) renovar o quadro de árbitros, e como o Red Bull Bragantino é uma equipe “Fair Play”, jovens são escalados em suas partidas. Os dois últimos árbitros tinham apenas 26 anos. O desse jogo, embora mais velho, é estreante.

Acompanhei Murilo Tarrega no ano passado, pela 5ª divisão, apitando Inter de Bebedouro vs Paulista de Jundiaí, e naquela oportunidade, foi muito bem: deixou o jogo correr e foi rigoroso com a disciplina (embora, tenha se atentado demais a pequenos detalhes, fruto da sua inexperiência).

Vejamos como se sairá na Primeira Divisão! Desejo um grande jogo e uma ótima arbitragem.

Acompanhe conosco o jogo entre Red Bull Bragantino vs Velo Clube pela Rádio Futebol Total, acessando:
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Narração de Sérgio Loredo, reportagens de Pietro Loredo, comentários de Lucas Salema e Léo Naja, análise da arbitragem com Rafael Porcari. Quarta-feira, 22/01, 18h30. Mas desde às 17h30 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Paulista x Matonense (Rodada 1 do Paulistão A4).

E para o confronto do Galo contra a Águia Azul, a FPF escalou a seguinte equipe de arbitragem:

Árbitro: Alceu Lopes Junior
Árbitro Assistente 1: Claudenir Donizeti Gonçalves da Silva
Árbitro Assistente 2: Ricardo Luis Buzzi
Quarto Árbitro: Talita Ximenes de Freitas
Analista de Vídeo: Wilson Roberto Cavallari

Na rodada inicial da 4ª divisão, praticamente os mesmos nomes que apitaram a A4 e a Bzinha do ano passado. Jovens tendo oportunidade novamente, e veteranos da própria divisão sendo escalados..

Alceu tem 43 anos, é professor de Educação Física e costuma apitar a 5ª, 4ª e 3ª divisão.  Tem 21 anos de FPF, e curiosamente, apesar de tanto tempo, transita nessas categorias apenas.

Só trabalhou em três partidas do Paulista: como quarto árbitro em 2015, contra o São Bento, como árbitro central em 2022, contra a SãoCarlense (se perdeu no final da partida, vide aqui: https://wp.me/p55Mu0-340) e contra o Ska Brasil no ano passado (onde foi muito bem, relembre: https://wp.me/p55Mu0-3hl). Costuma deixar o jogo correr, é tranquilo e goza de experiência em jogos desse naipe. Não devemos ter polêmicas.

Destaque para o bandeira 1: o bom Claudenir, que já esteve na série A1, todo ano faz “meia dúzia de jogos” no Jayme Cintra. Sem problema algum.

Desejo um bom jogo e uma ótima arbitragem.

Acompanhe Paulista de Jundiaí x Colorado Caieiras pela Rádio Difusora AM 810 ou nos Apps, com a narração de Rafael Mainini, comentários de Robinson Berró Machado, reportagens de Luiz Antonio “Cobrinha” de Oliveira e análise da arbitragem de Rafael Porcari. No comando: Adilson Freddo! O jogo começará as 20hoo (22/01), mas desde às 18h00 o Time Forte do Esporte já estará no ar.

– Análise da Arbitragem para São Bernardo 3×2 Red Bull Bragantino.

Gabriel Henrique Meira Bispo foi pouco exigido no jogo de hoje, e quando precisou se impor, não se mostrou tão seguro em campo.

Tem algum potencial, mas precisa ser melhor trabalhado para a série A1. Os apontamentos do jogo, abaixo:

Aos 12m, Rodrigo Ferreira (SBE) deu uma entrada muito forte e desnecessária na lateral do campo, atingindo em Vinicinho (RBB). Foi falta, onde o árbitro poderia desde dar uma advertência verbal ou até um Cartão Amarelo. E nada marcou. Errou.

Aos 16m, um drone sobrevoava o campo e o árbitro paralisou o jogo. Aqui, uma crítica: em quê o drone atrapalhava a partida? O jogo deveria seguir, e só ser paralisado se ele interferisse em uma disputa. E fica a pergunta: se o drone não sai, não tem mais jogo?
Alguém pode dizer que poderia estar captando imagens do jogo e transmitindo de maneira “pirata”. Isso não é problema da arbitragem, mas de quem transmite o jogo. O jovem Gabriel Bispo se viu em uma situação “inusitada”…

Aos 22 minutos, Cleiton (RBB) lança a bola para Mosquera (em posição ajustada). Ele atravessa o campo e cruza para Vinicinho marcar o gol. Houve 3 minutos de demora no VAR, para traçar a linha de impedimento (não estava) e ver se Vinicinho não fez o gol de mão (e não fez). Muiiiita demora.

Aos 36m, Mosquera é tocado fora da área de maneira faltosa. Como ele consegue se manter equilibrado e prossegue a jogada, não se marca a falta. Ele entra na área, sente um contato físico não faltoso, e cai. Não foi pênalti. Na sequência do lance, Léo Jabá dá uma entrada forte em Pedro Henrique e recebe Cartão Amarelo corretamente.

Aos 45m, Lucas Cunha faz falta em Fabrício Daniel, próximo a grande área. O árbitro corretamente marcou a falta. E demorou para ser cobrada… Aos 47’40”, o árbitro ainda organizava a barreira, e quando foi autorizar a cobrança, parou tudo, sinalizou o gesto de VAR e demarcou a falta, remarcando como pênalti. E aí demorou mais ainda para se cobrar.
Na imagem do VAR, mostrada na TV, não achei conclusiva. Há um recorte de imagem divulgada, em que o ponto infracional foi em cima da linha. Se confirmado o frame, acertou.

Faltas no 1º tempo: 4×4. Placar: 2×2.

No segundo tempo, sem lances polêmicos. Mas um jogo travado, arrastado, onde o árbitro permitiu muita demora para os reinícios de jogo.

Aos 65m, Pita (RBB) tenta cruzar a bola que bate no peito do adversário. Apesar de pedir mão, corretamente o árbitro nada marcou.

Faltas no segundo tempo: 4×5

– O Futebol precisa de mais gols ou não? Um interessante debate:

Ao Podcast Ticaracaticast, o árbitro FIFA Raphael Claus deu uma descontraída e bacana entrevista aos apresentadores e humoristas Bola e Carioca.

Nela, ele falou de carreira, arbitragem, futebol e curiosidades. Mas me chamou a atenção um trecho que nos permite uma ampla discussão: a da IMPORTÂNCIA e/ou FACILIDADE em se fazer gols.

Veja no minuto 48’03” (link abaixo), onde Claus diz:

“Uma coisa que eu acho que é a magia do futebol: se começar a sair muitos gols – isso é um pensamento meu, do Claus – se começar a sair muitos gols vai perder a magia do futebol, porque vai passar a ser igual aos outros esportes, igual ao basquete, igual ao vôlei; por que o que acontece: o favorito dificilmente perde; e se [no futebol] tiver muitos gols, dificilmente o favorito vai perder também. Agora, quando você joga por uma bola, e o cara ganha aquele jogo por uma bola… (…) O futebol gera isso, pois nem sempre o favorito ganha. (…) Se começar a sair 10 gols por jogo, ah, não é assim (…).”

Eu entendi o que ele quis dizer: que o futebol é apaixonante pois nem sempre o melhor ganha, permitindo que quem não seja favorito ou que um time pequeno vença. Nessa fala, Claus se preocupa em não vulgarizar o gol e preservá-lo como algo precioso.

Porém… eu discordo respeitosamente desse pensamento. Justamente o gol, tão precioso, deve ser a busca constante no desafio. Quando o time pequeno joga por uma bola, e sai o gol, acabou o jogo. Ele se retranca, os atletas caem em campo, existe a cera e o espetáculo morreu. Os grandes jogos da história do futebol doméstico, foram de placares elásticos: quem não se lembra daquele Santos 4×5 Flamengo em 2011 na Vila Belmiro? Ou do ano retrasado, Botafogo 3×4 Palmeiras, pelo Brasileirão? Ou Santos 5×2 Fluminense, com Giovani Messias em 1995? Ou, mais atrás, Santos 7×6 Palmeiras, o “jogo do infarto”, de 1958? E aí pergunto: alguém se lembra de jogos com 0x0 de tanta emoção?

Aliás, todos os esforços da FIFA giram em torno de aumentar o tempo de jogo e um maior número de gols: vide as sugestões de maior duração do tempo de uma partida, cronômetro parado, impedimento somente por corpo total, e outras ideias para favorecer os atacantes? Isso, inclusive, é uma reclamação dos zagueiros e goleiros, pois os defensores nunca enxergam “regras a seu favor”.

Há algum tempo, li um artigo de um Diretor do Liverpool-ING (permita-me não lembrar o nome, tentei achar em meus recortes guardados para textos sugestivos). E ele dizia que o maior desafio para a Geração Z (e provavelmente, será também para a nascente Geração Beta) é conseguir fazer com que um adolescente permaneça 90 minutos prestando a atenção num jogo de futebol, em especial se ele não tiver gols! Com o advento da tecnologia, das multitelas e outros gadgets, fica difícil segurar o foco de um jovem exclusivamente numa partida, sem grandes atrativos técnicos ou gols.

Alguns dizem que a dificuldade da popularização do soccer nos Estados Unidos se deve ao fato dos placares elásticos de lá, como beisebol, futebol americano, basquetebol, entre outros. Logicamente e concordando com Claus, o favorito sempre ganhará neles. Mas no “nosso esporte-bretão”, a cultura é diferente. Incentivar a busca por gols, não incentivar a retranca, promover o Fair Play e “o jogo pra frente”, saindo ou não muitos gols, não tiraria a paixão do torcedor; ao contrário, o faria aflorar ainda mais o gosto pelo espetáculo.

Não é questão de vulgarizar o gol, mas sim de tratá-lo como objetivo maior do futebol.

A entrevista completa em: https://www.youtube.com/watch?si=FiXPMFRGOIHMVLGr&v=vUmK1HZYclI&feature=youtu.be

– Acompanhe conosco:

Hoje é dia de futebol!

O Massa Bruta vai ao ABC enfrentar o Bernô pelo Paulistão 2025, e você acompanha tudo na Rádio Futebol Total!

E sobre a arbitragem, em: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2025/01/17/analise-pre-jogo-da-arbitragem-para-sao-bernardo-x-red-bull-bragantino-rodada-2-do-paulistao/

– Análise Pré Jogo da Arbitragem para São Bernardo x Red Bull Bragantino, Rodada 2 do Paulistão.

E para o confronto do Massa Bruta contra o Bernô lá no ABC,

Árbitro: Gabriel Henrique Meira Bispo
Árbitro Assistente 1: Evandro de Melo Lima
Árbitro Assistente 2: Luiz Alberto Andrini Nogueira
Quarto Árbitro: Thiago Lourenço de Mattos
VAR: Márcio Henrique de Góis
AVAR1: Herman Brumel Vani
AVAR2: Thiago Luis Scarascati
Observador VAR: Ednilson Corona
Analista de Vídeo: Márcio Luiz Augusto

Gabriel é um novato árbitro buscando espaço. Os seus bandeiras são muito mais experientes do que ele. A equipe de arbitragem de vídeo, ainda mais gabaritados! Mas estamos em processo de renovação.

Assim como Candançan, que apitou o Braga contra o Corinthians, Gabriel tem 26 anos de idade e vai para a sua sétima temporada na FPF. Apitou no meio de semana Primavera 1×0 São Bento pela série A2, em uma partida tranquilíssima, onde os cartões amarelos existentes foram por cera e simulação.

Tentando agarrar as chances na Primeira Divisão, só apitou duas partidas da A1 até hoje: ambas de placar 1×0 em 2024. Está ganhando experiência ainda…

O avaliei na partida União Barbarense 0x0 Paulista de Jundiaí, em 2023 (4ª divisão). Na oportunidade, quando não exigido, foi bem. Mas se perdeu na autoridade em campo, fazendo mau uso das advertências verbais e distribuindo vários cartões (vide aqui: https://wp.me/p55Mu0-3gx).

Tomara que tenha evoluído e que faça uma grande arbitragem.

Acompanhe conosco o jogo entre São Bernardo x Red Bull Bragantino pela Rádio Futebol Total, acessando:
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Twitter: https://twitter.com/futeboltotalbra,
ou ainda pelo site: http://radiofuteboltotal.com.
Narração de Sérgio Loredo, reportagens de Pietro Loredo, comentários de Lucas Salema e Léo Naja, análise da arbitragem com Rafael Porcari. Domingo, 19/01, 16h00. Mas desde às 15h00 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!

– O que esperar do juizão de Red Bull Bragantino x Corinthians e o sistema Multiball!

Sobre a arbitragem para o jogo do Estádio Nabi Abi Cheddid e o sistema Multiball,
compartilho aqui: https://youtu.be/qFWf74KMdR0

– O pênalti reclamado pela Lusa em Palmeiras 2×0 Portuguesa. Foi ou não?

Daniel Jr (Lusa) reclamou que Murilo (Verdão) cometeu pênalti por mão na bola. Foi mesmo?

Não, não foi. O promissor árbitro João Vítor Gobbi marcou, e depois de ter conferido após chamado pelo VAR Thiago Duarte Peixoto (aparentemente, demorando para se convencer do erro), desmarcou.

Mas depois de tanto treino em pré-temporada, por que se erra assim?

Falo sobre esse lance e outras nuances em: https://youtu.be/H-_7DWlALF0?si=m4nHgRuwIGxlUnCf

– Análise Pré Jogo da Arbitragem para São Bernardo x Red Bull Bragantino, Rodada 2 do Paulistão.

E para o confronto do Massa Bruta contra o Bernô lá no ABC,

Árbitro: Gabriel Henrique Meira Bispo
Árbitro Assistente 1: Evandro de Melo Lima
Árbitro Assistente 2: Luiz Alberto Andrini Nogueira
Quarto Árbitro: Thiago Lourenço de Mattos
VAR: Márcio Henrique de Góis
AVAR1: Herman Brumel Vani
AVAR2: Thiago Luis Scarascati
Observador VAR: Ednilson Corona
Analista de Vídeo: Márcio Luiz Augusto

Gabriel é um novato árbitro buscando espaço. Os seus bandeiras são muito mais experientes do que ele. A equipe de arbitragem de vídeo, ainda mais gabaritados! Mas estamos em processo de renovação.

Assim como Candançan, que apitou o Braga contra o Corinthians, Gabriel tem 26 anos de idade e vai para a sua sétima temporada na FPF. Apitou no meio de semana Primavera 1×0 São Bento pela série A2, em uma partida tranquilíssima, onde os cartões amarelos existentes foram por cera e simulação.

Tentando agarrar as chances na Primeira Divisão, só apitou duas partidas da A1 até hoje: ambas de placar 1×0 em 2024. Está ganhando experiência ainda…

O avaliei na partida União Barbarense 0x0 Paulista de Jundiaí, em 2023 (4ª divisão). Na oportunidade, quando não exigido, foi bem. Mas se perdeu na autoridade em campo, fazendo mau uso das advertências verbais e distribuindo vários cartões (vide aqui: https://wp.me/p55Mu0-3gx).

Tomara que tenha evoluído e que faça uma grande arbitragem.

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– O Futebol precisa de mais gols ou não? Um interessante debate:

Ao Podcast Ticaracaticast, o árbitro FIFA Raphael Claus deu uma descontraída e bacana entrevista aos apresentadores e humoristas Bola e Carioca.

Nela, ele falou de carreira, arbitragem, futebol e curiosidades. Mas me chamou a atenção um trecho que nos permite uma ampla discussão: a da IMPORTÂNCIA e/ou FACILIDADE em se fazer gols.

Veja no minuto 48’03” (link abaixo), onde Claus diz:

“Uma coisa que eu acho que é a magia do futebol: se começar a sair muitos gols – isso é um pensamento meu, do Claus – se começar a sair muitos gols vai perder a magia do futebol, porque vai passar a ser igual aos outros esportes, igual ao basquete, igual ao vôlei; por que o que acontece: o favorito dificilmente perde; e se [no futebol] tiver muitos gols, dificilmente o favorito vai perder também. Agora, quando você joga por uma bola, e o cara ganha aquele jogo por uma bola… (…) O futebol gera isso, pois nem sempre o favorito ganha. (…) Se começar a sair 10 gols por jogo, ah, não é assim (…).”

Eu entendi o que ele quis dizer: que o futebol é apaixonante pois nem sempre o melhor ganha, permitindo que quem não seja favorito ou que um time pequeno vença. Nessa fala, Claus se preocupa em não vulgarizar o gol e preservá-lo como algo precioso.

Porém… eu discordo respeitosamente desse pensamento. Justamente o gol, tão precioso, deve ser a busca constante no desafio. Quando o time pequeno joga por uma bola, e sai o gol, acabou o jogo. Ele se retranca, os atletas caem em campo, existe a cera e o espetáculo morreu. Os grandes jogos da história do futebol doméstico, foram de placares elásticos: quem não se lembra daquele Santos 4×5 Flamengo em 2011 na Vila Belmiro? Ou do ano retrasado, Botafogo 3×4 Palmeiras, pelo Brasileirão? Ou Santos 5×2 Fluminense, com Giovani Messias em 1995? Ou, mais atrás, Santos 7×6 Palmeiras, o “jogo do infarto”, de 1958? E aí pergunto: alguém se lembra de jogos com 0x0 de tanta emoção?

Aliás, todos os esforços da FIFA giram em torno de aumentar o tempo de jogo e um maior número de gols: vide as sugestões de maior duração do tempo de uma partida, cronômetro parado, impedimento somente por corpo total, e outras ideias para favorecer os atacantes? Isso, inclusive, é uma reclamação dos zagueiros e goleiros, pois os defensores nunca enxergam “regras a seu favor”.

Há algum tempo, li um artigo de um Diretor do Liverpool-ING (permita-me não lembrar o nome, tentei achar em meus recortes guardados para textos sugestivos). E ele dizia que o maior desafio para a Geração Z (e provavelmente, será também para a nascente Geração Beta) é conseguir fazer com que um adolescente permaneça 90 minutos prestando a atenção num jogo de futebol, em especial se ele não tiver gols! Com o advento da tecnologia, das multitelas e outros gadgets, fica difícil segurar o foco de um jovem exclusivamente numa partida, sem grandes atrativos técnicos ou gols.

Alguns dizem que a dificuldade da popularização do soccer nos Estados Unidos se deve ao fato dos placares elásticos de lá, como beisebol, futebol americano, basquetebol, entre outros. Logicamente e concordando com Claus, o favorito sempre ganhará neles. Mas no “nosso esporte-bretão”, a cultura é diferente. Incentivar a busca por gols, não incentivar a retranca, promover o Fair Play e “o jogo pra frente”, saindo ou não muitos gols, não tiraria a paixão do torcedor; ao contrário, o faria aflorar ainda mais o gosto pelo espetáculo.

Não é questão de vulgarizar o gol, mas sim de tratá-lo como objetivo maior do futebol.

A entrevista completa em: https://www.youtube.com/watch?si=FiXPMFRGOIHMVLGr&v=vUmK1HZYclI&feature=youtu.be\

– A bola não pára!

Compartilho uma entrevista bem legal que dei ao amigo Fredy Júnior, ao seu Canal “A bola não pára”.

Falamos de futebol, arbitragem, bastidores, novidades e muitos “causos” da bola!

Em: https://www.youtube.com/watch?si=N8yPG1ES1Fmd31Pd&v=D4yaqv6WBBI&feature=youtu.be

 

– Os árbitros escalados para a Rodada 1 do Paulistão 2025 e a Análise Pré Jogo da Arbitragem para Red Bull Bragantino x Corinthians.

Eu imaginava que, com o Estado de São Paulo começando o ano com 4 árbitros no quadro da FIFA (Claus, Flávio Souza, Edina Aves e agora Candançan), dois deles estariam na rodada 1, em times grandes, e outros dois na rodada 2.

Ao ver a divulgação dos nomes, “bati na risca“: realmente temos dois FIFAs em time grande e outro em clássico regional…

Vamos lá: teremos 7 partidas na rodada inicial (SPFC x Inter de Limeira será em Fevereiro). E será um recorde de árbitras escaladas num Paulistão de Primeira Divisão: 3!

1- Para o clássico do ABCD (Água Santa x São Bernardo), atuará Edina Alves Batista (FIFA).

2- Para Velo Clube x Noroeste (que falta de criatividade de quem faz a tabela… os dois times que subiram da A2 estreiam na A1 jogando um contra o outro), apitará a jovem Marianna Nanni Batalha (no ano passado, apitou 1 jogo da A2, 2 jogos da A3, 2 da A4 e 1 da 5ª divisão).

3- Para Novorizontino x Ponte Preta, um susto (e vou explicar): arbitrará Daiane Muniz, que no ano passado tem apenas 1 jogo profissional arbitrado (e somente 4 nos últimos 3 anos). Daiane tem construído a carreira trabalhando como VAR (numa incrível e exaustiva sequência de jogos no Paulistão e no Brasileirão). O que pretende Patrício Loustau, o chefe dos árbitros? Mudar ela de função? Mas dando chances logo na A1?

4- Dos árbitros masculinos, uma justa escala: em Guarani x Botafogo, teremos Lucas Canetto Belotte, que sempre apita muito bem, mas acaba tendo algum problema físico e acaba perdendo a sequência de escalas. É um árbitro “moderno”, que já teve algumas chances e tem potencial.

5- Para Santos x Mirassol, teremos Flávio Rodrigues de Souza, experiente árbitro da FIFA.

6- Para Palmeiras x Portuguesa, teremos o jovem João Vitor Gobbi (que desde suas atuações na última divisão estadual, tivemos o prazer de trabalhar em ótimos jogos dele e o ver chegando a série A do Brasileirão). E aqui, uma curiosidade: ele deve ter mais jogos escalados por Seneme do que por Loustau (foi testado bastante pela CBF em 2024). Terá a oportunidade de mostrar serviço nesse ano no seu próprio estado. Detalhe: Luiz Flávio de Oliveira será o quarto-árbitro desse jogo.

7- E para o confronto do Red Bull Bragantino contra o Corinthians, os 14 nomes escalados são:

Árbitro: Matheus Delgado Candançan
Árbitro Assistente 1: Danilo Ricardo Simon Manis
Árbitro Assistente 2: Fabrini Bevilaqua Costa
Quarto árbitro: Douglas Marques das Flores
VAR: Adriano de Assis Miranda
AVAR1: Fábio Rogerio Baesteiro
AVAR2: Renan Pantoja de Quequi
Observador VAR: Ednilson Corona
Quality Manager: Eduardo César Coronado Coelho
Analista de Vídeo: Adriano Stange
Técnico de Garantia FPF: Germano Araújo
Operador de Replay: Raul Holanda
Técnico de Garantia Estádio: Robson Custódio
Assistente de Área de Revisão: Lucas Wilson Rodrigo de Menezes

Candançan entrou no quadro da FIFA nesse ano, com apenas 26 anos (falamos sobre isso aqui: https://wp.me/p55Mu0-3zE). Ele foi bastante escalado nos últimos anos, depois de precocemente ser jogado em um Derby e ter “sumido” do cenário. Agora, com o escudo internacional, terá que apitar os clássicos do Paulistão.

Boa condição física e técnica ele tem. O que precisa ainda (e conseguirá somente com o tempo), é “driblar” a malandragem dos atletas (como simulações e o excesso de reclamações).

Desejo um bom jogo e uma ótima arbitragem.

Acompanhe conosco o jogo entre Red Bull Bragantino vs Corinthians pela Rádio Futebol Total, acessando:
YouTube: https://www.youtube.com/c/CANALDOLOREDO, ou
Twitter: https://twitter.com/futeboltotalbra,
ou ainda pelo site: http://radiofuteboltotal.com.
Narração de Sérgio Loredo, reportagens de Pietro Loredo, comentários de Lucas Salema e Léo Naja, análise da arbitragem com Rafael Porcari. Quinta-feira, 16/01, 19h30. Mas desde às 18h00 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!

– Vai começar o Paulistão. E os árbitros escalados?

Nosso boletim para as Rádios do Interior sobre a escala da arbitragem da Rodada Inicial do Campeonato Paulista 2025,

em: https://youtu.be/DHyseV2WTg4

– O FVS deverá ser ainda mais usado nos testes!

A FIFA está mudando o VAR? Seria um novo árbitro de vídeo?

Não! É uma nova ferramenta, sem árbitro: o VS, ou se preferir, o suporte de vídeo – também sendo chamado de Football Video Support (FVS).

A idéia foi testada no Mundial de Seleções Sub 20 Feminino (na Colômbia, em Setembro), e basicamente é um sistema eletrônico de vídeo, como “o olho do falcão” do Tênis, sem árbitros dedicados. Disse em março do ano passado Pierlugi Collina, o ex-árbitro italiano que está à frente do projeto:

“O VS e o VAR basicamente podem ser usados para o mesmo tipo de incidente, mas não podem ser comparados, pois foram projetados para cenários completamente diferentes. O resultado do teste na Blue Stars/FIFA Youth Cup foi muito positivo. (…) O Football Video Support (VS) não é substituto ao VAR, mas uma alternativa para competições de menor orçamento”.

Ele se referiu aos primeiros testes realizados numa competição em maio (na cidade de Zurich), onde se testou o chamado “desafio”. O sistema conta com 3 a 5 câmeras, e tudo é automaticamente armazenado. Se os jogadores quiserem contestar o árbitro, comunicam ao técnico que pede revisão. Serão permitidos 3 momentos: gol, cartão vermelho e pênalti. Cada time terá direito a dois pedidos, e se o árbitro concordar com a reclamação, ao analisar o pedido do time e alterar a sua decisão, o time continua tendo direito a dois pedidos. Se a decisão não for alterada, o time perde uma chance do desafio e fica apenas com uma oportunidade.

Eu acho uma boa ideia, mas penso: surgiria a discussão se o FVS será melhor do que o VAR, e se escolherá o modelo. Como custo, sem dúvida, é bem mais barato (e menos gente para palpitar na cabine).

Não duvidarei se levarem a ideia do “desafio” do VS também para o atual VAR, caso ela agrade. A Internacional Board, em março de 2025, deverá permitir o aumento do número de ligas e competições a testarem a novidade, após os relatórios da FIFA (que são positivos).

– Os árbitros escalados para a Rodada 1 do Paulistão 2025 e a Análise Pré Jogo da Arbitragem para Red Bull Bragantino x Corinthians.

Eu imaginava que, com o Estado de São Paulo começando o ano com 4 árbitros no quadro da FIFA (Claus, Flávio Souza, Edina Aves e agora Candançan), dois deles estariam na rodada 1, em times grandes, e outros dois na rodada 2.

Ao ver a divulgação dos nomes, “bati na risca“: realmente temos dois FIFAs em time grande e outro em clássico regional…

Vamos lá: teremos 7 partidas na rodada inicial (SPFC x Inter de Limeira será em Fevereiro). E será um recorde de árbitras escaladas num Paulistão de Primeira Divisão: 3!

1- Para o clássico do ABCD (Água Santa x São Bernardo), atuará Edina Alves Batista (FIFA).

2- Para Velo Clube x Noroeste (que falta de criatividade de quem faz a tabela… os dois times que subiram da A2 estreiam na A1 jogando um contra o outro), apitará a jovem Marianna Nanni Batalha (no ano passado, apitou 1 jogo da A2, 2 jogos da A3, 2 da A4 e 1 da 5ª divisão).

3- Para Novorizontino x Ponte Preta, um susto (e vou explicar): arbitrará Daiane Muniz, que no ano passado tem apenas 1 jogo profissional arbitrado (e somente 4 nos últimos 3 anos). Daiane tem construído a carreira trabalhando como VAR (numa incrível e exaustiva sequência de jogos no Paulistão e no Brasileirão). O que pretende Patrício Loustau, o chefe dos árbitros? Mudar ela de função? Mas dando chances logo na A1?

4- Dos árbitros masculinos, uma justa escala: em Guarani x Botafogo, teremos Lucas Canetto Belotte, que sempre apita muito bem, mas acaba tendo algum problema físico e acaba perdendo a sequência de escalas. É um árbitro “moderno”, que já teve algumas chances e tem potencial.

5- Para Santos x Mirassol, teremos Flávio Rodrigues de Souza, experiente árbitro da FIFA.

6- Para Palmeiras x Portuguesa, teremos o jovem João Vitor Gobbi (que desde suas atuações na última divisão estadual, tivemos o prazer de trabalhar em ótimos jogos dele e o ver chegando a série A do Brasileirão). E aqui, uma curiosidade: ele deve ter mais jogos escalados por Seneme do que por Loustau (foi testado bastante pela CBF em 2024). Terá a oportunidade de mostrar serviço nesse ano no seu próprio estado. Detalhe: Luiz Flávio de Oliveira será o quarto-árbitro desse jogo.

7- E para o confronto do Red Bull Bragantino contra o Corinthians, os 14 nomes escalados são:

Árbitro: Matheus Delgado Candançan
Árbitro Assistente 1: Danilo Ricardo Simon Manis
Árbitro Assistente 2: Fabrini Bevilaqua Costa
Quarto árbitro: Douglas Marques das Flores
VAR: Adriano de Assis Miranda
AVAR1: Fábio Rogerio Baesteiro
AVAR2: Renan Pantoja de Quequi
Observador VAR: Ednilson Corona
Quality Manager: Eduardo César Coronado Coelho
Analista de Vídeo: Adriano Stange
Técnico de Garantia FPF: Germano Araújo
Operador de Replay: Raul Holanda
Técnico de Garantia Estádio: Robson Custódio
Assistente de Área de Revisão: Lucas Wilson Rodrigo de Menezes

Candançan entrou no quadro da FIFA nesse ano, com apenas 26 anos (falamos sobre isso aqui: https://wp.me/p55Mu0-3zE). Ele foi bastante escalado nos últimos anos, depois de precocemente ser jogado em um Derby e ter “sumido” do cenário. Agora, com o escudo internacional, terá que apitar os clássicos do Paulistão.

Boa condição física e técnica ele tem. O que precisa ainda (e conseguirá somente com o tempo), é “driblar” a malandragem dos atletas (como simulações e o excesso de reclamações).

Desejo um bom jogo e uma ótima arbitragem.

Acompanhe conosco o jogo entre Red Bull Bragantino vs Corinthians pela Rádio Futebol Total, acessando:
YouTube: https://www.youtube.com/c/CANALDOLOREDO, ou
Twitter: https://twitter.com/futeboltotalbra,
ou ainda pelo site: http://radiofuteboltotal.com.
Narração de Sérgio Loredo, reportagens de Pietro Loredo, comentários de Lucas Salema e Léo Naja, análise da arbitragem com Rafael Porcari. Quinta-feira, 16/01, 19h30. Mas desde às 18h00 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!

– 10 Dicas para os Jogadores às Vésperas da Retomada da Temporada 2025.

Todo ano vemos polêmicas envolvendo árbitros e jogadores. Próximo do início do Paulistão 2025, podemos fazer observações interessantes desta relação e algumas dicas – dentro da legalidade das regras do jogo – de como o jogador se dar bem sem praticar infrações.

  • Primeiro Há um preconceito de que o árbitro é inimigo do jogador. Alguns atletas já entram em campo condicionados de que terão que vencer o adversário e o juiz! Nada disso… o árbitro é um ser humano que tem os mesmos sentimentos do atleta: quer acertar tudo, tem ansiedade, gana e medo.
  • Segundo– Jogador tem que tomar cuidado com reclamações indevidas. Árbitros mais experientes costumam ser mais respeitados, até mesmo pela fama, e aplicam menos cartões. Árbitros mais jovens (e no Paulistão muitos surgirão, até pela urgente necessidade de se renovar o quadro) não tem a mesma habilidade em advertir verbalmente, e acabam aplicando um maior número de cartões amarelos.
  • Terceiro– Existe o VAR! Portanto, aquele agarra-agarra nos escanteios e em outros lances de bola parada próximo a Área Penal, devem inexistir. Cuidado, estamos na era do “Big Brother do apito”.
  • Quarto– Uma tendência mundial é deixar o jogo fluir mais. As chamadas “faltinhas bobas” (quedas em lances de divididas / trancos), onde fica claro que o jogador abriu mão de prosseguir a jogada para tentar a bola parada (comuns no Campeonato Paulista) devem diminuir. Há uma preocupação dos árbitros em não cair em ludibriações, e sendo assim, que os jogadores fiquem mais em pé.
  • Quinto– Conhecer a Regra é fundamental para os atletas, e muitas jogadas poderiam ser inventadas tendo ciência de algumas curiosidades delas. Por exemplo: se não existe impedimento em tiro de meta e arremesso lateral, por que não se treina jogadas com esses detalhes? Pegaria o adversário de surpresa, já que nem todos conhecem isso.
  • Sexto Por que o batedor de faltas espera tanto tempo para se cobrar uma falta? Aliás: quem disse que é o goleiro quem “pede a barreira”? Quando se sofre uma infração, o batedor pode cobrá-la imediatamente, sem necessidade do árbitro apitar autorizando. Claro que nesse momento poderá existir jogador adversário a menos de 9,15m de distância, que não poderá instantaneamente se reposicionar. Assim, pode-se bater a falta e abre-se mão da distância exigida. Se a bola bater no adversário, paciência! Afinal, trocou-se a distância regulamentar pela rapidez em pegar o outro time desprevenido. Mas se o jogador exigir que o adversário esteja a 9,15m (para poder ter melhor visão do lance ou pensar na jogada), só pode cobrar a falta com a autorização do árbitro (já que ele estará conferindo a distância – que é o momento que os jogadores se aglomeram formando a barreira). Portanto, barreira não é pedido de goleiro, mas direito de distância do batedor, que muitas vezes a usa como referência para um chute colocado no gol.
  • Sétimo Se o árbitro é a autoridade máxima da partida, por que é que o zagueiro tem a mania de parar no lance quando vê o bandeira levantando seu instrumento? Em alguns casos, o bandeira marca um impedimento erroneamente e o árbitro não confirma a marcação, mandando a jogada prosseguir. Se o centroavante estiver atento, fica sozinho com a bola dominada e o adversário batido. Vai a dica: espere o apito do árbitro, nunca confie numa bandeira levantada. Além disso, com o VAR, os bandeiras, em dúvida, deixam a jogada seguir.
  • Oitavo Jogadores Reservas: problema mais comuns nas séries A2 e A3, mas também vez ou outra presente na A1, o comportamento inadequado dos suplentes também é uma constante. Muitas vezes o jogador pensa que por estar no banco, pode gritar ou reclamar com o árbitro sem ser punido. Nada disso! Ano a ano, cresce o número de jogadores reservas que tomam cartões sem ao menos entrar em campo!
  • Nono Atendimento em Campo: antigamente, as únicas situações em que um jogador poderia ser atendido em campo são: em lesão gravíssima como primeiro socorro; ou o goleiro lesionado (já que ele não pode sair de maca). Em todas as outras situações, o jogador deveria ser retirado de campo e só poderia retomar ao jogo com a bola rolando e com autorização do árbitro. Mas isso mudou! Para que uma equipe não fique jogando com 10 atletas, o árbitro deve permitir atendimentos em campo e acrescentar no final da partida o tempo dessa situação. Porém, cuidado: se ele entender que o atendimento é para “esfriar” uma equipe adversária que está fazendo pressão, esse jogador poderá ser retirado.
  • Décimo Simulações: Evite! É unfair-play, irrita o adversário e principalmente o árbitro. Cair dentro da área, fingindo ter sofrido um pênalti, poderá fazer com que você leve um cartão amarelo pela tentativa de burla. Com tantas câmeras de TV e VAR, fica mais um alerta: outros árbitros e outros jogadores estarão vendo, e se você teve sucesso na simulação, saberá que na próxima partida estará sendo vigiado com mais cuidado, pelo histórico que o próprio atleta criou. É o antigo “Efeito Neymar”: no começo da carreira, simulou demais e ludibriou muitos árbitros. Hoje, em muitos lances em que o ex-santista sofre infração e quando há dúvida do árbitro, a falta não é marcada pelo fato de, pela fama criada, a chance de não ter sido falta é maior do que ter sido (vide na Copa da Rússia 2018, onde virou meme, ou até mesmo no Catar 2022). E como falamos no primeiro parágrafo… o árbitro é humano! Até ele conseguir tirar o rótulo de que um atleta não é mais cai-cai… leva tempo!

– O FVS deverá ser ainda mais usado nos testes!

A FIFA está mudando o VAR? Seria um novo árbitro de vídeo?

Não! É uma nova ferramenta, sem árbitro: o VS, ou se preferir, o suporte de vídeo – também sendo chamado de Football Video Support (FVS).

A idéia foi testada no Mundial de Seleções Sub 20 Feminino (na Colômbia, em Setembro), e basicamente é um sistema eletrônico de vídeo, como “o olho do falcão” do Tênis, sem árbitros dedicados. Disse em março do ano passado Pierlugi Collina, o ex-árbitro italiano que está à frente do projeto:

“O VS e o VAR basicamente podem ser usados para o mesmo tipo de incidente, mas não podem ser comparados, pois foram projetados para cenários completamente diferentes. O resultado do teste na Blue Stars/FIFA Youth Cup foi muito positivo. (…) O Football Video Support (VS) não é substituto ao VAR, mas uma alternativa para competições de menor orçamento”.

Ele se referiu aos primeiros testes realizados numa competição em maio (na cidade de Zurich), onde se testou o chamado “desafio”. O sistema conta com 3 a 5 câmeras, e tudo é automaticamente armazenado. Se os jogadores quiserem contestar o árbitro, comunicam ao técnico que pede revisão. Serão permitidos 3 momentos: gol, cartão vermelho e pênalti. Cada time terá direito a dois pedidos, e se o árbitro concordar com a reclamação, ao analisar o pedido do time e alterar a sua decisão, o time continua tendo direito a dois pedidos. Se a decisão não for alterada, o time perde uma chance do desafio e fica apenas com uma oportunidade.

Eu acho uma boa ideia, mas penso: surgiria a discussão se o FVS será melhor do que o VAR, e se escolherá o modelo. Como custo, sem dúvida, é bem mais barato (e menos gente para palpitar na cabine).

Não duvidarei se levarem a ideia do “desafio” do VS também para o atual VAR, caso ela agrade. A Internacional Board, em março de 2025, deverá permitir o aumento do número de ligas e competições a testarem a novidade, após os relatórios da FIFA (que são positivos).

– Que escanteio é esse?

Um pouco de humor vai bem: repare na cobrança desse escanteio

Coisas do futebol por aí!

– Vini Jr suspenso por duas partidas.

E Vinicius Jr pegou dois jogos de suspensão, pela expulsão contra o Valência.

Insisto: o Cartão Vermelho foi injusto e explico aqui, em: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2025/01/06/a-injusta-expulsao-de-vini-jr-no-valencia-x-real-madrid/

– A injusta expulsão de Vini Jr no Valência x Real Madrid.

Antes da confusão no Estádio Mestalla, no último jogo entre Valência x Real Madrid, uma importante introdução: nos anos 90, a referência na Europa para “boa arbitragem” era a italiana, e o inverso, era a espanhola. Salvava-se na virada do milênio Garcia Aranda e olha lá. Hoje, os ingleses e os alemães são os melhores da Europa.
Mesmo com o crescimento da La Liga, a arbitragem não evoluiu a contento, e ainda vemos algumas lambanças por lá (além das polêmicas de que Barcelona e Real Madrid, em dúvida contra os pequenos, tem lances a seu favor).

Voltemos a Valência x Real Madrid, onde o componente técnico é sucumbido pelas pressões sociais e, até mesmo, má vontade pessoal do árbitro. O espanhol Soto Grado é um importante juiz lá, mas não tão referencial para o restante da Europa.

Sobre o lance:

O goleiro Dimitrievski fez uma provocação a Vinícius Jr, que havia pedido um pênalti no lance (que não foi). O atleta do Valência o cutucou pelas costas e aparentemente fez uma graça com o cabelo dele. Vini revidou com um empurrão. Esperto, o goleiro desabou na grande área, simulando uma agressão.

Ali, é o clássico lance de advertência a ambos por atitude inconveniente, ou seja, cartão amarelo para os dois. Entretanto, o árbitro, após o VAR, entendeu que Vinícius praticou conduta violenta (agressão), que pode resultar em até 12 jogos de suspensão.

Em câmera lenta (ou avançada), você deturpa a realidade e perde a impressão real do lance. Se fosse um Pierluigi Colina, talvez até mesmo com uma boa advertência verbal teríamos resolvido a situação. O cartão vermelho foi totalmente fora de contexto.

Importante: abomino qualquer manifestação racista, mas Vinicius Jr tem cometido reclamações desnecessárias contra a arbitragem em lances de disputa de bola (não estou falando das ofensas, isso é outra coisa). Sua luta justa contra o preconceito acaba sendo contestada por adversários que o observam pedindo faltas “a là Brasileirão” em muitos momentos. Claro, a torcida responder com cantos racistas é obviamente desproporcional.

Que não vire (se é que já não virou) perseguição pessoal da arbitragem contra ele.

– Os 10 árbitros masculinos da FIFA do Brasil para 2025.

Uma relativa surpresa: saiu a relação dos árbitros indicados pela CBF para o quadro internacional. O Brasil tem a cota máxima da FIFA (10 árbitros masculinos).30

Deixa o famoso “escudo branco” Bráulio da Silva Machado-SC (supostamente pela idade: 45 anos). Mas aí, a justificativa não cola, já que Raphael Claus-SP também tem 45 anos e é apenas 4 meses mais novo do que ele.

Entra: Matheus Delgado Candançan-SP, com apenas 26 anos. Não foi surpresa alguma, já que ele estava fazendo os cursos para jovens árbitros visando a FIFA. É o perfil desejado pela entidade: novato, com potencial para 3 Copas do Mundo. E aqui, vale a análise fria:

Reinaldo Carneiro Bastos, sabidamente, tem enorme força na CBF. Alguns dizem que Edinaldo Pereira apenas “pede a benção” ao grupo político de Reinaldo. Tanto que o grupo político de Ricardo Teixeira (adversário dele) tenta tirá-lo do cargo, emplacando… Ronaldo Fenômeno. Por isso o paulista Wilson Luís Seneme permaneceu firme em seu cargo durante as turbulências da arbitragem nesse ano.

A FPF contará, portanto, com 3 árbitros internacionais masculinos devido a entrada do jovem Candançan (lembrando que no quadro feminino, temos Edina Batista Alves, a única mulher que tem regularidade na série A do Brasileirão). Isso demonstra a força política de SP. E não é que Candançan não tenha méritos, ele ainda é bem jovem e precisa amadurecer. Lembremo-nos que ele foi jogado “na cova dos leões” para apitar um Derby Paulista e o jogo terminou com muita confusão. Depois disso, recomeçou a carreira (quase o queimaram). Assim sendo, já que será FIFA, estará pronto para um novo Corinthians x Palmeiras? Um Grenal ou um FlaFlu? Afinal, o FIFA é o árbitro, em tese, pronto para apitar qualquer partida.

A supresa, sem dúvida, é a saída de Bráulio. Depois da morte do Delfim Peixoto no acidente da Chapecoense (vice-presidente da CBF, presidente da FCF e membro do grupo de Teixeira), Santa Catarina perdeu força. E a permanência de Paulo Zanovelli-MG (aquele do erro de direito no Fluminense x São Paulo, de várias ruins atuações) acaba por ter explicação: no “jogo político”, não se pode deixar a FMF sem um árbitro FIFA! Há de se recordar que tivemos Márcio Rezende de Freitas, depois Ricardo Marques Ribeiro e agora, intocável, Zanovelli. Se aparecer um mineiro bom de apito em 2025, aí poderia ter a saída de PC Zanovelli.

Fica a pergunta: a meritocracia entra em campo, quando o assunto é arbitragem, ou simplesmente o interesse de apoio entre a cartolagem?

A relação completa, abaixo:

  • Anderson Daronco (RS)
  • Bruno Arleu (RJ)
  • Flávio Rodrigues de Souza (SP)
  • Matheus Delgado Candançan (SP)
  • Paulo César Zanovelli (MG)
  • Rafael Rodrigo Klein (RS)
  • Ramon Abel Abatti (SC)
  • Raphael Claus (SP)
  • Rodrigo José Pereira de Lima (PE)
  • Wilton Pereira Sampaio (GO)

– A Copa São Paulo é para revelar ou não?

O texto é de 7 anos, mas se faz atual para 2025: o CRAQUE precisa da Copinha para ser revelado? E o árbitro? 

Abaixo, deste mesmo blog:

Começará a Copa São Paulo de Futebol Júnior 2018. A competição é apaixonante para quem gosta de esportes, e abre o calendário futebolístico do Brasil.

Porém, a “Copinha”, como é conhecida carinhosamente a competição, há tempos deixou de ter o propósito inicial: apresentar os craques do futuro e revelar atletas.

No começo, craques surgiam em grandes jogos de equipes de ponta. Clubes de expressão conseguiam mostrar o trabalho realizado nas categorias de base, enfrentando co-irmãos da mesma grandeza.

Hoje, equipes de todo o país, até mesmo as que não se sustentam durante o ano, disputam a Copa SP. Esquadrões formados às pressas, seleções regionais e combinados de atletas de empresários influentes acabam se envolvendo com clubes grandes. E como no futebol nem sempre o melhor vence, pode ocorrer de um grupo qualquer, por ser jogo único, eliminar um time sério que trabalha o ano inteiro. E isso não é bom para o futebol… Já tivemos o Roma de Barueri (de onde veio e para onde foi?) vencendo o torneio em cima do São Paulo FC.

Quem continua fazendo trabalho sério no esporte: o Roma ou o SPFC? O primeiro vende (ou vendia) atletas como mercadoria bruta, o outro forma jogadores (incluindo trabalho escolar e social). E, com frequência, esses mesmos combinados que por acaso vencem a competição, passam vexame: ou alguém não se lembra de times do Tocantins e Roraima levando goleadas com placares de mais de 10 X 0?

Em suma: perdeu-se o espírito esportivo e privilegiou-se o mérito financeiro. A Copinha deveria ser um torneio com os 12 grandes do Brasil (os 4 paulistas, os 4 cariocas, os 2 gaúchos e os 2 mineiros), somando os convites a um ou outro do Centro-Oeste e Nordeste (simplesmente privilegiando o mérito técnico), além dos tradicionais times paulistas que são reconhecidamente fortes nas categorias de base (incluo aqui os campineiros Guarani e Ponte Preta, a Lusa do Canindé, o Nacional da Capital, e, claro, o sempre forte Paulista de Jundiaí, de ótimas campanhas no Sub 19/Sub20). 

Além disso, não poderia deixar de tocar no assunto: e para a arbitragem, a Copinha vale o quê?

Vale muito! Para o árbitro iniciante, é a oportunidade de grandes jogos (para a sua carreira até aquele momento) e com casa cheia. É um debute em competição de importância. Serve para ele aspirar às séries mais altas no Estadual, como A3 e A2, além de ganhar ritmo de jogo para a temporada.

Há um problema nesse ponto: antes, a Copa SP era arbitrada por jovens árbitros durante todo o torneio, e quem se destacasse mais, chegaria à final. Hoje mudou: árbitros conhecidos nacionalmente apitam alguns jogos a fim de se prepararem ao Paulistão, tirando a oportunidade de revelar jovens talentos do apito. Na década de 90, quem apitava a final da Copinha conseguia chegar a série A1! Nos últimos anos, até FIFA atuou na Copa SP.

Fica a preocupação: qual o mote principal da Copinha aos árbitros, pela visão da Comissão de Árbitros da FPF: revelar gente nova ou treinar juiz da primeira divisão?

Quanto ao mote dos clubes, aqui a Federação Paulista não deixa dúvidas: é o de fazer negócios! Claro, quais talentos das últimas edições da Copa SP disputaram o Campeonato Brasileiro?

O craque, hoje, não precisa de Copinha para se revelar. Lembre que Neymar era reserva na edição em que disputou…

Tabela da Copinha 2024 - Copa São Paulo de Juniores

Foto: Divulgação FPF.

– Os 10 árbitros masculinos da FIFA do Brasil para 2025.

Uma relativa surpresa: saiu a relação dos árbitros indicados pela CBF para o quadro internacional. O Brasil tem a cota máxima da FIFA (10 árbitros masculinos).30

Deixa o famoso “escudo branco” Bráulio da Silva Machado-SC (supostamente pela idade: 45 anos). Mas aí, a justificativa não cola, já que Raphael Claus-SP também tem 45 anos e é apenas 4 meses mais novo do que ele.

Entra: Matheus Delgado Candançan-SP, com apenas 26 anos. Não foi surpresa alguma, já que ele estava fazendo os cursos para jovens árbitros visando a FIFA. É o perfil desejado pela entidade: novato, com potencial para 3 Copas do Mundo. E aqui, vale a análise fria:

Reinaldo Carneiro Bastos, sabidamente, tem enorme força na CBF. Alguns dizem que Edinaldo Pereira apenas “pede a benção” ao grupo político de Reinaldo. Tanto que o grupo político de Ricardo Teixeira (adversário dele) tenta tirá-lo do cargo, emplacando… Ronaldo Fenômeno. Por isso o paulista Wilson Luís Seneme permaneceu firme em seu cargo durante as turbulências da arbitragem nesse ano.

A FPF contará, portanto, com 3 árbitros internacionais masculinos devido a entrada do jovem Candançan (lembrando que no quadro feminino, temos Edina Batista Alves, a única mulher que tem regularidade na série A do Brasileirão). Isso demonstra a força política de SP. E não é que Candançan não tenha méritos, ele ainda é bem jovem e precisa amadurecer. Lembremo-nos que ele foi jogado “na cova dos leões” para apitar um Derby Paulista e o jogo terminou com muita confusão. Depois disso, recomeçou a carreira (quase o queimaram). Assim sendo, já que será FIFA, estará pronto para um novo Corinthians x Palmeiras? Um Grenal ou um FlaFlu? Afinal, o FIFA é o árbitro, em tese, pronto para apitar qualquer partida.

A supresa, sem dúvida, é a saída de Bráulio. Depois da morte do Delfim Peixoto no acidente da Chapecoense (vice-presidente da CBF, presidente da FCF e membro do grupo de Teixeira), Santa Catarina perdeu força. E a permanência de Paulo Zanovelli-MG (aquele do erro de direito no Fluminense x São Paulo, de várias ruins atuações) acaba por ter explicação: no “jogo político”, não se pode deixar a FMF sem um árbitro FIFA! Há de se recordar que tivemos Márcio Rezende de Freitas, depois Ricardo Marques Ribeiro e agora, intocável, Zanovelli. Se aparecer um mineiro bom de apito em 2025, aí poderia ter a saída de PC Zanovelli.

Fica a pergunta: a meritocracia entra em campo, quando o assunto é arbitragem, ou simplesmente o interesse de apoio entre a cartolagem?

A relação completa, abaixo:

  • Anderson Daronco (RS)
  • Bruno Arleu (RJ)
  • Flávio Rodrigues de Souza (SP)
  • Matheus Delgado Candançan (SP)
  • Paulo César Zanovelli (MG)
  • Rafael Rodrigo Klein (RS)
  • Ramon Abel Abatti (SC)
  • Raphael Claus (SP)
  • Rodrigo José Pereira de Lima (PE)
  • Wilton Pereira Sampaio (GO)

– O maluco “tiro livre indireto no Japão”.

Do ano passado… mas curioso:

No popular, é um lance de “falta em dois toques” dentro de área: repare que os defensores estão em cima da linha da meta (isso é permitido), e que os cobradores não são identificados (somente em pênalti devem ser).

Os japoneses são fantásticos, não?

Assista em: https://colombia.as.com/videos/locura-en-japon-con-esta-jugada-que-parece-de-supercampeones-v/?omnil=vtop-home&pbsvideo=top?id_externo_rsoc=CM_CO_TW

– O Comentarista de Arbitragem e a sua função.

Um repost desse artigo, que já tem algum tempo, mas é atual: comentarista de arbitragem não pode ser protagonista em uma transmissão de futebol; entretanto, não é alguém irrelevante – especialmente quando ocorrem situações inusitadas.

A receita certa é: definir os momentos-chaves da sua participação, não comentar o que é óbvio e respeitar a opinião alheia, mesmo divergente.

Abaixo, desse mesmo blog, em: professorrafaelporcari.com/2021/07/12/a-des-importancia-de-um-comentarista-de-arbitragem-durante-a-partida/

A (DES) IMPORTÂNCIA DE UM COMENTARISTA DE ARBITRAGEM

Se dentro de campo a cultura apaixonada do torcedor é xingar o juizão, e quando ele sai dos gramados e vai para a TV?

Não muda muito, dependendo do comentário. O mais fanático dirá: “O ‘Arnaldo’ [César Coelho] falou na Globo que foi pênalti mesmo, vai lá na televisão brigar com o cara. Ele apitou final de Copa do Mundo e você quer discutir com ele?” (se for a favor do seu clube). Ou: “O ‘Paulo César’ [Oliveira] não apitava nada dentro de campo e na televisão continua ruim” (se o comentário for desfavorável ao seu interesse).

A verdade é: o torcedor lúcido, que gosta do esporte em si, ou o jornalista estudioso de futebol, sabe quando o cara é bom ou não é. Ex-árbitro “de nome” tem mais credibilidade quando vai para a telinha pois é mais conhecido; se ele trabalhar bem a imagem, ganha carisma e a simpatia do público o torna mais “humanizado”.

Porém, quando o cara troca o apito pelo microfone e quer manter o tom autoritário da análise, com a fala firme em voz professoral-ditatorial, aí a antipatia só aumentará. Pior: e quando faz uma análise de lance duvidoso e não permite ao torcedor ter a dúvida, cravando sua opinião e desmerecendo a do outro?

“Nem ao Céu e nem ao Inferno”, diria o sensato. Se você comenta futebol na TV ou no rádio, mesmo que você saiba muito da teoria (não precisa ter sido um árbitro da FIFA), se faz imprescindível usar um vocabulário mais didático, humilde, acessível às pessoas. E dentro da sua análise, permitir o respeito à opinião de outras pessoas (que não apitaram futebol, mas podem entender de outras nuances mais do que você).

O grande problema dos comentaristas de arbitragem (não estou me isentando, faço sempre o mea culpa e procuro entender o ponto de vista contrário, sem ferir o direito do outro pensar diferente): achar que é a autoridade máxima FORA de campo…

Resumindo com um exemplo: “brigar com a imagem”, onde você sustenta um erro mesmo o torcedor vendo que não era bem aquilo. Pô, voltar atrás é demonstrar inteligência e humildade, não há problema. É ser honesto! Diferente de, a cada ângulo, você não ter competência e dizer: “foi pênalti, pegou a perna do Fulano” e, depois do árbitro em campo mudar a decisão, você se “solidarizar com ele” pois o VAR nada mostrou e criar longas histórias para dizer que não estava errado inicialmente…

A verdade é: precisa-se de comentarista de arbitragem numa transmissão?

SIM, se for para enriquecer a transmissão. Para participar a todo instante, sem ser em momentos de irreverência para cativar o telespectador num jogo meia-boca ou nos lances capitais, não precisa. Para falar que “foi lateral” ou “acertou no impedimento claríssimo”, não acrescenta em nada.

Boa parte das minhas atividades em comentários, quando estou na Rádio Difusora AM 810, por exemplo, é na cabine e sem VT. Aqui, uma confidência: se você ficar nas Redes Sociais durante a transmissão, “dançou”. O jogo é rápido, você poderá errar e ludibriar o torcedoro que não é correto. Me policio demais para tentar não ser “o dono da verdade”, opinar com correção e entender a interpretação diferente da minha, que pode me fazer enxergar o jogo diferente.

Enfim, pensemos: o comentarista de arbitragem não pode ser o PROTAGONISTA do jogo; ele tem certa relevância na transmissão, mas não deve ser “o cara”, respeitando as opiniões em contrário (mesmo que não concorde com elas). Talvez mais importante seja destinado ao ex-árbitro à função de “orientador de equipes”, tendo cargo nas Comissões Técnicas dos clubes, dando aulas de Regras do Jogo às categorias de base e orientando os atletas profissionais a não serem punidos e tirarem proveito dos detalhes da Regra.

E você: o que pensa sobre os comentaristas de arbitragem na televisão ou no rádio?

Imagem extraída da Web, autoria desconhecida.

– Paulistão terá todos os seus times grandes com treinadores estrangeiros. Sobre isso e a arbitragem “de fora”.

O ano de 2025 começará com 100% dos clubes “ditos grandes” com técnicos de outros países. O Palmeiras e o Santos irão de portugueses (Abel Ferreira e Pedro Caixinha), e o São Paulo e o Corinthians de argentinos (Luis Zubeldía e Ramon Díaz).

Todos foram ex-jogadores (Abel, lateral direito e meio campista; Caixinha era goleiro, Zubeldía era meio campista e Ramon Díaz atacante). Ambos relativamente jovens (Abel 46, Caixinha 54, Zubeldía 43 e Días 65 – embora, muitos digam que seu filho, Emiliano, 42, é quem dirige de verdade o Timão).

No Brasil, existe muito modismo! Ora temos treinadores experientes / veteranos sendo contratados, depois temos muito jovens. Aí vivemos a fase dos auxiliares técnicos que viram efetivos. Hoje, a moda é trazer estrangeiros. Fica então a pergunta:

– Em certos momentos do Brasileirão 2024, tivemos mais da metade dos treinadores vindo de outros países. Isso aconteceu…

    1. A) Porque se deu certo com alguns (Jorge Jesus no Flamengo e Abel Ferreira no Palmeiras), os demais co-irmãos “vão na onda” e trazem na esperança de “vingarem também’?
    2. B) Porque não temos nomes nacionais tão competentes quanto eles?

Talvez um pouco das duas situações. Da primeira leva que aqui chegou, é justo dizer que Sampaoli (no Santos FC) incomodou muita gente, ao jogar mais incisivamente no ataque, buscando “ganhar com bastante gols” (mas correndo o risco de “perder de bastante”). Aí, com as Libertadores conquistadas pelos portugueses Jorge Jesus, Abel Ferreira e agora Arthur Jorge, o debate voltou à tona.

Temos muitos treinadores brasileiros iguais ou melhores que os estrangeiros vindo aqui. Talvez, o custo-benefício seja a resposta: Gustavo Quinteros, por exemplo, saiu do Velez Sarsfield, onde disputaria Libertadores, e foi para o Grêmio (logicamente, por um salário bem maior – que tem sido um dos grandes atrativos aos sul-americanos).

A verdade é: não temos Guardiola, Klopp, Ancelotti ou alguém diferenciado mundialmente. Os que aqui estão, buscam mercado internacional, igualmente a muitos jogadores.

Ao longo dos anos, tivemos alguns estrangeiros nos ensinando. O húngaro Béla Guttmann, considerado um dos grandes treinadores da história, foi importantíssimo para o São Paulo FC (Zizinho, o craque da época, já veterano com 34 anos, declarou que “só a partir de conhecer Béla Gutmann aprendeu a jogar futebol de verdade”).

Sendo assim, pensemos novamente: os estrangeiros são numerosos aqui por motivo de uma nova revolução e aprendizado, ou por falta de opção?

A mesma situação precisa ser discutida para a arbitragem. Na história, conta-se que o argentino Roberto Goicochea foi importantíssimo para o desenvolvimento da arbitragem nos anos 60, sendo marcado pela honestidade (algo problemático naquela época). Por motivo de atração, nos anos 90, Eduardo José Farah importou árbitros para o Paulistão: Julio Matto, Oscar Ruiz, Epifanio Gonzales, Sándor Puhl (e um inglês que não consigo recordar o nome). Hoje, precisamos desse intercâmbio para melhorarmos nosso nível! Como exemplo: deixar o jogo correr não marcando as faltinhas forçadas e otimizando o uso do VAR. Mas aqui vem o “porém”: precisamos trazer os juízes “de ponta”, não os mais comuns ou de nações não tão relevantes na arbitragem. Ou seja: aprender e aprimorar com os bons, não com os idênticos a nós.

Enfim: no caso do apito, a vaidade dos dirigentes fala mais alto. É preferível para os cartolas dos times os árbitros nacionais (pois aí podem pressioná-los pré-jogo) do que os estrangeiros (que chegam ao nosso país, apitam, pegam o avião e não se preocupam com veto futuro).

Fica a reflexão: o excesso de treinadores estrangeiros e a falta de árbitros de fora estão fazendo bem ou mal ao futebol brasileiro?

– Os Rankings da IFFHS são absurdos! Sobre os melhores árbitros, jogadores e treinadores.

Muitas vezes ouvimos listas sobre “Maior Clube”, “Melhor Treinador”, ou “Craque do ano”. A Federação Internacional de História e Estatística do Futebol, conhecida como IFFHS, é uma dessas entidades que frequentemente divulga diversos (e sempre polêmicos) rankings.

Essa instituição é uma pequena entidade particular, localizada em Bonn, na Alemanha, tendo como seu presidente o próprio fundador: Alfredo Poge.

Muitos criticam ela pelos critérios utilizados em seus rankings. Outros, “nem bola dão para ela”, justamente por ser mais uma entidade qualquer. Por exemplo, eu poderia criar o IMEF, o “Instituto Mundial de Estatística do Futebol”, fazer minhas pesquisas e divulgar meus rankings.

Nesse ano, por exemplo, o The Best Vinícius Jr e o Bola de Ouro Rodri não estão nem entre os 10 melhores do mundo. Veja abaixo a sua relação:

Essa mesma entidade mostrou: entre os 10 melhores árbitros do mundo, estão Raphael Claus e Wilton Pereira Sampaio. Vide:

E dos treinadores? Ali, nem Anceloti, nem Guardiola estão entre os 10! Luis De La Fuente, da Espanha, é o Top! Confira:

A questão é: que credibilidade a IFFHS tem? Os melhores do mundo nem são elencados!