– O Malandro e Maluco Goleiro

Maritzburg United x Arrows jogaram na África do Sul. Mais uma peleja de futebol que passaria despercebida se não fosse um “xarope”: o goleiro belga Glenn Verbauwhede, que provocou adversário, simulou ser agredido e teve a cara de pau de mergulhar em várias bolas que estavam à sua mão.

Engraçado, assista em: https://youtu.be/MtzS0MagrFM .

E se você fosse o juizão?

– Análise Pré Jogo da Arbitragem para Barretos X Paulista

Para o importante confronto entre Touro x Galo pela 17a Rodada da Série A2, um árbitro em ascensão estará atuando: Rodrigo Gomes Paes Domingues (que trabalhou sem maiores problemas em União Barbarense x Paulista no ano passado).

Da safra de árbitros que está apitando jogos relevantes na A2 e que aos poucos estão tendo oportunidades na A1, Rodrigo é o que está melhor vingando. Firme nas marcações, tem um estilo rigoroso. Bom para tal jogo.

Wellington Bragantim Caetano, que está fazendo um bom trabalho em 2016, será o bandeira 1. Leandra Cossette, apenas de atuações regulares, será a bandeira 2. Luciano Alves de Lima será o quarto-árbitro.

Desejo boa sorte ao quarteto de arbitragem e um grande jogo às equipes.

– Análise da Arbitragem de Paulista 3 X 0 Rio Branco. Como foi o juizão?

Se um time já está praticamente rebaixado às vésperas do fim do torneio…

Se os salários estão atrasados…

Se um atleta tenta agredir seu presidente por falta de comida na concentração…

Se o ônibus da delegação quebra na Anhanguera…

Se não está em campo na hora do Hino Nacional…

Se o próximo jogo é fora de casa, no Domingo de Páscoa à tarde…

… haveria comprometimento dos jogadores na partida antecedente?

Foi o que aconteceu na noite desta quarta-feira no Estádio Jayme Cintra. Visivelmente alguns atletas do Rio Branco de Americana “pediram cartões”, forçaram situações e tornaram a partida, em um determinado momento, um espetáculo varzeano.

O Paulista de Jundiaí, mandante e adversário, que não tem nada a ver com isso, fez sua parte e ganhou fôlego para a permanência da A2, vencendo por 3×0.

Já o árbitro Marcelo Pietro Alfieri teve muito trabalho inicialmente, mas depois poderia apitar a partida na arquibancada. E explico as razões:

O time do Rio Branco chegou aos poucos no estádio, de carona, devido a quebra do ônibus. Deu WO no cerimonial de abertura e subiu depois das 20h para um breve aquecimento. E assim que começou a partida, reclamações infundadas de motivos diversos de vários jogadores. Vide o 1o gol do Paulista, quando havia 11×11: jogada limpa, sem dividida, nenhuma polêmica e com nada a reclamar. Sabe-se-lá Deus o porquê e as reclamações contra o árbitro eram insustentáveis, saindo os primeiros cartões amarelos e consequentemente o Vermelho por aplauso irônico de um jogador do Tigre.

Veja que curioso: aos 35 minutos do 1o tempo, tínhamos somente 3 faltas do Paulista e 12 do Rio Branco, só que nenhum cartão ao Galo e 6 Amarelos + 2 Vermelhos ao Tigre. E dos 8 cartões, apenas 1 por jogada temerária (os outros por indisciplina).

Para quem conhece do riscado, percebeu: após “todos os que desejavam receber cartões e/ou ficarem suspensos do próximo jogo”, o nervosismo, como um passe de mágica… passou!

Faltou aquela pergunta brincalhona: “tá calminho agora?”.

Me impressionou demais a tranquilidade e a passividade do Rio Branco após as punições. Era outro time! E escrevo isso tristemente, pois sou um amante do futebol do interior e o Tigre de Americana é uma equipe tradicional e simpática.

Marcelo Pietro Alfieri deu todos os cartões que precisava dar – e se fosse mais rigoroso (não que necessitasse), outros poderiam sair! Disciplinarmente, fez o que manda a Regra, faltando apenas um cartão amarelo no final do segundo tempo para Jonathan Brito (PAU) após dividir uma bola com o goleiro Neto (RBR), entendendo que foi jogo perigoso (pé alto), mas existindo de fato o toque no peito do arqueiro. Tecnicamente não foi exigido, aplicou bem a lei da vantagem por duas oportunidades e fisicamente esteve bem em campo. Um destaque positivo a Alfieri é que se posicionou espetacularmente correto em campo, seu ótimo senso de colocação no gramado merece a menção. Uma grata surpresa, muito melhor do que em outra feita que aqui esteve, contra o Bragantino no início do campeonato.

Rafael César Fernandes, bandeira 1, foi bastante participativo e ajudou o árbitro em marcações de falta. Luiz Paulo Fonte Domenich, bandeira 2, teve bastante trabalho com a linha de impedimento no começo do jogo, devido a inúmeras jogadas e à linha burra que não funcionava do Rio Branco, acertando tudo. Rosinel Campos, o quarto-árbitro, teve tranquilidade na partida, exceto quando o treinador Bordon ironizou a arbitragem mas soube ter calma suficiente na advertência verbal.

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– Ao Árbitro Thiago, meus sentimentos!

Com pesar, soube por amigos somente nesta terça-feira que a esposa do árbitro Thiago Duarte Peixoto, grávida de 7 meses, faleceu vítima de gripe suína (Vírus) Influenza tipo A.

Thiago já houvera sofrido com o falecimento da mãe, vítima de câncer (e infelizmente, trolls na Internet exploraram covardemente uma foto desse episódio às vésperas de um Corinthians x Palmeiras, vide em: http://wp.me/p55Mu0-pl ).

A vida nos prega peças. Indicado para o quadro de Aspirantes da FIFA e apitando bons jogos no Paulistão 2016, o que parecia um ano promissor, torna-se triste por tal dissabor.

Que Deus console e sustente o amigo e seus familiares neste triste momento.

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– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Paulista X Rio Branco

Marcelo Prieto Alfieri apitará novamente em Jundiaí, pela Rodada 16 da A2, na partida entre Paulista x Rio Branco.

Ele já atuou aqui, no jogo contra o Bragantino. Logo que foi escalado, falamos sobre suas características aqui: http://wp.me/p55Mu0-KZ .

Sobre a sua atuação naquela partida, convido aos amigos internautas a visitarem a análise da arbitragem daquele jogo, citada em: http://wp.me/p55Mu0-L3. Nela, há o destaque da “pipocada” da não expulsão do goleiro Felipe ao derrubar Erik Mamadeira em situação clara e manifesta de gol, logo aos 9 minutos de jogo.

Espero que neste decisivo jogo da luta contra o rebaixamento, o árbitro esteja mais ligado!

Rafael César Fernandes e Luiz Paulo Fonte Domenich serão os bandeiras.  Rosinel Alexandre Campos será o Quarto Árbitro.

Torço para uma boa arbitragem e um grande jogo das equipes!

Acompanhe a transmissão de Paulista x Rio Branco pela Rádio Difusora Jundiaiense AM 810, com o comando de Adilson Freddo. Narração de Marcelo Tadeu; comentários de Robinson Berró Machado e Heitor Freddo; análise da arbitragem com Rafael Porcari; reportagens de Luiz Antonio “Cobrinha” de Oliveira. Na técnica Antonio Carlos Caparroz e André Luís Lucas. Quarta-feira, às 20h00 – mas a jornada esportiva começa a partir das 18h00 dentro do Show de Bola, para você ter a melhor informação com o Time Forte do Esporte!

– Ituano 1×1 São Paulo e o ótimo trabalho de equipe da Arbitragem que evitou um Erro de Direito!

Na partida deste domingo no Estádio Novelli Júnior, uma bobeada corrigida a tempo e que evitou complicações maiores.

Aos 84 minutos, o árbitro Flávio Rodrigues de Souza (que tenho escrito aqui há algum tempo: tem sido o destaque positivo da arbitragem nesse Paulistão 2016), aplicou o cartão amarelo a Thiago Mendes. Entretanto, ele não percebeu que era a segunda advertência ao jogador, que deveria ser expulso.

Na sequência, Lucas Fernandes iria substituir PH Ganso. O meia são-paulino usou de malandragem e ao perceber que o árbitro não tinha mostrado o cartão vermelho a Thiago Mendes, disse ao 4o árbitro que ele, Thiago, é quem iria sair. Lucas entrou em campo e Thiago ficou no banco.

Foi aí que alguém avisou o árbitro que Thiago já tinha recebido cartão amarelo anteriormente e deveria receber o Vermelho. Eis que corretamente o árbitro vai à beira do gramado e o expulsa. E como não foi dado o reinício de jogo (que era em uma cobrança de falta à equipe do Ituano), todo procedimento foi correto. Só que se esqueceu que Lucas Fernandes havia entrado na partida! Dessa forma, o jogador deveria sair do campo de jogo pois a substituição não foi confirmada, já que Thiago foi expulso (reitero: isso é válido porque não houve reinício de jogo).

Flávio Rodrigues de Souza manda que a falta seja cobrada, apita o reinício e, preste da bola entrar em jogo (e é nesse momento que se efetiva o reinício da partida), ele paralisa tudo e percebe que o São Paulo continua com 11 atletas ao invés de 10. Ato contínuo, Ganso sai de campo e o jogo é reiniciado.

Nenhum erro em procedimentos legais da partida. O trabalho em equipe da arbitragem funcionou. Mas e se… (IMPORTANTE, VEJA ESSAS 5 SITUAÇÕES ABAIXO):

1) – O árbitro autoriza a cobrança de falta com Lucas Fernandes em campo sem ter expulsado Thiago Mendes?

R: É erro de direito, e o Ituano poderia pedir a anulação da partida.

2) O árbitro expulsa Thiago Mendes e reinicia o jogo com Lucas Fernandes em campo?

R: Como Lucas não substituiu efetivamente ninguém (já que Thiago recebeu o Vermelho), ele é um atleta que está ilegalmente em campo. Deve receber cartão amarelo por estar jogando sem autorização (como se fosse um invasor) e sair do gramado.

3) – E se Lucas Fernandes dá um pontapé no adversário dentro da área, e nesse momento o árbitro percebe que ele está a mais em campo, após ter expulso Thiago Mendes?

R: Você marca tiro livre indireto ao Ituano e aplica o cartão amarelo a Lucas Fernandes por estar em campo sem autorização, e pede sua saída do gramado (já que ele não é um jogador autorizado a estar em campo, não pode dar o pênalti).

4) – E se Lucas Fernandes evita um gol com uso das mãos e nesse momento o árbitro percebe que ele está a mais em campo, após ter expulso Thiago Mendes?

R: Você marca tiro livre indireto ao Ituano e aplica o cartão vermelho a Lucas Fernandes por estar em campo sem autorização. A expulsão é por ter evitado uma situação clara e manifesta de gol (conforme o FIFA Trívia, questão 65, de 2015/2016, do livro oficial das Regras de Jogo 2015/2016)

5) – E se antes do reinício de jogo o árbitro percebe que Lucas Fernandes não substituiu ninguém, já que Thiago Mendes foi expulso? (E FOI ESSA A SITUAÇÃO OCORRIDA).

R: O árbitro deve aplicar o cartão amarelo a Lucas Fernandes (essa foi a falha disciplinar do árbitro), ordenar a sua saída de campo, pedir que o quarto-árbitro indique o substituto e aí realizar o procedimento de substituição. Ganso não pode levar amarelo já que ele não foi oficialmente substituído até então.

Repito: o procedimento de “conserto” foi legal (nenhum erro de direito), mas só faltou o Amarelo no procedimento disciplinar.

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– Análise Pré-Jogo da Arbitragem de Monte Azul x Paulista

Cleber Luís Paulino, 35 anos de idade, 7 de carreira, professor de Educação Física, 2o jogo dele na Série A2, será o árbitro deste importante jogo da 15a rodada.

Décio Casagrande Portiéri, 34 anos de idade, 11 de carreira, Empresário, com vários jogos de A2 e A3 em seu histórico, será o bandeira 1.

Adailton Alberto Leme de Souza, 32 anos de idade, 11 de carreira, Funcionário Público, estreará na A2 neste ano.

Eduardo Araújo, 45 anos, comerciário, será o 4o árbitro.

Cléber é um árbitro que vem subindo paulatinamente na carreira. Sem pular etapas, tem conseguido experiência passo a passo. Esteve diversas vezes a sorteio em jogos do Paulista FC neste ano, e dessa vez sua bolinha caiu. É cumpridor e quer mostrar serviço em campo para obter mais jogos na sequência da A2.

Desejo boa sorte ao árbitro e um grande jogo aos times.

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– Análise da Arbitragem de Paulista 1×0 Juventus

Uma figuraça (do bem)! Esse foi o árbitro da partida na qual o Galo venceu o Moleque Travesso no Jayme Cintra.

O juiz Rogério Laranjeiras correu demais (demais mesmo). Não se posicionou tão bem nas diagonais, mas compensou na velocidade.

Tecnicamente, marcou tudo corretamente. Disciplinarmente, idem, aplicando com acerto os cartões amarelos.

Destaque positivo vai para dois lances (um para cada time) onde esperou uma vantagem se concretizar, ela não ocorreu, e ele aplicou a falta vencida. Correto!

O destaque negativo vai para a postura! Rogério tem um ruim vício de excesso de trejeitos. Sinaliza bem as marcações, mas as vezes passa do ponto. Por exemplo: marcou um tiro de meta a favor do Juventus no segundo tempo correndo com o braço indicando a saída de bola e voltando à sua posição devida, o chamado “aviãozinho”. Em outro tiro de meta, agora a favor do Paulista, saiu correndo do meio de campo para a grande área com o braço em riste em um lance claro. Totalmente desnecessário, chamativo demais.

O árbitro foi bem, mas fica a dica: ser muito mais discreto em campo. Mas um ponto para puxar a orelha: prometeu 50 minutos no 2o tempo e acabou com 49’20”, com muita reclamação do pessoal da Moóca pois o Juventus estava no ataque.

O bandeira Maurício Helder Alexandrino foi pouco exigido. A bandeira Márcia Caetano Bezerra marcou 8 impedimentos, sendo a maioria em lances ajustados.

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– E os Árbitros dos jogos da Libertadores deste meio de semana?

Para San Lorenzo x Grêmio, apitará Andrés Cunha (URU), que vem se destacando por boas atuações em jogos difíceis. Apitou várias partidas importantes e tem mostrado boas qualidades.

Para Trujillanos x São Paulo, mais um novatíssimo no apito: Wilson Lamouroux (COL), um ilustre desconhecido no cenário sulamericano (mas que já está há 4 anos na FIFA) e que terá a oportunidade de apitar este jogo pela Libertadores. Nunca o vi atuar.

Para Corinthians x Cerro Porteño: Patricio Loustau (ARG), que já tem muita experiência em jogos importantes. É “casca grossa” – rigoroso em campo. No último Boca x River que apitou, aplicou 14 cartões, sendo 9 amarelos e 5 vermelhos.

Para Atlético Mineiro x Colo Colo, teremos Juan Soto (VEN), árbitro de bom potencial mas que ainda atua de maneira irregular, alternando bons e ruins trabalhos.

Já para Nacional x Palmeiras… ai ai ai… apitará o péssimo Carlos Vera (EQU).

Por quê péssimo?

Porque o árbitro que vai mal numa partida entre Sunfrecce Hiroshima X Al Ahly pode apitar jogo importante de Libertadores? Não, é claro. Vide nossa análise da arbitragem de Carlos Vera nessa ruim atuação citada, em: http://wp.me/p4RTuC-9j

E se apitasse Alianza Lima x Universidad do Chile, e no último minuto ignorasse o bandeira marcando impedimento e confirmasse um gol irregular (não voltando atrás, MESMO ALERTADO) e a partida não terminando? Vera era o cara!

Ou ainda se tivesse sido agredido após uma péssima partida apitada entre Millonarios x Grêmio FBPA e durante a partida a mediasse marcando lances errados para compensar aos dois times? Sim, era o mesmo Vera.

Por fim: e se no dia em que apitasse direitinho (coisa rara), em seu jogo um torcedor fosse morto por sinalizador? Pois é… Carlos Vera era o árbitro de San Jose x Corinthians em Oruro, na trágica noite em que morreu o garoto Kevin Spada.

Carlos Vera, resumidamente, é um árbitro que deve ser muito forte nos bastidores. Ponto.

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– Análise Pré Jogo da Arbitragem para Paulista X Juventus

Até a arbitragem tem sintomas de Série A3: na 14a Rodada da Série A2, para o importantíssimo jogo entre o Galo da Terra da Uva versus o Moleque Travesso na fuga do rebaixamento, apitará Rogério dos Santos Laranjeiras, 10 anos como árbitro, 41 de idade e que fará apenas o seu 2o jogo de série A2 na carreira (o 1o foi em 2015).

Confesso que nunca o vi apitar; estava atuando na série A3 e fazendo a função de 4o árbitro na A1 e na A2 (além de categorias amadoras). Pela idade “avançada” de árbitro e histórico em um estágio não tão avançado, é juiz que foi presenteado por bons serviços prestados nas outras divisões, já que a Federação Paulista não investirá nele para a Primeira Divisão.

Vamos aguardar o que pode mostrar. Creio que correrá bastante, já que é Professor de Educação Física. Espero que seja um jogo tranquilo, pois afinal, o relato que tenho sobre Laranjeiras é que na Copa Paulista de 2011, na partida entre União São João x Batatais, foi agredido por Lucas (irmão do jogador Luan, ex-Palmeiras) com um soco no tórax e chegou a desmaiar!

Os assistentes serão Maurício Helder Luiz Alexandrino, 39 anos, vendedor e Márcia Bezerra Lopes Caetano, 42 anos, militar (e bandeira FIFA que atuava até pouco tempo na Rondônia). O quarto-árbitro será Leônidas Sanches Ferreira, 36 anos, Professor de Educação Física

Desejo boa sorte ao quarteto de arbitragem e grande jogo às equipes!

Acompanhe a transmissão de Paulista x Juventus pela Rádio Difusora Jundiaiense AM 810, com o comando de Adilson Freddo. Narração de Marcelo Tadeu; comentários de Robinson Berró Machado e Heitor Freddo; análise da arbitragem com Rafael Porcari; reportagens de Luiz Antonio “Cobrinha” de Oliveira. Na técnica Antonio Carlos Caparroz e André Luís Lucas. Quarta-feira, às 20h00 – mas a jornada esportiva começa a partir das 18h00 dentro do Show de Bola, para você ter a melhor informação com o Time Forte do Esporte!

 

– Máfia das Apostas: um Novo Capítulo Nefasto no Futebol Paulista…

Em 2005, tivemos o triste episódio da Máfia do Apito, onde o apostador “Gibão” comprava atuações dos árbitros Edilson Pereira de Carvalho e Paulo José Danelon.

Passado tanto tempo, uma nova ação criminosa no futebol envolvendo apostas: entretanto, ao invés da compra de árbitros, a negociação envolve jogadores e cartolas.

No Estadão da última sexta-feira (11/03), o jornalista Almir Leite publicou que a Catanduvense foi aliciada para perder uma partida do Campeonato Paulista, onde o convite foi registrado até pelo aplicativo WhatsApp ao presidente do time, Reginaldo Lopes, e o valor girou em torno de R$ 50.000,00. A ideia era de que o time da A3 deveria perder por mais de 4 gols contra o Comercial de Ribeirão Preto. Foi negada a negociação e o placar ficou em 2×2.

Na matéria, se relata que o Juizado Especial do Torcedor investiga desde outubro 4 times: Catanduvense, Rio Preto, América (todos vizinhos da mesma região) e São José. Será juntado a eles o Grêmio Barueri, que tem sofrido derrotas de placares elásticos (em 12 jogos, sofreu 12 derrotas, marcou somente 5 gols e levou 54) e traz suspeitas especialmente à partida em que perdeu de 4×0 para o Rio Preto.

De acordo com o Diário de São Paulo em sua edição de 4a feira, dois atletas do Barueri denunciaram ao Sindicato dos Atletas que receberam propostas para perder o jogo contra o Rio Preto, e o ofertante era Jaci Martinho de Oliveira, ex-gestor do clube e empresário de jogadores, que pagaria aos atletas para ajudarem que o placar fosse Rio Preto 4×0 Barueri. E não é que quando o jogo estava Rio Preto 3×0 Barueri, o atacante do Barueri (Gustavo, que é filho de Jaci), cometeu um pênalti infantil no finzinho do jogo?

Segundo a ESPN Brasil, em seu site na 4a feira, o site de apostas SoccerPunter pagou por tal resultado 19 por 1! Quer dizer que se você apostou 10 mil dólares, recebeu US$ 190,000.00.

Ficam algumas perguntas:

1- Esse aliciamento, que já foi para árbitros e hoje contamina dirigentes e atletas, é só na 3a divisão regional de São Paulo?

2- Os torcedores das arquibancadas, lesados, teriam direito a quais ressarcimentos, se provado?

3- O futebol é, de fato, um esporte confiável?

4- Sabidamente, nas casas de apostas em Londres, se pode jogar em todo e qualquer tipo de esporte. Idem aos sites de apostas asiáticos, onde se palpita placar, tempo dos gols, se no 1o ou 2o tempo, o nome dos marcadores e até quem pode levar primeiro um cartão amarelo ou ser expulso por vermelho. Será que as bancas estrangeiras que são quebradas por alguns placares não desconfiam (ou elas próprias são denunciantes) de que há apostas significativas não usuais? Ou seja: ao invés de palpites na UCL ou em torneio de expressão se resolve jogar na 3a divisão do falido Paulistinha, com um fluxo de dinheiro incomum?

É por isso que o futebol está perdendo o encanto…

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– Pedir a bola pode?

Uma pergunta enviada através do Blog “Pergunte ao Árbitro” e que vale a pena responder:

Tudo bem? Preciso de um favor. Ontem, jogando futebol com alguns amigos, ocorreu um lance polêmico e até agora não resolvido:

Recebi um passe de um jogador do meu time e assim que a bola chegou aos meus pés, um jogador adversário gritou “Vamos“. Nem olhei para o lado e executei o passe (detalhe: não estávamos uniformizados). Quando levantei a cabeça, vi que tratava-se de um adversário e pedi falta.

Houve muita discussão, pois, no meu entender, eu fui induzido ao erro. Já os adversários consideraram a jogada normal, pois o “Vamos” era para que alguém viesse me marcar

E aí? Cabe a paralisação ou não?

​Abraços e obrigado.”

No futebol profissional, se você tocar uma bola a um adversário que disse algo para enganar ou que poderia levar ao engano, é tiro livre indireto a seu favor. Isso se refere a:

– se alguém gritou ou falou: “toca”, “aqui”, “passa”, “chuta”, “vai” (lembre-se: isso vale para um adversário que diga isso a você e você acredita que é seu companheiro e toca para ele ou cumpre o que ele pede).

A questão é: falar com companheiros, pode. Nenhum adversário poderá gritar “toca” ao companheiro dele se você está com a posse de bola; isso é pedir a bola e é falta (já que o companheiro dele está sem a bola).

Porém, um grito de “vamos” é subjetivo e o árbitro tem que ver a jogada. Se o adversário direcionou o grito a você, pedindo a bola, é falta a seu favor. Mas se ele estava longe e você toca uma bola para trás buscando a ele… realmente ele estava conversando com seu companheiro e aí segue o jogo, pois se torna bobeada.

Lembre-se: falar é permitido, o que não pode é pedir a bola ou enganar com palavras um adversário em disputa, se passando por um companheiro. Como você estava no jogo, tem que avaliar a distância do adversário e se ele realmente tentou ludibriar, pela forma como pediu.

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– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Batatais x Paulista

Para a 13a Rodada da Série A2, Márcio Henrique de Gois apitará Batatais x Paulista.

Árbitro experiente, com algumas atuações na série A1 e inúmeras na A2, tem como característica principal transmitir segurança dentro de campo. Firme nas marcações, rigoroso disciplinarmente, com bom condicionamento físico e regular tecnicamente.

Os bandeiras são jovens mas atuam frequentemente na A2: Fernando Afonso Gonçalves de Melo e Ricardo Luis Buzzi. O quarto árbitro será Paulo Alessandro Gonçalves Teodoro.

Se comparadas às escalas da gestão do Cel Marinho & Arthur Alves Jr, a nova comissão está num caminho diferente: a correta coerência dos nomes escalados! São muitos os árbitros que conhecem a divisão e alguns novatos que são lançados cuidadosamente.

Torço para uma boa arbitragem e um ótimo jogo para as equipes.

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– Os Rojões e a Análise da Arbitragem de Paulista 1×2 Velo Clube!

Dentro e fora de campo, muita movimentação no Jayme Cintra nessa última quarta-feira.

Vamos falar da arbitragem: Rodrigo Guarizzo Ferreira do Amaral foi muito bem no apito. Esteve sereno, seguro e bem posicionado dentro de campo. Sua calma contrastava com o nervosismo das equipes.

Disciplinarmente, aplicou corretamente os cartões. Tecnicamente, não foi exigido e fez o seu papel muito bem. Acrescentou a contento o tempo desperdiçado em atendimentos a jogadores lesionados e outras perdas.

Os bandeiras Gilberto Romachelli e Patrícia Carla marcaram 6 impedimentos ao todo, errando um para o Velo e outro para o Paulista, sem consequências relevantes para as jogadas. Durante o jogo, tudo sobre controle nos demais lances.

Regildênia de Moura, a quarta-árbitra, fiscalizou bem os bancos e fez corretamente suas tarefas.

Se o Paulista não pode se queixar da arbitragem, apesar do placar negativo, algo muito preocupante: os rojões que caíram dentro de campo, vindos do protesto da torcida, que estava fora do estádio.

Sem entrar no mérito da causa da pendenga, envolvendo Diretoria do Paulista FC e a Torcida Raça Tricolor, vale fazer a observação:

– por volta das 19h35, alguns rojões disparados durante a manifestação (fora do estádio) começaram a estourar dentro do Jayme Cintra. O quarteto de arbitragem estava se aquecendo próximo ao seu túnel (que é vizinho do mandante) e, por azar, alguns rojões caíram e estouraram coincidentemente junto a eles.

Não há dúvida que um rojão que caia dentro de campo (e vale para qualquer fogo de artifício ou sinalizador) leva à pena desde a multa até a interdição. E justo no pé da arbitragem… Felizmente para o Galo, Guarizzo somente relatou que o gramado estava ruim e que o treinador do Velo não se apresentou ao jogo por estar com Dengue. Entretanto, oficiais da FPF com quem conversei flagraram o momento e comentaram comigo o ocorrido. Resta a saber se nos documentos que elas preenchem – que não é público e nem tem o peso de uma súmula – se o fato (que provavelmente foi relatado) será transformado em DENÚNCIA.

Tomara que, por falta de imagens comprobatórias e por não ser do próprio documento do árbitro, o relato dos rojões não interdite o estádio nem gere custos.

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– Árbitros de Vídeo no Brasileirão? Somente em 2017!

Será que a Confederação Brasileira de Futebol está promovendo uma demagoga propaganda de que usará os árbitros de vídeo neste ano, ou eles estão cometendo uma gafe?

Leio que a CBF quer usar o recurso tecnológico de imagens de TV com o VAR (Vídeo-Árbitro Assistente) para o Brasileirão, em meados de Agosto.

Não vai usar por um motivo simples: toda modificação da Regra do Jogo (ou de Teste Experimental da Regra do Jogo) só pode ser utilizado a partir do início da temporada pelo calendário europeu, adotado pela FIFA. Ou seja, se alguma liga europeia quiser usar os VAR, o fará a partir de 01 de Julho de 2016 (que se refere à temporada 2016/2017). E isso se estende a qualquer país-membro da FIFA, independente se utiliza o calendário europeu ou não.

O Brasileirão começa bem antes de Julho; portanto, sem chances da inovação estar nos gramados brasileiros em 2016. Outro fator: você não pode mudar a Regra (ou o Teste da Regra) de uma partida de futebol com o campeonato em curso. Isso significa que: ou a CBF pede uma permissão especial para começar os testes no 2o trimestre de 2016 (que significa a partir da Rodada 1 do Brasileirão), ou só poderá utilizá-los em 2017.

Lembre-se de Corinthians x Santos no Brasileirão do ano passado: David Braz foi expulso erroneamente, sem a existência de VAR. E se na rodada seguinte jogassem Palmeiras x Corinthians e um atleta do Corinthians fosse expulso erroneamente e ali estivesse o vídeo-árbitro, e ele corrigisse o juizão?

É por tal critério o de que nenhum time deve ser prejudicado ou favorecido pela mudança da Regra de Jogo em um torneio em andamento – de que os campeonatos em curso não podem adotar os VAR.

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– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Paulista x Velo Clube

Para mim, uma escala surpreendente: Rodrigo Guarizo Ferreira do Amaral, conhecido árbitro da série A1, que apitou Penapolense 1×2 Paulista na rodada 02 – e que no último sábado trabalhou em São Paulo 1×3 São Bernardo no Pacaembu, será o árbitro de Paulista x Velo Clube.

Sobre as características do árbitro, já falamos oportunamente e podem ser acessadas no link: http://wp.me/p55Mu0-LT.

Gilberto Romachelli, 37 anos, representante comercial, será o bandeira 1. Ele tem trabalhado com boa frequência em jogos de A2 e A3.

Patrícia Carla de Oliveira (sim, é prima de Luís Flávio e Paulo César de Oliveira), 34 anos, professora de Educação física, será a bandeira 2. Em jogos profissionais nesse ano, trabalhou exclusivamente na A2.

A outra surpresa da escala: Regildênia de Holanda Moura (hoje, a melhor árbitra brasileira do quadro da FIFA), será a 4a árbitra. Ela só apitou jogos da A3 nesse ano. Mas o destaque é: em Dezembro, denunciou o presidente do Sindicato dos Árbitros de Futebol, Arthur Alves Júnior, que era membro da Comissão de Árbitro da FPF, de praticar assédio sexual. Também testemunhou à corregedoria da Federação Paulista que o Cel Marinho foi informado e nada fez. Todos foram demitidos pelo presidente Reinaldo Carneiro Bastos… Parabenizo-a pela coragem do feito, que ajudou a moralizar a desgastada CEAF-SP.

Boa sorte ao quarteto de arbitragem e bom jogo aos clubes.

 

– O pênalti de Palmeiras x Capivariano em 2017 com tecnologia e vídeo-árbitro! Muda o quê?

No domingo, em Palmeiras 4×1 Capivariano, no começo do 2o tempo, Dudu (SEP) cruza uma bola que desvia no braço de Maguinho (CAP) e o árbitro Vinícius Gonçalves Dias Araújo entende que foi lance intencional, marcando pênalti. Discordo, não houve intenção deliberada nem movimento antinatural da mão na bola. Portanto, errou o juizão.

Mas já imaginaram esse jogo em 2017, caso a FPF resolva bancar os custos da instalação de câmeras e monitores para a arbitragem, conforme a experiência liberada pela FIFA por 2 anos?

Falamos do uso das imagens de TV (vide em: http://wp.me/p55Mu0-Q5). Sobre o lance do Allianz Arena, imaginem: o VAR (Video Assistent Referee) comunica o árbitro via rádio dizendo: Atenção, essa bola não é pênalti”. Ele retruca: Pra mim ele quis desviar a bola. E o VAR: A imagem está mostrando outra coisa.

Então o árbitro vai ao local reservado para o VAR e o 4o árbitro; colocam o replay no ponto do cruzamento e conversam: E aí, o que lhe parece”? Árbitro coça a cabeça e diz: continuo achando pênalti. E o VAR: Mas não parece ter sido intencional. O 4o árbitro dá o seu pitaco: Mas pensem: ele usou ou não a mão de maneira disfarçada e antinatural?.

Aos olhos das duas equipes e com muita chiadeira, o árbitro, enfim, toma a sua decisão, que será CERTA ou ERRADA, pois, afinal, mesmo com tecnologia os lances interpretativos existirão.

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– Entendendo o que a FIFA liberou para uso de Tecnologia no Futebol

Momento importante para os amantes do futebol. A tendência de mudar a Regra do Jogo foi aceita pela IFAB (International Board, a “guardiã” das regras). Muito desse momento teve a influência da FIFA, a entidade que organiza os campeonatos de futebol e que se reorganiza com Gianni Infantino, o novo presidente.

A verdade é: Infantino, secretário do francês Michel Platini na UEFA, era radicalmente contra o uso de vídeos para o futebol (assim como o próprio Platini). Agora eleito presidente da FIFA, Infantino fez lobby por essa mudança.

Fiquemos atentos a uma coisa importante: as 17 Regras do Futebol não mudaram na manhã histórica de ontem, em Cardiff, quando se aceitou a introdução dos VARs (Vídeo Árbitros Assistentes). O que aconteceu é que os TESTES oficiais com aval da IFAB, a serem fiscalizados pela FIFA, foram autorizados.

E como funcionará?

A experiência tem 4 propósitos:

1- Confirmar ou anular um gol discutível (por exemplo: se o atleta usou a mão na bola para fazer um gol e o árbitro possa ter sido enganado e acreditado que foi de cabeça);

2- Confirmar ou anular uma penalidade máxima (por exemplo: o árbitro crê que um atleta tenha sido tocado e na verdade ocorreu uma simulação de infração);

3- Aplicar ou não um cartão vermelho de maneira justa ou injusta (por exemplo: se um árbitro expulsa um atleta por um carrinho violento e na verdade o jogador tenha ido única e exclusivamente na bola);

4- Identificar atletas de maneira correta quando for aplicar uma punição com cartão (por exemplo: um atleta agarra um adversário e deve receber o cartão amarelo, mas o juiz se confunde e não memoriza quem foi o infrator para dar a advertência).

Apenas nestas 4 situações deverá ocorrer o auxílio do VAR, sendo que esse árbitro de vídeo poderá interpelar o árbitro principal ou o árbitro principal procurar o árbitro de vídeo. O árbitro pode aceitar de bate-pronto a informação do vídeo-árbitro via rádio, ou se preferir, ir até o VAR assistir o lance. Porém, a decisão final sempre será do árbitro principal, aceitando ou não a decisão do vídeo-árbitro.

Em 2018, os cartolas do futebol avaliarão se a experiência foi boa ou ruim; se ela terá continuidade ou não; se poderá acrescentar outros momentos da participação dos VARs (como em impedimentos ou outras situações); ou se haverá a desistência dos trabalhos.

O importante: o uso dos árbitros de vídeos deverá ocorrer em todos os jogos de um mesmo campeonato, ou em fase final de um torneio eliminatório, como, por exemplo, em uma decisão de UEFA Champions League.

Um primeiro passo para a introdução dos recursos tecnológicos no futebol foi dado. Como será essa caminhada, não sabemos.

Duas tendências: a idéia de que um treinador ou capitão de equipe possa pedir a revisão de uma decisão do árbitro com o uso de imagens deverá ser descartada mesmo em outros testes futuros; e a busca para que o árbitro tenha um equipamento eletrônico com tela à mão para ver o lance de maneira full-time persistirá.

O que você achou de tal mudança? Deixe seu comentário:

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– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Marília x Paulista

Thiago Luis Scarascati, 32 anos, microempresário, natural de Limeira, árbitro destaque em 2015 e que apitou a final da Copa São Paulo naquele ano, apitará Marília x Paulista neste próximo sábado.

Há 10 dias, Thiago (que vem apitando muito bem seus jogos), teve atuação contestada na partida entre XV de Piracicaba 1×4 Palmeiras. Uma noite ruim talvez?

Seu estilo de jogo tem sido marcado por precisão técnica e fluidez no jogo. Ou seja: partidas muito corridas e faltas bem marcadas. E fará isso no Bento de Abreu se der o melhor que pode. Se apitar como no Barão de Serra Negra, podemos ter reclamações.

Desejo boa sorte ao quarteto de arbitragem e bom jogo aos times!

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– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Santos x Corinthians

Fiquei feliz ao ver a escalação de Flávio Rodrigues de Souza para o clássico entre Santos x Corinthians no próximo domingo. A FPF tem a URGENTE necessidade de revelar novos nomes para clássicos, e Flávio tem conseguido apitar bons jogos.

A ironia é: Flávio Rodrigues de Souza (36 anos, representante comercial) é confundido às vezes pelos mais leigos com o Flávio Rodrigues Guerra (árbitro do último Corinthians x Santos, que acabou em confusão na súmula). Física e tecnicamente, são muito diferentes.

Souza corre muito em campo, sempre está perto das jogadas. Não apita qualquer faltinha e faz bom uso dos cartões. Em campo, me lembra muito o estilo do árbitro Marcelo Rogério. Neste ano, já apitou 7 partidas da A1 (ou seja: no domingo, terá conseguido ter apitado em todas as 8 rodadas do Paulistão)! Portanto, ritmo de jogo ele tem.

Em 2016 apitou Corinthians 1×0 XV Piracicaba e Ferroviária 2×2 Corinthians. Em 2015, apitou São Bernardo 0x1 Santos, Santos 2×2 São Bento e Corinthians 1×0 Ponte Preta (no jogo em que houve um erro capital em lance difícil de Vicente Romano Neto).

Se fará uma boa atuação na partida, não sei. Mas desejo boa sorte a ele, pois potencial o juizão tem.

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– E os árbitros mais inexperientes da Libertadores?

Xi… ficarei devendo.

Alguns amigos me perguntaram sobre os árbitros desconhecidos que estão apitando os jogos da Taça Libertadores da América nesta semana. Sei que são árbitros que não estavam apitando e que passaram a ter chances; outros, são estreantes.

Não os vi atuando nas partidas, devido a semana tensa em minhas atividades profissionais e demais situações pessoais. Mas assim que possível, prometo comentar.

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– A Legitimidade dos Resultados em Xeque

Preocupante: o escândalo de manipulação de resultados em jogos internacionais de Tênis ainda está em apuração, mas traz dúvidas sérias sobre os torneios. É algo a se resolver com urgência.

Agora, estoura outro caso: conversas registradas em WhatsApp sobre ações premeditadas para prejudicar determinados pilotos da Stock Car brasileira, elaboradas por comissários e fiscais, vem à tona.

A pergunta é inevitável: sabotagens e golpes só acontecem em outros esportes e não no futebol? Árbitros, jogadores e cartolas são e estão incorruptíveis?

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– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Guarani x Paulista

Para o importante clássico do Interior de SP envolvendo o Bugre Campineiro e o Galo Jundiaiense, apitará o limeirense Norberto Luciano “Guinho” Santos da Silveira. Será auxiliado por Evandro de Melo Lima e Domingos da Silva Chagas. Daniel Bernardes Serrano será o 4o árbitro.

Mais uma vez, a FPF sorteia um quarteto com o mesmo critério das últimas rodadas: árbitro com ritmo de jogo na A2 e bandeiras em ascensão (como nas derradeiras escalas).

Norberto tem bom porte físico, se posiciona bem em campo embora não tenha tanta velocidade para tiros. Não dá cartões à toa e é um pouco cauteloso para jogadas mais viris. Contato físico mais forte pode virar falta. É um estilo de apitar!

Creio que a condução do jogo está em boas mãos. É sabido que o Guarani tem reclamado das atuações da arbitragem – com razão contra o Bragantino e sem razão contra o Rio Branco; porém, a pressão que pode haver é a natural de uma partida de futebol.

Desejo boa sorte ao quarteto de arbitragem e bom jogo às equipes.

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– O Pênalti não marcado em Ponte Preta 1×0 São Paulo

O árbitro Flávio Rodrigues de Souza tem feito bons jogos no Paulistão. É uma boa regularidade de 3 anos no torneio e pelo menos 1 ano no Brasileirão.

Repetia uma boa atuação no Moisés Lucarelli, porém, um lance difícil onde foi traído: Jonas (AAPP) vai tentar roubar a bola de Hudson (SPFC); eis que perde o tempo da bola e seu pé direito atinge o adversário. Como está dentro da área, é pênalti, não marcado pelo árbitro.

E sabe por quê não marcou?

Por dois motivos: porque Hudson força a queda e porque a bola pára no gramado. O contato infracional existiu na perna direita, apesar do atleta dobrar as duas. E pela bola parar no gramado, o árbitro pode ter sido enganado e entendido que Jonas travou somente a bola.

Sabe como se resolveria esse problema? Com os Árbitros Assistentes Adicionais, os AAAs que ficavam atrás do gol. Naquela situação, poderiam ter ajudado o juizão.

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– Análise da Arbitragem de Paulista 1×1 Mirassol

Para fazer uma análise do que produziu um árbitro em campo durante determinada partida, 3 pilares são necessários:

1- Conhecimento prático e teórico,

2- Isenção passional,

3- Respeito com os apontamentos.

A ideia, em si, é explicar ao torcedor leigo as virtudes e debilidades do desempenho da arbitragem, com destaque aos acertos e críticas construtivas aos erros. E a tarefa não é fácil…

Dito isso, vamos falar sobre Paulista 1×1 Mirassol.

Eu tinha grande expectativa sobre o árbitro Salim Fende Chavez. Por diversas vezes trabalhou no Jayme Cintra como 4o árbitro, havia estreado em importantes jogos da A2 e já apitado em A1. Esteve no Itaquerão como árbitro reserva em Corinthians x São Paulo e vinha sendo um nome observado como promessa.

Se depender do jogo de Jundiaí, demorará para se concretizar a realidade. Frustrante.

Aqui fica uma dica: a postura e a primeira impressão em qualquer atividade ajudam a ganhar boa notoriedade. A arbitragem entrou as 15h52, depois do Paulista FC que entrou as 15h51. Cuspiu diversas vezes (realmente, estranho), inclusive durante a execução do Hino Nacional! Ora, um árbitro com o porte físico invejável como o dele, deve se mancar…

No início da partida, teve que dar os primeiros piques arrumando insistentemente o calção e a gola da camisa. Não havia tempo no vestiário? Nos meus rascunhos, torci para que a implicância inesperada de minha parte fosse apenas “mau humor”. Ledo engano.

Sobre o ritmo em campo: procurou buscar o posicionamento adequado dentro de campo nos minutos iniciais. Com o decorrer do jogo, se achou dentro na diagonal e foi bem nesse quesito. Mas peca em alguns detalhes a serem corrigidos: demarcar faltas com spray na frente do bandeira, do lado da linha lateral, é fruto de falta de experiência. Outra coisa: ficar posicionado durante a cobrança de faltas (por duas oportunidades) com atletas se marcando às suas costas é ruim também.

Um ponto positivo são as marcações claras: define bem os laterais, impedimentos e escanteios. Sinaliza com clareza e tem ótima comunicação visual, em especial ao cartão amarelo aplicado ao Ramalho (PFC) indicando rodízio e persistência de faltas. Também foi prudente ao mostrar o apito aos jogadores em falta frontal, evitando cobrança rápida durante a conferência da barreira. Mas talvez pela empolgação de acertos, um excesso a ser evitado: a comemoração de uma marcação correta! Após uma jogada rápida de contra-ataque onde havia posição ajustada do impedimento de um atacante e o prosseguimento de acerto do lance, árbitro Salim Chavez e bandeira 1 Leonardo Augusto Villa se olharam e cerraram os punhos comemorando. Evite! Eu já passei pela experiência maldosa de se confundir a espontânea vibração de uma marcação correta com o bandeira se passando por comemoração do lance de ataque de uma das equipes. Portanto, o árbitro deve abolir tal gesto, por mais que seja um ato reflexo de um certeiro não impedimento.

DISCIPLINARMENTE, foi bem nas advertências verbais e nos cartões amarelos aplicados. Mas faltaram três cartões: a Mateus Silva (MIR) pelo rodízio de faltas, a Branquinho (aos 88m) por agarrar o adversário e outro a Jader (PFC) pelo forte pontapé aos 89m em Luiz Fernando (MIR).

TECNICAMENTE, enquanto a partida foi fácil no 1o tempo, deu conta do recado. Mas no 2o tempo, à medida que o jogo se tornava tenso, sentiu o peso da disputa. Faltas claras deixaram de serem marcadas, faltando a presença do juizão (a sua imposição mesmo) nos lances. Foram 6 lances mais complicados, sendo 2 importantes acertos e 4 erros relevantes nesse período:

1- Aos 3m, em uma marcação forte de Alan Bahia (PFC) em Xuxa (MIR), onde o atacante do Mirassol perdeu a dividida e caiu, pedindo pênalti. Não foi e o árbitro deu sequência de maneira bem discreta ao lance. Estava bem colocado e isso ajudou no acerto.

2- Aos 4m, Arthur (PFC) tem a bola dominada e está no ataque dentro da área, o zagueiro tenta travá-lo, existindo o contato físico mas não suficiente para derrubá-lo. Também nessa o árbitro acertou ao não marcar pênalti ao Paulista.

3- Aos 22m, no gol do Mirassol: o jogador Mateus Silva (MIR) que tinha a posse de bola e a carregou do meio de campo até a grande área a domina disputando com Ariel (PFC), só que o faz abrindo os braços e dando um tapa certeiro (intencional) no rosto do adversário. Foi falta não marcada. Errou o árbitro em deixar a jogada prosseguir (embora o atleta de Mirassol tenha tido tempo de atravessar metade do campo e não ser incomodado por ninguém na jogada).

4- Aos 42m, Mamadeira (PFC) sofre uma falta clara de Reinê (MIR), que o atinge nas pernas, e o árbitro manda seguir. O lance era claro, mas Salim preferiu deixar o jogo seguir entendo que fora na bola. Errou.

5- Aos 43m, Branquinho (PFC) agarrou pelo cangote e derrubou Murilo (MIR), e nada foi marcado. O treinador do Mirassol Moisés Egert enlouqueceu (com razão), e o lance foi na frente dele… Era tiro livre direto e cartão amarelo. Errou de novo.

6- Aos 48m, o lance mais reclamado: a bola é levantada na área, Mamadeira (PFC) a domina e Douglas (MIR) empurra-o infantilmente o derrubando. Não dá para pensar em simulação pois o lance era favorável ao atacante, tampouco dizer que a mão no peito não teve força suficiente para derrubá-lo. Erro decisivo.

O árbitro Salim Fende Chavez, se bem trabalhado, tem muito potencial, mas precisa ser regular durante o jogo todo e se policiar nos detalhes de postura. Se a partida acabasse aos 75 minutos de jogo, certamente teria uma nota alta. Entretanto, com o aumento da exigência técnica acabou diminuindo seu rendimento na partida. Mostrou-se cru quando precisou usar de experiência. E isso só se corrige sendo escalado e ganhando experiência.

E você, leitor, que assistiu ao jogo: quer dizer algo? Deixe seu comentário:

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– Análise da Arbitragem Pré-Jogo para Paulista x Mirassol

Salim Fende Chavez apitará Paulista x Mirassol no próximo sábado, auxiliado por Leonardo Augusto Villa e Wellington Bragantim Caetano (todos com 32 anos). Paulo Nogueira Pinho será o 4o árbitro.

O árbitro já esteve diversas vezes no Jayme Cintra, sempre como 4o árbitro. Com a nova Comissão de Árbitros, está tendo ótimas oportunidades e as agarrando. Trabalhou numa boa sequência de jogos na A2 e estreou na A1 neste ano. Na última 4a feira, trabalhou na partida Guarani x Rio Branco e se mostrou bastante rigoroso em campo; em especial, não tolerou as reclamações do atacante bugrino Watson e o expulsou. Sua moral está tão em alta que já foi escalado para São Paulo x Mogi Mirim (próxima 3a feira, dia 01/03).

Os bandeiras já vem trabalhando na A1 e A2 há algum tempo, e apesar de jovens, ambos têm experiência. Já o quarto árbitro ainda não apitou nenhum jogo profissional neste ano, será apenas a sua segunda escala como 4o árbitro.

Desejo boa sorte ao quarteto de arbitragem e um bom jogo às equipes.

Acompanhe a transmissão de Paulista x Mirassol pela Rádio Difusora Jundiaiense AM 810, com o comando de Adilson Freddo. Narração de Marcelo Tadeu; comentários de Robinson Berró Machado e Heitor Freddo; análise da arbitragem com Rafael Porcari; reportagens de Luiz Antonio “Cobrinha” de Oliveira. Na técnica Antonio Carlos Caparroz e André Luís Lucas. Sábado, às 16h00 – mas a jornada esportiva começa a partir das 15h00 para você ter a melhor informação com o Time Forte do Esporte!

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– São Bento 1×1 Corinthians e o Chilique do treinador

Paulo Roberto é um dos bons treinadores do Interior de SP. Estrategista, trabalhador, mas com um defeito incorrigível: polêmico!

A primeira vez que eu apitei um jogo dele foi quando dirigia o Rio Claro. Tive que expulsá-lo pelo mau comportamento. E entre os árbitros da minha e da nova geração é unânime: Paulo é muito chato durante as partidas.

Depois da sua última passagem pelo Guarani e de um problema de saúde, ele havia mudado. Estava mais calmo, quase “low profile” no São Bento. Focado e sem “causar”, está fazendo um grande trabalho no Bentão.

Só que contra o Corinthians…

Reclamou do gol de empate do Corinthians (lance legal, o zagueiro do São Bento vai dividir com o adversário corintiano e pede uma “cama-de-gato” que não ocorreu, já que o corintiano não tenta derrubá-lo mas é ele quem força a queda por não conseguir dominar a bola). Depois disso, pede pênalti inexistente no centroavante Anderson Cavalo. Por fim, após o término da partida, fez papelão peitando o árbitro com dedo em riste.

Pra quê?

Seu time não segurou a pressão do Corinthians. Normal. O bom árbitro Vinícius Dias cumpriu a regra e ainda foi ameaçado. Paulo Roberto tem essa mania de se sentir perseguido, de não reconhecer méritos das outras equipes e sempre criar um factoide de confusão. Tem sido assim sistematicamente, apesar da fase produtiva de calmaria.

Que se emende, pois suas reclamações não procedem. Para chegar a time de elite, não deve fazer tal “circo” nas partidas.

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– Cartão Amarelo para a Cobra, para o Loko ou para ninguém?

Coisas inusitadas do Futebol: em Lins, pelo Paulistão da Série A1, jogavam Linense x Água Santa. Eis que durante o jogo necessitou-se de uma paralisação pois havia uma cobra em campo. O árbitro Leonardo Ferreira Lima pediu para que os jogadores se afastassem e solicitou que funcionários do estádio tomassem providências. Durante a pausa, o jogador Éder Loko deu “uma bicuda” na serpente que voou de dentro do gramado para fora quase atingindo os maqueiros.

Resolvida a questão, o jogo prosseguiu normalmente. Mas aí vale uma questão curiosa: apesar de ter solucionado o problema, Éder Loko desobedeceu a ordem do árbitro e colocou a integridade dos maqueiros em risco. Mereceria um cartão amarelo?

Conheço alguns árbitros que certamente dariam a advertência acompanhada de uma bronca por não cumprir a ordem do juizão. Conheço outros que agradeceriam por agilizar a resolução da pendenga.

Sinceramente?…

Cartão amarelo para a cobra! Quem mandou ela entrar em campo sem autorização?

Olha o momento do chute nela, extraído do UOL.com:

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– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para União Barbarense x Paulista

Demétrius Pinto Candançan, 43 anos, professor de Educação Física, 15 anos de arbitragem, apitará o confronto entre Leão da 13 x Galo da Terra da Uva.

Natural de Carapicuíba, Demétrius é árbitro frequente nas escalas da série A2 e A3. Já esteve na A1, mas uma séria contusão o atrapalhou nesse período. Quando voltou, se firmou na divisão de acesso. O árbitro tem bastante experiência, não solta o jogo demasiadamente (apita muitas faltas, e pelas dimensões do estádio de Santa Bárbara do Oeste, creio que serão muitas), mas não aplica muitos cartões em condições normais. Uma curiosidade: Demétrius é bom jogador e seu irmão, André Pinto, foi centroavante na Portuguesa e em diversas equipes brasileiras e no exterior.

Enfim: bom árbitro e boa pessoa.

Eduardo Vequi Marciano, 38 anos, contador e que já esteve diversas vezes no Jayme Cintra com boas atuações (a última foi na abertura do Campeonato, contra o Bragantino) será o assistente 1. Bruno Munhoz, 28 anos, microempresário e apenas há 4 anos bandeirando, será o assistente 2 (somente o 6o jogo nesta divisão na carreira). Rafael Emílo Acerra, 34 anos, 10 anos de FPF, professor de Educação Física e, apesar do tempo de formação, tem poucos jogos no histórico, será o quarto-árbitro.

Desejo boa sorte ao quarteto de arbitragem.

Em tempo: desde o jogo de Paulista x Portuguesa, é notória a mudança do padrão de escalas. Percebe-se que a Nova Comissão de Arbitragem está mudando os rumos ditados pelo Cel Marinho e Arthur Alves Jr, ambos demitidos. Tomara que sejam melhores caminhos, como se tem percebido.

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– O juizão que abandonou o campo na Bundelisga!

Mais um acontecimento atípico no futebol: no Campeonato Alemão, jogaram Bayer Leverkusen 0x1 Borussia Dortmund, com muita reclamação da arbitragem por parte do treinador Roger Schmidit, técnico do Leverkusen.

O curioso é que o árbitro Felix Zwayer tomou uma atitude inusitada! Ele expulsou o treinador que se queixava, mas o mesmo não queria sair de campo. O que fez o juizão? Saiu ele próprio, junto com os bandeiras e o quarto árbitro!

Depois de 13 minutos, com o aceite do treinador em sair de campo, o quarteto voltou a campo e terminou o jogo.

Pode?

Se um jogador discordar de uma decisão do árbitro e impedir a continuidade do jogo, o árbitro deve esperar 5 minutos pelo aceite. Caso isso não ocorra, ele encerra a partida e registra em súmula.

Sair de campo e voltar? Nunca vi.

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– Jogador expulsa Árbitro! Na Turquia…

Hilário. Na partida entre Galatasaray 2×1 Trabzonspor, o gol decisivo surgiu de um pênalti duvidoso. O atacante do Galatasaray perde a bola em uma disputa com o zagueiro do Trabzonspor e cai.

Tranco legal ou empurrão?

O interessante é que o árbitro Deniz Bitnel marca a infração, e o camisa 39 Pedro Cavanda (que cometeu o suposto pênalti) vai reclamar e o empurra. Imediatamente o juizão mostra o Cartão Vermelho e na confusão perde o cartão errando o bolso que o guardava! Eis que o atleta do time prejudicado, Salih Dursun – camisa 24, não bobeia e pega o cartão, expulsando o árbitro (e com boa postura)!

Veja o vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=mCBd-P3LJX4

– SPFC 1×0 Rio Claro: E se a bola bater sem querer é falta?

Cuidado com o que você ouve sobre pênalti de mão na bola da nova regra. Isso não existe!

Digo isso pois na partida entre São Paulo x Rio Claro neste último domingo, a expressão inoportuna apareceu de forma perigosa na TV.

Explico: no primeiro tempo, uma bola foi chutada para o ataque do SPFC. Um jogador do Rio Claro a intercepta com o pé; por ter vindo rápida e com força, ela sobe e bate despretensiosamente em seu braço. Não foi mão intencional! Assim, não foi infração mas lance normal e “segue o jogo”!

Entretanto, ouvi o amigo ex-árbitro Paulo César de Oliveira (que respeito demais) comentando na Rede Globo que seria falta sim pois o braço aberto dá uma vantagem ao jogador. O narrador Cleber Machado ainda argumentou falando sobre a “dificuldade da nova regulamentação” mas de nada adiantou.

Ora, a Regra não mudou. O fator decisivo para se marcar uma mão na bola continua sendo a seguinte avaliação: o atleta teve intenção de tocar a bola com as mãos ou foi sem querer? A FIFA apenas orientou: tome cuidado com o jogador que fizer um movimento antinatural com os braços para ludibriar a arbitragem; ou seja, aquele que usar as mãos intencionalmente disfarçando que foi sem querer (como pular para disputar a bola com os braços esticados para cima, ter tempo para evitar o contato com o braço ou não, entre outras situações).

Dessa forma, uma bola veloz que desvia no pé de um jogador e bate em seu braço sem querer não pode ser considerada movimento antinatural tampouco intencional. Acertou o juizão em campo e errou o árbitro em seu comentário.

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– Análise da Arbitragem de Paulista 2×2 São Caetano

Jogo muito corrido, disputado e faltoso. Foram 7 Amarelos e 2 Vermelhos, com 46 faltas. O 1o tempo foi mais fácil para a arbitragem, o 2o nem tanto.

Márcio Roberto Soares esteve seguro, concentrado, sem ser espalhafatoso. Soube ser discreto. Gostei do que vi, em especial a sua qualidade em aplicar muito bem a lei da vantagem por duas vezes, em ataque do São Caetano.

Os cartões foram todos muito bem aplicados, mas um ficou faltando, abaixo descrito. (vide ao final da postagem).

Três lances polêmicos:

1- Jader (PFC) avança na área, parte para o drible e Sandoval (SCE) tenta lhe roubar a bola. Houve um leve contato físico, sem desequilibrar o atleta que se jogou. O árbitro corretamente aplicou cartão amarelo.

2- Felipe Piovesan (PFC) chuta a bola para o gol e Bruno Recife (SCE) “defende a bola”, a espalmando. Pênalti bem marcado mas faltou o segundo cartão amarelo (que resultaria na expulsão do jogador).

3- No final da partida, no meio do bololô, sobra um braço do atleta do São Caetano na bola. Bateu involuntariamente ou foi movimento antinatural da mão na bola? Lance dificílimo!

O bandeira Claudenir Donizete, embora pareça estar acima do peso, é o “falso gordo”. De todas as vezes que o vi em Jayme Cintra (e foram algumas), sempre trabalhou muito bem! Ajudou o árbitro na marcação de faltas quando precisou e foi bem nos impedimentos.

Abaixo, nossos rascunhos dos cartões durante a partida:

23m – Jader X Sandoval – o atacante vai para o drible, o zagueiro disputa a bola e Jader força a queda. Não houve contato físico SUFICIENTE para a infração, o atleta abdicou da continuidade da jogada. Juizão marcou simulação corretamente e aplicou Cartão Amarelo.

35 minutos – Mamadeira está no contra ataque e é empurrado por Paulo Fernando. Cartão Amarelo bem aplicado.

44m – Brener dá um carrinho em Junior Alves e é advertido por cartão amarelo. Correto.

51m – Neto reclamou acintosamente de uma bola que não saiu na lateral, gesticulando e falando demais com o bandeira 2. Corretamente ele aplicou cartão Amarelo e marcou tiro livre indireto.

53m – Amarelo para Arthur do Paulista, por falta temerária na lateral.

58m – Amarelo para Bruno Recife por falta temerária no ataque do Paulista

70m – Neto, aquele mesmo do Cartão Amarelo por reclamação ao bandeira, matou o contra-ataque de Felipe Piovesan, quando partia sozinho em ataque. Recebeu vermelho.

75 m – Edinho chuta vantagem para Cleber. Não há vantagem, volta o lance e marcou a falta.

77 m -Bruno Recife cai após o chute de Piovesan e desvia a bola usando a mão intencionalmente. Foi pênalti. Faltou Vermelho pois Bruno tinha Amarelo.

78 m- Sandoval empurra o jogador do Paulista , discute com todo mundo, ameaça agredir e é contido pelos seus companheiros. Não teve jeito – vermelho.

85m – Edinho – Amarelo por reclamação.

91m – uma bola que bateu (ou foi rebatida pelo uso antinatural das mãos)? Realmente o lance é duvidoso.

Paulista 2×2 São Caetano (Parcial)

Público: 1020 pagantes

Renda Líquida R$ 6020,00+

Renda Bruta R$ 3766,75 –

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– Análise Pré-Jogo para a Arbitragem de Palmeiras x Santos

Jogo para gente grande! É assim que a FPF entende o clássico e escalou para arbitrá-lo o quarteto formado por Raphael Claus (um dos dois FIFA’s de SP), Emerson Augusto Carvalho (o bandeira da última Copa do Mundo) e Bruno Salgado Rizzo (que vem se destacando muito bem). O quarto árbitro será Luiz Vanderlei Martinuccio.

No 1o clássico do ano, entre Corinthians x São Paulo, a Comissão de Árbitros optou pelo FIFA Luiz Flávio de Oliveira. Isso indica que, no início da nova gestão da CEAF-SP, vale a prudência.

Claus é jovem e experiente, bom árbitro técnica e disciplinarmente. Não há preocupação (antes da partida iniciar) com a arbitragem.

Ficará a pergunta: nos próximos clássicos se dará oportunidade para árbitros mais jovens ou, devido ao trabalho ser iniciado quase em cima da hora, deixará para 2017 a fase de “testes de novos árbitros em clássicos”, já que o campeonato é curto?

Uma coisa é certa: Luiz Flávio foi poupado (acertadamente) para esse clássico por tudo o que ocorreu no 1o jogo da final da Copa do Brasil.

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– Análise Pré-Jogo da Arbitragem de Paulista x São Caetano. O que esperar do juizão?

Para o confronto entre o Galo da Terra da Uva contra o Azulão do ABC, apitará Márcio Roberto Soares, que venceu o sorteio competindo com Douglas Marques da Flores, o árbitro que foi a “menina dos olhos” da Comissão de Árbitros antiga da FPF mas que não se firmou ainda como bom nome.

Márcio é ótimo juiz, apita bem concentrado, sabe fazer cara feia em campo para advertir jogador e é bom tecnicamente. Apita jogos considerados fáceis na A1 e de grau maior de dificuldade na A2 (é o seu 5o jogo em 6 rodadas desta divisão). Gostei da sua indicação.

Uma curiosidade: fui punido certa vez por Sérgio Correa da Silva, o cartola da CBF que hoje manda na arbitragem nacional, e escalado para um jogo Sub 15 entre Corinthians x Barcelona da Capela do Socorro no CT de Itaquera (onde hoje é a Arena). Placar: 11 x 0, com 5 gols de Lulinha, 5 gols de Dentinho e 1 de Boquita. Márcio estava começando a carreira e foi meu 4o árbitro, na única oportunidade em que trabalhamos juntos.

A punição? Se deveu a um jogo importante na A2 que reservo a não descrever o fato, mas que adianto: cumpri a Regra, fui elogiado, mas… ficará no reservado para alguns amigos.

Os bandeiras serão Claudenir Donizeti da Silva e Leandro Alves de Souza. O quarto-árbitro será Alysson Matias.

Desejo boa sorte à equipe de arbitragem e um grande jogo.

Acompanhe a transmissão de Paulista x São Caetano pela Rádio Difusora Jundiaiense AM 810, com o comando de Adilson Freddo. Narração de Marcelo Tadeu; comentários de Robinson Berró Machado e Heitor Freddo; análise da arbitragem com Rafael Porcari; reportagens de Luiz Antonio “Cobrinha” de Oliveira. Na técnica Antonio Carlos Caparroz e André Luís Lucas. Sábado, às 19h00 – mas a jornada esportiva começa a partir das 18h00 para você ter a melhor informação com o Time Forte do Esporte!

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