– E a Liga Brasileira, sairá do papel?

Ao ler que os clubes brasileiros pretendem aproveitar o momento de fragilidade da alta cúpula da CBF e criar uma Liga Brasileira de Futebol (imitando os grandes campeonatos mundo afora, que organizam as competições profissionais eles mesmos), me vem à mente dois pensamentos:

  1. Que ótimo! Uma empresa de entretenimento independente da Confederação, gerindo administrativamente conforme os seus interesses, e não subordinada a “Del Neros” e “Teixeiras” de então.
  2. Teriam eles competência para isso? Nunca eles se uniram pelo bem comum do coletivo deles, mas sempre pelo individual. Mudariam de postura agora?

Aguardemos o desfecho – ou até o Flamengo ou algum outro grande rachar com os demais.

Projeto prevê criação de liga para organizar campeonato brasileiro de  futebol - Notícias - Portal da Câmara dos Deputados

– Home Office normal versus o da Pandemia.

Extraído do LinkedIn do Consultor Ricardo Amorim

Quando a pandemia acabar, diremos: o home office veio para ficar, vai morrer ou vai se transformar em trabalho híbrido – alguns dias no escritório e outros em casa?
Cedo para ter certeza, mas algo a se considerar é que ele vai se transformar com o fim da pandemia. À medida que as pessoas se sintam cada vez mais confiantes em retomar suas atividades e viajar, parece mais correto pensar em trabalho remoto do que em home office. Talvez, muitos dos que optem por este modelo de trabalho à distância façam isso para terem a liberdade de poder viajar, não para trabalhar de casa. Abaixo:

– Laka ou Galak?

Viram a nova embalagem do Laka?

Do tradicional branco, o chocolate da Lacta foi para uma cor idêntica ao seu rival Galak, da Nestlé. Perceberam?

Por quê se assemelhar a algum produto que não é o líder de mercado? Descaracteriza-se e dá a lembrança ao rival.

Coisas do mercado…

– 3 fatores que marcam uma empresa.

Os 3 principais fatores de credibilidade para as empresas, 

em: https://www.youtube.com/watch?v=oMLHS2Kfy4I

– Como render mais no home office.

Você tem dificuldade de melhorar a produtividade do seu trabalho, por conta de distrações durante o Home Office?

Veja dicas importantes

Extraído de: Folha de São Paulo, Caderno “Sobre Carreiras”, 13/06/2020

CRIAR ROTINA AJUDA A DESOCUPAR O CÉREBRO E SER PRODUTIVO EM CASA

Especialistas ensinam técnicas para se concentrar no trabalho ou no estudo.

Por Marília Miragaia

Quem precisa manter o foco na hora de trabalhar ou estudar em casa deve criar uma rotina não só para os afazeres profissionais. É necessário planejar o dia inteiro, desde a hora de acordar até dormir, incluindo momentos de lazer e tarefas domésticas.

“É importante ter uma rotina global. Como não há mais diferença espacial e temporal entre trabalho e lazer, você precisa construir essa diferença. Senão, não faz nenhuma das coisas bem”, afirma Fabiano Moulin, neurologista e médico-assistente do departamento de neurologia da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo).

Antes da pandemia, a maior parte da rotina nos escritórios não era determinada pelos profissionais. Em casa, o trabalhador pode ter a sensação de que construir esses hábitos é algo artificial.

“Tivemos que trazer para a consciência microdecisões que a gente não tomava antes, mas o cérebro não tem capacidade para lidar com todo esse fluxo de informações. Por isso, os hábitos são importantes”, explica Moulin.

E fazer um planejamento por escrito ajuda o cérebro a automatizar esses afazeres. A programação também é uma saída para controlar a ansiedade, afirma Christian Barbosa, especialista em produtividade e empresário.

“Quando não sabemos exatamente o que precisamos fazer, estamos aumentando nosso esforço para executar tarefas”, diz Saulo Velasco, psicólogo e fundador da Lupa – Educação Ampliada, organização que atua com estudantes e professores.

Na hora de colocar no papel a rotina diária, é importante sentar e conversar com a família para discutir como eles podem participar desse processo, afirma Moulin. Se tudo for combinado antes, fica mais fácil se dividir entre todas as tarefas e conseguir momentos de silêncio.

A forma de se organizar varia de pessoa para pessoa. A agenda pode ser pensada para três dias ou para a semana inteira, por exemplo, mas deve ser o mais detalhada possível e feita para o curto prazo, de acordo com Velasco.

O profissional precisa ser realista com o que consegue cumprir para não ficar ansioso, o que também tem impacto na sua produtividade.

“Tendemos a criar metas impossíveis porque a gente acha que vai relaxar se baixar a exigência. Mas, quanto maior a expectativa, maior pode ser o fracasso e a decepção”, afirma o psicólogo.

Preparar o ambiente também é uma recomendação importante para quem quer evitar distrações. A orientação é deixar em cima da mesa apenas o que for indispensável para cumprir as tarefas e até incluir no espaço itens que relembrem o trabalho, como o porta-retratos que costumava ficar no escritório.

“Nosso cérebro depende de gatilhos para construir um estado de espírito. Quando chego ao hospital, entro no papel de médico. O problema é que nossa casa sempre foi relacionada a outro tipo de emoção. E ter que ressignificar esses gatilhos é importante para manter o foco”, afirma Moulin, neurologista.

Quando fazemos atividades de naturezas diferentes no mesmo ambiente, elas ficam associadas a esses espaços e criamos uma competição entre comportamentos, explica Velasco.

Para ele, a prática de rituais pode ajudar a contornar esse problema. Entre eles, estão tomar banho ao acordar, vestir as roupas usadas para ir ao escritório, se maquiar caso tenha costume e diferenciar músicas ouvidas em momentos de lazer das que são escutadas durante o expediente.

Outro elemento a ser monitorado é o estresse, que em altas doses atrapalha a performance, lembra Elisa Kozasa, pesquisadora da área de neurociência do Hospital Israelita Albert Einstein. Mas, em níveis saudáveis, ele é importante para que o profissional continue estimulado.

“O estresse se torna negativo quando começa a atrapalhar as atividades da vida diária, como dormir e comer, ou quando a pessoa se irrita com facilidade”, afirma.

Segundo ela, meditação e relaxamento são duas ferramentas que ajudam a administrar a tensão.
“O ganho dessas práticas é desenvolver uma habilidade de atenção relaxada. Você fica atento e, ao mesmo tempo, relaxado”, diz.

Para quem nunca meditou, um bom caminho é procurar aplicativos sobre o tema e fazer pequenas pausas ao longo do dia.

8 PASSOS PARA MANTER O FOCO NO HOME OFFICE

1 – Prepare a mesa do escritório
Deixe o espaço arrumado para evitar distrações e decore esse ambiente com objetos que lembrem sua atividade, como agendas, livros, porta-retratos que eram usados no escritório, planejadores e canetas

2 – Crie rituais
Adote hábitos que vão ajudar o seu cérebro a entender que você está fazendo algo diferente de descansar no ambiente doméstico. Entre eles, tomar banho ao acordar, vestir as roupas que normalmente são usadas para ir ao escritório e escolher músicas diferentes das escutadas em momentos de lazer

3 – Siga uma rotina
Não adianta só reservar horário para o trabalho: pense em um cronograma para todas as atividades do dia. Colocar o planejamento no papel ajuda o cérebro a automatizar tarefas. A agenda pode ser organizada de forma semanal ou a cada três dias

4 – Converse com a família
Mantenha um diálogo com filhos e companheiros para sinalizar como eles farão parte da sua rotina. Faça acordos para ter ambientes mais silenciosos e horários dedicados ao trabalho e à convivência

5 – Faça pausas
Quebre o trabalho em ciclos. Eles podem ter cerca de 20 minutos, mas cada pessoa pode encontrar o intervalo que faz mais sentido para ela. Além disso, é recomendável levantar e alongar pernas e costas a cada duas horas

6 – Coloque fone de ouvido
É possível encontrar em sites, aplicativos e páginas do YouTube músicas para facilitar a concentração. Quem fica em ambientes barulhentos pode usar fones que bloqueiam ruídos

7 – Pense na ergonomia
Para evitar dores no corpo com o passar do tempo, siga essas orientações: mantenha os pés apoiados no chão (use um suporte se preciso); forme um ângulo de 90 graus com os braços em relação à mesa; nivele o topo da tela do computador com a altura dos olhos e deixe uma distância de mais ou menos um braço (de 50 a 75 cm) entre você e o computador. A iluminação do ambiente também é importante. O ideal é que não haja sombras ou reflexos na tela do computador, o que pode deixar ainda mais cansativa a exposição contínua à tela

8 – Tenha cuidado com redes sociais
Para não se distrair com o celular, você pode usar aplicativos que regulam notificações ou separar um tempo exclusivo para essa atividade

Fontes: Christian Barbosa, especialista em produtividade e empresário; Fabiano Moulin, médico-assistente do departamento de Neurologia da Unifesp; Mariana Digiovanni, médica do Hospital Universitário Evangélico Mackenzie; Saulo Velasco psicólogo e fundador da Lupa – Educação Ampliada

– As 14 ótimas considerações de Obama.

Barack Obama, o ex-presidente democrata dos Estados Unidos, esteve há 2 anos em São Paulo. E na sua palestra no evento Vtex Day, deu algumas dicas / fez apontamentos extremamente úteis.

Recebi e compartilho (destaque-se os ítens 7 e 14).

Extraído de: https://www.ecommercebrasil.com.br/noticias/frases-inspiradoras-obama-brasil/

OBAMA NO BRASIL

1. Não tenha medo do que nunca foi feito.

2. Quando mais eu trabalho, mais sorte eu tenho.

3. Seja curioso. Aprenda sempre.

4. Minhas melhores decisões eram quando tinha gente discordando de mim.

5. Quando deixei a presidência, decidi inspirar e treinar a próxima geração de líderes.

6. Vi meninos jogando bola na favela. Somos iguais. Eles só precisam da chance que eu tive.

7. Capital humano conta mais que conhecimento técnico (ter atitude, saber trabalhar em time). Os países têm que investir nisso.

8. Inovações tecnológicas vão além das fronteiras físicas e tradições (ex: Alibaba). Basta ter atitude.

9. Você deveria estar feliz em pagar impostos porque eles ajudam os negócios.

10. A mulher precisa ser incluída pra gente ter igualdade, assim como já ocorre no basquete dos EUA.

11. Hoje tenho mais $ do que posso gastar. Mas ver minhas filhas sorrindo é o que me faz feliz de verdade.

12. Não adianta a gente ter tudo isso sem água pra beber e ar pra respirar.

13. Para ser um bom líder, você não precisa saber todas as respostas. Basta fazer as perguntas certas. Ter pessoas melhores que você no time. Servir e empoderar os outros.

14. Nunca abra mão da sua integridade por causa de poder.

– A importância da Administração em nosso dia-a-dia

Tudo na nossa vida é administrável! Você administra o tempo todo, e, às vezes, não percebe. 

Compartilho esse artigo bem bacana sobre a importância da Administração no nosso cotidiano. Abaixo:

Extraído de: https://coeficiente685921690.wordpress.com/2020/06/05/teoria-geral-da-adm-qual-a-importancia-da-administracao-para-a-vida-pessoal-a-profissional-e-para-as-organizacoes/

TGA: QUAL A IMPORTÂNCIA DA ADMINISTRAÇÃO PARA A VIDA PESSOAL, A PROFISSIONAL E PARA AS ORGANIZAÇÕES

“A administração vai além do seu conceito próprio. Pois ela está inserida indiretamente em tudo que fazemos, está relacionada ao contexto em que estamos inseridos em todos os momentos da nossa vida”

Por Ricardo Cunha

O que significa administrar? Poderíamos elaborar uma resposta muito ampla, pois essa pergunta é bastante genérica, porém merece ser respondida.

A vida prática é dividida em muitas áreas e todas elas podem se encaixar no contexto da administração: temos de um lado as relações familiares, os amigos, os recursos financeiros, as relações sociais, etc.. De outro, a profissão, a carreira, o sucesso/fracasso, o desejo de crescimento, de bem-estar, os conflitos em grupo, as emoções interiores. Enfim, são múltiplas as nossas necessidades e a busca do equilíbrio é o objeto de análise próprio da administração.

Para alguns, dar conta de todas estas atividades é extremamente difícil, pois há pessoas sem perfil para tais questões. Isso não significa que estas pessoas sejam negligentes ou relaxadas, elas podem, simplesmente, não ter sido preparadas para administrar seus próprios recursos ou os de terceiros. Outras, parecem ter nascidos com a disposição e o talento para enxergar o todo, isolar os assuntos e tratar as informações de uma forma eficiente.

Aqui podem surgir perguntas do tipo: 1) Porque precisamos saber pelo menos o básico de Administração e 2) Qual a relação entre a gestão pessoal e a profissional?

1) Administrar a vida NÃO é o mesmo que administrar uma empresa. Mas, se você consegue pagar suas contas pessoais, encaixar despesas futuras no seu orçamento e reservar momentos para laser, pode-se dizer que tem os requisitos de um bom gestor, pois uma pessoa que consegue pagar suas contas, não se endividar com frequência e ainda poupar recursos no nível pessoal tem grande chance de administrar bem o próprio negócio ou uma área de uma empresa qualquer.

2) A relação entre a administração de recursos próprios (família) ou de terceiros (empresas) está basicamente na habilidade de equilibras as receitas e as despesas e se for o caso, reduzir custos ou gerar lucro.

Todavia, entendendo que nem todas as pessoas jurídicas visam ao lucro, é importante saber que administrar é ajudar a uma instituição qualquer a realizar sua missão. Por exemplo, uma ONG ou instituição filantrópica, recebe recursos de terceiros para realizar um fim específico. Ela precisa prestar contas aos stakeholders sobre como está aplicando os referidos recursos.

Dessa forma, considerando que todas as instituições estão sujeitas à Lei, todas são obrigadas a manter documentos e demonstrativos que comprovem a correta aplicação dos recursos e o cumprimento das obrigações legais.

Assim sendo, a administração dos recursos na vida pessoal, na vida profissional e nas organizações, depende mais de habilidades que podem ser aprendidas (na escola, ma faculdade, nos cursos técnicos) do que de talento inato.

De um modo geral, espera-se que uma pessoa qualificada como bem resolvida na vida pessoal, também o será como profissional ou como empresário. Porém, nada garante o sucesso como se as coisas estivessem pré-dispostas segundo uma Lei natural. Todos podem ser bem sucedidos no contexto e não em outro. Administrar, como tudo na vida é um mix de conhecimento adicionado de constância e de persistência.

Fonte:

Foto por energepic.com em Pexels.com

– As maiores empresas do mundo e a geografia econômica mudando.

Há 30 anos, as 50 maiores empresas do mundo representavam 5% do PIB mundial. Hoje, representam 28%.

Neste mesmo período, das 50 maiores do mundo, 30 eram dos EUA, 15 da Europa e 5 da Ásia (Nenhuma da China). Hoje: 32 são dos EUA, 8 da China, 7 da Europa, 2 do Japão e 1 da Arábia Saudita.

Em 1990, as empresas automotivas e de petróleo eram predominantes (somente 2 de tecnologia estavam na lista). Hoje, 14 são da área tecnológica e apenas uma do Petróleo: a saudita Aramco.

(Informações de: https://jovempan.com.br/opiniao-jovem-pan/comentaristas/samy-dana/lista-das-maiores-empresas-do-mundo-revela-mudancas-na-economia.html).

LISTA DAS MAIORES EMPRESAS DO MUNDO REVELA MUDANÇAS NA ECONOMIA

por Samy Dana

As maiores empresas do mundo estão ainda maiores, mais ligadas à tecnologiae também à China. A lista das cinquenta maiores companhias do mundo, revelada na última sexta-feira pela Bloomberg, é um exemplo disso. O ranking acompanha a cada dez anos a evolução das maiores empresas e serve como um termômetro das mudanças na economia global e também de como esse grupo de empresas vem adquirindo mais peso nos negócios. Elas adicionaram US$ 4,5 trilhões em valor de mercado no ano passado e correspondem atualmente a 28% do Produto interno bruto (PIB) global. Há trinta anos, essa participação era de apenas cinco por cento. Outro dado é a entrada na lista de empresas chinesas. Trinta anos atrás, não havia nenhuma. Hoje, são oito, com nomes já conhecidos fora do país, como o Ant Group, Ali Baba, Tencent, Baidu e outras.

Ocupam espaço que antes era das empresas europeias. Eram quinze representantes do velho continente em 1990, hoje são sete. Só a liderança não mudou e continua sendo dos Estados Unidos, que possuía 30 empresas no ranking em 1990 e hoje possui 32. E, além da mudança da geografia econômica, existe a mudança na atividade das principais empresas. Qualquer lista histórica das mais ricas sempre foi dominada pelas petroleiras. Mas hoje restou apenas uma no topo, a Aramco, estatal árabe do petróleo que vale US$ 7 trilhões e que é um caso à parte, uma vez que pertence a um reinado à moda antiga, sem uma economia livre.

Lista de empresas por países

Empresas           EUA      China     Europa

  • 1990                30             0                   15
  • 2000                30             0                   16
  • 2010                25            7                    11
  • 2020                32            8                     7

Fonte: Bloomberg

Mas, no geral, hoje, as maiores empresas do mundo são muito mais ligadas à tecnologia do que em qualquer outro momento: Amazon, Apple, Alphabet (dona do Google) e Microsoft, todas surgiram e atuam ligadas ao setor. Outra característica é que são empresas que não só lucram mais como cada vez pagam menos impostos. No começo da lista da Bloomberg, a tributação média no grupo era de 35%. Hoje, segundo a Bloomberg, fica em torno de 17%.

Empresas de tecnologia

  • 1990   – 2
  • 2000   – 3
  • 2010   – 4
  • 2020   – 14

REUTERS/Pascal Rossignol/File Photo

– O Red Bull Bragantino se torna modelo a ser seguido no Brasil.

Eu sou defensor inconteste do clube-empresa, seja para os pequenos clubes formadores (um exemplo bacana: o Metropolitano, de Jundiaí, que tem seus objetivos bem claros dentro dos seus propósitos em revelar atletas) ou para os grandes conglomerados (o City Group, dono do Manchester City e outros tantos times, é o exponencial: vide o magnífico CT construído para o Montevideo City Torque, sua recente aquisição).

Se o propósito é ter lucro, ganhar títulos, apresentar talentos jovens, fazer marketing ou simplesmente sobreviver, não importa. Importa é que a realidade está aos nossos olhos e será inevitável no futuro: os grandes de hoje não serão necessariamente grandes daqui há 20 anos!

Quando estamos na história, não a percebemos acontecer com profundidade. Nos anos 60, o inglês Nottingham Forest era campeão da UEFA Champions League. O Nuremberg era o “grandão” da Alemanha, e o Botafogo servia a Seleção Brasileira (em seus melhores anos) com metade do seu plantel. E hoje, como estão esses outroras incontestáveis clubes grandes?

Escrevemos sobre “grandeza dos clubes” quando o próprio Botafogo caiu, e abordamos os “conglomerados de clubes-empresas” aqui: https://wp.me/p4RTuC-teV.

Pois bem: o Red Bull Bragantino tem feito muito bem a sua parte, classificado para a segunda fase da Copa Sulamericana após uma combinação de resultados e sua vitória fora de casa contra o Tolima (somente o 1o do grupo se classifica nesta competição). E os demais brasileiros, o que fizeram? Vide o Corinthians, eliminado logo no quarto jogo dos seis existentes.

A fase de maior conquistas de títulos do Paulista de Jundiaí (se considerados os anos de parceria em relação à proporcionalidade dos anos de sua centenária história) foi como clube-empresa junto à Parmalat, quando o time mudou o nome para Etti Jundiaí – e deixou, além dos acessos no Brasileirão e no Paulistão (com títulos nas divisões inferiores), a semente que frutificou na Copa do Brasil. Depois da co-gestão e da colheita desses louros, sucumbiu à quarta-divisão estadual.

Diferente de co-gestão, o Red Bull é dono dos clubes que administra. E é essa a nova tendência: clube ter dono, como na Inglaterra, na Itália, nos EUA…

Engana-se que o futebol não muda. Ele é dinâmico e não percebemos – dentro e fora de campo. Quem resistiu aos modelos WM de jogo, ficou para trás. Quem imaginaria o sistema de Cartões Amarelos e Vermelhos, substituições e impedimentos com dois atletas atrás da linha da bola nos anos 40? Como pensar que o poderoso Paulistano, tão campeão no Estado de São Paulo, seria uma lembrança no futebol paulista? Ou ainda: que nos tempos em que negros eram excluídos do futebol e que imperava o amadorismo (com a humilhação das histórias do pós-de-arroz), hoje possuiriam salários milionários por mês e estariam até jogando em seleções nórdicas?

Tudo se transforma. Talvez nossa geração não veja os “novos grandes”, mas ocorrerá com nossos filhos ou netos. Garotos de 12 anos não sabem que a Portuguesa, o América e o Bangu tinham certa frequência em 1as divisões, mas conhecem as escalações de Barcelona, Real Madrid ou PSG. Aliás, o que era (nem existia) o PSG nos anos 50? O Bayern era inexistente até os anos 70…

Mesmo se o Massa Bruta / Toro Loko não tivesse se classificado, o trabalho dentro e fora de campo é ótimo. Quiçá São Paulo, Palmeiras, Corinthians e Santos fizessem isso…

Em tempo, é óbvio que existe resistência de alguns torcedores: dos que se apegam ao saudosismo, dos que relutam à modernidade em nome do “futebol-raiz” e dos que invejam o modelo e não o tem. À eles, a comparação é fácil: não usem o celular, mas sim o telefone fixo; não comprem Smart TVs, mas usem a de tubo; fiquem no Raio X e ignorem as Ressonâncias Magnéticas modernas. Ou, simplesmente, optem insistentemente pela máquina de datilografar ao invés do computador.

Os usuários desses equipamentos antigos (ou jogadores e torcedores de futebol) podem ser os mesmos, mas ficarão defasados com o passar dos anos até ficarem excluídos (ou serem bulinados) pelo tempo. Claro, o torcedor mais fanático não pensa em nada disso (até porquê o fanatismo impede a racionalidade).

IMPORTANTE: clube nos modelos tradicionais, se fica deficitário, empurra a dívida com a barriga. Clube-empresa, se tem prejuízo e não resolve, quebra. E isso significa: independente do modelo, a competência sempre deverá vir em primeiro lugar.

– Melhorar a Qualidade de Vida dos Funcionários e a Produtividade nas Empresas

Um modismo que está dando certo: as empresas liberam parte da jornada de trabalho dos funcionários em troca de maior eficiência no trabalho.

Abaixo, extraído de Isto É, ed, 2333, pg 74-76

OS FUNCIONÁRIOS FOLGAM, AS EMPRESAS LUCRAM

Uma tendência ganha espaço no mundo corporativo brasileiro: companhias de todos os portes reduzem o horário de trabalho dos empregados e recebem em troca o aumento da produtividade

Por Luísa Purchio

São quase oito horas da manhã e Weenna Ribeiro, 36 anos, já deixou a filha Júlia, de 6, na escola. De lá, a analista de recursos humanos segue para a Bosch, multinacional alemã de engenharia e eletrônica sediada em Campinas (SP). Ao meio-dia, Weena termina o expediente, desliga o computador e vai buscar Júlia no colégio. O resto do dia elas passam juntas. A jornada reduzida é fruto de uma negociação que a executiva fez depois que Júlia ficou doente. “Tive que repensar a vida”, diz. Replanejar tudo significou pedir demissão da própria Bosch. O afastamento, porém, durou apenas um ano. De volta à multinacional, Weena trabalha atualmente quatro horas por dia. O salário caiu, mas a vida melhorou. “Conviver com uma criança não tem preço”, afirma. A história descrita acima representa uma tendência cada vez mais presente nas empresas brasileiras. Elas descobriram que, ao fazer concessões na jornada de trabalho, é possível manter os melhores quadros. Mais do que isso: horários flexíveis podem até aumentar a produtividade – e, portanto, trazer melhores resultados para os balanços.

Um caso interessante é o da empresa de recrutamento Vagas.com, uma das líderes do setor no País. A Vagas não estabelece horários fixos de entrada e saída e muitas das hierarquias foram suprimidas. O modelo, que recebe o nome de holocracia, estimula o surgimento de líderes naturais e não os impostos pela direção. “Eu não saio da empresa nem por um salário mais alto”, diz Marina Corrêa Peliello, 26 anos, responsável por intermediar os contatos entre um candidato a uma vaga e futuros empregadores. O resultado desse jeito diferente de ser está na performance econômica: há muito tempo a Vagas cresce acima de 20% ao ano. No Brasil, a flexibilidade da jornada tem sido adotada por empresas de todos os portes. A Mondelez, multinacional americana que detém marcas como Lacta e Trident, dispensa de trabalhar depois das 13h, em duas sextas-feiras do mês, os 1,5 mil funcionários da área administrativa de São Paulo.

Estimular a felicidade dos funcionários não é uma questão de bondade por parte das empresas. Trata-se, acima de tudo, de uma preocupação financeira. Presidente do Google, que adota uma política de flexibilidade total nos horários de trabalho, Larry Page defende que, no futuro próximo, quem não entender isso ficará condenado ao fracasso. O mexicano Carlos Slim, o homem mais rico do mundo, vai além. Segundo ele, em breve os finais de semana terão de ser ampliados para que as pessoas desfrutem de tempo livre e, assim, se sintam estimuladas a produzir mais no horário do expediente. O recado é claro. Não interessa manter um empregado12 horas dentro de um escritório fechado se ele não produz a contento. No mundo do trabalho moderno, o funcionário fica na empresa apenas o tempo realmente necessário – simular eficiência não vai funcionar mais. “A ideia é fazer com que a pessoa fique na empresa o tempo que quiser, mas produzindo”, afirma Alexandre Teixeira, jornalista e autor do livro “Felicidade S.A.”.

As novas relações entre funcionários e empregadores estão sendo construídas com a ajuda da internet. Graças a ela, é possível trabalhar remotamente, numa praia distante ou num prédio comercial, e em qualquer horário, de manhã ou de madrugada. O próximo desafio será evitar que a facilidade proporcionada pela tecnologia não tenha um efeito adverso – o de fazer com que as pessoas trabalhem o tempo todo, em qualquer lugar. No Brasil, outra dificuldade é adaptar a legislação trabalhista para as novas demandas do mercado. “Pela CLT, a empresa tem de controlar o número de horas que o funcionário trabalha”, afirma o especialista Alexandre Teixeira. “Se não controlar, ela fica sujeita a uma ação trabalhista.” Para o professor de gestão de pessoas da USP Wilson Amorim, o ideal seria deixar o funcionário escolher em qual regime deseja trabalhar. “O modelo pode ser vantajoso para uns, mas prejudicial a outros”, afirma. Outro entrave é a cultura organizacional da maioria das empresas brasileiras. No ano passado, o Banco Mundial promoveu em São Paulo um projeto-piloto com 20 companhias interessadas em flexibilizar os horários de trabalho dos funcionários. Depois de seis meses de estudos e discussões, só duas empresas adotaram novas práticas de gestão.

– Uma dica válida, ou somente uma frase de efeito?

Eu já li a frase abaixo atribuída a várias pessoas: Jack Dorsey (Twitter), Jack Welch (GE), Richard Branson (Virgin) e Jeff Bezos (Amazon). Mas ela é do 1o citado. Aqui:

“Contrate pessoas apaixonadas. É a única coisa impossível de ensinar”.

Fico pensando: ela impacta como no dia-a-dia das empresas? É ampla demais para a discussão!

A “paixão corporativa” pode ser ensinada? Penso que sim! Implementar os valores e a cultura organizacional é possível!

E se for uma referência à “paixão pelo próximo”? Talvez também si, através da criação / educação das crianças.

Por fim: e se for “paixão como vocação”? Aí é diferente… a pessoa que de maneira inata faz alguma coisa e pode ser aperfeiçoada no ofício, mas o gosto vem dela própria

Não importa todos os conceitos acima, mas sim que façamos com que os colaboradores sejam apaixonados pelo que fazem na vida – tanto nos campos profissional quanto pessoal!

– Controle as emoções no trabalho.

GESTÃO, EMOCÃO E EQUILÍBRIO – Na Administração de Empresas, o sentimento de raiva é algo a ser totalmente abolido (não só na vida profissional, mas também pessoal).

Compartilho sobre o que o grande Jack Welch disse sobre isso,

Em: https://www.youtube.com/watch?v=oQQ2oxYlt5U

– Principais Causas de Demissões no Mundo Organizacional

Pense rápido: qual seria o maior motivo para se demitir nas empresas? Incompetência do funcionário, redução de custos, ou alguma outra coisa?

Pois bem: a consultora Waleska Farias, segundo Ancelmo Gois em sua coluna no antigo jornal Diário de São Paulo (26/04, pg 09), detectou em grandes empresas como Pão de Açúcar, Globosat, Habib’s, Contax, que os dois maiores motivos de demissão são:

– FOFOCAS NO TRABALHO;

– JEITO DO FUNCIONÁRIO SE VESTIR.

Depois desses motivos, aí sim vem a questão da capacitação. Até certo ponto, dado surpreendente! Isso quer dizer que a boa conduta no ambiente de trabalho é cada vez mais necessária, não bastando apenas a competência. Independente do ramo de atividade ou tipo de trabalho, o comportamento adequado é uma vantagem competitiva cada vez maior.

Uma interessante reflexão: e em sua atividade profissional, qual tem sido sua vantagem competitiva ou sua conduta? Faz jus à sua permanência nela?

carreira.jpg

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem souber, favor informar para divulgação dos créditos.

– AT&T e a mega fusão com a Warner Bross.

Que gigante!

Contra o conglomerado composto por Disney / ABC / ESPN / Fox / Marvel, a AT&T / Discovery fundiu-se com a Warner / HBO / DC / CNN.

Olhem só que negócio bilionário e poderoso na briga pelo Entretenimento, abaixo:

Extraído de: https://www.cnnbrasil.com.br/business/2021/05/17/att-confirma-fusao-da-warnermedia-com-o-discovery-e-cria-gigante-do-streaming

AT&T CONFIRMA FUSÃO

Na manhã desta segunda-feira (17), a AT&T (T) e o Discovery, Inc. (DISCA) anunciaram um acordo que prevê que a WarnerMedia da AT&T será desmembrada e combinada com o Discovery em uma nova empresa de mídia independente.

O negócio, sujeito à aprovação regulatória, combinará dois tesouros de conteúdo, incluindo o HBO Max e os serviços do Discovery +. A CNN será incluída na transação.

O CEO do Discovery, David Zaslav, comandará os negócios combinados, de acordo com o anúncio desta segunda. “Executivos de ambas as empresas” desempenharão “funções de liderança chave”, disse um comunicado à imprensa.

Por um lado, a junção é uma maneira lógica de competir com a Netflix e a Disney, os dois principais players de streaming.

Por outro, também é uma maneira complexa para a AT&T desfazer sua oferta de 2016 pela Time Warner, que entrou em vigor em 2018, com os ativos chamados WarnerMedia. As empresas disseram que esperam que o acordo entre em vigor em meados de 2022.

Os acionistas da AT&T ficariam com a maioria das ações da empresa combinada, com 71%, enquanto os acionistas do Discovery ficariam com 29%.

Um spin-off ajudará a AT&T a priorizar seus negócios sem fio e pagar sua enorme dívida. O comunicado observou: “A AT&T receberia US$ 43 bilhões (sujeito a ajuste) em uma combinação de dinheiro, títulos de dívida e retenção de certas dívidas pela WarnerMedia.”

As ações da AT&T subiram mais de 3% antes do mercado, enquanto as ações do Discovery subiram 16%.

Analistas proeminentes de Wall Street previam, e em alguns casos encorajavam, esse tipo de movimento. No início deste ano, a AT&T fechou um acordo para dividir seu negócio de satélite DirecTV com uma perda significativa em relação ao preço de compra de 2015.

E outra gigante das telecomunicações, a Verizon, jogou a toalha em seus esforços de conteúdo também, concordando em vender o Yahoo e a AOL por US$ 5 bilhões.

Claro, o mundo da mídia parece muito diferente hoje do que há alguns anos. Os investidores estão mais focados no streaming a cada ano que passa.

A Bloomberg News deu a notícia do acordo iminente no domingo e disse que a Warner e o Discovery “seriam um competidor formidável da Netflix e da Disney”.

O serviço de streaming não focado em ficção do Discovery foi lançado em janeiro, utilizando uma biblioteca de programas de canais como TLC e Animal Planet. Na época, Zaslav disse à CNN que Discovery + era um “ótimo complemento para quem tem Disney ou Netflix, ou HBO, Disney e Netflix.”

Quando a principal correspondente de negócios da CNN, Christine Romans, perguntou quantos serviços de streaming os americanos acabariam tendo, Zaslav disse: “Acho que as pessoas terão três ou quatro”.

Zaslav também enfatizou o alcance global do Discovery. HBO Max, atualmente disponível nos Estados Unidos, está prestes a fazer um impulso internacional.

“Este acordo une dois líderes de entretenimento com forças de conteúdo complementar e posiciona a nova empresa como uma das principais plataformas globais de streaming direto ao consumidor”, disse o CEO da AT&T, John Stankey, em um comunicado. “Ele apoiará o crescimento fantástico e o lançamento internacional do HBO Max com a pegada global do Discovery e criará eficiências que podem ser reinvestidas na produção de mais conteúdo excelente para dar aos consumidores o que desejam.

(Texto traduzido, clique aqui para ler o original em inglês).

HBO MAX | Anatel finalmente aprova fusão entre AT&T e Warner e HBO Max  poderá ser lançado no Brasil! - ProtocoloXP

– A dose exata de trabalho.

Que pergunta difícil: quantos dias de trabalho as pessoas devem ter durante uma semana?

Um recente estudo diz que pessoas com mais de 40 anos não deveriam trabalhar mais do que 3 dias!

Será?

Extraído de: https://www.istoedinheiro.com.br/nao-se-deve-trabalhar-mais-de-3-dias-por-semana-com-mais-de-40-anos-diz-estudo/

NÃO SE DEVE TRABALHAR MAIS DE 3 DIAS POR SEMANA COM MAIS DE 40 ANOS

Um estudo publicado na Melbourne Institute Work Paper feito na Keio University, concluiu que pessoas com mais de 40 anos são mais produtivas quando trabalham 25 horas por semana, ou menos. O número representa cerca de três dias de trabalho em expediente comum de oito horas. O resultado foi alcançado após pesquisa com 3.000 homens e 3.500 mulheres voluntárias, que realizaram testes cognitivos e esmiuçaram suas rotinas.

Além de analisar questões ligadas a memória, trabalho, raciocínio cognitivo e abstrato, os participantes foram submetidos a testes em que precisavam ler um texto de trás para frente, ler palavras em voz alta e combinar números e letras sob pressão, com limite de tempo. As experiências foram repetidas após diversas cargas horárias de trabalho. Os resultados foram melhorando até atingir 25 horas de trabalho por semana, a partir deste ponto, o desempenho começou a cair tanto para homens quanto para mulheres.

Outro resultado que corrobora o resultado é de que voluntários encarregados de trabalhar 55 horas semanais tiveram resultados piores do que aposentados ou desempregados.

“Muitos países estão aumentando o tempo de trabalho obrigatório para aposentadoria atrasando a idade em que as pessoas são elegíveis para começar a receber benefícios. Isso significa que mais pessoas continuam a trabalhar nos últimos estágios de sua vida”, disse o co-autor e professor da Keio University Colin McKenzie, em entrevista ao The Times. ” O trabalho pode ser uma faca de dois gumes, pois pode estimular a atividade cerebral, mas ao mesmo tempo longas horas de trabalho podem causar fadiga e estresse, o que pode danificar as funções cognitivas”, afirmou.

McKenzie observou que suas pesquisas apontam que “as diferenças no horário de trabalho são importantes para manter o funcionamento cognitivo em adultos de meia-idade e idosos” e que trabalhar meio expediente pode “ser eficaz na manutenção da capacidade cognitiva”.

– Humanizando as Demissões nas Empresas

O termo “demissão humanizada” surgiu em meio à necessidade de que as empresas sejam sensíveis ao “baque emocional” que o demitido recebe.

Entretanto, as atitudes e relações de quem demite quanto ao ex-funcionário precisam ser cordiais e não traumáticas, embora muitas vezes não funcionem assim.

Compartilho esse ótimo exemplo de Demissão Humanizada da Airbnb, que mostra a essência desse termo na prática.

Extraído do LinkedIn de: Eduardo Bruno: (https://www.linkedin.com/posts/eduardobrunonetworking_boratreinaressepovo-networkingpower-activity-6664877028312969216-BwxS)

DEMISSÃO HUMANIZADA

Demissão humanizada NÃO É:

– Mandar o funcionário fazer CURSOS GRATUITOS na internet (nossa.. kkk);

– Falar que é importante ATUALIZAR o currículo (putz, sério..)

– Falar que qualquer PROBLEMA pode contactar a empresa (Contactar quem? Pra quê? Apoio moral?)

– Colocar uma psicóloga com um monte de gente ONLINE ao mesmo tempo para ela dizer “precisamos ser FORTES nesse momento”.. (kkkk.. Só rindo..)

Empresas: aprendam quê quem tá sendo DEMITIDO precisa de AÇÕES, não só de palavras.. O Airbnb informou que vai demitir 1900 pessoas no mundo.. E seu CEO fez uma carta aberta onde, entre outras coisas, DEU aos demitidos:

– 3 meses e meio de remuneração, mais 1 semana por ano no Airbnb (isso mesmo: SALÁRIO);

– Plano de saúde até o fim de 2020 (Pq não é legal tirar o plano no meio de uma PANDEMIA..)

– 4 meses de apoio à saúde mental (DE VERDADE, não “faça contato se tiver algum problema”)

– 4 meses de serviço INDIVIDUALIZADO de RECOLOCAÇÃO, apoiado pelo time de RH durante o ano todo.

– TODOS ficarão com o LAPTOP com o qual trabalhavam (Uau.. Sem comentários..)

E nem todo mundo tem o TAMANHO de um AirBnb para fazer isso.. Mas sempre dá pra fazer ALGO…

Ah dá..

#BoraTreinarEssePovo
#NetworkingPower

– Os Puxa-Sacos do Trabalho!

Olha que texto bacana (citação abaixo), sobre “a arte de ser um puxa-sacos”. Como se promover bajulando os chefes!

A ARTE DA BAJULAÇÃO

As loas disfarçadas aos chefes podem dar aquele empurrãozinho que faltava para sair uma promoção. É o que revela uma pesquisa

Por Robson Viturino com Álvaro Oppermann

Bajulação e puxa-saquismo não são propriamente uma novidade no cotidiano das empresas. No entanto, para quem rejeita essas práticas sem pensar duas vezes, um estudo recente da Kellogg School of Management traz uma notícia no mínimo preocupante. Por meio de entrevistas com executivos de companhias americanas com atuação em diversas áreas, os professores Ithai Stern e James West¬phal constataram que a subida ao alto escalão corporativo raramente se dá apenas por competência. Em grande parte dos casos, as promoções envolvem uma boa dose de politicagem, diplomacia e bajulação. “Os executivos geralmente ganham o ingresso para as posições mais disputadas usando formas sutis e sofisticadas de adulação”, afirmam os autores do estudo.

Os maiores puxa-sacos, segundo eles, são os advogados, os políticos e os vendedores – não necessariamente nesta ordem. Já no que diz respeito à faixa social, os profissionais oriundos das classes média e média-alta têm se mostrado mais hábeis, quando comparados às pessoas das classes mais baixas. Mas, quando se trata de puxa-saquismo, nem tudo é preestabelecido. Embora alguns grupos tenham maior “talento” para a bajulação, existem táticas que, de acordo com os professores, aumentam significativamente as chances de qualquer profissional saltar aos olhos do chefe.

Stern e Westphal identificaram técnicas de insinuação que, sem soar como abjetas, podem ajudar os interessados a subir os degraus da escada corporativa. Soa cínico, e provavelmente é. Mas vamos a elas:

Disfarçar a adulação como pedido de conselho_É o meio de elogiar os patrões sem deixar que o elogio soe como “rasgação de seda” ou cause constrangimento às duas partes. “Esta é uma tática certeira”, dizem os professores.

Discordar antes de concordar_Em vez de concordar na mesma hora, o bajulador tarimbado negaceia: “De início eu discordei de você, mas seus argumentos acabaram me convencendo”.

Fazer o elogio chegar às pessoas certas_A loa muitas vezes é mais eficaz quando feita indiretamente. Em outras palavras, é melhor falar bem do chefe aos seus amigos, cuidando para que suas palavras cheguem aos ouvidos certos, do que babar o tempo todo na sua gravata.

Fazer o elogio desculpando-se, para não constranger o chefe_Para se precaver, o bajulador ensaia desculpas antes de iniciar o paparico: “Eu não quero que você pense que elogio à toa, mas a sua apresentação foi sensacional!”.

Expressar a mesma opinião que os superiores_Não adianta concordar com eles. É preciso fazê-lo em voz alta. “Eu sou da mesma opinião” e “Acho que todos nós concordamos com você” são algumas das frases usadas.

Descobrir a opinião dos chefes_Se o bajulador não sabe o que pensam os seus superiores, ele sonda. E depois adequa seu argumento ao da chefia.

– Profissionalismo é…

… praticar e buscar esses 3 pilares do quadro abaixo:

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– Quatro simples dicas para o Home Office se tornar produtivo e não extravasar os limites de esforço

Ser organizado nas tarefas de trabalho em casa, conciliando o serviço profissional e o conforto do lar: um sonho de consumo para qualquer um de nós?

Parece complicado para alguns, mas não é! Algumas dicas, abaixo, podem facilitar e harmonizar o Home Office.

Extraído de: https://www.linkedin.com/feed/news/home-office-exige-produtividade-consciente-5193930/

HOME OFFICCE EXIGE PRODUTIVIDADE CONSCIENTE

Por Guilherme Odri

Atingir a produtividade consciente em tempos de pandemia do coronavírus e home office não é fácil. Ela consiste no estado de espírito que carregamos para as tarefas de trabalho, e é uma forma de não comprometer sua saúde mental ou perder-se com multitarefas nesse momento. Pensando nisso, a Forbes listou algumas dicas para alcançá-la

  • Limite seu espaço de trabalho em casa para que você possa se concentrar;
  • Estabeleça um cronograma e cumpra-o, lembrando de reservar um tempo para interações virtuais com amigos e colegas de trabalho;
  • Pratique o auto-cuidado, com alimentação saudável, exercícios regulares e sono amplo;
  • Aprenda a dizer não, evite multitarefas e defina limites, recuse projetos quando estiver sobrecarregado.

– Discernindo o trato certo.

Devemos tratar todos iguais ou não, dentro das organizações?

Uma reflexão para se pensar por muito tempo, abaixo:

– O Annete do Boticário para a saudosa mãe é um exemplo de Sensibilidade Corporativa

Nesta última semana, um exemplo maravilhoso de respeito ao consumidor, humanidade e “sensibilidade corporativa”: o Boticário produziu frascos com um perfume, o “Annete”, que estava descontinuado há algum tempo, para consolar uma mãe que chorava a morte de seu filho.

A fragrância do perfume era a recordação de dona Wanda, uma senhora de 76 anos (veja no link abaixo a história dela).

Fica a reflexão: é tão sacrificante para algumas organizações humanizar o relacionamento? Quantas empresas não se dedicam exclusivamente a métodos fechados, automatizados, frios e burocráticos de relacionamento com seus consumidores?

Sobre o caso, aqui: https://revistapegn-globo-com.cdn.ampproject.org/c/s/revistapegn.globo.com/amp/Franquias/noticia/2021/04/o-boticario-volta-fabricar-perfume-fora-de-linha-para-que-mae-guarde-cheiro-que-lembra-filho-falecido.html

O Boticário relança perfume 'Annete' para mãe que perdeu filho com Covid-19  - GKPB - Geek Publicitário

– A Internazionale é a prova da diferença de Competência Financeira ser independente da Gestão de Campo.

Nem sempre a Qualidade da Gestão dentro de Campo se reflete na questão financeira de um time de futebol, e vice-versa. Ter dinheiro não significa ter competência se você não saber usá-lo.

Quantas equipes conquistaram bons resultados, mesmo no caos financeiro (vide o Santos FC chegando à final da Libertadores). E a relação inversa também é visível. A questão é: isso não pode ser a regra! O ideal é ter um bom trabalho profissional, valorizando planejamento e colhendo frutos.

A Internazionale de Milão é uma prova disso. Seu último momento de grandes títulos foi com Massimo Moratti, acionista majoritário da Pirelli, que queria globalizar o time e tirar proveito disso nos negócios. A equipe italiana foi a primeira a entrar em campo com todos os atletas não-italianos! O Manchester United sempre fez muito bem isso: para abrir o mercado na Ásia, contratou coreano, iraniano, japonês e demais nacionalidades de lá (que nem sempre entravam em campo, mas despertavam a atenção de torcedores / consumidores). Por fim, o Corinthians tentou fazer isso também com o jogador chinês Zizao, mas ficou nesta ação isolada.

Hoje a Inter (que deve ser a campeã italiana da temporada 2020/2021) é do grupo chinês Suning, que passa diversas dificuldades financeiras (fechou seu clube na China, o Jiangsu FC, que era o campeão local – onde jogavam Miranda e Éder, hoje no São Paulo FC). Falamos sobre “quem é” o Suning nesta postagem: https://wp.me/p4RTuC-tKZ.

Pois bem: o Suning não consegue sustentar o negócio na Itália, e segundo a Pluri Consultoria, há dois interessados em comprar o clube, ou simplesmente fazer um aporte de capital: o Oaktree Capital Group (um fundo americano especializado em comprar conglomerados em crise) e o Bain Capital (outro fundo americano que trabalha em diversos segmentos de mercado). Também há ações do time a venda, pertencentes ao fundo Hong Kong Lion Rock, que poderia ajudar o time a sair do sufoco, dependendo do interessado.

Fico pensando: quando vamos ler notícias como essa (a de grupos interessados em comprar equipes e salvá-las do sufoco financeiro) aqui no Brasil?

Clubes de futebol na Lei de Lavagem de Dinheiro | Ciências Criminais

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– A fusão da Hering com a Soma transformará o mercado?

O bilionário mercado de vestuário no Brasil está atento à fusão (para muitos, compra) da Soma com a Hering. 

O grupo Soma, proprietário de marcas como FARM, ofereceu 3 bilhões para a Hering mais participação em ações, ultrapassando a proposta da Arezzo, que a desejava também (segundo o site Valor Econômico). Se concretizado, será o 4o mais importante ator do ramo (de acordo com o InfoMoney).

O ranking desses grandes empreendedores ficaria:

  1. Renner: R$ 6,6 bi
  2. Riachuelo (Guararapes): R$ 4,32 bi
  3. C&A: R$ 4,08 bi
  4. Soma + Hering: R$ 2,37 bi
  5. Marisa: R$ 2,17 bi

Como se vê, os números não são para amadores…

– Quais são os caminhos que te movem na vida, influenciando seu comportamento?

O renomado professor e consultor Stephen Kanitz, em seu blog, tratou de um tema de difícil resposta, devido à percepção particular de quem é indagado: o que move / influência a sua vida?

Muitas vezes, os valores familiares são o mote da nossa conduta. Outras, o ambiente em que estamos inseridos ou até mesmo a nossa carga genética.

Quando tal questão é feita para nós, podemos dar respostas com vieses, não retratando a realidade – e isso não acontece por maldade, mas pelas influências que recebemos.

Enfim: já percebeu que podemos estar vivendo (ou ver pessoas que vivem) realidades alternativas, falsas ou ilusórias? Há aqueles (até nós mesmos) que vivem “num mundo a parte”?

O texto de Kanitz fala do comportamento do indivíduo, de gestão e administração, de valores e outras coisas importantes. Embora ele esteja carregado de uma alta carga de críticas à ideologia de Esquerda (não sou de Direita tampouco de Esquerda, sou sensato nesse mundo de “extremados e extremistas”), citando até mesmo alguns notórios políticos do país, vale a pena a leitura para entender a necessidade de compreensão das relações humanas – da demagogia à realidade.

Extraído de: https://paper.li/StephenKanitz/stephen-kanitz#/

QUAIS SÃO AS PREMISSAS QUE TE GUIAM NA VIDA?

Se você não sabe como o mundo funciona, você nunca saberá como se inserir no mundo que te cerca.

Você será um desajustado social, um alienado, como são tantas pessoas como Eduardo Suplicy, Gleisi Hoffmann, Lindbergh Farias.

Esse é o maior problema de ser de Esquerda.

Eles vivem brigando com um mundo que sequer entendem.

A maioria nem conhece um contador, um administrador, um empreendedor, um operador logístico, para lhes explicar a dificuldade no Brasil de se produzir bens e serviços para os outros.

Vivem cercado de artistas, sociólogos, ativistas políticos, e funcionários públicos. Não tem a menor noção como a mamãe consegue colocar todo dia um prato de comida.

Pior, devido à endoutrinação escolar eles, como você, correm o risco de só descobrirem como o mundo funciona no fim da vida, quando aí já é tarde.

É por isso que tantos esquerdistas entram em depressão na velhice.

Morrem amargurados e fracassados.

Só descobrem que estavam totalmente errados quando velhos, vide as lamúrias de esquerdistas arrependidos, que são muitos.

De fato, não é fácil descobrir como o mundo funciona.

Quando você é jovem, é jovem demais para ter certeza de algo tão profundo assim.

Por isso pais, especialmente avós, são tão importantes.

Mas infelizmente no Brasil, a Esquerda ensina nossos jovens a duvidarem da família, do chefe imediato, de quem produz, das empresas que promovem a cooperação humana, da comunidade que solidariza com seus vizinhos, da força criativa do indivíduo, da compaixão humana.

Faz com que acreditem somente em Karl Marx, o parasita da fortuna do próprio pai, dele e do pai do Engels.
2EDB6F4D-4C60-4313-B62D-9C677708052B

– Alguns clubes de futebol profissionais serão somente mercadores de jovens?

Não há problema algum se um clube de futebol direcionar seu trabalho para a formação de jovens atletas e vendê-los como futuros profissionais a outros. Isso é normal, é mercado, negócio, business.

O problema é: quando isso passa a ser o motivo de sobrevivência dos grandes clubes históricos do Brasil, tornando a base como principal receita financeira ao elenco profissional! Ou seja: a categoria principal “não se paga ,e é refém da venda de talentos.

Disserto em: https://youtu.be/AYY2rkMOuP4

– Simples dicas para supervisores satisfazerem colaboradores:

ADM E RECONHECIMENTO – Não é tão difícil para os gestores conseguirem bons resultados de seus funcionários, não?

Dicas em: https://youtu.be/7i4zlGVLCHc

– A hora de parar com os negócios!

Você sabe como identificar o momento de mudar de ramo?

Reduzir as chances de quebra é importante tanto quanto o limite da insistência.

Compartilho, extraído de:

http://www1.folha.uol.com.br/mercado/2017/04/1877554-empresario-precisa-saber-identificar-qual-e-a-hora-de-desistir-de-um-negocio.shtml

PERSISTÊNCIA TEM LIMITE

Por Jussara Soares

Para ser um empreendedor de sucesso, além de ter boas ideias e conhecimento de mercado, é preciso saber a hora de parar de insistir e mudar os planos.

“O empresário deve perceber quando está sendo persistente e quando está sendo teimoso. Há empreendedor que, por vaidade, só quer provar que tem razão”, afirma José Marques Pereira Junior, professor da Escola de Negócios do Sebrae-SP.

Para decidir se vale a pena resistir ou não, o profissional deve fazer uma autocrítica amparada em indicadores que apontem a viabilidade da empresa e o fôlego financeiro -e emocional- de quem deseja manter o negócio.

“Se o empreendedor percebe que não está indo a lugar nenhum, é hora de repensar o modelo do negócio”, complementa o consultor.

Em 2008, o procurador do Trabalho Renato Saraiva, 48, criou um curso preparatório para o exame da Ordem dos Advogados do Brasil presencial e transmitido via satélite para algumas universidades.

Um ano depois, a concorrência de escolas tradicionais e o alto custo da tecnologia quase o levaram à falência. Para salvar o empreendimento, Saraiva passou a veicular as aulas pela internet.

“Abandonamos o curso presencial e criamos o que depois viria a ser o primeiro curso on-line da CERS, uma holding de educação digital”, explica ele, presidente do grupo. A mudança fez com que o faturamento passasse de R$ 1 milhão em 2009 para R$ 73 milhões em 2016.

Hoje, a holding prepara profissionais para a carreira pública e para o mundo corporativo. Cerca de 700 mil pessoas já estudaram com a ajuda da empresa.

SOB NOVA DIREÇÃO

Em muitos casos, a melhor saída é encerrar um projeto e recomeçar. “É comum empreendedores tentarem várias vezes antes de obter sucesso. Essas tentativas podem significar aprendizado e experiência”, diz Luiz Manzano, diretor de apoio a empreendedores da Endeavor Brasil.

Os irmãos Rennan Sanchez, 30, e Ricardo Brandão, 38, comemoram a expansão da empresa Sky.One, especializada no serviço de “cloud” (armazenamento de dados na nuvem) para fabricantes de softwares, fundada por eles e outros dois sócios em 2014.

Eles têm 500 clientes no Brasil e mais de 20 nos Estados Unidos, além de uma base que está sendo montada em Viena, na Áustria, para atender o mercado europeu. O sucesso, no entanto, veio depois de tentativas frustradas em outros negócios na área.

PREVENIR É MELHOR – O que pode ser feito para reduzir as chances de quebra:        

1.O plano de negócio pode e deve mudar ao longo da vida da empresa. Vale fazer uma revisão a cada três meses no primeiro ano e uma vez por semestre no segundo. A partir do terceiro, uma análise anual pode bastar.

2.Permaneça atento: sempre pode haver um risco que não foi contabilizado, como sazonalidade, normas e regulamentações do setor ou necessidade de injeção de capital, que pode minar a viabilidade do produto.

3.Observe se outras empresas de seu ramo estão vendendo bem, como se relacionam com os clientes, que tipo de inovação criam e se há novas tendências no segmento.

4.Expandir a empresa no momento errado pode ser um tiro no pé. Avalie se é possível gerir um negócio de maior porte com a estrutura atual.

Imagem relacionada

Imagem extraída da Internet.

– O ditado dos índios Dakota serve à nossa vida pessoal e profissional!

Boas estratégias não funcionam se não forem bem executadas. A estratégia perfeita pode ser a de “desmontar o cavalo morto”.

Explico essa metáfora com o ótimo artigo (abaixo) que serve para administradores e pessoas que insistem em certos erros,

Extraído de: http://www.jj.com.br/colunistas-1711-murro-em-ponta-de-faca-

MURRO EM PONTA DE FACA

Por Álvaro Zomignani

Ninguém duvida da importância de se estabelecer excelentes estratégias visando à obtenção de um sucesso excepcional, mas há um fator, em geral esquecido e raramente questionado pela falta de sucesso: a execução. A boa execução do plano é a clara força por trás das conquistas.
Apesar dos pequenos empresários serem ótimos na adoção de novas ideias de marketing, não são tão bons para a sua execução. Uma excelente estratégia sem uma boa execução não alcança os resultados desejáveis. A execução ruim é um obstáculo significativo aos negócios, assim como em tudo na vida. Para obter a melhor chance de sucesso, você deve olhar o que está fazendo.
Talvez você esteja utilizando uma estratégia que funcionou, mas que não serve mais para fazê-lo alcançar a zona vermelha 20 metros finais que o jogador tem de correr para marcar o ponto, no futebol americano. É a parte mais difícil de chegar. Apesar da implantação da estratégia ser crucial, esta não é menos importante. Se você implantar um método fraco, mesmo com perfeição, é provável que também não atinja a meta almejada. O objetivo é desenvolver táticas pensadas e planejadas, baseadas em possibilidades reais para o seu negócio. E somente então, implantá-las.
O problema real ocorre quando as empresas tentam executar um plano focado na execução de estratégias ultrapassadas ou pobres. Como dizia um velho ditado, “você pode estar dando murros em ponta de faca”. Os resultados que você procura não mudaram, mas as estratégias que utiliza não são mais eficazes.
Existe um provérbio dos índios Dakota – uma ramificação dos Sioux – que passou de geração para geração: “ao descobrir que estamos cavalgando um cavalo morto, a melhor estratégia é desmontar”. É um bom conselho, mas ignorado, especialmente por aqueles cuja atitude é “sempre fizemos assim”.
Existe uma lista anônima de estratégias (ou planos de negócios) tipo “cavalo morto”, que muitas empresas adotam quando não conseguem obter mais os resultados desejados:

1. Comprar um chicote mais forte.
2. Trocar os cavaleiros.
3. Ameaçar o cavalo, com determinação.
4. Nomear um conselho para estudar o cavalo.
5. Organizar visitas a outras áreas a fim de ver como cavalgam os cavalos mortos.
6. Contratar terceiros para cavalgar o cavalo morto.
7. Aproveitar diversos cavalos mortos ao mesmo tempo para aumentar a velocidade.
8. Fazer um estudo gerenciado, para ver se cavaleiros mais esclarecidos aumentariam a produtividade.
9. Declarar que um cavalo morto possui menor sobrecarga e, por isso, tem um melhor desempenho.

Vale a pena pensar nessa metáfora, não acha?

ÁLVARO ZOMIGNANI é economista, pós-graduado em Administração de Empresas pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), consultor de empresas e diretor da AZ Solution Consultoria Empresarial

Resultado de imagem para murro em ponta de faca

– Teremos que rever conceitos sobre Produção e Globalização quando tudo passar!

Depois de tanta complicação no dia-a-dia por conta do Covid_19, algumas observações sobre o processo de globalização precisam ser discutidas.

Coisas “tão bobas” (aparentemente) deixaram de ser produzidas e foram para a China. Por exemplo: 95% das máscaras de proteção consumidas pelos EUA eram chinesas. Aproveitava-se a mão de obra barata e as condições paupérrimas de lá para produzir (lembremo-nos: a China se parece muito com o Brasil em alguns lugarejos, com metrópoles modernas contrastando com longínquas regiões paupérrimas – o moderno versus o arcaico).

É necessário terceirizar tudo? Salvaguardar a produção local não se faz necessário, em seus diversos itens?

E se a indústria nacional resolvesse fabricar uma gama maior de mercadorias? Mais empregos, certamente, ocorrerão. 

Por fim, ficará a questão: sobretaxar a importação, mesmo no mundo tão liberal, não é uma necessária medida protecionista?

– Todo o esforço sempre será recompensado!

Nesses últimos dias, tenho, por falta de tempo, acordado ainda mais cedo do que de costume. Estou fazendo uma capacitação para novos cursos de Gestão e Empreendedorismo do Sebrae, em parceria com a IBS Americas – Escola de Negócios.

As madrugadas foram intensas, mas valeu a pena. Neste sábado, encerrei o último módulo, tornando-me apto para outros desafios como docente.

Não se deve deixar a preguiça tomar conta da alma, nem o desânimo nortear a conduta

Por tudo isso… feliz! O esforço é sempre recompensado com a satisfação.

– A Autossabotagem na Administração de Empresas

Quer pressão maior do que essa?

Robson Viturino e Álvaro Oppermann, da Revista Época Negócios, Ed fevereiro/32, pg 60, escreveram sobre como a própria pressão e erros de conduta podem “autossabotar” um administrador.

Abaixo:

O FANTASMA QUER TE PEGAR

A autossabotagem é hoje o principal inimigo da área de risco. Saiba como tirar esse esqueleto do armário antes dos outros.

A história de Tony Hayward ainda assombra os executivos. O caso do ex-CEO da BP, derrubado pelo desastre no Golfo do México, Estados Unidos, é emblemático de como carreiras brilhantes podem ser abruptamente interrompidas ou sofrer sérios arranhões em consequência de eventos que não estavam no script. Segundo Joseph W. Koletar, ex-diretor de Fraudes e Investigações da consultoria Ernst & Young, histórias como a de Hayward estão muito longe de ser uma exceção. Elas se repetem de tempos em tempos e mostram que, a despeito dos avanços tecnológicos e do aperfeiçoamento das práticas de gestão, as companhias seguem despreparadas para gerenciar riscos. “As empresas infelizmente sofrem com muitas falhas nos sistemas de avaliação”, diz Koletar. No recente Rethinking Risk – How Companies Sabotage Themselves and What They Must Do Differently (“Repensando o risco – como as empresas se sabotam e o que se deve fazer diferente sobre isso”), Koletar também afirma que os dirigentes geralmente contam com informações incompletas ou equivocadas para monitorar as ameaças. “Eles supõem que os dados que lhes são apresentados são precisos. Mas muitas vezes não são”, diz. De acordo com o seu livro, os CEOs precisam lidar com três problemas para gerenciar riscos nas corporações. Saiba quais são eles.

PÉ NO ACELERADOR_ O CEO vive o dilema descrito pelo ex-piloto de Fórmula 1 Mario Andretti: “Se você está em segurança e sob controle, não está correndo suficientemente rápido”. O mercado exige velocidade frenética dos executivos e aplaude aqueles que “pisam fundo”. No entanto, os mecanismos de proteção das empresas, de acordo com Koletar, não são seguros como os carros de F1 do século 21 – mas antiquados como os carros do tempo de Andretti, dos anos 70 e 80. Um exemplo disso está nas vistas grossas com que muitos executivos encaram os processos de auditoria que antecipam as fusões e aquisições. “O temor é de que uma auditoria mais detalhada acabe com o negócio”, diz Koletar. O maior receio não é a descoberta de esqueletos no armário, mas que uma negociação demorada jogue para baixo o preço das ações, tirando o impacto do negócio e atrasando o cronograma de execução das fusões. Como resolver a questão? Nesse caso, as principais defesas de uma companhia estão na sua cultura e no seu nível de governança. Ou seja, os conselheiros, diretores e acionistas devem aprender a ser mais rigorosos.

LABIRINTO_ As empresas estão travando uma guerra contra a complexidade estrutural, simplificando organogramas, eliminando cargos redundantes e horizontalizando a gestão. No entanto, alerta Koletar, ainda há muito a ser feito para que os riscos sejam de fato mitigados. É preciso melhorar a coordenação e o tráfego de informação entre o CEO, o jurídico, o financeiro, o operacional e o setor de TI. Sem isso, a empresa pode se ver desamparada diante de uma crise. “Na maior parte das empresas, não existe sequer um plano de gestão claramente desenhado e articulado”, afirma o especialista.

MEDO E PARANÓIA_ Essa é a pior postura. Sucede que é mais frequente do que se admite. “O risco deve motivar o CEO a desenvolver um sistema coerente e prático para lidar com crises e problemas”, diz Koletar. Sua recomendação: esqueça políticas duras, do tipo “tolerância zero”. Nas empresas, um estado policialesco costuma fomentar culturas pouco abertas, em que somente os espertalhões prosperam. Uma boa gestão nasce da cultura transparente: “Beba no conhecimento dos seus funcionários, pois eles são a mais rica fonte de informação com relação ao risco”.

Imagem extraída da Web, autoria desconhecida.

– Empreender ou ser Escravo?

Trabalhar demais pode fazer mal. Mas, muitas vezes, o trabalho excessivo não é por necessidade financeira, mas por prazer! E aí cai-se em uma doença típica e não tratada costumeiramente: o vício do trabalho.

Trabalhar não é bom? Claro que é! Só que se virar um vício descontrolado, é ruim.

Dizem (e aí é história) que Henry Ford era viciado em trabalho, ou, como preferir, um workaholic. Ele, no começo da sua carreira empresarial, chegou a quebrar empresas, mas o gosto pelo trabalho fez vingar a Ford Co. É atribuída a ele a frase de que “feriados só atrapalham e trabalhar faz bem”. Se a frase é de autoria duvidosa, um dos seus maiores princípios era comprovadamente real: o de afirmar que quanto mais se trabalhar, melhor será para todos: o patrão fica contente, o empregado recebe mais, o consumidor ganha opções e o governo arrecada impostos. Isso é verdade.

O problema é: e quando se perde o controle do excesso de trabalho? Qualquer vício traz prazer momentâneo, mas e os limites?

Todos nós temos limites. E podemos perder o entendimento de quais são os nossos.

Compartilho belo texto sobre workaholics, extraído da Revista Incorporativa, para melhor entendimento desse assunto,

Extraído de: http://www.incorporativa.com.br/mostranews.php?id=1463

EMPREENDEDOR OU ESCRAVO?

por Christian Barbosa

“O dia que eu for dono do meu próprio negócio, terei mais tempo para mim”. Quem já não ouviu ou disse essa frase alguma vez na vida? Talvez você tenha sido uma dessas muitas pessoas que falavam isso com freqüência. Infelizmente, essa afirmação é uma das coisas mais irreais que vejo quando falamos de administração do tempo para empreendedores.

O empreendedor “padrão” é aquela pessoa que tem uma tendência a ser workaholic, deixar de lado as coisas importantes na sua vida em função do crescimento da empresa, está sempre pensando em inovações, mais resultados etc. A maioria dos empreendedores que conheço vira escravos do próprio negócio, pois não consegue separar a vida pessoal da vida empresarial. Eu fui assim durante muitos anos e o pior é que nem percebia o quanto me afundava no meu próprio estresse. Hoje vejo o quanto isso me fez mal e por isso recomendo algumas dicas para reverter esse quadro:

1. Pare e pense qual caminho sua vida está seguindo – Se você cuida tanto da empresa e se dedica pouco para você e para suas atividades importantes, pode perceber que focou seu tempo em tarefas erradas e, às vezes, isso acontece tarde demais. Conheço muitas histórias de empreendedores que cresceram com a empresa, mas destruíram suas vidas e depois passaram a questionar se realmente o esforço de tentar fazer com que a empresa prosperasse, esquecendo-se da vida pessoal, valeu a pena. Equilibrar sua vida profissional com a pessoal é muito importante para ter um futuro com maior sentido e sem arrependimentos

2. Delegue o máximo que puder. Você não é onipresente! – O empreendedor precisa ter a consciência de que outras pessoas também podem realizar o trabalho que ele faz, pois ninguém é insubstituível. Isso não tira sua responsabilidade, mas o liberta para focar em outras atividades mais importantes. Se não for possível delegar algo a alguém, o crescimento da empresa estará diretamente ligado ao tempo do empreendedor, que pode ser bem limitado. Obviamente, ele não delegará definição de metas ou estratégias, mas o operacional deve ser, ao máximo, passado à equipe

3. Aprenda técnicas de gerenciamento do tempo e redução de estresse – Chega um certo momento em que estamos tão assolados de urgências e atividades circunstanciais que precisamos de ajuda externa para conseguir enxergar uma solução. Recomendo que procure um treinamento que o ajude a incorporar novas técnicas de administração do tempo e redução de estresse no seu dia-a-dia. Elas funcionam e podem ajudar a sair dessa fase negativa

4. Coloque momentos importantes para você mesmo em sua agenda semanal – Não deixe que os seus dias sejam compostos inteiramente por urgências e circunstâncias, comece a colocar pequenos momentos para você em sua agenda como, por exemplo, um almoço em família, sair um pouco mais cedo para ir ao cinema, buscar seus filhos na escola, praticar um esporte ou algum outro hobby. Além de ser importante para você e para suas relações sociais, atividades prazerosas como essas renovam suas energias e dão mais disposição para agüentar a pressão do dia-a-dia

5. Aprenda com suas urgências – A maioria das questões urgentes da sua rotina ou da sua equipe poderia ser evitada! Na próxima vez que algo urgente acontecer, pare e pense como pode evitar que esse problema se repita. Em geral, com antecipação de atividades e planejamento você conseguirá reduzi-las com sucesso

6. Domingos são para atividades pessoais – Sua família e sua vida precisam de você. Sempre que possível, evite ao máximo utilizar seu domingo para trabalhar. Desligue seu notebook, seu celular e esqueça a empresa. Faça passeios com a família, aproveite seu tempo com as pessoas importantes de sua vida. Recomendo que no final do dia você planeje a semana, de modo a priorizar atividades importantes para seus dias e prevenir eventuais urgências

7. Escolha uma ferramenta para gerenciar o seu tempo – Para que sua organização e planejamento sejam feitos da melhor maneira, você precisa ter uma agenda eficiente, um celular, um palm top ou então um site na Internet que o ajude a priorizar seus dias, planejar suas metas, agendar reuniões etc. Cada pessoa tem uma preferência por um tipo de “organizador” diferente. Seja no computador ou no papel, encontre qual forma é melhor para você e coloque em prática.

Por último, mas tão importante quanto qualquer uma das dicas citadas acima, é que você já agende suas férias. Se a empresa não vive sem você por pelo menos 10 dias, é melhor você repensar toda a estrutura e organização do seu empreendimento.

* Christian Barbosa – Um dos maiores especialistas em gerenciamento do tempo e produtividade pessoal e empresarial. Autor dos livros A Tríade do Tempo – A Evolução da Produtividade Pessoal, pela Editora Campus, e Você, Dona do Seu Tempo, pela Editora Gente. Sócio da Triad – empresa especializada em produtividade que presta consultoria, treinamento e oferece produtos diferenciados. Facilitador do programa de empreendedores do Sebrae/ONU – Empretec. Sua metodologia e teorias sobre produtividade ganharam destaque e importância nacional e internacional devido inovações e soluções diferenciadas. http://www.triadedotempo.com.br e http://www.maistempo.com.br

– Estudar é necessário!

Apesar de todo o descanso que é necessário, a vida não está fácil!

Sábado é dia de capacitação também. Não há como escapar, mas não se deve reclamar.

Pela parceria Sebrae / IBS Americas para cursos de Empreendedorismo e Gestão de Negócios, estou preparando aulas e adicionando conteúdos. Estar atualizado e preparado é fundamental para o sucesso das empresas e dos administradores…

Imagem

– As ideias alternativas para as empresas agregarem valor durante a crise

Do ano passado, mas serve para hoje:

Sempre as crises trazem transtornos e situações que podem sair do controle. Mas há aquelas empresas que conseguem frutos positivos com suas marcas.

Uma matéria bem bacana sobre isso, abaixo,

Extraído de: https://istoe.com.br/sobrevivencia-dos-negocios-na-selva/

SOBREVIVÊNCIA DOS NEGÓCIOS NA SELVA

Empresários fazem malabarismos não só para equilibrar receitas e gastos, mas também para garantir mais valor às suas marcas e fidelizar seus clientes durante a crise do Covid-19. Ações mais humanas e solidárias, como o movimento #naodemita, que tenta salvar 2 milhões de empregos, servem para trazer mais tranquilidade para os trabalhadores do País e irão fazer muita diferença quando a economia voltar ao normal.

Por Anna França

Passado o primeiro momento de apreensão e até desespero diante da crise provocada pela pandemia e pela interrupção das atividades, muitas empresas começam a arregaçar as mangas para encontrar alternativas a fim de garantir sua sobrevivência e esperar o momento em que consigam novamente equilibrar receitas e gastos. O grande problema é que ninguém sabe quando isso vai acontecer. Com 917 lojas fechadas em todo o País, deixando de faturar R$ 25 milhões só em março, o fundador e CEO da rede de franquias de óculos Chilli Beans, Caito Maia, chegou a perder o sono pensando em como manter seu negócio. Mesmo com toda sua experiência, ele, que importa 100% dos produtos que vende, entrou em pânico quando o dólar bateu em R$ 5. Ainda por cima precisou adiar os planos para sua convenção de franqueados, que tradicionalmente é feita em um navio a um custo R$ 8 milhões.
“Não vou mentir. Foi difícil dormir com essa situação”, desabafa. Mas, ao mesmo tempo, a alternativa de oferecer descontos na venda online lhe pareceu simplista demais, especialmente num momento em que as pessoas querem garantir a própria sobrevivência. Nesse momento ele resolveu proteger as cerca de 6 mil pessoas ligadas à operação e decidiu abraçar causas voltadas para a área social, como usar seus canais para estimular a doação de sangue, que caiu vertiginosamente. “Decidi não gastar energia com o que não podia mudar e fui atrás do que estava ao meu alcance, de forma positiva”, conta. Com a campanha “Todo mundo é vermelho por dentro, doe sangue”, Maia espera agregar mais valor à marca e fidelizar seus clientes. O empresário aposta que, quando a economia voltar a rodar, atitudes como essas ajudarão as empresas diante dos olhos dos consumidores. Ações mais humanas como as de Maia começam a pipocar entre o empresariado. Nesta semana, mais de 4 mil empresas como Natura, Itaú, Magazine Luiza e C&A assinaram um manifesto em que se comprometem a não cortar funcionários até o final de maio. Apesar do abaixo-assinado não ter valor jurídico, a expectativa dos organizadores do movimento #naodemita é salvar até 2 milhões de empregos, com ações como férias coletivas e home office. O Sebrae e o Banco do Povo também se uniram para ajudar pequenos empresários com dicas de como obter crédito para capital de giro e manutenção de folha de pagamento, além de formas de renegociar dívidas.
Uma pesquisa feita pela consultoria Kantar mostra que as pessoas esperam justamente que as marcas se mostrem prestativas no combate ao coronavírus. O estudo global “Covid-19 Barometer”, realizado em 30 países, incluindo o Brasil, ouviu 25 mil consumidores e indicou que 77% esperam que as marcas compartilhem o que têm feito de útil neste momento. Para 75%, porém, seria um erro explorar a crise para promover seu nome. Para o consultor da IN especializado em gestão de marcas, Fábio Milnitzky, o único jeito de se atravessar uma crise dessas proporções é seguindo alguns passos importantes. “É preciso ser claro na comunicação, de forma direta e transparente”, diz. “Equilíbrio e serenidade são essenciais nessas horas e o chefe precisa aparecer, nem que seja em videoconferências, porque um rosto fala mais que mil palavras”, explica.
O momento ainda é de intranqüilidade tanto para empresários como empregados. Os shopping centers, por exemplo, começam a agonizar com seus 577 centros fechados por todo país. O setor, que faturou R$ 190 bilhões em 2019, já estima um prejuízo de R$ 15 bilhões com 30 dias de lojas fechadas. “Se isso se prolongar pode piorar ainda mais porque muitos lojistas não vão aguentar”, afirma o presidente da Associação Brasileira de Lojistas de Shopping (Alshop), Nabil Sahyoun. Muitos empreendimentos, segundo ele, já estão negociando tanto alugueis como as taxas de condomínio, segurança e limpeza. Mas sem movimento será difícil manter até os funcionários. O que a entidade defende é que haja um planejamento para volta das atividades, nem que seja gradual, a partir de maio. “Já temos até protocolos prontos para voltar de forma gradativa, com todo o cuidado aos consumidores, incluindo controle de entrada no número de pessoas nos empreendimentos”, afirma.

BOAS PRÁTICAS NA CRISE

>> Não se isole, o líder precisa compartilhar até as decisões duras
>> Fale, repita e fale de novo sobre os problemas. Trabalhe com ciclos curtos de comunicação para ajudar na compreensão, conforme a situação vai mudando
>> Não tenha receio de dizer “não sei”, especialmente numa situação inédita como essa pandemia
>> Ouça seus funcionários e exponha suas convicções, aumentando a empatia de ambas as partes
>> Trabalhe intensamente toda a comunicação, tanto interna como externa, para obter engajamento
>> Invista no desenvolvimento da equipe
>> Cuide da sua saúde e da equipe. Fale sobre os impactos do isolamento na saúde e nas emoções e dê dicas aos seus colaboradores
>> Crie um comitê de oportunidades, para ver o que pode agregar valor à marca. Seja criativo: Uber e AirBnb surgiram após
a crise de 2008
>> Seja positivo, não deixe o pessimismo tomar conta de seus pensamentos, ações e decisões
Fonte: IN Consultoria

– O Consumo on-line ficará como herança destes tempos de Pandemia, comercialmente falando?

Com toda essa confusão envolvendo o Novo Coronavírus e o fechamento do Comércio, evidentemente que as empresas precisaram se reinventar!

Sabidamente, as pessoas estão com dificuldade econômica e precisam trabalharpois as empresas também quebram. Entretanto, diante do dilema financeiro-sanitário, não pode-se esquecer de que a Saúde vem em primeiro lugar (virá o bordão de que teremos “mais falidos do que falecidos”, uma infeliz invenção social). Delivery, Home Office e outras modalidades bem usadas nesse momento deixarão de ser alternativas para se consolidarem como costume.

O equilíbrio entre Trabalho e Bem-Estar é difícil, mas há de existir o quanto logo, para que as organizações não quebrem. Por isso, se faz relevante o apoio do Governo (ninguém quer que se #FiqueEmCasa eternamente, nem que se deixe de trabalhar).

Não confundamos relaxar a prevenção pela preocupação econômica, isso precisa ficar claro. Precisamos nos resguardar para o quanto antes sairmos da Quarentena e retomar a vida, que será, logicamente, diferente.