– Liderança e clareza.

Uma imagem que contém grandes problemas do mau exercício da liderança, e que são situações corriqueiras nas organizações (abaixo).

Tudo isso era ”aceitável” (ou melhor: tolerável) tempos atrás. Hoje não! Vivemos novos momentos na Sociedade e na Administração de Empresas:

– O Efeito Borboleta: a guerra Trump vs Irã afeta o preço dos… preservativos!

Nesse mundo globalizado, o chamado “efeito borboleta” se faz presente cada vez mais na sociedade.

Um exemplo? 

O aumento do preço dos preservativos masculinos (as camisinhas) devido a crise do Oriente Médio.

Compartilho, extraído de: https://www.cnnbrasil.com.br/autor/david-goldman/

PRESERVATIVOS PODEM FICAR MAIS CAROS POR GUERRA COM IRÃ

Por David Goldman e Kit Maher, da CNN Internacional

Situação é “definitivamente muito frágil” e preços estão altos, segundo CEO da maior fabricante de preservativos do mundo.

Sexo seguro pode ficar mais caro se a guerra com o Irã continuar a interromper as cadeias de suprimentos globais, segundo o CEO da maior fabricante de preservativos do mundo.

O CEO da Karex, Goh Miah Kiat, disse à Reuters na terça-feira (21) que a empresa pode ser forçada a aumentar os preços em pelo menos 20% a 30%, dependendo da duração da interrupção.

As cadeias de suprimentos globais foram impactadas pela guerra desde o final de fevereiro e pelo bloqueio do Estreito de Ormuz, que interrompeu o fornecimento de alguns materiais usados ​​na produção de preservativos.

“A situação é definitivamente muito frágil, os preços estão altos”, disse Goh à Reuters. “Não temos outra opção a não ser repassar os custos para os clientes neste momento.”

Sediada na Malásia, a Karex produz preservativos, lubrificantes íntimos, luvas, cateteres médicos e capas para sondas.

A empresa fabrica preservativos masculinos de látex, incluindo as marcas ONE, Trustex, Carex e Pasante, e tem capacidade para produzir mais de 5 bilhões de preservativos por ano.

A Karex também exporta para mais de 130 países, segundo seu site.

Goh disse à Reuters que, além dos custos mais elevados de fabricação e embalagem de preservativos, também há atrasos no envio.

“Estamos vendo muito mais preservativos em embarcações que ainda não chegaram ao seu destino, mas que são extremamente necessários”, disse Goh.

CNN Internacional entrou em contato com a Karex para saber quando os aumentos de preço poderão ocorrer. Enquanto isso, Goh disse à Reuters que a empresa tem estoque suficiente para alguns meses.

Com a disparada dos preços da gasolina desde a guerra com o Irã, o petróleo e o gás natural têm recebido a maior parte das atenções. Economistas temem que a alta dos preços possa levar em breve a uma retração no consumo e que a escassez de petróleo possa prejudicar a produção.

Isso é particularmente preocupante na Ásia, região que depende fortemente do petróleo do Oriente Médio como combustível.

Mas a guerra também prejudicou a produção das chamadas matérias-primas – subprodutos do petróleo usados ​​na fabricação de plásticos e outros materiais.

Entre elas: a nafta, usada na fabricação de materiais de embalagem, e o óleo de silicone e a amônia, ingredientes essenciais na produção de preservativos.

“Ouvimos falar muito sobre o petróleo bruto e seus impactos no diesel e na gasolina, mas as matérias-primas e os produtos petroquímicos também estão em falta”, disse Angie Gildea, diretora global de petróleo e gás da KPMG, em uma entrevista separada.

Por exemplo, 41% da nafta da Ásia vem do Oriente Médio, observou Gildea. Se os países que produzem os produtos que compramos – incluindo a Malásia – não conseguem acessar as matérias-primas, eles precisam aumentar os preços para compensar.

Mas as matérias-primas não são o único problema.

Alguns países, incluindo Mianmar e Camboja, começaram a racionar combustível. Algumas escolas no sudeste asiático, incluindo no Vietnã, emitiram ordens de permanência em casa, pois o deslocamento se tornou muito caro para os alunos.

Analistas do setor temem que isso também esteja prejudicando a capacidade dos trabalhadores das fábricas de chegar às instalações de produção, o que pode atrasar a produção de produtos essenciais destinados à exportação.

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– Perfil da Web pode prejudicar Busca de Emprego e Carreira.

Isso é lógico, mas passa despercebido: você já se deu conta que as empresas podem tentar conhecer a intimidade dos seus candidatos a funcionários através de buscas pela internet, e descobrir coisas indesejáveis? Uma falsa impressão pode ser observada por uma foto constrangedora, por exemplo.

Compartilho interessante artigo que retrata um cenário de cuidados com o mundo virtual, suas páginas e fotos.

(extraído de OESP, 14/10/2016, Caderno Negócios, pg B20, por Phyllis Korkky – The New York times)

PERFIL DA WEB PODE PREJUDICAR BUSCA DE EMPREGOS

Seu currículo é ótimo, suas referências são altamente elogiosas e a entrevista foi tranquila – e, mesmo assim, você não conseguiu o emprego. O problema pode estar na web. Será que eles viram aquela sua foto no Facebook dançando sobre a mesa? Descobriram que você está devendo seis meses de hipoteca? Talvez você nunca fique sabendo, mas verificações de antecedentes podem destruir uma candidatura. Em um mundo rico em dados, a pessoa com menos situações embaraçosas pode ter vantagem na disputa por uma vaga.
Há poucas pesquisas sérias sobre como os gerentes de contratação usam a internet para vetar candidatos. Mas é possível supor que eles ao menos o estão olhando em mecanismos de busca. Portanto, seja esperto e verifique os resultados de uma busca rápida de seu nome.
É muito difícil remover qualquer coisa questionável a seu respeito de um mecanismo de busca, mas você pode ao menos colocá-la numa posição mais baixa com a adição de entradas positivas, disse Barbara Safani, dona da Career Solvers, uma empresa de gerenciamento de carreiras de Nova York.
Barbara diz que procura ajudar clientes a criarem uma identidade profissional positiva na internet mediante perfis no Google, LinkedIn e ZoomInfo, por exemplo, já que esses tendem a ser os primeiros a aparecer em resultados de buscas. Acrescentar essas entradas pode também ajudar pessoas com pouca ou nenhuma presença online, já que isso pode ser considerado estranho hoje em dia, disse ela.
Quem procura emprego também deve dar uma olhada em sua página do Facebook. “Até que ponto sua página no Facebook é privada?”, questionou Lewis Maltby, fundador do National Workrights Institute, um grupo de advocacia ligado a questões trabalhistas. Para ele, apesar dos controles de privacidade, não é inconcebível que um empregador possa se tornar amigo de um de seus amigos e com isso ganhe acesso à sua página.
Se estiver mostrando ou dizendo algo no Facebook que não gostaria que sua mãe visse, “tire agora mesmo”, disse Maltby. O mesmo vale para postagens de amigos que mencionam ou “marcam você com um tag”. “Há uma diferença entre ser uma pessoa decente e passar essa imagem na internet”, explicou Michael Fertik, fundador da Reputation Defender, que ajuda pessoas a melhorar seu perfil online.
O advogado disse que começou seu grupo “para oferecer proteção de liberdades civis ao mundo do emprego”. Mas, como já dirigiu um departamento de RH, ele ponderou que não se pode culpar o pessoal de RH por examinar sites de relacionamento. “Contratar a pessoa errada é um erro muito caro.”
Sua preocupação é que alguns gerentes de RH podem desqualificar candidatos “por razões que não têm nada a ver com o emprego” – por exemplo, fotos deles bebendo cerveja. É bem provável que os empregadores não lhe digam que uma foto sua no Facebook com um abajur sobre a cabeça foi a razão para não ser contratado. De qualquer forma, eles em geral podem se recusar a contratá-lo por qualquer razão que não seja vedada por lei, disse Maltby, como raça, religião, deficiência física ou idade.

TRADUÇÃO DE CELSO M. PACIORNIK

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Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– Dilema profissional: responder o WhatsApp da empresa na hora da folga.

No discurso, é possível. Na prática, nem sempre: falamos da separação de trabalho e descanso no dia-a-dia!

Já trabalhei como empregado e como empregador (e como ambos simultaneamente) de segunda a segunda. Sempre me atentei a separar o profissional com o pessoal. É difícil obter êxito nesta missão…

Muitas vezes, quando eu falhava nesta distinção, eu pensei até que estava sofrendo de Síndrome de Burnout; noutros momentos, um misto de Depressão e Ansiedade. Afinal, eu não estava conseguindo me desligar dos afazeres e/ou estava impedido de ser desligado. Mas eu gosto muito de trabalhar, sou workaholic! Entretanto, saber ter limites (“meus limites” quando estou no comando ou “dar limites” aos meus comandados e comandantes) é importantíssimo para a saúde laboral e pessoal. Caso contrário, você ocupa o tempo de lazer, do repouso e do convívio com seus familiares para a continuação de serviços aos quais você deveria fazer na sua empresa, nos dias contratados / úteis de trabalho.

Continuar um compromisso fora do ambiente de trabalho, quando não é uma excepcionalidade / emergência, não ajuda a relação de ninguém. Estressa-se com a chefia, enerva-se o cônjuge e desgasta o corpo e a mente.

Tive a oportunidade de trabalhar em uma Instituição de Ensino Superior (nem a relato em meu curriculum, pois foi por pouco tempo), onde, durante a aula e eu estando em classe lecionando, a chefia mandava mensagens de WhatsApp e esperava respostas antes do intervalo – e de situações que poderiam ser depois do término, pois a atenção naquele momento era para os alunos. Ou o professor deve ficar na rede social e/ou nos comunicadores de mensagens on-line durante suas explanações?

O ideal, quando se é necessário algo assim aos finais de semana, o padrão:

“Estou enviando essa mensagem hoje, para na 2a feira discutirmos blá-blá-blá. Quem tiver sugestão e tempo, aproveite e vá pensando. Bom descanso!”

IMPORTANTE: fazer isso e esperar uma resposta no sábado ou domingo (ou dar a entender), não é legal.

Um interessante estudo da Universidade de Illinois mostra como é importante “combinar” bem essa situação. Abaixo:

(Extraído de: https://valor.globo.com/carreira/noticia/2020/07/03/limitar-a-comunicacao-on-line-com-chefes-apos-o-expediente-reduz-o-estresse.ghtml)

LIMITAR A COMUNICAÇÃO ON-LINE COM CHEFES APÓS O EXPEDIENTE REDUZ O ESTRESSE

Pesquisa da Universidade de Illinois investiga impacto das mensagens e pedidos fora do horário de trabalho

Por Barbara Bigarelli

Em um cenário com tecnologia disponível e profissionais conectados o tempo todo, aqueles capazes de estabelecer limites bem definidos entre vida pessoal e trabalho lidam melhor com o estresse ocupacional e efeitos negativos decorrentes, como a insônia. Essa é a conclusão de um estudo recente, realizado por pesquisadores da área de estresse ocupacional e bem-estar da Universidade de Illinois. A análise parte da noção de que os celulares e as novas tecnologias, ao permitir o trabalho onipresente, embaralham o tempo dedicado à vida pessoal. A conveniência tecnológica gera em muitos casos sobrecarga psicológica, aumentando o estresse e atacando a saúde mental.

“Essas tecnologias são tão onipresentes quanto convenientes, mas podem levar pessoas a pensarem que seus funcionários estão sempre disponíveis. Mas essa intromissão além do expediente, adentrando o tempo pessoal, é muito danosa à saúde e nossa pesquisa mostra que derrubar totalmente a fronteira, estando disponível sempre que necessário, eleva o estresse causado pelo trabalho”, diz YoungAh Park, professora de Illinois.

No estudo, os pesquisadores analisaram a rotina de 546 professores em tempo integral para medir as consequências de uma intromissão fora do horário de trabalho, por meio de alguma plataforma ou tecnologia, por cinco semanas consecutivas. Avaliaram se eles foram contatados principalmente fora do expediente normal e se era esperado deles responderem à mensagens e e-mails imediatamente. Os resultados indicam que aqueles que utilizaram técnicas para manter um limite de acesso a eles, como manter as notificações dos emails desligadas ou mesmo os celulares, relataram uma menor intromissão ao longo da semana. E, principalmente, que esse “controle” dos limites era um mecanismo importante para avisar o ‘outro lado’: sejam diretores das escolas, os chefes, ou os pais, os clientes, de que aquele momento não deveria ser usado para o trabalho. Ao ficar claro para todos os lados, o estresse dos professores semanal diminuiu.

Ficou claro aos pesquisadores também, através das evidências coletadas que o apoio de um gestor que zela pelo equilíbrio entre vida pessoal e profissional, e que permite aos funcionários criar soluções para estabelecer as fronteiras, é fundamental, avalia YoungAh. Também é necessário que a outra ponta do negócio respeite esses limites. Neste caso, o estudo recomenda que as escolas, por exemplo, estabeleçam regras para quando e com qual frequência a comunicação entre professor e pais deveria ocorrer.

Os pesquisadores escolheram estudar a rotina de professores por entender que a profissão consegue separar mais claramente o que é tarefa profissional de pessoal – e, assim, seria possível medir o impacto da intromissão tecnológica. “Embora essa descoberta seja específica dos professores, esse é um desafio a todos que permanecem conectados ao trabalho após o horário regular”, diz a pesquisadora.

Uma pesquisa no início do ano, realizada pela consultoria Randstad em 34 países, indicou que responder e-mails o tempo todo é uma prática entre os brasileiros. Segundo o estudo, 59% dos brasileiros entrevistados afirmam que seus empregadores esperam que eles estejam disponíveis fora do expediente e 62% respondem imediatamente a solicitações de trabalho, e-mails ou mensagens de texto quando não precisaria estar trabalhando.

Em entrevista recente ao Valor, Erin Kelly, professora de trabalho e organizações do MIT na Sloan School of Management, chamou atenção para a sobrecarga dos profissionais durante a pandemia e que seria importante as empresas terem políticas mais flexíveis e, principalmente, em prol do equilíbrio entre vida pessoal e trabalho.

Imagem extraída de: https://lupecontabilidade.com.br/10-maneiras-de-os-millennials-lidarem-com-o-estresse-e-a-depressao-no-trabalho/

– É tão simples valorizar o colaborador… Lembrando como obter maior comprometimento:

Nas empresas, muitas vezes vemos tantos líderes dificultando coisas simples… relacionamentos conturbados, críticas desnecessárias e pouca empatia.

Abaixo, um simples mas necessário quadro para se conseguir mais comprometimento dos empregados:

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem puder informar para créditos, agradeço de antemão.

– O Jeito Certo de Fracassar.

Nós, brasileiros, costumamos encarar os empreendedores que passaram pela experiência do fracasso como condenados; sujeitos sem segunda chance e marcados eternamente.

Diferentemente, os americanos encaram os administradores que já viveram o fracasso como executivos experientes; pessoas que aprenderam o que não fazer e que sentiram na pele os danos, conhecedores dos erros que devem evitar.

  • SER EMPREENDEDOR…

não é necessariamente ter sucesso, mas sim resiliente ao fracasso;

não é ser teimoso, mas persistente e sempre tentar;

não é buscar dinheiro, mas realizações.

A Revista Época Negócios, edição de Maio/2012, Caderno Inteligência, pg 137, trouxe um artigo inteligente de como fracassar no momento certo. Compartilho em: http://is.gd/FRACASSO

O JEITO CERTO DE FRACASSAR

Na célebre frase do humorista W. C. Fields (1880-1946), ele levou 20 anos até estourar do dia para a noite. O Angry Birds foi igual. O game só se tornou febre depois de 51 tentativas fracassadas, quando os três sócios da Rovio (a empresa fabricante), os finlandeses Niklas Hed, Jarno Väkeväinen e Kim Dikert, já estavam quase desistindo. Celebrar o fracasso é preciso. Porém, é necessário cautela na celebração, diz o economista Tim Harford, colunista do jornal Financial Times. Harford é autor de Adapt: why success always starts with failure (“Adaptar: por que o sucesso sempre começa com o fracasso”). No livro, ele demonstra que nunca o fracasso foi tão caro. E saber fracassar (sem ser engolido pelas circunstâncias adversas) é uma arte.

Ele começa com a má notícia. De um lado, as condições ao empreendedorismo são extremamente propícias, com a tecnologia barata e a facilidade de terceirização. Porém, de outro, as estatísticas dão um banho de água fria no empreendedor. Por exemplo, a criação de uma patente jamais foi tão cara quanto hoje em dia. Harford apoia-se no estudo do economista Benjamin F. Jones, da Kellogg School of Management. Entre 1975 e 2010, o custo de criação de uma patente aumentou consistentemente de ano para ano, assim como o tamanho das equipes de cientistas e pesquisadores envolvidos.

Na indústria do entretenimento, o mesmo fenômeno é registrado. Nos anos 80, o custo médio da criação de um videogame era de US$ 250 mil. Em 2009, o game Duke Nukem Forever foi engavetado pela 3D Realms depois de um desembolso de US$ 20 milhões, um custo considerado módico na indústria de games. Duke Nukem Forever nunca foi lançado. Segundo Harford, isto é sintomático do que ele chama de “ônus do conhecimento”. Quanto mais conhecemos, mais complexo (e dispendioso) se torna conhecer e criar. “É fácil falar de pequenas equipes de inovação, ou da criação de um ambiente propício para negócios revolucionários, mas quando para isso são necessários bilhões de dólares o conceito deixa de ser tão atraente”, diz Harford.

Três condições são indispensáveis para o inovador não soçobrar junto com a tentativa malograda. A primeira: “Tenha vários experimentos concomitantes”. Apostar em várias ideias simultâneas foi crucial à carreira de Karl Sims, um artista gráfico, pesquisador de computação gráfica no MIT e empreendedor de software. Ele usou os diversos projetos em que estava envolvido para polinizar criativamente uns aos outros, culminando na criação da GenArts, companhia sediada em Cambridge, Massachusetts, criadora de softwares de computação gráfica usados em O senhor dos anéis e Homem-aranha.

A segunda condição é a escala. “Nunca entre num projeto cujo fracasso pode acabar com você”, diz Harford. Fracasse, sim. Mas de preferência de modo econômico. Por fim, pode parecer óbvio: saber separar o erro do acerto. Mas, como diz o autor, “é árduo julgar o que está dando certo e o que está dando errado”.   

Criar ficou mais caro. O game Duke Nukem Forever custou US$ 20 milhões e nunca foi lançado (Foto: Divulgação)

Criar ficou mais caro. O game Duke Nukem Forever custou US$ 20 milhões e nunca foi lançado (Foto: Divulgação)

– Como conquistar comprometimento dos funcionários.

Conseguir que funcionários / alunos / envolvidos em quaisquer atividades “comprem” suas ideias e se sintam partícipes, é algo fácil?

Claro que não. Para isso, algumas boas dicas, extraídas de: https://medium.com/@jrsantiagojr/premissas-para-conquistar-o-engajamento-das-pessoas-edbd846b1b1c

PREMISSAS PARA CONQUISTAR O ENGAJAMENTO DAS PESSOAS

Por José Renato Sátiro Santiago

Certa vez, convidado por uma importante instituição de ensino para ministrar o módulo de um MBA, fui confrontado com o desafio de manter uma turma de 40 profissionais bem disposta ao longo de todo o final de semana. O ótimo nível dos alunos era um desafio a mais, cá entre nós, para mim uma motivação adicional. As 16 horas programadas deveriam parecer prazerosas e, ao mesmo tempo, propiciar os conhecimentos que estavam atrelados ao conteúdo programático proposto. Após ler um pouco sobre o perfil dos alunos, me atentei em fazer associações com seus nomes, uma estratégia que costumo usar para decorá-los de forma mais rápida. Há certo conhecimento em aplicar esta técnica mas também muita paixão em alcançar a excelência em tudo aquilo que faço. Creio que isto tenha me ajudado a alcançar novos patamares com turmas em cursos tão exclusivos. Mas o fato é que toda nova turma é única e, de certo, o nervosismo costuma vir à tona. E desta vez, não foi diferente. Tão logo os encontrei, destaquei para eles a minha timidez em falar em público, um paradoxo para quem ganha a vida também se apresentando e ministrando palestras. Busquei compartilhar com cada um deles o desafio que fora recebido e, de certa maneira, os embarquei para navegarmos juntos. A permanência de todos ao longo das 16 horas, ainda que não fosse obrigatória, surpreendeu a monitora que me resumiu tudo em uma frase: “Eles pareciam estar engajados em assistir sua aula”. Missão cumprida. Pode ter sido simples, mas será que foi fácil?
Engajar pessoas em prol do atendimento de um objetivo talvez seja o maior dos desafios enfrentados por quem gerenciamos equipes. Ainda que haja benefícios e/ou remunerações atreladas ao desenvolvimento de quaisquer atividades, é notório que haja questões que costumam interferir de forma consistente no nível de envolvimento das pessoas junto as ações por elas elaboradas e que, por conseguinte, possam impactar significativamente os resultados almejados. Dentre elas cabe destacar:

1. Empatia: saber se colocar na posição do outro é uma premissa básica de respeito pessoal e profissional, algo inerente para quem quer sinalizar a importância dada a outrem. Ainda que os objetivos do grupo devam se sobressair aos de qualquer indivíduo, conhecer, compreender e respeitar os objetivos particulares de cada um costuma ser um interessante meio de fortalecer o engajamento das pessoas.

2. Motivação: é natural à boa parte das pessoas que palavras e ações de incentivo e motivação sejam combustíveis muito eficientes em prol de estimular o engajamento. É essencial ter ciência da importância das palavras e seu poder em intervir na forma como as pessoas agem e tomam suas decisões. O cuidado recai apenas em seu uso indiscriminado sem ações e/ou resultados práticos;

3. Pessoalidade: ainda que estejamos em um ambiente profissional, o tratamento dispensado aos integrantes de uma equipe costuma propiciar energia e luz decisivas às pessoas. Algumas vezes atos simples fazem tanta diferença, quer seja um bom dia, um cumprimento mais terno, uma parada rápida para jogar conversa fora ou um café e, pasmem, até chamar a cada um pelo nome.

4. Crescimento Profissional: ainda que possa estar atrelado de alguma maneira à evolução na hierarquia, o que pode resultar em aumento nos ganhos financeiros, explicitar o crescimento profissional que poderá ser conquistado por conta das atividades em execução, costuma ser um importante requisito abraçado por aqueles que se propõem a se engajar com afinco em prol de suas metas.

5. Estar Presente: nada como se mostrar presente e atuante junto aos seus como uma maneira de pontuar a importância de tudo aquilo que está sendo feito, bem como a relevância de superarmos obstáculos e alcançarmos de forma efetiva os nossos intentos e objetivos. Isto não tem a ver necessariamente com presença física, mas sim com transparecer a convicção que a equipe jamais estará só.

6. Competência: a correta contextualização das informações sobre as quais temos acesso nos fortalece e costuma resultar naquilo que chamamos de conhecimento. Ele passa a fazer sentido efetivo em nossa vida, quando o colocamos em prática o que proporciona a competência. A estrada que nos mantém firmes e engajados é, certamente, pavimentada pelo conhecimento que construimos.

7. Paixão: apenas e tão somente ela tem o poder de nos manter vivos seja em qual situação e estado estivermos. Ela é o ar que respiramos, onipresente em qualquer atividade bem sucedida, essencial para tudo. Já octagenário e muito engajado em seu trabalho, quando perguntado o que o fazia manter-se tão ativo, o genial Ariano Suassuna foi econômico e direto: “paixão pelo que faço”.

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Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem souber sobre a origem, informar para crédito.

– Você cuida da sua Saúde Mental?

Acho que essa imagem com algumas dicas para cuidar da saúde mental são válidas tanto para a vida pessoal quanto para a profissional, não?

Avalie, reflita e responda: de acordo com as dicas desse quadro (abaixo), estou evitando esses contratempos no meu dia-a-dia?

Aqui:

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem souber sobre a origem, informar para crédito.

– Quantas propostas são necessárias para se ter uma boa ideia?

Thomas Edison disse um dia:

“Não fracassei, apenas cheguei a 10 mil propostas que não funcionaram”.

É justamente essa a discussão: nunca creia na 1a ideia e exija aperfeiçoamentos daquela que for a suposta ideal.

Texto extraído de: Época Negócios, Ed 111, Caderno Inteligência, pg 25

JAMAIS CONFIE NA PRIMEIRA SACADA

Siga a Regra de Thomas Edison: se quiser uma boa ideia, pense em dez outras.

Por Paulo Eduardo Nogueira

Thomas Edison, um dos ícones históricos da inovação, adotava um método que pode explicar, em boa parte, o sucesso de suas empreitadas: sempre que pedia à equipe de seu laboratório uma solução para desenvolver um produto ou componente, Edison exigia também que trouxessem dez propostas em vez de uma. Longe de ser apenas um capricho de um chefe rigoroso ou detalhista, esse método era uma forma de combater o fenômeno da chamada “preguiça cerebral”, responsável por adotar a primeira proposta surgida, que raramente é a melhor possível.

Neurocientistas do Baylor College of Medicine, em Houston, se basearam justamente no método de Edison para elaborar exercícios que evitam a preguiça cerebral, partindo do princípio de que a chave para inovar é sempre desenvolver a ideia inicial, para enriquecer ainda mais o ambiente em que ela surgiu.

Nosso cérebro, explicam os cientistas, geralmente adota o caminho da menor resistência – isto é, evita ficar elaborando em excesso, pois esta seria a forma mais rápida para avançar na tarefa. O resultado, porém, pode deixar a desejar. O neurocientista David Eagleman, um dos autores da pesquisa do Baylor College, realizou um interessante exercício: primeiro pediu à sua plateia que imaginasse a paisagem de uma praia e depois perguntou quantas pessoas haviam vislumbrado espuma de ondas do mar ou cocos balançando em um coqueiro.

Ninguém levantou a mão. Isso porque, explicou Eagleman, seus cérebros geraram as imagens mais simples possíveis para atender rapidamente à sua solicitação, sem maior elaboração.

Pesquisa da Wharton School, da Universidade da Pensilvânia, coordenada pelo professor Adam Grant (autor de Originais, livro que trata de inovação), confirma a conclusão dos colegas do Baylor: os maiores inovadores não necessariamente elaboram as melhores ideias, mas persistem o suficiente para obter mais ideias. Em seu livro, Grant explora os métodos necessários para reconhecer uma boa ideia, saber defendê-la, construir uma rede de aliados para apoiá-la e escolher o momento certo para implementá-la. “As primeiras ideias tendem a ser mais convencionais ou óbvias”, diz Grant, para quem a inovação só começa quando empacamos na busca inicial de soluções e, então, somos obrigados a explorar novos territórios mentais. Como diria Edison em uma conhecida frase, “não fracassei, apenas cheguei a 10 mil propostas que não funcionaram” – até obter a boa ideia.

Ideia X

Imagem extraída de: https://ideia.dataprev.gov.br/

– Os melhores “cartazes” da sua empresa:

Não se pode discutir com essa verdade:

– Você acredita em Especialistas e sabe tomar decisões sem influência?

Já ouviu falar da economista e consultora britânica Noreena Hertz?

Ela leciona na University College London, e foi orientadora de vários governantes em diversos assuntos: questões econômicas, negociações de paz e imbrólhos diplomáticos. E em entrevista à Revista Época (pg 68-71, ed 824 à Marcos Coronato), falou sobre a idolatria a alguns especialistas e aos modelos pré-definidos para tomadas de decisões. Disse ela:

“É claro que as opiniões, educação e treinamento com especialistas são importantes e devem ser levados em conta, mas especialistas erram muito (…) Nunca ouça um especialista só, questione as opiniões deles e busque informações”.

Mas gostei mesmo sobre quando ela fala da influência digital! Veja:

“Vivemos uma era de distração digital, de e-mails e redes sociais. Mantemo-nos num estado hormonal de estresse constante e podemos ficar viciados. Recomendo que você tire folgas digitais, ao menos uma vez por semana, sem checar e-mail ou entrar nas redes sociais. Um dos melhores procedimentos que você pode adotar antes de tomar uma decisão, privada ou profissional, é delimitar um tempo e espaço para apenas pensar. É incrivelmente difícil fazer isso hoje”.

Concordo e assino embaixo. Precisamos muitas vezes buscar a calmaria para a reflexão e para podermos melhor pensar!

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Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– Empatia e Profissionalismo.

Compartilho ótimo artigo do professor José Renato Sátiro Santiago a respeito dos delicados cuidados com a Empatia no mundo organizacional. Vale a pena dar uma conferida! Abaixo:

Extraído de: http://fb.me/2CISbo93z

EMPATIA, TOME CUIDADO! ELA TAMBÉM PODE ESCONDER SÉRIOS PROBLEMAS E DEFEITOS

Quantas vezes – creio que muitas – usamos a palavra empatia para qualificar pessoas que demonstram de uma forma natural algo bom, positivo e até amigo. Pois bem, não há duvida que a empatia é algo positivo.

Muitas vezes, quando não achamos palavras para qualificar alguém, costumamos falar: “Fulano tem uma empatia… fora do comum.”. Algo que, às vezes, procuramos ter também principalmente em nossas primeiras impressões, quer sejam com amigos ou, até mesmo, desconhecidos.

Costumamos gostar, facilmente, de pessoas que têm empatia, mostrar certa proximidade ou até certa dose de alinhamento com as nossas crenças. E normalmente isto ocorre de forma rápida, quase imediata, uma vez que a empatia é algo que “ou o sicrano tem ou não tem…”, isto é, acredita-se que seja algo difícil de desenvolver como se fosse alguma coisa que já viesse naturalmente com a pessoa.

Pois bem, infelizmente esta empatia, muitas vezes, por não ser algo construído sob os fortes alicerces da confiança e dos valores pode esconder sérios problemas, muitos defeitos, até mesmo destrutivos.

Gostamos de pessoas que tem empatia. No entanto, precisamos fundamentar esta empatia em fatos e ações que estas pessoas costumam tomar, em seus valores, nas suas atitudes, nas suas formas de agir.

Ter um pé atrás talvez não seja o termo mais adequado, mas sim, estabelecermos motivos e razões que possam transformar esta empatia em algo muito mais importante: confiança. Esta sim, coisa de grande valor em que podemos suportar e mais, algo com que realmente podemos qualificar uma pessoa. E que ela, certamente, irá apreciar muita mais ser confiável a ter empatia, simplesmente.

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Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– O Futuro do Trabalho.

Qual será o real futuro das profissões?

Esse quadro de trabalhadores e patrões nos dá uma boa noção:

– Para se dar bem com o seu “líder”.

O extinto jornal Diário de São Paulo trouxe certa vez em seu Caderno de Empregos uma matéria interessante: como se dar bem com os chefes, sem parecer bajulador (ou puxa-saco, como queiram).

Compartilho, extraído de: http://www.diariosp.com.br/_conteudo/2011/09/139304-para+se+dar+bem+com+o+chefe.html

PARA SE DAR BEM COM O CHEFE

De carona com o filme “Quero Matar Meu Chefe”, o DIÁRIO lista os dez piores tipos de líder e dá dicas de como domar as feras

No mundo corporativo há todo tipo de chefe, como tirano, acomodado, workaholic (viciado em trabalho), baladeiro, o que só promove os amigos etc. No filme “Quero Matar Meu Chefe” (Horrible Bosses), ainda em cartaz, é possível ver como líderes que não trabalham em equipe e não têm bom relacionamento interpessoal podem criar situações ruins no ambiente de trabalho. Nessa comédia, três empregados insatisfeitos com a chefia decidem recorrer a um ex-presidiário para matar seus gestores e acabar com seus problemas.

No livro “Como Gerenciar seu Chefe”, os autores Armênio Rego, Miguel Pina e Cunha e Thomaz Wood Jr. identificam dez tipos de chefe que podem ser encontrados no mundo corporativo e dão dicas de como domar essas feras. Entre eles há o chefe barata burocrática, que é fixado em normas, regras e procedimentos e baseia todas suas ideias e estratégias nessas premissas. Já o gestor preguiça procrastinador vive cansado e demora a realizar suas tarefas e obrigações.

Exageros à parte, esses líderes comprometem o desempenho e os resultados da equipe e, normalmente, são responsáveis pela alta rotatividade dos colaboradores, que não aguentam a pressão, o assédio moral ou outros problemas. De acordo com pesquisa da Robert Ralf, empresa especializada em seleção e recrutamento, as principais razões para aumentar o estresse no universo corporativo são: pressão desnecessária e insatisfação com a capacidade de gestão.

“A maioria dos profissionais que troca de emprego sai para não ter de trabalhar com aquele gestor. O conceito de chefes que abusam do poder está ultrapassado”, afirma Fabiano Kawano, da Robert Half. Não conhecer o funcionário, não saber dar feedbacks (retornos) negativos, não conversar com o subordinado e subestimar a capacidade do colaborador são os erros mais comuns cometidos pela liderança.

“Os gestores precisam saber onde o profissional quer atuar, devem conhecer seu perfil para conseguir entender como ele quer estruturar a carreira”, ressalta Ricardo Rocha, gerente da Michael Page, especializada em recrutamento. “O que as empresas buscam hoje são bons líderes, um conceito muito mais complexo do que o de chefes. A liderança, por exemplo, de chefes que inspiram seus funcionários”, diz Kawano.

Responsabilidades da chefia:

-Incentivar e motivar a equipe
-Dar exemplo aos funcionários
-Promover a integração do grupo
-Conhecer o perfil dos profissionais
-Apresentar desafios e novos projetos
-Ter bom relacionamento interpessoal
-Dar feedbacks (retornos) sobre tarefas realizadas

Qualificação é essencial para um líder:

Com 22 anos de trabalho na rede de fast food Mc Donald’s, João Célio Oliveira, de 42, passou por vários cargos antes de se tornar diretor de treinamento. “Comecei como gerente de trainee em um restaurante, passei por todos os postos dentro da loja e fui para o escritório, com o objetivo de fazer carreira”, recorda o gestor.

Com a ajuda da empresa, Oliveira fez faculdade de marketing, pós-graduação em gestão de negócios e, agora, se prepara para investir em um master of business administration (MBA). “Formação e conhecimento são fundamentais para que você se mantenha firme e atualizado”, acredita o profissional.

De acordo com ele, os principais aprendizados que adquiriu para se tornar um líder foram saber ouvir e dar feedbacks (retornos) para seus funcionários. Para Oliveira, é preciso ouvir todas as opiniões, inclusive as negativas, para aprimorar os negócios e resolver situações. “O líder tem de estar atento e saber ouvir as verdades. Além de dar feedbacks, o chefe também precisa recebê-los. Pensar coletivamente e se comunicar é importante.”

Despreparo leva ao assédio moral:

Abusar do poder e humilhar os funcionários são atitudes que podem ser consideradas assédio moral. “No geral, a empresa tem chefes despreparados que fazem isso com seus funcionários e a diretoria não sabe. Assim, não há como evitar”, fala Wolnei Tadeu, diretor jurídico da Associação Brasileira de Recursos Humanos Nacional (ABRH Nacional).

Como proceder ao ser humilhado:

Segundo Tadeu, quem sofre assédio deve procurar o RH ou a diretoria da empresa e contar sua experiência. Casos que não são resolvidos podem chegar à Justiça do Trabalho.

Gestores que estão em alta:

Pró-atividade, liderança e bom relacionamento interpessoal são as principais características buscadas em gestores pelo mercado, de acordo com Ricardo Rocha, gerente da Michael Page.

Puxa-saco - Brasil Escola

Imagem extraída de: https://brasilescola.uol.com.br/curiosidades/puxasaco.htm

– Frases que melhoram a comunicação no trabalho:

Saber conversar é algo importante, em qualquer seara.

Olhe só que dicas bacanas:

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– Cultura e Clima Organizacional.

É tão simples diferenciar Cultura e Clima Organizacional… E aos gestores, cabe o entendimento para a prática eficiente de seus conceitos.

Um breve resumo:

– Quem é o “Guarda-Chuva” no seu emprego ou na sua vida pessoal?

Todos nós temos momentos de dificuldade no trabalho ou em casa. São fases, que podem ou não ser momentos ruins, depressão ou qualquer outra coisa.

Compartilho essa ótima analogia sobre o “Guarda-Chuva” e nossa proteção nesses momentos pessoais ou de labuta, abaixo, extraído de: https://jrsantiagojr.medium.com/sabe-quando-as-coisas-parecem-não-evoluir-e-tudo-parece-dar-errado-2846f82ba772

SABE QUANDO AS COISAS PARECEM NÃO EVOLUIR E TUDO PARECE DAR ERRADO? O QUE O GUARDA-CHUVA TEM A VER COM ISSO

Por Prof José Renato Sátiro Santiago

Uma vontade gigantesca de jamais sair da cama parece nos invadir. Certa vez acreditei que isso seria um sintoma de depressão. Não é, pode ser sono mesmo. Ainda assim, seja qual o for a nossa idade e situação pessoal ou profissional que estejamos vivendo, todos estamos sujeitos a isso. Aliás, talvez todos já tenhamos sentido isso em algum momento de nossas vidas. Alguns estão passando por isso neste exato momento. Outros vivem neste estado. Faz parte.

Evitar, obviamente, é o melhor a se fazer, mas isto parece tão igual quanto qualquer propaganda em prol da vacinação: “É melhor prevenir do que remediar.” Nem sempre temos o controle das variáveis que podem nos levar a uma sensação de pouco sucesso ou de tristeza, fracasso e solidão (não que elas estejam juntas).

A forma como pequenas coisas têm o poder de nos afetar pode chegar a níveis bem altos, e nem sempre temos conosco uma taxa satisfatória de anticorpos que nos proteja delas. Talvez por isso que evitar seja tão mais improvável e difícil.

Sendo assim, uma vez que estejamos dentro de situações inadequadas, o que nos cabe é sair delas o mais rápido possível. E isso está inteiramente sob nosso controle. A boa notícia é que, de certa forma, isto já está presente no nosso instinto, sim nos temos isso.

Muitas vezes eventuais sensações de marasmo têm origem no ambiente em que vivemos. Nestes casos, podem estar onde trabalhamos, junto aos nossos colegas ou amigos e, até mesmo, com os nossos entes.

Ao contrário do que acontece quando há claras expectativas de dias com muito sol a frente, a pequena possibilidade que uma tempestade poderá vir e nos levar ao meio de uma enxurrada tem um poder muito maior de nos afetar, uma vez que já teremos a crença que iremos nos afogar nela.

Um grande paradoxo tentar entender como as expectativas boas não conseguem nos influenciar com a mesma intensidade que as negativas.

Até parece que somos seres fadados ao pessimismo, o que certamente não é verdade.

Uma prova disso é que, quando nos encontramos no meio de uma enorme tempestade, e estamos sem os devidos anticorpos, no caso o guarda-chuva, a primeira coisa que fazemos é nos movimentar, no caso, sair correndo para algum lugar que nos abrigue.

Nestes momentos, poucas vezes encontraremos alguém com um guarda-chuva disponível. E mesmo quando achamos tão pouco será provável que ele esteja predisposto a ceder um espaço para que possamos nos abrigar.

A primeira razão para que isso aconteça é que normalmente não há espaço o suficiente para proteger mais de uma pessoa embaixo de um único guarda-chuva. Sendo assim, no caso, é inegável que o dono do guarda-chuva também se molhará.

Isto talvez gere a segunda razão. Nem sempre o dono do guarda-chuva olhará para os lados e/ou irá se dispor a compartilhar de seu pequeno abrigo, preferindo seguir em frente.

Na verdade, há alguns donos de guarda-chuva, que continuam andando no mesmo passo, lento, obstruindo a passagem daqueles que se molham de forma abundante e que correm atrás de um abrigo.

Enfim, uma vez no meio da tempestade, nos movimentar, apertar o passo e até mesmo correr, é a solução, e isso certamente todos nós já fazemos.

Por mais que possamos nos molhar pouco ou muito, agindo desta forma, não demorará, sairemos da tempestade.

Nossa roupa ficará molhada, mas ela se enxugará.

Podemos pegar um resfriado, que passará, algumas vezes nem precisaremos tomar remédio para isso.

Por fim, algo ficará em nossa mente: Porque não carregar um guarda-chuva sempre conosco?

A resposta é simples: Ninguém carrega guarda-chuva todos os dias.

Quando muito quando achamos que vai chover.

E nestes casos, por mais que as previsões estejam corretas, as chuvas não passam de poucas gotas.

As chuvas que nos derrubam não são as mais fortes, e sim aquelas que nos pegam de surpresa, sem que tenhamos previsto uma forma de sair dela.

E neste caso, bastam que sejam bem poucas gotas para que nos afoguemos.

Imagem extraída do link acima citado

– 3 Fatores para sua Empresa Ganhar Credibilidade no Mercado.

Compartilho material bacana da Revista Exame sobre o tripé de virtudes que dão crédito às empresas: Bom Atendimento, Qualidade do Produto e Transparência. Abaixo:

Extraído de: http://exame.abril.com.br/pme/noticias/como-sua-empresa-pode-ganhar-credibilidade-no-mercado

COMO SUA EMPRESA PODE GANHAR CREDIBILIDADE NO MERCADO

Transparência e disposição são atitudes essenciais para que os consumidores acreditem e confiem no seu negócio

por Priscila Zuini

A confiança dos clientes é um dos mais valiosos bens que as pequenas empresas podem ter. Com credibilidade no mercado, a imagem do negócio se espalha e fica mais fácil para o empreendedor crescer. Conquistar esta confiança, no entanto, não é fácil. “A gente acredita muito que a força de vendas no primeiro contato com o cliente é primordial para isso”, diz Tonini Junior, sócio diretor de vendas e varejo da Praxis Business.

Manter vendedores treinados e motivados é essencial para que os clientes sejam tratados de forma adequada. Além disso, a atuação do dono com os consumidores e com a equipe precisa ser próxima para evitar problemas. “O atendimento é a porta de entrada da empresa para todos os clientes”, explica Diego Maia, presidente do Grupo CDPV (Centro do Desenvolvimento do Profissional de Vendas).

1. Atendimento impecável

Dedique algum tempo para treinar os seus funcionários pessoalmente. Isso ajuda a garantir que eles estejam alinhados com os valores e a cultura da empresa. “Vivemos a era do relacionamento e a figura do vendedor ganha cada vez mais corpo”, diz Tonini.

Para Maia, não há dúvidas de que uma imagem de credibilidade está alinhada a um excelente atendimento. “Busque, entenda e atenda as reais necessidades dos clientes. Esteja sempre disponível para melhor atendê-lo e não permita que ela saia de sua empresa insatisfeito ou apenas satisfeito. Ele precisa sair encantado”, ensina Maia.

2. Tenha um bom produto

Não adianta ter um time super treinado, se o seu produto não satisfaz o cliente. “Para que uma empresa mereça credibilidade de seus clientes e, consequentemente do mercado, seu produto ou serviço não pode deixar a desejar. Precisa superar as expectativas dos clientes ou, pelo menos, atender às suas necessidades”, diz Maia.

O primeiro passo é dominar as especificidades dos itens comercializados. “Entender bem o produto é importante”, afirma Tonini. Sem um produto de qualidade, os clientes não voltam nem fazem propaganda do seu negócio.

3. Seja transparente

Com um bom produto e um bom atendimento, falta garantir a ideia de transparência e honestidade. “O cliente quer sentir essa relação de autenticidade e transparência”, conta Tonini.

Isso vale para negociações, vendas ou mesmo na comunicação da empresa. Os negócios criados com conceitos obscuros não se sustentam e ainda prejudicam a carreira do empreendedor. “Seja transparente e autêntico na hora de passar informação”, diz.

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem conhecer, favor informar para crédito na postagem.

– Seu clube de futebol realmente é uma empresa?

Repost do ano passado:

Esse quadro da Pluri Consultoria (abaixo) é perfeito: os times de futebol agem como empresas responsáveis?

Para muitas agremiações, essa dúvida é perturbadora veja abaixo:

– Como aprender melhor?

A dificuldade de aprendizado é um grande problema para muitas pessoas. E para você?

Talvez a questão seja simples: apenas mudar o hábito!

Compartilho ótimo texto, extraído de Época Negócios, ed Janeiro 2015, pg 90

TENHA O HÁBITO DE ROMPER HÁBITOS

O cérebro precisa de situações variadas para entender e lembrar

por Márcio Ferrari

Seguir horários fixos, fazer os mesmos itinerários, ter uma mesa de trabalho, comer nas horas certas e curtir os amigos de sempre pode dar conforto. Mas, segundo Benedict Carey, reporter de ciência do The New York Times e autor do recém-lançado “Como Aprendemos”, a rotina limita a habilidade cerebral de desenvolver conhecimentos e habilidades.

Como é impraticável jogar tudo para o alto e viver cada dia de um modo diferente, Carey sugere que estejamos atentos para variar hábitos – como mudar o caminho de casa para o trabalho de quando em quando – e para isso, três regras:

1) Dividir o tempo de aprendizado em dois – Em vez de estudar duas horas hoje, melhor estudar uma hora hoje e uma amanhã – a capacidade de lembrar das informações dobra, diz. A ideia por trás disso é que o cérebro só retém o que parece útil. Se voltarmos ao tema de ontem, é sinal de que não queremos que aquele conhecimento fique “trancado” na mente.

2) Mudar o ambiente de trabalho – Levar o material de leitura ou estudo para a mesa de um café, por exemplo, fará o cérebro “acordar” de novo para o aprendizado

3) Distrair-se quando houver um bloqueio de entendimento – Em geral, o bloqueio acontece porque o cérebro está insistindo na tecla errada. É melhor parar e começar de novo mais tarde.

dicas para estudar da ciência

Imagem extraída de: https://www.napratica.org.br/dicas-para-estudar-melhor-ciencia/

– Gestão ou Administração de Empresas?

Admiro muito o professor Stephen Kanitz. Tenho livros dele e o sigo no Twitter (e ele me segue, dá para acreditar? Me sinto orgulhoso!).

Recentemente, ele tratou em seu blog sobre as diferenças entre “Gestão das Empresas” e “Administração de Empresas”. Para a maioria, gerir e administrar são as mesmas coisas. Entretanto, Kanitz diferencia os modos de administrar no século 21 e gerir no século 16.

Para os Administradores de Empresas, um ótimo artigo! Abaixo:

Extraído de: http://blog.kanitz.com.br/2011/03/gest%C3%A3o-ou-administra%C3%A7%C3%A3o-qual-%C3%A9-a-diferen%C3%A7a-.html?

GESTÃO OU ADMINISTRAÇÃO. QUAL A DIFERENÇA?

Por Stephen Kanitz

Administradores invariavelmente usam o termo Administração, e não Gestão. Afinal, ninguém estuda quatro anos ou mais, segue os princípios éticos e o juramento da profissão, para jogar fora o termo tão duramente conquistado.

Gestão normalmente é usado por aqueles que não são formados, e pior, que não acreditam que Administração acrescente muito valor à sociedade.

Gestão não vem de Gerar ou Gestação. Administrar não é levar a termo nove meses um projeto, como muitos acreditam.

Gestão vem de Gesto, Gesticulação. Eram aqueles que gesticulavam, que apontavam com o dedo indicador onde o carregamento de alimentos deveria ser deixado ou estocado. Coloque este fardo aqui.” “Coloque este outro ali.”

Lembre-se que administrar, controlar e cuidar dos estoques estratégicos de comida era uma das primeiras funções administrativas da humanidade.

Os “Gestores” indicavam onde os escravos deveriam colocar os fardos que estavam entregando. 

Gestores ainda usam termos como “indicadores” de produção, “apontar” uma solução, “apontamentos” de uma reunião, remanescentes da época em que administrar era basicamente apontar com o indicador a direção a seguir.

“Contratos de Gestão”, técnica que gestores adoram, são apontamentos escritos em contrato, onde “indicadores” de desempenho são previamente acordados pelo “dirigente”. Apontam com o indicador o que querem que seja cumprido. 

Isto não é Administração do Século XXI, isto é gestão do Século XVI que ainda usamos nas empresas estatais e empresas de gestão familiar. 500 anos de atraso administrativo.

Se você usa ainda o termo Gestão, cuidado. Você está mostrando para todo mundo que acredita que administrar é dar ordens para subordinados onde colocar isto e onde colocar aquilo. Mas administração moderna é muito mais do que isto, nem preciso relembrar.

Portanto, preste atenção quem são aqueles que ainda usam o termo Gestão.  E reze.

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Reprodução da Internet, imagem comum na Web, autoria desconhecida.

– Feedback acertivo.

Precisamos entender que devolver boas respostas “leva algum jeito”.

Nesse gráfico, a perfeição dessa ideia:

Screenshot

– Plano e Estratégia são iguais?

Muitas pessoas confundem plano e estratégia. E se falarmos de Planejamento Estratégico…

Gostei desse material extraído do LinkedIn de Gabriel Bechi, abaixo: https://www.linkedin.com/posts/gabrielbechi_plano-e-estrat%C3%A9gia-n%C3%A3o-s%C3%A3o-a-mesma-coisa-share-7441960618187821056-juis?utm_source=share&utm_medium=member_desktop&rcm=ACoAAAfYyaUB79SiZOXAYT3-JkVtGtrP1U_H7Ts

PLANO E ESTRATÉGIA NÃO SÃO A MESMA COISA

Estratégia é a direção. A sua teoria de como vencer o jogo. É onde você decide competir, o que te diferencia, como vai se sustentar e crescer, e qual é a vantagem que o concorrente vai ter dificuldade de copiar.

Plano é o roteiro. O caminho que você vai percorrer pra chegar a direção. É quem faz o quê, quando, como e como a gente mede se está funcionando.

Sem estratégia clara, o plano não tem direção. Sem plano, a estratégia não sai do papel (…)

Arte: extraída do link acima, do autor.

– Os profissionais 40+

Um dos grandes problemas do Brasil é o Etarismo. E para o mundo profissional, muitas vezes faltam oportunidades…

Esse recrutador nos traz bacanas impressões sobre como o pessoal “acima dos 40” é valoroso!

DICAS DO HEADHUNTER

Por Newton Velloso, extraído de seu LinkedIn

Eu sou um recrutador 40+,  50+, e afirmo:

…”São muitas as vantagens na contratação de um profissional 40+…!”

  Confira essa ótima matéria neste link: https://lnkd.in/d8dSNeMZ

Contrate Talentos 40+,  50+: Experiência que Faz a Diferença!

Esqueça o preconceito: profissionais 40+,  50+ são verdadeiros trunfos para o crescimento dos negócios modernos. Com uma expectativa de vida global chegando a 72 anos, segundo a OMS, pessoas estão vivendo mais e melhor, prontas para contribuir com lucidez, sabedoria e resultados.

💡 Por que apostar na experiência?

☑️ Resiliência que inspira

Enquanto gerações mais jovens podem desanimar com um “não”, profissionais experientes encaram desafios com equilíbrio e determinação.

☑️ Visão prática e estratégica

Na hora da crise, quem já enfrentou o inesperado sabe manter a calma e escolher o melhor caminho. Experiência não é custo, é investimento.

☑️ Gestão de talentos e diversidade

A troca de conhecimento entre gerações cria um ambiente enriquecedor e inovador, desenvolvendo equipes mais fortes e conectadas.

☑️ Inteligência emocional à prova de tudo

Com vivências variadas, esses profissionais oferecem mais sabedoria e empatia, habilidades indispensáveis em um mundo cada vez mais desafiador.

Contratar profissionais 40+, 50+ é mais do que incluir experiência no time; é agregar valor, maturidade e uma nova forma de enxergar os negócios. Dê uma chance ao poder transformador da experiência!

Dia do Trabalho, do trabalhador...

– Proximidade, sem invasão: o fenômeno Porco-Espinho nas empresas.

E você sabe ser próximo dos seus colegas, sem ser inconveniente?

Um ótimo texto sobre esse assunto, por Glauce Santesso, extraído de: https://www.linkedin.com/posts/glauce-santesso-27b010115_reflexaeto-trabalhoemequipe-proximidadecomlimite-activity-7293090719303360513-VgBD/?utm_medium=ios_app&rcm=ACoAAAfYyaUB79SiZOXAYT3-JkVtGtrP1U_H7Ts&utm_source=social_share_send&utm_campaign=share_via

COMO SER PRÓXIMO SEM VIRAR ESPINHO

Já ouviu falar no fenômeno do porco-espinho? 🧐 Calma, não é uma nova tendência corporativa nem um conceito complicado de gestão. É uma ideia do filósofo Schopenhauer que diz muito sobre as relações humanas—especialmente no trabalho.

O conceito é simples: no inverno, porcos-espinhos precisam ficar próximos para não morrerem de frio. Mas, quando se aproximam demais, seus espinhos machucam. Se afastam, sentem frio. E o ciclo continua.

Agora pense: não é exatamente assim nas relações de trabalho? O desafio é encontrar o equilíbrio entre estar perto o suficiente para colaborar e não tão perto a ponto de se tornar um incômodo.

Proximidade, sim. Invasão de espaço, não.

🔸 Muito perto: A vontade de “fazer acontecer” 💪 e ser participativo é ótima. Mas, quando ultrapassamos os limites dos outros, nos tornamos invasivos. O resultado? Estresse, desconforto e, claro, menos produtividade.

🔸 Distância demais: O outro extremo também é problemático. O isolamento prejudica a colaboração e mina o espírito de equipe. Quando cada um trabalha sozinho, a sinergia desaparece. 🚪🚶‍♂️

Então, qual é o segredo? Equilíbrio. 🏆 Saber quando se aproximar para contribuir e quando dar espaço para o outro.

Afinal, você está ajudando ou virando um espinho no caminho dos colegas? 🤔 Como anda o seu equilíbrio no trabalho?

Fonte: Parábola do porco-espinho, descrita por Arthur Schopenhauer na obra Parerga e Paralipomena, 1851.

Imagem extraída do link acima.

– Correção e liderança construtiva:

Quem sou eu para discordar?

Abaixo, de maneira bem clara:

– A Cultura Ética nas Organizações.

As “regras” de uma empresa quanto ao comportamento ético e sua cultura devem ser didaticamente explicitadas, ou, ao contrário, entendidas no convívio diário?

Mais do que isso: ter atitudes que estejam acima de qualquer discussão comportamental devem ser sempre cuidadosamente praticadas, antes do que correr o risco de ser chamado a atenção?

Um excelente texto a respeito disso, extraído de: https://jrsantiagojr.medium.com/sim-dá-para-impor-cultura-ética-nas-organizações-96299e98de45

SIM, DÁ PARA IMPOR CULTURA ÉTICA NAS ORGANIZAÇÕES

por José Renato Sátiro Santiago

Eram idos de 1997, quando fui chamado para uma entrevista de emprego em uma grande empresa. Pelo fato daquela organização ser muito tradicional, tratei de me vestir de acordo com algumas boas práticas profissionais compartilhadas por meu pai. Também considerei a imagem como esta empresa costumeiramente se apresentava ao mercado. Algo padrão e discreto. Notei que a grande maioria dos colaboradores se vestia de forma tradicional. Os homens com terno e gravata. Já as mulheres usavam roupas discretas com cores sóbrias. Foi um processo seletivo moroso, mas ao final tive a felicidade de ser contratado. Não demorou muito para que passasse a observar uma outra série de pequenas nuancias no ambiente. Uma delas a forma silenciosa como as pessoas trabalhavam, sem muita alteração no tom de voz. As discussões se resumiam as salas fechadas, sobretudo durante reuniões. Também notei a plena ausência de barba entre os homens. Enquanto que as mulheres costumavam evitar perfumes fortes, bem como a maquiagem exagerada. Durante os anos em que lá estive, jamais houve qualquer citação explicita ou tácita sobre a necessidade de atender a estas, ou outras, regras silenciosas. Ainda assim, o ambiente de trabalho sempre me pareceu acolhedor ao mesmo tempo que tínhamos a intensa busca por nossas metas de performance.

Certa vez, um técnico mais desavisado encaminhou para todos os funcionários, um e-mail com uma dessas correntes que vendem ‘facilidades mil’. Um erro considerado como grave. Chamado por seu gestor, acabou sendo demitido.Teve a possibilidade de ir falar com um dos diretores da empresa. Chegando a sua sala, se desculpou pelo ato inconsequente e como defesa afirmou não ter conhecimento sobre a proibição do envio deste tipo de mensagem. O diretor o desculpou e afirmou: “…sou solidário a você, mas há práticas e regras de condutas que não precisam estar explicitadas para que os funcionários saibam que devem adota-las, isto faz parte da nossa cultura”.

Em tempos marcados intensamente pela necessidade de adoção de práticas de compliance, resumidamente, um grupo de regras éticas a serem seguidas pelos colaboradores de uma organização, tendo em vista cumprir normas legais e regulamentares inerentes ao negócio e a instituição, chega a ser estranha a existência de qualquer relação próxima sobre o fato do funcionário ter que saber, tacitamente, que não deve agir sem lisura no dia a dia corporativo, ou se ele deve ser treinado formalmente para atuar de forma ética. Muitas das organizações que acabam por seguir em caminhos, digamos, menos republicanos, assim as fazem por conta da cultura vigente. Difícil acreditar que uma empresa se submeta a cultura do mercado em que atua, se houver uma total incompatibilidade entre os os valores presentes em cada uma delas. Além disso, ainda que não haja qualquer sinalização explicita sobre a cultura, ela costuma ‘entrar na corrente sanguínea dos colaboradores’, o que faz com que eles ajam de forma alinhada com a mesma. Às vezes até os valores são abraçados. Eles estão lá presentes e cabem as funcionários escolherem quais rumos tomar, muita vezes não por foro intimo, mas por total compatibilidade. Os códigos de ética associados as missão e visão apresentadas por boa parte das empresas costumam pregar os melhores valores morais e éticos. Ainda assim não é difícil notar o quanto eles são meio que deixados de lado no dia a dia. O motivo? A cultura está acima de toda e qualquer missão, e ainda que nem sempre esteja formalmente escrita e seja insípida, indolor, inodora, ela está bem presente e no comando, o que dá a missão, um papel, no máximo, de coadjuvante.

Ganha contornos de “faz me rir” acreditar que as organizações passarão a agir de forma ética simplesmente por conta da adoção de práticas de compliance, tão pouco porque estão treinando seus colaboradores a agiram segundo tais regras. Não são procedimentos que fazem com que as coisas aconteçam como deveriam, e quando se fala de ética, tão pouco os treinamentos trarão qualquer efeito, o que os tornam muito mais próximos do “para inglês ver” do que efetivamente como uma intenção verdadeira de mudança. Por um acaso, alguém pode imaginar que após uma série de capacitações as pessoas passarão a agir de maneira ética? Seria pueril se assim o fosse. São os exemplos, as ações do dia a dia, os meios de controle, o olhar enviesado diante alguma prática ‘estranha’, o cheiro do ‘ilícito’, a impressão do estar sendo vigiado que costumam ter muito mais eficácia em todo este processo. A se pensar…

* Em tempo, quanto a barba na empresa em que atuei, após alguns anos, foi contratado um novo presidente para o conselho. Ele tinha uma vistosa barba, era a cultura em movimento…

Imagem extraída de: https://jrsantiagojr.medium.com/sim-dá-para-impor-cultura-ética-nas-organizações-96299e98de45

– Quando o Coiote terceirizou o serviço para pegar o Papa-léguas…

Quando não temos competência para algo, se tivermos condição financeira, terceirizamos para pessoas mais competentes.

Essa ilustração animada e brincalhona, é perfeita: quem fez o serviço ao Coiote foi o Sonic…

Abaixo:

– 6 Hábitos Curiosos de Steve Jobs.

Steve Jobs foi uma das mentes mais produtivas e inovadoras atuantes no século XX. Junto com Henry Ford, Peter Drucker, Bill Gates ou outros caras geniais, revolucionaram o mundo da administração de empresas, da tecnologia e o cotidiano mundial.

Mas… todos têm os seus defeitos, ok?

Portanto, compartilho ótima matéria sobre 6 ações CURIOSAS deste gênio:

Extraído de: http://is.gd/Wsb56r

6 HÁBITOS DE STEVE JOBS

Mas isso não quer dizer que você deva segui-los…

Por DAVID Cohen e Carlos Rydlewski

Steve Jobs era um CEO fantástico, e a Apple é uma empresa extraordinária. Mas o culto a ele está passando um pouco dos limites. Por isso tentamos desmistificar seis de suas mais famosas características:

  1. Assédio moral:

Achincalhar funcionários com palavrões era uma marca registrada da gestão de Jobs. Talvez os produtos extraordinários sejam obtidos apesar da pressão, não por causa dela. Outros chefes que tentaram o mesmo método só conseguiram processos trabalhistas.

  1. Apostas ousadas no novo :

Jobs dizia que olhava adiante, para o ponto em que a bola iria estar. Como bem sabe a Sony, que em 2004 lançou o Librié, um precursor do Kindle, os desbravadores não costumam ser os vencedores da corrida.

  1. Perfeccionismo:

Jobs era tão perfeccionista que nem conseguia escolher móveis para sua casa. Pode levar à paralisia da empresa.

  1. Menosprezo pela opinião do cliente:

Para Jobs, o cliente não tinha de opinar. O risco é seu produto ficar restrito a uns poucos fãs. Como, aliás, foi o caso da Apple durante anos.

  1. Criar um campo de distorção:

É uma referência ao carisma de Jobs, capaz de convencer o interlocutor mesmo quando estava errado. Grandes ditadores populistas – como Hitler e Mussolini – tinham o mesmo poder.

  1. Abrir a mente:

Jobs dizia que o LSD teve papel fundamental em sua visão de mundo. Mas a droga pode levar à paranoia, ou suspender inibições a ponto de provocar acidentes fatais.

– Filhos, atualmente, nascem “menos espertos” que os pais?

Pela primeira vez na história, uma geração é menos inteligente do que os seus pais. E a culpa é das telas!

Extraído de: https://saude.abril.com.br/blog/pediatria-descomplicada/familia-digital-o-abuso-de-telas-cobra-um-preco-alto-de-todos/

O ABUSO DAS TELAS COBRANDO UM PREÇO ALTO DE TODOS

Não desgrudar de dispositivos tecnológicos atrapalha o desenvolvimento pleno das crianças e afeta o convívio familiar. Precisamos rever esse hábito

É um jantar típico de família. Os celulares estão apoiados sobre a mesa. Cada um possui seu próprio aparelho, que vibra de cinco em cinco segundos, chamando para algo que certamente pode esperar.

O pai utiliza fones sem fio e está numa call interminável. A criança mais nova é colocada diante de um tablet – que passa Mundo de Bita ou Galinha Pintadinha – para que consiga permanecer à mesa. O filho adolescente está preocupado em terminar logo o jantar para postar uma selfie com um filtro novo no Tik Tok. Ao fundo, a televisão ligada anuncia algo no noticiário. Parece uma cena comum para você? Essa é a mais nova geração digital. Ou melhor, família digital.

O fato é que nunca estivemos tão conectados com o mundo que nos cerca – as informações voam. Mas isso não é necessariamente um problema. A grande questão é o tempo que dedicamos às novas tecnologias. Pode reparar: não fazemos ideia da quantidade de horas que passamos em frente às telas. O turno de trabalho acaba e continuamos ali, passeando na rede social, assistindo a séries ou filmes, lendo notícias e fofocas, vendo lives…

O mais assustador é que esse tipo de comportamento se agrava sem nem percebermos. O tempo de tela foge do controle dos pais quando um tablet ou celular cai na mão de uma criança. Pior: perdemos a noção do que elas estão vendo. E é importante lembrar que, fora músicas inocentes e jogos educativos, as redes estão cheias de conteúdos perigosos, com insinuação sexual e cyberbullying, além de vídeos que estimulam o consumismo, definindo o comportamento do jovem e do adolescente.

Temos que refletir sobre onde chegamos. Afinal, o tempo de ócio criativo deixa de existir quando uma tela entra em jogo. Perde-se a capacidade de pensar, inventar, criar histórias. Perde-se a oportunidade de se relacionar com o outro, de dar risada e de curtir momentos em família – como acontecia na mesa de jantar.

Não precisamos (ou não deveríamos) ficar online o tempo todo. Esse comportamento nos desconectou da presença real, do olho no olho e da convivência em família. Isso tudo precisa ser resgatado – e urgentemente.

Estudos de neurociência mostram que o cérebro humano é capaz de fazer 700 a 1 mil conexões cerebrais por segundo nos primeiros anos de vida. Aos 2 anos de idade, teremos mais conexões cerebrais do que aos 6 anos. Apenas as mais importantes serão mantidas até a vida adulta. Que memórias e aprendizados você quer oferecer ao seu filho?

Viva o mundo real

Penso que o desenvolvimento da criança está intimamente ligado à vivência que ela tem do mundo. O brincar, o contato com a natureza e a relação com o outro, por exemplo, são momentos importantes de aprendizado. Muitas tarefas e estímulos podem e devem ser orientados, mas essas experiências mais livres permitem que a criança exercite a capacidade criativa em seu máximo potencial.

São aspectos do desenvolvimento que não podem ser conquistados através de uma tela. Por isso, refiro-me a esse aspecto de alienação digital: devemos perceber o quanto o uso dos eletrônicos nos privaram de tantas outras coisas essenciais.

Longe de mim ser contra o avanço da tecnologia! Seria negar o mundo que nos cerca. Nossos filhos nasceram na era touch, com a facilidade de ter tudo na palma da mão. O digital faz parte da vida deles. O grande dilema, faço questão de frisar, é o mau uso desses recursos.

Segundo o neurocientista francês Michel Desmurget, vivemos um momento histórico, no qual, pela primeira vez, os filhos têm um quociente de inteligência (o famoso QI) mais baixo que o dos pais. Em outras palavras, a geração atual tem menor capacidade cognitiva, apresentando problemas de linguagem, concentração, memória e cultura.

Isso é decorrente da diminuição das interações sociais, da piora da qualidade do sono, do aumento de atividades que não exercitam a mente, entre outras coisas que estão, no fundo, intimamente associadas ao uso abusivo das telas.

De parceiros a vilões

Os dispositivos digitais se transformam em um problema no momento em que deixamos de interagir com nossos filhos da forma que deveríamos. Veja: o cérebro deles é estimulado de outra maneira quando se divertem ao ar livre, usam jogos e brinquedos reais e lidam com pessoas de carne e osso.

Com a pandemia de coronavírus, a situação ficou ainda mais crítica. Afinal, atividades essenciais, como a ida à escola, ficaram restritas (quando possível) ao universo online. E, assim, passou-se um ano inteiro.

Sem falar que muitos pais liberaram as telas não apenas para as aulas, mas também para atuarem como passatempos, já que, além de cuidar das crianças, precisavam trabalhar e manter a casa em ordem.

Mas, como minimizar os danos? Como sobreviver às condições que uma pandemia nos impôs? É urgente que tomemos as rédeas e saibamos controlar o que nossos filhos estão vendo e por quanto tempo. Trago aqui algumas dicas de sobrevivência à tecnologia – elas servem inclusive para os adultos.

1. Comece impondo limites para todos: momentos em família nunca devem acontecer com o celular, tablet ou qualquer tecnologia individual sendo utilizada. Aproveitem o tempo para conversar e interagir de forma real.

2. O horário de refeições deve ser sagrado: nada de celulares à mesa.

3. Controle o tempo de uso: para crianças abaixo de 2 anos, as telas devem ser evitadas ao máximo. Para crianças de 2 a 5 anos, limitar a uma hora por dia. Dos 6 aos 10 anos, permita de uma a duas horas diárias. Para adolescentes entre 11 e 18 anos, de duas a três horas por dia é o suficiente. Todas as atividades devem ser supervisionadas e ter intuito educacional.

4. Não existe segredo na internet! Os pais devem estar cientes dos conteúdos que os filhos assistem, e tomar especial cuidado com aqueles de cunho violento e sexual (com nudez e pornografia), além das práticas de cyberbulling.

5. Tenham (todos) um momento de desconexão. Promova o contato com a natureza, a prática de exercícios físicos e as atividades ao ar livre – que sejam possíveis nesse momento.

6. Estejam atentos aos sinais de que algo não vai bem, como alteração de comportamento, agressividade, irritabilidade, dificuldade para dormir, sonolência excessiva durante o dia ou mesmo apatia. Tudo isso pode sinalizar depressão, ansiedade e até mesmo experiências de violência na internet.

7. Deem o exemplo enquanto pais, aprendendo também sobre o uso racional das tecnologias, já que isso afeta toda a família.

Seguimos nesse processo de constante aprendizado, lembrando sempre que a primeira infância só é vivida uma única vez.

criança brincando com tablet

Excesso de telas traz repercussões para a família toda. Foto: Robo Wunderkind/Unsplash/SAÚDE é Vital

– O desafio do Burger King ao McDonalds no Acre.

O McDonald’s não tem restaurantes no Amapá, na Roraima e no Acre. Sendo assim, o Burger King, que possui uma unidade em Rio Branco, ousou: desafiou o concorrente a abrir uma unidade lá, a fim de permitir que os clientes comparem os lanches!

Marketing inteligente ou não?

– 7 Mitos que jovens administradores acreditam!

Cada vez mais os jovens brasileiros querem empreender. Mas, para muitos, não é fácil, devido aos medos e a falta de dinheiro. Saiba 7 mitos que existem no ideário do administrador:

Extraído de: http://exame.abril.com.br/pme/noticias/7-mitos-que-os-jovens-empreendedores-ainda-acreditam

7 MITOS QUE OS JOVENS EMPREENDEDORES AINDA ACREDITAM

Não buscar sócios com conhecimentos complementares é um dos erros dos jovens empreendedores

por Priscila Zuini

Está comprovado: ter um negócio próprio é o sonho de maioria dos jovens brasileiros. Segundo uma pesquisa realizada pela Cia de Talentos em parceria com a Nextview People, 56% dos ouvidos disseram que pretendem empreender em algum momento da vida.

Os jovens também são maioria entre os que já empreendem. De acordo com o levantamento GEM 2012,33,8% dos negócios iniciais estão nas mãos de pessoas entre 25 e 34 anos. “O empreendedorismo está consolidado na cabeça do jovem como opção de vida, o que não está é o preparo desse jovem”, diz Bruno Caetano, diretor-superintende do Sebrae/SP.

Além das várias dificuldades de um negócio, os jovens costumam ter que lidar, muitas vezes, com a descrença. “Tem muitas pessoas que acham que precisam de mais capacitação ou vivência e não podem ter seu negócio próprio”, diz Marcelo Nakagawa, coordenador do Centro de Empreendedorismo do Insper. Veja abaixo alguns mitos sobre ter uma pequena empresa antes dos 30 anos.

1. Uma boa ideia basta

Muitas vezes, os jovens escolhem um hobby ou passatempo para transformar em negócio. “Muitos acreditem que basta ter uma boa ideia para que vire um negócio de sucesso”, diz Caetano.

Além de gostar da atividade, o jovem precisa se preparar para tirar o negócio do papel e não só apostar na sorte. “Ter uma grande ideia inovadora não é ter um grande negócio. Sem um time, a empresa cai por terra no primeiro contato com o cliente porque não vai ter quem execute”, alerta Nakagawa.

2. Empreender durante a faculdade é difícil

Largar a faculdade pelo negócio foi um passo para empreendedores como Mark Zuckerberg. Mas não é a regra. “Tem muitos que conseguem conciliar as duas coisas, principalmente quando o negócio é na área dele”, diz o professor do Insper.

Segundo ele, depende do empreendedor saber aproveitar os recursos e contatos da faculdade. “A dica que eu deixo é que ele se prepare para virar empreendedor. Está mais fácil para o jovem que está mais acostumado com o ambiente de escola, de estudo, de preparação”, sugere Caetano.

3. Negócios inovadores não têm concorrência

Confundir otimismo e ingenuidade é, para Nakagawa, um erro dos empreendedores mais jovens. “Ele tem que ser otimista, mas não pode ser ingênuo a ponto de achar que não tem concorrência”, diz. Segundo ele, é comum que nesta fase o empreendedor se sinta infalível. “Se o negócio der certo, vão aparecer dez negócios similares ao seu”, alerta o professor.

Outro mito, segundo ele, é achar que a concorrência vai demorar a reagir a sua inovação. “Em alguns casos é verdade. Em outros, é mito e o concorrente vai para cima e ocupa o espaço da startup”, explica.

4. Jovens têm mais chances de quebrar

Segundo Caetano, não há nenhum estudo que indique que empresas de jovens estão mais propensas ao fracasso. “Não há diferença significativa nas taxas de mortalidade de empresas chefiadas por jovens. Existe um preconceito da própria sociedade e os próprios jovens ficam inibidos de empreender”, justifica.

5. Reunir amigos na sociedade é melhor

Na universidade, muitos empreendedores reúnem um grupo de amigos da mesma turma para abrir um negócio. A afinidade pode parecer um bom motivo para estabelecer uma sociedade, mas pode ser uma armadilha. “Muitos começam a empresa com colegas da faculdade e o sócio é um espelho dele, com a mesma formação e os mesmos hábitos”, diz.

É preciso saber formar uma equipe que se complemente. “Basicamente, a regra é ter de alguém que sabe vender, alguém que sabe fazer e um terceiro sócio que cuide da gestão mais burocrática”, ensina o professor.

Para Caetano, achar que pode fazer tudo sozinho também pode acabar com o negócio. “É um erro fatal, precisa ter sócios que se complementem”, indica o executivo do Sebrae/SP.

6. O fracasso é o fim

Ninguém começa um negócio pensando em fracassar. Mas, se isso acontecer, não é o fim do mundo. “Uma questão que precisa ficar clara é que ele acha que não pode fracassar. É comum encontrar empreendedores que na primeira tentativa não deram certo, mas usaram isso como fonte de aprendizagem para negócios posteriores”, explica Caetano.

7. Um produto bom dispensa experiência

Assim como só uma boa ideia não é suficiente, o empreendedor não pode dispensar o conhecimento confiando apenas no produto ou serviço. “Achar que vai sustentar o negócio sem ter experiência em gestão é um erro”, diz Caetano. Outro mito é acreditar que as vendas vão acontecer facilmente. “Venda é uma estratégia, precisa ser estudada e exige dedicação”, afirma.

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Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– Crescem ações por assédio no trabalho e empresas ampliam alerta.

Processos por assédio moral e sexual cresceram em 2025 e reforçam a necessidade de políticas preventivas nas empresas. #Linkezine ⚖️ O post Crescem …

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– Líderes e suas funções.

Quando em cargos de comando, não caia na vaidade de ter seguidores ou fãs. Preocupe-se em criar novos líderes! Essa é a recompensa real da função.

Gostei dessa mensagem, de Ralph Nader:

– E sobram Ovos de Páscoa! São de chocolate ou de ouro?

Os ovos de chocolate não estão caros. Estão caríssimos!!!

Leio que estão encalhando nos supermercados, pois muitas pessoas estão comprando ovos caseiros, mais baratos e com mais bombons.

Acontecerá às vésperas do domingo o que acontece depois da Páscoa: promoção do tipo “leve 2 pague 1”.

A verdade é que os fabricantes sempre abusam do oportunismo da data. Neste ano, com o país em crise, se deram mal.

E saber que no Exterior, o mesmo ovo é mais barato…

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Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.