– Deixar as preocupações de lado: você consegue?

Muito bacana a matéria intitulada “DESOCUPE-SE”, da Revista Época (ed 838, pg 78-84), por Natália Spinacé, sobre pessoas sobrecarregadas de tarefas e que lutam para uma melhor qualidade de vida.

Nela, há dicas de como acabar com a correria no trabalho, nos afazeres domésticos e outras situações.

Abaixo:

DICAS PARA ACABAR COM A CORRERIA…

1) …NO TRABALHO

Tentar ser um funcionário exemplar e acumular tarefas costuma ser um atalho para o desespero

– Trabalhe apenas em seu horário estipulado. Estudos comprovam que horas demais no ambiente de trabalho levam a produtividade e a qualidade do trabalho a cair;

– Quando estiver no trabalho, trabalhe de verdade e evite procrastinar. A culpa por tarefas não executadas atrapalha o tempo livre;

– Liberte-se do “trabalhador ideal”. Se sua empresa exige disponibilidade total e horas infinitas de trabalho para promovê-lo, talvez você esteja na empresa errada;

– Não leve trabalho para casa. Estender o expediente no local onde você deveria relaxar é um erro. Você não descansa nem trabalha direito.

2) …NO LAZER

A culpa é a principal razão para as pessoas não aproveitarem o tempo livre

– Organize seu tempo livre. Pense realmente em como você quer se sentir e que tipo de experiência quer ter;

– Desligue-se. Você não precisa olhar seu e-mail durante os momentos de lazer. Dificilmente alguma coisa não poderá ser resolvida por outra pessoa;

– Tire férias. Estudos comprovam que quem descansa regularmente tem um desempenho melhor no trabalho;

– Liberte-se da culpa. Sentir-se culpado ou com a sensação de que deveria fazer algo produtivo anula o descanso.

3) …EM CASA

Para alguns, sair do trabalho é um alívio. Para outros, é só o começo da confusão

– Divida tarefas. Nada de ficar com a maior parte do trabalho e pedir apenas uma “ajudinha”. A divisão do trabalho doméstico deve ser de igual para igual;

– Peça ajuda nos dias de caos. Filhos doentes, pia cheia de louça, pó por todos os lados. Chame a sogra, a mãe ou uma amiga. Não faltarão oportunidades de retribuir;

– Não seja neurótico. A casa não precisa estar sempre impecável. Aproveite o tempo com a família para relaxar e se divertir;

– Deixe as preocupações no escritório. O lar é o lugar para recarregar as baterias. Tente não pensar nos problemas de trabalho enquanto estiver fora dele.

A matéria, segue:

DESOCUPE-SE

Ficar sobrecarregado e não ter tempo para nada virou obrigação, mas não deveria ser motivo de orgulho. Um novo livro reúne dicas para fugir dessa armadilha e acabar com a cultura da pressa.

Por Natália Spinacé

Estar ocupado virou moda. Repare. Quantas vezes, nos últimos dias, você ouviu alguém reclamar sobre como a vida anda corrida? Todos adoramos falar sobre isso. Exaltamos para amigos e conhecidos o número de reuniões que tivemos na semana, quanto estudamos ou trabalhamos. E como não sobrou tempo para encontrar os amigos, para ler ou dormir. Ter tempo para essas banalidades é coisa de desocupados e perdedores. Ninguém quer ser um deles. Ser ocupado traz prestígio social, e é em busca desse prestígio que muitos exageram. Pior: até quem não tem tarefas suficientes para se sobrecarregar acaba enrolando, só para se juntar ao time dos desesperados e reclamar nas redes sociais sobre a quantidade de trabalho.

Hoje em dia, ser (ou parecer) assoberbado é ter status — e essa pode ser uma moda perigosa. É essa a tese central do livro Overwhelwed (Sobrecarregado), recém lançado nos Estados Unidos. A autora, a jornalista americana Brigid Schultc, escreve sobre a epidemia de ocupação em que vivemos e sobre como ela nos afeta. Ela também dá dicas para fugir da cultura da pressa e organizar melhor o cotidiano em vários aspectos da vida.

Nem sempre foi assim. Ter tempo livre de sobra já foi sinal de nobreza, e o trabalho era tido como urna tarefa inferior. Na Roma Antiga, o ócio era visto como urna condição fundamental para a erudição, e o trabalho era desprezado. Hans-Joachim Voth, um historiador da Universidade de Zurique, afirma que, no século XIX, poderia se dizer quão pobre era uma pessoa analisando o tanto de horas que trabalhava. Quanto mais horas gastas no trabalho, mais pobre. Urna cena da série Downton Abbey, que retrata a vida da aristocracia britânica no início do século XX, deixa isso claro. Confusa com as conversas de seus parentes sobre trabalho, uma velha condessa interrompe a discussão e pergunta a eles o significado da expressão “fim de semana”. Para quem preenchia todos os dias com lazer, era difícil en tender esse conceito.

No século XX, muitos intelectuais alimentaram o sonho de que o luxo de urna vida de pouco trabalho seria possível para todos. Num ensaio escrito em 1930, o economista John Maynard Keynes fez previsões de que, em 2030, uma semana de trabalho teria 15 horas. Nada disso aconteceu. As incertezas econômicas e o apetite insaciável pelo consumo nos levaram a trabalhar cada vez mais, e esse comportamento nunca foi condenado. “O trabalho passou a ser visto corno algo nobre, edificante’ diz Brigid. “Não importa se, para isso, você sacrifica seu tempo com a família ou sua saúde.”

Hoje, quem tem tempo livre é tido como inútil ou desinteressante. Seguindo a lógica calvinista, segundo a qual o trabalho dignifica o homem, quanto mais tempo passamos na labuta, mais admirados somos. Um estudo divulgado no mês passado pela Universidade de Oxford, na Inglaterra, constatou que, até a década de 1960, homens mais instruídos passavam menos horas por dia no trabalho que trabalhadores braçais. Hoje, quanto maior o nível de instrução, maior o tempo no trabalho. Muitos dos entrevistados afirmaram preferir o tempo no escritório aos momentos de lazer.

A tecnologia contribuiu para consagrar o trabalho. As empresas dão a seus funcionários computadores e smartphones e esperam deles produtividade em tempo integral. “Nenhuma empresa mostra isso abertamente, mas existe uma pressão psicológica velada para que o funcionário esteja disponível o tempo todo”, afirma o consultor Christian Barbosa, autor de A tríade do tempo, um popular manual sobre produtividade. Esse perfil é chamado pelos especialistas de “trabalhador ideal”. Aquele que trabalha mais horas que as estipuladas vai ao escritório mesmo doente, está sempre disponível, não reclama de nada e coloca o trabalho sempre em primeiro lugar. “As empresas, hoje, sonham com esse tipo de funcionário”, diz Brigid. “Mas essa expectativa é desumana.”

Essa dedicação extrema ao trabalho, é claro, traz dividendos financeiros. Uma pesquisa feita por Peter Kuhn, da Universidade da Califórnia, e Fernando Lozano, do Pomona College, nos Estados Unidos, mostrou que, entre trabalhadores com alta qualificação, uma pessoa que trabalhava 55 horas por se mana, na década de 1980, ganhava, em média, 11% mais do que urna que trabalhava 40 horas por semana na mesma atividade. Na virada do milênio, essa diferença aumentara para 25%. Mas a obsessão pelo trabalho traz também consequências negativas. Urna delas é a desvalorização do lazer. Pedir férias tornou-se constrangedor. Passar dias sem checar e-mails é considerado uma irresponsabilidade por muitas pessoas.

“O lazer passou a ser visto como algo errado e desnecessário”, afirma Karla Flenderson, psicóloga que estuda os benefícios do lazer na Universidade da Carolina do Norte, nos Estados Uni dos. Pesquisas sobre o assunto mostram que a crença na desimportância do lazer não tem nenhuma fundamentação. Um estudo feito por cientistas do Centro de Estresse cia Universidade Yale concluiu que pessoas submetidas a situações de estresse constantemente sofrem alterações cerebrais que comprometem funções como a memória e a capacidade de fazer planos, tomar decisões e aprender. Tirar férias, fazer pausas e evitar o acúmulo de tarefas está, portanto, longe de ser algo supérfluo.

Se os superocupados tive tempo para analisar seus hábitos, perceberiam que ser ocupado demais é improdutivo. Uma pesquisa feita pela Harvard Business School comparou o desempenho de dois grupos de trabalhadores de uma mesma empresa. O primeiro grupo era formado por funcionários que não tiravam férias e trabalhavam em torno de 50 horas por semana. O segundo grupo não tinha férias atrasadas e trabalhava em média 40 horas semanais. O resulta do mostrou que o grupo que trabalhava menos horas era mais eficiente e produtivo que o primeiro. Numa pesquisa feita na Microsoft, o resultado mostrou que, numa semana de 45 horas de trabalho, a maioria dos funcionários só é produtiva durante 28 horas.

Alguns países e empresas resistem à cultura da ocupação. Na Dinamarca, o horário de trabalho tradicional é das 9 às 16 horas. Quem precisa de muitas horas extras não é visto como bom funcionário, mas como incompetente. Na França um novo acordo trabalhista feito em abril proíbe trabalhadores de responder a e-mails após as 18 horas. A nova regra foi criada pelos sindicatos franceses, e as empresas não devem exercer nenhum tipo de pressão para que seus funcionários trabalhem após o horário estipulado pela legislação trabalhista francesa, que prevê jornadas semanais de 35 horas. A Menlo, uma empresa de software nos Estados Uni dos, adotou um esquema rígido com seus funcionários. Lá, é proibido trabalhar após as 18 horas. Quem insiste se arrisca a ser mandado embora. As reuniões não devem durar mais de dez minutos. “As empresas não nos permitem ser humanos”, diz Rich Sheridan, um dos fundadores da Menlo. “Precisa mos negar que temos filhos, que temos pais envelhecendo e que precisam de cuidados. Isso não faz sentido.” O resultado dessas iniciativas beneficia não só os funcionários, que ganham tempo para o lazer e a família sem sentimento de culpa, mas também as empresas, que garantem mão de obra motivada e mais produtiva. Numa pesquisa feita na Dinamarca pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico OCDE), 84% da população respondeu ter mais experiências positivas que negativas durante um dia de trabalho.

Mudar-se para a Dinamarca não é uma opção para todos. Mas reclamar menos, impor limites à própria rotina de trabalho e aproveitar melhor os momentos de lazer são metas que qualquer um pode atingir. Em seu livro, Brigid reúne dicas para quem quer fugir da cultura da pressa e aproveitar melhor o tempo livre no trabalho, no lazer e na família. Várias dessas dicas estão nos quadros que acompanham esta reportagem. Da próxima vez que sentir vontade de dizei quanto está cansado, estressado ou ocupado, pense bem. Será que isso e uma razão para se gabar? Quem deveria ter orgulho são os franceses ou os dinamarqueses, que conseguem sair do trabalho a tempo para relaxar e curtir a vida. Isso sim, é ter status.

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– Sensitivity Reader (as pessoas que trabalham como leitores sensíveis) são cada vez mais comuns no Brasil

Nos tempos do politicamente correto, muitos cuidados se deve tomar para não ofender minorias sociais. E creia: isso tem sido um tema relevante à indústria editorial.
Extraído de: http://temas.folha.uol.com.br/liberdade-de-opiniao-x-discurso-de-odio/liberdade-de-expressao/mercado-editorial-adota-funcao-do-leitor-sensivel-para-evitar-boicotes.shtml

MERCADO EDITORIAL ADOTA FUNÇÃO DO ‘LEITOR SENSÍVEL’ PARA EVITAR BOICOTES

Por Amanda Ribeiro Marques

A sensibilidade dos tempos de causas identitárias gerou uma profissão no mercado editorial: o “leitor sensível”.

Surgido nos países de língua inglesa e atuando ainda de forma incipiente no Brasil, o “sensitivity reader” é, normalmente, um integrante de grupos sociais contratado para apontar, ainda no manuscrito, conteúdos que possam provocar pressões e boicotes.

A maioria se qualifica por características como cor da pele, nacionalidade, orientação sexual, vícios, histórico de abuso sexual e problemas psiquiátricos. Parte tem formação literária, mas importa pouco. O principal é a experiência pessoal, que permite identificar conteúdos suscetíveis a afrontar minorias.

Dois exemplos de desagrado militante foram registrados nos Estados Unidos em 2015 e 2016, quando as autoras Emily Jenkins (“A Fine Dessert”) e Ramin Ganeshram (“A Birthday Cake to George Washington”) foram criticadas por ilustrarem seus livros infantis com escravos sorridentes.

Jenkins, americana loira de olhos claros, foi acusada de retratar a escravidão como “desagradável, mas não horrenda”. Desculpou-se e doou os lucros a uma organização de incentivo à diversidade literária.

No caso de Ganeshram, americana cujos pais são de Trinidad e Tobago e do Irã, a obra saiu de circulação e recebeu diversas resenhas negativas.

Críticas a obras e autores não são novidade nem o que mais preocupa a PEN America, organização que promove a liberdade de expressão.

Mais grave, diz Sarah Edkins, diretora de comunicação da entidade, é a alta dos “book challenges”, pedidos de retirada de livros considerados impróprios de bibliotecas e escolas. Segundo relatório da PEN America em 2016, obras com personagens negros, LGBT ou portadores de deficiência são as maiores vítimas.

As solicitações são feitas tanto por grupos sociais que se sentem representados de maneira insensível quanto por grupos conservadores, que se opõem à apresentação dessas temáticas a crianças.

Como os pedidos são feitos a nível local, não há estimativas precisas sobre o total de requerimentos. A decisão do banimento cabe a cada uma das bibliotecas.

É esse cerco que o “leitor sensível” visa evitar. Como não existe curso ou linha de orientação, cada um tem seu método de trabalho. Parte produz um relatório sobre a obra como um todo. Outros comentam trecho a trecho, apontando por que tal termo é ofensivo ou tal passagem desrespeita determinada identidade.

“Com esse trabalho, transformo em força aquilo que me colocaria em desvantagem em uma sociedade que só valoriza homens brancos, heterossexuais e cisgênero, e recebo compensação financeira por algo que antes só servia para me discriminar”, diz o canadense Sharmake Bouraleh, 22.

Gay, negro, muçulmano e diagnosticado com transtornos de ansiedade, Bouraleh tem formação em escrita criativa. Ele diz ter sido atraído para a função por ter suas identidades marginalizadas e mal caracterizadas na literatura.

A americana Ashley Mitchell, revisora que decidiu atuar como “leitora sensível”, partilha desse objetivo. Ela afirma querer alertar escritores brancos sobre equívocos em personagens negros.

“Era visível para leitores politicamente corretos que essas representações não eram precisas e que isso poderia ser facilmente resolvido com o feedback de grupos marginalizados representados nas obras”.

MERCADO NACIONAL

No Brasil, a função dá seus primeiros passos. A Seguinte, segmento jovem do grupo Companhia das Letras, tomou a dianteira e contratou a advogada travesti Terra Johari, 25, para colaborar no processo de tradução de “Fera”, da americana Brie Spangler (ed. Seguinte, 384 págs., R$ 27,90). Uma das personagens é trans.

Johari avaliou a tradução de termos e diálogos e ajudou a elaborar um glossário de conceitos relacionados à transgeneridade. Pela produção de um parecer de nove páginas embasado em teorias de gênero e experiências pessoais, recebeu R$ 500. No mercado anglófono, esse serviço rende cerca de US$ 250 (R$ 825).

Para Nathalia Dimambro, editora da Seguinte, a experiência deve ser repetida. “Quando um autor escreve sobre uma minoria da qual não faz parte, pode sem querer reforçar estereótipos ou usar termos que sejam mal interpretados.”

Há quem enxergue o processo como tentativa de censura ou de impedir o escritor de apresentar sua visão de mundo, ainda que esta seja tachada de politicamente incorreta.

Stacy Whitman, editora da americana Lee and Low Books, discorda. Para ela, o processo de edição não pode ser confundido com censura.

Sarah Edkins, da PEN America, defende tanto o direito à liberdade de expressão quanto o de os editores rejeitarem o que não quiserem publicar. “Autores e editores sempre fizeram considerações individuais sobre a recepção das mensagens e a potencial repercussão social das obras.”

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– Os donos da BMW falam das responsabilidades da vida de um bilionário!

Pensa que é fácil ser bilionário?

Ter muito dinheiro ao seu lado dá muitas facilidades às coisas, e ao mesmo tempo dá uma quantidade de obrigações assumidas de grande monta.

Veja esse interessante depoimento dos “donos” da BMW, icônica indústria automobilística,

Extraído de: https://www.infomoney.com.br/negocios/grandes-empresas/noticia/8430703/herdeiros-da-bmw-dizem-que-vida-de-bilionarios-nao-e-tao-facil

HERDEIROS DA BMW DIZEM QUE VIDA DE BILIONÁRIOS NÃO É TÃO FÁCIL

Lidar com a responsabilidade e a inveja de herdar riqueza é um fardo que muitos não compreendem, segundo Susanne Klatten e Stefan Quandt, os irmãos bilionários que juntos são donos de quase metade da BMW.

“Muitos acreditam que estamos permanentemente sentados em um iate no Mediterrâneo”, disse Klatten em rara entrevista à Manager Magazin, que também conversou com seu irmão mais novo, publicada na quinta-feira. “O papel de guardião do patrimônio também tem lados que não são tão bons.”

Klatten – cujo pai Herbert Quandt ajudou a resgatar a BMW no fim dos anos 1950 – é a segunda pessoa mais rica da Alemanha, com uma fortuna avaliada em US$ 8,6 bilhões, de acordo com o Índice de Bilionários Bloomberg. Klatten também tem participações na empresa química Altana e na produtora de carbono SGL Carbono.

Quandt, com participações na empresa de logística Logwin e na fabricante de remédios homeopáticos Heel, tem patrimônio líquido de US$ 15,5 bilhões. Tanto ele quanto a irmã são membros do conselho fiscal da BMW.

“No nosso caso, certamente não é o dinheiro que nos impulsiona”, disse Quandt. “Acima de tudo, é a responsabilidade de garantir empregos na Alemanha.”

Os dois herdeiros dizem que estão confortáveis com seus papéis, mas inicialmente tiveram de fazer um esforço para assumir cargos de alto escalão ainda jovens.

Quandt, que tinha 30 anos quando recebeu seu primeiro assento no conselho, disse que teria preferido trabalhar alguns anos como um “simples” gerente de produtos em algum lugar ou estudar arquitetura.

“Meu ponto de partida nunca foi: ’agora vou mostrar a todos como as coisas devem ser feitas’”, disse Quandt, que questiona a lógica dos impostos sobre heranças. “Pelo contrário, foi um questionamento constante associado à insegurança.”

Klatten, que ganhou notoriedade em 1978 quando a polícia desarmou um plano para sequestrá-la, juntamente com sua mãe Johanna, disse que a redistribuição de riqueza não funciona e que uma sociedade justa deve permitir que as pessoas busquem oportunidades de acordo com suas habilidades.

“Nosso potencial decorre do papel de ser herdeira e desenvolver isso”, disse. “Trabalhamos duro nisso todos os dias.”

stefan quandt bmw

– 7 Mitos que jovens administradores acreditam!

Cada vez mais os jovens brasileiros querem empreender. Mas, para muitos, não é fácil, devido aos medos e a falta de dinheiro. Saiba 7 mitos que existem no ideário do administrador:

Extraído de: http://exame.abril.com.br/pme/noticias/7-mitos-que-os-jovens-empreendedores-ainda-acreditam

7 MITOS QUE OS JOVENS EMPREENDEDORES AINDA ACREDITAM

Não buscar sócios com conhecimentos complementares é um dos erros dos jovens empreendedores

por Priscila Zuini

Está comprovado: ter um negócio próprio é o sonho de maioria dos jovens brasileiros. Segundo uma pesquisa realizada pela Cia de Talentos em parceria com a Nextview People, 56% dos ouvidos disseram que pretendem empreender em algum momento da vida.

Os jovens também são maioria entre os que já empreendem. De acordo com o levantamento GEM 2012,33,8% dos negócios iniciais estão nas mãos de pessoas entre 25 e 34 anos. “O empreendedorismo está consolidado na cabeça do jovem como opção de vida, o que não está é o preparo desse jovem”, diz Bruno Caetano, diretor-superintende do Sebrae/SP.

Além das várias dificuldades de um negócio, os jovens costumam ter que lidar, muitas vezes, com a descrença. “Tem muitas pessoas que acham que precisam de mais capacitação ou vivência e não podem ter seu negócio próprio”, diz Marcelo Nakagawa, coordenador do Centro de Empreendedorismo do Insper. Veja abaixo alguns mitos sobre ter uma pequena empresa antes dos 30 anos.

1. Uma boa ideia basta

Muitas vezes, os jovens escolhem um hobby ou passatempo para transformar em negócio. “Muitos acreditem que basta ter uma boa ideia para que vire um negócio de sucesso”, diz Caetano.

Além de gostar da atividade, o jovem precisa se preparar para tirar o negócio do papel e não só apostar na sorte. “Ter uma grande ideia inovadora não é ter um grande negócio. Sem um time, a empresa cai por terra no primeiro contato com o cliente porque não vai ter quem execute”, alerta Nakagawa.

2. Empreender durante a faculdade é difícil

Largar a faculdade pelo negócio foi um passo para empreendedores como Mark Zuckerberg. Mas não é a regra. “Tem muitos que conseguem conciliar as duas coisas, principalmente quando o negócio é na área dele”, diz o professor do Insper.

Segundo ele, depende do empreendedor saber aproveitar os recursos e contatos da faculdade. “A dica que eu deixo é que ele se prepare para virar empreendedor. Está mais fácil para o jovem que está mais acostumado com o ambiente de escola, de estudo, de preparação”, sugere Caetano.

3. Negócios inovadores não têm concorrência

Confundir otimismo e ingenuidade é, para Nakagawa, um erro dos empreendedores mais jovens. “Ele tem que ser otimista, mas não pode ser ingênuo a ponto de achar que não tem concorrência”, diz. Segundo ele, é comum que nesta fase o empreendedor se sinta infalível. “Se o negócio der certo, vão aparecer dez negócios similares ao seu”, alerta o professor.

Outro mito, segundo ele, é achar que a concorrência vai demorar a reagir a sua inovação. “Em alguns casos é verdade. Em outros, é mito e o concorrente vai para cima e ocupa o espaço da startup”, explica.

4. Jovens têm mais chances de quebrar

Segundo Caetano, não há nenhum estudo que indique que empresas de jovens estão mais propensas ao fracasso. “Não há diferença significativa nas taxas de mortalidade de empresas chefiadas por jovens. Existe um preconceito da própria sociedade e os próprios jovens ficam inibidos de empreender”, justifica.

5. Reunir amigos na sociedade é melhor

Na universidade, muitos empreendedores reúnem um grupo de amigos da mesma turma para abrir um negócio. A afinidade pode parecer um bom motivo para estabelecer uma sociedade, mas pode ser uma armadilha. “Muitos começam a empresa com colegas da faculdade e o sócio é um espelho dele, com a mesma formação e os mesmos hábitos”, diz.

É preciso saber formar uma equipe que se complemente. “Basicamente, a regra é ter de alguém que sabe vender, alguém que sabe fazer e um terceiro sócio que cuide da gestão mais burocrática”, ensina o professor.

Para Caetano, achar que pode fazer tudo sozinho também pode acabar com o negócio. “É um erro fatal, precisa ter sócios que se complementem”, indica o executivo do Sebrae/SP.

6. O fracasso é o fim

Ninguém começa um negócio pensando em fracassar. Mas, se isso acontecer, não é o fim do mundo. “Uma questão que precisa ficar clara é que ele acha que não pode fracassar. É comum encontrar empreendedores que na primeira tentativa não deram certo, mas usaram isso como fonte de aprendizagem para negócios posteriores”, explica Caetano.

7. Um produto bom dispensa experiência

Assim como só uma boa ideia não é suficiente, o empreendedor não pode dispensar o conhecimento confiando apenas no produto ou serviço. “Achar que vai sustentar o negócio sem ter experiência em gestão é um erro”, diz Caetano. Outro mito é acreditar que as vendas vão acontecer facilmente. “Venda é uma estratégia, precisa ser estudada e exige dedicação”, afirma.

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– Marilan: um exemplo de responsabilidade social das empresas!

Parabéns, Marilan! Quem faz a coisa certa, merece os aplausos. Veja a correta e bonita atitude da fábrica de biscoitos, frente ao pedido de uma mãe.

Abaixo: https://g1.globo.com/sp/bauru-marilia/noticia/2020/06/11/empresa-promete-fornecer-biscoito-que-saiu-de-linha-para-menino-autista-apos-mae-fazer-apelo.ghtml

EMPRESA DE MARÍLIA PROMETE FORNECER BISCOITO QUE ‘SAIU DE LINHA’ PARA MENINO AUTISTA

Mãe de Marco Antônio, de 9 anos, conta que ficou desesperada quando percebeu no mercado que o biscoito, que trazia a forma de um coração, tinha mudado. “É a companhia dele”, contou.

Mãe de menino autista faz apelo nas redes sociais para empresa de biscoito em Marília — Foto: Instagram/Reprodução

Mãe de menino autista faz apelo nas redes sociais para empresa de biscoito em Marília — Foto: Instagram/Reprodução

O apelo de uma mãe nas redes sociais levou uma empresa de Marília (SP) a prometer para o filho dela, que é autista, o fornecimento gratuito de biscoitos até o fim do ano. Mas não um biscoito qualquer: um tipo específico, que tem formato de um coração no centro – o único que ele aceita comer.

A enfermeira Loreta Toffano contou ao G1 que costumava comprar cerca de 20 pacotes de biscoito de leite ou nata de uma marca específica para o filho Marco Antônio Lacerda Magalhães, de 9 anos, que tem seletividade alimentar. No entanto, na última sexta-feira (5), ela foi ao mercado e percebeu que o produto havia mudado de formato.
“Mesmo assim eu comprei no novo formato, para tentar, mas ele tem todo um ritual, como é comum para a criança autista. Ele pega o biscoito, olha bem, faz uma inspeção visual, cheira, aí quebra bem no meio do coração. Se quebrar torto, ou se tiver um trincadinho, ele não come. Ele pegou o biscoito no formato novo, olhou, cheirou e deixou de lado”, lembra a mãe.
Marco Antônio só come o biscoito nesse formato de coração  — Foto: Arquivo pessoal

Marco Antônio só come o biscoito nesse formato de coração — Foto: Arquivo pessoal

Por causa dessa situação, Loreta decidiu publicar um apelo nas redes sociais, pedindo para que a empresa voltasse a produzir os biscoitos no formato que Marco Antônio gosta. Ela conta que o menino chora por não ter o biscoito e entra em crise. A publicação no Instagram teve mais de 2 mil curtidas e 1,5 mil comentários até quarta-feira (10).

Ao ver a publicação, a marca disse que entrou em contato com Loreta e que o menino continuaria a receber os biscoitos “que tanto ama”.

Segundo a enfermeira, a empresa a comunicou que não teria como manter o formato antigo do biscoito, mas que mandaria os pacotes exclusivamente para ela até o final do ano, de forma gratuita. Além disso, também enviaria biscoitos de outros modelos, para que o menino pudesse experimentar e fazer a transição.

O biscoito de coração faz parte da vida do Marco Antônio desde que ele tinha 2 anos, segundo a mãe. Para comprar os pacotes, Loreta gastava cerca de R$ 150 por mês.

“O biscoito é a companhia dele. Então na praia, estávamos em Cabo Frio, com o potinho de biscoito do lado. Ele está no pula-pula, e o biscoito do lado. É o companheiro de cada dia, tipo o nosso pão”, conta.

Em nota ao G1, a empresa Marilan informou que “sempre teve o comprometimento de contribuir com a sociedade” e que estimula os funcionários a ajudarem quem estiver ao alcance da marca. A empresa também confirmou que vai entregar os biscoitos para o Marco Antônio a partir do mês de julho.

*Colaborou sob a supervisão de Mariana Bonora.

Veja mais notícias da região no G1 Bauru e Marília

– As lições de coragem e liderança de Bento XVI e Francisco, voltadas para a Administração

Passada a novidade e o calor sobre o tema “Papas: ficção ou realidade” que envolveu o filme Dois Papas, da Netflix (2019), tendo assistido uma segunda vez, percebe-se que apesar de uma certa confusão do que é verdadeiro e o que é liberdade do autor da película, a produção nos traz lições que saem do campo religioso.

Devemos louvar a realidade, e observar algo pouco comentado: a coragem de Bento XVI, ao contrário do que alguns entenderam na ficção. Mais do que isso, a forma com que Francisco conduziu o processo de reconstrução da Igreja, semelhante ao de auditorias corporativas.

Encontrei no Estadão um texto (do começo de 2020) que resume muito bem tudo isso, em: https://economia.estadao.com.br/blogs/radar-do-emprego/as-licoes-de-lideranca-de-bento-xvi-visao-e-coragem/

AS LIÇÕES DE LIDERANÇA DE BENTO XVI: VISÃO E CORAGEM

Bento XVI soube aplicar magistralmente os conceitos que pavimentaram o processo de mudança organizacional no Vaticano

por Marisa Eboli

Sempre fico ansiosa para saber quem serão os indicados ao Oscar. E neste ano não foi diferente. Semana passada fiquei atenta ao anúncio dos indicados nas 24 categorias da premiação. O filme Dois Papas, dirigido pelo brasileiro Fernando Meirelles, recebeu três indicações: melhor ator coadjuvante, para Anthony Hopkins (papa Bento XVI); melhor ator principal, para Jonathan Pryce (papa Francisco); e melhor roteiro adaptado, para Anthony McCarten.

É um filme inspirado em fatos da vida real, mas as situações criadas são de ficção. A visita à Roma e os diálogos entre o cardeal Jorge Mario Bergoglio e o então papa Bento XVI, de fato, não ocorreram. Mas poderiam ser verdadeiros pois refletem a realidade.

Em 2013, Francisco substituiu o papa Bento XVI após sua renúncia, que representava a ala mais conservadora da Igreja. Francisco fazia parte de um outro pensamento teológico, mais aberto em comparação aos seus antecessores. São as diferenças teológicas entre Joseph Ratzinger e Jorge Mario Bergoglio que estão no centro das conversas retratadas no filme de Fernando Meirelles e produzido pela Netflix.

Um dos motivos para a crise que levou Ratzinger à renúncia do Vaticano foram os escândalos de pedofilia, abuso sexual e corrupção no Banco do Vaticano. E o papa Francisco foi a alternativa escolhida para salvar a Igreja, que desde os anos 1980 vinha perdendo milhões de fiéis.

Após nem um ano na função, em 2014, Francisco já era apontado por especialistas nacionais e internacionais (em gestão empresarial e economia), como exemplar pela sua liderança e estilo de gestão. Dentre outras lições do Papa para os CEOs, destacaram-se: foco na missão e enfrentamento de temas complexos. Isso tudo fica evidente no progresso do papa em difíceis e polêmicos temas com os quais ele tem lidado com lucidez, como o da homossexualidade. É inquestionável que ele está sendo responsável por diversas mudanças de rumo e inovações na Igreja Católica.

Recentemente, nomeou pela primeira vez na história uma mulher – a advogada italiana Francesca Di Giovanni – para ocupar um alto posto no Secretariado de Estado, órgão que é o centro diplomático e administrativo do Vaticano.

Andrew Pettigrew (1944), renomado professor de estratégia e organização da Universidade de Oxford propõe três conceitos que devem ser considerados num processo de mudança organizacional e cultural: o contexto (por que mudar?), o conteúdo (o que mudar?) e o processo (como mudar?).
O contexto da mudança refere-se ao principal motivo para se rever a estratégia tanto no ambiente externo quanto interno. Neste aspecto, a análise de Bento XVI foi impecável: tinha clareza das razões pelas quais deveriam ser realizadas mudanças profundas no Vaticano. O conteúdo da mudança diz respeito ao que deve ser feito em áreas específicas, como gestão geral e em especial a gestão de pessoas. Ele também vislumbrava que seus valores e princípios conservadores eram incompatíveis com um modelo de gestão mais liberal que viabilizasse as mudanças requeridas pela Igreja Católica.

Com relação ao processo de mudança, o papel da liderança é fundamental para que ela seja bem-sucedida. Uma liderança inspiradora seria essencial para viabilizar a mudança revolucionária pretendida pelo papa alemão. Uma mudança muito ousada que realmente impactou não só a instituição mas todo o mundo. Foi do alto de sua administração que Bento XVI desempenhou um papel crucial nesse processo, visto que, delineou o perfil de competências necessário para o futuro papa, que teria como missão principal redirecionar os rumos da Igreja Católica.

Francisco vem obtendo muito sucesso em suas ações. Altíssima popularidade (que, às vezes, até causa constrangimentos, como o puxão que levou dias atrás de uma fiel) e crescente número de pessoas para suas audiências abertas e outros eventos, ampliando a receita do Vaticano, que depende basicamente do turismo.

São muitas as lições aprendidas no filme Dois Papas, que ilustra conceitos como: vocação, carreira, comunicação, competências, cultura e valores. Mas, para mim, a principal lição não se refere apenas à atuação de Bergoglio e sim à de Bento XVI. Ele sim foi o grande idealizador e promotor da gestão da mudança organizacional e cultural ocorrida no Vaticano.

Teve uma atitude revolucionária, corajosa e desapegada, preocupando-se com os interesses e a missão da Igreja e não com seus próprios interesses. Convenhamos, abrir mão de um cargo tão poderoso e almejado como o que ocupava, não é um desafio fácil para um simples mortal! Sim, o papa é mortal! Soube aplicar magistralmente os conceitos que pavimentaram o processo de mudança organizacional: porque mudar, o que mudar e como mudar.

*É Doutora em Administração pela Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da USP e Especialista em Educação Corporativa. É Professora de Graduação e do Mestrado Profissional da Faculdade FIA de Administração de Negócios.

Jonathan Pryce e Anthony Hopkins em cena de ‘Dois Papas’ Foto: Peter Mountain/Netflix

– Ser produtivo no home office? Crie um ambiente adequado!

Você tem dificuldade de melhorar a produtividade do seu trabalho, por conta de distrações durante o Home Office?

Veja dicas importantes

Extraído de: Folha de São Paulo, Caderno “Sobre Carreiras”, 13/06/2020

CRIAR ROTINA AJUDA A DESOCUPAR O CÉREBRO E SER PRODUTIVO EM CASA

Especialistas ensinam técnicas para se concentrar no trabalho ou no estudo.

Por Marília Miragaia

Quem precisa manter o foco na hora de trabalhar ou estudar em casa deve criar uma rotina não só para os afazeres profissionais. É necessário planejar o dia inteiro, desde a hora de acordar até dormir, incluindo momentos de lazer e tarefas domésticas.

“É importante ter uma rotina global. Como não há mais diferença espacial e temporal entre trabalho e lazer, você precisa construir essa diferença. Senão, não faz nenhuma das coisas bem”, afirma Fabiano Moulin, neurologista e médico-assistente do departamento de neurologia da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo).

Antes da pandemia, a maior parte da rotina nos escritórios não era determinada pelos profissionais. Em casa, o trabalhador pode ter a sensação de que construir esses hábitos é algo artificial.

“Tivemos que trazer para a consciência microdecisões que a gente não tomava antes, mas o cérebro não tem capacidade para lidar com todo esse fluxo de informações. Por isso, os hábitos são importantes”, explica Moulin.

E fazer um planejamento por escrito ajuda o cérebro a automatizar esses afazeres. A programação também é uma saída para controlar a ansiedade, afirma Christian Barbosa, especialista em produtividade e empresário.

“Quando não sabemos exatamente o que precisamos fazer, estamos aumentando nosso esforço para executar tarefas”, diz Saulo Velasco, psicólogo e fundador da Lupa – Educação Ampliada, organização que atua com estudantes e professores.

Na hora de colocar no papel a rotina diária, é importante sentar e conversar com a família para discutir como eles podem participar desse processo, afirma Moulin. Se tudo for combinado antes, fica mais fácil se dividir entre todas as tarefas e conseguir momentos de silêncio.

A forma de se organizar varia de pessoa para pessoa. A agenda pode ser pensada para três dias ou para a semana inteira, por exemplo, mas deve ser o mais detalhada possível e feita para o curto prazo, de acordo com Velasco.

O profissional precisa ser realista com o que consegue cumprir para não ficar ansioso, o que também tem impacto na sua produtividade.

“Tendemos a criar metas impossíveis porque a gente acha que vai relaxar se baixar a exigência. Mas, quanto maior a expectativa, maior pode ser o fracasso e a decepção”, afirma o psicólogo.

Preparar o ambiente também é uma recomendação importante para quem quer evitar distrações. A orientação é deixar em cima da mesa apenas o que for indispensável para cumprir as tarefas e até incluir no espaço itens que relembrem o trabalho, como o porta-retratos que costumava ficar no escritório.

“Nosso cérebro depende de gatilhos para construir um estado de espírito. Quando chego ao hospital, entro no papel de médico. O problema é que nossa casa sempre foi relacionada a outro tipo de emoção. E ter que ressignificar esses gatilhos é importante para manter o foco”, afirma Moulin, neurologista.

Quando fazemos atividades de naturezas diferentes no mesmo ambiente, elas ficam associadas a esses espaços e criamos uma competição entre comportamentos, explica Velasco.

Para ele, a prática de rituais pode ajudar a contornar esse problema. Entre eles, estão tomar banho ao acordar, vestir as roupas usadas para ir ao escritório, se maquiar caso tenha costume e diferenciar músicas ouvidas em momentos de lazer das que são escutadas durante o expediente.

Outro elemento a ser monitorado é o estresse, que em altas doses atrapalha a performance, lembra Elisa Kozasa, pesquisadora da área de neurociência do Hospital Israelita Albert Einstein. Mas, em níveis saudáveis, ele é importante para que o profissional continue estimulado.

“O estresse se torna negativo quando começa a atrapalhar as atividades da vida diária, como dormir e comer, ou quando a pessoa se irrita com facilidade”, afirma.

Segundo ela, meditação e relaxamento são duas ferramentas que ajudam a administrar a tensão.
“O ganho dessas práticas é desenvolver uma habilidade de atenção relaxada. Você fica atento e, ao mesmo tempo, relaxado”, diz.

Para quem nunca meditou, um bom caminho é procurar aplicativos sobre o tema e fazer pequenas pausas ao longo do dia.

8 PASSOS PARA MANTER O FOCO NO HOME OFFICE

1 – Prepare a mesa do escritório
Deixe o espaço arrumado para evitar distrações e decore esse ambiente com objetos que lembrem sua atividade, como agendas, livros, porta-retratos que eram usados no escritório, planejadores e canetas

2 – Crie rituais
Adote hábitos que vão ajudar o seu cérebro a entender que você está fazendo algo diferente de descansar no ambiente doméstico. Entre eles, tomar banho ao acordar, vestir as roupas que normalmente são usadas para ir ao escritório e escolher músicas diferentes das escutadas em momentos de lazer

3 – Siga uma rotina
Não adianta só reservar horário para o trabalho: pense em um cronograma para todas as atividades do dia. Colocar o planejamento no papel ajuda o cérebro a automatizar tarefas. A agenda pode ser organizada de forma semanal ou a cada três dias

4 – Converse com a família
Mantenha um diálogo com filhos e companheiros para sinalizar como eles farão parte da sua rotina. Faça acordos para ter ambientes mais silenciosos e horários dedicados ao trabalho e à convivência

5 – Faça pausas
Quebre o trabalho em ciclos. Eles podem ter cerca de 20 minutos, mas cada pessoa pode encontrar o intervalo que faz mais sentido para ela. Além disso, é recomendável levantar e alongar pernas e costas a cada duas horas

6 – Coloque fone de ouvido
É possível encontrar em sites, aplicativos e páginas do YouTube músicas para facilitar a concentração. Quem fica em ambientes barulhentos pode usar fones que bloqueiam ruídos

7 – Pense na ergonomia
Para evitar dores no corpo com o passar do tempo, siga essas orientações: mantenha os pés apoiados no chão (use um suporte se preciso); forme um ângulo de 90 graus com os braços em relação à mesa; nivele o topo da tela do computador com a altura dos olhos e deixe uma distância de mais ou menos um braço (de 50 a 75 cm) entre você e o computador. A iluminação do ambiente também é importante. O ideal é que não haja sombras ou reflexos na tela do computador, o que pode deixar ainda mais cansativa a exposição contínua à tela

8 – Tenha cuidado com redes sociais
Para não se distrair com o celular, você pode usar aplicativos que regulam notificações ou separar um tempo exclusivo para essa atividade

Fontes: Christian Barbosa, especialista em produtividade e empresário; Fabiano Moulin, médico-assistente do departamento de Neurologia da Unifesp; Mariana Digiovanni, médica do Hospital Universitário Evangélico Mackenzie; Saulo Velasco psicólogo e fundador da Lupa – Educação Ampliada

Como Trabalhar Home Office em 2020 - Guia Prático

– Planejamos novas receitas em nossa vida profissional?

Buscamos uma fonte de renda alternativa, independente de nossos empregos?
É isso que essa matéria discute: sobre novos recursos financeiros, independente da demissão do emprego ou se é desejo de incremento.

Muito bom! Compartilho, extraído de: http://www1.folha.uol.com.br/sobretudo/carreiras/2017/07/1897575-profissional-deve-desenhar-seu-plano-b-no-auge-diz-administrador.shtml

PROFISSIONAL DEVE DESENHAR SEU PLANO B NO AUGE

Por Carolina Muniz

O que fazer logo depois de ser demitido: descansar ou agir rápido? Vale a pena investir o dinheiro da rescisão em um novo negócio? No recém-lançado “Emprego 2.0 – Como Conquistar, Manter e Crescer na Carreira”, o administrador e palestrante Marcelo Simonato, 39, dá um passo a passo de como conquistar uma nova vaga -desde a formulação do currículo até a chegada à empresa. Em entrevista, ele fala sobre como planejar a carreira em tempos de instabilidade.

RAIO-X

Idade 39 anos
Atuação Diretor financeiro da consultoria Everis, palestrante e mentor
Formação Administração de empresas e comércio exterior pela Universidade Paulista; MBA em finanças empresariais pele FGV; e MBA em gestão empresarial pela Lassale University, na Filadélfia (EUA)
Obra “Emprego 2.0 – Como Conquistar, Manter e Crescer na Carreira” (editora Preparando Recursos, 127 págs., R$ 30)*

Folha – Qual é o maior erro que os profissionais costumam cometer ao serem demitidos?
Marcelo Simonato – Um grande equívoco é aproveitar a demissão para tirar um tempo de descanso como recompensa por tantos anos de trabalho. Quando a pessoa sai da empresa, carrega por um curto espaço de tempo o sobrenome da organização, um cartão de visitas que pode abrir portas. Se tirar férias durante esse período, esse sobrenome pode acabar esfriando. Então, assim que a demissão acontece, o primeiro passo é comunicá-la a colegas, clientes e fornecedores. Não é preciso ter vergonha por estar desempregado. Em boa parte dos casos, é exatamente por uma indicação desses contatos que surgem novas oportunidades de trabalho.

Como deve ser a rotina do profissional que está em busca de de uma recolocação?
Ele deve encarar a procura por emprego como um novo projeto na carreira, que requer planejamento e disciplina como qualquer outro. Não estou dizendo que ele tem de ficar 12 horas em frente ao computador. Aliás, isso não é eficaz e gera ainda mais estresse. O mais interessante é ter uma rotina bem definida de trabalho, de cerca de três horas pela manhã e outras três à tarde. No tempo livre, é importante se exercitar e ficar com a família. Afinal, de nada adianta encontrar vagas, mas não estar bem emocionalmente na hora das entrevistas.

Quanto tempo vale procurar antes de aceitar uma posição abaixo das expectativas?
Primeiro, é preciso entender se a nomenclatura do cargo que o profissional ocupava anteriormente é compatível com a realidade atual do mercado. Em alguns casos, a pessoa descobre que era gerente na empresa em que trabalhava, mas hoje já se exige mais dessa posição. Aí, ela tem duas alternativas: ou procura emprego para um cargo inferior ou busca se qualificar para preencher essas lacunas. Se o indivíduo tem reservas financeiras, pode continuar batalhando. Se não, é preciso deixar o ego de lado.

Quando perguntado sobre pretensão salarial, o candidato está com receio de fazer exigências? Como negociar?
Sim, muitos estão aceitando qualquer coisa. O profissional não pode derrubar o valor do seu salário logo de cara. Precisa valorizar sua experiência dentro do que a empresa está buscando. Ele pode dizer que imagina receber um valor próximo ao que ganhava na ocupação anterior, mas está aberto a uma proposta da empresa. Provavelmente, o entrevistador vai dizer que o mercado não está pagando tudo isso. Aí, começa a negociação. Nesse momento, ele não pode focar apenas no salário, mas deve usar também os benefícios para chegar em um acordo mais vantajoso.

Como planejar a carreira para se sentir mais seguro diante das incertezas?
É comum a pessoa ficar desempregada e querer montar um negócio. Ela nunca foi empresária e tenta fazer isso com o último recurso que lhe resta. O que acontece, normalmente, é que a empresa quebra alguns anos depois. Por isso, o indicado é começar uma atividade paralela quando ainda se está na ativa, mesmo no auge da carreira. Escolha uma ocupação que tenha prazer em fazer nas horas livres sem se preocupar em transformar isso na sua fonte principal de renda. Numa situação de desemprego, você já terá um plano B desenvolvido.

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Por Marcelo Justo / Folhapress

– Como, Quando e Onde Elogiar um Funcionário?

Compartilho ótima matéria da Época Negócios (Ed Março 2012, caderno Inteligência, por Paulo Eduardo Nogueira), a respeito do “Elogio no Ambiente de Trabalho”. 

Elogiar não é “simplesmente falar bem”. É uma arte! Mas como fazê-lo com qualidade? Abaixo:

O PODER DO ELOGIO

Ele dá lucro. Mas tem que ser benfeito.

Há várias razões para acreditar que o elogio é crucial no ambiente de negócios. Para os psicólogos, o reforço positivo funciona melhor que a punição para educar. Segundo os neurologistas, a dopamina, liberada pelo cérebro nos momentos de satisfação, é um elemento químico poderoso. E, de acordo com alguns especialistas em gestão, reconhecimento profissional é sinônimo de lucros. Que o diga uma pesquisa feita recentemente pela Harvard Business Review na rede Best Buy: 0,1% de engajamento extra dos funcionários representa US$ 100 mil a mais de faturamento anual. Embora o maior envolvimento resulte de vários fatores – satisfação pessoal, plano de carreira, cafezinho grátis… –, Chester Elton, autor de “O princípio do reconhecimento”, afirma que o elogio é o principal fator de motivação, conforme revelam pesquisas como a da Best Buy. “O estudo de Harvard mostra que você não deve ter apenas funcionários satisfeitos, mas também engajados, pois esse envolvimento faz com que eles dispendam esforços extras”, diz Elton. Ele aconselha: elogie rápido (quanto mais próximo do ato vem o elogio, mais vezes a ação se repetirá) e elogie frequentemente (quanto mais você destacar o que é importante, mais as pessoas ficarão atentas a isso).
O psicólogo Wayne Nemeroff, da consultoria PsyMax Solutions, acrescenta um terceiro conselho: seja específico. “Lembre uma situação determinada e descreva um comportamento específico, destacando o impacto dessa situação ou desse comportamento no grupo ou no projeto. Assim você obtém um equilíbrio entre o elogio e o feedback construtivo.” Para a psicóloga Laura Carstensen, de Stanford, empresas muitas vezes negligenciam o valor do elogio. “Quando você compra um bilhete de loteria, os matemáticos perguntarão: sabe qual é a sua chance de ganhar? Os psicólogos veem isso de forma diferente. Comprar um bilhete barato significa sonhar e antecipar situações de prazer, o que já vale seu custo.” Elogios são grátis, requerem pouco esforço e dão muito resultado.
E como elogiar da maneira certa? O colunista Ross McCammon, do blog Entrepeneur, elaborou um manual. A escolha de palavras é essencial: se você elogia o “bom trabalho e todo o resto”, está diminuindo o elogio com termos depreciativos. Evite os superlativos: o elogio vai soar falso ou jocoso. Escolha o canal certo: na escala de importância, o elogio mais considerado é aquele feito em nota escrita à mão; depois vem o do encontro cara a cara; em terceiro lugar, o e-mail. A atitude também conta: se você diz “agora volte ao trabalho”, anula o elogio. Um elogio seguido de uma crítica não é um elogio. Finalmente, se você faz um elogio, depois uma crítica e então outro elogio para neutralizar a crítica – “isso é um sanduíche, não um elogio”, diz McCammon.

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– 3 dias de trabalho às pessoas? O ócio criativo!

Carlos Slim, o homem mais rico do mundo, bilionário dono da Claro, Net e Embratel, declarou tempos atrás que gostaria que as pessoas trabalhassem 3 dias por semana. Ele acredita que assim todos teriam mais tempo para a família, e com cabeça “fresca”, teriam mais disposição e boas ideias.

Tal pensamento vai ao encontro com as ideias do italiano Domenico de Masi, que há 20 anos defende a ideia do “Ócio Criativo” (descansadas, as pessoas criam mais, segundo ele).

Detalhe: será que Slim colocaria em prática em suas empresas tal proposta? Lembrando que ele próprio é workaholic…

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– Para recuperar empresas do crime organizado… Administradores!

Boa notícia: o Conselho Federal de Administração e o Ministério da Justiça assinaram um convênio onde, para salvar as empresas que um dia pertenceram ao Crime Organizado, administradores de empresas serão chamados para geri-las.

Informações extraídas de: https://administradores.adm.br/2020/06/10/parceria-entre-o-cfa-e-o-ministerio-da-justica-abre-espaco-para-administradores/

PARCEIRA ENTRE O CFA E O MINISTÉRIO DA JUSTIÇA ABRE ESPAÇO PARA ADMINISTRADORES

Por iniciativa do Conselho Federal de Administração e do Ministério da Justiça, foi estabelecido uma parceria entre as instituições para que Administradores possam ser indicados para Administrar empresas confiscadas em operações contra o crime organizado e o combate à lavagem de dinheiro e que, por esta condição, deverão ser leiloadas para pagar possíveis prejuízos e o resultado revertido para o Estado. Com a indicação de Administradores habilitados, estas empresas manterão suas atividades, gerando maior interesse nos leilões futuros, garantindo empregos e gerando valor.

A parceria abre espaço para que administradores experientes, possam compor um banco de dados de profissionais que poderão ser selecionados para exercer a gestão temporária destas empresas.

Para o presidente do CFA, Mauro Kreuz, o convênio é mais uma demonstração da credibilidade e da seriedade institucional da autarquia junto à sociedade e as organizações públicas e privadas. “Essa é mais uma ação que o Governo Federal demonstra a confiança que ele tem no Sistema CFA/CRAs. Para os profissionais da administração, essa é mais uma ótima oportunidade de ampliação do mercado de trabalho para a sua atuação profissional e comprova o diferencial competitivo que esses profissionais têm no mercado de trabalho”, diz o presidente.

Fonte: Comunicação do CFA

– Há muito tempo, as agências bancárias da Rangel eram diferentes…

Puxa, vi que a tradicional agência “0032” do Unibanco fechou na Rua Rangel Pestana, em Jundiaí. Foi lá que tive minha primeira conta-corrente! Era um ótimo banco, mas ficou péssimo depois que o Itau assumiu o controle. Aliás, ali virou dois bancos: Itau e Personalitte.

Mas repare como era aquela rua nos anos 80/90: você tinha o Unibanco (virou Itau e fechou), tinha o BFB que virou Sudameris, encostado com o Banco Real (que virou Abn Amro Bank e depois Santander), vizinho do Banco Geral do Comércio (que virou Santander também) separado pela Rua Padroeira do Noroeste (que virou… Santander). Todos esses, em frente ao Banespa (comprado pelo Santander). Do outro lado da rua, tínhamos o Econômico, que quebrou e virou BBVA (e depois Bradesco), do lado da principal agência Bradesco, bem encostada com o Bamerindus, que virou HSBC e acabou se tornando… Bradesco!

Na Rua do Rosário, próximo da Catedral, o mesmo fenômeno: o Banco Bandeirante virou Unibanco e depois Itau, o BCN virou Bradesco e o Bamerindus… o da li, sumiu!

E para dizer que não lembramos: na Rua Barão de Jundiaí, o Comind, Auxiliar, Meridional, Nacional, Poupança Haspa e Finasa!

Quantos bancos, dos inúmeros que tínhamos, sobreviverão?

Dez bancos que não existem mais | VEJA SÃO PAULO

– Nunca teremos calmaria nas contas e negócios do futebol brasileiro?

Vasco pagando salários do começo do ano; Corinthians negociando parte do pagamento de Abril; Santos reduzindo em até 70% os salários; Honda (do Botafogo) assustado com Bolsonaro e Witzel quanto ao Covid; São Paulo vivendo a necessidade de negociar jogadores para que o mega déficit da gestão Leco não aumente…

O futebol brasileiro é tudo, menos tranquilo e sereno…

Futebol une as pessoas pelo amor e segrega pelo dinheiro ...

– CrossFit e o Racismo: perdendo parceiros pelo erro!

Cuidado com o que você publica em suas Redes Sociais, pois o mundo vê! E, nessa, uma infelicidade de Greg Glassman, dono da CrossFit: ele postou uma brincadeira de mau gosto misturando Covid-19 com a morte de George Floyd (veja na imagem abaixo). Com isso, perdeu seu grande parceiro, a Reebok.

Entenda o erro da gigante do fitness, em: https://www.maquinadoesporte.com.br/artigo/apos-tuite-racista-de-fundador-reebok-rompe-com-crossfit_40409.html

REEBOK NÃO RENOVARÁ ACORDO COM MARCA QUE VIROU SINÔNIMO DE TREINOS FUNCIONAIS

Por Máquina do Esporte

O futuro da marca CrossFit foi colocado em xeque após uma manifestação racista de seu fundador, o empresário americano Greg Glassman, em sua conta no Twitter. No último sábado (6), Glassman ironizou um post feito pelo Institute for Health Metrics and Evaluation (IHME) sobre racismo.

A postagem do instituto diz que o racismo é uma questão de saúde pública. Glassman respondeu ironicamente ao tuíte com “É FLOYD-19”, querendo dizer que os protestos que ocorrem nos Estados Unidos pela morte brutal de George Floyd por quatro policiais brancos em Minneapolis seriam, atualmente, responsáveis por espalhar ainda mais o coronavírus no país.

Após o tuíte racista de Glassman, diversos donos de boxes de prática de crossfit nos Estados Unidos começaram a retirar a marca criada pelo empresário. O epicentro da crise aconteceu nesta segunda-feira (8), quando a Reebok comunicou que não vai renovar o acordo de licenciamento da marca, que virou sinônimo de treinamento funcional.

“Nossa parceria com a marca CrossFit se encerra no final deste ano. Recentemente, discutimos sobre a renovação desse acordo, mas, diante dos acontecimentos recentes, tomamos a decisão de encerrar nossa parceria com a CrossFit HQ. Devemos isso aos atletas, aos fãs e à comunidade do CrossFit”, disse a Reebok, em comunicado divulgado ainda no domingo (7).

Após isso, Glassman tentou conter o impacto de suas declarações. Em uma curta frase publicada na conta do CrossFit no Twitter, ele afirmou ter “cometido um erro”.

“Eu, CrossFit HQ e a comunidade CrossFit não apoiamos o racismo. Eu cometi um erro com as palavras que escolhi ontem. Meu coração está profundamente triste com a dor que causou. Foi um erro, não racista, mas um erro”, afirmou o executivo.

A tentativa de consertar o “erro” acabou quando um dos afiliados à CrossFit revelou que enviou, antes da crise do final de semana, um e-mail a Glassman pedindo um posicionamento da marca a respeito do racismo envolvendo Floyd.

“Acredito sinceramente que a quarentena teve um impacto negativo na sua saúde mental”, respondeu o executivo.

O estrago está feito. Glassman construiu um império com a marca CrossFit, que passou a ser sinônimo de um treinamento funcional criado por ele em 2000 para adotar um novo estilo de vida.

Desde 2005, a modalidade tem crescido bastante nos Estados Unidos e também no Brasil. Nos EUA, o salto foi de 13 academias filiadas à marca naquele ano para as atuais 13 mil. No Brasil, são mais de 2 mil boxes para a prática do esporte.

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