Ouvi e compartilho:
“A queixa é peso. A oração nos dá asas. Na angústia, reze para a leveza em Deus”.
(Frei Gilson sobre o ensinamento de Santo Ambrosio)
Sejamos mais orantes e leves.
Nelson Piquet completa 73 anos e segue como um dos grandes nomes da história da Fórmula 1. Relembre cinco marcas de uma carreira que atravessou …
Continua em: Nelson Piquet completa 73 anos: cinco fatos que ajudam a explicar o legado do tricampeão na F1

Hoje acordei 03h30. Passei 3h no trânsito carregado da manhã no trecho Jundiaí – São Paulo, a fim das minhas atividades profissionais como consultor financeiro na Ademicon. Depois, levei mais 3h para ir de São Paulo para Itu, a fim de minhas atividades docentes como professor na Faditu.
Chegarei quase meia-noite em casa, mas…. valeu a pena!
Trabalhe. Faça o que gosta.
Aff… como isso desgasta!
Trabalharemos hoje com nossos alunos sobre prioridades na vida profissional e pessoal.
Já ouviram falar na “Roda da Vida”?
Claro, farei adaptações ao esquema proposto:
Do que adianta ganhar o mundo, se perdermos a vida eterna?
Desejemos as coisas do Alto sempre!
Excelente pergunta do jornalista Pedro Cunha: quem deve ser o próximo goleiro da Seleção Brasileira?
Aliás: quantos “frangos e erros” dos guarda-redes nesse final de semana Brasil afora…
Dias atrás, aos missionários digitais, o Papa Leão XIV deixou a seguinte mensagem sobre o uso adequado das Redes Sociais:
“Jesus pede-nos hoje que construamos redes de relações, redes de amor, de intercâmbio gratuito, nas quais a amizade seja profunda. Redes onde se possa consertar o que está partido, onde se possa curar a solidão, sem se importar com o número de seguidores, mas experimentando em cada encontro a grandeza infinita do Amor.”
Fica a reflexão: usamos as Redes Sociais como o Papa sugere em sua catequese?
1- Objetivamente: pênalti se marca por intenção ou movimento antinatural. Casualidade / acidente de trabalho, não é pênalti.
Entenda:
No Maracanã, Giay foi cabecear a bola e ela bate na mão dele, com o braço aberto. O que se marca?
Interprete:
Ele teve a intenção de colocar a mão na bola? Eesqueça “desviou a trajetória e outros folclores”.
Ele estava com o braço em movimento natural (de quem está numa posição normal), ou com ele aberto demais, ou seja, antinatural, aproveitando o espaço?
Eu marcaria pênalti. E, embora alguém possa alegar que “bateu em uma parte do corpo dele e depois no braço”, lembre-se: isso acontece quando são lances a queima-roupa. Ali, o braço estava em movimento antinatural com ou sem o toque, desde antes do cruzamento.
2- Daronco fez o sinal de braços cruzados, como se fosse o protocolo internacional anti-discrminação da FIFA (para racismo, homofobia ou questões religiosas). Aqui no Brasil, diferente do mundo, mudou! Esse sinal servirá para dizer que só os capitães devem conversar com o árbitro, e o protocolo antidiscrimação deve ser com os braços cruzados no peito.
Aliás, agora existe a clareza: deve receber o cartão amarelo quem vier reclamar, desde que não seja o capitão (educadamente). Por que criar o protocolo?
Lembre-se: no ano passado, essa mesma medida foi tomada (a de só o capitão conversar) e durou três rodadas. Ela é optativa (está na regra).
3 – Ontem, inclusive, na Arena da Baixada, Atheltico Paranaense 1×1 Red Bull Bragantino jogavam, e dois atletas se chocaram fortemente com a cabeça. O protocolo de concussão deveria ser acionado, e não foi. O Árbitro Alex Stefano deixou o jogo correr, e os atletas ficaram caídos no chão, esticados. Acabaram ficando fora do campo, mas o jogo deveria ser parado.
Ali, não houve protocolo de reclamação: ambos atletas reclamaram com o árbitro, teve bololô e o jogo ficou vários minutos parado. Cadê o “X” do árbitro cruzando o braço?
Só no Brasil temos tantas coisas diferentes em um mesmo campeonato…
Cada vez mais estamos dependendo da tecnologia no nosso dia-a-dia. Muitas vezes, somos reféns dela. Mas aí vem outra questão: e quando estamos viciados pelos celulares, computadores e outros eletrônicos?
Olha que assunto interessante: Clínicas para Desintoxicação Digital!
QUANTO TEMPO É NECESSÁRIO PARA UMA ‘DESINTOXICAÇÃO DIGITAL’?
DA BBC BRASIL
Na era de “ansiedade digital” em que vivemos, mais e mais pessoas optam por uma medida radical –divulgada por um movimento que começou há cinco anos nos Estados Unidos– para lidar com a dependência da internet e das redes sociais: “desconectar” de tudo.
O princípio é semelhante ao do tratamento de pessoas com adicções a substâncias químicas, a ideia de “limpar” o corpo.
E se você não lembra da última vez que foi dormir sem usar o celular pouco antes de fechar os olhos, e se faz muito tempo que não deixa de conferir as redes sociais ou sai de casa sem o telefone, pode estar precisando de uma “desintoxicação digital”.
“Desconecte para reconectar” é o lema da Digital Detox, uma das organizações que iniciaram o movimento em San Francisco (EUA), em 2012, apenas um ano antes do dicionário Oxford incluir pela primeira vez o termo “desintoxicação digital” em suas páginas.
Seu fundador, Levi Felix, trabalhava 70 horas sem descanso por semana em uma start-up, até ser hospitalizado por exaustão em 2008.
Pouco tempo depois, ele trocou seu computador por uma mochila. Foi com sua namorada viajar pelo mundo e se mudou para uma ilha remota no Sudeste Asiático.
A experiência abriu seus olhos e o inspirou a criar a sua própria empresa –dois anos e meio e 15 países depois– com a ideia de organizar retiros de ioga e meditação para ajudar as pessoas a se desconectar da tecnologia.
Desde então, o número de iniciativas para o mesmo fim não parou de crescer. Veja abaixo algumas delas e o tempo de “desintoxicação” que sugerem:
DESCANSO DIGITAL DE PELO MENOS 3 DIAS
“Vivemos em um mundo cada vez mais digitalizado”, conta à BBC Mundo Martin Talk, fundador da Digital Detoxing, uma empresa com sede no Reino Unido que “ajuda pessoas a encontrar um equilíbrio saudável entre as tecnologias digitais e o mundo não digital.”
Martin organiza “retiros digitais” para que seus clientes possam deixar o mundo tecnológico de lado por um tempo e curar seu vício digital ,”geralmente por um período mínimo de três dias.”
“As pessoas precisam de tempo para se adaptar”, diz ele. “A reação inicial é o horror de ter o telefone longe ou efeitos como a ‘vibração fantasma’ no bolso, o que os faz pensar que o dispositivo está tocando, mesmo quando ele não está lá.”
No entanto, e apesar do sofrimento inicial, Martin diz que as pessoas começam a se sentir “muito mais relaxadas” à medida que o processo avança.
“Muitos descrevem a sensação como uma respiração profunda de ar fresco. As pessoas se sentem mais envolvidas com o mundo ao seu redor”, diz o especialista.
RETIRO DE SILÊNCIO: 10 DIAS
Carla, uma jovem espanhola que mora na Holanda, teve uma experiência semelhante há apenas um mês em Mianmar. Durante 10 dias, desligou completamente seu telefone e as redes sociais e participou de um retiro de silêncio em um monastério budista. Longe da tecnologia, com o único propósito de meditar e se “reconectar” com ela mesma.
“Nos primeiros cinco dias, eu estava querendo fazendo as malas para ir embora. Foi difícil. Mas eu não desisti e decidi viver a experiência até o fim”, disse ela à BBC Mundo.
Geralmente, esse tipo de retiro não pode durar menos tempo. A experiência implica em levantar-se todos os dias às 4h00 e meditar por duas horas, tomar café da manhã, fazer meditação em grupo, comer, e meditar até o fim do dia (e ir para a cama sem jantar).
Mas como é voltar ao “mundo digital”, depois de uma experiência como essa?
“Eu me senti diferente, como se estivesse faltando alguma coisa, como se não estivesse conectada com o mundo”, diz Carla.
“Usar o celular de novo foi o mais estranho. Não tinha certeza se queria ligar de novo. Mas acho que mais pessoas deveriam ter a mesma experiência para aprender a controlar o hábito.”
Carla fala do retiro como uma provação –que ela não se arrepende de ter enfrentado.
TERAPIA DE DESCONEXÃO: AO MENOS 6 MESES
Marc Masip, psicólogo e diretor do Instituto de Psicologia Desconecta, em Barcelona, disse à BBC Mundo, o serviço em espanhol da BBC, que “é muito difícil largar [o telefone e redes sociais], mas é muito fácil voltar a se envolver”.
Masip diz que a “intoxicação digital” é tratada como qualquer outro vício, embora, neste caso, sem substâncias relacionadas a ele, mas comportamentos.
Ele enfatiza que cada caso é diferente, mas é necessário ao menos seis meses de terapia cognitiva-comportamental para mudar de hábitos e o tratamento ser eficaz.
“Na verdade, não se trata de quanto tempo de terapia é necessário. Trata-se de averiguar por que houve tal vício e que conflitos ele causou”.
Seu programa inclui acampamentos de desintoxicação, com esportes, meditação e sessões psicológicas.
“No início, os pacientes nos dizem que têm ansiedade, mas, em seguida, se sentem mais relaxados. Eles melhoram todos os aspectos de sua vida, do trabalho às relações sociais”, explica Masop.
“A conscientização social é necessária para percebermos que temos um problema e fazer um plano individualizado para cada pessoa. Há um perfil de um viciado e um roteiro, mas cada caso é diferente.”
A parte mais difícil, diz Masop, é perceber que existe uma dependência.
ADOTAR A IDEIA: 1 DIA
Frances Booth, especialista em desintoxicação digital e autora de “The Distraction Trap: How to Focus in a Digital World” (A Armadilha da Distração: Como se Concentrar em um Mundo Digital, na tradução livre) diz que precisamos nos desconectar do mundo digital por razões de “saúde e produtividade.”
“Muitas pessoas estão estressadas e sobrecarregadas pelo excesso de informação e sofrem pela demanda de estar constantemente conectada. Precisamos alcançar um melhor equilíbrio”, disse a jornalista à BBC Mundo.
Booth aponta que fazer uma desintoxicação digital “pode ajudá-lo a recuperar o equilíbrio e, quando você retornar ao trabalho, você estará mais produtivo.”
Mas por quanto tempo é necessário?
“É incrível a diferença que pode fazer apenas um dia sem estar constantemente conectado”, diz a autora.
“Você começa a ter a noção de ter tempo para outras coisas e pensar sem interrupções constantes.”
E para descobrir se você precisa da desintoxicação, recomenda fazer a pergunta: “Você é capaz de ir até a loja da esquina sem levar seu smartphone?”
Tanya Goodin, fundadora da empresa especializada em desintoxicação digital Time To Log Off (Hora de desconectar), em Londres, diz que “inclusive uma hora ou duas são suficientes para se ‘reiniciar’ e acalmar a mente da constante estimulação digital.”
“Mas para melhores benefícios (especialmente um melhor descanso) recomendamos 24 horas”, diz à BBC Mundo.
Em seus retiros especializados, Goodin garante que os hóspedes ficam longe de “todos os dispositivos digitais” e os armazenam em um lugar reservado, a sete chaves.
Mas não há necessidade de ir a um retiro para fazer uma desconexão digital.
“Se você quiser fazer isso em casa, basta colocar todos os seus equipamentos em uma gaveta ou em um armário fechado. Não tente desconectar do mundo digital com seu celular e laptop por perto”, recomenda Goodin.
E, para ser eficaz, precisa “desligar completamente o seu telefone, tablet, computador ou qualquer outro aparelho digital. Isso significa não se conectar a redes sociais e se isolar completamente [de forma temporária] do mundo digital.”
E para quem ainda tem dúvidas sobre a necessidade ou não de se desconectar ou mesmo “desintoxicar”, Goodin oferece o seguinte conselho: “Se você perceber que você tem falta de sono e que você tem dificuldade para se concentrar ou que seu humor se deteriora sempre que você usa redes sociais, uma desintoxicação digital será, sem dúvida, de grande ajuda.”

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.
IN ENGLISH – We are becoming increasingly dependent on technology in our daily lives. Often, we are held hostage by it. But then another question arises: what about when we are addicted to cell phones, computers, and other electronics?
Here’s an interesting topic: Digital Detox Clinics!
FROM BBC BRAZIL
In the era of “digital anxiety” we live in, more and more people are opting for a radical measure – popularized by a movement that began five years ago in the United States – to deal with internet and social media addiction: to “disconnect” from everything.
The principle is similar to the treatment for people with chemical substance addictions, the idea of “cleansing” the body.
And if you can’t remember the last time you went to sleep without using your phone right before closing your eyes, and if it’s been a long time since you stopped checking social media or left home without your phone, you might be needing a “digital detox.”
“Disconnect to reconnect” is the motto of Digital Detox, one of the organizations that started the movement in San Francisco (USA) in 2012, just one year before the Oxford dictionary first included the term “digital detox” in its pages.
Its founder, Levi Felix, worked 70 hours non-stop a week at a start-up until he was hospitalized for exhaustion in 2008.
Shortly after, he traded his computer for a backpack. He traveled the world with his girlfriend and moved to a remote island in Southeast Asia.
The experience opened his eyes and inspired him to create his own company – two and a half years and 15 countries later – with the idea of organizing yoga and meditation retreats to help people disconnect from technology.
Since then, the number of initiatives for the same purpose has not stopped growing. See some of them below and the suggested “detox” time:
“We live in an increasingly digitized world,” Martin Talk, founder of Digital Detoxing, a UK-based company that “helps people find a healthy balance between digital technologies and the non-digital world,” tells BBC Mundo.
Martin organizes “digital retreats” so that his clients can put the technological world aside for a while and cure their digital addiction, “usually for a minimum period of three days.”
“People need time to adapt,” he says. “The initial reaction is the horror of having the phone away or effects like ‘phantom vibration’ in the pocket, which makes them think the device is ringing, even when it’s not there.”
However, despite the initial suffering, Martin says people start to feel “much more relaxed” as the process progresses.
“Many describe the feeling as a deep breath of fresh air. People feel more engaged with the world around them,” says the expert.
Carla, a young Spaniard living in the Netherlands, had a similar experience just a month ago in Myanmar. For 10 days, she completely turned off her phone and social media and participated in a silent retreat at a Buddhist monastery. Away from technology, with the sole purpose of meditating and “reconnecting” with herself.
“For the first five days, I wanted to pack my bags and leave. It was difficult. But I didn’t give up and decided to live the experience until the end,” she told BBC Mundo.
Generally, this type of retreat cannot last less time. The experience involves getting up every day at 4:00 AM and meditating for two hours, having breakfast, group meditation, eating, and meditating until the end of the day (and going to bed without dinner).
But what is it like to return to the “digital world” after an experience like this?
“I felt different, as if something was missing, as if I wasn’t connected to the world,” says Carla.
“Using the phone again was the strangest thing. I wasn’t sure if I wanted to turn it on again. But I think more people should have the same experience to learn to control the habit.”
Carla talks about the retreat as an ordeal – which she does not regret having faced.
Marc Masip, psychologist and director of the Disconecta Psychology Institute in Barcelona, told BBC Mundo, the BBC’s Spanish service, that “it’s very difficult to drop [the phone and social media], but it’s very easy to get back into it.”
Masip says that “digital intoxication” is treated like any other addiction, although, in this case, without related substances, but behaviors.
He emphasizes that each case is different, but at least six months of cognitive-behavioral therapy is needed to change habits and for the treatment to be effective.
“Actually, it’s not about how much therapy time is needed. It’s about finding out why there was such an addiction and what conflicts it caused.”
His program includes detox camps, with sports, meditation, and psychological sessions.
“At first, patients tell us they have anxiety, but then they feel more relaxed. They improve all aspects of their lives, from work to social relationships,” explains Masop.
“Social awareness is needed for us to realize that we have a problem and to make an individualized plan for each person. There is a profile of an addict and a roadmap, but each case is different.”
The hardest part, says Masop, is realizing that there is a dependency.
Frances Booth, digital detox expert and author of “The Distraction Trap: How to Focus in a Digital World,” says we need to disconnect from the digital world for reasons of “health and productivity.”
“Many people are stressed and overwhelmed by information overload and suffer from the demand to be constantly connected. We need to achieve a better balance,” the journalist told BBC Mundo.
Booth points out that doing a digital detox “can help you regain balance and, when you return to work, you will be more productive.”
But for how long is it necessary?
“It’s amazing the difference just one day can make without being constantly connected,” says the author.
“You start to get a sense of having time for other things and thinking without constant interruptions.”
And to find out if you need detox, she recommends asking the question: “Are you able to go to the corner store without taking your smartphone?”
Tanya Goodin, founder of the digital detox specialized company Time To Log Off in London, says that “even an hour or two is enough to ‘reset’ and calm the mind from constant digital stimulation.”
“But for better benefits (especially better rest) we recommend 24 hours,” she tells BBC Mundo.
In her specialized retreats, Goodin guarantees that guests are kept away from “all digital devices” and stored in a reserved, seven-locked place.
But there’s no need to go to a retreat to do a digital disconnection.
“If you want to do this at home, just put all your equipment in a drawer or a locked cabinet. Don’t try to disconnect from the digital world with your cell phone and laptop nearby,” Goodin recommends.
And, to be effective, you need to “completely turn off your phone, tablet, computer or any other digital device. This means not connecting to social media and completely isolating yourself [temporarily] from the digital world.”
And for those who still have doubts about the need or not to disconnect or even “detox,” Goodin offers the following advice: “If you notice that you lack sleep and that you have difficulty concentrating or that your mood deteriorates whenever you use social media, a digital detox will undoubtedly be of great help.”
HOJE: CASH MONDAY
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mas
Não podemos nos furtar de tal assunto: e quando o seu filho ou filha diz que é transexual? Quando ele não se sente à vontade no próprio corpo, devido ao gênero?
Antes que desavisados caiam na confusão em questionar que são coisas de ideologia de esquerda, política ou modismo, atentemos: estamos falando de casos reais, de saúde física, mente e emocional. Nada de postagem para “lacração” ou caça-cliques. Reforçando: abordamos sobre pessoas jovens que sofrem de disforia de gênero (e que nem tem vida sexual ativa), pois nasceram assim e não escolheram tal situação.
Gostei bastante dessa esclarecedora matéria da CNN, onde aborda o relacionamento dos pais com seus filhos diante de tal impactante discussão.
Abaixo, extraído de: https://www.cnnbrasil.com.br/saude/o-que-fazer-quando-seu-filho-ou-filha-diz-ser-trans-de-acordo-com-especialistas/
O QUE FAZER QUANDO SEU FILHO OU FILHA DIZ SER TRANS, DE ACORDO COM ESPECIALISTAS.
CNN conversou com médicos, ativistas dos direitos de gênero e pais de crianças trans sobre o que dizer quando uma criança se assume transgênero
por Kristen Rogers
Maryhope Howland deu à luz um bebê que ela pensava ser um menino. Mas, aos 6 anos, a criança começou a fazer perguntas como “Mamãe, eu sou um menino? Como você sabe que eu sou um menino?”
“Quando eu me dei conta, disse: ‘Os médicos fazem uma melhor suposição baseada no seu corpo… mas só você pode saber, e nós te amamos não importa o que aconteça’”, disse Howland, agora co-líder da Families United for Trans Rights (famílias unidas pelos direitos de pessoas trans), uma organização de crianças transgênero e seus familiares.
O questionamento de seu filho não parou por aí. Isso marcou o início de uma evolução de anos, não apenas para sua filha, que se assumiu não-binária aos 8 anos e transgênero aos 10, mas também para Howland e seu marido enquanto navegavam o que significa ser trans, formas de afirmar a identidade de gênero de sua filha, suas responsabilidades como pais e o luto associado a “deixar ir uma ideia do que nossa vida seria”, disse Howland.
“Uma das coisas mais difíceis para nós, como pais, é pausar quando essa visão é interrompida e realmente ouvir o que nossos filhos estão nos dizendo”, disse Nova Bright-Williams, uma mulher trans que é chefe de treinamento interno no Trevor Project, uma organização de prevenção ao suicídio e crise para jovens LGBTQ+.
Ouvir a experiência de uma criança pode ser difícil para muitos pais, independentemente de suas crenças políticas ou religiosas.
Mas há uma boa razão para tentar. “Pesquisas mostram constantemente que jovens LGBTQ relatam taxas mais baixas de tentativas de suicídio quando têm acesso a espaços, comunidades e adultos que os afirmam”, disse Bright-Williams.
A CNN conversou com um médico, ativistas dos direitos de gênero e pais de crianças trans sobre o que dizer quando uma criança se assume transgênero, como enfrentar certos desafios e como é receber cuidados afirmativos de gênero. Aqui está o que eles querem que você saiba.
A conversa sobre se assumir
O filho da Reverenda Rachel Cornwell, Evan, foi designado como feminino ao nascer e mostrava aversão aos atributos da feminilidade. Quando Cornwell perguntou a Evan, aos 4 anos, se ele estava chateado por ter nascido menina, a resposta de Evan a chocou: “Sim, mamãe. Eu disse a Deus, quando eu era uma estrela no céu, que eu era um menino, mas Deus me fez uma menina, e agora eu só tenho que viver com isso.”
“Parece que meu filho sabia algo muito profundo e verdadeiro sobre si mesmo, e que ele tinha uma consciência de como sua identidade também estava envolvida em seu relacionamento com Deus”, disse Cornwell, uma pastora na Igreja Metodista Unida Dumbarton em Washington (EUA) e autora de “Daring Adventures: Helping Gender-Diverse Kids and Their Families Thrive” (aventuras desafiadoras: ajudando crianças com diversidade de gênero e suas famílias a prosperar), por e-mail. “Começamos a fazer terapia como família e, pouco depois de Evan completar 6 anos, ele decidiu que queria usar pronomes masculinos e um novo nome, a princípio apenas em casa.”
Cornwell inicialmente se sentiu surpresa e temia pelo bem-estar de Evan, o que é comum para muitos pais, disseram especialistas.
Essas discussões também podem criar um momento de união alegre para as famílias, disse Kade Goepferd, diretor médico de saúde de gênero no sistema de saúde pediátrica Children’s Minnesota, nos Estados Unidos.
Também é comum que as revelações de uma criança sobre sua identidade de gênero proporcionem um senso de clareza e alívio para os pais que têm testemunhado questões comportamentais e de humor para as quais não conseguiam identificar uma causa, acrescentou Goepferd.
Outros pais sempre notaram que seu filho nunca se encaixou nas expectativas de gênero e sentem que a conversa é uma confirmação. Esse foi o caso de Cornwell, cujo filho preferia roupas, penteados e atividades típicas de meninos desde a pré-escola. Ele também começou a perguntar quando iria desenvolver seios e disse que, quando isso acontecesse, iria cortá-los fora.
Alguns pais querem apoiar seu filho, mas se preocupam se a identidade de gênero é resultado de uma fase ou se ele mudará de ideia mais tarde.
Mas o consenso dos entrevistados é que, mesmo que a criança mude de ideia um dia, tudo bem. Isso seria uma decisão decorrente da exploração de sua identidade de gênero, em vez de alguém tentar controlá-la.
“Realmente não há mal algum em afirmar ou amar nossos filhos quando eles compartilham conosco quem são”, disse Goepferd. “O dano realmente só pode vir se recusarmos a ouvir ou reconhecer a verdade que eles estão compartilhando conosco e o quão vulneráveis eles estão sendo.”
Rejeitá-los não só pode causar mágoa e raiva, mas também pode arruinar as chances de um relacionamento a longo prazo. Portanto, quando seu filho diz que é trans, sua primeira resposta deve ser agradecê-lo por compartilhar e aprender sobre a experiência dele, disse Bright-Williams. Diga que você quer conhecer mais sobre essa parte de quem ele é. Pergunte há quanto tempo ele sabe disso sobre si mesmo, com quem mais compartilhou sua identidade e como você pode apoiá-lo.
O filho de Jocelyn Rhynard, então com 15 anos, contou à família que era não-binário ao decorar um bolo que ele mesmo assou com a frase “Eu sou NB”. “Eu disse: ‘Isso é incrível. Parabéns’”, ela contou.
O filho de Rhynard mais tarde percebeu que é transmasculino não-binário e usa os pronomes ele/dele, e ele está bem com Rhynard chamando-o de seu filho. (Transmasculino não-binário significa que a identidade de gênero de alguém é não-binária, mas essa pessoa se apresenta de maneira tipicamente masculina com seu nome, estilo e outros aspectos.)
Se você sentir medo, preocupação, preconceito ou luto, processe isso longe do seu filho, disseram especialistas e pais, que também enfatizaram a importância de aprender sobre transgeneridade fazendo sua própria pesquisa. Não dependa apenas do seu filho para guiá-lo.
Formas de afirmação de gênero
Nem toda pessoa transgênero sente a necessidade de qualquer ou todas as formas de mudar sua expressão de gênero ou seu corpo, disseram os especialistas. Quando crianças mais velhas se assumem, elas geralmente já escolheram um novo nome, pronomes e mais.
Mas se seu filho não tem certeza de que tipo de apoio ou mudanças ele precisa, você pode ter conversas ao longo do tempo sobre quais escolhas estilísticas, hobbies e brinquedos o ajudam a se sentir mais ele mesmo, disse Bright-Williams. Muitas crianças não têm pressa para fazer essas mudanças, disseram especialistas e pais — algumas experimentam em casa por um tempo antes de estrear um novo estilo ou nome na escola, por exemplo.
Quando as crianças chegam à adolescência, algumas experimentam angústia com as mudanças puberais em seus corpos — o que pode ser aliviado por bloqueadores de puberdade que temporariamente pausam esses desenvolvimentos.
Uma coisa que ajudou Howland a se sentir mais confortável com sua filha começando a usar bloqueadores de puberdade aos 12 anos foi perceber que negar esses bloqueadores não seria uma decisão neutra, já que a puberdade é permanente — o que poderia ter consequências negativas para uma criança que não se identifica com aquele corpo.
Lidando com amigos e família
A resposta da família e amigos de Howland foi de apoio, ela disse. Mas Rhynard, descendente “de alguns dos primeiros mórmons”, não teve essa experiência.
“Tem sido difícil para nossa família extensa, alguns mais que outros”, disse Rhynard.
“Alguns membros da família têm sido acolhedores e tentaram usar pronomes diferentes, mas ainda erram mesmo após alguns anos.”
Rhynard e seu marido tiveram que ter conversas realmente difíceis nas quais “dissemos: ‘Nosso filho vem em primeiro lugar, e gostaríamos que vocês fizessem parte de nossas vidas, mas vocês não podem chamá-lo pelo nome morto. Isso é doloroso demais para ele’”, acrescentou.
A filosofia de criação deles é baseada em humildade, aprendizado e crescimento, mas eles perceberam que não podem fazer todos aprenderem e crescerem com eles. Embora alguns relacionamentos familiares tenham se tornado tensos, Rhynard sabe que sua responsabilidade é para com seus filhos.
“Se nós os colocássemos no centro da conversa sobre nosso filho, não estaríamos mais colocando nosso filho no centro, a pessoa mais vulnerável da nossa família e a pessoa que temos a sorte de criar”, acrescentou Rhynard.
Para pais que estão lutando com relacionamentos familiares complicados, Goepferd recomenda encontrar apoio em outro pai de uma criança transgênero, um amigo de confiança ou um líder religioso compreensivo.
“Nós, como sociedade, colocamos muita pressão na aparência e em como as outras pessoas nos percebem”, disse Bright-Williams. Mas os pais têm o fardo de suportar essa pressão para que seus filhos não precisem.
Os pais têm que tomar esse tipo de decisão o tempo todo, ela acrescentou.
“Talvez seu filho seja birracial e algumas pessoas na sua família tenham um problema com isso”, ela disse. “Você gostaria que ele experimentasse esse tipo de preconceito ou ódio, ou você o protegeria ou abrigaria disso? Cabe a você criar um espaço seguro e afirmativo para seu filho.”
“Um raio político”
Esses pais disseram que seus filhos estão indo bem e que seu apoio levou a relacionamentos mais fortes e confiáveis com eles. Howland, Rhynard e Cornwell disseram que também mudaram — são mais aceitantes, de mente aberta e confiantes em proteger suas famílias.
“Ela está ótima”, disse Howland sobre sua filha, mas “continuamos esperando que o mundo mostre seu lado feio para ela. Ela está ciente de que pessoas trans são um raio político. Às vezes, ela diz coisas que partem meu coração, como ‘Há pessoas que me odeiam’ ou ‘Há pessoas que desejam que eu não existisse.’”
Howland e seu marido sabem que não podem proteger a filha de todas as notícias ou potenciais bullies. “Desesperadamente com medo de que minha filha não tenha proteções federais de direitos civis neste país”, Howland disse que até tem uma planilha dos países para onde poderiam se mudar se precisassem um dia.
Para deixar sua filha consciente e preparada, ela a expôs às questões em um contexto tão positivo quanto possível — como a vez em que a levou a um recente evento de arrecadação de fundos para Sarah McBride, uma mulher trans de Delaware que é a primeira pessoa transgênero conhecida a servir como senadora estadual e que agora está concorrendo ao Congresso.
“Eu digo a ela que é meu trabalho carregar isso agora, não o dela”, disse Howland. “E que ela está segura e que sempre faremos tudo o que pudermos para protegê-la.”
Nota do editor: No Brasil, a ONG Mães pela Diversidade é uma das instituições que oferece suporte e acolhimento para pais e mães de pessoas LGBTQ.
Especialistas e pais têm conselhos sobre o que fazer se seu filho se assumir transgênero fcafotodigital/Getty Images
Dia bonito!
Que hoje seja melhor do que ontem e pior do que amanhã.
📸 #FOTOGRAFIAéNOSSOhobby
#amanhecer #morning #sky #céu #natureza #horizonte #fotografia #paisagem #landscapes #inspiração #mobgrafia #Jundiaí #XôStress
Suar faz muito bem!
Pratique esportes! O corpo, a alma e a mente agradecem. Olhe aí a minha cara de feliz.
🏃♂️ #corrida
S. JACINTO, Confessor Festa de 3ª Classe – Missa “Os Justi” (1) Natural da Polônia, entrou na ordem de S. Domingos. Tanto bem fez à sua terra natal, …
Original em: Liturgia Diária – 17/08/2026

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus 19,16-22
Naquele tempo,
alguém aproximou-se de Jesus e disse:
“Mestre, o que devo fazer de bom
para possuir a vida eterna?”
Jesus respondeu:
“Por que tu me perguntas sobre o que é bom?
Um só é o Bom.
Se tu queres entrar na vida, observa os mandamentos”.
O homem perguntou:
“Quais mandamentos?”
Jesus respondeu:
“Não matarás, não cometerás adultério,
não roubarás, não levantarás falso testemunho,
honra teu pai e tua mãe,
e ama teu próximo como a ti mesmo”.
O jovem disse a Jesus:
“Tenho observado todas essas coisas.
O que ainda me falta?”
Jesus respondeu:
“Se tu queres ser perfeito,
vai, vende tudo o que tens,
dá o dinheiro aos pobres
e terás um tesouro no céu.
Depois, vem e segue-me”.
Quando ouviu isso,
o jovem foi embora cheio de tristeza,
porque era muito rico.
Palavra da Salvação:
– Glória a Ti, Senhor.
Eita, SPFC…
É pra criar um fato em meio a crise política e as 9 rodadas sem vencer?
Abaixo:
No Dia do Pão de Queijo 🧀 conheça a origem e segredos do quitute mais amado do Brasil 🇧🇷 #PãoDeQueijo #Gastronomia #linkezine O post 🧀 Dia do Pão…
Continua em: 🧀 Dia do Pão de Queijo: descubra curiosidades do quitute que virou paixão nacional

Hoje é Dia de Rosário com Frei Gilson!
Rezemos a Deus pedindo a intercessão de Nossa Senhora.
Em: https://www.youtube.com/live/jJZC4kgs9Yo?is=B2Ma7OPSchMrsbpO
Comecemos bem a semana.
Uma mensagem:
Confie em Deus:

Saudades de algo / alguém em particular, há 252 dias…
Hoje eu trabalhei o dia todo, em minhas diversas searas… não pude curtir essa menina sapeca, fazer o quê!
Para recordar e acalmar o coração:
Acabou o domingo, e meu dia com essa menininha sapeca foi ótimo!
Que seja sempre assim, com um lindo sorriso no rosto!
Não discuta:
Como discordar dessa mensagem? Precisamos nos indignar e ter coragem para praticar as ações corretas da vida.
Abaixo:

Quando se tem alguém para dividir a vida, tudo se torna mais significativo.
Um homem e uma mulher devem viver em harmonia, cumplicidade e alicerçando-se em Deus!
Te amo, Vivi!

❤️ #vida
Thiago Mendes passou direto por Neymar antes de Vasco x Santos, reacendendo a atenção sobre o histórico de tensão entre os dois jogadores. #Linkezine…
Continua em: Thiago Mendes ignora Neymar antes de Vasco x Santos e revive histórico de tensão entre os dois

Love is one of the most universal human experiences, yet few of us are ever taught how to…
Continua em: Transform Your Relationships: Insights from 8 Rules of Love

Cada vez mais as práticas inclusivas e as políticas de ESG estão presentes (e são necessárias) às organizações. Mas um cuidado: não fique só no discurso, pois se não colocar o que se prega na prática, vira empresa “washing”.
Muito bacana, extraído de: https://exame.com/negocios/esg-e-diversidade-nas-pmes-por-que-importa-e-como-implementar-politicas-de-inclusao/
ESG E DIVERSIDADE NAS PMES: POR QUE IMPORTA E COMO IMPLEMENTAR POLÍTICAS DE INCLUSÃO
Especialista Ana Gabriela Primon explica a relação entre os temas de diversidade e inclusão e ESG e avalia a importância de PMEs adotarem estratégias trabalhistas nesta frente
(Com Granadeiro Guimarães Advogados)
Os três aspectos do conceito de ESG, sigla que significa Environmental, Social and Governance (em português, ambiental, social e governança), formam os pilares de uma estratégia que tem guiado as lideranças de diferentes empresas no mundo todo.
Em síntese, o investimento ESG consiste num modelo de investimento sustentável, que busca inserir nas empresas princípios e valores, dimensões que vão além das tradicionais métricas econômico-financeiras.
Como o próprio nome indica, a sustentabilidade do conceito ESG não se limita à questão ambiental, mas inclui fatores sociais e de governança, o que abarca, por exemplo, as práticas trabalhistas de uma organização.
Muitas organizações compreendem a importância de uma política interna guiada pelo conceito ESG e a relevância de ações de Diversidade e Inclusão, mas têm dificuldade de estabelecer a relação entre os temas e aplicar essa interação na prática.
Este assunto será objeto de um dos painéis do 2º Fórum Trabalhista Empresarial, evento organizado pelo escritório Granadeiro Guimarães Advogados, que acontecerá no próximo dia 26 de maio, das 8h45 às 12h30, com transmissão ao vivo pelo canal do escritório no Youtube.
Em resumo, o papel da Diversidade e Inclusão na construção de políticas ESG nas empresas está diretamente relacionado aos pilares social e de governança, sendo, portanto, um indicador de que a organização segue (ou não) as diretrizes ESG.
Uma boa estratégia organizacional é aquela que inclui Políticas de D&I e ESG alinhadas, e que desenvolva ações concretas na formação de equipes diversas, a preocupação com a construção de um ambiente inclusivo e seguro para diferentes grupos, a diversidade em cargos de liderança, a equidade salarial, entre outras
Pessoas são os principais agentes de transformação de espaços e culturas corporativas. Assim, é essencial se conectar com todos os colaboradores, considerando as diferentes vivências e dando voz a grupos minorizados e sub-representados, garantindo um ambiente antidiscriminatório, com normas internas rígidas e transparentes, além de uma rede de apoio e acolhimento seguros.
Além disso, quando se fala de ter um negócio sustentável, a gestão dos riscos trabalhistas precisa ser considerada. É crescente o número de reclamações trabalhistas com pedidos relacionados a violações como racismo, violências de gênero, homofobia, etarismo, situações que seriam evitadas com práticas efetivas de Diversidade e Inclusão na organização.
Portanto, promover ações de D&I também impacta no passivo trabalhista da empresa e mitiga condutas desfavoráveis à imagem desta, já que condenações na Justiça do Trabalho relacionadas a esses temas comumente são expostas na mídia.
Para muitas empresas, em especial para os pequenos e médios empresários, a construção e implementação de políticas ESG parece ser algo custoso e, portanto, distante da realidade de seu negócio.
No entanto, para se manterem competitivas no mercado, todas as empresas, inclusive PMEs, deverão ter práticas alinhadas ao conceito ESG, também no aspecto trabalhista.
Isto porque a demonstração desse alinhamento já tem sido indicada como um critério de contratação por empresas de diferentes portes. Ou seja, não ter uma política ESG fará com que uma empresa seja preterida por um potencial cliente ou parceiro comercial.
É o caso de companhias que estabelecem como critério de contratação de um parceiro que ele informe quais ações de diversidade e inclusão tem implementadas para o seu quadro de empregados, ou que comprove que sua cota legal de Pessoas com Deficiência está preenchida.
Por isso, a construção de uma política ESG, que contemple ações de Diversidade e Inclusão, deve ser entendida como essencial à própria manutenção do negócio e, portanto, encarada como um verdadeiro investimento.
Inclusive, pesquisas de institutos renomados como a Harvard Business Review, McKinsey & Company e Catalyst mostram uma relação muito positiva entre ESG (incluindo diversidade e inclusão), apontando para melhores resultados do negócio.
Com a busca cada vez maior em se enquadrar no conceito ESG e envolvido com pautas de D&I, observa-se que muitas empresas fazem uma defesa da diversidade nas mídias sociais, sem que necessariamente promovam mudanças internas reais. Tome-se como exemplo empresas que defendem publicamente uma pauta LGBTQIA+, mas não contam com nenhuma pessoa na equipe que seja representante da comunidade.
Essa conduta é conhecida no mercado como Diversity Washing ou ESG Washing, e pode ser mais prejudicial do que positiva à imagem empresarial.
Desse modo, é fundamental que aquilo que é transmitido ao público externo traduza um real engajamento da empresa com a bandeira levantada, sobretudo em tempos de “cultura do cancelamento”.
Uma ação mais tímida e adequada à realidade e ao porte da empresa, mas efetiva e verdadeiramente inclusiva pode ser mais interessante e segura do que uma grande defesa de uma pauta de diversidade sem que ações concretas sejam replicadas internamente.

Imagem: Kalawin / Getty Imagens
Quem disse que o Pelé foi conivente durante a ditadura?
Olhe aí a camisa da Seleção (com o raminho de café) pedindo Eleições Democráticas (Diretas Já):
Life keeps giving you lemons? Read a quote or two! They’ll give you perspective.
Continua em: Success Quote By Mike Stagnitta: “Words are the…”

Li e compartilho tal verdade:
Procurando pessoas para contratar, você busca três qualidades: integridade, inteligência e energia. E se elas não têm a primeira, as outras duas matarão você.
Warren Buffett

Hora saudável!
Uma Salada de Frutas deliciosa: morango, uva, ameixa, mexerica e goiaba.
Alguém está servido?
Quanto mais colorido for o prato, mais “vitaminado” o ele é!

🟢🔴🟠⚪️🟣 #frutas
Se descobre a maturidade da fé quando o mundo está desabando em sua vida e, assim como Jó, você continua crendo em Deus – e não o contesta.
Para quem não crê, isso pode parecer bobagem. Mas para quem não tem uma “fé de conveniência”, isso é grande!
Imagem extraída da Web.
IN ENGLISH –
You discover the maturity of faith when your world is falling apart, and, like Job, you continue to believe in God—without questioning Him.
For those who don’t believe, this might seem like nonsense. But for those who don’t have a “faith of convenience,” this is profound!