– E como um clube faz para decidir qual competição priorizará? Se é que existe prioridade…

Quantas são as vezes que ouvimos falar que determinado time “tem que poupar a sua equipe” para descansar atletas em uma competição, visando a outra. E, ironicamente, quando há pausa como essa da Copa do Mundo (que pode-se treinar bastante) as equipes voltam jogando mal

Existem desculpas prontas: se não joga, falta ritmo; se joga muito, está cansado. Como resolver?

Parece que não se pode mais jogar dois torneios! Com o alto salário dos atletas e a ciência do esporte de hoje, é possível. Não se deve poupar em torneios de ponta, mas melhorar o calendário para que partidas desnecessárias não existam em competições que nada valem.

Imaginem alguns casos: festeja-se a classificação na Sulamericana, mas em outros, reclama-se dela.

Fico imaginando: o Santos jogará contra o Palmeiras na Copa do Brasil, mesmo namorando com o rebaixamento no Campeonato Brasileiro. Então:

  • Poupa na Copa do Brasil (visando a chance de ir para a Libertadores e ganhar dinheiro), poupa no Brasileirão (para não ir à Segundona e perder dinheiro), ou não se poupa em nenhuma (pois ambas competições são importantes)?

Idem ao São Paulo na Copa Sulamericana. Será que o Tricolor Paulista deveria poupar num possível embate contra o Boca Jrs? E, se passando, com chance de ser o River Plate o adversário, para ir à final mais à frente?

Jorge Jesus, quando no Flamengo, se admirou: como alguém pode poupar os titulares na disputa do título do campeonato nacional, em detrimento de uma copa (a Copa do Brasil)?

Repito: os times grandes, pelo que pagam aos atletas e por tudo o que hoje é possível com tecnologia e saúde, deveriam jogar as competições principais com força máxima (e os regionais, aí sim, poupando).

O que você acha disso? Deixe o seu comentário:

 

– Fim de expediente.

E nessa noite estivemos na FADITU, falando aos nossos alunos sobre Gestão de Projetos, possibilitando grande conhecimento à carreira estudantil e profissional deles.

É somente com a Educação que faremos uma sociedade melhor.

🖊️ #Educação.

– Dica da Noite:

Agradeça sempre:

– Não reclame da sua rotina: é vida em movimento!

Quanto vezes nos vemos em meio as lamúrias?

Siga em frente. Especialmente com as coisas cotidianas.

Um lembrete:

– Deus sempre nos ouve.

A caminho do meu último turno de trabalho, passei em frente a Paróquia São Luiz Gonzaga, e encontrei São José. Pedi a ele pela minha família, por meu trabalho e por paz espiritual.

Como é bom visitar uma casa de Deus!

🙏🏻 #FÉ #Catolicismo #Religião

– Quem vai cair para a Série B do Brasileirão?

Ao ver essa tabela da UFMG sobre possibilidades de rebaixamento, penso: teremos times grandes na série B em 2027.

Veja, abaixo, e diga: quem vai cair?

– O Etarismo na Educação e nas Corporações.

Uma das formas atuais de discriminação é o Etarismo. No mundo corporativo (e até no educacional), isso precisa ser debatido.

Um texto muito bom sobre o assunto, abaixo:

(Extraído de: https://www.correiobraziliense.com.br/euestudante/trabalho-e-formacao/2023/07/5108285-romper-o-etarismo-passa-por-ocupar-espaco-na-educacao.html)

ROMPER O ETARISMO PASSA POR OCUPAR ESPAÇO COM A EDUCAÇÃO

66% dos profissionais nascidos entre 1960 até 1979 sentem que os mais novos duvidam de seu profissionalismo. Mas os 60+ estão cada vez mais produtivos

Por Maria Filomena Brandão

O termo etarismo nunca esteve sendo tão em pauta. Episódios mais recentes vão desde momentos de glória, quando vibramos com a sexagenária Michelle Yeoh ganhadora do Oscar, ao fazer um discurso inspirador antietarista, até momentos de indignação com o preconceito contra uma estudante de 45 anos. E que bom.

Como pedagoga e psicanalista, com profundo respeito pelos meus 62 anos, me esperanço ao ver um tema como esse sendo varrido para fora do tapete. Acredito que tudo que levanta debate gera crescimento, novas oportunidades e leituras para a nossa visão de mundo. Finalmente estamos popularizando um termo que, segundo a Academia Brasileira de Letras, trata da ‘discriminação e preconceito baseados na idade, geralmente das gerações mais novas em relação às mais velhas’.

É claro o etarismo permeia a nossa cultura faz muito tempo. No mercado de trabalho ele aparece com certa frequência. A última versão da Global Learner Survey, pesquisa realizada pela Pearson com a Morning Consult em 2022, mostrou ao ouvir 6 mil mulheres em diferentes países, Estados Unidos, Reino Unido, Brasil, México e índia. Nela, 74% das mulheres afirmaram que a discriminação ainda é um ponto forte na hora de participar de processos seletivos. Já 65% acreditam que o preconceito em relação a idade deve ser combatido.

A pesquisa do site de empregos Infojobs vai ao encontro dessa estatística ao mostrar que 66% dos profissionais da geração X (nascidos entre meados da década de 1960 até 1979) sentem que os mais novos duvidam de seu profissionalismo. O preconceito baseado na idade está inserido no discurso da maioria dos empregadores, acionando os mais variados tipos de opressão, desrespeito e desvalorização das soft e hard skills do idoso. Acontece em qualquer segmento, biografia e currículo das vítimas. A popstar Madonna acaba de ser vítima do etarismo no Grammy por sua aparência. A influenciadora Sandy já se disse ‘velha pra ser jovem’. E ela só tem 40 anos.

De acordo com o último relatório divulgado pela Organização Mundial da Saúde (OMS), até 2050 o número de pessoas com mais de 60 anos irá duplicar no mundo e triplicar no Brasil. Mas o que, para muitos, pode ser um momento de decadência, eu costumo enxergar como vida, tempo de criar e, mais do que nunca, de aprender! Os 60 estão cada vez mais produtivos e ávidos por conhecimento. E em um mundo em constante transformação, aprender é ao longo de toda a vida mesmo. As possibilidades são infinitas – inclusive de estudar um novo idioma, seja para viajar a passeio, realizar um intercâmbio ou aprender a tão sonhada cultura que ainda não teve chance.

Segundo a Associação Brasileira de Agências de Viagens (Abav), os viajantes com mais de 65 anos representam cerca de 15% das vendas dos pacotes turísticos vendidos no Brasil para destinos nacionais e internacionais. O aumento da expectativa de vida e a estabilidade financeira tardia podem estar entre as razões pelas quais muitos deixem para realizar seus sonhos mais tarde. Estudar outra língua é uma delas.

Acompanho com entusiasmo os mais velhos retornando à sala de aula nas universidades, aos cursos técnicos, aos supletivos, cursos de inglês, sendo autodidatas e quebrando preconceitos. É importante não ter medo de experimentar, de mexer no desconhecido e encarar o novo com naturalidade. A geração 40 foi educada em um tempo em que errar era proibido, sendo que o processo de aprendizagem passa pela tentativa e erro.

Ocupar espaços da educação por alunos da terceira idade é fundamental para combater o etarismo e construir uma sociedade mais justa. Espero, sinceramente, não precisar afirmar o óbvio: que somos plenamente capazes de nos desenvolver em qualquer etapa da vida. O etarismo precisa sim ser discutido e que nossas respostas tragam novas oportunidades para quem se sentia abandonado pela vitalidade e colágeno de outrora. Podemos tudo e queremos mais. Why not?

*É pedagoga, psicanalista, psicóloga e Bacharel em Direito, Mestre em Educação e doutora em Psicologia. Já atuou no Ensino Básico e em universidades e atualmente é Gerente Pedagógica na área de Governo da Pearson.

. - (crédito: Caio Gomez)

Crédito da Arte: Caio Gomez.

IN ENGLISH – One of the current forms of discrimination is ageism. In the corporate world (and even in education), this needs to be discussed.

A very good text on the subject, below:

(Extracted from: https://www.correiobraziliense.com.br/euestudante/trabalho-e-formacao/2023/07/5108285-romper-o-etarismo-passa-por-ocupar-espaco-na-educacao.html)

BREAKING AGEISM MEANS BY OCCUPYING SPACE WITH EDUCATION

66% of professionals born between 1960 and 1979 feel that younger people doubt their professionalism. But those over 60 are increasingly productive

By Maria Filomena Brandão

The term ageism has never been so much on the agenda. Recent episodes range from moments of glory, when we celebrated the Oscar-winning Michelle Yeoh in her sixties, giving an inspiring anti-ageist speech, to moments of indignation at the prejudice against a 45-year-old student. And that’s a good thing.

As a pedagogue and psychoanalyst, with deep respect for my 62 years, I am hopeful to see a topic like this being swept under the rug. I believe that everything that sparks debate generates growth, new opportunities and readings for our worldview. We are finally popularizing a term that, according to the Brazilian Academy of Letters, refers to ‘discrimination and prejudice based on age, generally of younger generations in relation to older ones’.

Of course, ageism has permeated our culture for a long time. In the job market, it appears quite frequently. The latest version of the Global Learner Survey, a survey conducted by Pearson with Morning Consult in 2022, showed that when interviewed by 6,000 women in different countries, the United States, the United Kingdom, Brazil, Mexico and India. In the survey, 74% of women stated that discrimination is still a strong point when it comes to participating in selection processes. 65% believe that ageism should be combated.

A survey by the employment website Infojobs corroborates this statistic by showing that 66% of Generation X professionals (born between the mid-1960s and 1979) feel that younger people doubt their professionalism. Ageism is part of the discourse of most employers, triggering the most varied types of oppression, disrespect and devaluation of the soft and hard skills of older people. It happens in any segment, biography and resume of the victims. Pop star Madonna has just been a victim of ageism at the Grammys because of her appearance. Influencer Sandy has already said she is ‘too old to be young’. And she is only 40 years old.

According to the latest report released by the World Health Organization (WHO), by 2050 the number of people over 60 will double worldwide and triple in Brazil. But what for many may be a time of decline, I tend to see as life, a time to create and, more than ever, to learn! People in their 60s are increasingly productive and eager for knowledge. And in a world that is constantly changing, learning is a lifelong pursuit. The possibilities are endless – including studying a new language, whether for leisure travel, an exchange program or learning the culture you’ve always dreamed of but haven’t had the chance to.

According to the Brazilian Association of Travel Agencies (Abav), travelers over 65 represent around 15% of sales of tourist packages sold in Brazil for national and international destinations. Increased life expectancy and late financial stability may be among the reasons why many people put off realizing their dreams until later. Studying another language is one of them.

I enthusiastically follow the older generation returning to the classroom at universities, to technical courses, to supplementary courses, to English courses, to be self-taught and to break down prejudices. It is important not to be afraid to experiment, to explore the unknown and to face the new with ease. The 40 generation was educated in a time when mistakes were forbidden, and the learning process involves trial and error.

Occupying educational spaces with senior students is essential to combat ageism and build a fairer society. I sincerely hope that I do not need to state the obvious: that we are fully capable of developing ourselves at any stage of life. Ageism does need to be discussed and that our responses bring new opportunities to those who felt abandoned by the vitality and collagen of the past. We can do anything and we want more. Why not?

*She is a pedagogue, psychoanalyst, psychologist and has a Bachelor’s degree in Law, a Master’s degree in Education and a PhD in Psychology. She has worked in Basic Education and in universities and is currently the Pedagogical Manager in the Government area at Pearson.

– Success Quote By Ray A. Davis: “You cannot crunch…”

Continue em:

Success Quote By Ray A. Davis: “You cannot crunch…”

– Sampa.

A cidade de São Paulo, fotografada em um dia frio.

Fotografar relaxa!

📸 #FOTOGRAFIAéNOSSOhobby
#céu #natureza #horizonte #fotografia #paisagem #landscapes #inspiração #mobgrafia #XôStress #nuvens #clouds

– Ajudemos o amigo Sérgio Loredo!

Vamos ajudar, pois o Sérgio e a sua família são pessoas espetaculares!

Abaixo, o link para a Campanha do Bem: https://campanhadobem.com.br/campanhas/loredo#/

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– Não deixe a pressão exterior te sucumbir.

Você suporta a pressão exterior, ou sucumbe a si mesmo?

“Navios não afundam por causa da água ao redor deles. Navios afundam por causa da água dentro deles. Sendo assim, não deixe o que está acontecendo em torno de você invadir o seu interior e afundá-lo”. (Autor desconhecido).

Vale refletir sobre isso.

Fotos de Navio afundando, imagem para Navio afundando ✓ Melhores imagens | Depositphotos

Imagem extraída de: https://br.depositphotos.com/stock-photos/navio-afundando.html

– Dia de Santa Clara de Assis!

Hoje é dia de Santa Clara de Assis, “a irmã lua do irmão sol Francisco”, que devotou a vida ao serviço dos mais necessitados. 

Compartilho a bela história dessa santa, abaixo, com a referida citação:

HISTÓRIA DE SANTA CLARA

Século XII, Assis, na Itália. Nasce Clara Favorone, filha de Hortolona e Favarone, uma família considerada nobre na sociedade local. Acredita-se que a data mais precisa de seu nascimento é 1194 (embora há historiadores que apontem o ano de 1193), em plena Idade Média, marcada pelo desmoronamento do sistema feudal e o crescimento do comércio.

Como filha primogênita, natural que sua mãe Hortolona temesse pela gravidez e, principalmente, pelo parto. Extremamente religiosa, ela sempre pedia um bom parto em suas orações, quando, um dia, ouviu uma voz que lhe dizia: “Não temas, mulher, porque terás um parto normal e a luz daquela que vai nascer resplandecerá com mais claridade que um dia de sol”. Por esse motivo, no Batismo, deu o nome de Clara.

A menina Clara cresceu num ambiente de nobreza e fartura, pois segundo o biógrafo Tomás de Celano, o pai era militar e a família, dos dois lados, de cavaleiros. Seu pai, Favarone, filho de Ofredúcio e neto de Bernardino, morava com os irmãos em uma bela e grandiosa casa, que a família possuía junto à Catedral de Assis havia mais de cinqüenta anos, embora eles também eram proprietários rurais, com castelos nas redondezas. Mas Clara também teve o suporte da fé. Sua mãe não se descuidou de educá-la para ações mais nobres ainda, principalmente fazendo piedade e caridade com o mais necessitados.

É Celano quem fala: “Estendia a mão com prazer para os pobres e, da abundância de sua casa, supria a indigência de muitos”. Nesse período da Idade Média, o dinheiro foi se tornando um novo rei. Os pobres e os doentes, aqueles que não podiam subir na escala social, eram marginalizados. Celano lembra bem que, mesmo vivendo em um ambiente de riqueza e ostentação, Clara compreendia que as aparências e os adornos mundanos podiam ser enganosos. “Foi compreendendo que as coisas da terra, por mais belas que fossem, não podiam prender seu coração”.

É bom lembrar que a cultura cavalheiresca foi a primeira da Idade Média a ser elaborada por leigos e não por clérigos e tinha uma proposta de como deviam ser educadas as mulheres para serem agradáveis, discretas, piedosas, vindo a ser gentis esposas e mães de família. Tinham, enfim, que cuidar da boa fama e, as nobres, tinham uma vida bastante reclusa, enquanto as outras participavam dos negócios dos maridos, da luta diária para manter a família e para construir a civilização da cidade.
A menina Clara, mesmo vivendo em um ambiente de riqueza e ostentação, aos poucos foi cultivando a vida piedosa e simples, uma característica que mais tarde ficaria evidente como mulher consagrada a Deus.

Quando estava próxima de completar 18 anos, os pais já começaram a pensar no seu casamento. Clara não concordava com a idéia de se casar tão jovem e estava sempre adiando a decisão. Na realidade, ela começava a se interessar pelo projeto de vida de um jovem de Assis: Francisco. Tomás de Celano explica assim: “Quando ouviu falar do então famoso Francisco que, como homem novo, renovava com novas virtudes o caminho da perfeição, tão apagado no mundo, quis logo vê-lo e ouvi-lo, movida pelo Pai dos espíritos, de quem, embora de modo diferente, tinham recebido os primeiros impulsos”.
Clara sempre esteve bem informada sobre os passos de Francisco em Assis, isso porque Frei Rufino e Frei Silvestre eram seus parentes. Não poucas vezes ela escutou as pregações de Francisco, que costumava falar na Igreja de São Rufino ou na Catedral de São Jorge.

A pregação de Francisco impressionava porque era diferente dos “sermões”. Em suas palavras e em seu modo de ser havia alguma coisa nova. Era certamente a força do Evangelho que transparecia. Francisco se apresentava vestido com muita simplicidade, sem aparato nem ostentação. Suas palavras são inflamadas de amor a Deus. Clara fica sabendo que a vida dos irmãos é extremamente pobre.

Segundo Celano, Francisco a visitou, e ela o fez mais vezes ainda, moderando a freqüência dos encontros para evitar que aquela busca divina fosse notada pelas pessoas e mal interpretada por boatos.

“A moça saía de casa levando uma só companheira e freqüentava os encontros secretos com o homem de Deus. Suas palavras pareciam flamejantes e considerava suas ações sobre-humanas”. A companheira de Clara nos encontros com Francisco foi Bona de Guelfúcio, testemunha em seu Processo e irmã de Pacífica de Guelfúcio, uma das primeiras religiosas de São Damião. Já com 18 anos, Clara tinha consciência de que não seria compreendida por seus pais quando desse passo decisivo. Havia confiado a Francisco como desejava realizar sua vocação e ele a guiaria para cumprir os desígnios de Deus. “Então se submeteu toda ao conselho de Francisco, tomando-o como condutor de seu caminho, depois de Deus. Por isso, sua alma ficou pendente de suas santas exortações, e a acolhia num coração caloroso tudo que ele lhe ensinava sobre o bom Jesus. Já tinha dificuldade para suportar a elegância dos enfeites mundanos, e desprezava como lixo tudo que aplaudem lá fora, para poder ganhar a Cristo”, completa o seu biógrafo.

Em pouco tempo, Clara chegou à Porciúncula. Francisco a acolheu e lhe deu as boas-vindas. Comovida, ela entrou na igreja, ajoelhou-se diante do altar e, por alguns instantes, deteve-se em oração. Depois, levantou-se com decisão; tirou o calçado, despiu-se do vestido de brocado e o trocou por uma túnica grosseira, retirou seu rico cinto e o substituiu por uma corda áspera.

Em seguida, ajoelhou-se ainda; soltou de uma vez os cabelos que deslizaram sobre os ombros; depois, permaneceu com a cabeça inclinada, à espera do último sacrifício.
Francisco recolheu com delicadeza a loura cabeleira e, bem devagarzinho, a cortou. A cerimônia estava acabada.

A reação dos parentes

Como era de se prever, a reação dos parentes de Clara não se fez esperar. Pela manhã, apenas descobriram sua fuga, puseram-se em pé de guerra e rapidamente chegaram ao mosteiro de São Paulo para reconduzi-la à casa. Ameaçaram arrombar a porta. Querem Clara, viva ou morta. Com o aparato exterior e as ameaças, esperam assustá-la, mas iludem-se! Clara é irremovível. Visto que era vã toda a ameaça, recorrem às boas maneiras, às lisonjas e às promessas; fazem apelo aos sentimentos, à dor da mãe, das irmãs, de toda a família, mas Clara é inflexível; sabe que está mais em segurança entre aquelas paredes do que se estivesse num castelo.

Agarra-se ao altar

Quando se dá conta de que estão a ponto de perder o controle e recorrer à violência, Clara, com um gesto, fez desmoronar todas as ilusões deles: foge para a igreja e corre para junto ao altar; com uma das mãos segura a toalha e com a outra retira o véu da cabeça, fazendo-a aparecer sem os cabelos que haviam sido cortados. Demonstrava, assim, ser agora consagrada a Deus e que ninguém podia tocá-la. Diante de tanta firmeza, aos familiares outra coisa não restou senão abandonarem a igreja e o mosteiro e partirem confusos.

Transferida para o mosteiro de Santo Ângelo

Em São Paulo, Clara pôde permanecer só poucos dias. Foram talvez as próprias monjas a solicitar o afastamento dela depois da confusão provocada por sua presença. Francisco interessou-se pela transferência dela. Mais uma vez, dirigiu-se aos Padres Beneditinos e obteve a transferência de Clara para o mosteiro de Santo Ângelo de Panzo.

Finalmente um pouco de paz!

Na quietude e no silencio do mosteiro de Santo Ângelo, Clara pôde revigorar o seu ideal de vida. Apegava-se cuidadosamente às prescrições da Regra de São Bento, que possui como fundamento: “Ora et Labora”! Com isso, Clara não pretendia, certamente, abraçar a Regra de São Bento. Não teria tido sentido sua fuga para a Porciúncula, durante a noite, seu total abandono a Deus para além de qualquer estrutura, a exemplo de Francisco.No mosteiro de Santo Ângelo, Clara viveu por algumas semanas. Foram para ela dias de serenidade e de alegria indescritíveis.

A alegria de Clara estava toda no sentir-se amada e protegida pelo Senhor, como mesmo amor com que uma mãe protege sua filhinha. A fuga de casa lhe havia fechado o mundo às costas para abrir-lhe um umbral do mistério de Deus. Sua vida, agora, havia se transformado em um arco-íris de oração e contemplação: em um agradecimento alegre e infantil. Fugira de casa em uma noite de primavera, para abraçar o ideal de total pobreza, e encontrara a verdadeira liberdade, a perfeita alegria. Havia atingido o seu sonho.

Encontra-se com sua irmã Inês

Clara sentia a necessidade de externar sua ardente experiência mística. Quase todos os dias, sua irmã Inês ia visitá-la: era uma jovem belíssima, de somente quinze anos, de grande sensibilidade para com o sobrenatural. Depois da fuga de Clara, os familiares haviam depositado nela sua esperança.

“Cara Inês — confiava-lhe a irmã — lembra-te: é preferível viver um só dia na casa do Senhor, que mil dias fora dela. A juventude é vento que passa. A beleza se desvanece como a fumaça. A vida termina e aqui não fica nada. Clara e Inês, que se julgavam portadoras de nova Ordem, não podiam certamente permanecer em Santo Angelo de Panzo.

Francisco obteve para elas o pequeno convento anexo a São Damião, juntamente com a igrejinha na qual haviam ido rezar tantas vezes.

São Damião se tomará, assim, cenáculo de mulheres apaixonadas pelo Senhor, uma semente destinada a germinar uma fileira de almas belas, sequazes intransigentes dos ensinamentos do Poverello.

Afinal, Francisco o havia predito, como conta Clara, em seu testamento.”Tendo subido no muro da dita igreja, assim gritava então, com voz elevada e em língua francesa: ‘Venham e ajudem-me nesta obra do mosteiro de São Damião, porque, dentro em breve, virão habitá-lo mulheres e, por sua fama e pela santidade de sua vida, dar-se-á glória ao Pai nosso celeste, em toda a sua Santa Igreja”.

Clara e Inês não ficaram por muito tempo sozinhas, porque muitas jovens de Assis foram atraídas por seu exemplo.

Destas primeiras companheiras, ficam-nos, além do nome, também documentação que testemunha a santidade de sua vida e sua fidelidade, sem compromisso algum, em seguir o exemplo de Clara.

Pouco depois da entrada em São Damião, pediu para unir-se às irmãs Offreducci uma amiga de infância de Clara, Pacífica; e de Perúgia, chegou Benvenuta, conhecida nos anos da fuga de Assis, juntamente com toda a sua família . Depois, juntou-se Balvina de Martino; no ano seguinte, Filipa, filha de Leonardo de Gisleno.

Todas prometeram obediência a São Francisco, que não deixará de seguir a pequena comunidade, com extrema diligencia e com o amor que merecia a mais bela flor do jardim espiritual.

Para as irmãs, que começaram a ser chamadas “Damianitas”, depois de terem provado sua coragem, a própria Clara prescreveu, com evangélica simplicidade, uma regra a ser observada. Em 1215, ela havia impetrado à Sé Apostólica a aprovação do Privilégio da Pobreza, documento singular, único, com o qual a Santa queria, aprovada pelo Papa, a escolha, para ela e suas sequazes, de não aceitar nenhuma posse.

E, na Regra Selada, aprovada pela forma de vida da nova comunidade, está escrito: “O bem aventurado pai, considerando que não temíamos nenhuma pobreza, fadiga, tribulação, humilhação e nenhum desprezo do mundo, que, antes, os tínhamos em conta de grande delícia, movido de paterno afeto, escreveu para nós a forma de vida deste modo:

“Como, por divina inspiração, vos fizestes filhas e servas do altíssimo Sumo Rei, o Pai celeste, e desposastes o Espírito Santo, escolhendo viver segundo a perfeição do Santo Evangelho, quero e prometo, de minha parte e por meus frades, ter sempre de vós e deles atento cuidado e especial solicitude’. O que ele, com toda a fidelidade, cumpriu enquanto viveu e quis que fosse sempre cumprido pelos frades”.

Depois de três anos de vida monástica, Francisco julgou oportuno dar à comunidade de São Damião um esboço de organização: pensou em nomear uma abadessa. Esta não podia ser senão Clara, a primogênita da Ordem.

Mas Clara refutou: “Não, não eu, Francisco! Fugi de todas as honras e da vaidade do mundo, não posso me colocar no comando das minhas irmãs. Quero só servir e obedecer!”. “Bem!” – disse-lhe Francisco em resposta – “se tu queres obedecer, então eu te peço que o faças por obediência!”.

Desejosa da palavra de Deus
Clara, apenas eleita abadessa, sentia necessidade de uma ajuda segura: temia, sobretudo, não ir pelo caminho da perfeita pobreza. Por isso, teria desejado encontrar-se mais vezes com Francisco. Mas o “Poverello” estava muitas vezes longe de Assis e evitava dirigir-se freqüentemente a São Damião para não suscitar “admiração e suspeita” entre as pessoas.

Havia recomendado aos seus frades para não terem muita “familiaridade” com as monjas e não entrarem nos seus mosteiros. E nisto, ele queria ser o exemplo. Em São Damião, Clara se encontrou, finalmente, à vontade.

Transpondo aquelas paredes em ruínas, compreendeu ter chegado para onde Deus, havia tanto tempo, a conduzia. Isso lhe diziam a nudez das paredes, a desolação dos locais, os muros sem reboco, as rústicas tábuas nem mesmo esquadradas do assim chamado “pequeno coro”, a escada íngreme e desconexa que levava ao dormitório, um grande quarto nu e frio.

Sem dúvida, era o convento mais pobre jamais visto: a verdadeira cidadela da Santa Pobreza.

Francisco havia predito a Clara que outras senhoras a haveriam de seguir e abraçariam o seu ideal de vida. Depois de Inês, a primeira a acorrer a São Damião foi Pacífica de Guelfuceio, aquela que a ajudou na fuga noturna.

Depois, veio Benvinda de Perusa, sua caríssima amiga. Em seguida, ajuntaram-se Balvina de Offreduccio, Cecília de Gualtiero, Angelúcia de Angeleio, Filipa de Ghislerio, Francisca de messer Capitâneo, Amata de Martino e tantas outras. Beatriz, irmã menor de Clara, e a mamãe Hortolana completaram o grupo.

Nasceu, assim, em São Damião, a segunda Ordem franciscana, o ramo feminino, ao qual Francisco gostava de chamar o das “Senhoras Pobres”.

Um oásis de paz

Em pouco tempo, a comunidade de São Damião tornou-se um autêntico oásis de paz, onde tudo era calor e intimidade.

A própria desolação do local, das paredes, dos utensílios, transmitiam serenidade e alegria. Lamento nenhum se levantava de São Damião: a pobreza da casa, incômodos, os leitos, o frio, a fome, não atormentavam. As Irmãs, quanto mais pobres, mais se sentiam contentes.

Clara, cada recanto do convento era um recanto do paraíso, cheio de calor e de intimidade: um perene convite à festa, à alegria.

As mais pobres do mundo

Nada era de sua propriedade, mas tudo era aceito como empréstimo; julgavam-se “peregrinas e forasteiras neste mundo”. Andavam de pés descalços em todas as estações, com vestimentas grosseiras e uma corda à cintura, a cabeça raspada e coberta com um pano branco e preto.

Seu alimento era “moderado e austero”; haviam-se proposto “jejuar durante todo o ano”. Por leito, tinha uma esteira estendida sobre o pavimento nu e, por travesseiro, um pedaço de madeira. O dormitório era um grande quarto frio e miserável, onde os pobres catres eram alinhados junto à parede.

Segundo Tomás de Celano, Clara estava muito doente depois de quarenta anos vivendo em extrema pobreza. “O vigor de corpo, castigado nos primeiros anos pela austeridade da penitência, foi vencido no final por dura enfermidade, para enriquecê-la, doente, com o mérito das obras. A virtude aperfeiçoa-se na enfermidade”, diz o biógrafo.
Quando a enfermidade começa a se agravar, Clara recebe a visita do Cardeal de Óstia, padroeiro e protetor da família franciscana. Tratava-se do Cardeal Reinaldo de Segni, que mais tarde seria o Papa Alexandre IV. Foi ele que obteve do Papa a confirmação do Privilégio da Pobreza.

Sabendo do estado de Clara, o Papa Inocêncio IV,que residira com a Cúria em Perúsia no período de 1251 a 1253, foi logo visitar a serva de Cristo com os cardeais, como conta a Legenda: “Entrou no mosteiro, foi ao leito, chegou a mão à boca da doente para que a beijasse. Ela a tomou agradecida e pediu com maior reverência para beijar o pé do Apostólico. Depois pediu com rosto angelical ao Sumo Pontífice a remissão de todos os pecados. Ele exclamou: “Oxalá precisasse eu de tão pouco perdão!” A irmã Inês veio de Monticelli, onde era abadessa, para visitar a Irmã Clara. Ao ver o estado dela, chorou muito. E foi consolada pela irmã: “Irmã caríssima, apraz a Deus que eu me vá; tu, porém, deixa de lado o pranto, porque chegarás junto do Senhor logo depois de mim, e Ele te concederá um grande consolo antes que eu me aparte de ti”. Na realidade, Inês morreu logo depois.

Tomás de Celano relata que no final pareceu debater-se em agonia durante muitos dias, nos quais foi crescendo a fé das pessoas e a devoção do povo. Também foi honrada diariamente como verdadeira santa por visitas freqüentes de cardeais e prelados. O admirável é que, não podendo tomar alimento algum durante dezessete dias, revigorava-se o Senhor com tanta fortaleza, que ela confortava no serviço de Cristo todos que a visitavam.

No leito de Clara, a presença dos frades: Frei Junípero, Frei Ângelo e Frei Leão.
O biógrafo diz que, no momento da partida, Clara conversava com sua alma nestes termos: “Vai segura, porque tens um bom companheiro de viagem. Vai, porque aquele que te criou, também te santificou e cuidando de ti, como uma mãe cuida de seu filho, te amou com terno amor. Senhor, sede bendito porque me criaste”.

A agonia durou uma noite inteira. Na manhã de 11 de agosto de 1253, Clara entrava na glória e ia encontrar-se com o Amado Esposo de sua alma. Nas portas do paraíso seria recebida pelo Pai Francisco.

Extraído de:
http://www.ofmsantoantonio.org/historiaSantos/santaClara.html

Imagem extraída de: https://franciscanasprovidencia.org.br/festa-de-santa-clara-de-assis/

IN ENGLISH –


Today is the feast day of Saint Clare of Assisi, “the sister moon to brother sun Francis,” who dedicated her life to serving the most in need. I share the beautiful story of this saint below, along with the aforementioned quote:

HISTORY OF SAINT CLARE

The 12th century, Assisi, Italy. Clare Favarone was born, daughter of Hortolana and Favarone, a family considered noble in local society. The most precise date of her birth is believed to be 1194 (although some historians point to 1193), in the midst of the Middle Ages, marked by the collapse of the feudal system and the growth of commerce.

As the firstborn, it was natural for her mother Hortolana to fear the pregnancy and, especially, childbirth. Extremely religious, she always prayed for a good delivery, when one day, she heard a voice telling her: “Do not fear, woman, for you will have a normal delivery and the light of the one who is to be born will shine with more clarity than a sunny day.” For this reason, she named her Clare at baptism.

The girl Clare grew up in an environment of nobility and abundance, for according to biographer Thomas of Celano, her father was a military man and the family, on both sides, consisted of knights. Her father, Favarone, son of Ofreduccio and grandson of Bernardino, lived with his brothers in a beautiful and grand house, which the family had owned next to the Cathedral of Assisi for more than fifty years, although they were also rural landowners with castles in the vicinity. But Clare also had the support of faith. Her mother took care to educate her for even nobler actions, especially practicing piety and charity towards the most needy.

It is Celano who states: “She gladly extended her hand to the poor and, from the abundance of her house, supplied the needs of many.” In this period of the Middle Ages, money was becoming a new king. The poor and the sick, those who could not rise on the social ladder, were marginalized. Celano clearly remembers that, even living in an environment of wealth and ostentation, Clare understood that worldly appearances and adornments could be deceptive. “She came to understand that the things of the earth, however beautiful they might be, could not hold her heart.”

It is worth remembering that chivalric culture was the first of the Middle Ages to be developed by lay people and not by clerics, and it proposed how women should be educated to be pleasant, discreet, pious, becoming gentle wives and mothers. They had, in short, to care for their good reputation, and noblewomen led quite reclusive lives, while others participated in their husbands’ businesses, in the daily struggle to support the family and to build the civilization of the city.

The girl Clare, even living in an environment of wealth and ostentation, gradually cultivated a pious and simple life, a characteristic that would later become evident as a woman consecrated to God.

When she was close to turning 18, her parents began to think about her marriage. Clare did not agree with the idea of marrying so young and was always postponing the decision. In reality, she was beginning to be interested in the life project of a young man from Assisi: Francis. Thomas of Celano explains it this way: “When she heard of the then famous Francis who, as a new man, renewed with new virtues the path of perfection, so obscured in the world, she immediately wished to see him and hear him, moved by the Father of spirits, from whom, though in a different way, they had received the first impulses.”

Clare was always well-informed about Francis’s steps in Assisi, because Friar Rufino and Friar Silvester were her relatives. Not infrequently, she listened to Francis’s sermons, who usually spoke in the Church of Saint Rufinus or the Cathedral of Saint George.

Francis’s preaching was impressive because it was different from “sermons.” In his words and in his manner of being, there was something new. It was certainly the power of the Gospel that shone through. Francis presented himself dressed with great simplicity, without pomp or ostentation. His words were inflamed with love for God. Clare learned that the brothers’ life was extremely poor.

According to Celano, Francis visited her, and she visited him even more often, moderating the frequency of their meetings to prevent that divine quest from being noticed by people and misinterpreted by rumors.

“The young woman left home with only one companion and attended secret meetings with the man of God. His words seemed to flame, and she considered his actions superhuman.” Clare’s companion in her meetings with Francis was Bona de Guelfúcio, a witness in her Process and sister of Pacífica de Guelfúcio, one of the first nuns of San Damiano. Already at 18, Clare was aware that she would not be understood by her parents when she took this decisive step. She had confided to Francis how she wished to fulfill her vocation, and he would guide her to carry out God’s designs. “Then she completely submitted to Francis’s counsel, taking him as the guide of her path, after God. Therefore, her soul hung on his holy exhortations, and she welcomed everything he taught her about the good Jesus into a warm heart. She already found it difficult to bear the elegance of worldly ornaments, and despised as rubbish all that is applauded outside, so that she might gain Christ,” her biographer adds.

In a short time, Clare arrived at the Porziuncola. Francis welcomed her and gave her a warm greeting. Moved, she entered the church, knelt before the altar, and for a few moments, remained in prayer. Then, she rose with determination; she took off her shoes, shed her brocade dress and exchanged it for a coarse tunic, removed her rich belt and replaced it with a rough rope.

Then, she knelt again; she let go of her hair at once, which slipped over her shoulders; then, she remained with her head bowed, awaiting the last sacrifice.

Francis gently gathered her blonde hair and, very slowly, cut it. The ceremony was over.

The Relatives’ Reaction

As was to be expected, Clare’s relatives’ reaction was swift. In the morning, as soon as they discovered her escape, they went on a war footing and quickly arrived at the monastery of Saint Paul to take her back home. They threatened to break down the door. They wanted Clare, dead or alive. With their outward display and threats, they hoped to scare her, but they were deluded! Clare was immovable. Since every threat was in vain, they resorted to good manners, flattery, and promises; they appealed to feelings, to the pain of her mother, sisters, and the whole family, but Clare was unyielding; she knew she was safer within those walls than if she were in a castle.

She Clings to the Altar

When she realized that they were about to lose control and resort to violence, Clare, with one gesture, shattered all their illusions: she fled to the church and ran to the altar; with one hand she held the cloth and with the other she removed the veil from her head, revealing herself without the hair that had been cut. Thus, she showed that she was now consecrated to God and that no one could touch her. Faced with such firmness, her family had no choice but to leave the church and the monastery, confused.

Transferred to the Monastery of Santo Ângelo

In Saint Paul, Clare could only remain for a few days. Perhaps it was the nuns themselves who requested her departure after the confusion caused by her presence. Francis arranged for her transfer. Once again, he went to the Benedictine Fathers and obtained Clare’s transfer to the monastery of Santo Ângelo di Panzo.

Finally, A Little Peace!

In the quietness and silence of the monastery of Santo Ângelo, Clare was able to reinvigorate her ideal of life. She carefully adhered to the prescriptions of the Rule of Saint Benedict, which has as its foundation: “Ora et Labora” (Pray and Work)! With this, Clare certainly did not intend to embrace the Rule of Saint Benedict. Her flight to the Porziuncola during the night, her total abandonment to God beyond any structure, following Francis’s example, would have made no sense. In the monastery of Santo Ângelo, Clare lived for a few weeks. These were days of indescribable serenity and joy for her.

Clare’s joy lay entirely in feeling loved and protected by the Lord, with the same love with which a mother protects her little daughter. Fleeing home had closed the world behind her to open a threshold to the mystery of God. Her life had now transformed into a rainbow of prayer and contemplation: a joyful and childlike thanksgiving. She had fled home on a spring night to embrace the ideal of total poverty, and she had found true freedom, perfect joy. She had achieved her dream.

She Meets Her Sister Agnes

Clare felt the need to express her ardent mystical experience. Almost daily, her sister Agnes would visit her: she was a very beautiful young woman, only fifteen years old, with great sensitivity to the supernatural. After Clare’s escape, her family had placed their hope in her.

“Dearest Agnes,” her sister confided to her, “remember: it is better to live one day in the house of the Lord than a thousand days outside it. Youth is a passing wind. Beauty vanishes like smoke. Life ends and nothing remains here.” Clare and Agnes, who believed themselves to be bearers of a new Order, certainly could not remain in Santo Angelo di Panzo.

Francis obtained for them the small convent annexed to San Damiano, along with the little church where they had gone to pray so many times.

San Damiano thus became a cenacle of women passionately devoted to the Lord, a seed destined to germinate a line of beautiful souls, uncompromising followers of the teachings of the Poverello.

After all, Francis had predicted it, as Clare recounts in her testament: “Having climbed the wall of the said church, he then cried out with a loud voice and in the French language: ‘Come and help me in this work of the monastery of San Damiano, because very soon women will come to live in it, and by their fame and the holiness of their lives, glory will be given to our heavenly Father throughout His Holy Church.'”

Clare and Agnes were not alone for long, because many young women from Assisi were attracted by their example.

From these first companions, we have, besides their names, also documentation that testifies to the holiness of their lives and their unwavering fidelity in following Clare’s example.

Shortly after entering San Damiano, a childhood friend of Clare’s, Pacífica, asked to join the Offreducci sisters; and from Perugia came Benvenuta, known from the years of their escape from Assisi, along with her whole family. Then Balvina de Martino joined; the following year, Filipa, daughter of Leonardo de Gisleno.

All promised obedience to Saint Francis, who would not fail to follow the small community with extreme diligence and with the love that the most beautiful flower of the spiritual garden deserved.

For the sisters, who began to be called “Damianites,” after proving their courage, Clare herself prescribed, with evangelical simplicity, a rule to be observed. In 1215, she had petitioned the Apostolic See for the approval of the Privilege of Poverty, a unique document, with which the Saint wished, approved by the Pope, for herself and her followers, the choice not to accept any possessions.

And, in the Sealed Rule, approved by the way of life of the new community, it is written: “The blessed father, considering that we feared no poverty, toil, tribulation, humiliation, and no contempt of the world, that, rather, we held them in great delight, moved by paternal affection, wrote for us the form of life in this way:

“‘As, by divine inspiration, you have made yourselves daughters and servants of the Most High Supreme King, the heavenly Father, and have espoused the Holy Spirit, choosing to live according to the perfection of the Holy Gospel, I wish and promise, on my part and by my friars, always to have of you and them attentive care and special solicitude.’ Which he, with all fidelity, fulfilled while he lived and wished that it always be fulfilled by the friars.”

After three years of monastic life, Francis deemed it appropriate to give the community of San Damiano an outline of organization: he thought of appointing an abbess. This could be no other than Clare, the firstborn of the Order.

But Clare refused: “No, not me, Francis! I fled from all honors and the vanity of the world; I cannot place myself in command of my sisters. I only want to serve and obey!” “Well!” — Francis said in response — “if you want to obey, then I ask you to do so out of obedience!”

Eager for the Word of God

Clare, as soon as she was elected abbess, felt the need for sure help: she feared, above all, not following the path of perfect poverty. For this reason, she would have wished to meet more often with Francis. But the “Poverello” was often far from Assisi and avoided going frequently to San Damiano so as not to arouse “admiration and suspicion” among people.

He had recommended to his friars not to have too much “familiarity” with the nuns and not to enter their monasteries. And in this, he wanted to be the example. In San Damiano, Clare finally found herself at ease.

Crossing those ruined walls, she understood that she had arrived where God, for so long, had been leading her. The bareness of the walls, the desolation of the places, the unplastered walls, the rustic, un-squared wooden boards of the so-called “little choir,” the steep and disjointed staircase leading to the dormitory, a large, bare, and cold room—all told her this.

Without a doubt, it was the poorest convent ever seen: the true citadel of Holy Poverty.

Francis had predicted to Clare that other ladies would follow her and embrace her ideal of life. After Agnes, the first to rush to San Damiano was Pacífica de Guelfuceio, the one who helped her in her nocturnal escape.

Then came Benvinda de Perusa, her dearest friend. Next joined Balvina de Offreduccio, Cecilia de Gualtiero, Angelúcia de Angeleio, Filipa de Ghislerio, Francisca de messer Capitâneo, Amata de Martino, and many others. Beatriz, Clare’s younger sister, and her mother Hortolana completed the group.

Thus was born, in San Damiano, the second Franciscan Order, the feminine branch, which Francis liked to call the “Poor Ladies.”

An Oasis of Peace

In a short time, the community of San Damiano became an authentic oasis of peace, where everything was warmth and intimacy.

The very desolation of the place, of the walls, of the utensils, transmitted serenity and joy. No lament rose from San Damiano: the poverty of the house, discomforts, the beds, the cold, hunger, did not torment. The Sisters, the poorer they were, the happier they felt.

Clare, every corner of the convent was a corner of paradise, full of warmth and intimacy: a perennial invitation to feast, to joy.

The Poorest in the World

Nothing was their property, but everything was accepted as a loan; they considered themselves “pilgrims and strangers in this world.” They walked barefoot in all seasons, with coarse garments and a rope around their waists, their heads shaved and covered with a white and black cloth.

Their food was “moderate and austere”; they had proposed to “fast throughout the year.” For a bed, they had a mat spread on the bare floor, and for a pillow, a piece of wood. The dormitory was a large, cold, and miserable room, where poor cots were lined up against the wall.

According to Thomas of Celano, Clare was very ill after forty years of living in extreme poverty. “The vigor of her body, chastised in the early years by the austerity of penance, was finally overcome by a hard illness, to enrich her, sick, with the merit of her works. Virtue is perfected in infirmity,” says the biographer.

When her illness began to worsen, Clare received a visit from the Cardinal of Ostia, patron and protector of the Franciscan family. This was Cardinal Reinaldo de Segni, who would later become Pope Alexander IV. It was he who obtained from the Pope the confirmation of the Privilege of Poverty.

Knowing of Clare’s condition, Pope Innocent IV, who had resided with the Curia in Perugia from 1251 to 1253, immediately went to visit the servant of Christ with the cardinals, as the Legend recounts: “He entered the monastery, went to her bed, brought his hand to the sick woman’s mouth for her to kiss. She took it gratefully and asked with greater reverence to kiss the Apostolic’s foot. Then she asked with an angelic face to the Supreme Pontiff for the remission of all her sins. He exclaimed: ‘Oh, if only I needed so little forgiveness!'” Sister Agnes came from Monticelli, where she was abbess, to visit Sister Clare. Seeing her condition, she cried profusely. And she was comforted by her sister: “Dearest sister, it pleases God that I depart; but you, stop weeping, for you will come to the Lord soon after me, and He will grant you great consolation before I depart from you.” In reality, Agnes died shortly after.

Thomas of Celano reports that at the end she seemed to struggle in agony for many days, during which the faith of the people and their devotion grew. She was also daily honored as a true saint by frequent visits from cardinals and prelates. What is admirable is that, being unable to take any food for seventeen days, the Lord invigorated her with such strength that she comforted all who visited her in the service of Christ.

At Clare’s bedside, the presence of the friars: Friar Juniper, Friar Angelo, and Friar Leo.

The biographer says that, at the moment of her departure, Clare conversed with her soul in these terms: “Go safely, because you have a good traveling companion. Go, because He who created you, also sanctified you, and taking care of you, as a mother takes care of her child, loved you with tender love. Lord, blessed be You for having created me.”

The agony lasted an entire night. On the morning of August 11, 1253, Clare entered into glory and went to meet the Beloved Spouse of her soul. At the gates of paradise, she would be received by Father Francis.


Extracted from: http://www.ofmsantoantonio.org/historiaSantos/santaClara.html

– Um árbitro precisa acreditar em seu sonho, diz Omar Artan.

Uma escala histórica: o árbitro somali Omar Artan, eleito o melhor juiz de futebol da África no último ano e que foi impedido pelos EUA de entrar no país para debutar na Copa do Mundo, vai apitar nessa semana PSG x Aston Villa, na Áustria, pela Supercopa Europeia. É o primeiro não-europeu a ter essa oportunidade.

Vale lembrar que a FIFA o abandonou, sem o defender, dizendo que não se metia em questões imigratórias dos países filiados. A UEFA, imediatamente, o convidou para esse jogo emblemático.

Gostei da sua entrevista ao site da UEFA, e que é uma lição a todos:

“Acredito que, se eu consegui [estar escalado para uma final na Europa], qualquer um consegue. Você pode fazer o que quiser. Nunca pare de sonhar. Se você quer ser árbitro, vá atrás disso e faça acontecer, e não pare, independentemente do que aconteça e independentemente das pessoas que tentem impedi-lo de fazer seu trabalho.”

Taí. Serve para o esporte e para qualquer área profissional.

Viva os desafios.

Omar Artan, árbitro somali, vai apitar na Supercopa Europeia — Foto: Hector Vivas – FIFA/FIFA via Getty Images

– Meu regime tá indo bem!

Cada vez mais, salada no prato. E aos poucos vamos emagrecendo.

O almoço está mais verde…

– Siga o meu canal no YouTube:

Amigos, convido à visita do meu Canal no YouTube (a versão-vídeo do meu blog Discutindo Contemporaneidades).

O endereço é: https://www.youtube.com/@DiscutindoContemporaneidades/videos
.
Siga-me! De antemão, agradeço.

– Para tudo se dá um jeito!

E neste mundo, há de se ter criatividade e adaptabilidade!

Veja só que imagem instrutiva:

– Diferenças entre Consórcio e Financiamento:

Pra que “rasgar dinheiro”?

Compare:

– Tenhamos cuidado com o Inimigo de Deus:

Eis um alerta importante: o Encardido quer nos confundir e nos enganar à sombra da dúvida.

Na imagem:

– Palmeiras ou Flamengo: quem sofrerá mais?

O campeonato, apesar do baixo nível técnico, tem essa boa briga entre os dois:

Quem tem a sequência mais difícil: Palmeiras ou Flamengo?

– Mantenha o Equilíbrio.

Todos nós somos passíveis de sentir diversas emoções. A questão é: o quanto elas nos dominam?

Muito bacana essa ilustração abaixo, bem verdadeira:

– Flores para embelezar!

Passando com muitas pétalas na nossa timeline para embelezar o dia!

Com delicadas flores como essa roseira, como não se inspirar?

#FOTOGRAFIAéNOSSOhobby

– Liturgia Diária de 11/08/2026:

Féria de 4ª Classe – Missa com comemoração dos Ss. Tibúrcio e Susana, Mártires. Da graça e da bondade de Nosso Senhor, trata a Missa de …

Continua em: Liturgia Diária – 11/08/2026

Evangelho (Mt 18,1-5.10.12-14)

– Aleluia, Aleluia, Aleluia.

– Tomai meu jugo sobre vós e aprendei de mim, que sou de coração humilde e manso!

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus.

-Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, 1 os discípulos aproximaram-se de Jesus e perguntaram: “Quem é o maior no Reino dos Céus?” 2 Jesus chamou uma criança, colocou-a no meio deles 3 e disse: “Em verdade vos digo, se não vos converterdes, e não vos tornardes como crianças, não entrareis no Reino dos Céus. 4Quem se faz pequeno como esta criança, esse é o maior no Reino dos Céus. 5 E quem recebe em meu nome uma criança como esta, é a mim que recebe. 10 Não desprezeis nenhum desses pequeninos, pois eu vos digo que os seus anjos nos céus veem sem cessar a face do meu Pai que está nos céus. 12 Que vos parece? Se um homem tem cem ovelhas, e uma delas se perde, não deixa ele as noventa e nove nas montanhas, para procurar aquela que se perdeu? 13 Em verdade vos digo, se ele a encontrar, ficará mais feliz com ela, do que com as noventa e nove que não se perderam. 14 Do mesmo modo, o Pai que está nos céus não deseja que se perca nenhum desses pequeninos”.

— Palavra da Salvação.

— Glória a vós, Senhor.

– Eita, Corinthians… e o Depay?

Que situação do Corinthians!

Transfer ban, dívidas e agora a ausência (contínua) de Memphis Depay. Há quantos meses ele não joga?

O que fazer?

– Bom dia, 3ª feira.

Como a 3ª feira está com céu lusco-fusco, aqui um outro amanhecer, bem mais vivo.

Que hoje seja melhor do que ontem e pior do que amanhã.

 

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– Pra hoje: deixe Deus cuidar de você.

Deus sempre cuidar de nós:

– 246.

Saudades de algo / alguém em particular, há 246 dias…

– É por meritocracia a escala para São Paulo x Coritiba?

Para São Paulo x Coritiba, a CBF escalou a árbitra Charly Wendy Straub Deretti (SC).

Antes de tudo, nenhuma restrição sobre gênero, origem ou ideologia. Mas vale a meritocracia. Quantos árbitros temos no quadro, querendo oportunidades?

Assisti algumas partidas “aleatórias” dela. Algumas “normais”, outras ruins. E muito ruins:

Veja, por exemplo, o “pênalti fantasma”, em: https://ge.globo.com/am/futebol/brasileirao-serie-c/noticia/2023/05/14/penalti-fantasma-atacante-do-remo-cai-sozinho-na-area-e-arbitra-da-fifa-confirma-veja-o-lance.ghtml

Ou em Ponte Preta x Goiás, o pênalti polêmico: https://www.facebook.com/watch/?v=1527426972191875

Ela tem 16 anos de carreira. Experiência, não se discute. Mas é qualidade técnica?

Tomara que ela faça uma boa partida.

– Você vai chegar:

Essa linda canção (Você Vai Chegar) foi cantada pelo Frei Gilson em um dos seus Rosários da Madrugada, e é de autoria da dupla Ramon e Rafael.

Ela fala sobre pessoas desesperançosas, que querem desistir de tudo. Especialmente, tocando no tema “sentir-se incapaz”.

Muito bonita, inspiradora às pessoas e nitidamente inspirada por Deus. Compartilho abaixo, em: https://www.youtube.com/watch?v=gmlBR2iux7I

Você se sente incapazE já quis voltar atrásNão imagina o que fizPra que você chegasse aqui
Lembra da promessa que Eu te fizE do lugar que Eu te falei?Não podes parar agoraIsso faz parte da história que irás contar
Vai chegarSim, meu filho, você vai chegar (escuta isso)
Sei que você vai chegarNo lugar que Eu prometiÉ só uma questão de tempoFilho, o mar Eu vou abrir
Então, comece a (preparar)A canção que vais cantarEnquanto vocêFilho, Eu abro o mar
Você se sente incapazE já quis voltar atrásNão imagina o que fizPra que você chegasse aquiDeus fez tanta coisa pra você chegar até onde você chegou, querido
Lembra da promessa que Eu te fizE do lugar que Eu te falei?Não podes parar agoraIsso faz parte da história que irás contar
Vai chegarSim, meu filho, você vai chegarErga suas mãos pra receber essa palavra, querido, vai
Sei que você vai chegarNo lugar que Eu prometiÉ só uma questão de tempoFilho, o mar Eu vou abrir
Então, comece a prepararA canção que vais cantarEnquanto você me adoraFilho, Eu abro o mar
Erga as suas mãos, meu queridoValeu a pena tudo aquilo que você passouPra você chegar até onde você chegou
Todos os seus inimigosSerão confundidosE saberão que estou contigoE saberão que estou contigo
Todos os seus inimigosSerão confundidosE saberão que estou contigoE saberão que estou contigo
Sei que você vai chegarNo lugar que Eu prometiÉ só uma questão de tempoFilho, o mar Eu vou abrir
Então, comece a prepararA canção que vais cantarEnquanto você me adoraFilho, Eu abro o mar
Sei que você vai chegarFilho, Eu abro o mar (toma posse dessa verdade da sua vida)
O senhor é contigoAleluiaVocê vai chegarToma posse, toma posse dessa palavraToma posse, toma posse meu queridoAleluia

– Término de labuta!

Fim de expediente… Hoje, foi das 04h até agora… (e meia-noite vamos deitar).

Não foi fácil, mas trabalhar é muito bom!

Aliás, foram ótimas aulas aqui na Faditu nesse último turno.

– Em quem o Brasileiro confia ou não?

Em quem o brasileiro confia…

– PRIMEIRO LUGAR: no PIX

– ÚLTIMO LUGAR: nos ÁRBITROS DE FUTEBOL.

A lista abaixo:

– E “deu a louca” na CBF? Sobre as novas regras no Brasileirão.

Já falamos que a CBF sofreria em querer implantar as novas regras do futebol em 2026, devido a mudança do calendário atípico que temos. Afinal, enquanto o mundo começa suas competições no segundo semestre, nós começamos em Janeiro (quando começávamos em abril, já se sabia quais eram as regras novas em março e tínhamos autorização da International Board para antecipar).

A “bola foi cantada”: houve a paralisação da Copa do Mundo, todos viram as novas regras e ninguém tomou nenhuma providência. Voltou-se o Brasileirão e só agora, nessa segunda-feira, a CBF se reuniu com os clubes para implantá-las.

E pode?

Não. Campeonato de pontos corridos, deve valer a mesma regra da Rodada 1 até a 38. Imagine que na Rodada 19 um time perdeu com o adversário fazendo cera, goleiro caindo e outras polêmicas; no jogo do segundo turno, se o adversário tentar imitar a estratégia, a regra é outra e muito mais punitiva.

O que ocorre: a CBF dirá à FIFA que houve comum acordo entre todos os clubes e que querem fazer as mudanças…

Porém, leio algumas bizarrices! Divulgou-se como novidade que o goleiro não pode reter a bola sem colocá-la em jogo por 8 segundos, sofrendo como punição, caso o faça, um escanteio ao adversário! ISSO já existe desde o ano passado aqui, essa regra entrou em vigor no mundo na temporada passada e já ocorreram algumas punições. Que bobagem é essa de “novidade”?

Novidade aqui são as demais regras: tempo para cobrar tiro de meta e arremesso lateral (5s), tempo para substituição de atletas e jogador fora por um minuto, se cair em capo e pedir atendimento médico (exceto se sofrer uma falta e o oponente receber cartão amarelo). Aos goleiros, lembremos, se acontecer isso, um atleta de linha deve ficar de fora por 1 minuto (não vimos na prática isso ocorrer na Copa).

O detalhe que não encontro respostas: a CBF divulgou que a nova medida em que o VAR pode corrigir um escanteio marcado equivocadamente desde que não se perca tempo, foi deixada para… 2027!

Ué, a mais fácil de se praticar, sem justificativa, ficou para depois?

Signature: ilrxp6aKnFTxVkIGz8cg0wibkEkicVm8qPhrQ19UfN8qqOoG9ePmdegff7LcCLGZCxX76d2Kh/v/5p3bZEkU5qgrRoQ1gSa/crXZ1T392UHDhP5nmYtIFcFEc2lgFYfsexLIHZJ5vjoAKjYk2cisJ5+UcYN416dKUD1UUq749Trf/S5vC55x63ZrDWFVcm2Gm0v84atoWOeJIFKD4shGl+Vrxpw+2shlXDDURgDIbo1ebq7J8UgRgGQAUe8XsLaKZkjcWAopNjI9679kruxhwGxBoTAVgLrTYfZDVoboKTC8508GPTEuq299HsJ7Biy7

 

– Sabe quem são os inimigos da Produtividade no cotidiano corporativo?

Muito bacana a matéria da Folha de São Paulo (19/07, Classificados, pg D6, por Fernanda Perrin) sobre inimigos da produtividade, a respeito das distrações que atrapalham o dia-a-dia das empresas e roubam o tempo dos funcionários. São eles:

1- Ambientes sem Divisórias, que impedem pessoas atarefadas de dizerem “Não”, devido a proximidade e intimidade criadas.

2- Comunicação Falha, onde as pessoas falam muito e não se fazem compreendidas com o essencial e resumido.

3- Reuniões Desnecessárias, mal organizadas, pautas ruins e repetitivas, além de gente que se estende demais.

4- Atualização Impulsiva da Caixa de E-mails, tornando o usuário do sistema um viciado no teclado.

5- Pressa e Imediatismo nas Tarefas, sem planejamento adequado e com a hora pressionando.

6- Má Gestão do Tempo, onde as atividades deveriam ser classificadas por níveis de importância e escalonadas durante o dia.

7- Uso das Redes Sociais, grande mal dos nossos tempos. Parar o serviço para dar uma espiada no Facebook ou LinkedIn não dá.

E aí, concorda com este elenco de pontos negativos contra a Produtividade?

7 ideias para melhorar a produtividade da empresa rapidamente 💡💡💡

IN ENGLISH – Here’s a great article from Folha de São Paulo (July 19th, Classificados, pg D6, by Fernanda Perrin) on “enemies of productivity,” discussing the distractions that hinder daily operations in companies and steal employees’ time. These include:

  1. Open-plan Environments, which prevent busy people from saying “No” due to the proximity and familiarity created.
  2. Faulty Communication, where people talk too much and fail to make themselves understood with essential, concise points.
  3. Unnecessary Meetings, poorly organized, with bad and repetitive agendas, plus people who ramble on too long.
  4. Impulsive Email Inbox Checking, turning the system user into a keyboard addict.
  5. Haste and Immediacy in Tasks, without proper planning and with time pressure.
  6. Poor Time Management, where activities should be classified by levels of importance and scheduled throughout the day.
  7. Social Media Use, a major woe of our times. Stopping work to peek at Facebook or LinkedIn just won’t do.

So, do you agree with this list of negative points against productivity?

Imagem extraída de: https://pluga.co/blog/ideias-melhorar-produtividade-empresa/

– Entardecer.

E pela Rodovia Castelo Branco, um horizonte bonito!

Viva a natureza e a sua beleza.

bomba.jpg

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– Sempre que puder, pare e reze. Busque a Espiritualidade em um lugar pacífico.

Onde quer que esteja, sempre que puder, pare e faça uma oração.

Abrigue-se em uma igreja, acalme o seu coração e livre-se da dispersão espiritual. Fique em um lugar de paz e converse com Deus, pois Ele nos ouve.

🙏🏻 #Fé #Catolicismo #Religião #Esperança

– Que situação, Dorival Jr! O que fazer com o São Paulo FC?

Trocar técnico resolve?

Ao ver a questão da pontuação e da condução do SPFC, penso: não é um roteiro de trocas de treinadores com equívoco, que leva a um possível rebaixamento?