🙏🏻 Enquanto vou correndo, fico meditando e faço uma prece:
“- Ó Virgem Maria, Mãe de Deus e Nossa Mãe, rogai por nós que recorremos a vós. Hoje, especialmente pelos que perderam a fé e não crêem em mais nada. Amém.”
Reze, e se o que você pediu for para seu bem, Deus atenderá.
👊🏻 Olá amigos! Tudo bem? Domingão também é dia de se exercitar!
Por aqui, tudo pronto para suar mais uma vez em busca de saúde. Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina (controlando o cortisol)?
— Aleluia, Aleluia, Aleluia.
— A Palavra de Deus é viva e eficaz em suas ações; penetrando os sentimentos, vai ao íntimo dos corações. (Hb 4,12)
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Lucas.
— Glória a vós, Senhor.
Naquele tempo, 1Jesus contou aos discípulos uma parábola, para mostrar-lhes a necessidade de rezar sempre, e nunca desistir, dizendo:
2”Numa cidade havia um juiz que não temia a Deus, e não respeitava homem algum. 3Na mesma cidade havia uma viúva, que vinha à procura do juiz, pedindo: ‘Faze-me justiça contra o meu adversário!’
4Durante muito tempo, o juiz se recusou. Por fim, ele pensou: ‘Eu não temo a Deus, e não respeito homem algum. 5Mas esta viúva já me está aborrecendo. Vou fazer-lhe justiça, para que ela não venha a agredir-me!’”
6E o Senhor acrescentou: “Escutai o que diz este juiz injusto. 7E Deus, não fará justiça aos seus escolhidos, que dia e noite gritam por ele? Será que vai fazê-los esperar?
8Eu vos digo que Deus lhes fará justiça bem depressa. Mas o Filho do homem, quando vier, será que ainda vai encontrar fé sobre a terra?”
COMISSÃO DE ARBITRAGEM DA CBF ENVIA COMITIVA PARA VISITAR PAÍSES DA EUROPA
Na busca por um intercâmbio de experiências e práticas relacionadas ao VAR pelo mundo, a Comissão de Arbitragem da CBF enviou uma comitiva para a Europa no final de setembro. Formada por Péricles Bassols e Lucas Dias Almeida, gerentes técnico e tecnológico do projeto no Brasil, a viagem passou por quatro países (Espanha, Holanda, Inglaterra e Alemanha) e trouxe muita informação na bagagem. Foram 11 dias de uma agenda lotada de visitas às Centrais do VAR de cada federação, treinamentos e também jogos ‘in loco’.
“Fomos muito bem recebidos por todas as federações desde os primeiros contatos. Pudemos conhecer a estrutura de cada país e estreitar laços com os profissionais destes quatro países. Creio que abrimos uma porta importante para a colaboração mútua entre as federações”, comentou Péricles Bassols.
Na Holanda e na Espanha, a dupla do VAR brasileiro conheceu as instalações onde os árbitros de vídeo atuam e também o local onde são realizadas as simulações e aulas teóricas da ferramenta. Já na Inglaterra, Péricles Bassols e Lucas Dias Almeida foram além. A dupla pôde acompanhar partidas da Premier League diretamente da Central do VAR inglês, bem como esteve presente na partida Wolves x Manchester City, disputada em Wolverhampton.
“Cada país tem sua peculiaridade e foi interessante conhecer um pouco mais de perto o trabalho realizado em cada um deles. Pudemos observar que no Brasil temos sido bem transparentes, por exemplo, na questão da linha de impedimento, quando mostramos em tempo real a construção dos gráficos”, exemplificou Péricles Bassols.
O encerramento da viagem foi na Alemanha, onde a dupla participou de evento organizado pela FIFA para apresentar e testar o sistema SAOT (tecnologia de impedimento semiautomatizado criado pela entidade). Esta ferramenta será utilizada na Copa do Mundo FIFA Qatar 2022 e promete trazer ainda mais precisão nas marcações de impedimento. O congresso foi realizado no Estádio Bay Arena, em Leverkusen.
“Voltamos de lá com a certeza de que estamos alinhados com as melhores práticas e protocolos do VAR atuais, mas também com muita vontade de continuar evoluindo. Uma das ideias propostas na visita à Espanha, por exemplo, é desenvolver um fluxo de intercâmbio de árbitros de vídeo entre os dois países. Ainda vamos avançar nesta possibilidade, mas a busca por conhecimento será constante”, finalizou Péricles Bassols.
Péricles Bassols e Lucas Dias Almeida são recebidos na Federação Espanhola de Futebol Créditos: Divulgação
Li e achei interessante: sobre como a “Administração” não foi valorizada na Constituição de 1988(me lembro perfeitamente das emissoras de TV transmitindo sua promulgação com o Dr Ulisses Guimarães), extraído do tuíte de Daniel José (economista do Insper e mestre em Relações internacionais por Yale):
“32 anos da nossa Constituição de 1988. No texto aparece:
– 76 vezes a palavra ‘direito’.
– 4 quatro vezes a palavra ‘dever’.
– 2 vezes a palavra ‘produtividade’.
– 1 vez ‘eficiência’.
Em resumo, nos preocupamos em dar DIREITOS, sem DEVER algum e sem saber como vamos fazer isso.”
Ou seja: ela, a Constituição, que parecia um avanço na época (já que vínhamos de uma ditadura), mostrou-se ao longo dos tempos apenas um documento necessário para aquele momento, necessitando valorizar ações progressistas para o futuro, calcadas em registro. Por outro lado, será que “o como fazer” e/ou praticar o “exercício da Administração” deveria estar contido nesta Carta de Leis?
Vale a pena refletir tudo isso, em especial pensando nas próximas gerações e, talvez, numa nova Constituição.
Imagem extraída da Web, autoria desconhecida. Quem souber, favor informar para publicação do crédito.
A Igreja tem por costume dedicar o dia de sábado à devoção a Nossa Senhora. A razão dessa devoção é simples e está relacionada ao evento da Paixão, Morte e Ressurreição de Jesus, pois no Sábado, depois da Sexta-Feira Santa, a Virgem Maria foi a única pessoa que permaneceu firme, em sua fé, esperando a ressurreição de Jesus Cristo. Aquele Sábado Santo foi o dia em que Nossa Senhora permaneceu sozinha em oração, sem ter a presença física de Jesus ao seu lado e, por isso, esse dia foi considerado o Sábado da solidão, do deserto, da morte e do luto. Foi o dia em que Maria Santíssima chorou e sofreu pela ausência de seu Filho.
No Sábado que precedeu a Ressurreição de Nosso Senhor Jesus Cristo, somente Nossa Senhora, em toda a Terra, personificou a Igreja Católica, pois, como nos contam os Evangelhos, depois da morte de Cristo, os Apóstolos, os Discípulos e as Santas Mulheres titubearam na fé, esqueceram as promessas de Cristo referentes à Sua ressurreição e se trancaram em suas casas com medo de serem perseguidos.
Naquele Sábado Santo, ou melhor, desde a Sexta-Feira Santa, Nossa Senhora não vacilou, em nenhum momento, na firmeza da fé. Ela continuou firme na certeza de que, por ser Deus, Cristo iria ressuscitar no Domingo, anunciando uma nova alvorada. Mesmo tendo conhecimento de que os Apóstolos estavam vivenciando a hora trágica da dúvida, a Virgem Maria continuou meditando, no silêncio e no abandono, esperando o raiar dos primeiros raios da ressurreição do Senhor.
Com o desenvolvimento da História da Igreja, muitos fiéis passaram a celebrar o dia de sábado com muitos atos de piedade cristã, em honra da Santa Mãe de Deus. São João Damasceno, no século VIII, em seus escritos, faz referência à celebração do sábado dedicado a Maria na Igreja do Oriente. Posteriormente, encontramos nos livros litúrgicos dos séculos IX e X missas em honra de Maria no sábado. Nos séculos XII e XIII, os grandes teólogos, tais como São Bernardo, São Tomás de Aquino e São Boaventura, explicavam a dedicação dos sábados a Nossa Senhora, evidenciando o tempo do descanso do Cristo no túmulo. Naquele Sábado, todas as pessoas haviam abandonado Cristo; apenas a Virgem Maria continuou a acreditar e, por isso, este é o seu dia. No século XVI, mais precisamente em 1570, o Missal Romano de São Pio V apresentou uma Liturgia da Missa de Nossa Senhora nos Sábados.
Em pleno século XX, nas aparições de Nossa Senhora, em Fátima, nos dias 13 de junho e 13 de julho de 1917, Nossa Senhora solicitou à vidente Lúcia que divulgasse o costume de dedicar os sábados em sua honra e devoção. Pediu também que, em especial, nos sábados, rezássemos o terço em reparação dos pecados: “Jesus quer estabelecer no mundo a devoção do meu Imaculado Coração. Se fizerem o que eu vos disser, muitas almas serão salvas e haverá paz. Voltarei para pedir a consagração da Rússia ao meu Coração Imaculado e a devoção reparadora dos primeiros sábados”.
Atendendo aos pedidos e clamores de Nossa Senhora de Fátima, muitos fiéis católicos passaram a incluir e valorizar as devoções marianas no dia de sábado, entre outras, as mil Ave-Marias, o Rosário em família, a oração do Ofício da Imaculada, os cinco sábados em devoção à Virgem, a participação na Eucaristia e a realização de obras de misericórdia em favor do próximo.
O Ofício da Imaculada, que rezamos aos sábados, é a Liturgia opcional de devoção a Maria que é rezada pelos sacerdotes, monges e freiras. Na recitação do Ofício da Imaculada, todos nós somos chamados a participar. Nesta prece, recitam-se os salmos, leituras, hinos e orações para honrar a Santa Maria, Mãe de Deus.
Por meio do exercício da oração do Rosário, que nos sábados possui um aroma mais mariano, nós aprendemos com a Virgem Mãe a colocarmos o Cristo no centro de nossas vidas e de todas as coisas. Quando dobramos os nossos joelhos e rezamos o Rosário, nós revivemos os momentos significativos da História da Salvação, percorrendo as várias etapas da vida e da missão de Jesus, ou seja, participamos, de alguma forma, da conversão dos pecados e na construção da paz no mundo.
Hoje, mais do que nunca, o mundo precisa de orações. Hoje, mais do que nunca, devemos recorrer a Nossa Senhora, pois Ela é a cheia de graças, a onipotência suplicante, que nos ensina a caminhar, mesmo em meio às tempestades, com a firmeza da fé. Juntos da Virgem Mãe, nós aprendemos que quem pede uma graça a Deus, deve antes de tudo acreditar que será atendido. Deve ter fé que, no tempo oportuno, Deus ouvirá.
Contemplando a pessoa da Virgem Maria na solidão do Sábado Santo, nós aprendemos que quem tem fé aguarda, não vacila, não se amedronta, ama e espera. Naquele Sábado Santo, Ela confirmou a solidez de sua fé, mesmo diante das trevas da morte e, por isso, contemplou a noite por excelência da fé e da esperança. Enquanto tudo estava mergulhado na escuridão, a Virgem Mãe vigiava. Vigiando, ao chegar os primeiros raios do esperado Domingo da Ressurreição, a Virgem Maria, certamente, se encontrou com o Cristo vivo e Ressuscitado e participou efusivamente da alegria da Ressurreição.
Mãe amada, Nossa Senhora do Sábado, fazei que também nós vigiemos no silêncio das noites escuras, crendo e esperando na Palavra e nas promessas de Cristo. Agindo assim, nós encontraremos, no tempo anunciado, na plenitude da luz e da vida, o nosso Redentor, primícias dos ressuscitados, que reina com o Pai e o Espírito Santo pelos séculos dos séculos. Amém!
🙏🏻 Enquanto vou correndo, fico meditando e faço uma prece:
“- Ó Virgem Maria, Mãe de Deus e Nossa Mãe, rogai por nós que recorremos a vós. Hoje, especialmente pelos que perderam a alegria de viver e deixaram de sonhar. Amém.”
Reze, e se o que você pediu for para seu bem, Deus atenderá.
Por aqui, tudo pronto para suar mais uma vez em busca de saúde. Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina (controlando o cortisol)?
Puxa, me senti envaidecido pelas palavras elogiosas do Mauro Cezar Pereira há pouco, em seu canal. Muitíssimo obrigado, apenas fiz meu humilde trabalho tentando contribuir com as explicações didáticas de Corinthians 0x0Flamengo 🙂.
É muito bom quando algo assim vem de gente competente!
Respeitosamente, mas é algo que eu não consigo deixar de observar: uma universidade me mandou um questionário de entrevista para oferta de emprego, e com ele vieram as perguntas sobre orientação sexual.
Pra quê?
Tal dado de foro íntimo deveria ser irrelevante para a meritocracia e contração de um professor qualificado na área de Empreendedorismo. Além disso, a sexualidade da pessoa nunca deveria ser motivo de vantagem e/ou desvantagempara um cargo como esse….
Além dos diversos câmbios que nossos vizinhos argentinos já tem, agora o Governo criou o “Dólar Catar” e o “Dólar Coldplay”! E eles já tinham até “Dólar Netflix”…
ARGENTINA ANUNCIA CRIAÇÃO DO DÓLAR COLDPLAY E DO DÓLAR QATAR PARA CONTROLAR DIVISAS EM MEIO A CRISE
Novas modalidades têm como objetivo auxiliar setor cultural e evitar saídas de divisas do país
O governo da Argentina anunciou, na última terça-feira (11), a criação de mais duas novas “versões” do dólar, de modo a controlar a circulação de divisas em meio à persistente crise econômica. Tratam-se dos chamados “dólar Coldplay”, de forma a auxiliar o setor cultural, e o “dólar Qatar“, para evitar a saída de divisas do país.
A primeira “modalidade” da divisa americana foi batizada com esse nome em homenagem à banda britânica que em breve fará 10 shows no país. Ela é parte de um acordo com o setor cultural, que poderá ter acesso à moeda estrangeira a um preço mais baixo, de forma a incentivar a ida de artistas internacionais.
Cotado ao redor de 200 pesos, o “dólar Coldplay” tem um valor menor que o cerca de 280 pesos do conhecido dólar “blue”, considerado a “versão clandestina” do dólar ofici
A paridade estabelecida tem como objetivo permitir que os empresários do setor cultural sigam com suas atividades e movimentam a máquina de empregos do segmento.
Por outro lado, a segunda modalidade (dólar Qatar) recebeu esse nome em referência ao país-sede da Copa do Mundo de 2022 e leva em conta as projeções de maiores gastos dos viajantes argentinos no exterior, sendo enquadrado na categoria de “dólar para turistas”.
Ele será aplicado ao consumo acima de US$ 300 em cartões de crédito e débito, a uma taxa de 300 pesos por dólar. O governo encareceu as taxas do cartão para uso fora do país ao aplicar uma taxa de 45% para compra no estrangeiro. Para compras de artigos de luxo, haverá um acréscimo de 25%.
A ideia com a oneração dos pagamentos com cartão de crédito é fazer com que os argentinos que viajam usem cédulas de dólar (que muitos mantêm em casa ou em cofres). Assim, evitam que os turistas busquem o Banco Central para comprar moeda para viajar, o que diminui a reserva em dólar do país.
“Tomamos esta medida porque recebemos reclamações de setores da economia e porque queremos cuidar das reservas para a produção e a geração de emprego. Para isso, precisamos evitar a fuga de divisas”, disse Carlos Castagneto, titular da Afip (a Receita Federal argentina) em entrevista na véspera. E complementou: “Não estamos proibindo a compra de bens ou de pacotes turísticos, apenas encarecendo o valor do dólar para proteger nossas reservas”.
A medida, de acordo com projeções do governo, terá impacto sobre 200 mil pessoas que fazem uso regular do cartão de crédito em viagens ao exterior. A medida já começa a valer para compras realizadas nesta quarta (12).
Agora, a Argentina tem 14 tipos de dólar em vigor oficialmente, como o “dólar Netflix”, o “dólar cripto”, entre outros.
O país sul-americano tem sofrido recorrentemente com a alta da inflação (a uma taxa anualizada de 78%) e escassez de reserva internacional em dólar. A diferença entre a cotação oficial do peso argentino, de cerca de 150 pesos, e do dólar conhecidos como “blue” (cerca de 282 pesos), é de quase 90%.
A Argentina tem uma política de restrição de compra de dólares em vigor desde 2018, sendo que poucos setores da economia (geralmente ligados a bens de capital e de insumos industriais) têm acesso ao dólar pela cotação oficial.
Os setores privados e a população geral podem comprar o dólar a valores oficiais em um limite de US$ 200 por mês.
GOLPE DO CHEIRO EM UBER E 99: O QUE É E O QUE DIZEM AS VÍTIMAS
Há duas semanas, Fernanda* repetiu o mesmo ritual de todas as manhãs e pediu um Uber para levá-la de casa até a academia. Era uma segunda-feira de chuva em São Paulo, e o trajeto era curto, cerca de 2 km. Ela já tinha ouvido falar do tal “golpe do cheiro”, mas não pensou nisso, achou que nessa situação nada poderia acontecer. Porém, quando estava mais ou menos próxima do destino, entendeu que algo estava fora do normal na viagem.
“Comecei a sentir um cheiro forte, de arder o rosto, sabe? Então, senti meu corpo formigar, ficar dormente. Quando olhei para a janela do motorista, ela estava aberta, e a minha, fechada. Me liguei no que estava acontecendo. Como ela era elétrica, pedi a ele que abrisse a minha. Coloquei o rosto para fora, meu corpo totalmente dormente. Entrei em pânico, tentei abrir a porta e comecei a gritar: ‘Me tira daqui, me deixa descer, estou passando mal'”, contou, em entrevista a Universa.
De acordo com ela, o condutor não se mostrou surpreso e não ofereceu assistência, simplesmente parou o carro. Quando desceu do veículo, Fernanda caiu no chão. “Nessa hora, comecei a ter vários espasmos no meu corpo, na perna, no braço, na mão. Não estava tremendo de nervoso, eu estava com espasmos e não tinha nenhuma força para levantar.” Conseguiu pedir ajuda a uma pessoa na rua para anotar a placa do carro. Fez o protocolo sugerido pela Uber: reportou o caso no aplicativo. Além disso, por orientação de um advogado, registrou um boletim de ocorrência online. Mais tarde, percebeu que o motorista estava cadastrado havia um dia no app.
Segundo Fernanda, a Uber foi rápida e, assim que chegou em casa, entrou em contato com ela para se dizer ciente do ocorrido, que sentia muito e garantir que ela não pegaria mais corrida com aquele motorista. “Eu falei: ‘Pelo amor de Deus, o cara precisa sair da base de motoristas, vocês já sabem que isso está acontecendo, foi horrível! Se eu não tivesse me tocado a tempo, poderia estar desmaiada e vai saber o que pode ter acontecido lá'”, argumentou. Não adiantou: o atendente disse que não poder fazer mais nada.
Na sexta-feira da mesma semana, ainda traumatizada, decidiu pedir um Uber de novo. O percurso e o horário eram os mesmos. Para seu choque, o carro e o motorista também. “O nome do cara era outro, a foto diferente. Pensei ser só uma coincidência, mas era o mesmo cara, o mesmo carro, a mesma placa! Quando entrei, tive a certeza. A gente andou 50 metros, abri a porta do carro em movimento e saí.”
Casos se multiplicam
A história de Fernanda não é um caso isolado. Nos últimos meses, o chamado “golpe do cheiro” (também conhecido como “golpe do gás” ou “golpe do spray”) instaurou um clima de medo entre mulheres que usam de carros de aplicativo como Uber e 99.
São dezenas de relatos nas redes sociais e denúncias de que motoristas estariam tentando intoxicar passageiras. Segundo as vítimas, o padrão é bastante parecido: vidros da parte traseira dos carros fechados e, após um tempo de corrida, um odor invade o ambiente.
“Eu estava de máscara, mas, mesmo assim, passei a sentir um cheiro bem forte, como se fosse um solvente. Logo, começou uma dormência no meu rosto, que rapidamente passou para as pernas”, relata a musicista Irina Bertolucci, que também passou pelo golpe.
De acordo com a delegada Jamila Jorge Ferrari, coordenadora das Delegacias de Defesa à Mulher do estado de São Paulo, de março a junho deste ano, foram mais de 60 boletins de ocorrência registrados no estado e todos os casos aconteceram em veículos da Uber. Segundo ela, até o momento, os inquéritos concluídos no estado de São Paulo não encontraram evidências de contaminação toxicológica nas vítimas ou nos automóveis que foram periciados.
“Isso significa que não houve o que elas estão falando? Não necessariamente. É muito difícil dizer: ‘O golpe não existe’, porque você está desacreditando aquela vítima, o que ela de fato sentiu”, diz a delegada. Ela continua: “E por que [a vítima] sentiu? Porque talvez jogaram nas redes sociais? E aí as pessoas ficaram de alguma forma em pânico e começaram a sentir algo que é muito mais psicológico do que efetivamente real. E isso não é a polícia quem vai responder. O que a polícia consegue responder é que em todos os casos em que foram instaurados inquéritos, a vítima não estava intoxicada”, finaliza.
O que a psicologia diz
Até o momento, nenhum exame deu positivo para “substâncias entorpecentes”. Mas as investigações deveriam tratar um assunto tão delicado e que envolve uma relação de poder, no caso entre motorista e passageira, de uma forma tão protocolar? Para Beatriz Brambilla, doutora em psicologia social, docente e supervisora da estágios do curso de psicologia da PUC-SP, o caso não está sendo tratado com a seriedade e as nuances que merece.
De acordo com ela, o modelo de investigação precisa assegurar uma dimensão que não seja apenas confirmar se a vítima foi intoxicada ou não, mas entender todo o contexto daquela viagem. “Quais foram os antecedentes do ponto de vista da violência psicológica que estava ocorrendo naquela situação em que as mulheres nararram esse ataque, essa violência no carro do aplicativo?”, questiona.
Ela continua: “Há uma relação de poder na medida que você pega um carro com um homem —pensando na questão do machismo, do sexismo e da cultura de estupro e de violência que a gente vive. Quando as mulheres entram no carro, elas já entram preocupadas com o que pode acontecer. […] O motorista tem controle da situação. Ele pode coagir a pessoa que está ali. Daí, a gente está falando de uma violência que ocorre, seja ela pelo olhar, seja por uma palavra, por algum gesto, seja pelo modo como esse motorista vai dirigir. Tudo isso vai produzindo medo, vai produzindo emoções. E isso é uma violência, não importa o que ocorra. Faz com que a gente sinta medo, faz com que a gente se sinta torturada de alguma forma.”
Segundo Silvia Cazenave, toxicologista, docente da PUC-Campinas, perita criminal e ex-Superintendente de Toxicologia da Anvisa, os sintomas narrados pelas vítimas seriam de intoxicações agudas, que deveriam ser acusadas nos exames toxicológicos. Apesar disso, ela concorda com Beatriz: “Acontece realmente de a pessoa perceber um cheiro distinto e ficar ansiosa, ficar com medo. Mulheres estão sujeitas a muitas investidas criminosas e isso cria tensão. Tudo isso pode afetar a percepção”.
Sobre a questão levantada pela delegada Jamila, de que poderia existir um pânico inflado pelos relatos nas redes sociais, Beatriz refuta: “É como no caso do homem que assediou mais de 70 psicólogas. Se uma não tivesse aparecido e falado sobre isso, muito provavelmente as outras não teriam se expressado”.
De acordo com ela, essas situações precisam ser legitimadas, do contrário, são ocultadas do cotidiano, e as pessoas vão sofrendo sozinhas.
Ser mulher é ter medo
Todos os pontos colocados pelas especialistas são ancorados por dados, já que as mulheres brasileiras são percebidas como o grupo mais vulnerável à violência durante o percurso de ida ou volta para casa.
81% delas já sofreram algum tipo de violência em seus deslocamentos pela cidade, segundo o relatório da pesquisa “Percepções sobre segurança das mulheres nos deslocamentos pela cidade”, divulgado no ano passado pelos institutos Locomotiva e Patrícia Galvão.
Além disso, o Brasil registra um estupro a cada dez minutos e um feminicídio a cada sete horas, de acordo com o Fórum Brasileiro de Segurança Pública. Os dados são do Anuário Brasileiro de Segurança Pública de 2022, relativos à violência letal e sexual de meninas e mulheres no Brasil.
“A discussão sobre mobilidade urbana e gênero é uma questão muito séria e, não por acaso, a gente tem uma lei de importunação sexual para falar sobre transporte público. O fato é que a violência contra as mulheres em transportes públicos acontece”, diz Beatriz.
Para ela, empresas como a Uber precisam ser responsabilizadas e criar políticas específicas para as mulheres que assegurem a segurança delas de uma forma geral e não somente nesse caso do golpe.
“Se as mulheres fossem doidas, você concorda que a gente não teria uma política de importunação sexual em transporte público? Que não teríamos em vários lugares do mundo vagões de trem e metrô especiais para as mulheres? Que a gente não teria a política de que o ônibus para em qualquer lugar para as mulheres poderem descer? Hoje, o transporte por aplicativo é tão utilizado quando o transporte público, principalmente nas grandes cidades”, justifica.
Monica de Melo, Defensora Pública do Estado de São Paulo, também acredita que é preciso cobrar as empresas de aplicativo – e não somente a polícia – e que elas são coniventes com o que está acontecendo: “A empresa tem todo o discurso de que o motorista não é empregado, mas dizer que a empresa tem zero responsabilidade? A empresa fez uma plataforma? Você só encontrou aquele motorista através dessa empresa, você não encontrou esse motorista ali na rua, do nada? E justamente por você não ter encontrado na rua, no nada, você pegou em uma empresa justamente porque você acha que pegando o motorista de uma empresa você estaria mais segura”.
Alice*, que também foi vítima do golpe, concorda: Eu não estou com raiva [do que aconteceu]. Eu estou com raiva da gente, mulher, ter que pensar nisso [nossa segurança] o tempo todo. Geralmente quando estou na rua com meu celular, estou insegura. Quando chega o meu Uber e eu entro, é quando eu falo, nossa, eu estou em casa, estou segura. E não, é um serviço que deveria oferecer segurança para você, mas tem oferecido mais medo do que segurança”.
Do lado da Uber, a empresa se diz preocupada e recentemente até criou uma mesa de discussão só para debater o assunto no 16º Encontro do Fórum Brasileiro de Segurança Pública. O painel “Golpe do gás na Uber: o aumento da sensação de insegurança a partir da desinformação”, tinha o intuito de tentar tranquilizar a sociedade e reforçar que nada está acontecendo e nada foi provado.
Já a empresa 99, em nota, informou que ao receber os relatos realiza a apuração junto aos times internos “para garantir a segurança das usuárias da plataforma e colaborar com o poder público, se necessário”. A empresa, assim como a Uber, reforça que é imprescindível que as eventuais vítimas reportem o ocorrido nas centrais de ajuda dos apps.
Nesses tempos em queas tradicionais religiõesobservam a formação de novas igrejas, seitas e fanáticos religiosos, cada vez mais é importante o diálogo inter-religioso e a necessidade de estar nas semelhanças em comunhão com Deus. Eis que assisti uma entrevista do sapientíssimo rabino David Weitman, que disse sobre o matrimônio:
“O Casamento é uma união triangular do homem, da mulher e de Deus”.
Gostei! Independente das outras religiões, não há como negar tal verdade.
Além dessa afirmação, o rabino traz uma mensagem de paz muito interessante. Aliás, me surpreendi com sua facilidade em explicar as características culturais e religiosas do povo judeu de uma maneira bem didática.
Claro, no Judaísmo há diferenças diferenças de entendimento sofre outros conceitos em relação ao Cristianismo e o Islamismo, como o Inferno (uma espécie de purgatório cristão, pois eles não creem num local de sofrimento onde foi lançado Lúcifer – por obviedade, já que eles não tem como Jesus um Deus ao qual o Diabo não quis aceitar) e outras características próprias como reencarnação em casos singulares.
Eles são incríveis! Os clubes brasileiros estão à frente de gigantes como Bayern de Munique e Real Madrid, ou de emergentes como o PSG de Neymar, Messi e Mbappé! Ao menos, para a IFFHS...
A “Federação de História e Estatística de Futebol Internacional” (uma entidade que não costuma ser levada à sério), divulgou seu ranking mundial de clubes. Nele, o Palmeiras (pelo 5º mês seguido) é eleito o melhor time de futebol do planeta, seguido pelo Flamengo, Real Madrid, Manchester City e Liverpool. O Athletico Paranaense é o 7º, o Atlético Mineiro o 9º, e o São Paulo, mesmo em 12º colocado na tabela do Brasileirão, é o 12º do mundo!
Quem festejou foi a FPF, que publicou com pompa o ranking. Abaixo, os 15 da lista: