– Os dois gols da Barbarense foram irregulares contra o Paulista? Explico:

Já fizemos nossa análise da arbitragem de Paulista 1×3 União Barbarense. Está aqui: https://professorrafaelporcari.com/2025/02/15/analise-da-arbitragem-para-paulista-1×3-uniao-barbarense/

Porém, surge nas Redes Sociais, motivada sei lá por quem, uma narrativa de que o Galo perdeu por conta da arbitragem. Calma lá! O veterano árbitro realmente foi mal, mas os dois gols foram legais e, à LUZ DA REGRA, explico nesse vídeo porque houve os acertos, onde não se pode brigar com as imagens, inventar regra ou analisar com ódio ou paixão: https://youtu.be/PJ8pF3S-Gl4?si=tcg-7L-R-T1pdbAu

Adendo: Me preocupa a questão emocional dos atletas do Galo. É muita discussão, muito “tirar satisfação” contra adversário. No sábado, no último minuto, Vitor Zaga agrediu com um chute certeiro Givigi. O árbitro já tinha mostrado o Cartão Vermelho, a situação já estava resolvida, e por baixo Givigi tentou revidar. Se tivesse VAR, receberia também a Expulsão. A pergunta é: se o adversário já tinha sido punido, por quê ir para cima? Lembrando ainda que Renato Marolla, no jogo contra o São Caetano, conseguiu ser expulso após o apito final.

Falta equilíbrio emocional e no mata-mata os cartões podem complicar.

– Carreira ou Família: Quando as Mulheres têm que Decidir!

No mundo da Administração de Empresas, muitas vezes os profissionais se vêm obrigados a tomar decisões que afetam a vida pessoal num grau muito significativo. Àqueles que já passaram pela experiência de um difícil conflito entre carreira X família X anseios, sabem como é martirizante e sacrificante tal momento.

Sendo assim, compartilho um artigo interessante sobre as mulheres na hora de decidir o futuro no trabalho! A Revista Época (Ed 09/03 pg 56-59), traz uma pertinente reportagem de Suzana Villaverde sobre esse complicado instante da vida profissional delas.

Abaixo:

PRESIDENTE? NÃO, OBRIGADA

As mulheres preferem abrir mão dos cargos de dedicação integral para cuidar melhor da vida pessoal e da família

É tarde de terça-feira, e Christina Munte, de 43 anos, aproveita para passear com as filhas Juliana, de 9 anos, e Lara, de 5, em um clube da Zona Sul de São Paulo. Almoçam juntas e em seguida lá vai ela, para o alto da arquibancada, assistir ao jogo de tênis da mais velha. Depois, é hora de acompanhar as acrobacias da caçula na aula de ginástica olímpica. O programa é repetido todas as terças-feiras. Embora pareça fazer parte da rotina típica de uma dona de casa, essas cenas têm como protagonista uma profissional muito bem-sucedida, diretora da Atlantica International, uma rede internacional de hotéis. Exceto pelo dia tranquilo que passa com as meninas, no resto da semana Christina se desdobra em reuniões, feiras e viagens internacionais. A vida é corrida, mas ela garante que o ritmo já foi muito pior.

O mercado hoteleiro estava em ebulição nove anos atrás, quando Christina teve seu primeiro bebê. Nessa ocasião, ela trabalhava nos fins de semana, chegava em casa tarde e ficava muito frustrada. “Por cansaço e pela vontade de curtir minha filha”, diz ela. Em 2005, Christina engravidou novamente e sentiu que estava diante de um dilema. “Tinha pavor de abrir mão de uma carreira que me dava imenso prazer, mas precisava aproveitar minha família”, afirma. A solução veio durante uma conversa franca com seu supervisor, ao final da qual ele fez uma proposta tentadora: reduzir em 20% a carga horária semanal, assim como o salário de Christina. “Foi a solução perfeita, pois não precisei abrir mão de nada”, diz.

Profissionais como Christina constituem um grupo em expansão. Elas querem chegar ao topo da pirâmide corporativa, mas, ao contrário das pioneiras, que começaram a percorrer esse caminho na década de 1970 – e tiveram de deixar de lado marido, filhos e até a vaidade para concorrer em pé de igualdade com os homens –, não admitem abdicar de sonhos pessoais ou perder as alegrias oferecidas pela vida privada. Na prática, abrem mão dos postos de dedicação integral para exercer também o papel de mulher, mãe e esposa. A constatação desse fenômeno tem levado à conclusão polêmica de que a desigualdade no topo do mercado de trabalho é incorrigível – e nem sequer deveria ser vista como um problema. Uma pesquisa realizada no ano passado pelo Sophia Mind, um instituto de pesquisa voltado para as mulheres, perguntou a 340 mulheres brasileiras entre 25 e 50 anos, com nível superior completo, se elas desejavam ser presidentes de empresa. Apenas 37% disseram que sim.

“Apesar das queixas das feministas, a verdade é que homens e mulheres têm diferentes aspirações de carreira”, afirma a conceituada socióloga britânica Catherine Hakim, pesquisadora da London School of Economics. “Homens e mulheres têm diferentes objetivos na vida, e as autoridades não deveriam esperar que eles tivessem resultados idênticos na carreira profissional.” No Brasil, segundo uma pesquisa coordenada pelo Instituto Ethos, as mulheres representam 43,6% s da população economicamente ativa, mas estão em apenas 13,7% dos cargos de liderança.

Desacelerar ou recusar cargos invejáveis pode ser o desejo de centenas de trabalhadoras, mas existe espaço para expressar essa demanda? No Brasil, é comum encontrar mães que voltam ao trabalho antes do término da licença-maternidade ou passam anos sem conseguir conciliar suas férias com as das crianças. “Muitas acham um absurdo usufruir esses direitos básicos quando conquistam uma carreira de sucesso”, diz a consultora de Recursos Humanos Carmelina Nicke. Para ela, gerentes e diretoras ainda temem se mostrar mais vulneráveis que os homens no escritório e preferem se submeter a um cotidiano extenuante. Mas essa seria, segunda a consultora, uma realidade com os dias contados. “A tendência é que nas próximas décadas as companhias ofereçam de antemão uma jornada flexível para segurar a profissional competente”, diz Carmelina. Uma pesquisa divulgada na semana passada pela consultoria Accenture mostrou que 41% das mulheres gostariam de ter “formatos flexíveis de trabalho”. Uma possível explicação: um levantamento do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) publicado em 2010 revelou que as mulheres gastam 24 horas semanais em atividades domésticas, enquanto os homens fazem somente 9,7 horas de trabalho doméstico.

Para contornar essas dificuldades, a paranaense Ana Carolina Haracemiv, de 35 anos, montou uma “miniempresa” em casa. “Tenho duas empregadas que moram comigo, motorista e até jardineiro”, afirma. Somente assim ela consegue acompanhar a lição das crianças e curtir o marido, sem perder o foco da empresa em que trabalha, a Dow Brasil. “Se você tem de fazer tudo, não consegue pensar em nada direito”, diz. Orgulhosa do esquema que criou, a engenheira não se arrependeu ao recusar uma proposta de ouro: um cargo de liderança na sede da empresa, nos Estados Unidos. “Meu marido é médico, seria complicado para ele. Seria fantástico para minha carreira, mas não era interessante para todos.” É claro que recusar a promoção deixou Ana Carolina apreensiva, mas ela acabou se surpreendendo. Seis meses depois, foi promovida. Disse adeus ao cargo de gerente de marketing para se tornar diretora comercial da América Latina. “A responsabilidade aumentou, mas o impacto na minha família foi mínimo”, diz ela. “Só deixei de lado a ginástica, mas, sinceramente, nunca gostei muito de malhar.”

Imagem extraída de: https://sescap-pr.org.br/index.php/noticias/post/e-possivel-ter-sucesso-no-trabalho-e-na-familia

– Motive-se com quem agrega!

Li dias atrás e fiquei pensando: conversar com gente inteligente, agradável, que contagia sabedoria e harmonia, só faz bem!

E não é verdade?

Abaixo:

– Precisamos de Deus?

Artigo do bispo diocesano de Jundiaí, Dom Vicente Costa, aborda uma importante reflexão: como EXCLUÍMOS Deus no dia-a-dia.

Vale a leitura,

Extraído de: http://www.jj.com.br/opiniao/dom-vicente-costa-graves-consequencias-de-excluir-deus-da-vida/

AS GRAVES CONSEQUÊNCIAS DE EXCLUIR DEUS DA NOSSA VIDA

“Pois em Deus vivemos, nos movemos e existimos” (cf. At 17,28). Vivemos tempos difíceis e conturbados. Apesar de vivermos numa sociedade com raízes cristãs, temos visto uma larga difusão de sinais e fenômenos de secularismo e descristianização. Deus já não é mais o centro da história humana e o ser humano quer fechar-se em si mesmo, sem nenhuma abertura à dimensão transcendental, determinando, com suas técnicas e intelectualidade, o curso de todas as coisas.

Cada vez mais Deus diz respeito somente para os que n’Ele creem. Claro que o avanço tecnológico traz benefícios extraordinários à humanidade. Mas penso que estas tendências escondem uma ameaça muito grave. Perigosas podem ser as consequências com que temos de arcar quando excluímos Deus e a dimensão ao Infinito da vida humana.

O presbítero espanhol, Emiliano Jiménez Hernándes, em seu livro “Decálogo, dez palavras de vida” (Brasília: Editora Centro Neocatecumenal de Brasília, 2017), escreveu ser bem verdade que “o homem pode excluir Deus de sua vida. Mas isso não ocorre sem gravíssimas consequências para o próprio homem e para sua dignidade como pessoa. O afastamento de Deus carrega consigo a perda daqueles valores morais que são base e fundamento da convivência humana” e, consequentemente, na sua carência, é produzido um “vazio que se pretende encher com uma cultura centrada no consumismo desenfreado, no afã de possuir e desfrutar, e que não oferece mais ideais que a luta pelos próprios interesses ou o prazer narcisista. (…) Em vários países desenvolvidos, (e também aqui no Brasil), uma séria crise moral já está afetando a vida de muitos jovens, deixando-os à deriva, amiúde sem esperança, e impelidos a buscar uma gratificação imediata” (pp. 11-12).

Diante desta realidade, a Igreja, fiel ao Evangelho de Jesus Cristo e sendo perita em humanidade, pode e tem a missão de iluminar esta realidade na qual nossa sociedade está imersa. Como? Sugerimos três conceitos para isto: (1) Resiliência e Fé: a primeira é uma palavra moderna entendida como a capacidade de retornar à forma original e não deixar que nada nem ninguém desfigure a imagem de Deus presente em nós; (2) Maturidade e Educação: para que todos estejam dotados de um grande sentido de responsabilidade para o bem comum, a partir de um sistema educacional de qualidade, baseado na verdade e na formação de personalidades maduras e responsáveis, evitando qualquer confusão moral, insegurança pessoal e fácil manipulação; (3) A sacralidade da nossa consciência, que é, no dizer do Concílio Vaticano II, “o núcleo mais secreto e o sacrário do ser humano, no qual este se sente a sós com Deus (cf. Gaudium et Spes, n. 16)”.

Temos visto diariamente, nos meios de comunicação, as graves e impactantes consequências de excluir Deus da nossa vida – corrupção, violência, drogas, abortos, um crescente número de ideologias, uma cultura fragmentada, as grandes mídias e empresas politizadas partidariamente, o relativismo, a ditadura do hedonismo, do prazer e do consumo a todo custo, entre outras coisas. Não deixemos que nos roubem a esperança. Não deixemos que nos roubem a alegria de viver. Não deixemos que nos roubem de nós mesmos!

Resultado de imagem para Deus infinito fé

Imagem extraída de: https://www.miliciadaimaculada.org.br/noticias/igreja/semana-de-oracao-pela-unidade-crista-segue-ate-domingo

– E se os grandões não se classificarem no Paulistão?

E se Santos, São Paulo ou Palmeiras ficarem fora da próxima fase do Campeonato Paulista?

Além do prejuízo financeiro, haverá constrangimento. O Palmeiras tem um treinador caro, o SPFC investiu em Oscar e o Santos repatriou Neymar.

Ouvi tal ideia do amigo Flávio Prado: “Se caírem fora, já pensou um amistoso Santos x Palmeiras? Vai ter mais público do que os mata-matas do Paulistão”.

E não é que ele tem razão? O Santos lotaria qualquer estádio só para verem o Neymar, por exemplo. É hora de afinar o time e faturar.

E aí, o que você pensa sobre isso?

– Liturgia Diária – 16/02/2025: Domingo da Septuagésima.

Domingo de 2ª Classe – Missa Própria – Estação em São Lourenço fora dos muros Comentários sobre o Tempo da Septuagésima, clique aqui. Neste e nos …

Continua em: Liturgia Diária – 16/02/2025 – Domingo da Septuagésima

– Corra que faz bem!

E mais um treino finalizado hoje, controlando os batimentos cardíacos.

Correr faz muito bem, traz equilíbrio para o corpo, para a alma e para a mente! E meus outros motivos para correr eu explicito aqui: https://professorrafaelporcari.com/2020/06/13/bom-dia-sabado-explicando-uma-historia-sobre-animo-e-mobgrafia-em-cores-e-cliques/

– Bom dia, domingo (4 de 4).

🌅 Desperte, Jundiaí.

Que o domingo possa valer a pena.

(E há de valer – creiamos nisso).

🍃🙌🏻 📸 #FOTOGRAFIAéNOSSOhobby
#clouds #nuvens #sky #céu #photo #nature #morning #alvorada #natureza #horizonte #fotografia #pictureoftheday #paisagem #inspiração #amanhecer #mobgraphy #mobgrafia

– Bom dia, domingo (3 de 4).

🌺 Fim de cooper! Valeu o treino (além do esforço).

Estou suado, cansado e feliz, alongando e curtindo a beleza da natureza. Hoje, com essas delicadas plantas: ixorias.

Curta flores! Elas nos desestressam e aliviam a mente.

🏁🙆‍♂️#corrida #treino #flor #flower #flowers #pétalas #pétala #jardim #jardinagem #flores #garden #flora #run #running #esporte #alongamento

– Bom dia, domingo (2 de 4).

🙏🏻 Enquanto vou correndo, fico meditando e faço uma prece:

“- Ó Virgem Maria, Mãe de Deus e Nossa Mãe, rogai por nós que recorremos a vós. Hoje, especialmente pelos que perderam a fé e não crêem em mais nada. Amém.”

Reze, e se o que você pediu for para seu bem, Deus atenderá.

⛪😇 #Fé #Santidade #Catolicismo #Jesus #Cristo #Maria #NossaSenhora #PorUmMundoDePaz #Peace #Tolerância #Fraternidade

– Bom dia, domingo (1 de 4).

👊🏻 Olá amigos! Tudo bem? Domingão também é dia de se exercitar!

Por aqui, tudo pronto para suar mais uma vez em busca de saúde. Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina (controlando o cortisol)?

Pratique esportes. Sempre!

🏃🏻👟 #Fui #RunningForHealth #run #cooper #training #corrida #sport #esporte #running 

– Vale a pena fazer o que é certo:

Faça o CERTO, seja CORRETO, tenha um comportamento JUSTO e nunca deixe de ser HONESTO!

Isso traz consequências positivas:

– Mensagem Dominical:

Pra hoje: quando é de Deus, vale a pena!

– Uma recente e boa lembrança.

Da semana passada, momento Rafael e Viviane + todas as crianças sapecas do mundo!

Que dia bom!!!

– Dica da Noite 2:

Transforme:

– Dica da Noite 1:

Creia:

– O Alerta de Terremoto do Google para o Brasil:

Terremoto Fake!

Até isso acontece no Brasil…

– Como descobrir a importância de você na vida do outro?

Olhe só que mensagem verdadeira: o “importar-se ou não com o outro é um grande indicador de amabilidade.

Abaixo:

– Entardecer.

Tarde belíssima em Jundiaí!

Viva a natureza e a sua beleza.

📸 #FOTOGRAFIAéNOSSOhobby
#entardecer #sunset #sol #sun #sky #céu #natureza #horizonte #fotografia #paisagem #landscapes #inspiração #mobgrafia #XôStress #nuvens #clouds

– Análise da Arbitragem para Paulista 1×3 União Barbarense.

Debaixo de um forte sol, tivemos no Estádio Jayme Cintra uma arbitragem regular/ruim (com poucos momentos altos e muitos baixos) de Jeferson Silvestrini.

Ele não teve erros técnicos (o que é bom). Correu bastante no forte calor (isso é ótimo), mas deixou de expulsar Wesllen por Segundo Amarelo ainda no primeiro tempo (o que foi ruim) e não conseguiu se fazer atendido nas advertências verbais (o que é péssimo).

Vide nossas anotações abaixo:

O árbitro começou bem a partida, deixando a bola rolar. Porém, com 10 minutos de jogo, os atletas começaram a dar entradas mais fortes. Pedro Lima (UAB) tomou um correto amarelo por falta temerária contra um atacante, Mariano (PFC) por atitude inconveniente e Wesllen (BAR) por uma pegada em Marolla (PFC). Tudo isso em 4 minutos, e aí o jogo “acalmou mais”.

João Choco (7 PFC) deu uma entrada forte e desnecessária em Mastherson (13 UAB). O árbitro provavelmente não viu e demorou a marcar; orientado pelo assistente, o fez. Poderia até ter recebido Cartão Amarelo, e não recebeu. Desse lance, na lateral do campo, a falta foi cobrada e resultou no gol.

Aos 31 minutos, o erro maior do árbitro: Wesllen (UAB) já tinha Cartão Amarelo e comete uma falta dura. Era para receber o segundo amarelo e consequentemente vermelho. Ficou só na advertência verbal, mas Chichota (UAB), por reclamação, foi amarelado.
Se expulso Wesllen, teríamos 11×10 por pelo menos 59 minutos.

Mais nervoso, o Paulista começou a se desesperar e cometer faltas bobas. Vitinho Nascimento (PFC), por exemplo, tentou roubar um bola no ataque e deu uma forte entrada no zagueiro. Cartão Amarelo bem aplicado.

47m: Lucas Silva (PFC) perdeu a bola, permitiu o ataque do adversário e apelou com um puxão na camisa. Também recebeu Amarelo.

No segundo tempo, a partida continuou pegada e o árbitro foi apitando as faltas conforme ocorriam. Talvez a maior dificuldade foi conter a cera. Faltou se impor mais nas advertências.

Irritou, na segunda etapa, as quedas dos atletas. Árbitro experiente intimida e adverte a contento, e os atletas respeitam. Não foi isso o que aconteceu.

Por 4 vezes, ele chamou a advertência verbal do goleiro. Somente aos 73 minutos, na 5ª oportunidade, deu cartão ao goleiro.

No último minuto de jogo, Givigi (PFC) foi atingido com um pontapé por Vitor Zaga (UAB), corretamente expulso. Porém, no bololô, ele tenta revidar com um chute, que não atinge o adversário (que já tinha recebido o Vermelho). Se tivesse VAR, Givigi bisonhamente seria expulo também.

Até o quarto árbitro João Avelino bobeou: entrou o 18 no 9, e ele acendeu a placa com o número 20… depois consertou.

Me impressionou negativamente o desespero do Paulista ao tomar o primeiro gol. Estando sem ser vazado e com 100% de aproveitamento na A4, não era o fim do mundo perder. Jogava bem, e deveria manter o ritmo. Mas emocionalmente bateu a ansiedade, parecendo que estava perdendo o título. CALMA! E isso se viu nas falhas bisonhas da zaga (vide a falha no segundo gol sofrido).

Gols: 1×3
Faltas: 16×20
Cartões Amarelos: 3×7 , Cartões Vermelhos 0x1.

Público: 3.523 pagantes
Renda: R$ 67.310,00

– REPOST: A Exumação da Família Imperial Brasileira!

Há 11 anos…

Algo diferente: O jornal Estado de São Paulo retratou com exclusividade um estudo secreto sobre o Imperador Dom Pedro I, a Imperatriz Leopoldina (sua 1a esposa) e Dona Amélia (sua 2a esposa).

Tudo ocorreu em sigilo absoluto no Hospital das Clínicas, e foi registrado em cenas e matérias exclusivas.

Algumas curiosidades: Dona Amélia foi mumificada; jóias foram encontradas; Dom Pedro tinha costelas fraturadas e media entre 1,68m e 1,73m.

O próximo passo será reconstituir em holograma seu corpo e até mesmo o timbre da sua voz ser reproduzido!

O link para quem tiver interesse está em: http://topicos.estadao.com.br/familia-imperial

Veja Dom Pedro I abaixo:

pedro-corpo.jpg

– Sábado é dia dedicado à devoção de Nossa Senhora.

A Igreja Católica devota o sábado às preces marianas. E você sabe por quê?

Abaixo, extraído de: https://arqbrasilia.com.br/a-devocao-a-nossa-senhora-no-sabado/

A DEVOÇÃO A NOSSA SENHORA NO SÁBADO

por Aloísio Parreiras

A Igreja tem por costume dedicar o dia de sábado à devoção a Nossa Senhora. A razão dessa devoção é simples e está relacionada ao evento da Paixão, Morte e Ressurreição de Jesus, pois no Sábado, depois da Sexta-Feira Santa, a Virgem Maria foi a única pessoa que permaneceu firme, em sua fé, esperando a ressurreição de Jesus Cristo. Aquele Sábado Santo foi o dia em que Nossa Senhora permaneceu sozinha em oração, sem ter a presença física de Jesus ao seu lado e, por isso, esse dia foi considerado o Sábado da solidão, do deserto, da morte e do luto. Foi o dia em que Maria Santíssima chorou e sofreu pela ausência de seu Filho.

No Sábado que precedeu a Ressurreição de Nosso Senhor Jesus Cristo, somente Nossa Senhora, em toda a Terra, personificou a Igreja Católica, pois, como nos contam os Evangelhos, depois da morte de Cristo, os Apóstolos, os Discípulos e as Santas Mulheres titubearam na fé, esqueceram as promessas de Cristo referentes à Sua ressurreição e se trancaram em suas casas com medo de serem perseguidos.

Naquele Sábado Santo, ou melhor, desde a Sexta-Feira Santa, Nossa Senhora não vacilou, em nenhum momento, na firmeza da fé. Ela continuou firme na certeza de que, por ser Deus, Cristo iria ressuscitar no Domingo, anunciando uma nova alvorada. Mesmo tendo conhecimento de que os Apóstolos estavam vivenciando a hora trágica da dúvida, a Virgem Maria continuou meditando, no silêncio e no abandono, esperando o raiar dos primeiros raios da ressurreição do Senhor.

Com o desenvolvimento da História da Igreja, muitos fiéis passaram a celebrar o dia de sábado com muitos atos de piedade cristã, em honra da Santa Mãe de Deus. São João Damasceno, no século VIII, em seus escritos, faz referência à celebração do sábado dedicado a Maria na Igreja do Oriente. Posteriormente, encontramos nos livros litúrgicos dos séculos IX e X missas em honra de Maria no sábado. Nos séculos XII e XIII, os grandes teólogos, tais como São Bernardo, São Tomás de Aquino e São Boaventura, explicavam a dedicação dos sábados a Nossa Senhora, evidenciando o tempo do descanso do Cristo no túmulo. Naquele Sábado, todas as pessoas haviam abandonado Cristo; apenas a Virgem Maria continuou a acreditar e, por isso, este é o seu dia. No século XVI, mais precisamente em 1570, o Missal Romano de São Pio V apresentou uma Liturgia da Missa de Nossa Senhora nos Sábados.

Em pleno século XX, nas aparições de Nossa Senhora, em Fátima, nos dias 13 de junho e 13 de julho de 1917, Nossa Senhora solicitou à vidente Lúcia que divulgasse o costume de dedicar os sábados em sua honra e devoção. Pediu também que, em especial, nos sábados, rezássemos o terço em reparação dos pecados: “Jesus quer estabelecer no mundo a devoção do meu Imaculado Coração. Se fizerem o que eu vos disser, muitas almas serão salvas e haverá paz. Voltarei para pedir a consagração da Rússia ao meu Coração Imaculado e a devoção reparadora dos primeiros sábados”.

Atendendo aos pedidos e clamores de Nossa Senhora de Fátima, muitos fiéis católicos passaram a incluir e valorizar as devoções marianas no dia de sábado, entre outras, as mil Ave-Marias, o Rosário em família, a oração do Ofício da Imaculada, os cinco sábados em devoção à Virgem, a participação na Eucaristia e a realização de obras de misericórdia em favor do próximo.

O Ofício da Imaculada, que rezamos aos sábados, é a Liturgia opcional de devoção a Maria que é rezada pelos sacerdotes, monges e freiras. Na recitação do Ofício da Imaculada, todos nós somos chamados a participar. Nesta prece, recitam-se os salmos, leituras, hinos e orações para honrar a Santa Maria, Mãe de Deus.

Por meio do exercício da oração do Rosário, que nos sábados possui um aroma mais mariano, nós aprendemos com a Virgem Mãe a colocarmos o Cristo no centro de nossas vidas e de todas as coisas. Quando dobramos os nossos joelhos e rezamos o Rosário, nós revivemos os momentos significativos da História da Salvação, percorrendo as várias etapas da vida e da missão de Jesus, ou seja, participamos, de alguma forma, da conversão dos pecados e na construção da paz no mundo.

Hoje, mais do que nunca, o mundo precisa de orações. Hoje, mais do que nunca, devemos recorrer a Nossa Senhora, pois Ela é a cheia de graças, a onipotência suplicante, que nos ensina a caminhar, mesmo em meio às tempestades, com a firmeza da fé. Juntos da Virgem Mãe, nós aprendemos que quem pede uma graça a Deus, deve antes de tudo acreditar que será atendido. Deve ter fé que, no tempo oportuno, Deus ouvirá.

Contemplando a pessoa da Virgem Maria na solidão do Sábado Santo, nós aprendemos que quem tem fé aguarda, não vacila, não se amedronta, ama e espera. Naquele Sábado Santo, Ela confirmou a solidez de sua fé, mesmo diante das trevas da morte e, por isso, contemplou a noite por excelência da fé e da esperança. Enquanto tudo estava mergulhado na escuridão, a Virgem Mãe vigiava. Vigiando, ao chegar os primeiros raios do esperado Domingo da Ressurreição, a Virgem Maria, certamente, se encontrou com o Cristo vivo e Ressuscitado e participou efusivamente da alegria da Ressurreição.

Mãe amada, Nossa Senhora do Sábado, fazei que também nós vigiemos no silêncio das noites escuras, crendo e esperando na Palavra e nas promessas de Cristo. Agindo assim, nós encontraremos, no tempo anunciado, na plenitude da luz e da vida, o nosso Redentor, primícias dos ressuscitados, que reina com o Pai e o Espírito Santo pelos séculos dos séculos. Amém!

Imagem extraída de: Canção Nova.com

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Red Bull Bragantino x Noroeste (Rodada 10 do Paulistão A1).

E para o confronto do Massa Bruta contra o Norusca, a FPF escalou a seguinte equipe de arbitragem:

Árbitro: Lucas Canetto Bellote
Árbitro Assistente 1: Ricardo Pavanelli Lanutto
Árbitro Assistente 2: Juliana Vicentin Esteves
Quarto Árbitro: Henrique Otto Cruz Hengstmam
VAR: Adriano de Assis Miranda
AVAR1: Leonardo Augusto Villa
AVAR2: Adeli Mara Monteiro
Observador VAR: Marcelo Rogério
Quality Manager: Eduardo César Coronado Coelho
Analista de Video: Adriano Stange
Técnico de Garantia FPF: Germano Araújo
Operador de Replay: Marcela Barroso P Camillo
Técnico de Garantia Estádio: Robson Custódio
Assistente de Área de Revisão: Lucas Wilson Rodrigo de Menezes

Lucas é um dos jovens que mais havia se destacado nas Comissões de Arbitragem anteriores. Chegou a ter oportunidade de apitar um Clássico Majestoso, mas as contusões o atrapalharam. Perdeu espaço com a atual gestão, mas vem voltando a ter chances.

Ele tem como virtudes um ótimo posicionamento dentro de campo. Não corre tanto, mas está perto da jogada. Bom tecnicamente, o único defeito dele, das partidas que vi, foi não “vibrar” conforme o jogo. Ou seja: um excesso de frieza que o faz pecar em algumas situações de advertência verbal ou de cartões amarelos.

Desejo um bom jogo e uma ótima arbitragem.

Acompanhe conosco o jogo entre Red Bull Bragantino vs Noroeste pela Rádio Futebol Total, acessando:
YouTube: https://www.youtube.com/c/CANALDOLOREDO, ou
Twitter: https://twitter.com/futeboltotalbra,
ou ainda pelo site: http://radiofuteboltotal.com.
Narração de Sérgio Loredo, reportagens de Pietro Loredo, comentários de Lucas Salema e Léo Naja, análise da arbitragem com Rafael Porcari. Sábado, 15/02, 20h30. Mas desde às 19h30 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!

– Eike Batista no Pânico: ele quer desculpas?

E o Eike Batista, que foi ao Programa Pânico e se disse sentir injustiçado?

Se mostrou muitas vezes inconformado, comparou-se a Elon Musk, promoveu a super-cana e mostrou-se carente de desculpas da Justiça.

Veja em: https://www.youtube.com/watch?v=73Gy3uANnlk

– A importância da vegetação secundária da Amazônia: água, vida & cia – Fernando José de Sousa.

Original em:

A IMPORTANCIA DA VEGETAÇÃO SECUNDÁRIA NA AMAZÔNIA  — ÁGUA, VIDA & CIA – Fernando José de Sousa

– É dia de Galo!

Em Janeiro de 2014, eu ostentava orgulhosamente essa mesma camisa e estava com esse mesmo tênis (novo à época). Era o início da A1 daquela temporada (a última do Galo na primeira divisão) contra o Audax.

Hoje, mesmo na 4a divisão, vamos com igual entusiasmo torcendo para o Paulista FC subir à A3, alcançando nesse sábado a 7ª vitória consecutiva, sem tomar gols no campeonato. Assim, acompanhe conosco Paulista x Barbarense pela Rádio Difusora.  

– Hora do Pastel.

Sábado é dia de Pastel de Feira!

Que delícia…

 

– Dia de Luta contra o Câncer Infantil

Hoje se recorda o dia dedicado à causa do câncer infantojuvenil, e corroboro um artigo de Francisco Neves, um dos homens mais engajados na divulgação de ações voltadas para esse mote, que viveu na pele essa situação.

Importantíssimo e que deve ser compartilhado, extraído de: https://saude.abril.com.br/blog/com-a-palavra/o-que-falta-para-vencermos-a-batalha-contra-o-cancer-na-infancia/

A CONSCIENTIZAÇÃO DA PREVENÇÃO E LUTA CONTRA O CÂNCER INFANTIL

No Dia Internacional da Luta Contra o Câncer na Infância, especialista revive sua história para abordar os desafios do câncer em crianças e adolescentes

Por Francisco Neves

O câncer mata cerca de 9,6 milhões de pessoas por ano em todo o mundo, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS). No Brasil, de acordo com o Instituto Nacional de Câncer (Inca), a enfermidade é a principal causa de morte na faixa etária entre 1 e 19 anos.

Todos os anos, o dia 15 de fevereiro marca o Dia Internacional da Luta Contra o Câncer na Infância, data destinada a incentivar a reflexão e a conscientização sobre a doença em crianças e adolescentes. Um dos dados estimados pela Organização Mundial da Saúde revela que, em 2030, o número de casos de câncer infantojuvenil chegará a 600 mil em todo o planeta.

Somente Brasil, a cada ano surgem 12 500 novos acometidos pela doença, segundo publicação do Instituto Nacional de Câncer (Inca). Desse total, 6 200 crianças são tratadas em hospitais públicos e cerca de 4 mil morrem sem ao menos receber o diagnóstico ou ter o tratamento para a doença.

Este ano, um dos números que a OMS destaca é o despreparo de países em desenvolvimento para combater a patologia: 70% das mortes por câncer no mundo ocorrem nestes locais, considerados mal equipados para lidar com os desafios que a doença impõe. O Brasil é um desses exemplos: em média, as chances de cura do câncer infantojuvenil são de 64%, muito aquém de Estados Unidos e Europa, por exemplo, onde chegam a 85%.

Vivemos num país desigual e a cura do câncer também é afetada por isto.

Como superintendente do Instituto Ronald McDonald, organização sem fins lucrativos que tem por missão promover a saúde e a qualidade de vida de crianças e adolescentes com câncer e seus familiares, ando muito pelo Brasil. Seja em reuniões com gestores públicos e tomadores de decisões, seja em contato com a sociedade civil que nos auxilia a mobilizar as comunidades por mudanças, liderando projetos aos quais oferecemos suporte tecnológico, planejamento para busca de soluções e aporte financeiro.

A conclusão a que chego é que existem muitos Brasis no nosso Brasil: verdade que a doença não escolhe credo, cor ou classe social para se manifestar. Mas o desfecho dela depende diretamente de cada uma dessas características.

Há cerca de 30 anos me dedico à causa do câncer infantojuvenil. Quando comecei, lá na década de 1980, lutava com meu filho contra a doença. As chances de cura giravam em torno de 35% no Brasil. Marquinhos havia sido diagnosticado com leucemia, o tipo mais comum de câncer em crianças e adolescentes. No entanto, esgotamos as possibilidades de tratamento.

Meu filho estava desenganado e, como pai, fui buscar outras alternativas de tratamento fora do Brasil depois de realizar uma campanha para conseguir os recursos. Infelizmente meu filho não resistiu, mas decidi me dedicar com o apoio de família e amigos para que outras crianças pudessem ser salvas.

Naquela época, o câncer era uma sentença de morte. Ainda hoje, mesmo com todos os avanços da medicina, ele segue como um tabu, principalmente para aqueles que são alijados do acesso à saúde e do acesso a informações. O conhecimento também ajuda a curar! Devemos enfrentar o câncer com consciência: seja dos profissionais de saúde, seja de pais e responsáveis, que podem estar atentos a sinais e sintomas para buscar rapidamente ajuda especializada.

Há muitos desafios para que o câncer em crianças e adolescentes deixe ser a principal causa de morte de jovens no país: é preciso identificar a doença, encaminhar adequadamente e nos estágios iniciais, fazer um diagnóstico preciso e garantir um tratamento adequado.

Estamos caminhando para que cada um desses passos seja alcançado nos quatro cantos do Brasil. É importante dizer que, sim, há cura. E principalmente, que cada um de nós pode ser um agente no combate à doença.

*Francisco Neves é engenheiro civil por formação. Engajou-se na causa do combate ao câncer infantojuvenil após vivenciar, em 1990, junto com sua mulher, Sônia Neves, e seu filho mais velho, Carlos Neves, a perda de Marcus, o filho caçula. Desde então, se converteu em uma das principais lideranças no Brasil no que diz respeito à causa do câncer em crianças e adolescentes. É um dos fundadores do Instituto Ronald McDonald e assumiu profissionalmente a gestão estratégica da organização, da qual é o atual Superintendente.

 

O apoio – com informação! – é vital para as crianças com câncer Ilustração: Maria Chiodi/SAÚDE é Vital
Leia mais em: https://saude.abril.com.br/coluna/com-a-palavra/o-que-falta-para-vencermos-a-batalha-contra-o-cancer-na-infancia/

– Relembrar…

Saudade de um dia assim com a filhota!

Que jornada boa:

– 15 essential oils that are good helpers in health

Essential oils are the most concentrated form of medicinal ingredients of a plant. They are mostly obtained by distilling or pressing the plant or …

Continua em: 15 essential oils that are good helpers in health

– Liturgia Diária de 15/02/2025.

Nossa Senhora no Sábado Féria de 4ª classe – Missa de domingo, com comemoração dos Ss. Fausto (ou Faustino) e Jovito, Mártires Reunidos na basílica …

Continua em: Liturgia Diária – 15/02/2025

– Sue que faz bem!

Suar faz muito bem!

Pratique esportes! O corpo, a alma e a mente agradecem. Olhe aí a minha cara de feliz.

🏃‍♂️ #corrida

– Corra que faz bem!

E mais um treino finalizado hoje, controlando os batimentos cardíacos.

Correr faz muito bem, traz equilíbrio para o corpo, para a alma e para a mente! E meus outros motivos para correr eu explicito aqui: https://professorrafaelporcari.com/2020/06/13/bom-dia-sabado-explicando-uma-historia-sobre-animo-e-mobgrafia-em-cores-e-cliques/

– Bom dia, Sábado (4 de 4).

🌅 07h – Desperte, Jundiaí, com um sol lindo.

Que o sábado possa valer a pena.

(E há de valer – creiamos nisso).

🍃🙌🏻 📸 #FOTOGRAFIAéNOSSOhobby
#clouds #nuvens #sky #céu #photo #nature #morning #alvorada #natureza #horizonte #fotografia #pictureoftheday #paisagem #inspiração #amanhecer #mobgraphy #mobgrafia

– Bom dia, Sábado (3 de 4).

🌺 Fim de cooper! Valeu o treino (além do esforço).

Estou suado, cansado e feliz, alongando e curtindo a beleza da natureza. Hoje, com essas delicadas plantas: begônias.

Curta flores! Elas nos desestressam e aliviam a mente.

🏁 🙆‍♂️ #corrida #treino #flor #flower #flowers #pétalas #pétala #jardim #jardinagem #flores #garden #flora #run #running #esporte #alongamento