– Desperte, 3ª feira:

O dia nasce na semana mais curta. Eu, em repouso, fico vendo a alvorada acontecer e desejoso de praticar minhas atividades físicas…

Independente disso, que seja uma boa terça-feira para todos nós!

#amanhecer

– Ricordando Papa Francesco: Un Leader per la Giustizia Sociale

Ricordando Papa Francesco: Un Leader per la Giustizia Sociale. Tratto da:Onda Lucana®byAntonio Morena La morte di Papa Francesco ha lasciato un …

Continua em: Ricordando Papa Francesco: Un Leader per la Giustizia Sociale

– Recuperando!

E vamos em diante com a vida…

Em: https://youtu.be/GOdWhjPWMwI

– Dica da Noite:

Reflita:

– Frases que afetam o desenvolvimento da autoestima quando somos criança.

Ao refletir sobre a própria infância, é comum que diferentes imagens venham à mente, uma vez que isso é influenciado pelas experiências individuais …

Continua em: Frases que afetam o desenvolvimento da autoestima quando somos criança

– O preconceito por Etarismo.

Uma verdade sobre as oportunidades de trabalho para 50+ !

Brasil: um país que tem preconceito por Etarismo

Abaixo, uma boa colocação:

– Por que não em dois finais de semana, dona FPF?

E nesse feriado, a Federação Paulista definiu os jogos finais da Série A4: o primeiro em Jundiaí, na quarta-feira 20h30, e o segundo no sábado à tarde, em Santa Bárbara do Oeste.

Ora, por que não fazer em dois finais de semana, dona FPF? Há tempo para se fazer nos dois sábados, sem tumulto, agradando a todos…

Se dá para “complicar”, por que “facilitar”? Né?

– Deus lhe pague!

Há pouco, fiz minhas orações a Nossa Senhora, invocada como Mãe Rainha Três Vezes Vencedora e Admirável de Schoenstatt, agradecendo pelo Santo Terço a vida!

Nessa prece, pedi em especial a cada um de vocês que rezaram por mim nesses últimos dias. Que nosso Deus Altíssimo possa abençoar não só a sua pessoa, mas também às suas famílias. Amém.

– Terminando a Segundona:

Olhe só que final de feriado tão belo que temos hoje, aqui em Jundiaí!

Viva a natureza e a sua beleza.

📸 #FOTOGRAFIAéNOSSOhobby
#entardecer #sunset #sol #sun #sky #céu #natureza #horizonte #fotografia #paisagem #landscapes #inspiração #mobgrafia #XôStress #nuvens #clouds

– 19 anos sem Telê Santana!

Hoje é aniversário de falecimento de Telê Santana, um dos maiores (senão o maior) treinador de futebol que o Brasil já viu. Mestre da encantadora Seleção Brasileira de 82 (que junto da Hungria de Puskas de 54, são campeãs morais, sem título, de uma Copa do Mundo) e ídolo da torcida são-paulina.

Telê era chato dentro de campo, antipático com a arbitragem e grosseiro com quem lhe chamasse a atenção (e isso desde os tempos em que jogava no Fluminense). Porém, suas virtudes eram muito maiores: honestidade, disciplina e justiça estavam no dia-a-dia. E genial quando o assunto era futebol!

Que sua memória traga bons fluidos ao futebol nos dias atuais. Como faz falta o futebol bonito pregado por Telê em meio aos brucutus de hoje…

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Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem souber, informar para os créditos.

– Relacionamentos Positivos:

E não é verdade que boas companhias nos ajudam?

– Descanse em Paz, Papa Francisco.

E com pesar faleceu nessa segunda-feira o Papa Francisco!

Muitos estavam rezando pela paz dele, devido aos sofrimentos que estava tendo. Não podemos ser egoístas…

Que descanse em paz, voltando à casa do Pai, intercedendo por nós.

A última imagem pública de Francisco, com sua última mensagem:

– O “VAR demais” e o “VAR de menos”…

Após o treino que a CBF promoveu aos árbitros com a Comissão de Arbitragem, o Comitê Consultivo Internacional sugeriu: use-se menos o VAR e não marque faltas a qualquer contato físico (um dos males do nosso futebol).

E o que vimos na rodada seguinte?

Um uso mínimo (às vezes, equivocado) do VAR.

Por exemplo: No Morumbi, eu não marcaria o pênalti ao Santos no clássico SanSão (é um lance interpretativo: eu considero movimento natural de impulsão, com o atleta estando de costas para a jogada; Wilton Sampaio marcou o contrário). E marcaria o pênalti ao São Paulo no lance de Brazão em Matheus Alves (onde também não tivemos VAR).

Lembre-se: Wilton Pereira Sampaio representará o Brasil no Mundial de Clubes FIFA 2025.

No Maracanã, Arias levou um puxão dentro da área acintoso, que o desequilibra, e que deveria ser marcado pênalti. Não consigo interpretar como simulação; para mim, ao menos o VAR deveria ter chamado (e não o fez). E inevitavelmente reclamou Renato Gaúcho:

“Ridículo o lance. Ridículo. No último jogo, eu elogiei o árbitro. Eu gostaria de chegar aqui, mesmo quando perco o jogo, elogiar a arbitragem. É inaceitável, no futebol brasileiro, o cara estar VAR para isso, com a máquina, e não ver o puxão na camisa do Arias. Só faltou ele tirar a camisa do Arias e levar para casa. No jogo, era para ter dado o pênalti. Já que o árbitro não viu, o VAR tá aí. Chego no vestiário e dizem que a CBF tem uma comissão. Um argentino, um italiano e um brasileiro. Para quê? Eles sabem da regra? Pelo visto, não. Eu sugiro a CBF a, toda semana, colocar dois ou três treinadores pra falar com a arbitragem (…) Quem apita os jogos hoje em dia é o VAR. Não sou contra, é uma coisa que veio para ajudar, mas pelo jeito prejudicar. Muitos do que estão lá no VAR, a CBF dá uma Ferrari para o Stevie Wonder pilotar. Essa é realidade, não é impossível o cara não enxergar um negócio dele”.

Fico pensando: aqui, ou é demais ou de menos! Ou marca-se tudo, ou marca-se nada.

Acréscimo: eu não havia visto os jogos de sábado por um cirugia que fiz na 6ª feira (aproveito e agradeço aqui: https://wp.me/p4RTuC-16uV), e somente no domingo, durante o repouso, vi: no Grenal, em um primeiro momento, achei disputa de bola normal. Mas vendo com calma, foi pênalti ao Tricolor Gaúcho. E o Bráulio ignorou…

– Knowledge Quote By Hans Rosling: “Update your knowledge….”

Original em:

Knowledge Quote By Hans Rosling: “Update your knowledge….”

– Os cuidados essenciais com a Inteligência Artificial: Caminhando com consciência na era digital.

A Inteligência Artificial está cada vez mais presente em nossas vidas, trazendo avanços e facilitando tarefas do cotidiano. No entanto, seu uso exige…

Continua no link em: Os cuidados essenciais com a Inteligência Artificial: Caminhando com consciência na era digital

– Hugo Calderano, incrível!

Olhe só o feito de Hugo Calderano: se tornou o primeiro latino-americano a vencer a Copa do Mundo de Tênis de Mesa.

Os chineses eram tidos como imbatíveis

🏓 🇧🇷 🇨🇳 #Mundial

– Família:

Ame sua família! Ela é a maior riqueza que alguém pode ter.

Tenha-os sempre próximo de você.

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Paulista x União Barbarense (Jogo de Ida da Final do Paulistão A4).

E para o confronto do Galo contra o Leão, a FPF escalou a seguinte equipe de arbitragem:

Árbitro: Leonardo Delfino de Abreu Lima
Árbitro Assistente 1: Giovanni Crescêncio
Árbitro Assistente 2: Welber Venâncio da Silva
Quarto Árbitro: Rinaldo Diego de Oliveira
Quinto Árbitro: Alexandre Nascimento da Silva
Analista de Campo: Philippe Lombard
Analista de Vídeo: Renata Neves Leite

Leonardo é paulistano, só tem 4 anos de carreira como árbitro, é funcionário público e está com 31 anos de idade. Sua carreira é um caso atípico: em 2022 e 2023, apitou até a categoria Sub 17. Em 2024, foi até o Sub 20. Mas em 2025, pulou etapas e estreou na série A2! Nas últimas rodadas, trabalhou na A3, e nesta quarta-feira será o seu primeiro trabalho na A4. Tem pouquíssima experiência profissional, e está sendo testado pela FPF para integrar o Programa Jovens Árbitros 2026 (o qual os árbitros tem um salário fixo de R$ 2.600,00 e um adicional por jogo apitado).

Seus bandeiras já estão nesse programa de formação profissional da arbitragem, e trabalharam na A1 e A2. Imagino, sinceramente, que a FPF considera o jogo de ida da final uma partida mais fácil para se apitar, visto que as equipes já conseguiram o objetivo maior: o acesso. Enfim: é um árbitro que “quer mostrar serviço”, ou seja, provar que pode ser aproveitado na Série A1, e sabe que a FPF quer renovar seu quadro urgentemente.

Torço para um grande jogo com boa arbitragem.

Acompanhe Paulista de Jundiaí x União Agrícola Barbarense pela Rádio Difusora AM 810 ou nos Apps, com a narração de Rafael Mainini, comentários de Robinson Berró Machado e Luís Henrique Gurian, reportagens de Luiz Antonio “Cobrinha” de Oliveira e análise da arbitragem de Rafael Porcari. No comando: Adilson Freddo! O jogo começará as 20h3o (23/04), mas desde às 18h00 o Time Forte do Esporte já estará no ar.

– 13 Best Freelance Websites of 2025.

Freelancing has changed the way many people work, and many are even jumping out of their 9-to-5 jobs to become freelancers. While it is not for …

Continua em: 13 Best Freelance Websites of 2025

– Segundona com nova rotina…

Minha obrigação para a segunda-feira: 30 passos às 8h da manhã, 15 minutos de banho do sol e voltar ao repouso.

Não aguento mais ficar deitado na cama… faz parte!

Por pior que seja, são necessários sacrifícios para logo tirar a sonda e aumentar a caminhada. 

– Liturgia Diária de 21/04/2025.

SEGUNDA-FEIRA DE PÁSCOA Oitava de 1ª Classe – Missa Própria – Estação em S. Pedro Como no Antigo Testamento, Moisés conduziu o povo escolhido pelas …

Continua em: Liturgia Diária – 21/04/2025

– Repost: A beleza da manhã.

Flores e sol pela manhã: o ambiente mais bonito que se deseja, aqui está!

Que nossa jornada seja favorável!

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– Tite, nós e a Saúde Mental.

E o treinador Tite disse que encerrou as negociações com o Corinthians pois teve uma crise de ansiedade. Ele pausará a carreira para cuidar da saúde física e mental. Ótimo! Isso é necessário e não há de se ter vergonha ou esconder. Creia: muitas pessoas não admitem tal quadro e desdenham dessas questões, dizendo que “outrora ninguém tinha isso” ou simplesmente chamam de “frescura”.

O futebol atual é extremamente maléfico para a Saúde. Por mais que se diga que é “o preço de uma carreira de alta remuneração”, os desgastes físico e emocional têm sido desumanos.

Não condeno Tite, ao contrário, apoio tal inciativa e faço uma observação “cruel”: se ele (com todos os recursos financeiros e médicos à disposição) está passando por isso, imagine o cidadão comum, com contas a pagar e sem poder pausar a carreira profissional para se cuidar, pois os boletos chegam e as contas vencem…

Compartilho, abaixo, um texto de 2 anos, onde se fala de outros casos de Desequilíbrio e Outras Doenças Sociais no Futebol (extraído de: https://sampi.net.br/jundiai/noticias/2813166/opinioes/2024/01/saude-mental-no-futebol).

SAÚDE MENTAL NO FUTEBOL, de 31/01.2024.

A pressão entre os atores do mundo do futebol é enorme, mas há um silêncio muito grande sobre esse tema: o da saúde mental no esporte.

Em 2009, o goleiro alemão Robert Enke se matou atirando-se em uma linha de trem. Dois anos depois, o árbitro iraniano Babak Rafati, cansado da pressão do meio, tentou o suicídio cortando os pulsos. Mais recentemente, o ex-atacante Nilmar (Inter-RS e Corinthians) disse ter sofrido depressão e pensou em se matar.

Vários atletas de outras modalidades encerraram precocemente a carreira por conta da pressão por resultados, e isso decorre pelo fato de que o esporte de alto rendimento, no fundo, não é algo saudável. O exagero no desempenho do corpo, a carga enorme de treinamentos, a maratona de partidas e disputas, por fim, esgotam fisicamente a pessoa. E se o atleta não tiver um condicionamento emocional adequado, sucumbe.

Muricy Ramalho, treinador, abandonou a carreira depois dos problemas de saúde, fruto da sua atividade. O AVC de Ricardo Gomes, ocorrido ao vivo num jogo do Brasileirão, credita-se ao stress. E aí somos obrigados a refletir: por mais que se possa dizer que grandes técnicos ganham muito dinheiro, e que isso é a sua compensação pelos percalços e cobrança que passam, a Saúde Mental fala muitas vezes mais alto. Às vezes, nem fala: grita!

Jürgen Klopp, treinador do Liverpool, considerado um profissional atencioso e sempre divertido, demonstrou na Premiere League um comportamento diferente, perdendo a cabeça e se enervando desnecessariamente. E nessa última semana, Klopp anunciou que fará uma pausa na carreira. Será que voltará quando?

Pense: quantos outros treinadores não gostariam de fazer a mesma coisa? Abel Ferreira, treinador do Palmeiras, falou abertamente: “ganhei tanto dinheiro e não consigo gastá-lo, não consegui passear ainda na cidade de São Paulo”. Mano Menezes, do Corinthians, jogo a jogo vem demonstrando sinais de estafa com as derrotas do seu time e com as trapalhadas da sua diretoria.

Imagine, agora, os seguintes problemas: um jogador sofre pressão da torcida nas arquibancadas, não recebe o seu salário em dia, não pode sair para passear em shopping ou restaurante quando o clube perde, além da sua cobrança interior. Se não tiver ajuda psicológica, adoece. De que adiantou todo o dinheiro conquistado, se a qualidade de vida (e até a liberdade cotidiana) se esvazia?

Há um fator que potencializa ao extremo isso: as Redes Sociais. No Twitter (ou melhor, no atual “X”), torcedores entram nos perfis dos boleiros e ofendem com as maiores barbaridades possíveis. O assédio moral é violento e não há muito o que fazer: ou o profissional abandona a Internet ou ignora as críticas.

Um exemplo para comparação: Tom Holland, o jovem ator que interpretou “Homem Aranha” nos cinemas, anunciou que saiu das Redes Sociais para preservar a saúde mental. E considere: ele tem um staff enorme, acompanhamento terapêutico, é rico, e seu trabalho é elogiado. E ainda assim não aguentou. Imagine um atleta de futebol, que mexe paixões contrárias e a favor.

Fica o alerta para a FIFA, além das entidades locais, como a CBF: façamos campanhas de prevenção ao equilíbrio emocional e à saúde mental, antes que algo mais grave possa acontecer.

– Sucesso, objetivamente:

Definir sucesso é relativo para cada pessoa, pois ambições, propósitos e esforços são particulares.

Eu vou na mesma linha da ex-primeira dama

– Comemore, torcedor do Paulista FC.

Torcedor é passional, sabemos disso e é algo normal. Quando o time perde, descabela-se, grita e xinga. Quando ganha, vibra, canta e esquece de todos os problemas do mundo.

O nosso querido Paulista Futebol Clube conseguiu o acesso da Série A4 para a A3 diante de quase 9000 pessoas no Estádio Jayme Cintra, no último sábado. E a cidade, com razão, festeja.

Agora, a busca é pelo título contra a União Barbarense, nos próximos dois jogos. Jogo bom, pois são os dois melhores times dessa divisão.

A torcida jundiaiense tem que comemorar sim, pois é esporte, entretenimento, ato lúdico. E durante o campeonato, elogiar ou criticar faz parte. Há aqueles que querem a festa e a fantasia, esquecendo erros de dentro e fora de campo; mas, também, há aqueles que são mais observadores e “cornetam”, buscando justamente corrigir os excessos de otimismo e as vistas grossas no processo administrativo do futebol.

“Cornetar” um time de futebol surgiu no começo do século XX, mais exatamente em 1930. Os funcionários da Indústria de Ferramentas Corneta, nos intervalos de trabalho, se reuniam num bar nas proximidades do Palestra Itália para discutirem o dia-a-dia do time, que um dia se chamaria Palmeiras. Por trabalharem na empresa de nome chamativo, e reclamarem do time por exigirem excelência de jogo, ficaram chamados de “Corneteiros”. Tal termo se tornou comum nos dias de hoje, se referindo aos torcedores exigentes.

O Paulista FC é um time de grande torcida, e obviamente se tem grande exigência. Vamos ter chapas-brancas, corneteiros, mal-humorados, ranzinzas, eufóricos e tantos outros! Porém, todos lutando pelo bem do Galo. E nesse acesso, todos comemoraram, pois todos “são Paulista FC”!

Durante a A4, os eufóricos não viam defeitos no time, na sequência de vitórias. Durante a sequência de pontos perdidos, quando o time perdeu fôlego, os corneteiros se avolumaram. Tudo normal e necessário.

Eu não gosto de tal termo, pois corneteiro, apesar de usual no futebol, dá a impressão de pessimista. Mas na verdade são críticos que ajudam a puxar a orelha de quem se empolgou demais e não quer se corrigir. Todo time precisa desse torcedor, para ajudar a por os pés-no-chão.

Sobre a conquista do acesso, vale lembrar: a A4 é fruto de um desmembramento da antiga “Bzinha”, que tentou melhorar o nível tão ruim da última divisão. O Tricolor saiu da 5ª para a 4ª divisão, e agora para a 3ª. Mas, se tivermos atenção, o curioso é que o acesso se deu pela mesma diretoria que levou o time à divisão mais baixa da história do Galo, e agora o devolve a A3, onde estava em 2019.

Repito: festeje-se o acesso, vibre e cante. Parabéns a todos, e nós ficamos felizes. Mas que isso não esconda os problemas que ainda existem: a questão da transparência na gestão, a expulsão de conselheiros e sócios que criticaram a administração atual e a obscuridade e desinfiormação do processo de SAF.

Faço minha as palavras do jornalista Mauro Cézar Pereira: “um titulo pode mascarar a gestão de um clube, iludindo o torcedor”, durante o Programa Bate-Pronto da Rádio Jovem Pan, em referência ao Corinthians. Vide que isso é comum a várias agremiações: a conquista, meritória, veio. Mas os problemas ainda ficam… vinte dias depois da conquista do Campeonato Paulista, o Timão demitiu o técnico, há a questão da presidência do clube estar envolvida em investigação policial e a dívida do time subiu para 2,5 bilhões de reais. Lá, os corneteiros (ou críticos, ou oposição) festejaram também a conquista e puderam mostrar as mazelas.

Para mim, o lugar do Paulista é transitando entre A1 e A2 do Estadual e idem entre Série B e C do Nacional.

E viva o acesso do Paulista FC! Comemore, torcedor do Paulista FC.

– Happiness Quote By Oscar Auliq-ice: “Use challenges to…”

Original em:

Happiness Quote By Oscar Auliq-ice: “Use challenges to…”

– Uma experiência diferente e desafiadora… operar a Próstata!

Ufa. E estou em casa, de alta…

Minha experiência nesses últimos dias foi de 8 a 80: de assustadora a abençoada. 

Já falei sobre ter Síndrome de Li-Fraumeni (clique aqui: https://wp.me/p4RTuC-16rM) e tudo o que envolve ela. 

Pois bem: por coincidência (corrijo: por Providência Divina) minha preparação começou com a biopsia que detectou o Câncer de Próstata na Quarta-Feira de Cinzas (início da Quaresma) e terminou com a internação (Sexta-Feira Santa, em meio ao Tríduo Pascal).

Estando no hospital, minha tensão era alta (nunca operei coisa alguma, e sou “panaca” para qualquer assunto médico). Não vi absolutamente nada, tomei a anestesia e só acordei (e aí foi complicado) com a raquidiana fazendo com que eu não sentisse as pernas. É extremamente desagradável ver seus pés e não sentir seus dedos…

Quando voltei ao quarto, minha namorada e meu pai disseram que eu estava completamente desorientado: que pedi minhas filhas, que conversei sem sentido, que estava chorando e… dormi. Eu não lembro de nada disso, me recordo apenas de acordar, ver o sorriso maravilhoso da minha Viviane e de perceber meu pai, o seu Lili, se aproximando.

Me impressionei com a tranquilidade no hospital “quando eu voltei”: não sentia dores algumas nos pontos (foram seis buracos feitos onde os braços robóticos cortaram a próstata, sendo um maior para que ela fosse extraída). Só bem mais tarde que percebi ter uma sonda (pois não estava ainda “totalmente lúcido”). E quando eu a vi… “tremi na base”.

A sonda urinária sai da bexiga, lá ela é inflada por um balão que a prende, e passa pelo pênis (imagine um tubo saindo por ele), desembocando numa bolsa que fica coletando a urina. Horroroso. A cada momento que me virava, aí sim eu sentia muito incômodo: a sensibilidade do movimento da mangueira mexe com a ponta do pênis, e dá aflição. Não percebo quando urino, vai direto para a bolsa. Mas quando tentei fazer o “número 2”, a força do “número 1” vem e arde.

Já que dormi bastante à tarde no primeiro dia, naquela noite fiquei em claro, acordado praticamente por todo o tempo. Vi todas as medicações da noite serem aplicadas (de hora em hora). No segundo dia… um “zumbi”.

Por ter que ficar muito tempo deitado (a recuperação exige isso), as costas estão arrebentadas. Tenho liberação para andar 30 passos de hora em hora, nos próximos 7 dias. São 5 medicações de 8 em 8 horas, e tenho sido cuidadoso com elas. Já estou de alta, em casa. E aí começaram os pepinos…

Apesar de todos os cuidados que minhas pessoas queridas estão tendo e me ajudando, no hospital estava com soro e medicação 24 horas. Os efeitos mais fortes dos remédios foram passando, e, por hora, os pontos estão doendo e há um pouco de tontura. Estou com a sonda, deitado na maior parte, e com meias de compressão. Andar, por ora, no limite estabelecido (e “todo duro”).

Há de se ter paciência, pois carinho eu já recebo. Afinal, nunca fiquei doente “de verdade”, e por ser alguém extremamente ativo e não poder andar por 7 dias, e nem dirigir por outros tantos, o baque é muito grande. Não vejo a hora de voltar à normalidade (vai demorar, claro, pois existem as questões pós-operatórias, como incontinência urinária e outras coisas). Mas de não ter mais um tumor maligno dentro de você, já é uma grande vitória.

Obrigado por todos os amigos que torceram por mim, mandaram um alô ou fizeram uma oração. Deus ouviu a todos e foi generoso.

Em breve, quero estar na ativa nas diversas searas.

– Entendendo a Nova Frugalidade.

A Nova Frugalidade chegará ao nosso país, ou já está repercutindo, inconscientemente, em nossas vidas?

Nos EUA, um fenômeno econômico-social aconteceu: as pessoas deixaram de ir a shoppings, teatros ou de gastar em produtos não-essenciais, devido a crise econômica. O abandono de consumidores de certas áreas econômicas foi chamado de Nova Frugalidade, e como todo modismo global, em breve repercutirá no Brasil.

Entenda o que é essa tal de “Nova Frugalidade”, extraído de: http://portalexame.abril.com.br/revista/exame/edicoes/0942/marketing/reverso-fortuna-466551.html

O REVERSO DA FORTUNA

por Daniel Hessel

Em apenas oito meses, a crise financeira americana provocou estragos sem paralelo na história recente dos Estados Unidos. Além de fulminar o mercado de crédito, o índice Dow Jones e a cidade de Detroit, os raios mortíferos provenientes da tempestade econômica atingiram também um dos pilares do american way of life: o consumismo desenfreado e livre de culpas que movimenta mais de dois terços da economia do país. Endividada, assustada pelo fantasma do desemprego e acusada de estar entre os culpados por boa parte da crise com sua gastança desmedida, a classe média americana virou as costas para shopping centers, lojas de grifes, restaurantes estrelados e até mesmo shows e peças de teatro. Hoje, em plena ressaca moral de décadas de consumismo, tornou-se popular a doutrina da nova frugalidade (new frugality), marcada por um estilo de vida austero, em que economizar cada dólar é a regra. O último relatório da divisão de análise econômica do Departamento de Comércio dos Estados Unidos, divulgado no dia 14 de abril, mostra o impacto dessa mudança. Entre março de 2008 e março de 2009, as vendas do varejo diminuíram 9,5%, a primeira queda em quase duas décadas. Ao mesmo tempo, os índices de poupança, que eram próximos de zero em agosto, estão em patamares equivalentes aos de dez anos atrás. Para os economistas, os dois índices combinados indicam que os americanos estão receosos do que vem pela frente. Pesquisas de opinião mostram que a tendência é uma redução nos gastos ainda mais aguda. Segundo um levantamento do instituto Lightspeed Research, do grupo britânico WPP, 70% dos americanos pretendem mudar seus hábitos de consumo nos próximos meses e apenas 45% dos entrevistados acreditam em uma rápida retomada econômica.

No campo oposto estão os que defendem que as mudanças vieram para ficar. O principal argumento desse grupo é que nunca antes houve um aperto no crédito como o provocado pela atual crise e que o estrangulamento nas finanças domésticas das famílias foi tamanho que deixará sequelas na maneira como os americanos encaram o consumo. “Nossas pesquisas apontam que os consumidores buscam mais segurança. E, para eles, gastar menos e manter dinheiro no banco é uma forma de alcançar essa segurança perdida”, diz Michael Silverstein, especialista em tendências de consumo do Boston Consulting Group.

Seja temporária, seja definitiva, a nova frugalidade tem assumido diversas facetas – algumas quase caricatas de tão radicais. De maneira geral, a redução de gastos com combustíveis e bens duráveis, como móveis e eletroeletrônicos, foi prioridade no processo de reajuste (veja quadro acima). Em menor escala, os americanos cortaram as despesas com roupas, acessórios, brinquedos, livros, CDs e DVDs. Ao mesmo tempo, as vendas de alimentos, bebidas e produtos de higiene pessoal e beleza aumentaram. Em meio à frieza generalizante das estatísticas há nuances curiosas, como o crescimento abrupto do mercado para produtos do tipo faça-você-mesmo (do it yourself, ou DIY). Tome-se o exemplo das tinturas para cabelo para uso doméstico, cujas vendas cresceram 27% desde o início da crise – um sinal de que as americanas trocaram os salões de cabeleireiro pela pia do banheiro. Da mesma forma, as famílias estão deixando de pagar por serviços como limpeza doméstica e manutenção de jardins e casas – o que tem sustentado a boa performance dos fabricantes de produtos de limpeza e de varejistas especializados em bricolagem, como a rede Home Depot. O outro lado da moeda é que o setor de serviços domésticos, que sustenta cerca de 18 milhões de americanos, se prepara para tempos ainda mais difíceis.

Num cenário de aperto financeiro, há empresas que são naturalmente favorecidas. É o caso do Wal-Mart, do McDonald’s e da loja online Amazon, reconhecidos por estratégias agressivas de descontos e preços competitivos. Da mesma forma, grandes fabricantes de produtos de consumo para higiene e beleza, como Procter&Gamble e Johnson&Johnson, têm se beneficiado da tendência de o consumidor se permitir pequenas indulgências – um dos raros luxos admitidos pela nova frugalidade. Outras têm se demonstrado irremediavelmente comprometidas com o antigo modelo de consumo supérfluo e precisam de reparos urgentes na estratégia de marketing. Enquadram-se nessa categoria a rede de cafés Starbucks, as grifes internacionais de artigos de luxo e as lojas de departamentos. No caso das marcas de luxo, os especialistas em tendências já deram até um nome ao tipo de reação que elas passaram a despertar no americano médio. Trata-se do populismo vingativo (vengeful populism), em que as marcas são identificadas com o estilo de vida arrogante e perdulário de banqueiros de investimento e altos executivos, acusados de levar o país à ruína. “Essas marcas precisarão resolver esse conflito sob o risco de estar definitivamente associadas a um estilo de vida que as pessoas passaram a desprezar”, diz Thomas O’Guinn, professor de marketing da Universidade de Wisconsin-Madison.

Para sobreviver em meio à crise, os marqueteiros das empresas têm buscado inspiração nos remotos anos 30, período da Grande Depressão americana. A rede de lojas de departamentos Sears ressuscitou um modelo de vendas dirigido a clientes endividados e sem crédito na praça. Trata-se do layaway, sistema em que o cliente escolhe um produto, faz um pequeno depósito e a loja reserva a mercadoria por determinado período (em média 90 dias). A ideia é que o cliente vá pagando o produto em parcelas, conforme for recebendo o dinheiro. Vencido o prazo, ele quita o saldo remanescente. “As redes que não mantiverem uma forte política de descontos e promoções ou não apostarem em soluções criativas como o layaway não conseguirão atrair os consumidores”, diz Kathy Grannis, porta-voz da Federação Nacional do Varejo nos Estados Unidos. Quem não se adaptar à nova frugalidade, seja ela duradoura ou efêmera, corre o risco de ter o mesmo fim dos dinossauros.

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Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– O poder das palavras:

Já avaliou o poder que as palavras têm, tanto pra construir como para destruir?

Compartilho abaixo:

Screenshot

– Feliz Páscoa!

Feliz Páscoa!

Hoje é dia de estar com a família e celebrar alegremente a Ressurreição de Cristo!

Boas confraternizações, repletas de paz e orações.

Resultado de imagem para Pascoa

Imagem extraída da internet, autor desconhecido.

– Posse de Bola, segundo Minelli.

Um dos maiores treinadores de futebol de todos os tempos do Brasil, Rubens Minelli, um dia contou o que falava aos seus comandados sobre posse de bola:

Quando vocês tiverem a posse de bola, joguem como quiserem. Quando não tiverem a posse, joguem como eu mandar!“.

Vai discutir com ele?

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Imagem extraída da Internet, autor desconhecido:

– Domingo da Páscoa do Senhor Jesus!

– Feliz Aniversário, Tetéia!

A luz divina ilumine minha Teteinha! A Maria Estela faz 8 anos hoje…

Eu te amo muito, filha… Esse post foi programado aqui no blog, pois o Papai operou a Próstata e está sem acesso à Internet. Assim que eu sarar, a primeira coisa que farei é te abraçar e te dar um beijão!!!

💕 #Paternidade

– Não tem muito estrangeiro no Brasil?

Em 5 rodadas do Brasileirão 2025, apenas jogadores estrangeiros marcaram gols pelo Palmeiras. Isso não impede o surgimento de talentos nacionais?

O São Paulo, desfalcado, viu-se tendo que apelar aos garotos da base de Cotia. Rodriguinho, Lucas Ferreira e Matheus Alves deram conta do recado e jogaram bem contra o Santos. Se tivessem (ainda mais) estrangeiros disponíveis, Zubeldía teria os usado?

Penso que: jogadores estrangeiros (assim como técnicos) são bem-vindos, desde que acrescentem algo. Se temos jovens brasileiros de mesma qualidade técnica, por quê “importar pé-de-obra”?

Somente o Mirassol não tem estrangeiros no Brasileirão 2025. Vasco da Gama e Grêmio tem 11 atletas em seus elencos!

Abaixo, extraído do GloboEsporte, o número de jogadores de outros países inscritos no Campeonato Brasileiro Série A:

País Nº de atletas
Argentina 46
Uruguai 26
Colômbia 15
Paraguai 12
Equador 7
Venezuela 7
Portugal 6
Chile 5
Angola 2
Bolívia 1
Peru 1
Holanda 1
Espanha 1
França 1
Suíça 1
Bélgica 1
Dinamarca 1
RD Congo 1

– Faça sempre o bom uso da palavra!

Falar é uma necessidade do ser humano. “Saber falar” é uma virtude de poucos!

A palavra das pessoas tem poder: pode construir ou destruir, trazer a paz ou a discórdia.

Muitas vezes, se entende que a língua é uma arma, e sendo assim, pode até matar. Não concordo, pois tal ditado generaliza o mau uso. Ela (a língua / a palavra / a comunicação) pode restaurar ânimos e motivar desenganados!

A imagem deste peixe com o anzol (retratada na postagem abaixo) tem um “fundinho de verdade” quando se faz a analogia com o cotidiano. Mas insisto: não pode ser generalista!

Comunicar-se e fazer bem o uso da expressão são coisas fundamentais. Há de se falar tudo com boa clareza e intuito reto.

Imagem extraída da Internet.