Autor: Rafael Porcari
– Feedback e Feedforward: ações necessárias para a gestão de pessoas.
Feedback e Feedforward: a primeira palavra é mais conhecida (precisamos ter retorno do que fazemos profissionalmente – para nós nos aprimorarmos / corrigirmos / melhorarmos) e a segunda não é tão usada, mas é importante (precisamos nos antever para potencializarmos nossas virtudes, baseadas no que conhecemos).
Um simples e resumido quadro:
– Os 17 graus da perfeição, segundo São João da Cruz.
Na sua obra “Pequenos Tratados Espirituais”, São João da Cruz nos ensina algo utópico, pela nossa natureza humana: a busca da perfeição!
Conseguimos ser perfeitos? Óbvio que não, mas são 17 ensinamentos da busca da perfeição pela santidade, algo que nos ajuda a uma vida terrena mais santa, em busca da vida celeste, que é eterna.
Abaixo, os 17 ensinamentos (extraídos de: https://rumoasantidade.com.br/17-graus-perfeicao-segundo-sao-joao-cruz/?srsltid=AfmBOoqCr0zL0iZIT0-LLENbFcp0qyoO8YovlxhkcJBehAmgKOAmGL1K#google_vignette).
1. Por nada deste mundo cometer pecado, nem mesmo venial com plena advertência, nem imperfeição conhecida.
2. Procurar andar sempre na presença de Deus, segundo as obras que se está fazendo.
3. Nada fazer nem dizer coisa de importância que Cristo não pudesse fazer ou dizer se estivesse no estado em que me encontro e tivesse a idade e a saúde que eu tenho.
4. Procure em todas as coisas a maior honra e glória de Deus.
5. Por nenhuma ocupação deixar a oração mental que é o sustento da alma.
6. Não omitir o exame de consciência, sob pretexto de ocupações, e, por cada falta cometida, fazer alguma penitência.
7. Ter grande arrependimento por qualquer tempo não aproveitado ou que tenha escapado sem amar a Deus.
8. Em todas as coisas, altas e baixas, ter a Deus por fim, pois de outro modo não se crescerá em perfeição e mérito.
9. Nunca faltar à oração e, quando experimentar aridez e dificuldade, por isso mesmo perseverar nela, porque Deus quer muitas vezes ver o que há na alma e isso não se prova na facilidade e no gosto.
10. Do céu e da terra sempre o mais baixo e o lugar e o ofício mais ínfimo.
11. Nunca se intrometer naquilo de que não se foi encarregado, nem discutir sobre alguma coisa ainda que se esteja com a razão. E, no que tiver sido ordenado, não imaginar que se tem obrigação de fazer aquilo a que, bem examinado, nada obriga.
12. Não ocupar-se das coisas alheias, sejam elas boas ou más, porque, além do perigo que há de pecar, essa ocupação é causa de distrações e amesquinha o espírito.
13. Procurar sempre confessar-se com profundo conhecimento da própria miséria e com sinceridade cristalina.
14. Ainda que as coisas de obrigação e ofício se tornem dificultosas e enfadonhas, nem por isso desanimar-se, porque não há de ser sempre assim, e Deus, que experimenta a alma simulando trabalho no preceito (Cf. Sl 93,20), em breve a fará sentir o bem e o ganho.
15. Lembrar-se sempre de que tudo quanto se passa, seja próspero ou adverso, vem de Deus, para que assim nem se caia em soberba por um lado, nem no desânimo por outro.
16. Recordar-se sempre de que não se veio senão para ser santo, e, assim, não consentir que reine na alma o que não leve à santidade.
17. Ser sempre mais amigo de dar alegria aos outros do que a si mesmo, e, assim, com relação ao próximo, não ter inveja nem predomínio. Entenda-se, porém, que isto se refere ao que está de acordo com a perfeição, porque Deus muito se aborrece com os que não antepõem o que lhe agrada ao beneplácito dos homens.
Você consegue cumpri-los?
IN ENGLISH –
In his work, “Small Spiritual Treatises,” Saint John of the Cross teaches us something utopian, given our human nature: the pursuit of perfection!
Can we be perfect? Obviously not, but these are 17 teachings on the pursuit of perfection through holiness, something that helps us lead a holier earthly life, in search of celestial life, which is eternal.
Below are the 17 teachings (extracted from: https://rumoasantidade.com.br/17-graus-perfeicao-segundo-sao-joao-cruz/?srsltid=AfmBOoqCr0zL0iZIT0-LLENbFcp0qyoO8YovlxhkcJBehAmgKOAmGL1K#google_vignette):
- For nothing in this world to commit sin, not even venial sin with full awareness, nor a known imperfection.
- To seek to walk always in the presence of God, according to the works one is doing.
- To do or say nothing of importance that Christ could not do or say if He were in my current state and had my age and health.
- To seek in all things the greatest honor and glory of God.
- Never to neglect mental prayer, which is the sustenance of the soul, for any occupation.
- Not to omit the examination of conscience, under the pretext of occupations, and, for every fault committed, to do some penance.
- To have great repentance for any time not utilized or that slipped by without loving God.
- In all things, high and low, to have God as the end, for otherwise one will not grow in perfection and merit.
- Never to fail in prayer, and when experiencing aridity and difficulty, to persevere precisely because of it, for God often wants to see what is in the soul, and this is not proven in ease and pleasure.
- Always choose the lowest from heaven and earth, and the most humble place and office.
- Never to meddle in what one has not been entrusted with, nor discuss anything even if one is in the right. And regarding what has been commanded, not to imagine that one is obliged to do what, upon careful examination, obliges nothing.
- Not to concern oneself with others’ affairs, be they good or bad, because, besides the danger of sinning, such concern causes distractions and diminishes the spirit.
- Always to seek to confess with profound knowledge of one’s own misery and with crystalline sincerity.
- Even if obligatory things and duties become difficult and tiresome, not to be discouraged by this, because it will not always be so, and God, who tests the soul by simulating labor in the precept (Cf. Ps 93:20), will soon make it feel the good and the gain.
- Always remember that everything that happens, whether prosperous or adverse, comes from God, so that one neither falls into pride on one hand, nor into discouragement on the other.
- Always remember that one came only to be a saint, and thus, not to allow anything to reign in the soul that does not lead to holiness.
- Always be more inclined to give joy to others than to oneself, and thus, in relation to one’s neighbor, to have neither envy nor predominance. Understand, however, that this refers to what is in accordance with perfection, because God is greatly displeased with those who do not prefer what pleases Him to the approval of men.
Can you fulfill them?
– Poderíamos (e deveríamos) melhorar as marcações de impedimento no Brasil?
Ao observar o “Processo de Validação do Gol” de André Silva (o primeiro do São Paulo FC no empate em 2×2 contra o Red Bull Bragantino em Bragança Paulista, pela Rodada 14 do Campeonato Brasileiro), me admirei com o conjunto de situações.
Explico: era um lance ajustado, onde poderia ter um impedimento na construção da jogada. Assim, ao estufar as redes, aconteceu o seguinte:
- O VAR pediu ao árbitro para esperar o reinício da jogada, para verificar se havia impedimento ou não;
- Jogadores de ambas equipes foram reclamar ao árbitro (algo sem sentido, pois nenhum atleta tem condição de dizer se estava fora de jogo ou não, mas parece ser um ritual do futebol brasileiro: fazer um bololô e encher a paciência do juiz, mesmo quando ele tenta conversar com o árbitro de vídeo.
- André Silva se benzeu, ajoelhou em campo e começou uma prece para que fosse gol (uma cena que não é vista na Europa – eu respeito todas as crenças e falaremos em especial sobre religião e futebol numa outra oportunidade).
- A imprensa ficou angustiada (alguns narradores “gritam novamente gol”, de maneira mais convicta, após a confirmação, algo talvez típico do nosso país).
- Os torcedores comemoram, e depois meio “sem-graça”, ansiosamente esperam a decisão do VAR.
Pra quê isso?
Pior ainda: a demora para traçar as linhas, parecendo algo primitivo, com paralelas se encaixando no ombro, no braço, voltando às axilas… além do mais grave: o tempo perdido, quebrando a dinâmica do jogo!
Enquanto a FIFA já evoluiu para uma 3ª versão de tecnologia nas marcações de impedimento, a rica CBF não evoluiu. Do impedimento semi-automático, usado pioneiramente na Copa de 2022 e utilizado por algumas Ligas Européias (que nós nem usamos ainda no Brasileirão), já pulou para o impedimento por Inteligência Artificial, visto no Mundial de Clubes 2025.
Compare: o mesmo gol de André Silva, com demora de validação, se ocorrido em um jogo por torneio FIFA, não se esperaria nada para o reinício da partida. Seria somente o tempo do time bragantino pegar a bola e colocá-la no meio de campo, ou do time paulistano se posicionar em seu campo. Sem bololô de atletas, sem rezas dos jogadores, sem angústia de imprensa e torcedores, e sem polêmica de linhas bem ou mal traçadas.
Nosso VAR é analógico, sem ter passado para o digital e ainda distante da IA, lamentavelmente.
IN ENGLISH –
Observing the “Goal Validation Process” for André Silva’s goal (São Paulo FC’s first in their 2-2 draw against Red Bull Bragantino in Bragança Paulista, during Brasileirão Round 14), I was struck by the combination of situations.
Let me explain: it was a tight call, with a potential offside during the build-up. So, after the ball hit the net, the following happened:
- The VAR asked the referee to delay the restart of play to check for offside.
- Players from both teams complained to the referee (which makes no sense, as no athlete is in a position to determine if it was offside or not, but it seems to be a ritual in Brazilian football: create a commotion and annoy the referee, even when he’s trying to communicate with the video assistant referee).
- André Silva crossed himself, knelt on the field, and began to pray for the goal to be confirmed (a scene not typically seen in Europe – I respect all beliefs, and we’ll talk specifically about religion and football another time).
- The media was anxious (some commentators “shouted goal again” more confidently after the confirmation, perhaps typical of our country).
- Fans celebrated, then felt somewhat “awkward,” anxiously awaiting the VAR’s decision.
What’s the point of all this?
Even worse: the delay in drawing the lines, looking primitive, with parallel lines trying to fit on a shoulder, an arm, going back to the armpits… plus the most serious issue: the lost time, breaking the game’s momentum!
While FIFA has already evolved to a 3rd version of offside technology, the wealthy CBF (Brazilian Football Confederation) has not. From semi-automatic offside, pioneered in the 2022 World Cup and used by some European Leagues (which we still don’t use in the Brasileirão), it has already jumped to AI-powered offside, seen in the 2025 Club World Cup.
Compare: André Silva’s same goal, with its validation delay, if it had occurred in a FIFA tournament match, there would be no waiting for the restart of play. It would simply be the time for the Bragantino team to pick up the ball and place it in midfield, or for the São Paulo team to position themselves in their half. No player commotion, no prayers from players, no anxiety from the media and fans, and no controversy over well or poorly drawn lines.
Our VAR is analog, having not even transitioned to digital and still far from AI, regrettably.
– Why Being Too Nice is Bad and 5 Ways to Grow a Pair.
‘Want to know why being too nice is bad and how to grow a backbone? Here are all the details you need to know. Too much sugar is never good because …
Continua em: Why Being Too Nice is Bad and 5 Ways to Grow a Pair

– 5a feira de Adoração ao Santíssimo Sacramento.
Hoje é quinta-feira, dia de adorar Jesus Eucarístico, como pede a Igreja Católica.
Que tal uma prece ao Senhor, que está presente na Hóstia Sagrada?
ORAÇÃO AO CRISTO SACRAMENTADO
Meu Jesus Cristo, Filho de Deus vivo, eis-me aqui em companhia da Santíssima Virgem, dos Anjos, dos Santos do Céu e dos justos da Terra, para visitar-Vos e adorar-Vos nesta Hóstia Consagrada. Creio firmemente que estais tão presente, poderoso e glorioso como estais no Céu; e pelos Vossos méritos, espero alcançar a glória eterna, seguindo em tudo Vossas divinas inspirações; e em agradecimento de Vosso divino amor, quero amar-Vos com todo o meu coração e minha alma, potências e sentidos.
Suplico-Vos, Salvador de minha alma, pelo Sangue precioso que derramastes em Vossa circuncisão e em Vossa Santíssima Paixão, que exerciteis comigo este ofício de Salvador, dando-me, pela intercessão de Vossa Santíssima Mãe, os dons da oração juntamente com a perseverança, para que, quando deixar esta vida, me guieis à glória eterna que gozais no Céu.

Capela do Santíssimo Sacramento da Paróquia São João Bosco, em Jundiaí – SP. Arquivo pessoal.
– #tbt 3: Um bom dia com ela!
Do ano passado, com quem eu amo!
Como é bom relembrar um bom dia com ela…

❤️ #love
– #tbt 2: Pureza.
Há a algum tempo…
Como não me sentir amado?
O carinho dos filhos é que nos move mesmo em meio às dificuldades mundanas… por eles, a vida ganha cores mesmo quando tudo está nebuloso!
Momento simples, cheio de ternura e registrado num clique, representando as palavras acima:

– #tbt 1: Um abraço de amor.
Há algum tempo…
Amo ser esmagado por esse “#abraço de #amor”. É um aperto de #carinho que não dá para explicar – só dá para sentir.
Que seja eterno!
#PaiDeMeninas
– Liturgia Diária de 17/07/2025.
MISSA DA FÉRIA Féria de 4ª Classe – Missa Própria com comemoração de S. Aleixo, Confessor. Eis como eles se amam, foi dito em louvor dos primeiros …
Continua em: Liturgia Diária – 17/07/2025

Evangelho (Mt 11,28-30)
— Aleluia, Aleluia, Aleluia.
— Vinde a mim, todos vós que estais cansados, e descanso eu vos darei, diz o Senhor.
Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Mateus.
— Glória a vós, Senhor.
Naquele tempo, tomou Jesus a palavra e disse: 28 “Vinde a mim todos vós que estais cansados e fatigados sob o peso dos vossos fardos, e eu vos darei descanso. 29 Tomai sobre vós o meu jugo e aprendei de mim, porque sou manso e humilde de coração, e vós encontrareis descanso. 30 Pois o meu jugo é suave e o meu fardo é leve”.
— Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor.
– Corra que faz bem!
E mais um treino finalizado hoje, controlando os batimentos cardíacos.
Correr faz muito bem, traz equilíbrio para o corpo, para a alma e para a mente! E meus outros motivos para correr eu explicito aqui: https://professorrafaelporcari.com/2020/06/13/bom-dia-sabado-explicando-uma-historia-sobre-animo-e-mobgrafia-em-cores-e-cliques/

– Bom dia, 5ª feira (4 de 4).
🌅 Desperte, Jundiaí.
Que a quinta-feira possa valer a pena.
(E há de valer – creiamos nisso).

🍃🙌🏻 📸 #FOTOGRAFIAéNOSSOhobby
#clouds #nuvens #sky #céu #photo #nature #morning #alvorada #natureza #horizonte #fotografia #pictureoftheday #paisagem #inspiração #amanhecer #mobgraphy #mobgrafia
– Bom dia, 5ª feira (3 de 4).
🌺 Fim de cooper! Valeu o treino (além do esforço).
Estou suado, cansado e feliz, alongando e curtindo a beleza da natureza. Hoje, com essas delicadas plantas: rosas.
Curta flores! Elas nos desestressam e aliviam a mente.

🏁 🙆♂️ #corrida #treino #flor #flower #flowers #pétalas #pétala #jardim #jardinagem #flores #garden #flora #run #running #esporte #alongamento
– Bom dia, 5ª feira (2 de 4).
🙏🏻 Enquanto vou correndo, fico meditando e faço uma prece:
“- Ó Virgem Maria, Mãe de Deus e Nossa Mãe, rogai por nós que recorremos a vós. Hoje, especialmente pelos que estão desesperançosos, desanimados ou desiludidos. Amém.”
Reze, e se o que você pediu for para seu bem, Deus atenderá.

⛪😇 #Fé #Santidade #Catolicismo #Jesus #Cristo #Maria #NossaSenhora #PorUmMundoDePaz #Peace #Tolerância #Fraternidade
– Bom dia, 5ª feira (1 de 4).
👊🏻 Olá amigos! Tudo bem? Animados para mais uma jornada?
Por aqui, tudo pronto para suar mais uma vez em busca de saúde. Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina (controlando o cortisol)?
Pratique esportes. Sempre!

🏃🏻👟 #Fui #RunningForHealth #run #cooper #training #corrida #sport #esporte #running
– “Quintou”:
Mensagem para animar:

– Ao invés de melhorar o comportamento, Conmebol “tira o sofá da sala”?
Não sei como alguém pode aplaudir tal ideia: a Conmebol anunciou que isolará a cabine do VAR em suas competições, colocando-a do lado oposto do banco de reservas.
A medida tem como objetivo dar maior tranquilidade ao árbitro, quando ele for ao monitor. A área de Revisão estará solitária, longe dos substitutos, das comissões técnicas e também do quarto-árbitro.
E por que é um absurdo?
É como marido traído “tirar o sofá da sala”, como no folclore popular se ironiza. Ou proibir torcida de futebol em estádio para não ter briga. É assumir a incompetência em cumprir as regras do futebol, e explico: é bem claro o texto das leis do jogo que diz: “qualquer jogador que acompanhar o árbitro junto ao monitor (durante o trajeto ou em sua estadia) deverá receber o cartão amarelo”. Isso vale para quem quer que seja que ficar atrapalhando.
Na Copa do Mundo de Clubes, vimos alguém na cabine, atrapalhando o juizão? Os causadores de confusões (nos poucos momentos ocorridos) foram os atletas sulamericanos. Em certos momentos, árbitros europeus se surpreenderam com tal prática e advertiram primeiro verbalmente, e depois com o Amarelo.
Enrique Cáceres, o ex-árbitro que hoje presidente a Comissão de Arbitragem da Conmebol, garante que isso resolverá o problema, na alegre entrevista que deu, ao anunciar a novidade (como se fosse boa, e não vergonhosa). Não irá resolver… Os jogadores continuarão correndo atrás dos árbitros, com o detalhe que não terá o quarto-árbitro por perto para ajudá-lo (e em alguns jogos mais importantes, o quinto-árbitro). Ou ela pretende criar o “sexto-árbitro” para ficar de sentinela por lá?
Lamentável… a entidade simplesmente privilegia uma cultura nefasta, ao invés de mudá-la.
– Dica da Noite:
Para dormirmos em paz:
– Minha Coluna no JJ de hoje:
Falamos no Jornal de Jundiaí sobre os treinadores de futebol e a influência da Copa do Mundo de Clubes.
O texto na íntegra, em: https://sampi.net.br/jundiai/noticias/2915934/opinioes/2025/07/a-influencia-dos-treinadores-no-mundial-de-clubes
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– Snoopy à Moda Antiga.
Viajando na blogosfera, encontrei esse artigo (original da Folha de São Paulo) com uma entrevista da viúva do criador do Snoopy, Charles Schulz, a respeito do desenhista do cãozinho famoso ser avesso à tecnologia.
Para quem gosta de quadrinhos como eu, compartilho:
Extraído de: http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u588379.shtml
PAI DO SNOOPY FAZIA TUDO À MODA ANTIGA
Snoopy, Charlie Brown e companhia passaram por uma longa jornada juntos e hoje, aos 60 anos de idade, têm suas histórias à venda até no iTunes. Caminho inimaginável para seu criador, o americano Charles Schulz (1922-2000).
Estreou em outubro de 1950 as tirinhas “Peanuts” em sete jornais. Hoje, elas são publicadas em 75 países, lidas por 330 milhões de leitores e ganham de aniversário uma exposição e um musical.
“Um mundo em que você pode ter Charlie Brown dançando no seu celular seria incompreensível para ele, que não teve nem computador”, diz a viúva de Schulz, Jeannie, 70, em entrevista à Folha.
Essa realidade fica ainda mais distante quando se pensa que era um homem que “fazia tudo à moda antiga”, completa Jeannie. Todos os dias, ia para o estúdio das 9h às 16h e trabalhava no mesmo lugar.
Lá, traçava à mão cada linha –ele próprio desenhou as tiras até morrer de complicações de um câncer de cólon, um dia antes de sua última tira dominical ser publicada.
A turma de Charlie Brown teve início um pouco antes de 1950, quando o cartunista, conhecido como Sparky, tentava emplacar sua carreira com as tiras dos Coleguinhas (“Li’l Folks”, em inglês). Foi quando vendeu a tira para a United Feature Syndicate, que a rebatizou para “Peanuts”, um título de que ele nunca gostou muito.
Schulz raramente refazia uma linha. Desenhava primeiro um rascunho leve que mal se via (às vezes, nem tinha de ser apagado depois).”Parecia que as ideias saíam de sua cabeça, passavam pelo braço e chegavam à mão e ao lápis. Para desenhar uma emoção, precisava senti-la. Então, esperava sentir a tristeza de Linus quando perdia seu cobertor, por exemplo”, conta.
A velocidade com que o cartunista desenhava era outra característica que impressionava Jeannie, casada com o artista desde 1973. “Ficou mais rápido conforme os personagens evoluíam. As tiras dos anos 50 eram mais detalhadas do que as dos anos 90. Acho que os personagens passaram a significar algo por si e não precisavam mais do cenário.”
Exposição no Brasil
Não raro, Schulz se valia de seus personagens para expressar suas emoções e fatos de sua vida. O próprio Snoopy foi inspirado num cão que teve quando criança.
“Acho que era um tanto exaustivo emocionalmente, mas era o que as fazia autobiográficas. Cada personagem era um pedaço seu.”
Hoje, Jeannie trabalha no Museu Charles M. Schulz, em Santa Rosa, Califórnia, que como parte das comemorações dos 60 anos, enviará ao Brasil cópias de tiras históricas que serão expostas em lugares ainda não definidos (provavelmente em shoppings).
“Preparamos uma aula de história para falar das origens das tiras, da importância das HQs e de como Schulz era um artesão que sabia deixar interessante uma tira em que, na verdade, não acontecia nada.”

Imagem extraída de: https://www.superquadros.com/animes-e-desenhos/snoopy-e-charlie-brown
– A Ciência da Desextinção ao Estilo Jurassic Park.
Mamutes podem voltar. Dodôs também. E os dinossauros? A biotecnologia e a ciência genética estão flertando forte com o Jurassic Park. Por isso mesmo,…
Continua em: A Ciência da Desextinção ao Estilo Jurassic Park

– Eu acredito nisso!
Tenha fé em Deus. E acredite em você também!
Uma mensagem, abaixo:
– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Red Bull Bragantino vs São Paulo FC (Rodada 14 do Campeonato Brasileiro).
E para o confronto do Massa Bruta contra o Tricolor Paulista, a CBF escalou a seguinte equipe de arbitragem:
Árbitro: Alex Gomes Stéfano -RJ
Árbitro Assistente 1: Carlos Henrique Alves de Lima Filho -RJ
Árbitro Assistente 2: Thiago Rosa de Oliveira Espósito -RJ
Quarto Árbitro: Lucas Canetto Bellote -SP
Assessor: Simone Xavier de Paula e Silva -RJ
VAR: Márcio Henrique de Góis -SP
AVAR: Amanda Matias Masseira -SP
AVAR2: Thiago Luís Scaracati -SP
Observador de VAR: Cleidy Mary dos Santos Nunes Ribeiro -SC
Quality manager: Walter de Lima Coelho Junior -SP
Alex tem tido muitas oportunidades há 2 anos e deve assumir um escudo da FIFA na primeira oportunidade. Ele apitou em 2024 o Red Bull Bragantino contra o Fortaleza e contra o Juventude.
No início da carreira, estava muito tímido e preso em campo. Aprendeu, aos poucos, deixar o jogo correr e se impor mais. Goza de prestígio junto a nova comissão.
Desejo um bom jogo e uma boa arbitragem!
Acompanhe conosco o jogo entre Red Bull Bragantino vs São Paulo FC pela Rádio Futebol Total, acessando:
YouTube: https://www.youtube.com/c/CANALDOLOREDO, ou
Twitter: https://twitter.com/futeboltotalbra,
ou ainda pelo site: http://radiofuteboltotal.com.
Narração de Pietro Loredo, reportagens e comentários de Lucas Salema e Léo Naja, análise da arbitragem com Rafael Porcari. No comando: Sérgio Loredo! Quarta-feira, 16/07, 21h30. Mas desde às 20h30 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!
– 4 Universidades brasileiras entre as 10 TOP da América Latina.
Das 10 maiores universidades da América Latina, 4 são brasileiras.
Será que… as maiores são as melhores?
Para discussão:
– Dia de Nossa Senhora do Carmo / Our Lady of Mount Carmel.
Hoje é um dia de festa para a comunidade católica. É dia de uma das mais magníficas manifestações marianas: a de Maria, Nossa Senhora do Carmo.
Compartilho a história devocional, oração e curiosidades desta invocação a qual sou devoto.
Extraído de: http://www.basilicadocarmocampinas.org.br/devocao_historia.htm
NOSSA SENHORA DO CARMO
No dia 16 de julho, celebra-se na Igreja Católica, a memória de Nossa Senhora do Carmo, um título da Virgem Maria que remonta ao século XIII, quando, no monte Carmelo, Palestina, começou a formar-se um grupo de eremitas. Estes, querendo imitar o exemplo do profeta Elias, reuniram-se ao redor de uma fonte chamada “fonte de Elias”, e iniciaram um estilo de vida que, mais tarde, se estenderia ao mundo todo. Devido ao lugar onde nasceu, este grupo de ex-cruzados e eremitas foi chamado de “carmelitas”. A história nos assegura que os eremitas construíram também uma pequena capela dedicada à Nossa Senhora que, mais tarde, e pela mesma circunstância de lugar, seria chamada de “Nossa Senhora do Carmo” ou ” Nossa Senhora do Carmelo”. Os carmelitas viram-se obrigados a emigrar para a Europa, para continuar a própria vida religiosa e lutar por seu espaço entre as várias ordens mendicantes. O título de Nossa Senhora do Carmo está unido ao “símbolo do escapulário”.
A presença de Maria com o nome de Nossa Senhora do Carmo foi se espalhando por toda a Europa, e esta devoção foi levada para a América Latina, na primeira hora da evangelização. É difícil encontrar uma diocese latino-americana que não tenha, pelo menos, uma igreja dedicada a Nossa Senhora do Carmo. Não somente são igrejas matrizes ou catedrais dedicadas a Maria, sob o título de Nossa Senhora do Carmo, mas também lugarejos, capelas, oratórios etc. Isso prova como esta devoção saiu dos âmbitos restritos dos conventos carmelitanos e se tornou propriedade do povo e da Igreja Universal, como diz o Papa João Paulo II, em sua carta dirigida aos Superiores Gerais do “Carmelo da Antiga Observância e do Carmelo Descalço”.
Esta devoção, enraizada no coração do povo, está sendo resgatada, e os devotos de Nossa Senhora do Carmo aumentam cada vez mais.
Texto: Cônego Pedro Carlos Cipolini – Doutor em Teologia (Mariologia); professor titular da PUC–Campinas; membro da Academia Marial de Aparecida
16 de julho
Nossa Senhora do Carmo
(memória facultativa)
A festa da Padroeira da Ordem Carmelita foi, inicialmente, a da Assunção da Bem-Aventurada Virgem Maria, a 15 de agosto. Entretanto, entre 1376 e 1386, surgiu o costume de celebrar uma festa especial em honra de Nossa Senhora, para comemorar a aprovação da regra pelo Papa Honório III, em 1226. Esse costume parece ter-se originado na Inglaterra. E a observância da festa foi fixada para o dia 16 de julho, que é também a data em que, segundo a tradição carmelita, Nossa Senhora apareceu a São Simão Stock e lhe entregou o escapulário. No início do século XVII, ela se transformou em definitivo na “festa do escapulário”, e logo começou a ser celebrada também fora da Ordem e, em 1726, espalhou-se por toda a Igreja do Ocidente, por obra do Papa Bento XIII. No próprio da missa, o dia não se faz menção do escapulário ou da visão que teve São Simão; porém, ambos os fatos são mencionados nas leituras do segundo noturno das Matinas. E o escapulário de Nossa Senhora é mencionado no prefácio especial usado pelos carmelitas, nesta festa.
A ordem dos carmelitas, uma das mais antigas na história da Igreja, embora considere o profeta Elias como o seu patriarca modelo, não tem um verdadeiro fundador, mas tem um grande amor: o culto a Maria, honrada como a Bem-Aventurada Virgem do Carmo. “O Carmo – disse o cardeal Piazza, carmelita – existe para Maria e Maria é tudo para o Carmelo, na sua origem e na sua História, na sua vida de lutas e de triunfos, na sua vida interior e espiritual”. Elias e Maria estão unidos numa narração que tem sabor de lenda. Refere o livro das instituições dos primeiros monges: “Em lembrança da visão que mostrou ao profeta a vinda desta Virgem sob a figura de uma pequena nuvem que saia da terra e se dirigia para o Carmelo (cf. 1Rs 18,20-45), os monges, no ano 93 da Encarnação do Filho de Deus, destruíram sua antiga casa e construíram uma capela sobre o monte Carmelo, na Palestina, perto da fonte de Elias em honra desta primeira Virgem voltada a Deus.
Expulsos pelos sarracenos no século XII, os monges que haviam entretanto recebido do patriarca de Jerusalém, santo Alberto, uma regra aprovada em 1226 pelo Papa Honório III, se voltaram ao Ocidente, e aí na Europa fundaram vários mosteiros, superando várias dificuldades, nas quais, porém, puderam experimentar a proteção da Virgem. Um episódio em particular sensibilizou os devotos: “Os irmãos suplicavam humildemente a Maria que os livrasse das insídias infernais. A um deles, Simão Stock, enquanto assim rezava, a Mãe de Deus apareceu acompanhada de uma multidão de anjos, segurando nas mãos o escapulário da ordem e lhe disse: Eis o privilégio que dou a ti e a todos os filhos do Carmelo: todo o que for revestido deste hábito será salvo”.
Os críticos consideram espúria, isto é, não autêntica, a bula de João XXIII em que se fala deste privilégio sabatino de ficar livres do inferno e do purgatório no primeiro sábado após a morte, mas muitos papas têm falado disso em sentido positivo. Numa bula de 11 de fevereiro de 1950, Pio XII convidava a “colocar em primeiro lugar, entre as devoções marianas, o escapulário que está ao alcance de todos”: entendido como veste Mariana, esse é de fato um ótimo símbolo da proteção da Mãe celeste; enquanto sacramental, extrai o seu valor das orações da Igreja e da confiança e amor daqueles que o usam.
Nossa Senhora do Carmo e o Escapulário
Fonte: Maria do Carmo Hakim Silva
Artigo extraído do jornal “Jesus te Ama”, edição de julho/2007,
publicação da “Comunidade de Aliança Jesus te Ama”.
A palavra Carmo corresponde ao Monte do Carmo ou Monte Carmelo, que significa Jardim, na Palestina (Terra Santa). Uma montanha com 25 quilômetros de comprimento e 12 de largura. A ordem dos carmelitas venera com muito carinho o profeta Elias, considerado seu patriarca modelo, e a Virgem Maria, venerada com o título de Bem-Aventurada Virgem do Carmo.
Um livro muito antigo da ordem comenta a visão de Elias mostrando a Virgem dirigindo-se ao Monte Carmelo, em forma de uma nuvem que saía da terra. (I Reis 18:20,41). Os monges, no ano 93 d.C., construíram no Carmelo uma capela à Virgem. Aquela região, na época, estava sob disputa entre as populações locais pelo domínio da região, e os monges foram expulsos de lá, no século 13.
Quando foram expulsos, espalharam-se pelo Ocidente e fundaram vários mosteiros. Pouco tempo depois, em 1226, os carmelitas apresentam o pedido de aprovação do papa Honório III, que o concede oficialmente pela Igreja Católica de Roma.
Novas perseguições os cristãos sofrem em 1235. Desta vez, os carmelitas dividem-se em dois grupos: Os que permaneceram no Monte Camelo: estes foram massacrados e o mosteiro incendiado, e os que se refugiaram na Sicília, em Creta, na Itália e Inglaterra no ano de 1238; lá fundaram o Mosteiro de Aylesford; também não foram aceitos pelos religiosos e eclesiásticos.
Para os religiosos ingleses, esta seria mais uma comunidade no meio de tantas outras, e também o modo de vida que levavam não condizia com os costumes locais: levar uma vida monástica dentro de uma cidade inglesa. Preocupado com as hostilidades sofridas naquele momento, o prior dos Carmelitas, Simon Stock, considerado pela devoção e amor à Mãe do Carmelo, na noite de 16 de julho de 1251, em oração fervorosa à Virgem Maria, pede por ajuda e proteção, rezando:
“Flor do Carmelo, vide florida.
Esplendor do Céu.
Virgem Mãe incomparável.
Doce Mãe, mas sempre Virgem,
Sede propícia aos carmelitas,
Ó Estrela do Mar.”
Uma visão do frade carmelita Simão Stock mostrava a Virgem Maria cercada de anjos, segurando nas mãos o escapulário da ordem e dizendo: “Recebe, meu filho, este Escapulário da tua Ordem, como sinal distintivo da minha confraria e selo do privilégio que obtive para ti e para todos os Carmelitas. O que com ele morrer, não padecerá o fogo eterno. Este é um sinal de salvação, uma salvaguarda nos perigos e prenda de paz e de aliança eternas”.
Vem daí a devoção do escapulário de Nossa Senhora do Carmo.
O que é o escapulário?
A palavra escapulário vem do latim “escapula” que significa armadura, proteção. A função do escapulário na história da Igreja é muito parecida com a do rosário, constituindo-se numa das mais antigas e populares formas de devoção à Virgem Maria.
O uso do escapulário é um sinal de confiança em Nossa Senhora, para que ela cubra de graças aquele que o usa e o proteja de todos os perigos espirituais e corporais. O escapulário do Carmo é um sacramental, quer dizer, segundo o Concílio Vaticano II, “um sinal sagrado, segundo o modelo dos sacramentos, por meio do qual se significam efeitos, principalmente espirituais, obtidos pela intercessão da Igreja”.
O escapulário é um sacramental, ou seja, uma realidade visível, que nos conduz a Deus, com sua graça redentora, seu perdão e promessas. Santa Tereza (reformadora da Ordem das freiras carmelitas juntamente com São João da Cruz) dizia que portar o escapulário era estar revestido com o hábito de Nossa Senhora.
Setenta anos mais tarde, aparece a Virgem ao Papa João XXII, confirma esta promessa e acrescenta outra, chamada a do privilégio sabatino, em que, mediante determinadas condições, a alma do confrade Carmelita será livre do Purgatório se lá estiver, no sábado a seguir à sua morte.
Os Soberanos Pontífices consideram como pertencentes à Ordem do Carmo, todos os que recebem o seu escapulário. Para que todos possam usufruir as graças inerentes ao Escapulário, Sua Santidade, o Papa PIO X, em 16 de Dezembro de 1910, concedeu que o Escapulário, uma vez imposto, pudesse ser substituído por uma medalha que tenha de um lado Nossa Senhora sob qualquer invocação (Carmo, das Dores, da Conceição, de Fátima etc.) e do outro lado, o Coração de Jesus, e benzida com o simples sinal da cruz, na intenção de substituir este Escapulário.
Em 28 de Janeiro de 1964, o Papa Paulo VI concedeu ainda que todos os Sacerdotes pudessem impor o Escapulário e substituí-lo pela respectiva medalha, pois até aí era um privilégio dos Padres Carmelitas e de outros Sacerdotes que o pedissem à Santa Sé, e nisto se mostra o desejo da Santa Igreja de que todos o tragam.

Imagem extraída da Web, autoria desconhecida.
IN ENGLISH – Today is a day of celebration for the Catholic community. It is the day of one of the most magnificent Marian manifestations: that of Mary, Our Lady of Mount Carmel.
I share the devotional history, prayer, and interesting facts about this invocation, to which I am devoted.
Excerpted from: http://www.basilicadocarmocampinas.org.br/devocao_historia.htm
OUR LADY OF MOUNT CARMEL
On July 16th, the Catholic Church celebrates the memorial of Our Lady of Mount Carmel, a title of the Virgin Mary that dates back to the 13th century, when a group of hermits began to form on Mount Carmel, Palestine. These hermits, wishing to imitate the example of the prophet Elijah, gathered around a spring called “Elijah’s spring,” and began a lifestyle that would later spread throughout the world. Due to the place where it originated, this group of ex-crusaders and hermits was called “Carmelites.” History assures us that the hermits also built a small chapel dedicated to Our Lady who, later, and due to the same circumstance of place, would be called “Our Lady of Mount Carmel” or “Our Lady of Carmel.” The Carmelites were forced to emigrate to Europe to continue their religious life and fight for their place among the various mendicant orders. The title of Our Lady of Mount Carmel is linked to the “symbol of the scapular.”
The presence of Mary under the name of Our Lady of Mount Carmel spread throughout Europe, and this devotion was brought to Latin America at the earliest stages of evangelization. It is difficult to find a Latin American diocese that does not have at least one church dedicated to Our Lady of Mount Carmel. Not only are there mother churches or cathedrals dedicated to Mary under the title of Our Lady of Mount Carmel, but also hamlets, chapels, oratories, etc. This proves how this devotion left the restricted confines of Carmelite convents and became the property of the people and the Universal Church, as Pope John Paul II says in his letter addressed to the Superiors General of the “Carmel of the Ancient Observance and of the Discalced Carmelites.”
This devotion, rooted in the heart of the people, is being revived, and the devotees of Our Lady of Mount Carmel are increasing more and more.
Text: Canon Pedro Carlos Cipolini – Doctor in Theology (Mariology); full professor at PUC-Campinas; member of the Marian Academy of Aparecida
July 16th – Our Lady of Mount Carmel
(Optional Memorial)
The feast of the Patroness of the Carmelite Order was initially that of the Assumption of the Blessed Virgin Mary, on August 15th. However, between 1376 and 1386, the custom arose of celebrating a special feast in honor of Our Lady, to commemorate the approval of the rule by Pope Honorius III in 1226. This custom seems to have originated in England. And the observance of the feast was fixed for July 16th, which is also the date on which, according to Carmelite tradition, Our Lady appeared to Saint Simon Stock and handed him the scapular. At the beginning of the 17th century, it definitively became the “feast of the scapular,” and soon began to be celebrated outside the Order as well, and in 1726, it spread throughout the Western Church, through the work of Pope Benedict XIII. In the proper of the Mass, the day does not mention the scapular or Saint Simon’s vision; however, both facts are mentioned in the readings of the second nocturn of Matins. And Our Lady’s scapular is mentioned in the special preface used by the Carmelites on this feast.
The Carmelite Order, one of the oldest in the history of the Church, although it considers the prophet Elijah as its model patriarch, does not have a true founder, but it has a great love: the cult of Mary, honored as the Blessed Virgin of Mount Carmel. “Carmel,” said Cardinal Piazza, a Carmelite, “exists for Mary, and Mary is everything for Carmel, in its origin and in its history, in its life of struggles and triumphs, in its interior and spiritual life.” Elijah and Mary are united in a narrative that has the flavor of legend. The book of the institutions of the first monks recounts: “In remembrance of the vision that showed the prophet the coming of this Virgin in the form of a small cloud that came out of the earth and headed towards Carmel (cf. 1 Kings 18:20-45), the monks, in the year 93 of the Incarnation of the Son of God, destroyed their old house and built a chapel on Mount Carmel, in Palestine, near Elijah’s spring in honor of this first Virgin devoted to God.
Expelled by the Saracens in the 12th century, the monks, who had meanwhile received a rule from the Patriarch of Jerusalem, Saint Albert, approved in 1226 by Pope Honorius III, turned to the West, and there in Europe they founded several monasteries, overcoming various difficulties, in which, however, they were able to experience the protection of the Virgin. One episode in particular touched the devotees: “The brothers humbly implored Mary to deliver them from infernal snares. To one of them, Simon Stock, while thus praying, the Mother of God appeared accompanied by a multitude of angels, holding in her hands the scapular of the order and said to him: ‘Receive, my son, this Scapular of your Order, as a distinctive sign of my confraternity and seal of the privilege I have obtained for you and for all Carmelites. Whoever dies wearing it shall not suffer eternal fire. This is a sign of salvation, a safeguard in dangers and a pledge of peace and eternal alliance.'”
From this comes the devotion of the Scapular of Our Lady of Mount Carmel.
What is the scapular?
The word scapular comes from the Latin “scapula” which means armor, protection. The function of the scapular in the history of the Church is very similar to that of the rosary, constituting one of the oldest and most popular forms of devotion to the Virgin Mary.
The use of the scapular is a sign of trust in Our Lady, so that she may cover with graces whoever wears it and protect them from all spiritual and bodily dangers. The Carmelite scapular is a sacramental, meaning, according to the Second Vatican Council, “a sacred sign, according to the model of the sacraments, by which effects, principally spiritual, are signified, obtained through the intercession of the Church.”
The scapular is a sacramental, that is, a visible reality that leads us to God, with His redemptive grace, His forgiveness, and His promises. Saint Teresa (reformer of the Order of Carmelite nuns together with Saint John of the Cross) used to say that wearing the scapular was to be clothed with Our Lady’s habit.
Seventy years later, the Virgin appeared to Pope John XXII, confirmed this promise, and added another, called the Sabbatine privilege, in which, under certain conditions, the soul of the Carmelite confrere will be freed from Purgatory if it is there, on the first Saturday after their death.
The Sovereign Pontiffs consider all those who receive their scapular as belonging to the Order of Carmel. So that everyone can enjoy the graces inherent in the Scapular, His Holiness, Pope PIUS X, on December 16, 1910, granted that the Scapular, once imposed, could be replaced by a medal that has on one side Our Lady under any invocation (Carmel, of Sorrows, of the Conception, of Fatima etc.) and on the other side, the Heart of Jesus, and blessed with the simple sign of the cross, with the intention of replacing this Scapular.
On January 28, 1964, Pope Paul VI further granted that all Priests could impose the Scapular and replace it with the respective medal, as until then it was a privilege of Carmelite Fathers and other Priests who requested it from the Holy See, and in this is shown the Holy Church’s desire that everyone wear it.
– Independiente 4×0 Vasco da Gama: que baile!
Em um jogo onde o adversário chegou a ter 80% de posse de bola, o Vasco da Gama levou um “sacode”.
Eu sei que jogou boa parte da partida com 10 atletas, mas ainda assim fica a dúvida: o trabalho de Fernando Diniz involuir? Não aproveitou a pausa da Copa do Mundo de Clubes para melhorar?
Abra o olho para não cair no Brasileirão, Vascão.
Em: https://youtu.be/umCl8iL-Rns?si=HxgMsyZ18-_lxJVl
– Ser gentil consigo mesmo.
Leio a frase impactante da psicóloga Thaynah Costa:
“Seja gentil consigo mesmo. Lembre-se de que você merece amor e compaixão, tanto de si mesmo quanto dos outros”.
Perfeito! Nos maltratamos tanto no dia-a-dia… precisamos, algumas vezes (ou frequentemente), de nos amarmos de verdade.
Compartilho um artigo extraído do LinkedIn nessa mesma linha (extraído de: https://www.linkedin.com/pulse/seja-gentil-consigo-mesmo-ada%C3%ADs-lins-salviano/?originalSubdomain=pt).
SEJA GENTIL CONSIGO MESMO
Por Adaís Lins Salviano
Dias atrás conversava com um amigo muito querido, que recentemente trocou de função e empresa, ele me contava de como precisou trabalhar seus sentimentos para superar o que chamamos de “Síndrome do Impostor” .
Essa condição que aparece como uma desordem de autopercepção, é muito comum quando recebemos uma promoção ou trocamos de emprego, sentimos como se existisse uma voz interna nos perseguindo com uma pergunta insistente “e se eu não for bom o suficiente?”
A ansiedade, insegurança e dúvidas quanto a nossa capacidade, surgem mesmo quando trabalhamos duro para alcançar o sucesso e isso nos lembra o quão humanos nós somos!
É muito importante ficar atento a atitudes de autossabotagem, como por exemplo, focar sempre o lado negativo das coisas, nutrir sentimentos de não pertencimento, medo constante de errar, adiar tarefas importantes por achar que não somos capazes e ficar se comparando constantemente com os outros.
Autoconsciência e uma boa percepção da realidade são os primeiros passos para vencer essa situação que pode atingir a qualquer pessoa. As terapias comportamentais são as melhores aliadas para superar esses momentos.
Deixo um conselho especial que tem me acompanhado todos os dias e me faz repensar várias vezes atitudes que podem me autossabotar, “Seja sempre gentil consigo mesmo!”
Pare de se comparar tanto, de se cobrar o tempo todo! Que tal celebrar as pequenas vitórias? Não se cobre tanto por opiniões dos outros, por frustrações sem fundamentos. Seja gentil consigo mesmo e veja como a vida pode ser a cada dia um pouco mais leve.
Imagem extraída do link acima.
– Filhos: a alegria dos pais…
Quem não conhece a paternidade ou a maternidade, não tem ideia do que é amar um filho…
Filhos: fonte de amor (de preocupações) e de carinho!
Posso com esse sorriso?
Minha caçula é incrivelmente sapeca… e isso é muito bom!
#PaiDeMenina
IN ENGLISH – Anyone who hasn’t experienced fatherhood or motherhood has no idea what it’s like to love a child…
Children: a source of love (and worries) and affection!
Can I handle this smile?
My youngest daughter is incredibly mischievous… and that’s wonderful!
#GirlDad
– Itupeva realizou a 16ª Conferência Municipal de Saúde.
por Reinaldo Oliveira.
No dia 11 de julho, das 9h às 17h, Itupeva realizou a 16ª Conferência Municipal de Saúde.
Num momento de grave crise no atendimento e serviços de saúde na Região Metropolitana de Jundiaí (RMJ), na manhã e durante todo o dia 11 de julho, a sociedade civil organizada de Itupeva, esteve presente no Cine Teatro, realizando a 16ª Conferência Municipal de Saúde.
Após as formalidades da formação da mesa e fala das autoridades, com o tema “Desafios para a ampliação, e modernização do acesso a saúde no município de Itupeva”, e à luz inspiradora da palestra “Conquista do Sistema Universal de Saúde – muito prazer SUS”, apresentada pela articuladora da gestão básica da DRS-7 Campinas, Jussara Chavarski, representantes dos usuários, dos trabalhadores da saúde, conselheiros de saúde, prestadores de serviços, técnicos, gestores e demais pessoas, teve início o grande debate.
Para isso foram divididos em grupos, por eixo temático, conforme opção feita na
inscrição, à saber:
– Aprimoramento da atenção primaria saúde para atenção integral e humanizada.
– Cuidado integral e desafios para o acesso a atenção especializada e hospitalar.
– Vigilância em saúde e assistência farmacêutica como ferramenta para o aprimoramento da gestão pública de saúde no âmbito municipal.
– Modernização da gestão SUS: eficiência e inovação do sistema de saúde e valorização do trabalhador.
Durante todo o dia foram momentos de intensa movimentação e articulação dos participantes dos vários segmentos da população, contribuindo para a formatação de política pública de saúde para a população de Itupeva. Foi importante no fim dos trabalhos, após avaliação e acertos finais, ver a construção de um plano, uma estratégia para a saúde municipal.
Fato observado e destoante com relação ao grave momento de atendimento e serviços da saúde, foi a baixa participação do seu Zé, da dona Maria, do seu Dito, enfim, daqueles que, diariamente estão nas filas, utilizando os serviços, e que suas opiniões e contribuições são sempre relevantes e importantes. Mas foi importante este momento de participação popular na construção desta política pública, cabendo daqui para a frente a fiscalização para a sua real aplicação.
Viva o SUS!













