Carlo Ancelotti, antes do último amistoso da Austrália, disse:
“Este país é capaz de produzir talentos fantásticos. Eles fizeram isso nos anos 1950, com Pelé e com jogadores históricos, como Garrincha, Romário, Ronaldo, Neymar e Kaká. Agora há uma nova geração de jogadores: Vinicius Jr., Raphinha, Estêvão, Endrick… O problema é que o talento não faz a diferença de 20 anos atrás. O talento tem que ser sustentado pelo trabalho coletivo.”
Trocando em miúdos: na época de Kaká, Adriano, Ronaldo, Ronaldinho (aquele time de 2006 que se “perdeu em Weggis”, na Suíça, durante a Copa da Alemanha), o talento dos atletas resolvia mesmo que individualmente, sem precisar do coletivo. Hoje, 2026, sem coletivo, não adianta ter talento?
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