Jogar contra a Austrália, respeitosamente, é quase que uma “obrigação vencer”.
Um time com tantas estrelas no ataque (embora algumas sejam reservas em seus times, até porque hoje os clubes transnacionais são mais fortes do que Seleções), não pode ter um gol “chorado” no finalzinho.
Na partida onde vimos uma ligação direta “defesa-ataque” (o Brasil não tem meio-campistas, sendo obrigado a jogar no 4-2-4?), fico me perguntando: o esquema do treinador é por falta daquele Camisa 10 clássico, armador, “craque”, desequilibrante?
Ou é pura opção de Ancelotti?
Ainda: não nos iludamos, pois a safra de atletas é fraca.
Ou por fim, a frase (que discordo): “não existe mais bobo no futebol”?.
O certo é: a Seleção se tornou um time comum, cansativo de se assistir e sem carisma.
Será que Carlo Ancelotti não tem culpa em tudo isso também, além da CBF e dos próprios atletas?
Aliás, logo se ouvirá falar: tem técnico de clube e tem técnico de Seleção… outra frase polêmica.

