– Dois capitães com faixa em campo por time, mas só um “é pra valer”?

Quando a FIFA determinou que apenas um jogador poderia falar com o árbitro (desde que respeitosamente), surgiu uma questão: e se o capitão for um goleiro, e não um jogador de linha? Deveria atravessar o campo em muitos casos?

A solução: esse goleiro-capitão escolheria um determinado jogador para conversar com o árbitro, a fim de que, quando distante, não precisasse abandonar a área de meta. E assim foi indo…

Agora, com as novas regras, se um goleiro querer ser atendido em campo sem ter recebido uma falta para cartão amarelo ou vermelho ao adversário, ele deve escolher um jogador de linha para ficar 1 minuto fora. E a FIFA pegou esse gancho e orientou a seguinte situação, aproveitando a questão do “goleiro-capitão”:

  • Quando um goleiro for o capitão, um jogador de linha também deverá ser escolhido para ter uma braçadeira de capitão (mas sem ser capitão). E ele será o representante do goleiro para conversar com o árbitro.
  • Quando um goleiro for o capitão e precisar ser atendido em campo, o treinador terá 10 segundos para informar quem sairá. Se ele demorar mais do que isso, o capitão de linha (que não é capitão), deverá ficar de fora por 1 minuto.

Repare: poderemos ter situação de dois atletas com faixa de capitão em campo, ou três (se uma das equipes o capitão for o goleiro) ou até quatro (dois goleiros capitães e dois jogadores de linha como capitães “representativos”).

Que tal chamarmos esse atleta de vice-capitão?

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