Estamos nos acostumando a ver casos de esgotamento profissional (Burnout) no trabalho. Mas existe algo que surge em discussão: o tédio profissional (Boreout).
A respeito disso, extraído de Exame.com, em: https://www.linkedin.com/posts/exame-com_exame-activity-7323707868027715587-9UOh/?
SÍNDROME DE BOREOUT
por Layane Serrano
Enquanto muito se fala sobre o burnout – esgotamento causado pelo excesso de demandas -, um outro fenômeno começa a ganhar espaço nas conversas sobre saúde mental e o futuro do trabalho: o boreout, conhecido como a “síndrome do tédio extremo”. E, ao contrário do que muitos imaginam, ele não atinge profissionais sobrecarregados, mas sim os que vivem o oposto disso: falta de tarefas significativas, ausência de desafios e, com o tempo, um profundo desengajamento.
Segundo a consultoria global Gallup, 7 em cada 10 brasileiros estão desengajados no trabalho. Esse dado reforça um cenário preocupante, em que o ‘boreout’ pode se manifestar de forma silenciosa, afetando a saúde mental e emocional dos funcionários, o clima organizacional e, consequentemente, os resultados das empresas.
Para Dado Schneider, especialista nas Gerações Z e Alpha , o debate sobre o tema é urgente – especialmente quando se observa a chegada da Geração Z ao mercado de trabalho.
“O tédio profissional tende a impactar ainda mais os jovens dessa geração, que estão entrando com força nas organizações. Trata-se de uma geração que busca intenção, desafios constantes e resultados rápidos, diferente do que muitos pensam. Quando esses elementos não estão presentes, o risco de desmotivação crônica aumenta”.
📸 Deagreez/Getty Images

