Pensa que “aborrecentes” – os adolescentes rebeldes – não tem uma santa protetora?
Conheça essa bela história (extraido da CancaoNova.com), abaixo:
SANTA ÂNGELA MÉRICI
Ângela Mérici nasceu no ano de 1474 no norte da Itália. De uma família muito honesta, materialmente pobre, mas espiritualmente riquíssima, amava muito Cristo e sua Igreja. Os filhos foram crescendo assim, com o testemunho dos pais, inclusive Santa Ângela que, desde pequenina, já tinha vida de oração e penitência, buscava amar, cada vez mais, Deus. Ela teve uma irmã e, com o tempo, seus pais vieram a falecer. Os filhos tiveram que sair de sua terra e morar com um tio. Ali, a irmã faleceu e, mais tarde, o tio. Quantas perdas! Mas Santa Ângela, mulher de oração, nunca acusou Deus, nunca se revoltou. Isso não quer dizer que não sentiu, não sofreu. Até Nosso Senhor, verdadeiro Deus, verdadeiro homem sofreu. Inspirada pelo Espírito Santo, retornou para a sua terra natal e ali começou a fazer um trabalho muito providencial, confirmado pelo céu, porque teve um sonho de ver jovens com coroas de lírios caminhando para o céu. Naquele discernimento, ela agarrou a inspiração e foi trabalhar servindo jovens que corriam riscos morais. O grupo daquele que se dedicavam a Deus foi crescendo, servindo no resgate à evangelização dos jovens e também na restauração das famílias. Ela foi com o coração aberto, cheio de amor para auxiliar, com as outras jovens, as famílias. Promoveu a restauração das jovens, das famílias, também foi ao encontro dos pobres e enfermos. O Papa aprovou esta nova congregação que foi consagrada a Santa Úrsula, por isso, eram chamadas ursulinas, pois a própria Santa Úrsula apareceu para Santa Ângela. Ela que, aos 66 anos, partiu para o céu, hoje intercede não só pelas ursulinas, mas por todos que são Igreja.
O bom jogador Luiz Henrique, desejado pelo Flamengo por empréstimo, surpreendentemente foi comprado por John Textor, que o colocará no Botafogo e depois irá para o Lyon.
Enquanto todos falavam das negociações do seu time, o Bétis, com o Flamengo, o milionário americano a atravessoue comprou os direitos federativos.
Fico pensando: foi uma “oportunidade de negócio” (me assusta, pois o atleta custou 20 milhões de euros) ou apenas uma forma de cutucar o time rival?
A Igreja tem por costume dedicar o dia de sábado à devoção a Nossa Senhora. A razão dessa devoção é simples e está relacionada ao evento da Paixão, Morte e Ressurreição de Jesus, pois no Sábado, depois da Sexta-Feira Santa, a Virgem Maria foi a única pessoa que permaneceu firme, em sua fé, esperando a ressurreição de Jesus Cristo. Aquele Sábado Santo foi o dia em que Nossa Senhora permaneceu sozinha em oração, sem ter a presença física de Jesus ao seu lado e, por isso, esse dia foi considerado o Sábado da solidão, do deserto, da morte e do luto. Foi o dia em que Maria Santíssima chorou e sofreu pela ausência de seu Filho.
No Sábado que precedeu a Ressurreição de Nosso Senhor Jesus Cristo, somente Nossa Senhora, em toda a Terra, personificou a Igreja Católica, pois, como nos contam os Evangelhos, depois da morte de Cristo, os Apóstolos, os Discípulos e as Santas Mulheres titubearam na fé, esqueceram as promessas de Cristo referentes à Sua ressurreição e se trancaram em suas casas com medo de serem perseguidos.
Naquele Sábado Santo, ou melhor, desde a Sexta-Feira Santa, Nossa Senhora não vacilou, em nenhum momento, na firmeza da fé. Ela continuou firme na certeza de que, por ser Deus, Cristo iria ressuscitar no Domingo, anunciando uma nova alvorada. Mesmo tendo conhecimento de que os Apóstolos estavam vivenciando a hora trágica da dúvida, a Virgem Maria continuou meditando, no silêncio e no abandono, esperando o raiar dos primeiros raios da ressurreição do Senhor.
Com o desenvolvimento da História da Igreja, muitos fiéis passaram a celebrar o dia de sábado com muitos atos de piedade cristã, em honra da Santa Mãe de Deus. São João Damasceno, no século VIII, em seus escritos, faz referência à celebração do sábado dedicado a Maria na Igreja do Oriente. Posteriormente, encontramos nos livros litúrgicos dos séculos IX e X missas em honra de Maria no sábado. Nos séculos XII e XIII, os grandes teólogos, tais como São Bernardo, São Tomás de Aquino e São Boaventura, explicavam a dedicação dos sábados a Nossa Senhora, evidenciando o tempo do descanso do Cristo no túmulo. Naquele Sábado, todas as pessoas haviam abandonado Cristo; apenas a Virgem Maria continuou a acreditar e, por isso, este é o seu dia. No século XVI, mais precisamente em 1570, o Missal Romano de São Pio V apresentou uma Liturgia da Missa de Nossa Senhora nos Sábados.
Em pleno século XX, nas aparições de Nossa Senhora, em Fátima, nos dias 13 de junho e 13 de julho de 1917, Nossa Senhora solicitou à vidente Lúcia que divulgasse o costume de dedicar os sábados em sua honra e devoção. Pediu também que, em especial, nos sábados, rezássemos o terço em reparação dos pecados: “Jesus quer estabelecer no mundo a devoção do meu Imaculado Coração. Se fizerem o que eu vos disser, muitas almas serão salvas e haverá paz. Voltarei para pedir a consagração da Rússia ao meu Coração Imaculado e a devoção reparadora dos primeiros sábados”.
Atendendo aos pedidos e clamores de Nossa Senhora de Fátima, muitos fiéis católicos passaram a incluir e valorizar as devoções marianas no dia de sábado, entre outras, as mil Ave-Marias, o Rosário em família, a oração do Ofício da Imaculada, os cinco sábados em devoção à Virgem, a participação na Eucaristia e a realização de obras de misericórdia em favor do próximo.
O Ofício da Imaculada, que rezamos aos sábados, é a Liturgia opcional de devoção a Maria que é rezada pelos sacerdotes, monges e freiras. Na recitação do Ofício da Imaculada, todos nós somos chamados a participar. Nesta prece, recitam-se os salmos, leituras, hinos e orações para honrar a Santa Maria, Mãe de Deus.
Por meio do exercício da oração do Rosário, que nos sábados possui um aroma mais mariano, nós aprendemos com a Virgem Mãe a colocarmos o Cristo no centro de nossas vidas e de todas as coisas. Quando dobramos os nossos joelhos e rezamos o Rosário, nós revivemos os momentos significativos da História da Salvação, percorrendo as várias etapas da vida e da missão de Jesus, ou seja, participamos, de alguma forma, da conversão dos pecados e na construção da paz no mundo.
Hoje, mais do que nunca, o mundo precisa de orações. Hoje, mais do que nunca, devemos recorrer a Nossa Senhora, pois Ela é a cheia de graças, a onipotência suplicante, que nos ensina a caminhar, mesmo em meio às tempestades, com a firmeza da fé. Juntos da Virgem Mãe, nós aprendemos que quem pede uma graça a Deus, deve antes de tudo acreditar que será atendido. Deve ter fé que, no tempo oportuno, Deus ouvirá.
Contemplando a pessoa da Virgem Maria na solidão do Sábado Santo, nós aprendemos que quem tem fé aguarda, não vacila, não se amedronta, ama e espera. Naquele Sábado Santo, Ela confirmou a solidez de sua fé, mesmo diante das trevas da morte e, por isso, contemplou a noite por excelência da fé e da esperança. Enquanto tudo estava mergulhado na escuridão, a Virgem Mãe vigiava. Vigiando, ao chegar os primeiros raios do esperado Domingo da Ressurreição, a Virgem Maria, certamente, se encontrou com o Cristo vivo e Ressuscitado e participou efusivamente da alegria da Ressurreição.
Mãe amada, Nossa Senhora do Sábado, fazei que também nós vigiemos no silêncio das noites escuras, crendo e esperando na Palavra e nas promessas de Cristo. Agindo assim, nós encontraremos, no tempo anunciado, na plenitude da luz e da vida, o nosso Redentor, primícias dos ressuscitados, que reina com o Pai e o Espírito Santo pelos séculos dos séculos. Amém!
O Tricolor e a Lusa jogarão pelo Paulistão no Morumbi neste sábado. Me recordo que em 1985, lá mesmo, decidiram o Estadual (era o time dos “Menudos do Cilinho”).
Os tempos mudaram. Depois do caso Heverton, a Lusa desapareceu do cenário nacional e amargou péssimos resultados. Mas antigamente, tal jogo era considerado clássico.
A pergunta é: um dia, voltará a ser assim chamado?
Há chefes que se acham líderes pelo fato de terem muitos subordinados. E há líderes que não se importam com isso, e servem aos seus colaboradores, ensinando-os.
🙏🏻 Enquanto vou correndo, fico meditando e faço uma prece:
“- Ó Virgem Maria, Mãe de Deus e Nossa Mãe, rogai por nós que recorremos a vós. Hoje, especialmente pelos que perderam a alegria de viver e deixaram de sonhar. Amém.”
Reze, e se o que você pediu for para seu bem, Deus atenderá.
Por aqui, tudo pronto para suar mais uma vez em busca de saúde. Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina (controlando o cortisol)?
Por mais que se possa dizer que grandes técnicos ganham muito dinheiro, e que isso é a sua compensação pelos percalços e cobrança que passam, a Saúde Mental fala muitas vezes mais alto. Às vezes, nem fala: grita!
Klopp, “boa praça” que é, anunciou que fará uma pausa na carreira. Será que voltará quando?
Pense: quantos outros treinadores não gostariam de fazer a mesma coisa?
Para o confronto do Massa Bruta contra a Pantera da Mogiana, a FPF escalou a seguinte equipe:
Árbitro:Thiago Luis Scarascati
Árbitro Assistente 1:Daniel Paulo Ziolli
Árbitro Assistente 2: Miguel Cataneo Ribeiro da Costa
Quarto Árbitro: Rodrigo Gomes Paes Domingues
VAR:Vinícius Furlan
AVAR1: Fábio Rogerio Baesteiro
Observador VAR: Luiz Vanderlei Martinucho
Quality Manager: Newton dos Reis Barreira
Analista de Vídeo: Márcio Luiz Augusto
Técnico de Garantia FPF: Paulo Milanesi
Operador de Replay: Rodolfo Martins
Técnico de Garantia Estádio: Ismael Sebastian Lencina
Assistente de Área de Revisão: Marcus Antonio Martins Almeida
Scarascati tem bastante experiência, apesar de não ser um árbitro de clássicos ou de série A do Brasileirão. Esteve em Bragança Paulista inúmeras vezes como quarto-árbitro, e na rodada 1 do Paulistão, não foi bem em Corinthians x Guarani. Em Itaquera, permitiu muitas faltas, conversou demais com os atletas e acabou prejudicando sua arbitragem. Me marcou o fato de prosear demais com Mano Menezes, que reclamava dele, e não o punir.
Certamente, a FPF puxou a orelha dele nesse meio de semana e ele virá com vontade de mostrar serviço no Nabizão (ou seja, demonstrar mais autoridade).
Como muitos amigos sabem, tenho dividido minha vida entre Jundiaí, a Terra da Uva, e Bragança Paulista, a Terra da Linguiça (tanto por motivos pessoais como profissionais). E por felicidade, comentando arbitragem de futebol pelas duas emissoras de rádio que mais entendem sobre o assunto na região: pela Difusora, nos jogos do Paulista FC, e pela Futebol Total, nos jogos do Red Bull Bragantino (e tendo a sorte de conviver com a família Freddoe a família Loredo, respectivamente em cada cidade, de jornalistas competentes e pessoas incríveis).
Pois bem: nessa semana, comendo um pastel na feira com minhas filhas lá no Lago do Taboão, o seu Sebastião, um senhor muito simpático que é “feirante das antigas” e ouvinte da nossa equipe esportiva bragantina, perguntou a mim se eu era de Jundiaí. Disse que sim, e ele quis saber sobre o Paulista:
“O Braga fazia cada ‘pega’ com a Ponte Preta, com o XV, com o Paulista… e como o time do Paulista está? Quem é o bom de bola do time hoje?”, me perguntou.
Tive que responder, meio sem graça: “Xi, seu Sebastião, o Galo está parado, na 5ª divisão. Tá sem craque faz tempo…”.
Meio incrédulo, ele questionou: “Mas eu nem sabia que tinha 5ª divisão do Brasileirão, tô falando do Campeonato Paulista. Está na Terceira”?
Percebendo que ele estava “por fora”, tentei argumentar que “não estava em nenhuma divisão nacional, mas na 5ª divisão estadual, que só começa mais para o meio do ano”. Ele arregalou os olhos e disse:
“Que tristeza, mas como caiu nesse buraco? Até pouco tempo era o melhor time do interior, ganhou a Copa do Brasil, e a gente [time do Bragantino] tava lá embaixo, na Série C. E quem é o treinador hoje, é alguém de nome”?
Mais uma vez fiquei sem graça: “A diretoria diz que já tem um treinador contratado, mas ninguém sabe quem é, vamos aguardar”.
Impressionado, brincou: “Pra tanto mistério, deve ser o Fernando Diniz ou o Dorival Jr, vai pegar alguém da Seleção”.
Lembrei na hora: nos bons tempos, tanto o Dorival Jr quanto o Fernando Diniz passaram pelo glorioso Paulista FC... mas preferi desviar o assunto e pedir mais um pastel de linguiça bragantina…
Quem vê de fora, não acredita que o Paulista está na última divisão estadual, que não disputou nem a Copa SP de Futebol Jr, tampouco tem um time ao menos treinando. E, em especial, nossos vizinhos de Bragança Paulista comemoram o Red Bull Bragantino na Libertadores da América(de novo).
O que fazer para catapultar o Galo para onde deveria estar?
Não sei. Bom, na verdade, muitos de nós sabemos, mas muito censor acaba enchendo a paciência…
Não se pode calar com essa situação. Há de se fazer algo pelo Paulista.