– Análise da Arbitragem de Atlético Mineiro 3×0 Red Bull Bragantino.

Lucas Paulo Torezin estava fazendo uma boa atuação até os 18 minutos. Deixando o jogo correr (com apenas duas faltas marcadas), dando corretamente a lei da vantagem e seguro nas suas marcações. Eis que… aos 18 minutos, Deyverson (CAM) recebe a bola, Pedro Henrique (RBB) estava próximo e o folclórico atacante cai sozinho dentro da área. Imaginei que o árbitro marcaria simulação. Porém, surpreendentemente, um erro crasso: ele marcou pênalti.

O VAR Wagner Reway não chamou o árbitro, enquanto que na repeticão se mostrava Deyverson tropeçando nas próprias pernas. Um “auto-pênalti”! Com a omissão do VAR, o árbitro confirmou o tiro penal (defendido pelo goleiro Cleiton). Vide abaixo que lance bizarríssimo do Brasileirão 2025.

Fora isso, em 15 minutos ocorreram 5 situações de impedimento e/ou ajustado que o bandeira Rafael Trombeta deixou seguir para possível revisão do VAR, seguindo o protocolo, mas que não ocorreram pois o time bragantino ficou com a vantagem. Fez o correto.

Na primeira hora de jogo, foram 4 faltas do Galo Mineiro e apenas 1 do Massa Bruta (o pênalti inexistente). No primeiro tempo, em infrações: CAM 7×1 RBB.

No segundo tempo, o jogo começou a se tornar um típico confronto brasileiro, com mais faltas e menos bola rolandoe outro lance polêmico: Arthur Sousa (RBB), próximo da área, sofreu uma falta em que havia dúvida: dentro ou fora da área?

Ao ir ao VAR, percebeu-se que Lyanco (CAM) tocou na perna direita do adversário fora da área, e também na esquerda (mas dentro da área). O árbitro Torezin foi tirar a dúvida no monitor para se verificar em qual perna foi cometida a infração, para decidir: pênalti ou falta? Mas… entende que em ambas não foi nada, e dá bola ao chão! Errou de novo!

Dois lances assustadores da arbitragem com o VAR…

Deixe um comentário

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Saiba como seus dados em comentários são processados.