Roberto Jefferson, o tumultuador político mais notório da atualidade (vide aqui: https://wp.me/p4RTuC-HoZ), é o “nome do momento”. E após as críticas do presidente Bolsonaro, que o chamou de bandido, houve uma declaração de que nunca tirou foto com ele. Mas tirou sim, veja:
Também Lula tirou foto com ele, quando o PTB era base aliada do presidente da época. Roberto Jefferson, inclusive, foi preso por corrupção por fazer parte do mensalão petista.
🙏🏻 Enquanto vou correndo, fico meditando e faço uma prece à Nossa Senhora Aparecida, aPadroeira do Brasil:
“- Ó Virgem Maria, Mãe de Deus e Nossa Mãe, rogai por nós que recorremos a vós. Hoje, especialmente pelos que estão doentes, enfermos do corpo, da alma ou da mente. Amém.”
Reze, e se o que você pediu for para seu bem, Deus atenderá.
👊🏻 Olá amigos! Tudo bem? Bem dispostos para mais um dia de vida?
Por aqui, tudo pronto para suar mais uma vez em busca de saúde. Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina (controlando o cortisol)?
CIENTISTAS BRASILEIROS CRIAM MINI-FÍGADO FUNCIONAL IMPRESSO EM 3D
Eles são minúsculos, mas funcionam como um fígado normal e podem ser o futuro dos transplantes hepáticos.
Por Maria Clara Rossini
Depois que cientistas israelenses imprimiram o primeiro mini-coração 3D usando tecido humano, chegou a hora do Brasil entrar em cena. Pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP) usaram células sanguíneas humanas para desenvolver organóides hepáticos — em português claro, mini-fígados.
Os mini-órgãos fazem as mesmas funções que um fígado normal: sintetizam proteínas, armazenam e secretam substâncias exclusivas do órgão, como a albumina. Mas a sua aparência é bem diferente de um órgão tradicional. Como você pode ver no vídeo abaixo, a versão 3D em miniatura parece uma espécie de rosquinha amarela.
Para produzir os fígados, os cientistas utilizaram amostras de sangue de três voluntários. As células sanguíneas são reprogramadas para se tornarem pluripotentes, ou seja, poderem se “transformar” em qualquer outro tecido humano (uma característica típica das células-tronco). Elas se diferenciam em células hepáticas e são misturadas à biotinta da impressora.
A grande inovação do grupo de brasileiros está em como incluir essas células na tinta. Normalmente, as impressoras 3D costumam imprimir células individualizadas, o que acaba prejudicando o contato entre elas e fazendo com que percam a funcionalidade.
Os pesquisadores desenvolveram uma técnica que agrupa as células antes de serem misturadas na biotinta, formando pequenos esferóides. Esses agrupamentos de células garantem que o contato entre elas não seja perdido. Assim, o órgão é capaz de funcionar por muito mais tempo.
A impressão em si demora alguns minutos, mas o processo não para por aí. Depois que o órgão foi impresso, ele ainda precisa passar por um período de maturação de 18 dias. Todo o processo, desde a coleta do sangue até chegar no órgão funcional, demora cerca de 90 dias.
O artigo que descreve a criação do mini-órgão foi publicado na revista Biofabrication. Os mini-fígados, é claro, estão longe de estarem prontos para serem transplantados em humanos, mas essa é uma possibilidade viável. Em entrevista à Agência FAPESP, o pesquisador e autor do estudo Ernesto Goulart disse que é fácil progredir para a produção de órgãos inteiros se houver interesse e investimento.
“Ainda existem etapas a serem alcançadas até obtermos um órgão completo, mas estamos em um caminho muito promissor. É possível que, em um futuro próximo, em vez de esperar por um transplante de órgão seja possível pegar a célula da própria pessoa e reprogramá-la para construir um novo fígado em laboratório. Outra vantagem importante é que, como são células do próprio paciente, a chance de rejeição seria, em teoria, zero” disse a pesquisadora Mayana Zatz, coautora do estudo.
Cansado fisica, mental, emocional e espiritualmente.
Sabe aquele dia que você quer que acabe logo?
Ao mesmo tempo que você pode sentir uma sensação de “finitude” (sem saber o que findará, pois não conhecemos os desígnios de Deus), há a penumbra de momentos que você pode estar chateado e não conseguir desanuviar – e que parecem intermináveis.
Um dia após o outro. Com calma, mas com esperança (e que muitas vezes parece difícil tê-la, pelas rasteiras que a vida dá). O importante é: não desistir.
Em tempos nos quais nos esquecemos da preservação do mundo e não encaramos a criação de Deus como presente para a humanidade, falar da Ecologia é fundamental!
Compartilho essa bela canção para uma boa reflexão. O Clip é dos “Cantores de Deus”, banda católica que acompanhava o padre Zezinho, SCJ, e fala magnificamente dessa relação de Meio Ambiente e Amor do Pai. Chama-se: “De olho no mundo“.
Repost de 2012! Quando Platini era considerado “honesto”:
Em entrevista à Rádio Rai 2 (Itália), o presidente da UEFA, Michel Platini, radicalizou contra o uso da tecnologia no futebol e a favor do uso dos adicionais de meta. Na última sexta-feira (02/11), declarou que:
“Se usada, cada impedimento seria decidido com recurso da tecnologia, assim como cada entrada dura, cada saída de bola do campo, porque o árbitro pode enganar-se a qualquer momento. Então, quanto tempo duraria um jogo? Quatro ou cinco horas? [A tecnologia] não pode solucionar todos os erros do futebol. Nas decisões de gol pode haver margem de erro de até três centímetros. Cinco árbitros conseguem ver todas essas infrações que aconteçam no jogo, se não fosse assim eles não teriam de ter outro trabalho.”
Ora, há tempos que ele se manifestava contra a tecnologia. Mas aqui ele está irredutível! Ninguém defende a tecnologia para decidir lances de arremesso lateral a cada saída de bola, mas sim a oportunidade de usá-la em jogadas decisivas, polêmicas e não tão claras. Mas o que me chama a atenção é a afirmação de que podemos ter com a nova tecnologia para confirmação de gol-não-gol uma margem de erros de 3 cm (portanto, alta!).
Existe mesmo essa margem de erro?
Se sim, por que não foi divulgada pela FIFA, já que tal diferença é relevante?
Consideremos: quem disse que o erro pode ser de 3 cm é o presidente da UEFA, uma autoridade significativa, não um fanático torcedor comum.
E agora?
Eu sou a favor do uso da tecnologia, de maneira ponderada, em situações previamente a serem definidas e com rápidas decisões de um “árbitro de monitor”, que poderia ser um 4o árbitro experiente ou até mesmo um árbitro de ponta jubilado (já imaginaram que hoje eles poderiam ser Sálvio Spinola, Wagner Tardelli, Cleber Abade)?
A discussão deveria ser: qual e quando usar a tecnologia. Claro: e a eficácia dela, já que se existe a margem de 3 cm, ela não serve.
Confesso que não vi manifestação da FIFA sobre essa declaração de Platini. Alguém viu?
Irritado, Alexandre de Moraes mandou prender Roberto Jefferson (não estou entrando na questão jurídica). Na sequência, o ex-deputado deu tiros contra a Polícia e só se entregou a noite. Mas não é irônico ver que:
O PT se pronunciou contra todas as atitudes de Roberto Jefferson.
O presidente Bolsonaro condenou Roberto Jefferson, chamado-o de bandido, pela troca de tiros contra os policiais.
O Ministro Alexandre de Moraestuitou dizendo que foi perfeito o trabalho da Polícia contra Roberto Jefferson.
Depois de muito tempo, esse tripé tão polêmico concordo com alguma coisa envolvendo Política. Incrível!
Foram 3 lances no Brasileirão onde a pergunta será a mesma: o VAR “soprou algo” no ouvido do árbitro ou entendeu que não foi erro crasso, mas situação de interpretação, e não se manifestou?
1 – Yuri Alberto (SCCP): faz tempo que eu não via a chamada “tesoura” acontecer em jogo profissional. Qualquer carrinho ou “tesoura”, em meados dos anos 90, passou a ser considerado Cartão Vermelho. Isso inibiu tais situações no futebol, que praticamente deixaram de ocorrer. Me espanta ver o árbitro aplicar apenas o Cartão Amarelo para tal lance em Fernandéz (SFC) (e olha que Flávio Rodrigues de Souza é da FIFA, que cobra demais o rigor nessas situações).
2- Lucas Barbosa (SFC): para mim, o atleta santista tenta disputar a bola e não comete falta em Cássio (SCCP), sendo que o contato físico que ocorre (não violento) é casualidade, trombada de jogo (se é que ocorreu). Errou o árbitro no Cartão Amarelo (que era o 2º, e valeu a expulsão do jogador).
3- Thalisson (JUV) em Calleri (SPFC): o jogador do Juventude comete um “quase pênalti” num primeiro momento, dentro da área, onde o atacante do São Paulo é quase tocado mas consegue se manter em pé. Na sequência, o defensor “consegue” cometer a penalidade, pisando no pé do adversário. Pênalti não marcado.
Independente do VAR chamar ou não o árbitro, algo primário no futebol: são lances em que o árbitro deve tomar a decisão de campo sem sequer precisar de ajuda!A tesoura, o lance com o goleiro e o pisão em Caxias, são todas situações que o árbitro deveria estar mais atento e cumprir a regra. ESPECIALMENTE na jogada de Yuri, não tem que discutir a cor do cartão.
🙏🏻 Enquanto vou correndo, fico meditando e faço uma prece:
“- Ó Virgem Maria, Mãe de Deus e Nossa Mãe, rogai por nós que recorremos a vós. Hoje, especialmente pelos que se sentem abandonados, ó Senhora bondosa. Amém.”
Reze, e se o que você pediu for para seu bem, Deus atenderá.
👊🏻 Olá amigos! Tudo bem? S’imbora começar mais uma semana com bastante ânimo?
Por aqui, tudo pronto para suar mais uma vez em busca de saúde. Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina (controlando o cortisol)?