– Mesmo estando desanimados, lembremo-nos de que precisamos resistir!

Parei 20 minutos na Igreja, e me veio essa reflexão quando eu estava conversando com o Senhor. Não tenho como não compartilhar:

Vez ou outra (ou “vez e sempre”), eu preciso (e talvez todos nós precisemos) meditar na sapientíssima mensagem de Santa Paulina, que inspirada pelo Espírito Santo, nos lembra:

“Nunca, jamais desanimeis, embora venham ventos contrários”.

Como é difícil não permitir que o desânimo corrompa nosso coração, fazendo brotar a tristeza, a angústia, a desesperança…

Vivemos preocupados com tudo. Seja com a esposa / o esposo, com os filhos, com as pessoas que amamos… ou com o trabalho, a situação financeira, a saúde ou as relações sociais.

Muitas vezes, nós danos o máximo que podemos por um sorriso, e não conseguimos. Tentamos cortar gastos de todos os lados, mas imprevistos surgem e isso não é mais suficiente… queremos trabalho e não temos, ou temos trabalho e não damos conta.

O mundo suga muito dos nossos amados quando compete conosco, e isso nos machuca. Confessamos nosso amargor a Deus, rezamos, pedimos ajuda e parece que não conseguimos resposta.

– Calma. Muita calma.

O tempo é de Deus. Há coisas que não entendemos no Mistério da Vida, e precisamos confiar na sua Providência Divina para nos sustentar. Nossas orações nunca são em vão, embora possamos achar que estamos em um “silêncio ensurdecedor”.

Na hora desse desespero, lembremos da bondosa santa ítalo-brasileira: Não podemos desanimar. Nunca! Mesmo que o mundo queira nos enganar e dizer o contrário…

Quadro da Catedral Nossa Senhora da Conceição, em Bragança Paulista – cidade que Madre Paulina trabalhou. (Arquivo Pessoal).

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