– Grêmio 1×0 Lanus: não basta ter tecnologia, há de se ter competência

Incompetência, arrogância ou temeridade: qual o verdadeiro defeito demonstrado pelo árbitro chileno Julio Bascuñán para desprezar a utilização do auxílio de vídeo no primeiro jogo da final da Libertadores da América?

INCOMPETÊNCIA em não estar preparado para um jogo desse porte e não saber solicitar o vídeo no momento adequado? Faltou ao treinamento?

ARROGÂNCIA por não achar que precisaria da ajuda do vídeo e desprezar o equipamento, confiando excessivamente em si próprio?

TEMERIDADE em usar o equipamento e ter que mudar sua decisão inicial e ser criticado, alegando que só se socorreu ao vídeo por pressão do time da casa?

Enfim, faltou sensibilidade para não utilizar todos os equipamentos eletrônicos disponíveis. Mas pense: e por quê o árbitro de vídeo não interpelou o árbitro nos dois lances de pênalti reclamados (o 1o duvidoso, eu não marcaria pois entendi tranco viril, mas legal; o 2o, em Jael, indiscutível que houve a infração)?

– Teria o equipamento não funcionado corretamente e o VAR ter se constrangido?

– Estariam alojados inadequadamente e a comunicação falhou (lembre-se que no Monumental de Nuñes, ao invés de uma cabine, o árbitro de vídeo, o bandeira de vídeo e o operador ficaram em um container)?

– Quis passar despercebido e não se comprometer?

Lembrando: toda a equipe de arbitragem foi composta pelo árbitro Júlio Bascuñán-CHI, pelo bandeira 1 Carlos Astroza-CHI, pelo bandeira 2 Christian Schiemann-CHI, pelo quarto árbitro Diego Haro-PER, pelo árbitro de vídeo Jesus Valenzuela-VEN, pelo assistente do árbitro de vídeo Roddy Zambrano-ECU e pelo bandeira de vídeo  Christian Lescano-ECU. Foram 7 árbitros de 4 nacionalidades.

FICA A OBSERVAÇÃO: no jogo entre Lanús x River Plate, péssima e decisiva atuação do septeto de arbitragem, usando (ou não usando) adequadamente os recursos eletrônicos. Agora, um desprezo total da ajuda externa permitida. Dessa forma, deixo a questão para a reflexão: de que adiantam as câmeras se quem as opera e assiste é incompetente?

Me parece que o recurso mais desejado é aquele utilizado diversas vezes no Brasileirão e visto claramente: o de “alguém soprar o lance após ver a imagem na Globo para o 4o árbitro”…

Importante: Bascuñán foi o árbitro de vídeo em Porto Alegre na semifinal jogada pelo Grêmio contra o Barcelona-ECU. Naquela oportunidade, ficou em um container no estacionamento do Estádio Olímpico. E isso me irrita! Todos deveriam estar em uma cabine com comunicação ABERTA ao público, como se faz no Rugbi.

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