– Racing Club da Argentina demite Preparador de Goleiros Racista

Um bom exemplo: o Racing da Argentina demitiu Juan Carlos Gambandé, o seu preparador físico do time profissional, que na última semana, no Estádio independência, fez gestos de racismo contra a torcida do Atlético Mineiro (fez de conta que descascava uma banana na frente de negros apontando a eles, ironizando-os como macacos), durante a partida válida pela Libertadores da América.

Que não seja apenas uma decisão para fugir de uma penalidade da Conmebol, mas sim que tenha sido um espírito de contrariedade e filosofia do time argentino.

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– O 1o Prefeito Muçulmano de Importante Capital Européia do Ocidente

Sadiq Khan, do Partido Trabalhista Inglês, foi eleito prefeito de Londres, com 44,2% dos votos. O curioso é: em meio a discussão sobre o aceite de imigrantes e refugiados (e a Inglaterra resiste em aceitar sírios necessitados), Khan é descendente de paquistaneses e professa o Islamismo.

Detalhe: nada de radicalismo ou xenofobia! Estudioso e batalhador, o novo prefeito comunga de pessoas de todas as crenças na sua administração, tendo como exemplo de vida (declarado publicamente) o pai, motorista de ônibus e a mãe, costureira.

Questionado sobre a religião, ele disse que não seria “chefe religioso de Londres, mas prefeito de todos os londrinos.”

Ótimo! Que as coisas sejam sempre bem separadas. Mas uma coisa é inegável: disparadamente o povo muçulmano cresce em todos os cantos do mundo (vide o número de filhos nas famílias árabes versus o de famílias de europeus).

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– Acabando o 1o tempo da Arbitragem Brasileira em 2016

O calendário do futebol brasileiro, diferente do europeu, tem um começo do ano com torneios regionais e “um semestre” com mais de 6 meses para o Brasileirão.

Sendo assim, uma nova etapa finda no esporte. E esse “primeiro tempo”, como foi, se analisarmos a arbitragem em geral?

Nos estaduais, nenhuma novidade. Poucas polêmicas nos campeonatos, sem lances muito duvidosos e ou atuações horrorosas. Mas nada de excepcional também. Talvez a facilidade em se arbitrar os jogos esteja mostrando a diminuição da importância dos regionais. Em São Paulo, por exemplo, um árbitro que se destacou foi para o primeiro jogo da final (Flávio Rodrigues de Souza) e outro já renomado e que faz parte do quadro da FIFA (Raphael Claus) no 2o jogo. Parafraseando o ex-árbitro Sálvio Spinola, uma “escala de segurança”.

No âmbito nacional, mais politicagem do que arbitragem. Um discurso demagógico de que se utilizaria o árbitro de vídeo no Brasileirão (e desde março tenho reiterado: NÃO VAI USAR DE MANEIRA OFICIAL), e as mudanças de diversas orientações de regra que causam certa expectativa e curiosidade. Há, ainda, uma novidade: a Federação Pernambucana que “comprou o passe” (numa linguagem retrô futebolística) do carioca Péricles Bassols. Já se tornou frequente: sempre o pessoal de PE quer ter um árbitro FIFA em seus quadros. E um detalhe: agora, o Rio de Janeiro está sem nenhum árbitro FIFA!

No âmbito sulamericano, nada de diferente: Carlos Alarcon, o dirigente que há décadas manipula a arbitragem (declaradamente corrupto nas gravações de conhecimento público), continua “formando” árbitros sulamericanos. E não sai de lá nunca.

Nas demais competições internacionais, vejo a escolha do árbitro Heber Roberto Lopes para representar a Copa América Centenária uma forma equitativa de comparar o que pensa a CBF: o teoricamente melhor árbitro brasileiro, pré candidato à Copa de 2018, Sandro Meira Ricci, apitando a Olimpíada 2016, demonstrando que os Jogos Olímpicos são mais importantes para a entidade do que a Copa América hoje.

Uma observação final: ótima (e até certo ponto, surpreendente) atuação de Wilton pereira Sampaio no jogo Boca Júniors x Cerro Porteño. Apitou em nível maior do que faz aqui no Campeonato Brasileiro.

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– E um bom Sábado a todos nós!

Bom dia! 

Como de costume, um cooper básico antes do dia clarear. Correr logo cedo traz ânimo e energia. Pratique! Olha a nossa foto-incentivo:

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Durante a corrida, vale meditar e pensar nas coisas que vem de Deus. Hoje, mentalizando a santidade de Santa Flávia Domitila, uma nobre que se fazia pobre, cuidando caridosamente de enterrar os mártires mortos nas perseguições cristãs. Nossa foto-reflexão:

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Pós-treino, um bom alongamento curtindo as flores do jardim. Como não relaxar no meio da natureza? Nossa foto-contemplação:

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Pronto! Finalmente apto para começar o dia, curtindo o amanhecer que tenta despertar mesmo com a garoa do final da madrugada. Nossa foto-despertar:

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Ótimo sábado a todos!

– O Lance Curioso de Liverpool 3×0 Villarreal: Lallana tinha condições de jogo pelo braço do zagueiro que estava fora de campo ou não?

Pelas semifinais da Liga Europa (chamada jocosamente por alguns de “2a divisão da Champions League” – e que segundona!), um lance didático para quem gosta de discutir regras de futebol: o 3o gol do Liverpool.

Entenda: os ingleses tem a posse de bola, um jogador vai até a linha de fundo e cruza. O zagueiro que disputava a bola com ele fica no chão, com o corpo fora do campo de jogo, deixando apenas o braço dentro. Há um bate-e-rebate dentro da área e Lallana aproveita o rebote da tentativa de Sturridge e faz o gol.

Lallana, o marcador do gol, quando recebe a bola só tem o goleiro à sua frente para a disputa direta, e fora ele, o defensor do time espanhol que permanece fora de campo, com o braço para dentro.

Gol legal ou impedimento?

É gol legal. Alguém pode alegar que somente o braço está em campo, e como jogadores de linha não podem jogar com o braço, teoricamente esse atleta não está em campo e por isso não conta para a linha de impedimento. Realmente os braços não contam para a linha de impedimento (somente contam as partes que os jogadores de linha podem jogar: tronco, cabeça, pernas/ pé). Mas quem disse que o atleta está fora de campo por tal motivo?

O jogador do Villarreal dá condição de jogo pois um atleta que vai até a linha de fundo e por força da jogada sai momentaneamente de campo, para efeito da linha de impedimento, ainda está em jogo!

Ele não está fora do gramado porque saiu para atendimento médico ou troca de equipamento, nem está ausente esperando autorização para voltar. Ele está lá fora porque correu demais e ultrapassou a linha em disputa de bola (assim como disputa uma bola na linha lateral, quando alguém dá um drible da vaca, saindo do campo e voltando ao mesmo). Como não precisa de autorização do árbitro para voltar ao campo, ele permanece em jogo. Nesse caso, é irrelevante se a mão está em cima da linha ou não, pois mesmo se o corpo todo estivesse fora, o bandeira considera que ele está sobre a linha de fundo (repito: já que está fora por força da jogada).

Isso surgiu para evitar a seguinte trapaça: um jogador está dando condição, sozinho, próximo à linha de fundo. Ao ver que a bola vai ser cruzada e ele dá condição, sai de campo deliberadamente para deixar o adversário em impedimento. Assim, sair deliberadamente ou não para além da linha de fundo, considera-se que o jogador está sobre a linha.

Lembrando: se ele usa aquela mão para segurar um atleta dentro da área, é pênalti, pois o que sofre a infração está dentro da área.

E se ele estivesse totalmente fora do campo e cometesse uma infração contra seu adversário também fora de campo? Hoje, se marca bola ao chão no local onde ela se encontrava no momento da infração (não existe a marcação de falta pois “falta” tem que necessariamente ocorrer dentro das 4 linhas). Mas com as mudanças das orientações da Regra de Jogo, a partir de 1o de junho, deve se marcar tiro livre direto no ponto mais próximo da linha de fundo onde ocorreu a infração. E se for mais próximo da linha da grande área, será pênalti!

Assista ao lance em: http://espn.uol.com.br/video/596766_liga-europa-semifinal-volta-melhores-momentos-de-liverpool-3-x-0-villarreal

Em tempo: os espanhóis são conhecidos como Yellow Submarine. Foram perder justo na terra dos Beatles?

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– Me desculpe, dona Dieta!

Apesar de 10 kg perdidos, hoje me rendi a ela: você venceu, MACARRONADA!

Perdoe-me, querida dona Dieta

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– Análise da Arbitragem de Toluca 3×1 São Paulo

Não consigo assistir jogos pacíficos do árbitro colombiano Wilson Lamouroux. Sempre há clima nervoso e certas polêmicas.

Destaco quatro lances na partida de ontem – com a maioria de acertos, embora, sinceramente, não senti segurança em seu trabalho.

1- Aos 17m, a falta que origina o 1o gol do Toluca foi cobrada sem autorização. Correto. O jogador mexicano abriu mão da distância para agilizar a cobrança. Nada a reclamar, aqui a equipe brasileira teria que estar mais atenta.

2- Aos 13m, Rios (TOL) derruba Centurion (SPFC). O lance ocorreu dentro da área, sem muita dificuldade para arbitragem perceber. Entretanto, o árbitro marca tiro livre direto (portanto, fora da área). Para uma partida importante como essa, tal erro é relevante (até pelo placar do jogo naquele momento). E se já tivéssemos o recurso do Árbitro de Vídeo? O que aconteceria?

3- Aos 15m, gol de Triveiro. Aqui uma consideração: foi questionado se, caso a bola não entrasse, se poderia marcar ou não um pé alto do são-paulino que estava na disputa de bola. A resposta é: não! A bola vem a meia-altura, o atacante estava longe e ele salta para a frente a fim do cabeceio. O zagueiro não leva perigo a nenhum adversário nesse momento.

4- Centurion dá uma cusparada em Rios. Indefensável defendê-lo… Cuspir (ou tentar atingir com uma cusparada) é agressão e merece Cartão Vermelho direto. E aos 46 minutos do 2o tempo, só dá para puxar a orelha do argentino.

Importante: vendo e revendo os lances de impedimento, fico com a pulga atrás da orelha… são lances complicados (em Itaquera, também foram e os bandeiras acertaram em jogadas duvidosas dos dois lados). Pela dificuldade dos mesmos, dá para absolver os bandeiras que trabalharam no México. Mas e se fossem lances a favor dos brasileiros?

Xi…

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– Bye, Bye, Cunha

Eduardo Cunha, Deputado Federal, foi afastado há pouco pela Justiça do seu cargo. Envolvido até o pescoço em corrupção, é mais um que perde o poder em Brasília.

Primeiro, foi Dilma Rousseff, a Presidente do Executivo. Hoje, Cunha, o Presidente da Câmara. Quando será o dia de Renan Calheiros, o Presidente do Senado?

Pena que seus sucessores, infelizmente, estão no mesmo nível de corrupção. Aliás, o detalhe importante: Cunha é o único politico que consegue unir (contra si próprio) os desejos de petistas, peessedebistas e brasileiros neutros engajados.

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– Nossa Coluna Semanal

Compartilho: Nossa coluna semanal nos jornais da Rede BOM DIA / DSP nesta 5a feira.

Obrigado aos amigos e leitores!

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– Democracia é na Guiné!

O ditador Teodoro Obiang Nguema, presidente de Guiné Oriental há décadas, é um fanfarrão. Lá, as Eleições acontecem “de mentirinha”, e no referendo que o elegeu ao 6o mandato, dias atrás, disse:

Sou o candidato do povo. Quem não vota em mim está rejeitando a paz e optando pela desordem“.

Entendeu? A população pode votar em qualquer um, desde que seja nele, que recebeu incríveis 93,7% dos votos no último pleito.

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– As Irregularidades nas Cobranças de Pênaltis em Corinthians 2×2 Nacional-URU

Deu tudo errado para o torcedor do Timão na Arena de Itaquera na partida entre Corinthians 2×2 Nacional pela Libertadores da América!

A começar: quem permitiu a entrada de sinalizadores (proibidos desde o episódio que culminou na morte do garoto Kelvin Spada)? Não há revista da Polícia? Ninguém viu tamanho número de artefatos entrando no estádio? Haverá multa sobre o atraso da partida?

Vamos à parte que nos interessa – sobre o pênalti desperdiçado por André e as decisões do árbitro:

André, quando vai cobrar o pênalti, pratica a paradinha “proibida”. Ou seja: de acordo com as diretrizes da Regra 14 (Tiro Penal), as “fintas para confundir o adversário” são permitidas enquanto se corre para a cobrança (como parar durante o trajeto), mas proibidas quando já se completou a corrida de preparação. Dessa forma, a paradinha na hora de chutar é irregular, como feito ontem. Se fosse feita como em Corinthians x Audax no Campeonato Paulista, pelo próprio André, durante a corrida, tudo bem.

E o que o árbitro deve fazer?

Hoje, sob o rigor das Regras do Jogo de 2015/2016, as atitudes seriam diferentes das que tomaria a partir de 1o de junho próximo, quando mudarão várias orientações da Regra de Jogo para a temporada 2016/2017.

André corre, um companheiro dele invade a área por trás do árbitro. O goleiro está corretamente em cima da linha de meta. Quando ele dá a paradinha, o goleiro se adianta para a defesa, ludibriado por acreditar que o atleta chutaria.

O goleiro não deve ser punido, pois não se adiantou voluntariamente (ele foi enganado). O atleta que invadiu a área o fez antes da paradinha, este de maneira voluntária. Assim, hoje, deveria se marcar tiro livre indireto (“falta em dois toques”) para o Nacional no local onde foi cometida a invasão! O erro de Nestor Pitana não foi relevante pois a bola foi defendida (e sem rebote) pelo goleiro.

E se a bola entrasse no gol? Daí o tiro deveria ser repetido, pois houve invasão, independente de existir a paradinha ou não.

ATENÇÃO:

Com as novas orientações da Regra a partir do próximo dia primeiro de junho, quando há modificação na punição da paradinha:

– Independente da invasão existir ou não, de ser gol ou não, O ÁRBITRO ANULARÁ A COBRANÇA POR CULPA DA PARADINHA, aplicará cartão amarelo ao cobrador e MARCARÁ TIRO LIVRE INDIRETO AO ADVERSÁRIO NA MARCA DO PONTO PENAL!

Já imaginaram se ontem a bola tivesse entrado, e na sequência o árbitro anulasse a cobrança e ao invés de manda-la repetir, a transformasse em tiro indireto ao Nacional, por culpa da paradinha? Sim, o time PERDE o direito do pênalti por culpa da cobrança com a burla. Essa será a nova orientação da Regra em menos de um mês.

Em tempo: no pênalti convertido por Marquinhos Gabriel, houve a mesma invasão de área, irregular, e o pênalti DEVERIA ter sido repetido (isso não muda nem hoje, nem a partir de 1o de junho).

Aliás, parabéns aos árbitros assistentes pois nos 3 primeiros gols da partida, existiram lances ajustados e difíceis de impedimento, não marcados corretamente e que resultaram nos gols. Foram muito bem os bandeiras nesses momentos.

OPS: Perguntar não ofende…

Já que o assunto é Libertadores da América, o Racing-ARG será punido em 2017, se estiver classificado para a Libertadores, pelo fato do membro da sua Comissão Técnica ter sido flagrado fazendo gestos de “descascar banana” aos torcedores do Atlético Mineiro, ironizando de maneira racista os negros como macacos?

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– Matou a Mãe e será beneficiada com a Saída para o dia das Mães?

O Brasil é incrível em alguns aspectos, especialmente nas leis.

Suzane Von Richthofen matou o pai e a mãe para ficar com a herança. Foi presa, condenada, e beneficiada com 5 dias de liberdade fora da cadeia para comemorar o… dia das mães!

Mas ela assassinou a própria mãe! E não é mãe!

Vai entender…

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– O 3o em número de desempregados no mundo!

Números apontam: o Brasil já tem quase 12 milhões de desempregados!

O sinal amarelo já foi ligado há tempos. O vermelho recentemente. Como resolver?

Que não nos iludamos que a simples troca de um presidente por outro seria a salvação da lavoura de uma hora para outra.

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– Arbitragem para Olimpíadas 2016 definida. E o Brasil foi desprestigiado…

Definidos os nomes dos árbitros para os Jogos Olímpicos de 2016: serão 88 oficiais, sendo 18 árbitros e 32 bandeiras masculinos, 14 árbitras e 24 bandeiras femininas (representando os “seis” continentes, de acordo com a divisão geográfica da FIFA).

O Brasil estará representado por um trio masculino brasileiro: Sandro Meira Ricci, Emerson Augusto de Carvalho e Marcelo Van Gassen, que foi o mesmo da Copa do Mundo de 2014 e que larga bem à frente dos demais árbitros e bandeiras para a Copa da Rússia 2018 (Wilton Sampaio é o substituto eventual de Ricci), além da bandeira catarinense Neuza Inês Back.

A observação é: sendo o Brasil país-sede, é inadmissível que não tenhamos uma árbitra central capacitada para o evento! Se está a contento a escolha masculina, fica a pergunta: não temos competência pela aptidão do quadro ou o trabalho de formação é mal feito? Ou ainda: faltou força política?

Vergonha.

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– Brasil é como uma Zona de Guerra para a Aviação?

Devido ao grande número de balões que se solta no Brasil, as autoridades internacionais que regulam a aviação determinaram que nosso país está classificado como Black Star: ou seja, voar no Brasil é tão perigoso quanto voar em zonas de guerra!

O “risco baloeiro” por aqui (de ser atingido por um balão) é o mesmo de ser atingido por um míssil, por exemplo!

Eu não tinha essa percepção de quão perigoso é esse indicador, nem imaginava que soltar balões (uma irresponsabilidade indefensável) era tão comum em nosso país.

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– E a parceria Paulista e MC Millan?

Logo após o final da série A2, escrevi neste blog que particularmente pensava que o Paulista PODERIA disputar a Copa Paulista (devido as desistências de clubes e pelo fato do número de equipes paulistas no Campeonato Brasileiro nas diversas divisões) e que DEVERIA jogar para se preparar para a A3 de 2017, já que a “Copinha” era desse nível e serviria para preparar o Galo para o ano que vem.

Por brincadeira, no dia 1o de Abril, fizemos um post desejoso de que uma mentira se tornasse realidade, com um magnata do leste europeu ou um sheik endinheirado chegando ao Jayme Cintra.

Caraca!

Está batendo na trave?

Muita calma nessa hora. Tudo está “no ar”. A diretoria conversa com um grupo inglês chamado MC Millan, que investiria na recuperação financeira do Paulista FC e que seria bancado por um sheik. Este grupo já teria pago o escritório de contabilidade que tinha uma pendenga financeira a receber, liberando os balanços do clube (retidos por falta de pagamento).

No atual momento conturbado, as pessoas que realmente gostam do Galo – e que tem competência para tomar decisões – devem ter muita cautela com as promessas.

  • Quanto é o valor a entrar?
  • Quais jogadores poderão chegar?
  • Quem dirigirá o clube?
  • O que querem em troca?
  • As garantias bancárias existirão?

Se tudo for “às claras”, honesta e transparentemente (e que seja vantajoso ao Paulista), ótimo! Um investidor que terá coragem em salvar do abismo um gigante que se apequenou de divisão. Se for mais um “rolo” (dos inúmeros que existem no futebol), que o Tricolor Jundiaiense fuja desses caras como o Diabo foge da Cruz, a fim de não cair em tentação.

A única coisa real, até agora, é: o Paulista foi convidado pela FPF para disputar a Copa Paulista, mas hoje não tem treinador efetivo e apenas 3 atletas profissionais (informação de Luiz Antonio Cobrinha de Oliveira no “Show de Bola” da Rádio Difusora).

O tempo urge. Aguardemos todos, ansiosamente, o próximo desfecho. Mas que nada seja feito atropeladamente pelo desejo de pôr o time em campo, pois um contrato é quase que um casamento. Para se separar depois…

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– O Bloqueio e o Desbloqueio do WhatsApp

Mais uma vez o aplicativo WhatsApp foi bloqueado (e depois desbloqueado) pela Justiça pois o dono do App, o Facebook, não forneceu dados de um usuário procurado pela Polícia.

Aqui, temos várias considerações:

– O WhatsApp estando fora do ar, traz a percepção coletiva de que ele é uma ferramenta essencial no dia-a-dia das pessoas.

– Apesar de estar fora do ar, o Messenger, outro produto do Facebook, “bombou” como alternativa, popularizando-se ainda mais.

– A marca “WhatsApp” fica valorizada por não quebrar o sigilo de um usuário.

Por outro lado…

– Percebemos que o App, cá entre nós, vicia e em alguns momentos irrita por tão grande número de coisas “não importantes” enviadas. Sua ausência foi um alívio para muitos…

– As alternativas, como Telegram e Viber são tão boas quanto o WhatsApp.

– O Facebook, proprietário do App, não colabora com a Justiça e por isso pagou o preço da cumplicidade criminosa. Por tais instabilidades, outros Apps são mais estáveis.

Aí, amigo leitor, você fará o juízo: as pessoas que ficaram sem WhatsApp foram vítimas do rigor da lei da Justiça Brasileira ou por um comportamento inadequado do aplicativo em peitar as investigações policiais, preservando um suspeito mas prejudicando milhões de usuários?

Deixe seu comentário:

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– E Wendell Lira? Prêmio Puskás e mais nada…

Que pena. Wendell Lira, o jogador que levou o prêmio do gol mais bonito de 2015 da FIFA (pelos eleitores via Internet), estava jogando no Vila Nova de Goiás. Entretanto, pelas más atuações e nenhum gol marcado, rescindiu amigavelmente o seu contrato.

É o mais novo jogador desempregado do futebol brasileiro!

Cá entre nós: ajudado pela força das correntes da web que turbinaram o voto em seu gol, somado pelo carisma do discurso humilde, estávamos querendo que um jogador comum se tornasse um craque instantâneo, coisa que ele não conseguiu e nem poderia.

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– Cenas de um Amanhecer Mobgráfico!

Mobgrafia é a arte de fotografar cenas / situações / momentos com um celular. É a “fotografia na mobilidade”.

Nosso amanhecer foi desta forma. Logo na madrugada, apesar do frio, valeu buscar energia para esta 4a feira com um bom cooper. Veja nossa foto-incentivo:

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Durante a corrida, vale conversar com o Alto. E hoje, durante nossas preces, lembrando e pedindo pela intercessão de Santo Atanásio, Doutor da Igreja e de ensinamentos propícios a quem precisa de coragem. Veja nossa foto-reflexão:

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Pós-treino, um gelo não faz mal, né? Mal não faz, mas com essa temperatura… Porém, os meniscos agradecem:

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Por fim, vamos trabalhar. E comigo vem junto o amanhecer desta quarta-feira a caminho. Nossa foto-contemplação:

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Ótimo dia a todos!

– Colírio para meus olhos!

A inocência da filhota e sua despreocupação com o mundo me fazem recordar: há se fossemos puros e alegres como as criancinhas…

Meu colírio em tempos de turbulência!

– Seja solidário: Doe Sangue e Plaquetas / Hemoderivados!

Costumeiramente, faço doação de sangue (4 por ano) e de hemoderivados (a cada 15 dias). Hoje, repito meu ato com plaquetas.

Não dói, não faz mal para a saúde e alegra a alma (a SUA e a de inúmeras OUTRAS PESSOAS).

Seja um doador voluntário! Você ajuda o próximo e exerce a cidadania.

Os bancos de sangue agradecem.

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– Enfim, ponto positivo para as Olimpíadas do RJ

Olha só que interessante: o show de abertura dos Jogos Olímpicos Rio-2016 será com um cerimonial temático sobre a história da formação do povo brasileiro.

Em tempos nos quais a Comunidade Internacional faz vista grossa com a imigração de árabes, vale lembrar que também os europeus foram emigrantes.

Como um povo que emigra não pode aceitar quem em sua pátria imigra?

Boa e pertinente escolha. É o esporte trazendo a reflexão social global.

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– A Farra da Miss Bumbum no Ministério é o Retrato do Fim de Feira do Governo

Na semana passada, repercutiu o “ensaio fotográfico sensual” de Milena Santos (ex-Miss Bumbum), esposa do novo Ministro do Turismo, Alessandro Teixeira (PT/RS). Seria um fato corriqueiro e particular, se não fossem fotos tiradas no próprio gabinete governamental, e espalhadas pela fotografada com várias declarações de amor.

Mas nisso não se deve ver pornografia, e sim o que o Ministro fez: contratou a tia da sua esposa, Delfina Alzira Gutierrez, para ser a secretaria particular.

Salário?

R$ 20.000,00/ mês.

Isso sim parece uma zona…

A cara do Ministro é hilária, não?

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– Que a semana comece bem!

Opa! Amanhecer frio (bem frio), mas de céu límpido e belo.

Que seja o prenúncio de uma boa semana

Aqui, o clique das 06h30, na divisa entre Jundiaí e Itupeva:

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– Primeiro de Maio é dia de Descanso? Nem tanto…

Hoje é domingo de “feriado”. Mas como de costume, é de muita labuta a mim.

Rotina mantida: cooper na madrugada, orações na alvorada e no trabalho antes do sol nascer.

Cá entre nós: sendo “Dia do Trabalhador” (aqui no Interior, há o hábito de fazer piquenique nesta data), nada mais desanimador em celebrar tal data trabalhando em meio a crise econômica e política.

Dia primeiro é início de mês, época de fechamento comercial, fazer balanços, ajustar contas… CRUZ-CREDO!

Hoje o serviço não tem hora para acabar. Infelizmente, não haverá tempo para futebol, confraternizações ou descanso.

É vida que segue, aguardando o país melhorar e suando sangue para pagar os impostos. Fico com o clarão do sol deste amanhecer, como luz e esperança para uma difícil jornada dominical.

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– Uma Justiça Tardia na escala de Arbitragem para Audax X Santos

Já falamos durante a semana da boa indicação do árbitro Flávio Rodrigues de Souza para o primeiro jogo da final do Campeonato Paulista (vide aqui: http://wp.me/p55Mu0-Ue). Mas só agora tomei ciência de que seu assistente número 1 será Herman Brumel Vani.

Justíssimo! Herman há muito tempo tem trabalhado com dedicação. Trabalhamos vários jogos juntos e, dentre as partidas que destaco, me recordo de uma guerra em Olímpia (Olímpia 3×3 Taquaritinga), com uma equipe lutando pelo acesso à série A1 e a outra contra o rebaixamento à A3. Naquela disputa, chuvosa, pegada, com o alambrado balançado e muita pressão, fizemos uma arbitragem excepcional (Sabe aquele jogo para guardar com carinho na memória? Esse é um deles).

Herman já estava no quadro nacional, havia trabalhado em jogos da Série A1 do Brasileirão, mas por culpa da Comissão de Arbitragem que assumira o comando, não sei porque o árbitro não só deixou de pertencer ao quadro da CBF como foi deixado de lado na Série A1.

Teria sido por algum motivo político? Não sei. Pois condição técnica e física o bandeira tem e já houvera provado.

Quando se deve criticar, faço as devidas postagens. Idem para os elogios. Me parece que a Meritocracia está voltando a reinar na Nova Comissão de Árbitros. Que ela seja duradoura e eu não me decepcione com tal expectativa.

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– Emendas à Regra do Jogo 2016/2017: 23 novas alterações no Futebol!

Não se assuste, mas saiba: a Regra do Futebol irá ser alterada em diversas situações a partir de 1o de junho de 2016, e elas sequer foram divulgadas a contento.

Vamos entender essa transformação que ocorrerá?

No começo do ano, houve a histórica reunião da International Board (a “dona das Regras do Jogo de Futebol” e seus parceiros (FIFA e demais Federações históricas da Grã Bretanha, as pioneiras na prática do esporte, como o próprio nome qualifica, “bretão”). Desse encontro, repercutiu bastante a autorização para testes com árbitros de vídeo (AV), ou seja, o uso de imagens para 4 situações:

A- confirmar a validade ou não de um gol onde exista dúvida de infração,

B- acerto de decisões ao marcar pênaltis duvidosos ou simulações,

C- confirmar se é justo ou não a aplicação de um cartão vermelho e

D- identificar um jogador infrator para ser advertido em situações que o árbitro confunde quem praticou a infração.

Entretanto, além dos testes, surgiram inúmeras alterações em outras Regras, algumas importantes e outras que poderão passar despercebidas. Mas confesso: é um pacote de alterações nunca antes visto nos tempos do “futebol moderno”.

Para a temporada 2016/2017 (ou seja, para campeonatos que começarem a partir de 01 de junho), além de novas orientações à Regra, surgiram novas redações mais claras de alguns pontos obscuros (esqueça o bordão popular “a Regra é Clara”). De todas (são muitas), cito 23 necessárias ao conhecimento do público em geral (as demais não citadas  decorrem de correções redacionais e/ou detalhes de normatização que não mudarão a prática):

REGRA 1

1- Estarão proibidos gramados que contenham grama natural misturados com grama artificial. Com o maior número de estádios com piso sintético, fez-se necessária essa observação.

2- As bandeiras de escanteio deveriam ser “limpas”, sem desenhos ou marcas. Agora, se poderá colocar os emblemas das associações esportivas/ organizadoras do evento. Publicidade nas bandeirinhas do tiro de canto continuam proibidas!

REGRA 3

3 – Expulsão de atletas antes do apito inicial: anteriormente, um jogador que merecesse o cartão vermelho antes do jogo começar, era substituído por qualquer outro atleta na súmula (e contava como uma das 3 substituições de jogo). Agora, ele pode ser substituído e a equipe continuará podendo realizar 3 alterações durante a partida.

4- Se um atacante chutar a bola e, quando ela fosse entrar no gol, batesse num objeto estranho ou em uma pessoa qualquer que invadisse (um gandula que tenta impedir o gol), o jogo deveria ser paralisado e marcado bola ao chão. Agora, se a bola entrar no gol e o toque ocorrer e não for relevante (mudar a conduta de um zagueiro ou defensor momentaneamente), deve-se confirmar o gol.

REGRA 4

5- Fitas, adesivos ou qualquer coisa que vá sobre a meia, deverão ser da mesma cor da meia (por exemplo, se a meia do atleta é vermelha e ele quer amarrar uma fita crepe ou usar uma proteção extra para o pé, deverá ser da mesma cor. Isso se refere também àquelas pequenas tornozeleiras externas, normalmente brancas.

6- Shorts e calções térmicos deverão ser de uma das cores relevantes da bermuda e idênticos à todos os atletas das equipes. Se a bermuda é branca com bainha preta, o calção térmico poderá ser branco ou preto – mas toda a equipe deverá usar a mesma cor de calção térmico. Aqui fica a observação: pela lógica da nova normatização de calções térmicos e acessórios sobre as meias, por que ninguém mexeu com a “cor das chuteiras”? Provavelmente, a força de bastidores da Adidas ou da Nike é maior…

REGRA 5

7- Avaliação do árbitro para permitir atendimento médico a atletas que se machucam: se o infrator receber cartão amarelo ou vermelho, o lesionado poderá ser atendido dentro de campo, sem a necessidade de sair do gramado de jogo como é hoje.

REGRA 7

8- Duração da Partida: antes, se paralisava o cronômetro quando existia a pausa para a reidratação. Agora, o tempo deve ser contínuo e o árbitro deve indicar ao final do jogo, nos acréscimos, a recuperação dessa paralisação (não nos assustemos com acréscimos de 6, 7 ou 8 minutos de jogo com mais frequência).

REGRA 8

9- Uma novidade: no bola ao chão, o jogador que tocar a bola não poderá tocá-la novamente até que alguém a toque novamente (como em tiro livre indireto, o popular “dois toques”). Se o fizer, deverá se marcar tiro livre indireto ao adversário.

10- Não será mais necessário que o tiro de saída seja para frente. O jogo poderá ser iniciado com um toque para trás.

REGRA 10

11- Nas decisões por pênaltis, o árbitro deverá sortear a meta onde ocorrerão os chutes, ao invés de escolher um dos gols (só poderá fazer em condições extremas; ou seja, se uma área está muito mais prejudicada por outra por conta de chuva, neve, buraco, etc.). Portanto, serão dois sorteios: o primeiro para saber em qual meta serão disputados os pênaltis; o segundo, quem começará batendo os pênaltis.

12 – As equipes não precisarão informar previamente os batedores numa decisão por pênaltis. Ou seja: o árbitro só saberá na hora quem vai chutar as cobranças (reforço: os clubes não precisam mais informar os nomes dos cobradores nem a ordem).

REGRA 11

13- Os braços dos atletas de linha nunca contaram para a marcação de impedimentos (pois os jogadores de linha não podem tocar a bola com a mão). Agora, um lembrete: em qualquer lugar do campo (inclusive na sua própria grande área), não se conta o braço do goleiro também.

14- Se um atacante ficar parado dentro da meta (anteriormente essa ação era para demonstrar que não queria participar da jogada), e sua equipe fizer o gol, o gol deverá ser anulado e será marcado impedimento.

REGRA 12

15- A “mão na bola”, necessariamente, não deve ser sempre sancionada com cartão amarelo. A partir de agora, deve-se analisar qual a intensidade/ gravidade/ motivo do uso da mão na bola.

16 – Ofensas verbais contra a arbitragem serão consideradas para a marcação de tiro livre direto ao adversário (não mais indireto), assim como para pessoas do banco de reservas. Na prática, se um zagueiro xingar o árbitro dentro da área com a bola rolando, poderá ser marcado pênalti!

17- Começarão a existir as “faltas fora do campo”: a situação em que os atletas estão disputando a bola, correm, saem de campo mas a bola fica dentro do gramado. Antes, se ocorresse um agarrão ou um pontapé, você não poderia marcar a falta pois a bola estava em campo mas os atletas não (se reiniciava com bola ao chão). Agora, você marcará a falta e o jogo se reiniciará sobre a linha demarcatória, no ponto mais próximo do local da infração. E se isso for próximo a grande área, pênalti!

18- A mais relevante: a não expulsão de um jogador que impedir uma situação clara e manifesta de gol, desde que este cometa uma infração durante a disputa de bola. Ou seja: se o gol estiver aberto, sem goleiro, e o zagueiro faz uma falta temerária no atacante, se marcará pênalti e aplicará cartão amarelo (não mais o vermelho). Porém, se o zagueiro der um pontapé certeiro contra o atacante, sem visar a disputa de bola (uma agressão, por exemplo), continuará a ser vermelho. Idem para a situação de uso indevido das mãos na bola, como na marcante defesa de Luizito Suarez na Copa de 2010. Tais lances continuam a ser vermelho.

REGRA 13

19- Para qualquer cobrança de tiro livre, acrescentou-se que a bola só estará em jogo quando for chutada e mover-se claramente. Portanto, acabou a burla de “tocar leve e disfarçadamente na bola”, colocando a bola para seu companheiro sair jogando e enganar o adversário que pensa que o tiro ainda será cobrado.

REGRA 14

20 – Nas cobranças de pênaltis, duas alterações: se o atleta der a “paradinha proibida” (aquela na hora exata do chute), a cobrança será considerada irregular e não voltará o chute, mas se marcará tiro livre indireto ao adversário. A outra: goleiro que infringir a regra será advertido com cartão (ou seja, se ele se adiantar na cobrança, recebe o Amarelo).

REGRA 15

21 – Nos arremessos laterais, os adversários não podem interferir na cobrança e devem estar a 2 metros de distância.

REGRA 17

22- Na cobrança de um tiro de meta, sabe-se que a bola só pode ser tocada por quaisquer jogadores quando ela sair da área (embora eles possam estar dentro da área penal durante a cobrança, sem tocá-la). Agora, se um adversário estiver dentro da área durante a cobrança, não só deverá esperar ela sair da área como também deverá esperar alguém tocá-la para poder tentar dominar a bola.

SINAIS DOS ÁRBITROS

23- O árbitro poderá dar “sinal de vantagem” com apenas uma mão, não necessariamente com duas (nossa, que importante!!!).

Sinceramente, acho que de todas, algumas poucas modificações são necessárias (como validar um gol quando há o toque externo e ele não é determinante ,ou quanto a questão de faltas fora do campo de jogo). Outras, duvidosas (cartão amarelo ao goleiro que se adiantar durante a cobrança de pênalti) e algumas burras (como não expulsar atleta em situação clara e manifesta de gol).

Sobre o árbitro de vídeo?

Aguardemos os testes.

O que achou de todas estas mudanças? Salutares ou não?

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– Dá-lhe Toninho Porcari

Não posso deixar passar batido. Faz 30 anos e 1 mês que nosso saudoso vô Tóni alegra as festas lá no Céu.

Apesar da minha pose (tinha 5 anos!), da sanfona nada aprendi; mas da simpatia e do carisma dele sempre me espelhei.

 

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– Tênis Original x Falsificado

Você já parou para comparar um tênis falso de outro original?

Os malefícios podem ser muitos: desgasteslesõescalor excessivo, entre outros.

Veja que interessante os testes da fundação Pró-Testes com os modelos mais falsificados de corrida. Abaixo:

(Extraído de: http://boaforma.uol.com.br/noticias/redacao/2012/07/31/tenis-de-corrida-falsificado-pode-colocar-a-saude-em-risco-mostra-analise.htm)

TÊNIS DE MARCA FALSIFICADO PODE PROVOCAR RISCO À SAÚDE

Economizar na hora da compra de um bom produto às vezes pode trazer dor de cabeça no futuro, mas não foi o que a Proteste – Associação de Consumidores constatou no teste com seis marcas de tênis de corrida. A análise apontou que desde que não compre um produto falsificado, dá para gastar pouco e adquirir um excelente tênis.

A associação analisou um modelo falsificado, para verificar quais os danos que o uso desse tipo de produto pode causar à saúde do consumidor e constatou que, além de desconfortável, o modelo lesiona os pés e não é nada resistente. O modelo falsificado pesava 423g, mais de 80g acima do peso máximo recomendado para calçados voltados para a prática de esportes, que é de 360g.

Além de leves, os tênis devem ser confortáveis e permitir entrada e saída de ar, o que aconteceu com o falsificado.  No final do exercício, o produto ficou 5,6°C mais quente que no início da corrida.  A variação máxima da temperatura não deve atingir os 5,5°C.

RUPTURAS NA SOLA

o teste de durabilidade feito pela Proteste, o modelo da Reebok teve desempenho ruim.  Foram observadas rupturas nas solas na análise de flexão, provando que não é resistente em esportes de movimentos repetitivos como a corrida. Pelos problemas  apresentados, ele  não foi indicado para compra e ficou como último colocado do teste , com apenas 36 pontos no ranking final.

O Reebok foi o único modelo reprovado no teste de índice de pronação, que é a rotação interna da parte posterior do pé (calcanhar), e cujo excesso pode resultar em lesões nas articulações do joelho. Mas em segunda análise, feita com novas amostras, o tênis foi considerado aceitável. Procurada, a marca não se manifestou sobre o assunto.

ECONOMIA

Todos os modelos originais testados foram eficientes ao amortecer a pisada e nenhum machucou os pés. O melhor tênis do teste foi o Asics Gel Nimbus 13, com 86 pontos e que pode custar até R$ 636, mas pode ser encontrado por R$ 390.

O segundo melhor foi o Puma Exsis 2, que varia de R$ 129 a R$ 250, e ficou apenas um ponto abaixo do modelo do Asics. Optando pelo modelo da Puma o consumidor adquire um bom produto e ainda economiza cerca de R$ 360.

Foram testados os modelos: Asics Gel-Nimbus 13, Puma Exsis 2 , Mizuno Creation 13, Adidas AdiStar Ride 3 M, Nike Zoom Vomero 6 e Reebok Focus Dmx Power.

Os testes envolveram conforto, qualidade e durabilidade dos produtos. Para verificar a temperatura interna foi medido o calor após andar por 30 minutos na esteira e para avaliar o índice de amortecimento foi simulada uma caminhada sobre uma pista com sensores que identificam o grau de impacto sofrido. E, após os testes, foi verificada a adaptação do tênis ao pé do usuário, observando marcas e lesões.

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– Fim de dia!

Pausa no trabalho (que irá até mais tarde hoje) para curtir o Entardecer.

Belo e bucólico, não?

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– Garrincha e Neymar: ícones dos dribles, craques, mas…

Pela minha idade, só vi Garrincha por vídeo. Gênio. Craque. Irreverente. Driblador. Carismático.

Cinquenta anos depois, os atributos descritos acima poderiam ser qualificados a Neymar?

Claro que sim. A diferença é: o Marketing e a Mídia!

Garrincha acrescentou involuntariamente a visão folclórica no seu rótulo; Neymar a comercial. Aí começam a se distanciar (em questão de títulos, só dá para falar ao final da carreira do ex-santista).

O problema é: se Garrincha se perdia nas doses de cachaça, Neymar se perde na dose de ostentação em meio as tribulações. Quando foram apreendidos carros de luxo, posou para foto com outros. Quando é perseguido pelo fisco ou joga mal, aparece em baladas ou compra “mimos” de 40 milhões de reais, como o seu novo avião.

Se estivesse jogando bem sem críticas, tudo isso seria irrelevante. Mas na fase de contestação, evitar a exposição nas festas e se blindar de polêmicas faz bem, não?

Quando, após uma partida na Vila Belmiro, Rene Simões (na época treinador adversário) alertou para que se colocasse limites comportamentais na jóia santista, muitos o criticaram. Hoje, prova-se que ele tem razão.

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Imagem extraída da Web. Quem
Souber a autoria, informar para o crédito na postagem.

– Violência em Itupeva. De novo?

Com pesar leio mais uma manchete de assalto em Itupeva. Ontem, um policial aposentado foi covardemente ferido numa “saidinha de banco”.

O que está acontecendo com o município vizinho tão simpático?

Tanta propaganda de boa qualidade de vida transformada em convite à bandidagem, infelizmente…

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– Treinadores Paulistas de Bestas à Bestiais!

Cuca perdeu uma série de jogos quando assumiu o Palmeiras e foi bastante questionado. Após uma sequência de vitórias, o discurso mudou.

Bauza tinha a cabeça a prêmio no São Paulo, mas 3 bons resultados na Libertadores da América o tornaram um novo mestre.

Tite era canonizado diariamente no Corinthians; entretanto, após alguns placares não desejados, voltou a ser ironizado com o termo “empatite”.

O Futebol é incrível por isso! Treinadores viram burros ou gênios em prazo de 3 jogos ou duas semanas. Viva o esporte bretão e a passionalidade dos torcedores!

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– Decidindo buscar a melhor versão de mim mesmo!

Já se deparou quando “você não é você próprio”? Ou quando o seu habitual deixa se ser o normal e passa a ser exceção?

Sim, eu me vi assim por diversas vezes nos últimos tempos. De risonho a cabisbaixo facilmente, de alegre a deprimido. Da euforia à depressão!

Bipolaridade?

Pode até ser. Mas não era. Ou melhor: não é.

É cansaço, impaciência, desconhecimento de si próprio. Não que precise de autoconhecimento, mas é que algumas virtudes deixaram se sucumbir não por defeitos, mas por fases que não se tornaram passageiras mas duradoras. E eu não sabia que eventos assim eram possíveis.

É preciso colocar as coisas nos eixos. Nestes casos, o tratamento precisa ser radical: TOMAR DECISÕES!

Claro que toda mudança deve ser um processo contínuo. Às vezes, de difícil aceitação. De dor. De angústia. De resistência. Mas…

Vejo amigos meus, jovens, enfartarem – e assusto com isso! Recentemente um conhecido que ganhou bastante dinheiro e que agora iria gozar a vida, se foi sem nada ter feito a não ser trabalhar. Outros foram surpreendidos por doenças. E “como faz” nesses casos?

Não faz, ué.

Para que serve a vida, senão para… VIVER?

Adoro trabalhar. Durmo muito pouco por falta de tempo e sempre foi assim. Desde os 7 anos eu trabalho. Aos 40, quase nunca soube o que é curtir finais de semana livres. Sou um viciado em serviço?

Workaholic é algo aceitável; escravo do trabalho, não. Refém, preso, sem saída, sem eira nem beira, trancafiado em problemas.

Adoro ser desafiado por boas causas. Mas eu estou sabendo identificar o que é boa ou má causa?

Desafios são, redundantemente falando, desafiadores. Mas podem ser jornadas prazerosas ou não. Viver com o trabalho na cabeça não faz bem. Atrofia a alegria!

À beira da loucura, quase insano, comecei a me questionar. E o papo “de Rafael para Rafael” tem sido sério. Seríssimo.

Estou vivendo a vida mesmo?

Tudo vale a pena?

Por quê reluto em continuar algumas coisas? Insistência burra? Teimosia?

Os dias voam, a vida é curta, então… Pra quê?

Por um prato de comida?

Por medo de ousar profissionalmente?

Por não crer que é chegada a hora de mudar de patamar? Comodismo de um status quo?

Para o leitor eventual desse blog, pode parecer um pouco confuso. Para meus amigos íntimos e familiares, tudo está cristalino.

Ter esperança em mudar me permite enfim sonhar. E acredite, percebi que há muito tempo eu não sonhava – ou seja, não fazia planos nem tinha propostas de crescimento para o futuro. Estagnado como estou (mas não acomodado), me prendo às preocupações mundanas.

É chegada a hora de melhorar a qualidade de vida. De responsavelmente alterar o dia-a-dia, de fazer coisas que eu gosto, que me dão prazer e explorar/ extrapolar minhas vocações. Preciso curtir mais minha família, rir com as pessoas que eu amo, festejar e comemorar sempre que desejar. Pela 3a vez, tentar terminar um doutorado! De me atualizar ainda mais, de fazer outros cursos. De me declarar frequentemente para minha esposa, de ficar brincando à toa com a filhota, de me ver coçando o saco sem neuras. E, claro, de desencanar de compromissos que me impedem de ser feliz, os quais me agarram e ousam não me soltarem.

Escrevi esse texto à luz do Espírito Santo. Saiu de “cabo a rabo” num momento empolgado e de iluminação, digitando sem parar com ideias concatenadas de maneira surpreendentemente espontânea.

Não há de ser verdade?

Depende da de quem crê, do desejo de quem quer e da coragem de quem tem medo.

Dias melhores hão de vir. Voltei a sonhar. E buscarei ser “eu de verdade”, desejando manifestar interna e externamente a melhor versão de mim mesmo.

Não sei se conseguirei, mas tentarei. Já estou tentando, em meio a dificuldades e dores.

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– Vale comprar seguidores?

Cresce cada vez mais a opção de “comprar” pacotes de seguidores no Twitter. Dias atrás, a Revista Veja, através de Tatiana Gianini (Ed 02/05/12, pg 113-114), trouxe uma matéria sobre “Fãs Zumbis, perfis falsos, criados apenas para avolumar as contas de Twitter ou Facebook de celebridades.

Por R$ 500,00, compra-se 5.000 seguidores. Barato? Talvez, para os interessados, pode ser um custo aceitável.

Alguns motivos para turbinar a rede social: Vaidade (se vangloriar por ser popular entre as pessoas) ou Negócios (demonstrar que é querido / seguido por muitos para publicidade, por exemplo).

Uma grande bobagem… Aqui, falamos sobre o comércio de gente que gosta de futilidadesGente que tem conteúdo não se importa com tal número.

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