– Reinserção social com o Miss Prisional

Uma boa ideia das autoridades de Minas Gerais: concurso de miss para mudar a visão das detentas, ajudando-as a melhor a auto-estima e dar um norte em suas vidas.

Abaixo, extraído de: http://noticias.uol.com.br/cotidiano/ultimas-noticias/2016/06/11/presidiarias-brilham-no-concurso-de-miss-prisional-em-belo-horizonte.htm?cmpid=tw-uolnot#fotoNav=9

PRESIDIÁRIAS BRILHAM NO CONCURSO DE MISS PRISIONAL EM BELO HORIZONTE

Por algumas horas desta sexta-feira (10), no presídio feminino Estevão Pinto em Belo Horizonte, os uniformes vermelhos e chinelos de borracha das presidiárias cederam lugar a roupas elegantes e sandálias de salto alto.

Superelegante, com cabelos tratados, maquiagem, tiara, brincos e um vestido rosa incrustado de pedrinhas brancas, Marcela Moreira Gagnani, 26, venceu o concurso de Miss Prisional 2016, em Minas Gerais.

“Aqui no concurso somos todas vencedoras. Estou muito feliz”, afirmou Marcela Gagnani, logo após ser escolhida pelo júri. Ela cumpre pena no presídio feminino de São Joaquim de Bicas (MG), na região metropolitana da capital.

Com 1,74 m de altura, 56 kg, Marcella é fã da atriz Grazielli Massafera e seu filme preferido é o “Diabo Veste Prada”. Natural de Belo Horizonte, seu sonho é a “liberdade”.

“A vitória representa uma força muito grande para acabar de cumprir a pena e recuperar a liberdade”, disse a Miss Prisional 2016.

Marcela Gagnani concorreu com dezenas de candidatas que enfrentaram as seletivas da terceira edição do certame que elege a mais bela presidiária de Minas Gerais entre as 2.970 mulheres presas no Estado. Ela recebeu pela conquista a produção de um book com dez fotografias e uma bolsa vermelha do designer Roberto Vascon, um dos jurados.

A miss Contagem (MG) Ludmila Werneck, presidiu o júri, que ainda foi composto por Vascon, pelo radialista Eduardo Costa e pelo conselheiro da seção nacional da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) Adilson Rocha. As candidatas foram avaliadas nos quesitos simpatia, postura, corpo, rosto e desenvoltura.

Com a presença de convidados, imprensa e jurados, o evento contou com lanche farto, música animada, piadas e brincadeiras, no espetáculo comandado pela apresentadora Kayete.

“É TANTA EMOÇÃO”

Ouvidas pelo UOL, as candidatas enxergam o evento como uma forma de melhor sua autoestima.

Tamara dos Santos Silva, 25, desde que foi presa há três anos, não sabia mais o que era produzir-se e tirar fotografias. “Tudo foi perfeito”, afirmou.

Com o desejo de ser estilista após a liberdade, Monize do Nascimento, 29, natural de São João Nepomuceno e detenta da Penitenciária Ariosvaldo Campos Pires, diz que com o concurso “brotou um antigo desejo escondido: desfilar em um concurso para mostrar meu sorriso”.

Natural de Campina Grande (MG), Tatiele Aparecida Silva, 30, cumpre pena na Penitenciária Professor João Pimenta da Veiga, em Uberlândia e diz que entrou no concurso para se sentir mais mulher. Seu sonho é “provar sua inocência”.

“Estou me sentindo ser humano, não sou detenta hoje”, disse Rayana Karolina, 25, natural de Contagem.

Já Núbia Rayane Fonseca da Silva, 22, que cumpre pena há quase quatro anos, viu no concurso uma oportunidade de se sentir mais valorizada e sonha “em ganhar a liberdade e fazer sucesso nas passarelas”.

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– O Paulista e a McMillan: tempo para pensar, desistência ou golpe?

Uma brincadeira que parecia virar realidade e se tornou um grande engodo. É essa a impressão que eu tenho sobre a história da parceria que se sonhou há pouco tempo e, de repente… PUF!

Sumiu.

No dia 1o de abril, fiz uma inocente postagem alusiva a data do “Dia da Mentira”, sobre um endinheirado sheik que viria do Oriente Médio e bancaria o Tricolor Jundiaiense, salvando desde as categorias de base, passando pelo profissional e administrando até o estádio Jayme Cintra. Citei que desejaria que tudo isso fosse verdade.

De repente… um susto! Surgiram as primeiras informações de que o sonho utópico poderia se concretizar. Dizem (e de gente confiável) que as negociações com Elton, que um dia foi jogador do Sub17 do Paulista, começaram há muito tempo. Acredito nas pessoas que iniciaram as conversas. Acredito também nas que fizeram os últimos contatos.

Seria um grupo formado por árabes e investidores da Grã Bretanha em um fundo internacional, sediado em Londres, chamado McMillan. Aplicariam o dinheiro em imóveis, na indústria, em prestação de serviço e agora no futebol. O próprio Elton (que diz morar em na capital inglesa), se dizia formado pela respeitável F.A. em gestão esportiva, e ele seria o administrador por 10 anos representando o parceiro.

Depois do golpe que o Galo sofreu ao aceitar como parceiro o grupo de Mônaco que teria como treinador o português Paulo Fernandes (e que era uma tremenda picaretagem comprovada, um conto do vigário aplicado em diversos clubes mundo afora), tal novo parceiro sempre me pareceu suspeito.

Sabe o ditado de que “quando a esmola é muita o santo desconfia”? Ou outro dito: “cachorro mordido por cobra tem medo de linguiça?”. Pois é. Era bom demais para ser verdade…

Já tivemos a Lousano que ajudou o Paulista. Também vimos a Parmalat turbinar o time como Etti Jundiaí. Teríamos outro endinheirado gastando a vontade? E a grande pergunta: por que gastar tanto dinheiro em um time da Terceirona Estadual, sem calendário nacional, e com a deficitária Copa Paulista em vias de começar?

Elton sumiu. Não atende as chamadas telefônicas dos cartolas, nem dos dirigentes, nem da imprensa. E confesso algo que sempre me perturba: não gosto de quem não atende telefonema, não responde e-mail ou foge do contato. Neste mundo contemporâneo de inúmeras redes sociais e formas de comunicação instantâneas proporcionadas pela tecnologia, só há duas respostas para tal ato: ou está com problemas sérios e não quer ser importunado, ou foge da raia para não ser achado e resolver pendências.

Qual seria, então, o motivo do sumiço de Elton?

Se o problema era o Paulista FC, qual o trauma dele externar? Diga que os dirigentes do clube não chegaram a um acordo. Se a culpa foi da desistência do negócio por parte do fundo, que diga sem remorso de que a tentativa frustrou. Mas por que o desaparecimento sem notícia? Fica a impressão de um ôba-ôba de Elton, iludindo a todos.

O pessoal do marketing, que tanto se esforçou nos últimos meses, não está mais para responder sobre o futuro do clube. Dr Franklin e Pitico, do Novo Paulista, foram até onde conseguiram ir. O Dr Marco Antonio, que estava trabalhando como abnegado, saiu. O presidente Djair Bocanella renunciou. Pepe Verdugo, ex-presidente dos anos 90 (além do Dr Levada, de Milton Demarchi e demais apaixonados) terão a árdua missão de decidir o rumo do mais que centenário Paulista Futebol Clube.

Não adianta crer que a comunidade jundiaiense colabore. Os pedidos de ajuda foram feitos nos últimos dois anos, e a verdade é: o empresariado não pode colaborar mais do que já fez (o país está em crise), o futebol deixou de ser um produto atrativo no Brasil, há outras opções de lazeres que roubam o público, a Prefeitura tem (e deve ter mesmo) outras prioridades com a sociedade e a torcida é aquela que sempre vemos: os presentes torcedores organizados, somados aos tradicionais torcedores que faça chuva ou faça sol sempre vão, os proprietários de cativa que aceitam limpar suas cadeiras sujas pelos excrementos de pombo e outros anônimos que somam os 800 a 1300 pagantes, variando para mais ou para menos, dependendo da campanha.

Sejamos realistas: o Galo está falido. Só não fechou a porta pois essas pessoas que citei ainda resistem em coro nas redes sociais, na esperança de dias melhores e na lembrança das glórias conquistadas.

A saída a curto prazo é arrendar o clube para algum empresário. Sabemos, logicamente, que não é a melhor solução. O verdadeiro (e difícil) remédio é alguém profissionalizar o Paulista e colocar dinheiro em um time da 3a divisão regional (sem divisão nacional), convivendo com os oficiais de justiça, com penhoras judiciais e cobranças diversas.

Que não estejamos vendo a morte de um tradicional clube de futebol. Embora, cá entre nós, esteja há tempos na UTI.

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– Frio e beleza no amanhecer de Sábado!

Confesso que nunca vi minha região fazer tanto frio. Nunca mesmo. O mínimo que a temperatura havia chegado era na casa dos 8oC. Mas 5oC??? Aí é demais…

Mesmo assim, o sábado amanhece belo e entusiasmante. Que seja um bom dia a todos!

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– Hoje é dia de Portugal. Viva Camões!

Celebra-se hoje o dia de Portugal e das Comunidades Portuguesas. Motivo? São dois:

1) É o dia de falecimento do poeta Luís de Camões, que propagou mundo afora a língua que falamos.

2) Também é dia do Santo Anjo da Guarda de Portugal, protetor da nação lusitana.

Sendo assim, dia 10 de Junho é feriado na nossa Pátria-Mãe. E o mais curioso é: quando Portugal viveu a ditadura, era o Feriado do “Dia da Raça”. Em tempos politicamente corretos, tal título não seria adequado…

Ainda: com tantos assassinatos à língua portuguesa, como a criação de demagogos verbetes e termos (“Presidenta” me dói…), vale um dos poemas de Camões:

Amor é fogo que arde sem se ver;

É ferida que dói, e não se sente;

É um contentamento descontente;

É dor que desatina sem doer.

É um não querer mais que bem querer;

É um andar solitário entre a gente;

É nunca contentar-se de contente;

É um cuidar que se ganha em se perder.

É querer estar preso por vontade;

É servir a quem vence, o vencedor;

É ter com quem nos mata, lealdade.

Mas como causar pode seu favor

Nos corações humanos amizade,

Se tão contrário a si é o mesmo Amor?

Qualidade indiscutível!

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– Fred no Atlético Mineiro?

Há muito tempo o atacante Fred está nivelado por baixo. Mal na Copa de 2014, ruim de ambiente no Fluminense (onde mandava e desmandava), chega com alto salário ao Atlético Mineiro.

Dias atrás, surgiu a informação de que o Galo de MG possui dívidas astronômicas. Já com o compromisso de R$ 800.000,00 / mês a Robinho, fica a pergunta: como pagar as contas?

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– Newton Ishii e a carência de heróis no Brasil

Foi preso o agente da PF Newton Ishii, que ficou conhecido como “o Japonês da Federal“, que virou celebridade (e até marchinha de Carnaval) por estar sempre presente com os figurões capturados pela Operação Lava-Jato.

Ele foi detido pela “Operação Sucuri“, que investigava a facilitação de agentes da Polícia Federal para contrabando na divisa do Brasil com o Paraguai. É um caso antigo, onde ele já houvera cumprido 4 meses da pena que agora sofreu em definitivo (4 anos).

De fato, aquele que supostamente tinha virado um símbolo para alguns, mostra que os heróis de direita ou de esquerda do Brasil são verdadeiros santos do pau oco.

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– O Dopping de Alecsandro e a Necessidade de Profissionalismo

O atacante palmeirense Alecsandro foi flagrado pelo exame anti-dopping por uso de anabolizantes, revelou a FPF nesta 3a feira, na partida entre Corinthians x Palmeiras no Paulistão.

Uma pena. O jogador alega que possa ter sido vítima de contaminação de um suplemento alimentar que ele tomava por conta própria.

Cá entre nós: um atleta profissional de equipe de ponta não pode dar uma vacilada como essa. Aliás, sempre a culpa é dos outros (do remédio, do laboratório, da farmácia…).

Pelo histórico, Alecsandro pode não ter tido má fé. Entretanto, imagine quantos jogadores que não fazem o exame anti-dopping (e por isso não são pegos) e as modernas drogas que existem nos diversos esportes.

É a ciência para alto rendimento via burla, fazendo o esporte deixar de ter espírito esportivo.

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– Veremos os Políticos Corruptos atrás das Grades?

Renan Calheiros, senador que já foi da base de apoio de diversos presidentes e que sempre escapou dos crimes de corrupção; Romero Jucá (idem), José Sarney (idem também) e Eduardo Cunha (deputado com comprovada culpa) tem o pedido de prisão enviado pelo Ministério Público através de Janot (ambos do PMDB de Michel Temer).

Gilmar Mendes determinou abertura de inquérito contra Aécio Neves (senador do PSDB). A Lava-Jato está em cima de Lula, ex-presidente do PT, e a presidente afastada Dilma Rousseff foi delatada por pedir propina pessoalmente para Marcelo Odebrecht.

Conseguiremos ver esses renomados senhores políticos no xilindró?

Devolverão o dinheiro das propinas e demais prejuízos aos cofres públicos?

Surgirão nomes honestos para substituí-los?

Ah, a política brasileira…

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– Renan e o fim do Estranho Contrato

No futebol, não duvido de nada. E é assustador imaginar até onde a corrupção no esporte pode levar. Talvez essa matéria abaixo possa explicar alguns negócios improváveis, como Douglas no Barcelona e/ou tantos atletas que custam tão caro e praticamente não jogam, sob a desculpa de deficiência técnica ou adaptação.

Sobre o goleiro Renan, que chegou a ser convocado até para a Seleção Brasileira, compartilho:

(Extraído do Blog do Paulinho, em: http://blogdopaulinho.net)

RENAN, O TRAFICANTE E OS R$ 15 MILHÕES QUE O CORINTHIANS JOGOU NO LIXO

“Nada entra ou sai do Corinthians, nem mesmo um alfinete, sem que o Andres Sanches receba comissão. Ele é conhecido por nós, empresários, como ‘Taxinha’”.

(DIMITRIZ TZLAS, vulgo “Grego”, empresário de jogadores)

Terminou o contrato de cinco anos do goleiro Renan (contratado em 2011 junto ao Avaí) com o Corinthians.

O saldo: R$ 15 milhões gastos entre aquisição e salários, apenas três jogos disputados e cinco gols sofridos.

A explicação: Renan pertencia ao Avaí, clube que havia terceirizado o departamento de futebol para o traficante internacional Ângelo Canuto (“fusca”, para a polícia, “padrinho”, na criminalidade), amigo do ex-presidente Mario Gobbi.

O acerto se deu por aval do agente Carlos Leite (comissionado em R$ 500 mil), do treinador Mano Menezes (que, para ajudar, convocou-o para uma única e estratégica oportunidade à Seleção Brasileira) e do atual presidente do Corinthians, Roberto “da Nova” Andrade, à época diretor de futebol, preposto do deputado federal Andres Sanches (PT).

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– Seleção Brasileira e sua nova realidade no cenário mundial

A minha geração se encantou com Telê-82 e se assustou com Lazzaroni-90. Se irritou com o apito amigo hermano em 78 (mas finge que nunca ouviu falar do apito amigo brazuca de 62). Suportou o título pragmático de Parreira-94 e festejou nas clínicas cardíacas Felipão-02. E que esperava mudanças após o #GER7x1BRA-14, mas ficou só na vontade…

Na verdade, criou-se uma falsa sensação de superioridade absoluta ao longo dos anos que contrastou com o inicial Complexo de Vira-Latas. O Brasil nunca foi uma Seleção de “NBA do futebol”, nem quando tínhamos as encantadoras Seleções de 70 e 58 (por vídeos, as melhores que vi jogar).

Contra o Equador, o 0x0 foi bom, e escrevo isso com dor no coração. Afinal, eles são líderes das Eliminatórias Sulamericanas para a Copa de 2018 e nós estamos distantes na pontuação.

Somos um time muito bom, uma equipe comum turbinada por Neymar (que está assistindo nas arquibancadas), mas não nos classifiquemos como excepcionais. Já fomos, não somos mais.. Deixemos o ufanismo de lado e rendamo-nos à realidade. Entre os grandes, somos apenas um deles.

Não podemos deixar de citar o futebol dos clubes brasileiros, que deixou de ser diferenciado e se apequenou. Vide a diferença entre América do Sul e Europa. Some-se, ainda, a baixa qualificação dos árbitros internacionais brasileiros de hoje. Antes, tínhamos 10 FIFAs com condições de apitar uma Copa do Mundo. Hoje, se muito, 3 ou 4.

Infelizmente, não vejo mudanças positivas à vista… E você?

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– Bom dia em 4 Cliques!

Bom dia! Hora de levantar e mexer o esqueleto. Ou melhor: esquentá-lo! Que friooooo… mas que não sirva de desculpa para a preguiça. Olha a nossa foto-incentivo:

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Durante o treino, vale meditar nas coisas do Alto. Hoje, na memória de São Medardo, um santo considerado um dos mais generosos aos pobres. Nossa foto-meditação:

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Pós-corrida, alongar e curtir a beleza das flores (jardinagem é nosso hobby). Nossa foto-contemplação:

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Enfim, hora de trabalhar. E no caminho, admirar o dia nascendo, pensando e pedindo ao Papai do Céu uma boa jornada. Olha nossa foto-reflexão:

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Ótima 4a feira a todos.

– A antipática declaração unfair-play de Paulo Bento

No último confronto entre Cruzeiro X América-MG, dias atrás, um atleta do time americano se lesionou e o seu companheiro colocou a bola para fora. Na devolução, o treinador do Cruzeiro, o Português Paulo Bento, orientou a não devolver a bola. Disse ainda:

O Cruzeiro não colocará a bola fora. Se a colocar, não pretendemos que nos devolvam“.

Claro, a regra não obriga a devolução embora o Fair Play (o espírito do jogo), sim. Entretanto, o fim de tal gesto não parece uma atitude inapropriada e deselegante?

O que você pensa sobre isso?

Deixe seu comentário:

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– E nós reclamando de chuva… Coitada de Jarinu!

Nossa vizinha e aprazível Jarinu passou uma noite de domingo terrível. O belo município recebeu 40 segundos (sim, menos de 1 minuto) de vendaval a mais de 100 km/h.

Nós estamos reclamando aqui na minha região que a chuva não cessa. Entretanto, há aqueles que realmente podem reclamar, vítimas do tornado.

Abaixo, extraído de UOL.com:

MICROEXPLOSÕES DEIXAM JARINU SEM ÁGUA NEM LUZ. “CIDADE ACABOU”, DIZ MORADORA

por Mariana Estarque, enviada especial

“Jarinu não existe mais, corta o coração de ver”, disse a dona de casa Viviane de Morais, 27, assustada com a destruição da cidade, a 68 km de São Paulo.

Ela foi uma das centenas de moradores de Jarinu que saíram de casa nesta segunda-feira (6) para ver os estragos causados por uma tempestade.

A causa foi um fenômeno conhecido por microexplosão, na qual rajadas de vento em alta velocidade batem no chão e se espalham.

Os fortes ventos, que atingiram Jarinu na noite anterior, provocaram uma morte e feriram 50 pessoas, quatro delas transferidas para o hospital São Vicente de Paulo, em Jundiaí.

“Acabou a cidade, me dá até um tremor. Que triste!”, conta a dona de casa Isabel Nakamura, 71, que tirava fotos de uma das ruas destruídas.

Como a maioria dos serviços de Jarinu está interrompida, grupos de moradores perambulam, atônitos, pela cidade. Entre uma pausa para fotos de celular e suspiros, é comum ouvir: “Achei que fosse morrer” ou “pensei que o mundo fosse acabar”.

Muitas ruas locais estão interditadas, com árvores caídas. Os galhos e troncos também danificaram diversas casas no centro da cidade. Segundo a administração local, dez prédios públicos foram atingidos, inclusive a prefeitura, que está fechada.

O vento arrancou parte do telhado do prédio e, segundo funcionários, vários equipamentos ficaram estragados. “Perdemos cerca de 60% dos documentos do setor de obras e 80% do setor jurídico”, afirma André Noveli, assessor de finanças.

TERROR

Perto da prefeitura, o cemitério local também ficou destruído. Os muros caíram e as flores, colocadas nos túmulos, se espalharam pelas ruas.

O teto de um posto de gasolina desmoronou, e caminhões, que estavam no local, tombaram de lado, virados pela tempestade.

Nas zonas mais atingidas, há dezenas de telhas de alumínio e zinco retorcidas, levadas pelo vento, que ficaram penduradas no alto de árvores e postes.

“É um terror, a cidade está detonada, bombardeada. Nunca vi nada parecido, em 40 segundos acabou com Jarinu”, disse o prefeito, Vicente Cândido Teixeira Filho.

De acordo com a prefeitura, a maior parte da cidade seguia sem energia elétrica e água, no início da tarde de segunda. Telefones fixos e celulares também não funcionavam, principalmente durante a manhã. Hospitais e escolas ficaram fechados.

“Acho que vamos demorar de três a quatro meses para arrumar a cidade”, afirmou o prefeito.

SEM LUZ E SEM ÁGUA

A Defesa Civil do Estado de São Paulo informou que já havia carros pipa em Jarinu para distribuir água em caráter emergencial para escolas e hospitais.

“A Sabesp vai trazer um gerador para restabelecer o fornecimento de água. E há 30 equipes da companhia de energia vindo para cá. A luz já está voltando aos poucos”, afirmou o coronel José Roberto de Oliveira, coordenador da Defesa Civil do Estado de São Paulo, que estava no local.

Segundo Oliveira, o órgão vai criar um gabinete de crise, mas não é possível prever quando os serviços na cidade serão normalizados.

“Felizmente foi de noite, em um domingo chuvoso, com poucas pessoas na rua. Se fosse em um horário de trabalho, teríamos muito mais vítimas. As telhas de alumínio abraçam os postes como se fossem folhas. Isso, se pega em alguém, divide a pessoa ao meio”, disse Oliveira, que descreveu a situação do município como “extrema”.

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– A Mão na Bola de Flamengo 1×2 Palmeiras e o seu Custo Benefício

Futebol é realmente algo bacana para se discutir. Na partida do Mané Garrincha entre Flamengo x Palmeiras, uma ruim atuação do árbitro paraense Dewson Freitas (e que é da FIFA!). Uma clara mão deliberada na bola (não dá nem para discutir movimento antinatural, o zagueirão do Mengo teve clara intenção) e que ele fez vista grossa. Certamente, dirá que não viu o toque, mas a verdade é que aparenta ter errado na interpretação.

Mas o assunto é outro: a defesa do zagueiro César Martins, jogador de linha que evitou o gol espalmando a bola. Correto pênalti marcado e cartão vermelho bem aplicado. Mas vale refletir: ele trocou o gol certo que sua equipe sofreria por um possível risco de sofrer um gol de pênalti, a troco de sua equipe jogar com um atleta a menos o restante da partida.

O sacrifício foi em vão. Vale a pena correr o risco?

Se eu fosse jogador, preferiria ter um atleta a mais na partida. E você?

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– Qual presidente nunca se aproveitou da Petrobrás?

Nestor Cerveró está “entregando” todo mundo. Apesar das finalidades diferentes dos desvios, contou detalhes de como nas gestões dos ex-presidentes Fernando Henrique Cardoso e Luís Inácio Lula da Silva, além da presidente afastada Dilma Rousseff, os recursos da Petrobrás eram surrupiados.

Teria sido a petrolífera a única a ser explorada? Não nos esqueçamos que o Mensalão petista surgiu dos Correios e de que o BNDES é uma caixa preta a ser aberta…

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– Afinal, a bola do gol anulado saiu ou não saiu?

Se válido, o gol do Equador contra o Brasil na Copa América Centenário seria um dos grandes “frangos” da Seleção Brasileira de todos os tempos. Entretanto, o bandeira Carlos Aztrosa anulou alegando saída de bola no cruzamento de Bolaños e o árbitro chileno Julio Buscañàn confirmou a marcação dele.

Nas imagens da Rede Globo, achei que foi erro grotesco. Porém, vejo no site do jornal espanhol Marca uma foto que pode explicar a falha: se o árbitro assistente estava atrasado no lance (não consegui verificar na jogada se ele bobeou no seu posicionamento), sua visão não era em linha reta mas sim em diagonal. Portanto, houvera sido enganado pela ilusão de ótica como na imagem abaixo:

  • Traído pelo atraso?
  • Os árbitros de vídeo, se existissem, ajudariam?
  • A tecnologia como a do tênis poderia resolver o problema?

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– Um mundo que perdeu seus valores!

Vejo com tristeza o caso da dupla de bandidos (um deles morto) que atazanava cidadãos de bem (fugindo de uma perseguição policial com carro roubado) e que causou surpresa: o líder com 13 anos, o comparsa tinha 11.

Duas crianças.

Culpa de quem?

  • Dos pais? Mas será que tinham pai e mãe? E como foram criados esses “pais e mães”?
  • Da escola? Que raio de escola pública consegue corrigir vícios e valores deturpados que vem de casa.
  • Dos políticos? Se os recursos para a formação educacional e social fossem destinados a quem realmente precisa isso seria evitado?
  • Da Igreja? Mas será que algo foi anunciado ou alguma crença vivida por quem tem uma vida-cão?
  • Da sociedade? O que fazer em casos como esses?

Enfim, não dá para tentar esconder a situação: os valores morais, familiares, sociais e cidadãos se perderam em muitos lugares desse país, criando uma “geração desvirtuada”, onde vale a lei do mais forte e da sobrevivência.

Triste. E tão triste é ver os policiais (trabalhadores, pais de família em serviço e que quase perderam a vida no tiroteio) de serem acusados de falta de compaixão (…)!

Cá entre nós: a vida é valiosa e devemos defendê-la até o último instante. Entretanto, o “coitadismo” não pode esconder uma situação crítica como essa, nem transformar os PMs em bandidos.

Abaixo, foto da Folha de São Paulo:

ATUALIZANDO: A FOLHA TRAZ QUE ERAM GAROTOS DE 10 E DE 11 ANOS. O PAI ESTÁ PRESO E A MÃE TEM 4 PASSAGENS PELA POLÍCIA

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– 118 anos de Lampião, Rei do Cangaço

Se vivo fosse, Virgulino Ferreira da Silva, conhecido como “Lampião“, faria 118 anos.

Bandido, matador, terrorista sanguinário. Mas no Folclore e na história, para alguns, uma lenda do Sertão, justiceiro e amigo dos pobres.

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– Descanse em Paz, Cassius Clay

Muhammad Ali, ou se preferir, Cassius Clay, a lenda do boxe, morreu aos 74 anos.

Olha que curioso: quando ele se retirou do ringue, abaixo, extraído de History Channel.

Em: http://seuhistory.com/hoy-en-la-historia/proibido-de-lutar-muhammad-ali-cassius-clay-anuncia-retirada-dos-ringues

PROIBIDO DE LUTAR, MUHAMMAD ALI SE RETIRA DOS RINGUES

No dia 3 de fevereiro de 1970, o lutador de boxe Cassius Clay chamou uma coletiva de imprensa para anunciar que estava deixando o boxe. O famoso boxeador estava probido de lutar na época porque não quis se alistar no exército norte-americano para combater na guerra do Vietnã, alegando motivos religiosos. Ali, mais tarde, mudou de ideia e disse que queria lutar novamente.

Depois de três recursos negados, Ali foi chamado para servir o exército em 28 de abril de 1967. Ele se recusou e foi condenado por evasão de divisas em 20 de junho de 1967. Pegou cinco anos de prisão e teria que pagar uma multa de US$ 10 mil. Ele também foi destituído de seu título pela WBA e pela Comissão Atlética de Nova York, além de ter caçada a sua licença como boxeador. O lutador recorreu da sentença em liberdade. Mais tarde, a Suprema Corte dos Estados Unidos decidiu por unanimidade em seu favor em 28 de junho de 1971. Pouco antes, em 7 de dezembro, ele já havia conquistado na Justiça estadual uma licença para poder lutar em Nova Iorque.

Cassius Marcellus Clay Jr., ou mais conhecido como Muhammad Ali, nasceu em 17 de janeiro de 1942, em Louisville, Kentucky, nos EUA. Ele é considerado um dos maiores boxeadores da história e também reconhecido por sua atuação em causas humanitárias. Ex-campeão peso-pesado de boxe, é uma das maiores figuras desportivas do século 20. Foi eleito “O Desportista do Século” pela revista americana Sports Illustrated em 1999. Foi o primeiro lutador a conquistar o título dos pesos-pesados três vezes. Venceu 56 vezes em seus 21 anos de carreira profissional.

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– O “Y” é consoante em todos os países?

Dúvida bobinha, mas persistente: o Y realmente é uma consoante?

Li num artigo e consegui (ufa) a resposta!

(extraído de:

http://super.abril.com.br/blogs/oraculo/por-que-a-letra-y-nao-e-considerada-uma-vogal/?utm_source=redesabril_jovem&utm_medium=twitter&utm_campaign=redesabril_super)

“No português, o “y” é consoante”, diz Paulo Henriques Britto, professor do Departamento de Letras da PUC-Rio. Na verdade, na nossa língua, o “y” cumpre, na maioria das vezes, o papel de semivogal, ou seja, o de uma vogal que funciona como uma consoante, abrindo ou fechando uma sílaba. Como a semivogal é uma espécie de consoante, ela ficou classificada como uma consoante.

O “y” entrou no alfabeto latino para representar uma letra do alfabeto grego. Na origem, ele era uma vogal. Quando foi adotado pelas línguas europeias, como o inglês ou o português antigo, passou a ser mais usado como uma semivogal. Na palavra yo (“eu”, em espanhol), tem o valor de uma consoante. No inglês, pode representar uma vogal, como em myth (mito).

Letras são apenas símbolos gráficos. O que pode ser classificado como vogal ou consoante é o seu som, o fonema. Quando falamos uma consoante, a corrente de ar que soltamos encontra uma certa obstrução ao fazer o som. Por exemplo, ao dizer “m”, fechamos a boca. Já nas vogais, a corrente de ar não encontra obstrução. O ar sai da boca sem obstáculos quando dizemos “a”.

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– Você acredita em “Frases de Efeito dos Artistas” publicadas no Facebook?

Pedro Bial, Jô Soares e outras tantas personalidades habitam o mundo de frases de impacto no Facebook. Já repararam?

Mas será que eles realmente disseram o que você lê?

Olha que curioso, sobre falsas frases e personalidades improváveis. Tem até frase de Raul Seixas, com foto de Renato Russo e atribuída ao Cazuza, Ed Murphy por Will Smith… e por aí vai (pessoas que nunca disseram as frase que os relacionam)!

Veja as melhores em: http://tecnologia.uol.com.br/album/2012/04/03/internautas-fazem-montagens-envolvendo-frases-falsas-e-personalidades-fora-de-contexto.htm?abrefoto=3

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– Encontros da Crisma: Vocação e Serviço. Abdicar ou se Dedicar?

Neste sábado, em nossos encontros da Catequese do Crisma, teremos a alegria de contar com a presença de um seminarista e uma freira para falarmos sobre Vocação!

Nesta postagem, não falo sobre o encontro que realizaremos, mas sobre minha visão sobre o tema: há muita curiosidade, medo e desconhecimento por parte dos jovens sobre o assunto. E por vários motivos. Um deles: o sexo. Pelo fato de um padre ou uma freira optarem pelo celibato, fica a preocupação com essa questão. Ora, o ato sexual é apenas um ingrediente da vida de casado, não o principal motivo da união da vida de um casal. Se a pessoa “não for boa na cama”, acaba o Sacramento que celebraram no Casamento? Nada disso, o amor carnal não deve ser o principal, mas o sentimento sim.

Outra questão: “a vida religiosa em si”. Cumprir regras, ter disciplina, se dedicar a causas onde você não receberá um “obrigado” na maioria das vezes, de fato é algo para vocacionados. Optar por uma vida dedicada de oração e serviço é algo divino; e por ser assim, Deus ajuda. Mas lembremo-nos: as pessoas são vocacionadas tanto à Ordem quanto ao Matrimônio, e podem servir a Deus dentro das suas condições e de acordo com os dons que o Espírito Santo dá.

Sempre vi a vocação (seja ela qual for) como uma coisa própria de cada pessoa. Ou melhor, um dom particular! Estar a serviço do próximo, não ter tempo (nem permissão) para constituir uma família de sangue e ser exemplo para a comunidade torna-se um desafio! Prazeroso se imaginarmos que se está atendendo ao próprio pedido de Jesus: “ide ao mundo e levai o Evangelho à toda criatura”. Mas será um fardo se a pessoa se deixar pela imposição materialista de muitos costumes contemporâneos, como o desejo do conforto, do bem material, da vaidade e, principalmente, de um mundo egoísta e competitivo.

Quanto aos seminaristas e às noviças, fica a minha admiração. Não estão abdicando da vida social, mas se dedicando à vida comunitária. Isso é vocação!

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– Crueldade do Futebol da Seleção, Tabela Cruel e o Cruel Comentário do Rival

A Copa América começa com o Campeonato Brasileiro em andamento. E nada os clubes fazem?

Eles cedem seus jogadores, os pagam e não reclamam. Que medo é esse de Marco Polo Del Nero (que não viajou para o evento pois pode ser preso pelo FBI)?

É sintomático: perde-se os melhores jogadores e os times fraquejam. Vide o Santos, amargurando péssimos resultados. E pior: há risco de perder atletas lesionados ou desvalorizá-los na Seleção, por mais incrível que possa parecer. Aliás, que maré de azar de Dunga: quantos jogadores cortados!

A verdade é que, na minha infância, qualquer amistoso da Seleção Brasileira parava o país. Hoje, perdeu a graça.

Avalie: quais dos atletas de hoje jogariam no time de 2002 ou de 1994? Talvez só Neymar. Nas demais Seleções (58, 62 e 70), não se pode nem especular.

Alfio Basile, ex-jogador e treinador ícone argentino, disse: o Brasil tem o pior futebol de sua história“.

Creio que talvez só não poderemos comparar com os escretes da década de 30 (pois é difícil achar vídeos desses registros).

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– Que Seja uma Ótima 6a feira

Chove lá fora? Não importa. Vamos começar com adrenalina e buscar a endorfina, praticando o energizante cooper diário. Para isso, olha a foto-motivação:

Durante a corrida, meditando nas coisas do Alto. Hoje, na memória de São Carlos Lwanga e seus companheiros – homens de fé queimados vivos em Uganda por falar de Jesus naquela nação africana. Nossa foto-reflexão:

Por fim, alongar e se preparar para a jornada de trabalho curtindo a alvorada. Eis o amanhecer e a foto-contemplação

Ótima 6a feira a todos

– A Permissão EM OFF para testes de vídeo e o árbitro emudecido.

A CBF prometeu que usaria o árbitro de vídeo no Campeonato Brasileiro. Não poderia fazer de maneira oficial, já que o tempo era curto, o torneio não poderia começar sem o recurso eletrônico e tê-lo no meio da competição, e as imagens teriam que ser feitas por geradora independente.

O discurso, evidentemente, era demagogo. E eis que a FIFA não liberou o uso do recurso de árbitro de vídeo para utilização oficial para ajudar os árbitros, nem liberou o Brasileirão para que tivesse tal benefício em formato de teste prático. Ela permitiu somente testes em OFF: ou seja, se acontecer um lance polêmico, o árbitro não poderá tomar a sua decisão com base no uso do vídeo. O novo árbitro (AV, o árbitro de vídeo) estará vendo as imagens, agindo como se fosse corrigir o árbitro, mas não o fazendo de fato.

Na prática, é um simulado que não poderá ter interferência em campo. Um teste sem uso verdadeiro do recurso, e que poderá trazer um grande problema: e se o árbitro tomar uma decisão polêmica e voltar atrás? Dirão que ele recebeu informação do árbitro de vídeo que em tese não poderia informá-lo?

Aqui fica a confirmação: a CBF disse iria usar o árbitro de vídeo no Campeonato Brasileiro, mesmo sabendo que seria uma mentira. Terá que se contentar com um teste oficial, “quase nulo” na prática, pois o ideal era testar com as informações valendo, não com um AV mudo.

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– O bucólico e nublado entardecer

Muita correria, sem tempo de muitas postagens. Mas sempre com uma oportunidade em postar o entardecer, como o dessa 5a feira.

Onde está o azul do céu? As nuvens escuras deram uma pintura ímpar nessa tarde.

Chuvoso ou não, que seja um belo fim de dia!

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– Santos e Vilões em Super Heróis?

Em Brasília, um juiz proibiu a confecção e comercialização de imagens de santos católicos em super-heróis, vendidos em uma loja de artesanato em Brasília, alegando ferir o artigo 208 do Código Penal, que fala sobre crimes contra o sentimento religioso.

Exagero ou não?

Nossa Senhora das Graças como Galinha Pintadinha, Diabinha, Malévola, e Mulher Maravilha; Santo Antonio como Coringa e Batman (com o Menino Jesus também caracterizado) e outras coisas mais… De fato, há constrangimento para os devotos.

Abaixo, faça sua avaliação:

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– De Lucas Perdomo a Rodrigão

Muito bom o texto do jornalista Heitor Freddo sobre jogadores que, como promessas, têm oportunidades e se perdem. Outros, labutando em meio as dificuldades, agarram a primeira e única chance com unhas e dentes.

Vale a pena conferir:

Extraído de: https://heitorfreddo.wordpress.com/2016/05/31/de-lucas-perdomo-a-rodrigao/

DE LUCAS PERDOMO A RODRIGÃO

Ontem a palavra futebol entrou no noticiário policial com a prisão de Lucas Perdomo, jogador do Boavista suspeito de participar de um dos crimes mais assustadores dos últimos tempos – o estupro coletivo de uma adolescente de 16 anos.

Enquanto boa parte da sociedade ainda tenta encontrar uma brecha para culpar a vítima – comportamento típico da cultura do estupro que vigora no país -, pouco se discute sobre o que leva um ser humano a ter uma atitude tão nojenta. Nesse caso específico, estamos falando de uma das profissões mais badaladas na hora de encontrar uma parceira.

Um jogador de 20 anos apadrinhado pelo mega astro Seedorf. Atleta do Boavista, mas observado por outros clubes como o Audax em São Paulo e o Botafogo no Rio de Janeiro.. Uma vida jogada no lixo por culpa única e exclusiva dele. Não digam que foram as más companhias, porque ele não estava obrigado naquele quarto. Não tratem como uma armação, porque foram os estupradores quem filmaram e espalharam o vídeo de uma menina desacordada na cama enquanto eles (incluindo o jogador Lucas) passam as mãos nas partes íntimas dela – se você não sabe, isso já é um estupro.

Mas no mesmo dia em que o futebol perdeu um jogador promissor, preparado desde criança para ser atleta de alto rendimento, uma história exatamente oposta desse esporte veio à tona. Um caminho de superação, força de vontade, determinação e a realização de um sonho. Uma carreira construída sem ajuda de ninguém e sem nenhuma perspectiva de sucesso.

Em 2013 Rodrigão era um atacante de futebol amador. Com porte físico de centroavante, o rapaz de 19 anos era estrela nos campos de várzea da Bahia. Uma diversão aos finais de semana para quem ganhava a vida trabalhando como pintor de paredes.

É óbvio que desde menino, Rodrigão sempre sonhou em ser jogador profissional. Mas como apostar nesse sonho e viver fora de casa quando desde criança você é um dos responsáveis por garantir o sustento da família e o pagamento do aluguel?

A diversão do final de semana falou mais alto. Em 2013 olheiros do Democrata de Governador Valadares em Minas Gerais descobriram Rodrigão jogando no futebol amador da Bahia e o convidaram para um teste no clube. Eu juro que eu queria esses olheiros para o meu time.

Rodrigão se profissionalizou, foi contratado pelo Boa Esporte (a quarta força do futebol mineiro) e esse ano foi vendido ao Campinense da Paraíba, onde em menos de 5 meses se tornou o maior goleador do país com 18 gols que levaram o Campinense a mais uma final estadual.

Três anos depois do inesperado convite no futebol amador, Rodrigão é o novo reforço do Santos Futebol Clube. O jovem pintor de paredes vai vestir uma das camisas mais importantes do futebol mundial. E na sua chegada, deixa claro qual seu principal objetivo. Não é fazer fama, nem comprar um carrão de luxo ou ser fotografado pelo Ego aos beijos com uma Panicat. Rodrigão que comprar uma casa própria para a família e ter a segurança de que, se o sonho do Cinderella de chuteiras for interrompido, a carreira não terá sido em vão.

Impossível não lembrar da história de outro guerreiro da bola. Grafite, o artilheiro do Campeonato Brasileiro pelo Santa Cruz, começou a carreira de jogador de futebol aos 21 anos. Antes, Edinaldo era vendedor de sacos de lixo de porta em porta e jogava por prazer no futebol amador aqui da nossa região. Assim nasceu um campeão da Libertadores, campeão e ídolo na Alemanha, jogador de seleção brasileira em Copa do Mundo e maior ídolo da história do Santa Cruz.

São histórias assim que fazem as esperanças serem renovadas no futebol. Numa época de jogadores mimados, blindados por todo tipo de assessor e parte da geração mimimi, temos ainda atletas que brilham os olhos ao receberem um convite de um clube grande. Numa fase de atletas preocupados com o status nas redes sociais, ainda temos guerreiros que sonham com uma casa própria.

Numa época de Lucas Perdomo, que bom que ainda temos Rodrigo.

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– Dias de Turbulência Política. Coitado do Brasil…

O novo Ministro da Transparência, Fiscalização e Controle, Fabiano Silveira, escolhido há menos de 1 mês por Temer, se mostrou nada transparente. Em gravações, fez-se tão picareta quanto outros corruptos (como o do Planejamento, Romero Jucá). Pior: tão malandros e despreocupados com a honestidade quanto o Governo que o precedeu (vide os petistas de até pouco tempo atrás).

A diferença entre o antigo e o noivo é que agora os ministros caem: antes, ficavam no poder se defendendo. Mas e os substitutos? São confiáveis?

A alternativa, o PSDB de Aécio, mostra-se cada vez mais frágil e comum como o PT. Agora, aliado do PMDB, age na defensiva das delações premiadas tentando preservar o seu provável candidato à presidência, mais enfraquecido do que nunca.

Some-se a isso o déficit de 170 bilhões, herança de Dilma e Lula, além da notícia de que se descobriu R$ 2,5 bi de fraude do bolsa-família. Sim, o valor bilionário não é o custo do programa, mas somente o valor do dinheiro fraudado!

O que fazer com o Brasil?

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– Vale Cobrar: e o Árbitro de Vídeo, dona CBF?

Falamos em Março, voltamos ao tema em Abril e Maio e estamos quase entrando em Junho: o Campeonato Brasileiro de 2016 está em curso SEM O ÁRBITRO DE VÍDEO, prometido demagogicamente no começo do ano.

Há meses venho batendo na mesma tecla e pedindo para ser cobrado: o discurso da Comissão de Árbitros era diálogo flácido a fim de acalentar bovino, ou se preferir no popular: “conversa mole pra boi dormir.

Os motivos são os mesmos que já citei:

  • A CBF não tem estrutura adequada para implantá-lo;
  • Não poderá usar as imagens da Rede Globo, pois ela tem que ter uma geradora dedicada à arbitragem;
  • É proibido usar o recurso com um campeonato já iniciado (ou se faz em todas as partidas ou em nenhuma);
  • O prazo era curto para a implantação sem treino aos árbitros nem experiência em torneio amador;
  • Mesmo com muita grana, Marco Polo Del Nero não gastará o dinheiro em tal incremento.

Pois bem: estou sentado, ainda esperando um pronunciamento oficial da CBF e daqueles que venderam a mentira de que o BR-16 possuiria os AV já nesse ano (e não vale recadinho via e-mail).

Assim como na política, o futebol está cheio de demagogos e espertalhões tentando iludir as pessoas de bem. E há quem acreditou que a IFAB / FIFA levaria a CBF a sério, cujo presidente nem pode sair do país!

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– Depois da tempestade…

a beleza da natureza!

Choveu a noite inteira, e enfim o amigo sol brilha (pelo menos por 5 minutos).

Como não contemplar o amanhecer? Ótima 3a feira a todos.

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– O caso de Cincinnati: o Gorila ou a Criança?

Aqui, me impressiona como o politicamente correto extrapola! No último sábado, uma criança de 3 anos caiu na jaula de um gorila no zoológico local. O animal pegou a criança e a arrastou para junto de si. Guardas imediatamente dispararam tranquilizantes, mas que levariam um certo tempo para fazer efeito. Desta forma, abateram o gorila para salvar o menino.

Agora, muita gente nas redes sociais reclama da ação! Dizem que foi uma morte impiedosa do animal, que poderiam evitar o acontecido e outras coisas em defesa do bicho.

Ora, se uma criança está em poder de um gorila, você vai fazer o quê? Vai deixar o risco do garotinho ser morto?

Parabéns às autoridades que salvaram o menino. Uma pena que o desfecho tenha sido a morte do animal, mas vale salvar uma vida humana do que de um animal irracional.

Aqui, se faça uma ressalva: e os pais negligentes? Onde estavam naquela hora?

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– A falta não marcada em São Paulo 1×0 Palmeiras. Dudu está definitivamente marcado?

Creio que não há dúvida em dois lances polêmicos no Choque-Rei do último domingo: a falta não marcada em Dudu no começo da partida (e na sequência sai o gol de Ganso) e a tentativa de pênalti simulado por Rogério no final do jogo.

No primeiro lance, errou o juizão. No segundo, acertou, embora faltou a aplicação do cartão amarelo. Aliás, o árbitro Ricardo Marques Ribeiro me impressionou fisicamente. Como correu em campo! E foi extremamente criterioso na marcação ou não de faltas: contato em disputa de bola que fosse duvidoso, deixava o jogo seguir sem dar a suposta infração, deixando até de marcar algumas faltinhas de jogo.

Mas o leitor pode perguntar: por quê não foi marcada a falta sobre Dudu?

Simples. Porque Dudu tem histórico ruim com a arbitragem. É jogador que está marcado e “cavou tal condição”. É evidente também que os árbitros não podem entrar predispostos contra ele.

Claro, seria leviano afirmar que a falta não foi marcada de caso pensado. Mas cá entre nós: se você tem um lance supostamente faltoso que envolva Cocito (ex-Corinthians e Atlético Paranaense, que batia bastante e fazia sua própria sombra sair de maca), se o árbitro tem dúvida, vai marcar. Se no mesmo lance fosse o Gamarra (o grande zagueiro paraguaio), vai deixar seguir.

Com Dudu é a mesma coisa: se ele dividir uma bola e pedir falta, existindo dúvida, o árbitro não vai marcar. E o atleta está ciente disso, pois após a partida, declarou sobre o juiz (querendo mudar a sua imagem):

Ele apitou bem o jogo, sem reclamação”.

Nunca vi Romário simular pênalti ou reclamar da arbitragem. Pergunte aos árbitros sobre o Baixinho dentro de campo. Já sobre Djalminha, Edmundo, Marcelinho Carioca (que jogavam muito mais do que Dudu)…

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– O jogador ia ser atingido e pulou. Marca-se falta ou não?

Dias atrás, ouvi em uma rádio um jogador que sofreria uma falta e que resolveu pular dizer:

Se não pulo, me quebrava.

É nesse ponto que devemos ter atenção quanto às marcações das faltas: Quando é que o fato do atleta “Pular” invalida ou não uma infração?

A Regra 12 (Infrações e indisciplinas) diz que todo ato faltoso (dar um pontapé, agredir, cuspir) independe se atingiu ou não o atleta. O jogador que DAR ou TENTAR praticar a infração deve ser punido.

Se na disputa de bola, um zagueiro pratica um carrinho e, na iminência de atingir as pernas do seu adversário, este atacante pula para não se machucar, deve-se considerar falta (a mesma marcação de como se tivesse atingido), por essa condição da regra. A Regra do Jogo permite isso, pois, logicamente, se o atleta permanecesse esperando as travas de uma chuteira, fatalmente se lesionaria gravemente.

Portanto, pular para não ser atingido pode; e ainda ganha a falta ao seu favor.

O que não pode:

– Pular depois de perder uma disputa de bola, simulando a infração, tentando ludibriar a arbitragem/torcedores.

– Pular antes da disputa de bola se efetivar, abdicando da tentativa de domínio, deixando de jogar para tentar cavar uma falta.

A primeira situação, a da simulação, é um problema cultural brasileiro, onde os jogadores preferem enganar a arbitragem do que disputar lealmente o jogo, fato que não ocorre em torneios como a europeia Champions League

A segunda situação, a da abdicação do jogo, é outro problema tupiniquim, o de achar que “tudo é falta”, onde “encostou tem que parar o jogo”. Remete até mesmo a uma certa frouxidão, não obervada em torneios como a sulamericana Libertadores da América.

Portanto, pular para se preservar no momento de ser atingido, pode.

Claro, os jogadores agem aqui no Brasil dessa forma não tão correta (abdicar do jogo), e nas partidas internacionais, mudam de comportamento. É visível. Também os árbitros procedem da mesma forma, diferenciando o comportamento em partidas domésticas e internacionais, infelizmente.

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– Começando a semana com boa disposição!

Semana que começa com o costumeiro cooper. Hoje, teve que ser com mais esforço devido aos excessos do final de semana. Olha a foto-incentivo:

Durante a corrida, vale rezar e aproveitar o tempo. Hoje, na memória de São Fernando, um adorador da Eucaristia e devoto mariano. Veja a foto-meditação:

Por fim, após correr e alongar, curtir o amanhecer deste céu encoberto. Cadê a força do sol? Compartilho a foto-contemplação: 

Ótima segunda-feira a todos.