O novo Ministro da Transparência, Fiscalização e Controle, Fabiano Silveira, escolhido há menos de 1 mês por Temer, se mostrou nada transparente. Em gravações, fez-se tão picareta quanto outros corruptos (como o do Planejamento, Romero Jucá). Pior: tão malandros e despreocupados com a honestidade quanto o Governo que o precedeu (vide os petistas de até pouco tempo atrás).
A diferença entre o antigo e o noivo é que agora os ministros caem: antes, ficavam no poder se defendendo. Mas e os substitutos? São confiáveis?
A alternativa, o PSDB de Aécio, mostra-se cada vez mais frágil e comum como o PT. Agora, aliado do PMDB, age na defensiva das delações premiadas tentando preservar o seu provável candidato à presidência, mais enfraquecido do que nunca.
Some-se a isso o déficit de 170 bilhões, herança de Dilma e Lula, além da notícia de que se descobriu R$ 2,5 bi de fraude do bolsa-família. Sim, o valor bilionário não é o custo do programa, mas somente o valor do dinheiro fraudado!
O que fazer com o Brasil?

