Para quem tem dúvida sobre a nova orientação da mão na bola, vale assistir o lance que originou o 1o gol do Santos em Santa Catarina.
A bola é cruzada para o ataque santista, e o defensor Ferrugem pula para disputá-la. Seus braços estão abertos, e durante a queda, ao invés de naturalmente os braços caírem, os mantém esticados esperando a bola bater em um deles (e é o que acontece). O árbitro Wagner do Nascimento Magalhães corretamente marcou pênalti.
Repare que o desvio ocorre mesmo ele tendo tempo para recolher o braço. É a chamada “intenção disfarçada”, o movimento antinatural dos braços.
Importante: a Regra não mudou, ele teve intenção e desejo de que a bola batesse no braço tirando o proveito. Nunca diga que pulou de maneira imprudente, pois a imprudência em lances de mãos e braços na bola continua não sendo falta.

