O Galo de Minas Gerais chiou bastante do árbitro uruguaio Andrés Cunha após a eliminação pela Libertadores. Com ou sem razão?
1) O lance em que o zagueiro Maicon agarra o adversário: sim, pênalti claro e indiscutível, pois ele aproveita que o árbitro não está olhando e impede o prosseguimento da tentativa de avanço do jogador do CAM. O juizão não viu pois acompanhava a jogada que acontecia no lado esquerdo do campo de defesa são-paulino. Se existisse o árbitro de vídeo, quem sabe fosse possível reclamar.
2) O puxão de Leonardo Siva: nem todo puxão de camisa é pênalti! Jogador malandro valoriza e cai, e se o juiz for fraquinho, marca a infração. Mas se o árbitro for bom, sabe que deve existir força suficiente para impedir o prosseguimento da jogada para se marcar falta ou pênalti. E não foi o caso de ontem. Leonardo Silva tentou cavar.
Algumas outras observações:
3) Para mim, os dois goleiros falharam nos gols sofridos.
4) Imaginem a “alegria” do presidente atleticano em por no lápis o custo benefício de Robinho. No jogo mais importante do ano até então, o jogador mais caro do clube não pode jogar.
5) Maicon está fazendo a função que Lugano deveria fazer. Cá entre nós: será que a Seleção Brasileira não precisava de um zagueiro “com cara de mau” na zaga, como ele, ao invés de David Luís?
6) Uma dúvida cuja resposta não encontrei: já tivemos algum campeão da Libertadores da América que conquistou o torneio mesmo com derrota “na baixitude” (ou seja, em casa) por algum time boliviano? Creio que não…

