– “My Way” da Lava Jato promete balançar o país!

Uh!

Cerca de 62 mandatos judiciais serão praticados pela Polícia Federal na Operação “My Way” nesta 5a feira. E entre eles, o tesoureiro do PT, João Vaccari Neto.

Será que ele está honrando seu antecessor no cargo, Delúbio Soares?

A grana que deve ter sido afanada por essa gente deveria resolver alguns dos graves problemas do país, não?
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– Explicando os 2 lances polêmicos de Corinthians 4 x 0 Once Caldas

Jogo típico de Libertadores da América na Arena de Itaquera. E foram dois lances polêmicos: a anulação do gol do Once Caldas e a expulsão de Paolo Guerrero. Vamos a eles?

1- GOL CONTRA DE RALF

A grosso modo, falar que um gol contra foi anulado por impedimento parece heresia. Mas não é bem assim. Entenda:

Na cobrança de uma falta, havia dois jogadores do Once Caldas em posição de impedimento e um terceiro atleta partindo de trás, em boa posição. A bola vai em direção ao primeiro atleta (o atacante Penco), e é interceptada por Ralf antes que o colombiano tocasse na bola, que marca um gol contra.

O gol deveria ser anulado ou não?

– SIM, DEVERIA E FOI ANULADO BEM. Ralf só tenta interceptar a bola pois seu adversário fatalmente iria dominá-la, e o atleta não tem condições de saber se ele está em impedimento ou não. Pelo fato do jogador do Once Caldas participar do lance interferindo contra um adversário (o motivo da participação do corinthiano na jogada foi evitar o domínio iminente dele), lance bem anulado.

Porém, se Ralf estivesse longe dos colombianos, distante do jogador que estava em posição de impedimento e a interceptasse sem ter o propósito de evitar o domínio adversário (imagine que estivesse entre o local da falta e de Penco) e desejasse colocá-la para fora simplesmente para evitar que chegasse à grande área, o gol deveria ser válido pois os adversários estariam em impedimento passivo. E aqui outro detalhe da regra: se nessa hipotética situação a bola batesse na trave e sobrasse para Penco, ele passaria de passivo para ativo por “ganhar vantagem de sua posição” e o gol já não seria mais válido (diferente do que aconteceu, pois o impedimento marcado foi por “interferir contra um adversário”).

2- CARTÃO VERMELHO PARA PAOLO GUERRERO

Patricio Loustau expulsou Guerrero aos 26 minutos do 1o tempo. Para mim, decisão difícil, certeira e corajosa. Camillo Pérez disputou uma bola com Guerrero de maneira viril, forte, típica de Libertadores. O colombiano estava “fungando em seu cangote” e a reação de Guerrero é desproporcional durante o revide. É nítido que ele tenta dar um tapa no rosto do adversário e o acerta. Aqui, é irrelevante se o colombiano fingiu ter sido nocauteado ou não, já que a regra diz que se deve expulsar um atleta por “agredir ou tentar agredir” um adversário. O tapa desferido por Guerrero foi intencional, embora pareça não ter sido tão forte. O azar do atacante peruano é que o árbitro estava muito bem colocado no lance e interpretou com retidão (e insisto: com coragem). Penso que se fosse um árbitro mais fraco expulsaria os dois atletas a fim de fazer a maldita “média”. Ou, se quisesse administrar o jogo, daria dois cartões amarelos. Para mim, correta expulsão por agressão, errou o corinthiano ao perder a cabeça.

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– Análise da Arbitragem de Paulista 1 x 2 Guarani

E infelizmente o Paulista de Jundiaí conheceu sua segunda derrota na A2 em 2015. No jogo desta 4a feira a noite, uma arbitragem fraca que não interferiu no placar, mas que irritou por erros que não podem ser aceitos por alguém que um dia já esteve na série A1 e que tenta voltar à divisão.

Erros técnicos e disciplinares foram vistos logo no começo da partida. Vamos a eles:

Logo aos 4 minutos, na lateral esquerda do Paulista, o atleta de Jundiaí sofreu uma forte entrada de Bruno Pacheco (7 faltas no jogo) e o árbitro Márcio Roberto Soares não a marcou, tendo que parar o jogo depois para atendimento médico e reiniciar com… bola ao chão! Pensei que ele não tinha marcado a falta visando uma vantagem, mas não foi isso. Errou, era para marcar falta sem vacilar.

Aos 13 minutos, após cobrança rápida de escanteio, Erick Mamadeira tenta levantar a bola na área e Bruno Pacheco a intercepta com a mão pouco antes da entrada da grande área. Falta bem marcada, mas não aplicou o necessário cartão amarelo. É inevitável a punição com advertência para quem impede um cruzamento próximo da área penal de forma intencional com a mão. Errou de novo.

Já aos 41 minutos, Bruno Pacheco dá um carrinho limpo na bola, em disputa com Rômulo. Mas o árbitro se equivoca e marca falta, e ainda pune o bugrino com cartão Amarelo. Errou de novo.

No primeiro tempo, tivemos duas paralisações demoradas para o atendimento ao goleiro do Guarani, mas só 2 minutos de acréscimo. Ora, só o 1o atendimento levou tal tempo.

Com 55 minutos, Tiago Carpini acabava de entrar e seu 1o lance foi uma falta dura em Erick Mamadeira. Não deu o cartão amarelo nesse lance, mas deu em outro posteriormente, repetindo a mesma entrada de Carpini em Mamadeira. Se tivesse dado no 1o lance… Carpini seria expulso no 2o! Ou, em outra hipótese, não faria a falta.

Aos 80 minutos, um lance bisonho: o jogador do Paulista foi cobrar o arremesso lateral, o árbitro indicou o local da cobrança e a bola foi recolocada um pouco a frente. A orientação é de que se tolere aproximadamente 2 metros para frente ou para trás, e foi dentro desse limite. Mas o árbitro marcou reversão… Ué, foram inúmeros outros laterais cobrados com muito maior distância e nenhum outro revertido?

Quase no apito final: Sandro Silva aos 90 minutos deu uma entrada fortíssima em Paulo Roberto, que poderia render o cartão vermelho. Nem falta foi marcada, o time do Guarani reclamou muito; imediata e sabiamente o treinador Roberval Davino substituiu o jogador, evitando que ele sofresse um revide.

Alguns acertos:

1- Quando os atletas perceberam certo vacilo do árbitro em marcações, tentaram simular faltas não marcadas. Foi bem o juizão em não cair nesse engodo.

2 – Acertou na não marcação do impedimento num bate-rebate fora da área onde Leandro Vicentim cabeceou para trás e armou o ataque para Watson. Como a bola foi recuada da defesa para o atacante adversário, não existe impedimento. Ali, houve correção do bandeira Sérgio Cardoso dos Santos em deixar seguir a jogada e o zagueiro do Paulista acabou levando Cartão Amarelo por reclamação.

No fiel da balança, os erros foram muito mais numerosos que os acertos. E uma curiosidade que pode dizer muito: no jogo contra o Independente (domingo), o Paulista cometeu 9 faltas e sofreu 29. Contra o Guarani (ontem), cometeu 9 (de novo) e sofreu 27. Para mim, isso mostra que os adversários estão cometendo faltas táticas em excesso (aquelas que matam o jogo e não deixam a partida fluir), além de que o Paulista está no ritmo do total fair play.

Por fim: é impossível não observar o detalhe da arbitragem do 1o gol do Guarani: – Rafael Caldeira, zagueiro campineiro de grande estatura que estava na grande área esperando a cobrança de escanteio a favor do seu time, reclamou com o árbitro que estava sendo agarrado, levantando suas mãos querendo demonstrar que sofria o agarrão mas não estava revidando. O juizão, antes de autorizar a cobrança, chamou a atenção do jogador do Paulista que o marcava. O marcador soltou o adversário, o escanteio foi cobrado e o zagueiro, totalmente livre de marcação, cabeceou para o gol! O árbitro não teve culpa, mas… o jogador jundiaiense o obedeceu ao pé-da-letra!

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– Ditadores da América do Sul estão acabando com o continente!

Chega a assustar a condição política e social dos nossos Hermanos:

1) Na Bolívia, Evo Morales vai para o 3o mandato e cada vez mais leva o país a uma condição pré-colonial, resgatando práticas tribais e costumes indígenas que, ao invés de serem lembrados como riqueza cultural, são incentivados nas relações do dia-a-dia – sejam comerciais ou de relacionamento. Uma verdadeira volta ao passado, sem desenvolvimento econômico nem tecnológico, deixando o vizinho país cada vez mais atrasado.

2) Na Argentina, Cristina Kirchner pinta e borda contra a imprensa, se faz de vítima, afunda economicamente a vida dos hermanos e ainda é acusada de ser mandante do assassinato do promotor que lhe pediria a prisão por acobertar crimes do Irã contra judeus locais.

3) Na Venezuela, Nicolas Maduro abriu guerra contra Supermercados e Farmácias, alegando que eles deixam faltar produtos para enervar a população contra o seu Governo a mando da oposição anti-bolivariana, criando carestia e filas! É muita cara de pau…

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– Ídolo deve agir como ídolo! O Dopping do Aranha

Anderson Silva (o Spider)é ídolo no MMA. Não é meu ídolo, pois não gosto de tais rotulações e nem tenho simpatia em esportes de luta. Mas é inegável que há milhões de simpatizantes e que ele se tornou um herói nacional.

Após sua grave contusão, lutou para voltar bem. Mas… foi flagrado com dois anabolizantes (drostanolona e androsterona) pelo antidoping na sua última luta.

Que feio… seria pressão emocional demais para a sua volta ou descontrole de quem não quer perder?

Pisou na bola! Sua carreira fica manchada com tal golpe.

Aliás, uma pergunta: se os organizadores do UFC sabiam do resultado positivo para o doping (os exames são anteriores à luta), por quê permite a realização do evento?
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– Obrigado, Natureza!

Sem o que comentar: E o amanhecer aqui na Região do Bairro Medeiros, em Jundiaí?

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– A Regra do Salário em Dia será cumprida?

O Futebol retoma suas atividades, e tanto o Paulistão (pela 3a vez) quanto o Brasileirão terão a “Regra do Salário em dia”. Ou seja, o Regulamento Geral das Competições prevê que o clube que não ter suas obrigações salariais cumpridas, pode perder pontos ou até ser excluído.

Alguém acredita que isso acontecerá? Sobre isso, duas coisas:

1- Será que todos os times estão com salários em dia? Eu duvido.

2A FPF ou a CBF, em seus torneios, terão coragem de tomar tal medida? Duvido-e-o-dó!

Estou para ver Flamengo ou Corinthians perderem pontos por salários atrasados. Medida demagógica e que não será aplicada. E, caso fosse, teriam peito de tirar pontos da maior parte dos clubes brasileiros, já que o incomum é ver jogador com salário em dia?

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– Até quando o ISIS fará essas barbaridades?

Meu Deus! Que horror as mortes promovidas pelos malucos radicais do Estado Islâmico (ISIS).

Até quando a comunidade internacional suportará suas ações?

Depois de decapitar e filmar suas vítimas a sangue frio, ostentando as cabeças de americanos, ingleses, franceses e até de japoneses como se fosse um troféu, esses terroristas resolveram prender as pessoas em jaulas e atear fogo nelas vivas!

Barbárie que não merece comentários. O filme do jordaniano morrendo vivo é uma das coisas mais vergonhosas que a humanidade pode ver.

Não tive coragem de ver o vídeo até o fim. Apenas publico a foto:
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– Bahia quer inovar com a camisa regata. Poderá jogar?

A torcida do “Bahêa” estava curiosa: o time jogaria com o inovador uniforme da Penalty para altas temperaturas ou não?

Calma: a tecnologia não era a respeito do tecido, mas do formato: regata!

Me recordo que a Puma fabricou algo assim para a Seleção de Camarões, mas não foi possível jogar com ele pois a Regra do Jogo diz que as camisas “devem ter mangas. Assim, a marca alemã improvisou: fabricou uma camisa normal, onde a cor verde desenhava uma regata e as mangas pretas se confundiam com os braços dos atletas negros africanos.

Portanto, o Bahia não poderá jogar oficialmente com seu uniforme sem mangas. A Penalty improvisará algo?

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– Deputado do Dólar na Cueca é o novo líder do Governo Dilma!!!

José Guimarães, do PT/CE, IRMÃO DE JOSÉ GENOÍNO (que está preso por corrupção) é o novo líder do Governo no Congresso Nacional.

Seus feitos?

bom relacionamento com importantes autoridades políticas?

O destaque dele é que seu assessor foi preso com dólares na cueca. Lembram daquele escândalo?

Pare o país, quero descer. Mas que coisa! A Dona Dilma está perdidinha…
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– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Paulista x Guarani

Márcio Roberto Soares, árbitro da cidade de Guarulhos, estudante, 35 anos, apitará Paulista x Guarani pela segunda rodada da série A2.

O árbitro começou sua carreira no ano 2000 e rapidamente chegou a série A1, quando o Cel Marinho criou o “Ranking dos Árbitros”. Entretanto, há muito tempo não apita um jogo da primeira divisão, tendo trabalhado como árbitro adicional assistente e quarto árbitro nas últimas temporadas.

Apesar de ter bastante experiência, ainda não se firmou na elite da arbitragem. Me parece estar tentando reconstruir a carreira. É um árbitro que deixa o jogo correr bastante e acompanha as jogadas de perto.

Sérgio Cardoso dos Santos, 38 anos, será o assistente 1. Adriana de Almeida Filho, 39 anos, a assistente 2. Ambos são Professores de Educação Física e com vasta experiência na série A2, não tendo trabalhado ainda na A1. Rafael Gomes será o 4o árbitro.

Sinceramente, não gostei da escala. Nada contra o árbitro, que está lutando pelo seu espaço ou pelos bandeiras que galgam jogos como esse, mas sim pela importância do jogo! Se compararmos que em outras partidas da A2 tivemos a escala de árbitros como Marcelo Rogério ou Philippe Lombard, bem experientes na A1 e tecnicamente melhores, penso que a FPF subestimou o jogo.

Independente disso tudo, torço para que o quarteto faça uma boa arbitragem!

Em tempo: Faleceu na última 2a feira Dalmo Gaspar. Dalmo, jundiaiense que jogou pelo Santos de Pelé e marcou o gol decisivo do Bicampeonato Mundial de 62, foi também comentarista da Rádio Difusora AM e curiosamente jogou pelo Paulista e pelo Guarani, que se enfrentam nesta 4a feira. Será que a diretoria dos dois clubes estão combinando alguma homenagem?

Acompanhe o jogo ao vivo pela Difusora JP Sat AM810, com o time forte do esporte sob o comando de Adilson Freddo. Narração de Marcelo Tadeu, comentários de Robinson Berró Machado e Heitor Freddo, reportagens de Luís Antonio “Cobrinha” de Oliveira, análise da arbitragem de Rafael Porcari.

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– A Febre dos Los Paleteros vencerá o inverno?

Estão na moda os sorvetes mexicanos. Algumas empresas criaram o conceito de picolés grandões de temática mexicana e estão ganhando mercado. Talvez a principal seja a “Los Paleteros”, a base de leite condensado e cujo preço da franquia é de R$ 300.000,00!

A questão é: venderá a mesma coisa no inverno? Afinal, sorveteira é um dos empreendimentos que mais sofrem com sazonalidade. E no caso de sorveteria temática, mais ainda!
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– A Discussão da Mudança de 3 Regras do Futebol acontecerá em breve!

A Assembléia Geral da IFAB (a International Board, a “dona” das Regras do Futebol), que acontecerá no final deste mês na Irlanda, já enumerou 3 discussões:

1) Proposta da FIFA de uma 4a substituição em jogos que existirem prorrogação;

2) Proposta da Escócia e Inglaterra que permite que um jogador substituído possa retornar ao campo de jogo;

3) Proposta da UEFA que sugere a não-expulsão de um jogador que comete uma falta na grande área, pois a entidade reclama que em lances de pênalti com a aplicação de cartão vermelho existe o chamado “Triplo Castigo”. Ou seja: falta na área vira penalidade máxima (castigo 1); o jogador recebe cartão vermelho e está automaticamente suspenso de um próximo jogo (castigo 2); e, logicamente, tem que abandonar a partida (castigo 3).

Haverá ainda um aprofundamento em debates sobre o uso da tecnologia permitindo replays a fim de ajudar aos árbitros, assim como a permissão do “desafio”, quando treinadores ou capitães poderiam pedir a revisão de tomada de decisão do árbitro – mas aqui só ocorrerão discussões, pois previamente se acertou que não haverá mudança a partir dessa assembléia.

Nenhuma proposta da Conmebol será discutida, tampouco de algum país sulamericano (pois elas não ocorreram).

A falta de idéias é proporcional à falta da boa qualidade de futebol jogado por aqui ultimamente?

O que você acha dessas ideias? Deixe seu comentário:
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– O Aumento do Percentual de Álcool na Gasolina foi confirmado!

Não é mentira: o Álcool, que subiu quase R$ 0,20 na bomba nos últimos dias (devido a entressafra, a baixa produtividade e o alto consumo), aumentará a sua proporção na formulação da Gasolina!

Pois é. Era 20%, aumentou para 25% e a partir de 15 de fevereiro será 27% a quantidade de Álcool na Gasolina.

Portanto, o motorista que usa Gasolina sentirá que seu carro terá menor autonomia, já que não renderá tanto como antes (afinal, a Gasolina Brasileira é cada vez menos “Gasolina Pura”). Já o motorista que usa Álcool sentirá no bolso outro aumento, pois se precisará de mais Álcool para atender a mistura da Gasolina nas distribuidoras e o produto tenderá a ter a oferta diminuída.

Lembrando que não vale acreditar que não acontecerá nada a quem tem carro flex, pois se ele usa Gasolina, sentirá o efeito da mudança também: afinal, o álcool das bombas é o Álcool Etílico (Etanol) e o da mistura é o Álcool Anidro.
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– Análise da Arbitragem de Independente 1 x 0 Paulista

E o Galo Jundiaiense começou a série A2 com derrota. Mas algumas peculiaridades devem ser discutidas – em especial, sobre a arbitragem.

Me chamou muito a atenção a atuação do árbitro Paulo Sérgio dos Santos. Jovem, com alguma experiência na A2 e tentando chegar à série A1, o árbitro tinha uma boa oportunidade de mostrar serviço na Rua Javari (sim, o jogo foi remanejado da cidade de Limeira para o bairro da Moóca).

Já havíamos previsto um jogo faltoso devido as dimensões do gramado. É muito complicado apitar lá devido ao excesso de contato físico, e com a garoa que surgiu durante os 90 minutos… Mas, para quem quer se destacar, todo jogo é decisão e o juizão deve entrar com a faca entre os dentes.

Em 5 minutos de jogo, ocorreram 5 faltas. Só que 3 delas “por excesso de precaução”, pois foram disputas de bola mais fortes; entretanto, não faltosas. Aí o árbitro tentou soltar um pouco mais o jogo, e aí quase perde “a mão da partida”, pois faltas viris aconteceram (em especial praticadas pelo Independente que possui jogadores mais fortes e duros na marcação). Nessa mudança de estilo, a disputa ficou feia e a partida caiu muito em qualidade. Por volta dos 30 minutos o árbitro conseguiu a dosagem certa em marcar faltas reais e não marcar faltas por lances de disputa forte da posse de bola. Aí ele engrenou.

A atuação do árbitro, em que pese a dificuldade do primeiro tempo, foi razoável. No começo do segundo tempo os jogadores “ajudaram” o juiz e o jogo fluiu melhor, sendo que o árbitro chegou até a aplicar algumas vantagens em lances de faltas não marcadas. E aí que ele se complicou de novo: os jogadores do Independente passaram a abusar das faltas técnicas, aquelas que minam a partida e param o adversário. Porém, a culpa aqui é do árbitro e dos próprios jogadores do Paulista. Explico:

1) Do árbitro, em não saber coibir o claro anti-jogo, além da cera do goleiro Marcelo Bonam, que demorava uma eternidade para as cobranças de tiro de meta;

2) Dos jogadores do Paulista, em não “se imporem”. Entenda: Mamadeira levou 8 faltas na partida, sendo que Tiago Índio fez mais da metade delas. Não vi, em momento algum, jogadores do Tricolor da Terra da Uva usando de malícia (a boa malícia) e encararem seus oponentes. Se o árbitro não está coibindo a contento, onde está a figura do capitão ou de algum jogador mais experiente em questionar o árbitro ou intimidar o infrator? No futebol, se um time demonstra que “deixa bater”, apanha o jogo inteiro!

Os números mostraram isso: foram 29 faltas praticadas pelo Independente (resultando em 4 amarelos ) e 9 do Paulista (2 Amarelos). Repito: 29×9, fora as não marcadas e que viraram vantagens.

Me recordo que em todas as partidas da série A1 em 2014, as estatísticas das nossas análises de arbitragens mostraram que o Paulista (como mandante ou visitante) sempre foi menos faltoso que o adversário.

Claro, não estou defendendo o jogo faltoso, mas é impossível não observar: um time que sofre sempre mais faltas não seria um time apático demais?

Por fim, preciso fazer o destaque: o Paulista tem duas grandes virtudes (na visão de quem apita futebol) que mostram que o treinador Roberval Davino tem noção de detalhes de Regra e treinou algumas jogadas com base neles:

1) Sempre há A COBRANÇA RÁPIDA DE FALTAS! Sabendo que não há necessidade de esperar o apito do árbitro (a não ser que o time que sofra a falta exija a distância de 9,15 ou que o árbitro queira a entrada de um médico por culpa um jogador lesionado), o Paulista em todos os lances agilizou o jogo e em vários momentos pegou o Independente despreparado. Porém, essas cobranças rápidas não resultaram em gol devido a má qualidade nas finalizações. Em determinado momento do segundo tempo, numa dessas faltas, houve uma triangulação muito boa: Mamadeira tocou a bola “redondamente” para Emerson, que a devolveu… quadrada! A observação é que, na ansiedade de cobrá-las rapidamente, por 3 oportunidades o time as fez com a bola rolando e o árbitro mandou corretamente voltar a cobrança.

2) Em duas cobranças de faltas próximas à Grande Área, uma jogada ensaiada interessantíssima e que merece todos os aplausos: 3 jogadores atacantes do Paulista ficam na pequena área, completamente impedidos. Quando o cobrador vai chutar a bola (e antes do toque, pois é partir dele que se avalia o impedimento), ESSES 3 ATACANTES CORREM PARA A LINHA DOS ZAGUEIROS E OUTROS 3 JOGADORES DO PAULISTA QUE ESTAVAM NO “BOLOLÔ” SE ADIANTAM! Espetacular, pois o adversário não sabe se marca o jogador que outrora estava em impedimento e não está mais, ou se marca aqueles que de trás se adiantaram para o domínio de bola! Mas faço um lembrete: deve-se treinar muito o sincronismo dessa corrida, pois corre-se o risco da bola ser tocada antes da volta de quem estava impedido e aí, caso dominem a bola, estarão realmente impedidos. Se o toque na bola for no momento exato da volta, todos estarão em posição legal. Me parece, ainda, que o intuito é confundir a zaga e fazer com que quem venha de trás, teoricamente, de frente para o gol e com condições de dominar melhor a bola, possa ter a posse de bola mais rápida do que quem está voltando e está de costas para o gol. O risco dessa jogada é: se o bandeira entender que tal lance configurou o impedimento “por interferir contra um adversário”, ou seja, mesmo que a bola não vá para ele, confundiu os zagueiros se não voltar a tempo e acaba participando indiretamente do lance.

Bem trabalhada, essa jogada pode ser fatal!

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– A “Graciosidade” e “Força” de Graça Foster

É impressionante a crise que se encontra a Petrobrás. O altíssimo valor dos combustíveis e os reajustes assustadores desagradam a população. Sem contar, logicamente, com o principal problema: a corrupção!

Me admiro pelo fato da presidente da Petrobrás, Graça Foster, estar tanto tempo no cargo, ser questionada do jeito que está sendo, e ainda perdurar!

Já imaginou entrar dentro da mente da executiva e descobrir o que ela sabe?

Noooooooossa… segredos cabeludos que parariam o país, certamente!

O mais engraçado é: ela se assume responsável em alguns momentos e em outros dá a entender que nada sabia. Contraditório?

Aguardemos. Acho que ela continuará a frente da Petrobrás até quando Dilma terminar o seu mandato.
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– O 3 é a prova do Paulistão sem empolgação!

Jogos fracos tecnicamente. Adversários frágeis. Pequenos se apequenando cada vez mais.

Sem polêmicas dentro de campo, começou o Campeonato Paulista em suas 3 divisões, com vários clubes jogando em outras praças devido a interdição de estádios.

Mas o tom do campeonato será ditado pela facilidade dos times grandes da capital frente aos clubes do interior?

Esqueça o mando de jogo e veja os placares:

Palmeiras 3 x 1 Audax

Corinthians 3 x 0 Marília

São Paulo 3 x 1 Penapolense

Santos 3 x 0 Ituano

Parece que o Estadual não empolgará. Pior: as “remarcações” de partidas chamam a atenção. Vide a praça esportiva que mais jogos teve nessa abertura de certame: A RUA JAVARI!

Pois é, o simpático gramado da Moóca recebeu 3 jogos profissionais (da A3 e da A2), sob chuva e sob sol em 24 horas!

Nacional 0 x 1 Barueri – 16h do sábado

Juventus 3 x 0 Osasco – 10h do domingo

Independente de Limeira 1 x 0 Paulista de Jundiaí – 16h do domingo.

E imaginar que com tanta Arena importante, quem realmente quebra o galho da FPF é a do pequenino Juventus…
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– Renan Calheiros Interminável

E o Senado será presidido pela 4a vez por Renan Calheiros.

Há quantos anos vemos o nome dele envolvido em escândalos, falcatruas e desfalques? Desde as viagens custeadas país afora para seu implante capilar (bancadas por nós, contribuintes) até o pagamento de pensão à sua filha com dinheiro de lobbystas, Renan já esteve no foco das mais cabeludas picaretagens do Brasil.

Pelo jeito, o povo não sabe votar e não quer mudanças. Ou, creio eu, nem se importa com a corrupção.

Em um lugar sério, seria inaceitável um homem desses estar na política; quanto mais em um cargo de tal importância.
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– O Novo Neymar é Bem Melhor!

Eu era um dos críticos do comportamento do garoto santista Neymar. Eu e muitas outras pessoas!

Reforço: crítico do COMPORTAMENTO, nunca da qualidade do futebol dele. Afinal, não sou maluco.

A verdade é que a então jovem promessa do Santos era um menino diferenciado com a bola nos pés, mas ainda irresponsável.

Lembram do desnecessário chapéu no zagueiro Chicão, na Vila Belmiro, com a bola parada e após a marcação de uma falta? Ali ficou a dúvida: deboche de um moleque malandro ou ingenuidade de um jovem em início de carreira?

A verdade é que o Neymar do Barcelona-ESP é diferente do Neymar do Santos FC. Quando subiu para o profissional, abusava das simulações de falta. Caia mais do que o normal, se jogava descaradamente e, utilizando-se do seu dom nato da qualidade técnica, perdia-se na ousadia com a ironia. Prova disso foi o emblemático gesto do árbitro americano no amistoso de inauguração da Red Bull Arena em New Jersey, onde o Santos fez um amistoso e após uma das inúmeras simulações o juizão apontou o dedo ao santista e sinalizou que não marcaria mais faltas nele! Pudera, era difícil saber o que era “falta real” ou “falta virtual”.

Conforme foi amadurecendo, Neymar foi aprendendo. Dois treinadores devem receber os aplausos: Muricy, que o ajudou com muita orientação; e Renê Simões, quando treinador-adversário que declarou em 2010 após um jogo contra o Atlético Goianiense na Vila Belmiro:

Em nome dessa arte de jogar futebol, da qual eu sou partidário, estamos criando um monstro. Temos que fazer um dossiê pelo número de vezes que ele se joga. A televisão tem que mostrar. O que esse rapaz tem feito é inaceitável. Algo precisa ser feito, Neymar tem de ser educado logo. Desse jeito, ele vai virar um monstro. Fui ao Dorival dizer que estava certo ao repreendê-lo. Neymar, hoje, não é um homem, nem um grande jogador, É UM PROJETO DISSO TUDO. Fiquei decepcionado com o futebol dele depois desse episódio. Torno a pedir educação a ele, por parte dos árbitros e do clube.

Felizmente, para o bem do futebol brasileiro, Neymar passou de “projeto” para REALIDADE e se reeducou.

Hoje, cai muito menos, provoca o adversário jogando muita bola (e não debochando com lindos dribles de malabarista “para o lado”), dá excelentes entrevistas falando muito bem, e, apesar da pouca idade, já arrisca ser líder da Seleção Brasileira e do próprio Barcelona.

Claro, o staff que ele tem deve ser responsável por isso também. É inegável que o ótimo gerenciamento da sua carreira (até mesmo em episódios delicados, como o caso de assumir o seu filho com uma moça menor de idade e se mostrar um ótimo “pai solteiro”) tem o ajudado muito.

Nesta última semana, sua brilhante atuação diante do Atlético de Madrid e as discussões nas quais o atleta se envolveu suscitaram um curioso debate: jornalistas espanhóis questionaram o seu treinador, Luiz Henrique, se o futebol ofensivo de Neymar era provocativo. E a resposta foi interessante:

É preciso ver o perfil dos jogadores e a nacionalidade deles. Os brasileiros veem o futebol como algo para jogar se divertindo. A Espanha é um país curioso, onde ofende mais um drible do que quatro ou cinco entradas fortes. Somos assim. Tire o futebol, o samba e outra coisa de um brasileiro que já não será mais brasileiro. Eles têm outra maneira de entender o jogo. Que Neymar siga desfrutando dessa alegria e nos faça desfrutar dela”.

Gostei. As botinadas – essas reais – que esse Neymar mais “low profile” está levando não estão sendo discutidas, mas sim o jogo de bela plástica!

Que os árbitros espanhóis (fracos tecnicamente) preservem o garoto. Afinal, ele é a esperança brasileira (ao menos, ele é a maior certeza) para a formação do escrete canarinho visando a Copa da Rússia em 2018.
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– Desafio Parte 2: não estou refugando!

Lembram do meu desafio, intimado pela minha filhota, em só cortar o cabelo quando emagrecesse e melhorasse o joelho?

(Em: https://professorrafaelporcari.com/2014/12/13/desafio/) 

Pois é… a coisa tá tão feia que ela ofereceu a desistência, pois segundo a Marininha estou ficando muito “horroroso”…

Que fase! Mas um buraco da cinta já foi embora! Tomara que os outros também sejam vencidos. Caso contrário, tropeçarei na minha cabeleira! rsrs

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– Ocidentalização até dos Animais na China

A China está se tornando moderninha mesmo, não? Lá, há uma lei que cobra impostos para quem tem mais de um filho, visando evitar a superpopulação (apesar que se arroxou recentemente para dois). Essa mesma lei foi adaptada; além do incentivo ao filho único, haverá a do ‘cachorro único’.

Inusitado, não? Explico: como a carne de cachorro era costumeiramente consumida, e a nova classe média chinesa está tendo hábitos cada vez mais ocidentalizados, o governo local resolveu limitar a posse para 1 cachorro de até 35 cm por família. Antes, havia muitos cachorros, mas não para a criação doméstica, mas sim pelo abate! Com um único bichinho, incentiva-se não matá-lo.

Novos tempos.

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– Análise Pré-Jogo para Independente x Paulista, A2

Paulo Sérgio dos Santos (agente de segurança, natural de Andradina/SP, 10 anos de carreira), apitará a estréia do Paulista contra o Independente de Limeira na Rua Javari, pela Série A2.

Boa ou má escala?

Boa. Pelo que vi do árbitro na Copa SP (ele atuou em 2 jogos), seu estilo de arbitragem é prudente, parando as jogadas mais fortes (lembremo-nos que na Copa Paulista, em Limeira, o Galo Jundiaiense sofreu com as entradas mais fortes do Galo Limeirense). Isso indica que o juizão vai procurar segurar o jogo no quesito violência e estará atento as jogadas de contato físico mais ríspidas. Como a partida é na Rua Javari (de dimensões pequenas), recomendo ao treinador Roberval Davino: treine jogadas aéreas e cobranças de falta, pois certamente teremos muitos tiros livres marcados e a bola chegará mais ao gol pelo alto, já que a tendência de disputa truncada e o estilo do árbitro não permitirão o jogo pelo chão. E um recado: evite reclamações, pois o árbitro não gosta disso e, até pela sua formação rigorosa, deverá punir com cartão amarelo qualquer manifestação.

Para Paulo Sérgio, o jogo é muito importante para alcançar uma chance na série A1. Nos últimos anos, apitou 6 jogos da série A2 e também já atuou no Futsal. Em jogos do Tricolor de Jundiaí, trabalhou como Árbitro Adicional no jogo entre Oeste de Itápolis x Paulista, sendo discreto na partida. Portanto, para 2015 tem que entrar focado, determinado e mostrar serviço para conseguir impressionar a Comissão de Arbitragem.

Boa sorte ao Árbitro. Desejo sucesso a ele nessa oportunidade, sabendo que possui condições de galgar vôos mais altos.

Acompanhe o jogo ao vivo pela Difusora JP Sat AM810, com o time forte do esporte sob o comando de Adilson Freddo. Narração de Rafael Mainini, comentários de Robinson Berró Machado e Heitor Freddo, análise da arbitragem de Rafael Porcari. O jogo será às 16h, mas a jornada esportiva começa logo às 15h.

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– 5 candidatos declarados de oposição à presidência da FIFA?

Pois é, nessa semana alcançamos o número de 5 presidenciáveis oposicionistas à sucessão de Blatter como presidente da FIFA (além dele próprio). São eles:

Luiz Figo, português, ex-jogador;

Michael Van Praag, holandês, presidente da Federação Holandesa;

Jerome Champagne, francês , diplomata e ex-dirigente da FIFA;

Ali Bin Al Hussein, jordaniano, príncipe e representante da FIFA para a Ásia;

David Ginola, francês, ex-jogador.

E aí: dá para acreditarmos em boas perspectivas para o futebol com esses nomes?
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A Bilionária Apple!

A Apple divulgou seu balanço: a empresa tem em seu caixa US$ 178 bi!

Dá para comprar a GM + Ford + Tesla, e ainda sobrará 40 bi no caixa.

Uau… o valor da empresa no mercado é de 640.000.000.000,00 de dólares.

Não precisa escrever mais nada depois disso…

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– Abasteçam o seu carro urgentemente!

Hoje divulgou-se que o balanço não auditado da Petrobrás mostrou Lucro Líquido de 3 bilhões. Claro, não está incluído o custo-corrupção, o que “arrebentaria” as contas da empresa.

Como o mercado sabe que só se cobrirá o déficit da verdadeira conta (aquela que contabiliza o roubo bilionário saqueado há anos) com aumento de combustíveis, todos estão ansiosos para saber quando e como ele acontecerá.

A verdade é que: para equilibrar as contas, necessita–se de 13 bilhões de reais. Então, no próximo dia 01 de fevereiro haverá o aumento do PIS e da COFINS na Gasolina e no Diesel. E em até aproximadamente 60 dias, o da CIDE.

Portanto, atenção: SERÃO 2 AUMENTOS! Isso deve impactar, ao final, em R$ 0,25 a R$ 0,28 na Gasolina e R$ 0,15 a R$ 0,18 no Diesel.

Lembrando: nos últimos dias, com o aumento do consumo de Etanol e a baixa produção, o produto JÁ AUMENTOU ENTRE R$ 0,15 a R$ 0,20.

O cenário, infelizmente, é ruim!

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– Chelsea x Liverpool não teve pênalti de queimada!

Semi-Final da Copa da Liga Inglesa: Chelsea x Liverpool fizeram um jogão!

Mas o lance didático da arbitragem que me chamou a atenção- 4 minutos de jogo, Diego Costa toca a bola para Willian, que a chuta dividindo o lance com Lucas Leiva. Espirrada, a bola bate no braço do volante do Liverpool que tentaria um carrinho.

Diego Costa reclama de mão na bola. Os demais companheiros que estavam próximos timidamente se manifestam. Mourinho alega que há um complô contra ele e o Chelsea!

Como os lances de times ingleses não são disponíveis tão facilmente na Internet por culpa dos direitos de exibição, não tenho a imagem. Mas sabem aquela subjetividade do lance, aquela “intenção disfarçada” que no Brasil se tornou por algum tempo “pênalti de queimada” (bateu, marcou)?

Pois é. Foi desse jeito. Sem intenção alguma a bola bateu, mas quem reclamou foi, curiosamente, um brasileiro artilheiro que gosta de marcar gols e um treinador português que reclama da própria sombra.

Para o árbitro inglês e demais jogadores, sem polêmica alguma. Mas se o jogo fosse pelo Brasileirão… pênalti!
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– Bairro que Cresce! Até Cometa aqui?

Olha que notícia bacana a nós, moradores do Bairro Medeiros: desde o começo da semana, a Viação Cometa passou operar a linha Jundiaí (partindo do Bairro Medeiros) a São Paulo (Barra Funda e Tietê).

Estamos crescendo, hein?

Segundo a empresa, o Ponto Inicial é defronte ao Depósito de Materiais de Construção Porcari (no bolsão de e

stacionamento ao lado do Posto Harmonia), passando no Parque Eloy Chaves (vizinho ao Terminal Municipal, próximo ao Coopercica) e de lá direto a São Paulo.

São 3 horários: ida entre 05h50 e 07h00 e a volta entre 16h50 e 18h00 (horários a confirmar pela empresa, escrevo aqui quando os tiver com exatidão).

Valor da passagem: R$ 11,80!

O bairro está crescendo! Mas para chamarmos crescimento de progresso, ainda falta melhorar a segurança daqui, aumentar as vagas na escola, controlar o sem número de empreendimentos…

bomba.jpg ATUALIZAÇÃO: Pessoal, o motorista da Cometa passou esses horários da folha (na figura). Os 5 primeiros horários partem do Medeiros (daqui saem 06h00, 06h15, 06h30, 06h45 e 07h00). Os 5 últimos que saem de SP terminam a linha aqui no bairro também. Os demais horários partem do Aeroporto e passam pelo Eloy Chaves. Os horários grifados são para o Terminal da Barra Funda e os não grifados para o Terminal Tietê. (Ops: tomara que, clicando na figura, dê para visualizar melhor). A partir de março, experimentalmente, sairá um horário as 4h30, que partirá pela Avenida Reynaldo Porcari, Rodovia Hermenegildo Tonoli, Terminal Urbano do Eloy Chaves, Aeroporto e Terminal Tietê – atualmente, eles passam 1o no Aeroporto e depois no Terminal Urbano do Eloy). bomba.jpg

ATUALIZADO EM 27/05 – ACABOU A LINHA DO MEDEIROS : https://professorrafaelporcari.com/2015/05/27/a-cometa-abandonou-o-medeiros/

– Viva São Tomás de Aquino

Hoje é dia de um grande santo e filósofo: São Tomás de Aquino.

É dele a idéia de que:

O homem é corpo e alma inteligente, incorpórea (ou imaterial), e se encontra, no universo, entre os anjos e os animais. Princípio vital, a alma é o ato do corpo organizado que tem a vida em potência.

Extraído do Uol Biografias

ORAÇÃO DE SÃO TOMÁS DE AQUINO

Criador inefável,
Tu que és a fonte verdadeira da luz e da ciência,
derrama sobre as trevas da minha inteligência um raio da tua claridade.

Dá-me inteligência para compreender,
memória para reter,
facilidade para aprender,
subtileza para interpretar,
e graça abundante para falar.

Meu Deus,
semeia em mim a semente da tua bondade.
Faz-me pobre sem ser miserável,
humilde sem fingimento,
alegre sem superficialidade,
sincero sem hipocrisia;
que faça o bem sem presunção,
que corrija o próximo sem arrogância,
que admita a sua correção sem soberba,
que a minha palavra e a minha vida sejam coerentes.

Concede-me, Verdade das verdades,
inteligência para conhecer-te,
diligência para te procurar,
sabedoria para te encontrar,
uma boa conduta para te agradar,
confiança para esperar em ti,
constância para fazer a tua vontade.

Orienta, meu Deus, a minha vida,
concede-me saber o que tu pedes
e ajuda-me a realizá-lo,
para o meu próprio bem
e de todos os meus irmãos.
Amém.

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– Até quando se modificará nome de time?

A Globo não aceita, de jeito algum, o tal de “Marketing de Emboscada”. Ou seja: citar nome ou filmar anúncio de empresa que não é sua parceira.

Exemplos?

Às vésperas da Copa de 1994, a Bhrama patrocinava o futebol da emissora. Em um dos amistosos da Seleção Brasileira, a Kaiser resolveu comprar todas as placas publicitárias em um jogo do Canadá. Lembram-se dessa partida? Foi transmitida grande parte com o lateral esquerdo sendo filmado da cintura para baixo, cortando o atleta para não parecer a marca da cervejaria concorrente nas placas em volta do gramado.

Quando o Paulista de Jundiaí foi arrendado pela Parmalat, a empresa colocou uma das suas marcas no nome do time: Etti Jundiaí! Claro, para a Globo virou Jundiaí FC…

E o Pão de Açúcar? Quando Abílio Diniz resolveu investir no futebol e começou a fazer sucesso, em especial nas categorias de base, qualquer menção ao clube (em especial na Sportv durante a Copa SP de anos atrás), referia-se ao time como PAEC (paéqui).

Neste último domingo, seguindo a lógica da Fórmula 1 onde a equipe Red Bull Racing se transforma em “RBR”, no jogo amistoso entre Palmeiras x Red Bull o time virou “RB Brasil”!

Se não bastasse isso, mudaram o distintivo do time sem o nome da empresa de energéticos que é dona do time. Aí a Globo se superou…

Sem contar que ela não costuma citar estádios com Namings Rights: Arena Itaipava? Allianz Parque? Esqueça!

Será que se a Red Bull comprasse uma cota do Paulistão ela mencionaria o nome?

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– 20 anos para o País Enriquecer de fato?

Olhem que interessante matéria de Exame.com, por Nicholas Vital: o prazo para sermos uma nação desenvolvida seria de 20 anos!

Extraído de: http://exame.abril.com.br/revista-exame/edicoes/0980/noticias/vinte-anos-para-ficar-rico

20 ANOS PARA O BRASIL FICAR RICO

Está em curso um fenômeno novo para o país: o amadurecimento em massa da população. Mas é preciso correr, pois a janela de oportunidades tem data para fechar

Ronaldos e Giseles à parte, a maioria dos mortais segue um roteiro de vida semelhante. Primeiro experimentamos as delícias da infância e da adolescência. Depois, chega a hora de começar a trabalhar, um momento marcado por muito esforço e pouco dinheiro. Com o tempo, as oportunidades vão surgindo e o desafio é conseguir garantir um descanso tranquilo no período final. E assim passamos de geração em geração. Também os países seguem uma trajetória semelhante, com graus diferentes de sucesso. Numa fase inicial, nações jovens têm uma fatia grande da população abaixo da idade de trabalho. Com o tempo, as crianças crescem e começam a trabalhar. É um período ideal para aproveitar o impulso e crescer. Depois vem a fase do envelhecimento, em que o ímpeto econômico se esvaece. Se tudo der certo nesse caminho, haverá, então, riqueza suficiente para financiar o sossego dos idosos.

O Brasil já foi uma nação jovem. E seremos, no futuro, um país velho. A boa notícia é que estamos — agora — no auge do período produtivo. Encontra-se em curso um fenômeno demográfico e social novo para o país: o amadurecimento em massa da população. O crescimento populacional vertiginoso ficou para trás. Após crescer geometricamente por dois séculos, o número de brasileiros aumenta cada vez menos e não deve ultrapassar a marca de 220 milhões. Ao mesmo tempo, com expectativa de vida de 73 anos, o país tem hoje dois terços da população entre 15 e 64 anos — a faixa etária considerada economicamente mais produtiva. A proporção dos que estão em idade de produzir vai continuar a crescer até 2022, quando atingirá um pico de 71%. A previsão é que nessa data o número de brasileiros em idade ativa passe dos atuais 130 milhões para 147 milhões. As chances de negócios abertas por essa transformação silenciosa são enormes. “Se em dez anos não abrirmos 100 milhões de novas contas, é porque algo deu errado”, diz Luiz Carlos Trabuco Cappi, presidente do Bradesco. Segundo estimativa da Federação Brasileira de Bancos, o número de agências bancárias no país deve crescer 50% na próxima década, o que significa a criação de cerca de 150 000 postos de trabalho. O crescimento no setor bancário é apenas um exemplo do salto esperado em inúmeros mercados na próxima década.

“Essa é uma chance única na história de qualquer país”, disse a EXAME Ronald Lee, diretor do departamento de demografia e economia da Universidade de Berkeley e membro da Comissão Americana para Estudos do Envelhecimento. A chance a que Lee se refere é batizada pelos especialistas de bônus demográfico — a fase com o máximo possível de gente trabalhando. Uma projeção realizada pelos professores Cássio Turra e Bernardo Queiroz, da Universidade Federal de Minas Gerais, mostra que o Brasil tem um potencial de crescimento de 2,5% ao ano gerado exclusivamente pelo bônus demográfico. Outra conta, feita por Marcelo Neri, pesquisador do Centro de Políticas Sociais da Fundação Getulio Vargas, sugere um aumento de até 2,7% ao ano na renda média dos brasileiros em função do bônus e do aumento da escolaridade, iniciado nos anos 90. No cenário elaborado por Turra e Queiroz, o Brasil, se crescer apenas à média anual de 2,5% propiciada pelo bônus demográfi co, chegará a 2030 com um produto interno bruto de 3,3 trilhões de dólares, 50% maior que o atual. Mas o país tem crescido mais que isso — e os economistas avaliam que será possível manter um ritmo de 4,5%. Isso elevaria, no mesmo prazo, o PIB para 4,8 trilhões de dólares, o sufi ciente para alcançar um padrão de renda equivalente ao que Portugal tem atualmente. Numa hipótese mais otimista, de o bônus ser aproveitado para impulsionar reformas mais profundas, em duas décadas o Brasil atingiria o nível de renda per capita atual da Espanha e teria um PIB de 7 trilhões de dólares. “Os brasileiros estão diante de uma oportunidade de ouro, mas ela é temporária. Após duas décadas, o envelhecimento da população inverterá a curva e fará a proporção de inativos subir. Por isso, para tirar o máximo proveito até lá, o Brasil deve investir fortemente nas novas gerações, em especial provendo boa educação básica”, diz Lee. O recado é claro: temos mais 20 anos para fazer a lição de casa, modernizando a economia e melhorando a qualidade da educação, e, assim, nos tornar uma nação rica. Caso contrário, estaremos no pior dos mundos. Corremos o risco de envelhecer sem ter conseguido integrar o clube dos desenvolvidos — e aí será muito mais difícil chegar lá.

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– Relembrando quando um grande que caiu para a 2a divisão estadual! Ou não?

Quando se senta em “mesa de bar”, torcedores adoram sacanear uns aos outros. “Cornetar o adversário” é algo divertido para muitos! E com o advento da Internet, ficou mais fácil ampliar o número de debatedores e/ou gozadores. Claro: pela quantidade, cai a qualidade e surgem os “trolls” – os chatos que tumultuam uma boa discussão.

Escrevo isso às vésperas do início da série A2 do Campeonato Paulista, competição que o meu querido time do coração, o Paulista FC da minha Jundiaí, disputará a fim de retornar à elite paulista.

E qual o motivo desse texto?

É que me recordo que, certa feita, quando o Paulista esteve na divisão que antecedia a principal divisão estadual de São Paulo (foi em 1990), Eduardo José Farah remodelou os torneios a fim de modificar as divisões do Futebol Paulista visando a temporada de 1991 (o Galo parou na A3, a duas divisões da elite).

Na época, previa-se que a inchada Primeira Divisão de 90 (com 24 clubes) fosse fundida com a Divisão Especial (que era a de acesso). Assim, DAS DUAS DIVISÕES SURGIRIAM OUTRAS 3 MAIS ENXUTAS PARA 1991: A1, A2 e A3. No discurso, não existiria rebaixamento naquele ano, mas “readequação”, já que até hoje os torneios são chamados de “1a divisão módulo A1, 1a divisão módulo A2 e 1a divisão módulo A3; a série B é chamada de 2a divisão módulo único. Entretanto, na prática, são 4 divisões atualmente.

O São Paulo FC ficou de fora dos 14 melhores colocados que formariam a A1 de 1991 e jogou na A2 (o Paulista de Jundiaí, a uma divisão da elite, foi “reclassificado para a 1a divisão, módulo A3”) mas um adendo ao confuso regulamento previa que, no mesmo ano de 1991, os 5 melhores da A1 e os 3 melhores da A2 se cruzariam e disputariam o título – conquistado pelo próprio São Paulo.

Naquela época, muitos noticiaram que o São Paulo caiu em 1990 para a segunda divisão do estadual. O próprio Telê Santana, em entrevista ao Roda Viva, conta que ”apesar de ter jogado a 2a divisão em 1991 conseguiu ser campeão e reerguer o time” (veja em: http://is.gd/nx5aub). Jornais daquele ano noticiaram o fato (abaixo).

Aí ficaremos com a eterna discussão: o São Paulo caiu para a segunda divisão?

Alguns dirão que SIM, já que disputou a A2 e foi campeão paulista no mesmo ano por um regulamento esdrúxulo. Outros dirão que NÃO caiu pois não havia rebaixamento oficial e a fórmula previa tudo isso.

E você, o que acha? Caiu ou não caiu?

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– O Zero poderá valer mais do que o 45 no Paulistão?

O Campeonato Paulista 2015 começará neste próximo final de semana. Já falamos muitas coisas sobre o torneio, mas há algo a se discutir: quem foi o gênio que criou tal fórmula de disputa?

Reparem o seguinte: como as equipes de um mesmo grupo não se enfrentam, podem “zerar” no torneio. Ou seja: os 5 times poderão encerrar a competição com nenhum ponto dentro da mesma chave. É utópico, mas possível.

A ironia é: o clube com zero pontos que tiver sofrido menos gol desse grupo se classifica para as semifinais, já que o melhor de cada chave assegura classificação. Só que os 4 piores do campeonato (não é o pior de cada grupo) são rebaixados. Portanto, o clube campeão pode ter a mesma pontuação do rebaixado! E um clube com 45 pontos pode ficar de fora da fase 2, de acordo com essa lógica.

Coisa de louco!

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– Palmeiras 3 x 2 Red Bull e o Gol Mal Anulado

Estar lutando pelo empate e no último minuto ver o gol legal ser anulado dói, não?

Wilson Júnior deve ter sentido essa dor. Eis que no final da partida amistosa no Allianz Parque, o jogador do time-empresa “caçula da série A1” sofre uma falta do zagueiro do Palmeiras, rapidamente se levanta e fica com a posse de bola, cruzando para Edmilson marcar o gol de empate, 3o do Red Bull no jogo.

Porém… Regildênia Moura, a árbitra da partida, se equivoca e não aplica a lei da vantagem, marcando a falta e anulando o gol.

Lembre-se: posse de bola não significa vantagem; você precisa avaliar uma série de circunstâncias:

1) local da infração (se está na defesa, um zagueiro não prefere vantagem; ou no bico da grande área, se a equipe tiver um bom batedor de faltas, preferirá que se dê a falta);

2) onde ficou a bola (em que posição o jogador que dominará a bola está: entre diversos marcadores ou sozinho?),

3) intensidade da falta (se foi violenta, melhor parar o lance a fim de atendimento médico), e

4) clima do jogo (se o ambiente de disputa estiver ruim…).

Nessa jogada de Wilson Júnior era para dar a vantagem. Lance clássico! Entretanto, a alegação é que a falta foi marcada logo após a infração do palmeirense. Se foi isso mesmo, errou a árbitra em não esperar a jogada se definir; ou seja, precipitou-se. Se apitou depois do domínio de bola, errou ainda mais, pois o jogo fluía favorecendo a quem sofreu a falta.

Regildênia é uma pessoa simpática, ótima árbitra, tem um condicionamento físico espetacular (corre mais do que os homens em testes físicos) fez uma boa partida até os 85 minutos, mas pecou nesse lance.

E você, o que achou da arbitragem?

Deixe seu comentário:

(Assista ao lance aos 2’50” do vídeo, link em: http://www.youtube.com/watch?v=1EXwpwBu-1s)

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– Favores do Governo para a Itaipava e devolução em doação de campanha?

Que história assustadora: a Revista Época desta semana mostra como a Cervejaria Petrópolis (Itaipava) conseguiu favores suspeitos do Governo Dilma em troca de dinheiro para doação de campanha!

Vergonhoso…

Abaixo, extraído da última edição:

UMA TROCA BEM CEVADA

Após ganhar favor milionário do governo, empresário doa R$ 17 milhões para campanha de Dilma

No começo de 2013, o empresário Walter Faria, dono da Cervejaria Itaipava, a segunda maior do país, queria expandir seus negócios ao Nordeste. A primeira parte do plano envolvia a construção de fábricas na região. Ele optou por erguer a primeira em Alagoinhas, na Bahia, em razão de generosos incentivos fiscais. Faltava o dinheiro para a obra, e conseguir crédito não seria uma missão fácil. Faria e seu Grupo Petrópolis, que controla a Itaipava, tinham nome sujo na praça – e uma extensa ficha policial. Deviam R$ 400 milhões à Receita, em impostos atrasados e multas por usar laranjas, além de notas fiscais. Em 2005, Faria fora preso pela Polícia Federal, acusado de sonegação fiscal. Ficou dez dias na carceragem da PF. Três anos depois, em outra operação da PF, Faria acabou denunciado pelo Ministério Público Federal por corrupção ativa, formação de quadrilha e por denúncias caluniosas. Segundo as investigações, Faria armara um esquema para retaliar os fiscais da Receita que haviam autuado sua cervejaria anos antes. Iria difamá-los. Contratara para o serviço ninguém menos que o operador do mensalão, Marcos Valério Fernandes de Souza. A PF encontrou R$ 1 milhão na sede da Itaipava em São Paulo – dinheiro que, segundo a acusação, serviria para pagar chantagistas. Valério foi preso. Mas Faria perseverou.

Diante dessa ficha, qual banco toparia emprestar dinheiro para Faria e suas empresas? O Banco do Nordeste, o BNB, criado no governo de Getúlio Vargas para ajudar no desenvolvimento econômico da região – mas que, desde então, é usado com alarmante frequência para ajudar no desenvolvimento econômico dos políticos que mandam nele. Desde que o PT chegou ao poder, em 2003, o BNB, custeado com R$ 13 bilhões em dinheiro público, vem sendo aparelhado pelo partido. As previsíveis consequências transcorreram com regularidade desde então. Escândalos, escândalos e mais escândalos. O último deles, em 2012, revelado por ÉPOCA, derrubou a cúpula do banco após a PF entrar no caso – e deflagrou uma cascata de investigações dos órgãos oficiais, como a Receita, o Tribunal de Contas da União e o MP. Apesar disso, o aparelhamento petista no BNB perseverou, como Faria perseverara. Ambos perseveraram porque partidos como o PT precisam de empresários como Walter Faria, e empresários como Walter Faria precisam de partidos como o PT.

No segundo mandato de Lula, Faria, segundo fontes do PT e no BNB, tornou-se próximo dos líderes do partido, como o ex-presidente da República e o tesoureiro informal da legenda, João Vaccari. E manteve essas boas relações. Pelas leis da política, a história que se narra a seguir – fundamentada em documentos internos do BNB, relatórios do TCU e entrevistas com os envolvidos – era inevitável. Ainda no começo de 2013, Faria conseguiu obter do BNB um empréstimo de R$ 375 milhões para construir a fábrica na Bahia. Naquele momento, a nova cúpula do BNB, sob o trauma recente do escândalo que derrubara a diretoria anterior, relutava em fazer negócio com Faria. O então presidente do banco, Ary Joel Lanzarin, fez questão de que Faria apresentasse garantias sólidas para o empréstimo. Exigiu uma garantia conhecida como carta-fiança, em que outro banco garante cobrir o valor devido em caso de calote. Para quem empresta, como o BNB, é um ótimo negócio – praticamente zera o risco de calote. Para quem recebe o dinheiro, nem tanto. Uma carta-fiança tem um custo anual, que varia entre 0,5% e 3% do total do empréstimo.

Durante as tratativas, Faria reclamava. Dizia que perderia muito dinheiro com a carta-fiança. Mas capitulou. Ao fim, obteve dois empréstimos, ambos sob as mesmas condições. O de R$ 375 milhões seria destinado à construção da fábrica em Alagoinhas. Outro, fechado depois, em abril de 2014, no valor de R$ 452 milhões, serviria para construir outra fábrica da Itaipava, em Pernambuco. No total, portanto, Faria obteve quase R$ 830 milhões do BNB. Cada empréstimo tinha como principal garantia uma carta-fiança, que cobria integralmente o valor emprestado pelo BNB. Faria teria juros baixos, 11 anos para pagar e dois anos de carência para começar a devolver o dinheiro. Os técnicos do BNB classificaram a operação como segura, em virtude da carta-fiança.

Em conversas com os diretores do BNB, no entanto, Faria não desistia de rever a garantia da carta-fiança. Queria porque queria que o banco abdicasse dela, topando ter como principal garantia as fábricas construídas com o dinheiro emprestado. Faria dizia, nesses encontros, que a exigência da fiança lhe custava o equivalente a 2% do valor dos empréstimos – o equivalente a quase R$ 17 milhões ao ano. Para o BNB, era um pedido aparentemente impossível de atender, como seria para qualquer banco privado. Ainda mais porque, pelo contrato de empréstimo, os juros eram pré-fixados. Ou seja: o BNB não poderia compensar a garantia pior com um aumento nos juros do empréstimo. Segundo as regras do Banco Central e três especialistas de três grandes bancos, se o BNB aceitasse as condições de Faria, teria de rebaixar internamente a classificação de qualidade do empréstimo. Essa medida é obrigatória e forçaria o BNB a reservar dinheiro próprio para pagar ao menos parte da dívida de Faria, caso ele desse calote. No jargão do mercado, isso se chama “provisionamento”. Nenhum banco toparia fazer isso. É um péssimo negócio. “Nunca vi alguém aceitar algo parecido”, diz um economista que trabalha com esse tipo de operação para um grande banco brasileiro.

Mas o impossível é sempre uma possibilidade na política brasileira. Ainda em abril de 2014, Ary Lanzarin, o presidente que tentava moralizar o BNB, deixou o cargo. O PT pressionava para voltar ao comando absoluto do banco. A presidente Dilma Rousseff aceitou. As diretorias do BNB foram entregues novamente a afilhados de políticos petistas, como o ministro da Defesa, Jaques Wagner. Procurado por ÉPOCA, Wagner preferiu não comentar o assunto. O jogo mudara.

Meses depois, no auge da campanha à reeleição de Dilma e dos esforços de arrecadação dos petistas, Faria conseguiu o impossível. No dia 10 de setembro, protocolou o pedido de dispensa da fiança do empréstimo da fábrica na Bahia. Uma semana depois, o pedido foi analisado – numa velocidade espantosa para os padrões de um banco tão lento e burocrático quanto o BNB. Num intervalo de pouco mais de 24 horas, o pedido passou por cinco instâncias do BNB e foi aprovado pelo Conselho de Administração do banco, segundo os documentos obtidos por ÉPOCA. Estava no papel: o BNB aceitara, em tempo recorde, abdicar de uma garantia 100% segura por outras mequetrefes, se comparadas à carta-fiança. De quebra, teve de reservar R$ 3,6 milhões no balanço – o tal “provisionamento” – para cobrir o mau negócio que fechara.

Alguns técnicos do banco não gostaram da solução encontrada. Para demonstrar insatisfação, deixaram claro que a dispensa da fiança não seria inócua para o BNB. Em um documento interno obtido por ÉPOCA, funcionários afirmaram: “O nível de risco atualmente corresponde a 8,75 (AA), quando considerada a fiança bancária. Quando considerada a garantia hipotecária do complexo industrial, passa a ser 6,05 (B)” (leia abaixo). Fica claro que a substituição da fiança só interessava mesmo a Faria. A decisão do BNB também contrariou frontalmente uma das principais cláusulas que permitiram a assinatura do contrato: “Outras instituições financeiras de primeira linha estarão comprometidas com o projeto durante o prazo de 11 anos, visto que a fiança que comporá a garantia da operação terá vigência por todo o período do financiamento”.

No dia 29 de setembro, apenas 12 dias após seu Grupo Petrópolis obter o impossível no BNB, Faria depositou R$ 5 milhões na conta da campanha de Dilma. Até o dia 3 de outubro, a campanha dela receberia outros R$ 12,5 milhões. No total, Faria doou R$ 17,5 milhões. Tornou-se, assim, o quarto maior doador da campanha da presidente. É aproximadamente esse valor que Faria gastaria com as fianças anuais dos dois empréstimos. O pedido para que o segundo empréstimo, o da fábrica em Pernambuco, também seja dispensado da carta-fiança será feito em breve. Segundo fontes na cúpula do BNB, está encaminhado para ser aprovado. 

Procurado por ÉPOCA, o Grupo Petrópolis afirmou, por meio de nota, que a dispensa da fiança gerou economia para a empresa, mas não disse quanto. Afirmou ainda que a fiança foi substituída por outras garantias com “valores até maiores”. Ainda de acordo com a nota, Faria conhece Vaccari, mas negou ter pedido ajuda a ele ou a qualquer pessoa para que a fiança usada no empréstimo do BNB fosse dispensada. Disse, ainda, que todas as doações à campanha da presidente Dilma cumpriram as regras eleitorais. Também por meio de nota, Vaccari disse jamais ter tratado do interesse de qualquer empresa com o BNB. O presidente do BNB, Nelson de Souza, afirmou que a substituição da fiança está prevista nas regras do banco e que nunca esteve com o empresário Walter Faria. Disse, no entanto, que o empresário já esteve com dirigentes do banco para tratar assuntos do interesse dele.

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– Campeonatos Jabuticabas

Daqui alguns dias começarão os Campeonatos Regionais. Tirando os de São Paulo e o do Rio de Janeiro, os demais não dão chances aos pequenos. E esses mesmos pequenos paulistas e cariocas, todos sabemos, estão falidos.

Os pequenos precisam das verbas desses torneios para sobreviverem, e elas existem não por eles, mas pelos grandes.

É sabido que as potências não querem jogar os Campeonatos Estaduais. Mas também não se movem para evitá-los (com exceção, o Atlético Paranaense que tem disputado em seu estado com o Sub 23).

Será que esses torneios não poderiam ser melhor espaçados no calendário? Ou que fossem divisões locais de acesso às nacionais?

Na Inglaterra, existe a Northern Premier League, que congrega times regionais das 7a e 8a divisões e que permitem aos clubes (se tiverem condições financeiras e técnicas) a chegarem à badaladíssima Premiere League (1a divisão). Por quê não podemos ter série E, F, G representando os Regionais? Cravo que um jogo entre Paulista de Jundiaí x Bragantino valendo acesso da 6a divisão para a 5a Nacional levaria mais público do que valendo a queda da 1a divisão para a 2a do Estadual.

Para mim, a resposta para que não se discuta para valer o fim dos regionais (os quais, confesso, sou apaixonado mas entendo a dificuldade financeira do modelo) é clara: a perda de Poder das Federações Estaduais!

No ano passado, Rogério Ceni questionou:

O que vale ganhar o Paulista?

Vencer o Paulistão só vale o status. Mas se perder… o time grande sofre com a pressão!

Algo tem que ser feito. Não dá para abrir um Morumbi para o São Paulo jogar com público de 5.000 pagantes contra o Monte Azul, enquanto o clube gostaria de estar excursionando pela Ásia ganhando dinheiro e treinando. Ao mesmo tempo, não dá também para XV de Piracicaba, Noroeste, América de Rio Preto e tantos outros times tradicionais montarem times para apenas 3 meses e fecharem as portas.

Quem aceitará ceder? Os times grandes continuando com o assistencialismo, clubes pequenos fechando as portas de vez ou as federações estaduais abrindo mão do poder?

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