– Luís Eduardo e o Preconceito a quem estuda!

O mundo do futebol é muitas vezes incoerente.

Mulheres sofrem de preconceito e sexismo; negros sofrem de racismo (e Pelé tem a cor da pele…); estrangeiros de xenofobia; e, agora, critica-se quem tem boa formação educacional.

Rogério Ceni é considerado chato por saber discutir temas fora do mundo do samba e de futilidades. Agora, sem nem entrar em campo, nas redes sociais se critica o jovem zagueiro Luís Eduardo, que em entrevista falou muito bem, se mostrou esclarecido e revelou que tem curso de gestão financeira e administra ele próprio sua carreira.

Tudo isso faz crer: #GER7x1BRA deve ter sido pouco… Há muito o que se mudar na mentalidade do torcedor brasileiro em geral.

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– Agora desabafa, Valdívia?

O venezuelano naturalizado chileno Valdívia é um fanfarrão! Somente após encerrar seu ciclo com o Palmeiras resolveu dar entrevistas – e pelo ritmo que vai, não faltará um só veículo de comunicação para desandar a falar o que deve e o que não deve!

Recentemente, atacou os médicos do Palmeiras, a diretoria, colegas, treinadores… o problema sempre foi com os outros, nunca com ele próprio!

O custo-benefício do ex-camisa 10 foi um dos mais ridículos da história do futebol brasileiro. Vivendo de lampejos e de poucos minutos em campo, mais atrapalhou do que ajudou seu time. Onerou a folha de pagamento, deixou o clima ruim no vestiário e ainda cavou cartões.

Trabalhei como 4o árbitro por duas oportunidades com Valdívia em campo: em ambas, o assistindo de perto, me pareceu um jogador muito habilidoso – e ao mesmo tempo provocador. Mas nada de excepcional, simplesmente muito bom, além de meio “xarope” antes e depois das partidas.

Enfim: o Palmeiras se livrou de um fardo. No abstêmico Oriente Médio, como Valdívia fará para suas noitadas, já que o único pecado que admitiu foi o abuso de álcool durante suas (muitas) recuperações estando contundido?

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– Dia Inspirador nesta 4a feira!

E o #amanhecer desta 4a feira?
Prenúncio de um ótimo dia – e que seja mesmo – a todos nós!

#vida #inspiration #morning #céu #sol 

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– O que farão os que promoveram a milionária vaquinha para José Dirceu?

Enquanto esteve na cadeia por culpa do Mensalão, José Dirceu recebeu a ajuda de admiradores que angariaram em doações quase R$ 1 milhão de reais pelas multas do processo. Foram mais de 3900 pessoas que se sensibilizaram com sua “injusta” prisão.

Agora, preso novamente (sob a acusação de ser mentor do Petrolão), José Dirceu teve R$ 20 milhões bloqueados na Justiça, fruto de corrupção.

Será que terão a mesma piedade desta vez? Deram 1 milhão de reais a quem tinha muito mais, além da ficha suja…

Abaixo, extraído de Veja.com:

OS DOADORES DE DIRCEU

Por Lauro Jardim 

A notícia da nova prisão de José Dirceu na Operação Pixuleco foi especialmente dura para 3 972 pessoas.

Trata-se dos incautos que, sensibilizados por supostas injustiças contra Dirceu no processo do mensalão, fizeram doações em dinheiro na vaquinha para o pagamento da multa imposta pelo STF. O milhão de reais arrecadado em dez dias de fevereiro de 2014, quando o nome do “guerreiro do povo brasileiro” ainda não aparecia na Lava-Jato, foi mais que suficiente para quitar os R$ 971.128,00 cobrados pela Justiça.

Contribuíram, além dos petistas Delúbio Soares e José Genoino, que repassaram a Dirceu R$ 163.000,00 excedentes de suas vaquinhas, o ator José de Abreu, o cineasta Luiz Carlos Barreto, o ex-presidente da OAB José Roberto Batochio e o escritor Fernando Morais.

Mas o bolso, e o orgulho, dessa turma devem ter doído ainda mais quando se soube que o mensaleiro recebia outro tipo de colaboração: as propinas sobre contratos da Petrobras, que ontem levaram Sergio Moro a bloquear nada menos que R$ 20 milhões de Dirceu.

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– Já tivemos Árbitras. Mas e Treinadoras no Futebol Masculino no Brasil?

Becky Hammon, ex-jogadora da WNBA por 16 anos, será a técnica do time masculino de basquete do San Antonio Spurs na temporada de verão. Becky ainda será assistente técnica de Gregg Popovich na temporada regular da NBA.

Já na NFL, o time de futebol americano Arizona Cardinals contratou a também ex-jogadora Jen Welter para ser estagiária da comissão técnica para a temporada 2015/2016.

Trazendo para a nossa realidade: será que um dia veremos Marta, Sissi ou Formiga dirigindo um time de futebol masculino do Brasileirão na Série A?

Na arbitragem, algumas mulheres venceram esse preconceito, como a árbitra Sílvia Regina de Oliveira e a bandeirinha Ana Paula Oliveira. Mas a situação delas era um pouco diferente, pois além da exigência técnica, sofriam com a exigência física – a de conseguir o mesmo preparo físico dos seus colegas homens para suportarem o desgaste de uma partida masculina.

No caso das treinadoras de futebol, a única exigência será a da competência técnica.

Em tempo: a baiana Sisleide Lima do Amor (Sissi), a 1a camisa 10 de destaque da Seleção Brasileira e que nos anos 90 jogou pelo Vasco da Gama e São Paulo, mora nos EUA. Tem 48 anos, é mãe e treinadora de equipes universitárias. Lá ela começou a carreira como assistente, se tornou técnica e hoje faz o curso de formação específica para obter a licença A – que autoriza o trabalho como treinadora profissional na MLS.

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– Hoje é Dia do Padre (São João Maria Vianney)

Festeja-se nesse dia 04 o Dia do Padre, em alusão a São João Maria Vianney.

Conheça sua história, extraída de CancaoNova.com

O CURA D’ARS

Também conhecido por Cura D’Ars, João Maria Vianney nasceu na França no ano de 1786, e enfrentou o difícil período em que a França foi abalada pela Revolução Napoleônica.

Camponês de mente rude, proveniente de uma família simples e bem religiosa, percebia desde de cedo sua vocação ao sacerdócio, mas antes de sua consagração, chegou a ser um desertor do exército, pois não conseguia “acertar” o passo com o seu batalhão.

Ele era um cristão íntimo de ‪#Jesus Cristo, servo de ‪#Maria e de grande vida penitencial, tanto assim que, somente graças à vida de piedade é que conseguiu chegar ao sacerdócio, porque não acompanhava intelectualmente as exigências do estudo do Latim, Filosofia e Teologia da época (curiosamente começou a ler e escrever somente com 18 anos de idade).

João Maria Vianney, ajudado por um antigo e amigo vigário, conseguiu tornar-se sacerdote e aceitou ser pároco na pequena aldeia “pagã”, chamada Ars, onde o povo era dado aos cabarés, vícios, bebedeiras, bailes, trabalhos aos domingos e blasfêmias; tanto assim que suspirou o Santo: “Neste meio, tenho medo até de me perder”. Dentro da lógica da natureza vem o medo; mas da Graça, a coragem. Com o Rosário nas mãos, joelhos dobrados diante do Santíssimo, testemunho de vida, sede pela salvação de todos e enorme disponibilidade para catequizar, o santo não só atende ao povo local como também ao de fora no Sacramento da Reconciliação.

Dessa forma, consumiu-se durante 40 anos por causa dos demais (chegando a permanecer 18 horas dentro de um Confessionário alimentando-se de batata e pão). Portanto, São João Maria Vianney, que viveu até aos 73 anos, tornou-se para o povo não somente exemplo de progresso e construção de uma ferrovia – que servia para a visita dos peregrinos – mas principalmente, e antes de tudo, exemplo de ‪santidade, de ‪dedicação e ‪perseverança na construção do caminho da salvação e progresso do Reino de ‪Deus para uma multidão, pois, como padre teve tudo de homem e ao mesmo tempo tudo de Deus.

‪São ‪João Maria ‪Vianney, rogai por nós!
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– Doe Sangue!

Sou doador de sangue e dos seus hemoderivados. E Hoje é dia de doar plaquetas.

Seja solidário!

#DoeSangue, #DoeHemoderivados

A vida agradece!

– A Prisão de José Dirceu

Zé Dirceu foi preso novamente pela Operação Lava-Jato, agora por receber propina através da JD, uma empresa supostamente montada para golpes.

Tomara que as ações da PF não fiquem somente nele, mas peguem a quadrilha toda!

Extraído de: IstoÉ.com

CONDENADO NO MENSALÃO, EX- MINISTRO ESTÁ SOB INVESTIGAÇÃO POR SUPOSTO RECEBIMENTO DE PROPINAS DISFARÇADAS NA FORMA DE CONSULTORIAS, POR MEIO DE SUA EMPRESA JD ASSESSORIA, JÁ DESATIVADA

O ex-ministro José Dirceu (Casa Civil do governo Lula) foi preso pela Polícia Federal na manhã desta segunda-feira, 3, em Brasília.  Dirceu é alvo de prisão preventiva decretada pelo juiz federal Sérgio Moro, que conduz as ações penais da Operação Lava Jato.

Ele está sob investigação por suposto recebimento de propinas disfarçadas na forma de consultorias, por meio de sua empresa, a JD Assessoria e Consultoria, já desativada.

Dirceu cumpria prisão domiciliar por sua condenação no processo do mensalão.

A Polícia Federal incluiu a JD Assessoria e Consultoria em um grupo de 31 empresas “suspeitas de promoverem operações de lavagem de dinheiro” em contratos das obras da Refinaria Abreu e Lima (Rnest), em Pernambuco – construção iniciada em 2007, que deveria custar R$ 4 bilhões e consumiu mais de R$ 23 bilhões da Petrobrás.

O documento é o primeiro de uma série de perícias técnicas da Polícia Federal que apontam um percentual de desvios na Petrobrás de até 20% do valor de contratos. Esse número é superior aos 3% apontados até aqui nas investigações da Operação Lava Jato, que incluía apenas a propina dos agentes públicos e políticos.

“Foi identificada movimentação financeira da ordem de R$ 71,4 milhões, tendo como origem Construções e Comércio Camargo Corrêa S/A e como destino as seguintes empresas, suspeitas de operarem lavagem de dinheiro: Costa Global Consultoria e Participações, JD Assessoria e Consultoria; Treviso do Brasil Empreendimentos e Piemonte Empreendimentos”, registra o laudo 1342/2015 presente nos autos da Lava Jato.

Ao firmar acordo de delação premiada, o lobista Milton Pascowitch detalhou suas ligações com Dirceu. Para a força-tarefa da Operação Lava Jato, as revelações de Pascowitch foram importantes para definir as próximas linhas da investigação sobre o ex-ministro. Em troca da delação, o lobista deixou a Custódia da Polícia Federal em Curitiba (PR), base da Lava Jato, após 39 dias preso.

Após as afirmações de Pascowitch, a defesa de Dirceu ingressou com habeas corpus pare evitar uma nova prisão. Os recursos, no entanto, foram negados.

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– Considerações do Brasileirão. A propósito: não tinha outra data para o Majestoso?

O Campeonato Brasileiro está bem equilibrado, tanto na briga pelo título quanto na luta contra o rebaixamento.

No quesito competitividade, o torneio é sensacional, não há dúvidas. Mas se pensarmos na qualidade técnica, aí é outra história…

– Quem são os jovens talentos revelados até agora?

– Quais árbitros despontaram?

Outro assunto: datas e horários dos jogos. Partida às 22h00 é um desrespeito ao trabalhador comum! Inviável para se ir ao estádio e até mesmo para assistir a TV. Já o horário das 11h, a “matinê familiar”, acabou agradando.

Mas uma coisa sempre me irritou: datas importantes no calendário futebolístico ou mesmo do dia-a-dia deveriam ser respeitadas. Ter Brasileirão em dia de data-FIFA não dá! Tampouco gosto da idéia de jogo em dia das mães, domingo de Páscoa…

São Paulo x Corinthians jogarão em pleno dia dos pais. Não concordo! Que tal a rodada inteira no sábado?

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– Bradesco compra o HSBC

Com quem pode, não se brinca!

O Bradesco comprou o HSBC (sua operação no Brasil) por R$ 17.600.000.000,00. Se você se assustou com tantos zeros, saiba que tal valor corresponde a US$ 5,186 bi.

Pudera, com o que estão cobrando de tarifas e juros… diga-se o mesmo a Itau, Santander e tantos outros.

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– A Decadência do Futebol Paulista no Interior do Estado

A Federação Paulista de Futebol possui (em tese) apenas duas divisões profissionais: a 1a Divisão e a 2a Divisão. Entretanto, como a 1a se divide em séries A1, A2 e A3, na prática, são 4 divisões. Sendo assim, a “Segundona” (que na verdade é a 4a Divisão) é aquela que inclui desde os novatos, passando pelos aventureiros, chegando às equipes tradicionais.

Porém, como os campeonatos tem sido deficitários, equipes tradicionais como XV de Jaú e União São João de Araras deixaram de disputá-lo. E algumas, pasmem, abandonam a disputa em meio a competição: vejam alguns resultados, que para não terem suas equipes punidas severamente por desistência, os clubes escalaram reservas no último domingo: Fernandópolis 9×0 Osvaldo Cruz, Noroeste 8×0 José Bonifácio, Olé Brasil 6×0 Desportivo, além de Portuguesa Santista WO sobre o Ecus.

Fica a pergunta: o torneio “é pra valer”? Equipes que em meio ao torneio jogam com seus jogadores Sub 17 e Sub 20, que dão WO ou que entram exatamente com 11 jogadores em campo (sem ninguém no banco) são o exato retrato do que passa o futebol do interior do Estado de São Paulo atualmente.

E de quem é a culpa de, no atual estágio, os clubes serem falidos e a Federação multi-milionária?

Deixe seu comentário:

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– Segundona de grandes esperanças!

Só pelo fato de acordarmos e sabermos que temos vida, devemos agradecer a Deus!

E com tal paisagem em plena 2a feira, vale a pena buscar inspiração.

Ótima semana a todos nós.
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– Visite nossa coluna do Diário de São Paulo / Rede Bom Dia!

Convido aos amigos a visitarem a minha coluna virtual no Bom Dia Jundiaí / Diário de São Paulo.
Tudo sobre futebol, arbitragem e bastidores do mundo da bola e do apito!
Em: http://www.redebomdia.com.br/blog/109/rafael-porcari/1

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– Análise da Arbitragem de Paulista 2×0 Primavera. Como foi o juizão?

Não gostei da atuação do árbitro Allan da Silva Bonardi. Em jogo de baixa dificuldade, o árbitro deve passar despercebido totalmente, e isso não aconteceu. Claro que ele não teve influência no resultado final e a vitória do Galo sobre o Fantasma foi justa, mas façamos a nossa tradicional análise:

FISICAMENTE, a desejar. No 1o tempo o árbitro correu pouco, se mantendo em algumas oportunidades longe das jogadas. No 2o tempo, talvez por mais lances de ataque, melhorou na corrida.

DISCIPLINARMENTE, foi bem. Os 4 cartões amarelos foram bem aplicados, em um jogo extremamente limpo: apenas 13 faltas na partida, sendo 8 do Paulista e 5 do Primavera.

TECNICAMENTE, razoável. Nos lances de saída de bola e linha de fundo, “namorou” demais os bandeiras, demorando a definir as jogadas (no linguajar da arbitragem, “namorar” é ficar encarando um ao outro esperando que alguém defina se é escanteio ou tiro de meta). Com isso, logo no início da partida, inverteu um escanteio para o Paulista transformando-o em tiro de meta ao Primavera. No final da partida, após a marcação de impedimento a favor do Fantasma, Cajano (PAU) parou e Cortês (PRI), em velocidade, o atingiu com um chute. Se é com bola rolando, é cartão amarelo por infração temerária. Com a bola parada, não existe a punição por falta mas somente a aplicação da advertência. O árbitro relevou e nada fez. Cajano teve que sair de campo para atendimento médico, não conseguiu retornar e o Paulista terminou com 10 jogadores.

O bandeira número 1 Edson Rodrigues dos Santos teve muito trabalho com os impedimentos – e em um “suposto” saiu o gol anulado do Primavera. Para mim, lance muito duvidoso, o atacante do Primavera parecia estar em mesma linha. Pelas imagens, também tive a mesma impressão. Porém, creditar erro crucificando-o não se pode, já que realmente é algo difícil e o bandeira parecia estar crente no impedimento. Também foi do lado dele a jogada do segundo gol do Paulista: Quando a bola sobra para Cajano, igualmente me pareceu duvidosa a sua posição no momento em que ela é resvalada pelo seu companheiro; na sequência a bola é cruzada para Jader (que não tinha nada a ver com isso), que vem de trás e finaliza.

Enfim, algo a criticar: não faz sentido parada para hidratação aos 39m do 1o tempo, como houve no Jayme Cintra. Ela tem que ocorrer na metade da etapa, não próximo ao término. E se desconsiderar essa paralização, o 1o tempo acabou aos 44’14”.

Repito: a arbitragem não teve influência no resultado, mas poderia ter atuado bem melhor.

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– Crisma: que tal confirmar sua fé?

Em setembro, começaremos novas turmas da catequese do Crisma na Paróquia São João Bosco. Serão 3 comunidades: Matriz (Eloy Chaves), Nossa Senhora de Fátima e Sant’Anna (ambas no Medeiros).

O Sacramento da Confirmação (Crisma) é sinal de maturidade do cristão, onde ele tem a oportunidade de, sua própria vontade e consciência, confirmar o Batismo que recebeu quando pequeno de seus pais e padrinhos. 

As inscrições podem ser feitas direta e somente na Secretaria da Matriz (para as turmas de quaisquer das comunidades). Vide informações no cartaz (abaixo).

É a oportunidade de amadurecer sua fé, conhecendo um pouco mais da crença que herdou de seus pais!

 

– New York, Boston, Rio de Janeiro e Jogos Olímpicos!

Confesso: tenho inveja dos prefeitos americanos em relação à responsabilidade dos gastos com o dinheiro público.

Enquanto que a cidade do Rio de Janeiro gasta horrores com as obras para a Olímpiada de 2016 (e esse dinheiro é composto por verbas municipal, estadual e federal), nos EUA, duas cidades abandonaram a disputa com motivos justos e honrosos!

No ano passado, Bill de Blasio, prefeito de NY, abandonou a disputa para ser cidade-sede dos jogos de 2024 com a seguinte justificativa:

Queremos tomar decisões de desenvolvimento baseados em políticas públicas sólidas e não ir a uma direção particular apenas para atender as necessidades de um evento de 17 dias. A cidade tem outras prioridades e não quer concentrar recursos para um evento curto. Saia as ruas e pergunte ao cidadão de New York se ele quer que a cidade e seus esforços sejam direcionados para um evento de três semanas em dez anos, ou se deve arregaçar as mangas e lidar com todos os demais desafios imediatos? Acho que a vasta maioria diria: ‘prefiro assistir ao evento em um telão grande em minha casa’. É o que penso.

Boa! Enquanto isso gastamos o que temos e o que não temos, fadados ao fracasso. Mas pensa que só o novaiorquino pensou no custo?

Boston, outra cidade que pleiteava 2024, retirou a sua candidatura na semana passada. Segundo o prefeito Martin Walsh:

Percebemos que não teríamos investidores privados e que precisaríamos usar dinheiro público. E a receita dos impostos dos cidadãos precisa ser respeitada“.

Quando é que vimos algum político brasileiro dizer algo assim e agir dessa forma, não?
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– Fim de dia na Zona Rural de Jundiaí!

E o fim de dia por essas bandas caipiras é com esse entardecer magnífico!

Nada a declarar; só a contemplar!

Viva o por do sol!
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– Justa a Punição ao Presidente do Santos FC?

Lembram-se que o presidente do Santos FC, Modesto Roma Jr, após a vergonhosa expulsão de Geuvânio (erro crasso do árbitro) na partida entre Santos x Grêmio, pediu o “escalpo” de Sérgio Correa da Silva (presidente da Comissão Nacional de Árbitros), bem como sugeriu o Coronel Marcos Marinho em seu lugar?

Para relembrar o caso, acesse: http://wp.me/p55Mu0-tn

Pois é. Modesto acaba de ser suspenso das suas atividades por 30 dias e pagará R$ 10.000,00 de multa.

Exagero, Pouco Rigor ou decisão acertada do STJD?

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– Mando de Campo no Brasil e na Inglaterra

Aqui no Brasil existe uma boa discussão: vender o mando de campo é válido ou não?

Esportivamente falando, penso que não. Mas financeiramente pensando, pode valer a pena. Ainda assim, não gosto da idéia de clubes que mandam seus jogos em praças que o fazem ser um mero coadjuvante.

Nesse ano, o alagoano ASA virou paranaense na Copa do Brasil; a campineira Ponte Preta jogou como cuiabana macaca contra o Palmeiras pelo Brasileirão. No Paulistão, o Oeste de Itápolis trocou o Estádio dos Amaros (acanhado, difícil para se jogar, apitar ou transmitir um jogo) pelo paulistano Pacaembu para jogar contra o Santos.

Curiosamente, nestas partidas, todos os “mandantes” perderam e os adversários tiveram mais torcida do que eles. Na prática, é uma inversão na relação de mandante e visitante. Ou não?

Eis que na endinheirada Premier League, uma decisão que bate de frente com tal embate: o Tottenham fechará o seu estádio, o White Hart Lane, a fim de aumentar a capacidade para 61 mil lugares. O clube planeja mandar suas partidas em alguns estádios durante a temporada 2015/2016: o mítico Wembley (90.000 lugares) e o Milton Keynes Stadium (30.500 lugares) estão na pauta, além de outras praças que fizeram convite ao clube.

Entretanto… Richard Scudamore, o CEO da Premier League, declarou ao “The Guardian”:

Eles terão que jogar todos jogos no mesmo estádio a temporada inteira. Pela integridade da competição. Você não pode ser mandante em 19 partidas sendo que 10 no Stadium MK e 9 em Wembley. Isto seria completamente injusto. Eles não serão autorizados na nossa competição”.

Preste atenção: o Tottenham têm dois estádios com acertos financeiros e pretende (ou pretendia) aceitar mais convites; mas a Liga, em nome da igualdade de disputa a todos os adversários, proibirá.

O que você pensa sobre isso? Deixe seu comentário:

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– Corrupção que não visa militar ou civil

Ouço muito falar que no tempo dos militares não havia corrupção. Será?

Sem a Internet, com menor índice de alfabetizados e no ápice da ditadura, a informação era limitada. Assim, questiono: não existia ou não sabíamos?

Digo isso pois leio que o presidente da Eletronuclear, estatal que cuida das usinas atômicas instaladas em Angra dos Reis, foi preso por receber propina da Andrade e Gutierrez. Ele é o Vice-Almirante da Marinha Othon Luiz Pinheiro.

Caráter e Honestidade independem de farda, partido político ou convicção ideológica.

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– Para Putin, Blatter merecia o Prêmio Nobel da Paz!

Vladimir Putin, presidente da Rússia, mesmo em meio as denúncias de corrupção vistas na FIFA, ousou defender Joseph Blatter. E sua demagogia foi além do que o imaginável: disse que “Blatter merece um Prêmio Nobel da Paz”!

Ora, nem de paz, nem de outra categoria existente. Se fosse criado um Prêmio Nobel do Futebol, certamente não poderia nem ser cogitado.

E você, a quem do mundo do futebol daria um Prêmio Nobel?

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– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Paulista x Primavera, Copa Paulista, Rodada 3

Estamos na semana de Provas Teóricas aos árbitros da FPF. E como os principais nomes estarão na sede da entidade realizando os testes, poucos juízes estarão a disposição para os jogos. No Jayme Cintra, por exemplo, um árbitro não tão conhecido:

Allan da Silva Bonardi, 35 anos, Professor de Educação Física, natural de Tambaú, 8 anos de carreira, apenas 1 jogo da A2 no currículo, apitará Paulista x Primavera no Jayme Cintra.

Sua última partida foi como Árbitro Reserva em Lemense 1×1 Internacional de Bebedouro, pela 4a divisão. Tem trabalhado nas categorias Sub20 e Sub17 com mais frequência. Não o vi atuar; portanto, não conheço seu estilo.

Para o árbitro, é um jogo importante, já que só apitou uma vez pela Copa Paulista, em 2014. Os bandeiras são mais experientes, tendo trabalhado bastante na série A2 e A3. Aliás, sobre eles:

O assistente número 1, Edson Rodrigues dos Santos, trabalhará o dobro: no sábado em Jundiaí e no domingo será bandeira pelo Sub20 da 2a divisão, entre Manthiqueira x São Bernardo, em Guaratinguetá.

O assistente 2, Rafael César Fernandes, Comerciante, também dobrará: de Jundiaí vai para São Carlos, trabalhar na 4a divisão: (a chamada “Segundona Paulista”), entre São Carlos x Lemense, às 10h00.

Luís Antonio de Souza, Contador, será o 4o árbitro.

Desejo boa sorte ao quarteto de arbitragem para esta partida, e deixo a observação: com tanto árbitro e bandeira no quadro, é esdrúxulo a FPF repetir árbitro em escala dupla!

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– Datena para Prefeito de São Paulo?

O jornalista José Luís Datena confirmou que é pré-candidato a Prefeito de São Paulo pelo PP (Partido capitaneado por Paulo Maluf). Também na disputa Celso Russomano, pelo PRB (do Edir Macedo), além do atual prefeito Fernando Haddad, pelo PT (de Lula). Marta Suplicy, que vai se filiar em algum outro partido, está igualmente na briga. Serra, do PSDB (de Aécio, Alckmin – e que um dia prometeu em cartório que ficaria no cargo até o fim quando eleito, mas o abandonou e deu lugar a Kassab) também vai disputar?

Sinceramente?

Coitada da nossa Capital
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– Mogi Mirim 2×3 Bragantino e as duas camisas 3!

Situação cômica, parecendo lance de Várzea: é o que aconteceu no Campeonato Brasileiro da Série B nesta 3a feira, no jogo entre os paulistas Mogi Mirim x Bragantino.

A dupla de zaga do “Sapão da Mogiana” era formada por Paulão (camisa 4) e Fábio Sanches (camisa 3). Paulão abusava da sorte, jogando duro e levando cartão amarelo por jogada viril.

Eis que na volta do 2o tempo, algo curioso: logo no começo da etapa, Paulão levou o 2o Amarelo e consequentemente Vermelho por… ter se tornado camisa 3!

Sim: O MOGI MIRIM VOLTOU COM 2 JOGADORES “CAMISA 3” NO JOGO.

Procedimento correto do árbitro Antonio Rogério Batista do Prado. Com base na Regra 4, (equipamento dos jogadores), há diversas considerações:

– Durante o jogo, um atleta não pode sair de campo para trocar o uniforme sem comunicar ao árbitro. E quando sair, deve esperar sua autorização para o retorno com o jogo parado (não pode voltar com a bola rolando). Caso contrário, deve ser punido com cartão amarelo. Trocar o uniforme no vestiário, lógico, não há problema (entendendo-se que a troca é de um equipamento sujo/avariado/suado por outro idêntico).

– Caso o árbitro, na vistoria inicial do jogo, perceba alguma irregularidade no uniforme, deve solicitar ao jogador que saia de campo e o regularize, sem punição (calção térmico diferente das cores do shorts, por exemplo). Se o árbitro perceber a irregularidade somente durante a partida, deve solicitar sua saída na 1a paralização do jogo e também não há punição. Mas se o árbitro perceber alteração do uniforme após a sua conferência, deve aplicar o Cartão Amarelo, determinar a saída do jogador para regularizá-lo e permitir seu retorno somente com a bola parada. Caso o atleta já tenha recebido o Amarelo por qualquer outro motivo, receberá o 2o Amarelo e o Vermelho.

Imagine a seguinte situação: o atleta Paulão, 4, rasga (por qualquer o motivo) sua camisa. Ele deve trocá-la por outra de mesmo número. Caso não exista uma outra camisa 4, ele poderá usar outra de um número que não esteja na relação de titulares e reservas (se na súmula consta de 1 a 18, pode usar 19, 20, 35, 88…). O árbitro deverá ser avisado que o atleta camisa 4 Paulão, por falta de fardamento, continuará no jogo com a camisa 24, por exemplo.

– E se não existir nenhuma outra camisa?

O atleta titular poderá trocar com algum atleta reserva. Ele terá permissão de utilizar a camisa 14, se quiser (o árbitro será comunicado da troca de uniforme) e como o atleta reserva não poderá jogar com a camisa 4 rasgada, deverá sair do banco por não estar uniformizado (lembrando: não se pode ter dois números idênticos em campo e no banco).

– E se na pior das hipóteses (aqui é várzea pura) o time tem apenas 11 em campo, não há camisas reservas para se trocar e naquele jogo não há nenhum jogador substituto no banco, sendo que há como sobra apenas uma camisa 3?

O atleta poderá adaptar com uma fita adesiva, um risco de caneta, uma gambiarra qualquer que monte uma nova numeração, como 13, 23, 33 (sempre um número que não seja o mesmo de alguém que esteja em campo ou no banco).

Para mim, a troca de camisa igual pode ter acontecido por únicos dois motivos: trapalhada do roupeiro ou má-fé da equipe, já que Paulão já tinha cartão amarelo.

E você, o que acha de tudo isso? Deixe seu comentário:

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– Empresas Inovadoras e a necessidade de inovar!

Olha que bacana: a Revista Época trouxe uma matéria interessante sobre inovação e inovadores, além das dificuldades que elas possuem no dia-a-dia, especialmente em relação aos rumos e a concorrência.

Abaixo, extraído de: http://is.gd/1o4SW7

AS EMPRESAS DO MUNDO DIGITAL NÃO SÃO TÃO DIFERENTES ASSIM

Elas têm a fama de ser irreverentes e inovadoras. Na realidade, sofrem dos mesmos dramas que todas as corporações

por Rafael Barifouse

Toda empresa digital que se preze narra uma história épica para definir sua origem. É a garagem onde Steve Jobs e Steve Wozniak criaram o primeiro computador pessoal e a Apple. O encontro fortuito entre Larry Page e Sergey Brin, a dupla do Google, na Universidade Stanford. Ou a solidão de Mark Zuckerberg em seu dormitório de Harvard, onde nasceu o Facebook. Seus fundadores costumam proclamar-se ícones de novas corporações, cujos princípios misturam a informalidade nos trajes e os ideais comunitários da contracultura à ambição inovadora e à competitividade dos grandes empreendedores. O mundo corporativo tradicional é visto como um ambiente de torpor e sisudez. Os empreendedores digitais nunca estão interessados apenas no negócio – querem mudar o mundo. Tal narrativa costuma vir embalada em palavras de ordem e slogans revolucionários – “Pense diferente”, da Apple; ou “Não seja mau”, do Google. “É uma promessa atraente. Entretanto, sugere uma nova leva de livros de negócios, essas corporações não agem de modo tão diferente. Elas podem não ser exatamente más, mas sua abordagem da influência e do crescimento persegue um caminho bem repisado, implacável”, escreve na revista The New Yorker o jornalista Nathan Heller. “Atrás delas, paira a sombra pesada das empresas disseminadas, gananciosas e tacanhas de outrora.”

Um dos livros recentes é A eclosão do Twitter (Companhia das Letras), de Nick Bilton, repórter e colunista do jornal The New York Times. Até há pouco tempo, a lenda original do Twitter era narrada assim: Jack Dorsey era engenheiro da Odeo, uma empresa de rádio on-line à beira da falência que pedira aos funcionários ideias em busca de uma salvação. Dorsey propôs um sistema de mensagens em que o usuário informava o que fazia. A ideia, prossegue a lenda, surgiu quando ele era criança – e voltou anos mais tarde, quando viu um sistema parecido em táxis.

Essa versão da gênese do Twitter foi reproduzida por toda reportagem que tentou narrar as transformações trazidas pelas mensagens de 140 caracteres. Bilton conta que não foi bem assim. Ele relata uma criação bem mais colaborativa. Dorsey teve a ideia, mas não teria feito nada com ela se o criador da Odeo, Noah Glass, não o tivesse estimulado. Foi Glass quem batizou a empresa e deu ênfase à conexão de pessoas. Evan Williams ajudara Glass, seu amigo, a abrir a Odeo com o dinheiro ganho com a venda da rede de blogs Blogger ao Google. Foi sob seu comando que o Twitter se converteu numa forma de compartilhar o que ocorria no mundo, por meio de informações e  notícias, não apenas relatos narcisistas do tipo “o que estou fazendo”. Como instrumento de mobilização no Oriente Médio e canal de notícias em tempo real, o Twitter ganhou fama mundial. Por fim, Biz Stone, o quarto cofundador, foi seu eixo moral. Lutou para manter o serviço politicamente neutro, ao negar pedidos do governo por informações dos usuários. Sem qualquer um dos quatro, o Twitter dificilmente seria o que é hoje. “Esse tipo de mito é comum no Vale do Silício”, diz Bilton. “Um cara diz que teve uma ideia no bar e, anos depois, ela vira  um negócio bilionário. Raramente é verdade. As pessoas contam essa história para aparecer bem na foto, mas normalmente é algo construído por um grupo. Quando a lenda funciona, essas pessoas ganham o poder que buscavam.”

Como quase sempre acontece quando há poder e dinheiro envolvidos, disputas pelo controle do Twitter se seguiram. De forma intensa para os padrões do Vale do Silício. Considerado inapto para gerir a empresa, Glass foi tirado do comando por Williams, com apoio de Dorsey. Foi apagado da história do Twitter. Dorsey assumiu a presidência, e não fez um bom trabalho. Insatisfeito, Williams obteve o apoio de investidores para demitir o amigo e assumir o posto. Magoado, Dorsey peregrinou pela imprensa contando a origem do Twitter como seu grande protagonista. Depois levou a cabo a segunda parte da revanche. Como Williams demorava para decidir e tinha um fraco por contratar amigos, deixou insatisfeitos os investidores. Dorsey captou a insatisfação, a levou ao conselho e tirou Williams da presidência. Nada disso chegou ao mercado. Para todos os efeitos, o Twitter era uma típica empresa digital, repleta de mentes brilhantes que mudavam o mundo enquanto jogavam videogame e pebolim. Parte disso era verdade.

Pouco depois da demissão de Williams, o rapper Snoop Dog fez um show improvisado no refeitório do Twitter. Cantava e fumava maconha, enquanto os funcionários dançavam sobre as mesas, enebriados. Quando soube da balada, Dick Costolo, o novo presidente, ficou furioso. Prometeu que seria a última vez que algo assim ocorreria. “Está na hora de o Twitter crescer”, afirmou. Desde então, o número de usuários mais que dobrou (para 550 milhões), a receita multiplicou-se por dez (hoje são US$ 583 milhões por ano), e os funcionários fora de 200 para 2.300. No início de novembro, o Twitter entrou na Bolsa de Valores com valor de US$ 25 bilhões.

A transição da adolescência para a fase adulta corporativa parece ser inescapável às companhias digitais. Nesse período, jovens empreendedores descolados se transformam em capitalistas preocupados com prazos, resultados e capitalização da companhia. A lenda original desvanece e dá lugar à gestão profissional e aos conflitos de acionistas. Mas o mito original ainda circula, como imagem externa (e eterna) da empresa.

Dois outros livros citados por Heller – um sobre a Amazon, outro sobre a disputa entre Apple e Google – revelam que o exemplo do Twitter não é exceção. Os fundadores dessas companhias se consideram sujeitos excepcionais, que abriram empresas para criar um jeito novo de fazer negócios e mudar o mundo. Aos poucos, suas empresas foram assumindo contornos tradicionais. Seus objetivos nobres deram lugar às metas que guiam corporações desde a fundação da Companhia das Índias Orientais. Se fazem um bom trabalho, conseguem manter um verniz de irreverência, enquanto sua imagem pública se descola cada vez mais da realidade do dia a dia.

O Google afirma ter surgido com a missão de organizar e oferecer informação por meio de um sistema de busca. Hoje, mais de 90% de seu faturamento vem de uma das mais antigas fontes de receita: publicidade (foram US$ 50 bilhões em 2012). Seu lema – “não seja mau” – é uma forma de dizer que age com ética e pensa antes no interesse público. Mas a ética do Google foi questionada neste ano, quando a presidente do Conselho de Contas Públicas do Reino Unido, Margaret Hodge, acusou a empresa de vender publicidade por meio da filial na Irlanda e receber por isso pela filial nas Bermudas, para evitar pagar de impostos. Também não parece ter pensado no interesse público quando foi flagrada bisbilhotando a conexão de internet de americanos enquanto seus carros fotografavam as ruas para seu serviço de mapas.

Em Dogfight: como Apple e Google foram à guerra e começaram uma revolução, o autor Fred Volgstein adiciona outro fato desabonador à biografia da empresa. Conta como Steve Jobs sentiu-se traído com o lançamento do sistema de celulares Android pelo Google. Larry Page e Sergey Brin, seus fundadores, se consultavam com Steve Jobs. Eric Schmidt, presidente do Google na época, era membro do conselho da Apple e assegurara a Jobs que fazer programas para o iPhone era mais importante do que o Android, um projeto secundário. Sentindo-se traído, Jobs prometeu ir à guerra com o Google. Não adiantou. O Android lidera como software para smartphones, com 80% do mercado.

A Apple não escapa ilesa no relato de Volgstein. A empresa – que cresceu sob o slogan “Pense diferente” – ganha dinheiro com versões aperfeiçoadas de produtos criados por outras companhias. O iPod, diz Volgstein, surgiu três anos depois que o mercado de tocadores de música fora desbravado pela fabricante Rio. Nem o iPhone foi o primeiro smartphone nem o iPad o primeiro tablet – embora ambos tenham inventado seus respectivos mercados. Volgstein diz que a Apple se promove como uma marca que incentiva o livre-pensamento e a criatividade, quando, na verdade, é uma empresa paranoica por controle, que patenteia tudo o que pode para bloquear a concorrência. A liberdade proporcionada por seus produtos não se reflete em sua forma de fazer negócio. O livro conta como Jobs optou por um tipo incomum de parafuso, para que só técnicos credenciados pela Apple fossem capazes de abrir seus produtos. Até mesmo a imagem visionária de Jobs sai arranhada. Ele não gostava de lidar com empresas de telecomunicação nem da ideia de unir um telefone a um tocador de mídia. Teve de ser empurrado a fazer o iPhone, assim como a incluir a letra “i” no nome do aparelho. Mesmo os computadores brancos, hoje ícones da Apple, foram, de início, recusados por ele.

Um dos principais capitalistas de risco americano, John Doerr dá um conselho aos empreendedores: “Seja missionário, não mercenário”. Entre os beneficiários do dinheiro (e dos conselhos) de Doerr está Jeff Bezos, da Amazon. Em The everything store, o jornalista Brad Stone conta como Bezos acredita seguir o mantra de Doerr ao estabelecer como missão da Amazon simplificar o comércio eletrônico. A Amazon transformou o comércio on-line numa indústria bilionária. Conquistou admiração por seus preços baixos e eficiência – e virou um gigante global que fatura US$ 75 bilhões por ano. Mas o livro sobre a Amazon mostra como ela pode ser agressiva.

Um episódio foi a compra da Quidsi, dona do site Diapers.com, de produtos para bebês. Depois que sua oferta foi recusada, a Amazon baixou em 30% os preços de seus produtos para bebês. A Quidsi reajustou seus valores. A Amazon baixou ainda mais os dela, arcando com milhões de dólares em prejuízo. A Quidsi cedeu. A postura belicosa da Amazon é tão conhecida no mercado de tecnologia que os investidores seguem uma regra: só investir em empresas que não estejam no caminho de Bezos. A atitude hostil não começa da porta da empresa para fora. Stone retrata  a Amazon como um lugar difícil de trabalhar, onde a retenção de funcionários é a menor entre as companhias de tecnologia. Segundo ele, isso reflete uma cultura em que todos são incentivados a desafiar uns aos outros. Bezos é o primeiro a deixar a civilidade de lado. É descrito como bem-humorado e cativante, mas é capaz de explodir se algo sai errado, de dizer: “Você é preguiçoso ou só incompetente?” ou “Desculpe-me. Será que tomei minhas pílulas de estupidez hoje?”. Bezos pode ser visionário, mas age como um tirano da velha guarda. Isso não quer dizer que seja uma farsa. Os criadores de Google, Apple, Amazon e Twitter realmente acreditam trabalhar por um objetivo maior. O equívoco é pensar que seus ideais se refletem nas práticas corporativas.

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– Resultados da Enquete sobre “Qual a sua opção de voto para Prefeito de Jundiaí?”

Desde sábado, está disponível neste blog uma enquete sobre os 11 pré-candidatos a Prefeito de Jundiaí. Nada partidária, tampouco comercial. Apenas um exercício democrático e cidadão, especulando-se como se encontra a simpatia dos eleitores jundiaienses nesse momento. A veja em: http://wp.me/p4RTuC-cJh

Fechados na manhã desta segunda-feira os resultados. Lembrando sempre que não era uma pesquisa com metodologia científica (isso é para o Datafolha ou Ibope), apenas uma sondagem entre os amigos das Redes Sociais. Claro, o resultado reflete a realidade deste instante aos internautas que se envolveram com o questionamento.

É importante lembrar o seguinte: não temos ainda os nomes definidos oficialmente ao pleito, nem planos de governo propostos.

Gostaria de pedir desculpas públicas a 2 supostos pré-candidatos que não constaram na lista dos 11 citados: o Dr Pacheco (PSB), além do Prof Paulo Taffarelo (PSOL), que por pura ignorância minha não sabia que eram supostamente pleiteantes à Prefeitura. Àqueles que escreveram sobre eles, pedi que no campo “Outros” da relação divulgada redigissem esses nomes, já que ali seriam computados na totalização final. Sendo assim, com esse acréscimo, ficaram conhecidos 13 nomes.

Divulgo aqui dois relatórios totalizadores: um das primeiras 24 horas e o outro, derradeiro, do total das 48 horas da enquete aberta.

Explico o “porquê 2”: foram 1153 votos, sendo um total de 2.122 visitas ao link específico e 2.420 ao blog. Dos que acessaram, 1298 pelo Facebook, 25 pelo Google Plus, 18 pelo Twitter e os demais por outros meios.

Porém, gostaria de fazer um registro muito relevante: por duas horas no domingo (e esse o motivo da apresentação de dois relatórios) houve um tráfego de acesso excepcional, representando nesse período quase a metade dos votos do dia anterior. Evidentemente, pela enquete ser aberta em redes sociais (embora tivesse sido possível apenas um voto por IP, que é a identidade do computador), esse é um viés possível de acontecer e deturpar os números finais, caso tenham ocorrido com intenção de maquiagem. Mas esse aumento de tráfego pode acontecer por muitos motivos: desde uma ação combinada de votação amarrada até simplesmente um pico desproposital de votos de determinados simpatizantes de um candidato qualquer; portanto, sem má fé alguma. Não faço aqui o julgamento por saber ser possível tal erro da sondagem, mas acho importante comunicar o ocorrido.

A seguir, o 1o relatório, da metade da votação: 

Parcial da Votação

Aqui, o 2o relatório, com a relação dos não-listados citados:

Relatório Final da Enquete

A ideia, em si, foi simplesmente discutir o processo sucessório de maneira cidadã, democrática e inclusiva. Acho que foi conseguido.

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– Discutindo a arbitragem da 15A Rodada do Brasileirão

São 4 jogos do Campeonato Brasileiro, de 4 horários diferentes, que gostaria de discutir pois merecem ser citados. Vamos a eles?

1- SÁB, 19H30 – GRÊMIO 1X1 SPORT

O carioca Péricles Bassols apitou “um jogo louco”: imaginaram uma partida do Tricolor Gaúcho sem um cartão amarelo sequer? Fato raro, coisa inimaginável. Mas sua atuação não passou batido: o treinador gaúcho Roger foi expulso, segundo ele na súmula, por manifestação acintosa de desaprovação (…), ele se movimentou, abaixou e com as duas mãos e o punho cerrado falou palavras que não foram identificadas, mas que considerei ofensivas à arbitragem.

Pirei. Com a clareza desse relato, qual a punição que Roger terá? Que excesso do árbitro!

2- DOM, 11H00 – CHAPECOENSE 2X1 FLUMINENSE

Muita confusão em dois lances pontuais: aos 37m do 1o tempo, a bola é cruzada na área da Chapecoense, Fred em condição legal não a toca e ela sobra para Marco Júnior que vem de trás, cabeceia e faz o gol. Tudo ok, assistente e árbitro fazem o gesto que sinaliza gol legal (correr ao meio de campo no caso do bandeira, apontar o meio de campo no caso do árbitro). Entretanto, após reclamações da equipe catarinense, o assistente núnero 2 Daniel Ziolli chama o juiz Raphael Claus e comunica algo que faz o gol ser anulado. Como tudo foi feito antes do reinício da partida, então o procedimento foi legal. O problema é: o que foi comunicado?

Teria sido domínio com a mão de Marco Júnior na hora do gol? Talvez. Mas repare nas imagens: para mim, o gol foi de cabeça, e a ilusão de ótica pode acontecer pois ele pula com os braços abertos, se jogando na bola. Aparentemente tudo legal. E se por ventura batesse no antebraço do jogador, também seria legal pois não me pareceu que tentou dominá-la propositalmente com as mãos. Sim, amigos, gol de mão involuntária vale e é um detalhe da regra. Se uma “bola na mão” (e não uma “mão na bola”) resultar num gol, este deverá ser válido.

A segunda confusão também foi de participação decisiva do bandeira Daniel Ziolli. Antonio Carlos (FLU) e Bruno Rangel (CHA) vão disputar a bola. Antonio Carlos chega atrasado, atropela o adversário com um pé atingindo a bola e com o outro atingindo o atacante. Isso é infração. Claus entendeu que foi dentro da área (para mim, em cima da linha, e isso é pênalti, portanto acertou) e confirmou o tiro penal. Mas o bandeira chamou o árbitro e ficou posicionado indicando que foi fora da área. Claus não aceitou a informação do bandeira e reiterou a marcação.

Em suma: Claus errou ao anular o gol do Fluminense por informação equivocada do bandeira e acertou na marcação do tiro penal à Chapecoense mesmo com informação também equivocada do mesmo bandeira.

3- DOM, 16H00 – SÃO PAULO 1X0 CRUZEIRO

Carlinhos ou Pato? Legal ou Irregular? Como foi o gol são-paulino?

Tiago Mendes rouba a bola limpamente do adversário cruzeirense, que cai e pede falta. Não foi nada. A bola é lançada para Carlinhos (em posição legal) e a cruza para Pato (em posição duvidosa), que supostamente toca de cabeça e faz o gol.

Se a bola entrou direto, após o chute de Carlinhos, o gol é legal (mesmo se Pato estivesse em posição de impedimento e não tocasse na bola). Porém, se Pato estivesse em impedimento e a tocasse, gol irregular. Posteriormente, surgiu uma imagem de uma câmera da Sportv que mostra Pato em mesma linha do penúltimo adversário (que é o último zagueiro). Assim, se o atacante tocou ou não na bola é irrelevante para afirmar que o gol foi legal.

O detalhe foram as poucas faltas no jogo. Fácil para a arbitragem de Marcelo de Lima Henrique, que poderia até ter dado um ou dois cartões amarelos a mais por jogadas temerárias, mas que talvez, pelo ritmo sonolento da partida, passaram batidos.

Houve um esboço de reclamação de uma suposta bola que bateu na mão do zagueiro Manoel (CRU). Como o próprio relato diz: bola que bateu na mão, e não mão que quis bater na bola. Nada a chiar!

4- DOM, 18H30 – VASCO 1X4 PALMEIRAS

Em São Januário, um lance que não gerou reclamação mas que vale muita discussão: o segundo gol do Palmeiras, de Dudu, surgiu por falha do Goleiro Martin Silva ou por um erro cometido por infração não marcada?

Aos 17m, Egídio cruza para a área vascaína e o goleiro do Vasco, ao dividir uma bola com um atacante do Palmeiras, a reboteia dentro da área, caindo nos pés de Dudu que chuta para o gol.

Vendo e revendo o lance, perceba: o goleiro é deslocado pelo adversário quando vai na bola, e isso é falta. Importante saber que o goleiro é intocável na área quando está realizando uma defesa com as mãos (ou em vias de). Entenda: você pode dar um tranco legal no goleiro (ombro a ombro, sem força desproporcional) em qualquer momento da partida. Mas quando ele está praticando uma defesa (agarrando-a ou a espalmando), não pode ser trancado. É o mesmo princípio de quando ele quica uma bola ao chão para fazer a reposição do jogo. No referido lance, ele nem é trancado legalmente, mas obstruído com o corpo do palmeirense. E ficará a dúvida: a suposta falha é realmente fruto de uma defesa errada ou de uma carga sofrida e não observada pela arbitragem? Nas imagens, o gaúcho Anderson Daronco está longe e sua visão encoberta pelo próprio corpo deste atacante que obstrui o goleiro. Quem poderia auxiliá-lo é o bandeira número 2, que teria visão lateral privilegiada da jogada, mas nada faz. Gol ilegal.

Será que o Vasco nem reclamou, devido ao clima de desânimo e má futebol apresentado? Em outros tempos, Eurico Miranda invadia o gramado e parava a partida!

Se com 15 rodadas a pressão sobre os árbitros já está grande (e em muitos casos, com razão), imagine nas rodadas derradeiras.

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– O convertido Berlusconi?

O ex-premier italiano Sílvio Berlusconi, acusado de corrupção, fraudes fiscais, orgias sexuais e tantos outros podres, declarou nesta semana:

Estou perto da santidade. Não cometo mais pecados nem em pensamento.”

Caramba! Alguém levou a sério sua conversão?

Mamma mia…

– As Pré-Temporadas do Futebol Mundo Afora

Vejo grande quantidade de amistosos entre grandes times europeus com estádios lotados nos EUA para pré-temporada. Já não era hora de adaptar o Brasileirão com o calendário europeu, a fim de aproveitar essas oportunidades de grandes jogos?

Otimizar férias nos mesmos meses que na Europa, adaptando e reduzindo os estaduais, é necessário

Já imaginaram Milan, Real Madrid e outros grandes clubes fazendo jogos treinos preparativos por aqui?

Infelizmente, o calendário é tão mal feito que a Série A se manteve ativa durante a Copa América e a Série C parou em respeito a… Copa América.

Vai entender…
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– Os Inimigos da Produtividade

Muito bacana a matéria da Folha de São Paulo (19/07/15, Classificados, pg D6, por Fernanda Perrin) sobre inimigos da produtividade, a respeito das distrações que atrapalham o dia-a-dia das empresas e roubam o tempo dos funcionários. São eles:

1- Ambientes sem Divisórias, que impedem pessoas atarefadas de dizerem “Não”, devido a proximidade e intimidade criadas.

2- Comunicação Falha, onde as pessoas falam muito e não se fazem compreendidas com o essencial e resumido.

3- Reuniões Desnecessárias, mal organizadas, pautas ruins e repetitivas, além de gente que se estende demais.

4- Atualização Impulsiva da Caixa de E-mails, tornando o usuário do sistema um viciado no teclado.

5- Pressa e Imediatismo nas Tarefas, sem planejamento adequado e com a hora pressionando.

6- Má Gestão do Tempo, onde as atividades deveriam ser classificadas por níveis de importância e escalonadas durante o dia.

7- Uso das Redes Sociais, grande mal dos nossos tempos. Parar o serviço para dar uma espiada no Facebook ou LinkedIn não dá.

E aí, concorda com este elenco de pontos negativos contra a Produtividade?
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– Hulk e o Racismo na Copa 2018

Quando houve a transferência milionária de Hulk do time português Porto para o russo Zenit, duas observações ocorreram:

– a dúvida sobre se as cifras exorbitantes eram lavagem de dinheiro;

– as declarações do não aceite dos seus futuros companheiros de clube.

Na Europa, o Zenit era conhecido como time de torcida racista. Nunca um jogador “de cor escura” havia vestido a camisa do clube. E Hulk (que tem a pele Parda), para os padrões de lá, é Negro.

Pura bobagem, do ponto de vista das pessoas de bem. Só existe uma raça, a Raça Humana, sendo a diferenciação da pigmentação da cor da pele algo desprezível para uma sociedade justa.

Hulk foi criticado antes de chegar. Porém, marcando muitos gols em seu time e com ótimas atuações no Campeonato Russo, passou a se tornar figura mais popular. Em Moscou, virou estrela de diversas marcas publicitárias. Trocando em miúdos: calou a boca dos críticos com bom futebol jogado.

Entretanto… isso não mudou a cultura racista. Hulk era um dos convidados especiais para o sorteio do chaveamento das Eliminatórias da Copa da Rússia 2018 desse final de semana, em São Petesburgo. E em entrevista, declarou quando questionado se sofre racismo em Moscou:

Acontece-me isto em todos os jogos. Os árbitros fingem que não veem. Agora já não fico chateado, simplesmente mando um beijo para os adeptos

Hulk acabou ficando de fora do sorteio, pois alegou-se que ele teria que se concentrar para o jogo seguinte e não poderia ir ao evento.

Você acreditou?

Eu não. Se Hulk fosse ao sorteio, seria algo positivo, um protesto simbólico contra os idiotas racistas. Tirá-lo, como parece ter sido para se evitar um constrangimento, é negar o racismo latente.

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– Dia da Vovó e do Vovô (Sant’Anna e São Joaquim)

Hoje é dia dos Avós!

Tal data é celebrada neste dia, pois se comemora o dia de Santa Ana e São Joaquim, avós de Jesus Cristo (pais da Virgem Maria).

Você já deu um abraço em seus avós hoje?

Atenção: o que vale não é o presente, e sim o afeto!

Parabéns aos vovôs e vovós!

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– Domingo de Inspiração!

E o #azul pintou no #céu. O #sol nos presenteia (timidamente, é verdade) com esse belo #amanhecer.
Ótimo #domingo, de #trabalho ou de #descanso, a todos!
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– Em quem você votará para Prefeito de Jundiaí? Dos 11 nomes, eu votarei… (Enquete fechada 08h53 de 27/07)

… naquele que me parecer honesto, que eu tiver certeza que administrará os recursos públicos com respeito ao contribuinte municipal, que não governará pelos seus interesses pessoais / corporativos / partidários, mas sim pelo munícipe, e que se preocupar realmente com causas nobres da cidade, como a mobilidade urbana, a saúde, a segurança, a educação / cultura e o crescimento ordenado (e para quem mora aqui no vetor Oeste, sabe como se sofre por esses lados com a especulação imobiliária e falta de infraestrutura…).

– Tá fácil escolher o novo prefeito ou não?

Pois é. Cada vez mais que se aproxima o período das Eleições Municipais, nomes de candidatos (ou pré-candidatos) surgem e são lançados nas redes sociais para, muitas vezes, serem “testados” junto ao eleitor. Se tiver aprovação, é meio caminho andado para que um partido o indique. Se tiver críticas, outro é escolhido.

E quem seriam hoje os possíveis candidatos para concorrer no ano que vem?

Pela lógica, o prefeito Bigardi tentaria a reeleição. Na boataria, se especula que o PT desejaria ter candidato próprio. Seria esse escolhido Durval Orlato ou Gerson Sartori?

Também seriam “bolas cantadas” o PSDB lançar um dos dois deputados: Miguel Haddad ou Luiz Fernando Machado. Entretanto, nesta semana o ex-prefeito André Benassi defendeu como pré-candidato seu sobrinho, Ricardo Benassi.

Outros nomes especulados seriam os últimos candidatos, BA Victorino e o Dr Cláudio Miranda. Há quem diga que teremos ainda uma (ou duas) 3a(s) via(s): do PPS, o vereador Delegado Paulo Sérgio Martins; do PCB, César Tayar ou Fernando Zingra, segundo o “Jornal da Região“.

E aí, quem seria o nome ideal?

Abaixo, uma simples sondagem com os nomes citados (não é pesquisa com metodologia científica, apenas uma ferramenta de rede social), sem interesse de partido (sou apartidário, mas cidadão jundiaiense que se interessa pelas coisas da cidade), somente para se ter algum tipo de impressão.

Só é permitido um voto por IP (configuração do WordPress, que é a base deste blog), e caso queira sugerir um nome, é só clicar nos comentários do quadro:

(Ops: palavras de baixo calão e comentários anônimos não são permitidos; o voto, logicamente, sim)

Resultado da Enquete sobre “Qual a sua opção de voto para Prefeito de Jundiaí?”.

Foram 48 horas de enquete aberta. Como prometido, aqui o relatório final e considerações.

Obrigado a todos que participaram desse exercício cidadão, apartidário e com interesse apenas de ajudar na discussão em busca do bem de Jundiaí.

Encontra-se publicado em:

https://professorrafaelporcari.com/2015/07/27/resultados-da-enquete-sobre-qual-a-sua-opcao-de-voto-para-prefeito-de-jundiai/

Att

Rafael Porcari

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– A Briga do S da Seara e da Sadia

Está “divertida” a briga na Justiça entre Seara e Sadia pela propaganda do presunto. Quando eu era garoto, existia o comercial do “S” da Sadia. Também a do garotinho que passava o dedo no presunto e fazia o teste cego, mas sempre com o S em destaque. Hoje, a Sadia é BRFoods, dona da Perdigão e de diversas outras marcas, e reclama do seu concorrente, a Seara, justamente pela propaganda ter… S!

Pois é: quem se lembra dos anos 80 e 90, verá os anúncios da televisão e imaginará que o garotinho do filme dirá “que começa com S de…” e ao invés do esperado Sadia, dirá Seara!

As propagandas, em si, são bem diferentes. Mas o S da lembrança se faz presente em ambas.

Os filmes estão disponíveis em: http://www.youtube.com/watch?v=7QuPal27vD0 e http://www.youtube.com/watch?v=Aj0joNSQJY0