Para quem gosta de futebol, é fundamental separar a genialidade de alguns ídolos de seus deslizes pessoais.
Não dá para comparar o Pelé do Edson; afinal, merece nossos pêsames aquele que apoiou Blatter declaradamente na eleição da FIFA. Já dizia Romário (mesmo eu, a contragosto, tendo que concordar): “Pelé, calado, é um poeta”.
Mais do que diferentes são Ronaldinho Fenômeno e o Ronaldo Nazário. São pessoas distintas, indiscutivelmente! Ver o magrelo e carismático Ronaldinho em 1998 e 2002 com a camisa da Seleção Brasileira contrasta assustadoramente com o antipático Ronaldão político e homem de negócios.
Enfim: ídolos de barro, os quais preferimos a recordação apenas dentro das 4 linhas.
