Causou frisson a visita do ditador Raul Castro ao Vaticano. Em audiência com o Papa Francisco, declarou que:
“Eu li todos os discursos do Papa, seus comentários, e, se Francisco continuar desta forma, vou voltar para orar e voltar para a igreja, e eu não estou brincando“.
Mas essa não foi a frase de impacto. A maior afirmação foi:
“Eu sou do Partido Comunista de Cuba, que não permite que religiosos cumpram suas missões, mas agora nós estamos permitindo isso. É um passo importante“.
Quando João Paulo II conversou com Fidel Castro, Havana permitiu que os cubanos guardassem o dia 25 de Dezembro como feriado natalino (era um dia normal de trabalho, até então). Na recente conversa com o Papa Bento XVI, a família Castro liberou a 6a feira da Paixão como dia de descanso. Já que o Papa Francisco deve ir à Cuba em breve, pode-se especular: qual benesse aos cristãos cubanos ocorrerá?
