Vale se “auto-expulsar”?
Um dito popular de muitos é que “o peso dos anos vencidos trazem experiência e maturidade”.
No caso de Luiz Felipe Scolari, esse ditado não vale.
Que vexame ele cometeu no último sábado, não? Qual teria sido a estratégia?
Após estar perdendo na Arena Grêmio para o Veranópolis (lanterna do Gauchão), o treinador gremista simplesmente retirou-se do gramado, abandonando sua equipe.
Justificou posteriormente que:
“Me expulsei. Mais vergonha do que isso, impossível passar. A equipe não apresentou nada daquilo que a gente faz no treinamento. Não adianta ficar enganando a torcida. Não tinha mais o que fazer, fui embora para o vestiário.”.
Juro que pensei que a atitude e o desabafo eram de um universo paralelo e se referia ao “Mineiraço de 2014”, no histórico vexame da derrota por 7×1 na Copa do Mundo.
Puxa, se no 0x1 de torneio regional fez isso, o que não faria caso o placar fosse 1×7 em campeonato mundial? Por quê na Copa, pós 7×1, não se demitiu antes do jogo da Holanda?

