A Federação Inglesa de Futebol cobra “fair play” (jogo limpo, comportamento adequado) a todos os participantes do seu ambiente de trabalho. Isso se refere a jogadores, árbitros, dirigentes e treinadores. Uma das suas mais belas campanhas foi a “RESPECT”, para que não se ofendesse os árbitros de futebol durante as partidas, e praticou iniciativas de melhora da imagem dos apitadores levando os juízes às escolas, orfanatos e outras entidades e eventos.
Eis que o zagueiro Rio Ferdinand, atualmente no Queens Park Rangers, ao ler no Twitter um comentário de um torcedor de que o QPR precisava contratar um zagueiro, respondeu escrevendo um tuíte com uma “ofensa à mamãe” dele.
O Comitê disciplinar não gostou e o intimou a se defender formalmente em uma semana, pois tal conduta é “inaceitável a um esportista”.
E se fosse aqui?
Cartolas colocam em xeque a credibilidade do Brasileirão publicamente, ofendem os árbitros, levantam e criam teorias conspiratórias e nunca acontece nada.
Só para lembrarmos de alguns casos: o goleiro Felipe, ex-Santos, ao ser chamado de “mão de alface” também no Twitter, respondeu que o salário que o torcedor ganhava no final de mês ele gastava com seus cães em ração…
Aliás, se Dunga fosse treinador na Inglaterra, o “gesto do nariz” contra o massagista argentino não ficaria barato.
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