– E se é “falta técnica” do jogador contra o árbitro?

Pergunta do amigo Antonio de Pádua Sales, ex-árbitro e excepcional caráter:

“Um jogador da equipe A se encontra na sua área penal, a bola está sendo disputada na área penal da equipe B; porém, este jogador da equipe A, numa atitude antidesportiva, reclama com palavras ofensivas ao árbitro. Este paralisa a partida e concede um tiro livre indireto contra a equipe A. De onde a infração deverá ser cobrada? De onde o jogador infrator estava, ou de onde a bola estava?

Pádua, em faltas dessa natureza, se marca onde a infração originou. Ela surge das ofensas de um zagueiro em sua área. Portanto, é “lá atrás mesmo” que o jogo se reiniciará. Todo mundo terá que atravessar o campo para o tiro indireto (conforme diretrizes da Regra 12).

É diferente de infrações de jogador contra jogador, onde se reinicia no local em que a falta se consome; como, por exemplo, um zagueiro que dá uma cusparada fora da área penal e atinge seu adversário atacante dentro dela (e aí: pênalti).

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– Contra nós não pode, mas a favor…

E essa agora? A ABIN (Agência Brasileira de Inteligência) espionou Rússia, Iraque e Irã nas suas embaixadas por vários anos. E reconheceu isso, alegando que a ação era para:

proteger segredos do Estado Brasileiro

O Brasil não gosta de ser espionado, mas espiona também?

Sobre a justificativa brasileira, vale a observação: os americanos não falam a mesma coisa?

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– Lula e a birra contra a Jornalista

Tem certas coisas que mostram a aversão às críticas de certas pessoas. E Lula parece que é expert em criticar quem o critica, sempre desqualificando o outro.

Agora, atacou a jornalista Rachel Sheherazade (a âncora do SBT, que tem se destacado pro opiniões contundentes). Disse sobre ela:

Uma menina de 20 e poucos anos não pode criticar políticos sem embasamentos.

Ora, ora, ora… Então, para elogiar, pode? Criticar, não?

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– A Vantagem do Pênalti em Goiás x Botafogo

Essa vem do jornalista André Longarini: e a vantagem no pênalti aplicada por Sandro Meira Ricci na partida Goiás x Botafogo?

Respondo: a decisão foi corajosa! Muitos crêem que não existe vantagem em pênalti. É claro que ela existe, mas de tão rara, poucos marcam.

Entenda: um árbitro pode deixar de marcas faltas (dentro e fora da área) para dar mais dinamicidade na partida, levando em conta que a equipe que sofre a infração esteja se beneficiando do lance. Para isso, deve avaliar: o local da falta (na defesa ou no ataque?); a posição da bola (perto do gol; sobrará para alguém que a dominará tranquilamente?); a gravidade da falta (precisa paralisar o jogo pela lesão?) e o ambiente da partida (é prudente parar a partida pelo clima tenso?).

Normalmente, a vantagem é a posse de bola de alguém que domina e continua o jogo. Mas, para equipes que tem bons batedores de falta, se a falta é na entrada da área, muitas vezes a real vantagem é marcar a infração.

No pênalti, normalmente a vantagem é marcar o tiro penal. Mas existe exceções: e se a bola estiver sobrando para um atacante colocá-la para dentro? Paralisa-se o jogo e marca a infração? Claro que não… Nessa situação, o árbitro deve avaliar: qual a chance maior de se fazer o gol – o pênalti ou a conclusão da jogada? Lembre-se que, neste ano, muitos pênaltis foram desperdiçados…

Na partida em Goiânia, o goleiro faz pênalti no botafoguense Elias. Sandro Meira Ricci está muito bem colocado, e tem a sensibilidade de prever a sobra de bola para Rafael Marques (que de fato acontece) e dá a vantagem. Como diria o narrador: “Ele, a bola, o gol e… um só zagueiro em cima da linha”! Mas o atacante do Fogão desperdiça o lance.

Aí não dá para culpar o árbitro, mas sim a péssima finalização do jogador.

Não esqueça: vantagem em pênalti existe, é difícil de se dar, e para resultar em gol, depende da qualidade do jogador.

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– A Irresponsabilidade do Drogado

Um artista tem que ter sensibilidade de que, por ser pessoa pública, pode influenciar pessoas.

O humorista Welder Rodrigues (Jajá, do Zorra Total), disse no programa “A Máquina” da TV Gazeta:

Todo mundo tem o direito de se entorpecer. O discurso tem que mudar urgentemente. Não é ruim, é ótimo se drogar

Disse ainda:

Eu sofro de labirintite crônica, por conta de umas ‘paradas’ que tomei quando era adolescente“.

Que bobagem… se eu não o conhecia, agora que não faço questão alguma!

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– Rei do Camarote: farsante ou arrependido?

E o tal do “Rei do Camarote” Alexander de Almeida?

Nesta semana, a Veja SP trouxe uma matéria de capa sobre afortunados que gastam até R$ 50.000,00 em casas noturnas, apenas para diversão em uma noite. E o destaque foi Alexander, que deu 10 dicas para os endinheirados.

O vídeo “bombou”, está em: http://www.youtube.com/watch?v=atQvZ-nq0Go

Pois é, depois da fama, Alexander deu uma entrevista na Rádio Bandeirantes dizendo que tudo foi uma brincadeira, uma “pegadinha” na Revista Veja. E riu da situação, feliz por enganar todos.

Mas aí…

A Veja respondeu e divulgou bastidores, dados de Alexander, profissão e o detalhe: a informação de que ele mandava mensagens de texto ao jornalista, dizendo que ele estava preocupado com a repercussão, temeroso pela sua segurança pessoal e chateado com o “mico” que pagou com os outros pelos seus trejeitos.

E aí: é brincadeira e a Revista Veja se deu mal, ou o cara está arrependido e tentando disfarçar?

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– O Transformador do Zé Carioca

Puxa, dias atrás morreu Renato Canini, o desenhista do Zé Carioca. Sempre gostei do papagaio do jeito tradicional – não o da origem, de terno e charuto, mas o dos anos 70/80, com o Pedrão Feijoada, o urubu Nestor e o Afonsinho, com calça azul e camiseta branca, todo reformulado pelo Canini. Ah, e da Anacozeca (Associação Nacional dos Cobradores do Zé Carioca). Nos anos 90, o Zé mudou muito e ficou sem graça, com bermudas largas e boné virado de lado.

Que descanse em paz!

Ops: detalhe- Renato Canini NUNCA FOI AO RIO DE JANEIRO

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