– Arbitragem de ABC x Palmeiras e as Deficiências dentro e fora de campo

Uma vergonhosa demonstração de desorganização e ganância. É nisso que se resume a confusão pré-jogo de ABC x Palmeiras, além dos erros da arbitragem.

O estádio estava superlotado nitidamente. E a culpa é de quem?

  1. – De quem vendeu a mais (O ABC vendeu uma carga maior do que a capacidade do estádio)?
  2. – Venderam ingressos por fora? (A velha estratégia de ingressos não contabilizados, fugindo de tributações)?
  3. – Ingressos advindos do fruto da falsificação (também comum no Brasil)?

Infelizmente, vai ser difícil saber quem é (ou são) o(s) culpado(s).

Mas vamos a algumas coisas que foram extremamente falhas ou indevidas:

1- Natal é uma das sedes da Copa do Mundo. A esta altura das obras para a Copa, não seria legal que tal partida fosse para um jogo-teste da Arena das Dunas? Aliás: será que ela ficará pronta a tempo, já que é a obra mais atrasadas de todas?

2- O depoimento de Roberto Fernandes em entrevista a TV Bandeirantes, dizendo que “havia muitos espaços vazios na arquibancada” e se mostrando “preocupado com o que o árbitro iria relatar, pois o ABC não poderia perder o mando de campo e o jogo tinha que acontecer”. Demonstrou nenhuma angústia em ver o sofrimento das pessoas que ali estavam, nitidamente despreocupado em preservar a vida dos torcedores.

3- Numa situação assim pré-jogo, o árbitro só poder começar a partida na seguinte condição: o Comandante do Policiamento entrega por escrito um documento dando garantias para a realização da partida, pois o árbitro não pode (e nem deve) avaliar se há segurança ou não. Se não for dada essa garantia, a partida é adiada e a CBF remarca o jogo.

4- A FIFA mostrou-se correta na filosofia de estádios sem alambrados por motivos de segurança, e o Frasqueirão, estádio do ABC, foi prova disso: em caso de superlotação, evitaria-se que pessoas ficassem espremidas na cerca. O problema é que estádio sem alambrado no Brasil é utopia. Já imaginaram Corinthians x Palmeiras (e na arquibancada Gaviões da Fiel x Mancha Verde) numa decisão de título e acontece um lance duvidoso aos 45 minutos do 2o tempo? Coitado do juizão! Invasão e guerra campal.

5- Aliás, e o Pênalti do ABC? O árbitro capixaba Marcos André da Penha errou na marcação do tiro penal que resultou no 2o gol a favor do time potiguar. O Jogador Timbó do ABC dobra as pernas se antecipando na possibilidade de um toque! Por baixo, não foi nada, pois se joga antes de ser tocado; por cima, não foi empurrado com força suficiente que o derrubasse. Ali, deve-se marcar simulação, tiro livre indireto a favor do Palmeiras e a aplicação do Cartão Amarelo ao atleta.

6- E o Gilmar, camisa 11? Caiu numa disputa de bola, rolou no chão como se tivesse sido atropelado por uma Catterpillar e pediu substituição (tudo isso para evitar um cartão amarelo pela atitude inconveniente). Não deu certo. Recebeu a advertência e depois voltou ao campo (se bem que foi substituído mais tarde).

7 – E o Boaventura agarrando o atacante Caio dentro da grande área nos acréscimos? Pênalti, com abraço total do zagueirão. Se tivéssemos um árbitro adicional ali atrás, poderia ter salvado o árbitro.

8 – No último lance (20 a 30 segundos após o pênalti não marcado para o Palmeiras), outro pênalti, com uma sola do jogador potiguar no palmeirense: Pé alto, sem contato físico, é tiro livre indireto.Mas o jogador do ABC acaba tocando o jogador palmeirense. Portanto, por menor que seja o contato físico num pé alto, se existir contato físico, vira tiro livre direto; e dentro da área, é pênalti.

Cá entre nós: faltou futebol e sobraram situações de unfair-play e bagunça. Uma pena.

E você, o que achou de tudo isso? Deixe seu comentário:

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– Arbitragem de ABC x Palmeiras e as Deficiências dentro e fora de campo

Uma vergonhosa demonstração de desorganização e ganância. É nisso que se resume a confusão pré-jogo de ABC x Palmeiras, além dos erros da arbitragem.

O estádio estava superlotado nitidamente. E a culpa é de quem?

  1. – De quem vendeu a mais (O ABC vendeu uma carga maior do que a capacidade do estádio)?
  2. – Venderam ingressos por fora? (A velha estratégia de ingressos não contabilizados, fugindo de tributações)?
  3. – Ingressos advindos do fruto da falsificação (também comum no Brasil)?

Infelizmente, vai ser difícil saber quem é (ou são) o(s) culpado(s).

Mas vamos a algumas coisas que foram extremamente falhas ou indevidas:

1- Natal é uma das sedes da Copa do Mundo. A esta altura das obras para a Copa, não seria legal que tal partida fosse para um jogo-teste da Arena das Dunas? Aliás: será que ela ficará pronta a tempo, já que é a obra mais atrasadas de todas?

2- O depoimento de Roberto Fernandes em entrevista a TV Bandeirantes, dizendo que “havia muitos espaços vazios na arquibancada” e se mostrando “preocupado com o que o árbitro iria relatar, pois o ABC não poderia perder o mando de campo e o jogo tinha que acontecer”. Demonstrou nenhuma angústia em ver o sofrimento das pessoas que ali estavam, nitidamente despreocupado em preservar a vida dos torcedores.

3- Numa situação assim pré-jogo, o árbitro só poder começar a partida na seguinte condição: o Comandante do Policiamento entrega por escrito um documento dando garantias para a realização da partida, pois o árbitro não pode (e nem deve) avaliar se há segurança ou não. Se não for dada essa garantia, a partida é adiada e a CBF remarca o jogo.

4- A FIFA mostrou-se correta na filosofia de estádios sem alambrados por motivos de segurança, e o Frasqueirão, estádio do ABC, foi prova disso: em caso de superlotação, evitaria-se que pessoas ficassem espremidas na cerca. O problema é que estádio sem alambrado no Brasil é utopia. Já imaginaram Corinthians x Palmeiras (e na arquibancada Gaviões da Fiel x Mancha Verde) numa decisão de título e acontece um lance duvidoso aos 45 minutos do 2o tempo? Coitado do juizão! Invasão e guerra campal.

5- Aliás, e o Pênalti do ABC? O árbitro capixaba Marcos André da Penha errou na marcação do tiro penal que resultou no 2o gol a favor do time potiguar. O Jogador Timbó do ABC dobra as pernas se antecipando na possibilidade de um toque! Por baixo, não foi nada, pois se joga antes de ser tocado; por cima, não foi empurrado com força suficiente que o derrubasse. Ali, deve-se marcar simulação, tiro livre indireto a favor do Palmeiras e a aplicação do Cartão Amarelo ao atleta.

6- E o Gilmar, camisa 11? Caiu numa disputa de bola, rolou no chão como se tivesse sido atropelado por uma Catterpillar e pediu substituição (tudo isso para evitar um cartão amarelo pela atitude inconveniente). Não deu certo. Recebeu a advertência e depois voltou ao campo (se bem que foi substituído mais tarde).

7 – E o Boaventura agarrando o atacante Caio dentro da grande área nos acréscimos? Pênalti, com abraço total do zagueirão. Se tivéssemos um árbitro adicional ali atrás, poderia ter salvado o árbitro.

8 – No último lance (20 a 30 segundos após o pênalti não marcado para o Palmeiras), outro pênalti, com uma sola do jogador potiguar no palmeirense: Pé alto, sem contato físico, é tiro livre indireto. Mas o jogador do ABC acaba tocando o jogador palmeirense. Portanto, por menor que seja o contato físico num pé alto, se existir contato físico, vira tiro livre direto; e dentro da área, é pênalti.

Cá entre nós: faltou futebol e sobraram situações de unfair-play e bagunça. Uma pena.

E você, o que achou de tudo isso? Deixe seu comentário:

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– Dia de São Benedito

Benedito: negro, ítalo-africano, analfabeto e cozinheiro. Mas principalmente… Santo!

Veja sua bela história (extraído do App iMissa)

SÃO BENEDITO

Hoje é um dia muito especial para o povo brasileiro. Comemora-se o dia de são Benedito, um dos santos mais queridos e cuja devoção é muito popular no Brasil. Cultuado inicialmente pelos escravos negros, por causa da cor de sua pele e de sua origem – era africano e negro -, passou a ser amado por toda a população como exemplo da humildade e da pobreza. Esse fato também lhe valeu o apelido que tinha em vida, “o Mouro”. Tal adjetivo, em italiano, é usado para todas as pessoas de pele escura e não apenas para os procedentes do Oriente. Já entre nós ele é chamado de são Benedito, o Negro, ou apenas “o santo Negro”. Há tanta identificação com a cristandade brasileira que até sua comemoração tem uma data só nossa. Embora em todo o mundo sua festa seja celebrada em 4 de abril, data de sua morte, no Brasil ela é celebrada, desde 1983, em 5 de outubro, por uma especial deferência canônica concedida à Conferência Nacional dos Bispos do Brasil – CNBB. Benedito Manasseri nasceu em 1526, na pequena aldeia de São Fratelo, em Messina, na ilha da Sicília, Itália. Era filho de africanos escravos vendidos na ilha. O seu pai, Cristóforo, herdou o nome do seu patrão, e tinha se casado com sua mãe, Diana Lancari. O casamento foi um sacramento cristão, pois eram católicos fervorosos. Considerados pela família à qual pertenciam, quando o primogênito Benedito nasceu foram alforriados junto com a criança, que recebeu o sobrenome dos Manasseri, seus padrinhos de batismo. Cresceu pastoreando rebanhos nas montanhas da ilha e, desde pequeno, demonstrava tanto apego a Deus e à religião que os amigos, brincando, profetizavam: “Nosso santo mouro”. Aos vinte e um anos de idade, ingressou entre os eremitas da Irmandade de São Francisco de Assis, fundada por Jerônimo Lanza sob a Regra franciscana, em Palermo, capital da Sicília. E tornou-se um religioso exemplar, primando pelo espírito de oração, pela humildade, pela obediência e pela alegria numa vida de extrema penitência. Na Irmandade, exercia a função de simples cozinheiro, era apenas um irmão leigo e analfabeto, mas a sabedoria e o discernimento que demonstrava fizeram com que os superiores o nomeassem mestre de noviços e, mais tarde, foi eleito o superior daquele convento. Mas quando o fundador faleceu, em 1562, o papa Paulo IV extinguiu a Irmandade, ordenando que todos os integrantes se juntassem à verdadeira Ordem de São Francisco de Assis, pois não queria os eremitas pulverizados em irmandades sob o mesmo nome. Todos obedeceram, até Benedito, que sem pestanejar escolheu o Convento de Santa Maria de Jesus, também em Palermo, onde viveu o restante de sua vida. Ali exerceu, igualmente, as funções mais humildes, como faxineiro e depois cozinheiro, ganhando fama de santidade pelos milagres que se sucediam por intercessão de suas orações. Eram muitos príncipes, nobres, sacerdotes, teólogos e leigos, enfim, ricos e pobres, todos se dirigiam a ele em busca de conselhos e de orientação espiritual segura. Também foi eleito superior e, quando seu período na direção da comunidade terminou, voltou a reassumir, com alegria, a sua simples função de cozinheiro. E foi na cozinha do convento que ele morreu, no dia 4 de abril de 1589, como um simples frade franciscano, em total desapego às coisas terrenas e à sua própria pessoa, apenas um irmão leigo gozando de grande fama de santidade, que o envolve até os nossos dias. Foi canonizado em 1807, pelo papa Pio VII. Seu culto se espalhou pelos quatro cantos do planeta. Em 1652, já era o santo padroeiro de Palermo, mais tarde foi aclamado santo padroeiro de toda a população afro-americana, mas especialmente dos cozinheiros e profissionais da nutrição. E mais: na igreja do Convento de Santa Maria de Jesus, na capital siciliana, venera-se uma relíquia de valor incalculável: o corpo do “santo Mouro”, profetizado na infância e ainda milagrosamente intacto. Assim foi toda a vida terrena de são Benedito, repleta de virtudes e especiais dons celestiais provindos do Espírito Santo.

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– O troca e destroca partidário

Será que ninguém vai tomar nenhuma decisão sobre essas imorais trocas partidárias em cima da data limite para as eleições de 2014?

O sujeito se elege por uma legenda, perde espaço nela, e migra para outra recém criada justamente para esse fim.

Temos 32 partidos políticos no Brasil. Impossível dizer que são 32 ideologias diferentes.

A Democracia permite isso. O bom senso, não.

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– Dia do Empreendedor

Hoje é dia do Empreendedor!

A nós, Administradores de Empresas, uma data especial, pois ela se torna a lembrança de queempreender é arriscar, mudar, alterar, investir, produzir valor! Nem sempre resultando em sucesso, pois a experiência do fracasso é da essência do Empreendedorismo.

Àqueles que desejarem, compartilho ótimo case sobre “Empreendedores que Inspiram”!

Em: http://is.gd/EMPREENDEDORES

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