– Neymar e os 4 Pilares do Barcelona

Vejam que interessante: Jamil Chade, correspondente internacional da Agência Estado, divulgou em seu blog as 4 medidas importantes que os catalães se nortearão para o convívio adequado e negócios rentáveis com Neymar.

São elas (extraídas de: http://blogs.estadao.com.br/jamil-chade/2013/06/03/os-planos-do-barcelona-para-neymar/):

  1. ADAPTAÇÃO – A primeira meta do Barcelona é o de garantir que o jovem de 21 anos não entre em campo já com a responsabilidade de levar o time já na primeira temporada à conquista da Europa. Um tempo de adaptação será dado ao brasileiro e, tendo isso em vista, o Barcelona fez questão de assinar um contrato de cinco anos, o período máximo autorizado pela Fifa. Nesse período de adaptação,  que pode durar toda a primeira metade do campeonato espanhol Neymar será blindado. Em campo, o Barça logo deixará claro a Neymar que ele sai da situação de ser o pilar de um time para aterrizar num clube que já tem dois dos três melhroes do mundo – Messi e Iniesta. A ideia do jogo coletivo será reforçada desde o primeiro treinamento e, segundo pessoas que vivem perto dos vestiários do Barça, Neymar logo se dará conta que não há espaço para individualidades.
  2. COMPORTAMENTO – A direção não esconde que não quer mais uma estrela, e sim um jogador que entre no esquema do club, dentro e também fora de campo. Não por acaso, a festa de hoje para Neymar, ainda que grandiosa, deverá ser a primeira e última em que ele é o único protagonista no Camp Nou. A vida privada de Neymar já chama a atenção da imprensa catalã. Em sua edição de ontem, o El Periódico apontou como Neymar “muda tanto de namorada como de penteado” e que sua vida parece mais a de uma “estrela de rock que de um esportista de elite”. O jornal admite que o fator que o salva é que o futebol é sua prioridade. Mas o clube já sabe do impacto que isso pode ter no vestiário e num grupo em que Messi, Xavi e Iniesta raramente são fotografados em iates ou momentos de extravagância. A direção já mandou seus recados, para que evite penteados exóticos e que, hoje em sua apresentação, não tente ser mais estrela que a própria camisa que vestirá.
  3. FÍSICA – O Barça também espera uma certa transformação física em Neymar. Não se trata de o fazer mais forte ou pesado, perfis que não tem sido privilegiados no Barcelona. O objetivo é garantir maior resistência ao brasileiro diante de um futebol mais veloz e mais intenso na Europa. O Barça garante que não quer nem transformar as características do jogador e nem sua capacidade técnica. Mas o temor é de que, acostumado a um campeonato mais lento no Brasil, Neymar possa ter dificuldades nos primeiros momentos. Pellegrini, na semana passada, alertou que Neymar teria de “disputar posição”.
  4. MARKETING – Por fim, e não menos importante, o Barça prevê colocar Neymar dentro de sua ampla estratégia mundial de marketing. Permitá que o jogador mantenha seus contratos privados. Mas quer garantias de que ele também estará à disposição das ações do clube. Nesse caso, o Barça quer mostrar que todos ganham com isso. O clube, que justamente tira desse segmento grande parte de sua receita, o jogador e mesmo os patrocinadores brasileiros do atleta. No Barça, ninguém duvida que, se vingar em campo, Neymar em pouco tempo será um “astro global”.

E aí, você considera que o Barcelona está no caminho certo, tratando Neymar dessa forma? Deixe seu comentário:

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– Grana Bahiana para a Parada da Paulista?

Perguntar não ofende: leio que o Governador da Bahia pagou para que a cantora Daniela Mercury se apresentasse na Parada Gay da Avenida Paulista.

Ué: tal gasto é investimento? O cachê foi de R$ 120.000,00. Daniela é militante do movimento gay, não deveria cantar por amor à causa? Por quê a Bahia pagou a ela?

Se eu fosse contribuinte da Bahia, questionaria. Afinal, é dinheiro público de lá gasto aqui em São Paulo. Não deveria ser gasto lá mesmo (ou está sobrando grana na Boa Terra)?

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– Brasil 2 x 2 Inglaterra: Análise da Arbitragem e Impressões do Jogo

Na reabertura “prá valer” do Maracanã, já que aquele amistoso entre Amigos do Ronaldo versus Amigos do Bebeto de nada valeu, uma festa da torcida numa partida razoável.

O Brasil jogou bem no primeiro tempo, mas no segundo, apagão de Neymar. Sumiu! Valeu pelo começo.

Hulk é esforçado, bom jogador, mas perde muito gol. O problema é que conta com a má vontade da torcida; aí não dá. Lucas é melhor!

Luís Gustavo foi a surpresa da escalação. Ele é reserva do Bayern, não o vejo como selecionável, embora seja razoável. O que me questiona é: Felipão treina um time e escala outro?

Wilmar Roldán estava nitidamente nervoso. Talvez também ansioso, afinal, a responsabilidade era grande. Não comprometeu pois o jogo ajudou. Mas dois erros que cometeu e que um árbitro do nível dele não poderia cometer: no primeiro tempo, Oscar foi calçado quase na linha da grande área. Seria falta para cartão amarelo, não marcada. No segundo tempo, Damião estava no ataque e se jogou descaradamente, sendo que Roldán marcou a falta e provocou a ira dos ingleses. Nos demais lances, foi muito bem (em especial, ótimo trabalho dos bandeiras).

Coisas que irritaram:

A cor da bola da Nike: é muito feia! Tudo bem, prefiro bola branca e chuteira preta, mas creio que a maioria das pessoas não gostou dessa bola abóbora/salmão/multicolor.

O som da Globo: como a emissora sofreu para se fazer audível. Na minha TV, foi difícil entender o Galvão Bueno.

Ronaldo comentando: sei lá… ele tem vínculo comercial com diversos atletas, fica difícil aceitá-lo simpaticamente. Além de que, deu umas “cornetadas” no Felipão, principalmente dando a entender que, pelo que Scolari pedia em 2002 (não esperar rebote), ele não teria feito o gol contra a Alemanha após jogada de Rivaldo. O senti meio que amargurado com o treinador.

E você, gostou do jogo? Deixe seu comentário:

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– Brasil 2 x 2 Inglaterra: Análise da Arbitragem e Impressões do Jogo

Na reabertura “prá valer” do Maracanã, já que aquele amistoso entre Amigos do Ronaldo versus Amigos do Bebeto de nada valeu, uma festa da torcida numa partida razoável.

O Brasil jogou bem no primeiro tempo, mas no segundo, apagão de Neymar. Sumiu! Valeu pelo começo.

Hulk é esforçado, bom jogador, mas perde muito gol. O problema é que conta com a má vontade da torcida; aí não dá. Lucas é melhor!

Luís Gustavo foi a surpresa da escalação. Ele é reserva do Bayern, não o vejo como selecionável, embora seja razoável. O que me questiona é: Felipão treina um time e escala outro?

Wilmar Roldán estava nitidamente nervoso. Talvez também ansioso, afinal, a responsabilidade era grande. Não comprometeu pois o jogo ajudou. Mas dois erros que cometeu e que um árbitro do nível dele não poderia cometer: no primeiro tempo, Oscar foi calçado quase na linha da grande área. Seria falta para cartão amarelo, não marcada. No segundo tempo, Damião estava no ataque e se jogou descaradamente, sendo que Roldán marcou a falta e provocou a ira dos ingleses. Nos demais lances, foi muito bem (em especial, ótimo trabalho dos bandeiras).

Coisas que irritaram:

A cor da bola da Nike: é muito feia! Tudo bem, prefiro bola branca e chuteira preta, mas creio que a maioria das pessoas não gostou dessa bola abóbora/salmão/multicolor.

O som da Globo: como a emissora sofreu para se fazer audível. Na minha TV, foi difícil entender o Galvão Bueno.

Ronaldo comentando: sei lá… ele tem vínculo comercial com diversos atletas, fica difícil aceitá-lo simpaticamente. Além de que, deu umas “cornetadas” no Felipão, principalmente dando a entender que, pelo que Scolari pedia em 2002 (não esperar rebote), ele não teria feito o gol contra a Alemanha após jogada de Rivaldo. O senti meio que amargurado com o treinador.

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– Coragem Mariana

Quantas vezes nos sentimos indecisos ou incapazes, em meio a dilemas a serem resolvidos.

Assim, compartilho ótimo aconselhamento do Papa Francisco, em sua mensagem nesta segunda-feira cedo:

Às vezes sabemos o que devemos fazer, mas falta-nos a coragem. Aprendamos de Maria a capacidade de decidir, fiando-nos de Deus.

Algo a contestar? Aliás, o Papa Francisco é ótimo em frases simples, profundas e tocantes. Realmente inspirado.

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