– Não se tem Assunto sobre Paz?

Caramba… estou lendo o jornal neste sábado e o grosso do dia é um conjunto de matérias formado por: conchavos políticos, corrupção, descaso das autoridades públicas, desastres, violência e usufruto do poder em benefício próprio. No Esporte, denúncias e críticas. Apenas um momento mais light no Cinema e nas Variedades.

Triste verificar que assuntos sobre solidariedade, ações promotoras da cidadania e de conciliação estão raros.

Sobre a PAZ, que é o que mais necessitamos, pouco se tem!

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– Elefantes Brancos em Campo: Santos X Flamengo em Brasília?

Santos x Flamengo abrirão o Brasileirão 2013 no Estádio Nacional de Brasília. Que hipocrisia! Construiram novos estádios que estarão ociosos, e agora os agracia com jogos do Campeonato Brasileiro. E a questão do mando de jogo, respeito às praças e torcidas dos clubes? E a desportividade? E os custos de viagem?

Ridículo. Teremos um torneio itinerante para agradar políticos e não deixar as novas arenas vazias?

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– McDonald’s Punido pelo Relacionamento com os Próprios Funcionários

O McDonald’s levou uma punição milionária e coletiva da Justiça Brasileira. O problema constitui em: horário flexível com desconto (se o serviço é pouco, o funcionário pode ir embora para casa e tem os minutos / hora descontados), lanches dentro dos próprios restaurantes (almoçar todo dia hambúrguer no próprio McDonald’s não dá, né?) e convocação para horários de pico sem a remuneração e prévia escala adequados.

Extraído de: http://oglobo.globo.com/economia/mcdonalds-pagara-75-milhoes-por-dano-moral-coletivo-7912712#ixzz2OJ8TlkFe

MCDONALD’S PAGARÁ R$ 7,5 MILHÕES POR DANO MORAL COLETIVO

A maior franquia da rede de fast-food McDonald’s no Brasil, a empresa Arcos Dourados, terá de pagar uma indenização de R$ 7,5 milhões por dano moral coletivo, segundo informações do G1. A decisão da juíza Virgínia Lúcia de Sá Bahia, da 11ª Vara do Trabalho do Recife, foi proferida na noite desta quinta-feira e é válida em todo o país. A magistrada atendeu a um pedido do Ministério Público do Trabalho de Pernambuco, que ingressou com ação civil pública contra a empresa por obrigar funcionários a fazer a jornada flexível e a consumir no horário das refeições apenas os lanches do restaurante. A franquia, que tem 600 lojas e emprega cerca de 42 mil pessoas, não pode mais recorrer da sentença.

O procurador do Ministério Público do Trabalho, Leonardo Mendonça, autor da ação contra a empresa, disse que a Arcos Dourados se comprometeu a extinguir a jornada variável dos funcionários até o fim deste ano. A prática faz com que o empregado esteja muito mais tempo à disposição da empresa do que as oito horas de trabalho diárias previstas nos contratos de trabalho.

— Se a rede descumprir qualquer um dos itens formalizados no acordo terá que pagar multa de R$ 2 mil por cada funcionário — explicou Mendonça, acrescentando, de acordo com o G1, que a franquia terá de investir, a partir de janeiro, em campanhas para informar os empregados sobre seus direitos.

Em 90 dias, o Ministério Público do Trabalho de Pernambuco vai indicar de que forma a empresa deve destinar os R$ 7,5 milhões ajuizados no acordo.

— Provavelmente, o montante será destinado a instituições de caridade — adiantou Mendonça ao G1.

Segundo o Ministério Público do Trabalho, empregados que se sentiram penalizados pelas obrigações decretadas pela empresa poderão ingressar com ações na Justiça para exigir indenização.

— Até o fim do ano, a rede também deve adotar a jornada fixa para os funcionários — disse o procurador.

No último dia 19, a Justiça já havia decretado, em caráter liminar, que a Arcos Dourado regularizasse a jornada de trabalho de todos os seus funcionários no país. A decisão também determinava que a empresa deixasse de proibir os empregados de levar sua própria alimentação para consumir no refeitório.

Em nota, a Arcos Dourados informou que “tem plena convicção da legalidade das práticas laborais adotadas” pela empresa, que obedece à legislação do país e tem colaborado com o Ministério Público do Trabalho. A companhia destacou que “cumpre o pagamento de todas as horas em que o funcionário está à disposição no restaurante”, dispondo de ponto eletrônico biométrico, e que ofere refeições “de qualidade e nutricionalmente equilibradas”.

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– SPC com o nome Sujo… no Próprio SPC?

Parece maluquice: o Serviço de Proteção ao Crédito (SPC), órgão denunciante de quem está com o nome “na lista negra do comércio”, está inadimplente como muitos da sua própria relação!

Coisa de doido. O SPC na lista dos nomes sujos na praça? Parece piada!

Extraído do Jornal Extra, 18/03/2013, pg 9

ATÉ SPC ESTÁ COM O NOME SUJO NA PRAÇA

No Rio, o Serviço de Proteção ao Crédito (SPC) deve aluguéis, condomínios e IPTU. Processo de cobrança tramita na justiça desde 2005

Quem já deixou de pagar parcelas de produtos ou serviços comprados a prazo sabe bem o que acontece: o nome vai parar no Serviço de Proteção ao Crédito (SPC). Mas, e se o órgão encarregado de informar ao mercado quem está inadimplente não honrar seus próprios compromissos? É por essa situação, no mínimo inusitada, que a Câmara de Dirigentes Lojistas do Rio de Janeiro, detentora da marca SPC na cidade do Rio, está passando. Em valores atualizados, a entidade deve R$ 306.403,12, relativos a aluguel, condomínio e Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana (IPTU) atrasados.

A cobrança do débito vem sendo discutida na Justiça desde novembro de 2005. A quantia refere-se ao uso de salas comerciais num edifício localizado na Rua da Carioca 32, no Centro do Rio, onde eram feitas consultas ao cadastro do SPC. O primeiro contrato entre a Câmara de Dirigentes Lojistas e a Beneficência Portuguesa, dona do prédio, foi assinado em 1 de junho de 2004.

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– Tolerância pela Intolerância?

Os deputados Jean Wyllys e Marcos Feliciano estão cansando. Ora, não são políticos eleitos para defender o povo? Agora, ambos se provocam e discursam única e exclusivamente para “as bandeiras que defendem”: os homossexuais e os evangélicos.

Nada contra eles, mas fico indignado com o fato de que parece que o Brasil se resume a essas duas causas!

Faz tempo que os dois deputados ficam brigando por esses interesses, e em muitos momentos, com discursos radicais. Será que eles pensam que a população é alienada nesse nível baixo o suficiente para ser toda manipulada?

Puxa, o salário deles é composto de impostos de TODOS os brasileiros… então, chega de discurso demagógico e fundamentalista. Trabalhem para o país, não a um grupo específico. Afinal, a Constituição Brasileira não discrimina ninguém por Credo, Raça ou Preferência Sexual.

No fundo, ele estão mais preocupados para a campanha da reeleição deles do que na nação.

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– Lula e o Itaquerão

Taí algo que me enoja. A Odebrecht daria um estádio de graça ao Corinthians? Nem louco diria que sim.

Matéria do jornalista Ricardo Perrone, do UOL. Sem comentários… E viva a República do Pão-e-Circo…

Extraído de: http://blogdoperrone.blogosfera.uol.com.br

AO BANCAR LULA EM CARACAS, ODEBRECHT VIU CHÁVEZ PROMETER PAGAMENTO CAPAZ DE ERGUER DOIS ‘ITAQUERÕES’

Reportagem publicada na edição desta sexta da Folha de S. Paulo revela que três dias após uma viagem de Lula para a Venezuela, em 2011, o presidente Hugo Chávez declarou estar quase resolvida dívida de aproximadamente US$ 1 bilhão (R$ 1,9 bi pela cotação atual) de seu governo com a Odebrecht. A quantia é suficiente para bancar  toda a construção do estádio do Corinthians, avaliada em R$ 1 bilhão, e praticamente erguer outro igual.

Construtora do Itaquerão, a Odebrecht bancou a viagem de Lula a Caracas. Conforme mostra a reportagem, o ex-presidente viajou num jato da empresa.

Não se trata, porém, de uma equação simples. A Venezuela quita a dívida, e a Odebrecht usa o dinheiro no estádio. Claro que a construtora precisava da receita também para outros fins. Mas a operação ajuda a entender a decisão da empresa de atender a um pedido de Lula. Ocupando a presidência da República, ele aconselhou a construtora a encarar a empreitada da casa própria corintiana.

Desde o começo, o projeto era arriscado. Não havia garantias sólidas de que a Odebrecht seria paga nos prazos combinados. Até hoje sem financiamento do BNDES e liberação dos incentivos fiscais da prefeitura, falta dinheiro para tocar o restante da obra.

Olhando superficialmente, pode parecer que a Odebrecht se meteu numa enrascada. Mas o episódio na Venezuela mostra como foi importante abraçar a causa do ilustre corintiano.

Ainda segundo a Folha de S.Paulo, o Instituto Lula diz que nessa e em outras viagens bancadas por construtoras o ex-presidente teve como meta consolidar a imagem e os interesses da nação brasileira.

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– Papa no Anonimato, sentado no Banco da Igreja

Coisas do Francisco: e o novo Papa dando mostras de simplicidade todos os dias?

Depois de andar de ônibus, pagar o hotel com dinheiro do seu próprio bolso, ligar pessoalmente ao jornaleiro, ele resolveu celebrar uma Missa para as faxineiras , jardineiros e demais serviçais do Vaticano.

Porém, enquanto não chegava o horário marcado, foi à capela participar da Missa anterior a qual presidiria. Sentou-se num dos bancos e ficou lá, como um fiel qualquer.

Olha que foto legal: já pensou ter sentado do seu lado o Papa?

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– A Suspensão de Luís Fabiano

Luís Fabiano foi suspenso pela Conmebol por 4 jogos devido a ofensas ao árbitro Wilmar Roldán. Ok, talvez seja uma punição exagerada, mas o “Fabuloso” pede para se dar mal. Com a experiência que tem, já deveria saber como evitar cartões e se preservar.

O curioso é que sempre vemos a mesma “lenga-lenga”: sou perserguido, não fiz nada, vou mudar…

Cansou, não?

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– O Enem e as Provas Escrachadas

Está dando o que falar a questão das notas de Redação do Enem. Provas com brincadeiras inseridas (como o Hino do Palmeiras e a Receita do Miojo) tiveram boa pontuação. Erros de português ignorados, semi-alfabetizados próximos da nota máxima, além de outras incoerências fazem com que os corretores sejam questionados.

A questão é: quem corrige as provas faz seu serviço com competência e boa vontade, ou dá notas sem sequer as ler?

Extraído de: G1.com (http://is.gd/dvDrLJ)

CANDIDATO INCLUI HINO DO PALMEIRAS NA REDAÇÃO DO ENEM E TIRA NOTA 500

‘Tentei enganar os avaliadores’, afirmou Fernando Maioto Júnior ao G1.
Inep diz que aluno perdeu pontos por ‘impertinência’. Nota vai de 0 a 1.000.

por Ana Carolina Moreno

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O estudante de medicina Fernando Cesar Maioto Júnior, de 21 anos, inseriu trechos do hino do Palmeiras no meio da prova de redação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2012, que teve como tema o “Movimento imigratório para o Brasil no século 21”. A redação do estudante tem quatro parágrafos, e frases retiradas do hino oficial da Sociedade Esportiva Palmeiras aparecem em dois deles (veja o destaque na imagem acima).

O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) confirmou, em nota divulgada na noite desta terça-feira (19), a veracidade da prova, e afirmou que a nota foi de 500, de um máximo de 1.000 pontos. Segundo a autarquia, a “impertinência” foi notada pelos avaliadores e tirou pontos do estudante.

Ao G1, Fernando disse que fez o Enem só para tentar provar que a correção da redação não era confiável, aproveitando o fato de que, a partir da edição de 2012, os estudantes teriam acesso ao espelho da redação e poderiam provar possíveis falhas na correção. “Tentei enganar os avaliadores. A gente sempre escuta que o pessoal que corrige só lê o primeiro parágrafo e a conclusão, resolvi fazer no centro, no segundo e terceiro parágrafos”, contou.

Em parte da redação, por exemplo, o estudante mesclou o tema da imigração e versos do hino em uma mesma frase: “As capitais, praias e as maiores cidades são os alvos mais frequentas dos imigrantes, porque quando surge o alviverde imponente no gramado onde a luta o aguarda, sabe bem o que vem pela frente e que a dureza do prélio não tarda.”

Fernando explicou que, meses antes do Enem, conseguiu a aprovação no vestibular de medicina da Faculdade Faceres, em São José do Rio Preto, no interior de São Paulo. “Preferia estudar aqui, já moro aqui, é mais fácil”, disse. O estudante também já havia prometido aos colegas que, se conseguisse passar no vestibular antes do Enem, tentaria incluir o hino do seu time do coração no meio do texto.

Segundo a nota do Inep, os corretores encarregados de avaliar a prova “identificaram a impertinência do texto inserido, o que trouxe para a redação palavras e expressões sem sentido e em estilo inadequado ao tipo textual exigido na prova”.

Isso garantiu que a nota do estudante fosse baixa “especialmente nas competências I e II”. As duas competências incluem como exigências “demonstrar domínio da norma padrão da língua escrita” e “compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo”.

A redação do Enem deve obedecer cinco competências previstas no edital. A realização da prova de redação deveria cumprir as exigências de cinco competências determinadas no edital do MEC:

1ª competência: Demonstrar domínio da norma padrão da língua escrita.

2ª competência: Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

3ª competência: Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

4ª competência: Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários à construção da argumentação.

5ª competência: Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

Veja abaixo a íntegra da nota divulgada pelo Inep:

A coordenação pedagógica do exame, a cargo das professoras da Universidade de Brasília e doutoras em Linguística, Profa. Dra. Vilma Reche Corrêa e Profa. Dra. Maria Luiz Monteiro Sales Coroa, esclarece que os avaliadores identificaram a impertinência do texto inserido, o que trouxe para a redação palavras e expressões sem sentido e em estilo inadequado ao tipo textual exigido na prova. Com isso, a redação obteve nota 500, tendo nota baixa especialmente nas competências I e II. Desconsiderada a inserção inadequada, o texto tratou do tema sugerido e apresentou ideias e argumentos compatíveis. O texto indica compreensão da proposta da redação, não fugiu ao tema por completo e não feriu os direitos humanos.”