– GPS no Uniforme. Pode ou não?

Neste Campeonato Paulista 2013, uma agradável (mas duvidosa) surpresa: O Mogi Mirim usará um GPS em seu uniforme, desenvolvido pela Unicamp, a ser usado dentro do calção e do tamanho de uma bateria de celular.

O aparelho é inédito no Brasil, pois diferente dos demais no mercado, pode dar resultados dos atletas em tempo real, permitindo análises individuais e coletivas. O desenvolvedor diz que após os jogos, ele pode ser conectado imediatamente e ter o levantamento dos dados mais minuciosos de um jogador.

O equipamento não machuca ninguém, pelo seu tamanho (é pequeno) e local onde irá ser colocado (no bolso interno do shorts). Portanto, do ponto de vista da segurança dos atletas, nada impede de usá-lo.

Porém…

A Regra do Jogo (Regra 4 – Equipamentos dos Atletas e as suas Diretrizes):

– obriga o uso de camisas, calção, meiões, caneleiras e calçado;

– permite o uso de camisas de mangas longas da mesma cor que a camisa de jogo e de calções térmicos da mesma cor do calção do uniforme;

– faculta o uso de equipamentos de proteção, como máscaras faciais, tornozeleiras, protetores de cabeça e óculos esportivos, desde que acolchoados e que não leve perigo à integridade física do adversário e do próprio atleta.

– proíbe jóias (colares, anéis, braceletes, brincos, pulseiras – de couro, plástico ou metal);

– proíbe o uso de sistemas de comunicação de rádio entre jogadores e/ou comissão técnica.

Nesse último item, uma curiosidade: ele não existia até a partida que decidiu o Campeonato Paulista de 2001 entre Corinthians X Santos. Na oportunidade, Ricardinho, capitão da equipe corinthiana, utilizou um ponto eletrônico, recebendo orientações do seu treinador Luxemburgo. Por entender que o meio tecnológico era uma vantagem irregular usada pela equipe contra um adversário, proibiu-se o uso.

Nada se fala na Regra sobre monitoramento por GPS. Então, ninguém sabe se é permitido ou proibido, por ser algo novo. Mas como será que o Espírito da Regra entenderia sobre o equipamento do Mogi Mirim?

Seria bobagem imaginar que um computador, durante o jogo, poderia passar dados importantes ao treinador e auxiliá-lo a tomar decisões contra o adversário, que não tem tal aparato?

Estamos prestes a ver uma nova proibição da FIFA ou não?

Para mim: rádio, GPS ou qualquer equipamento eletrônico que auxilie os atletas e ajude o esporte – licitamente – deveria ser válido. Mas não podemos ir contras a Regra do Jogo…

Deixe sua opinião:

Extraído de: http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,mogi-mirim-vai-usar-tecnologia-inovadora-no-campeonato-paulista,984806,0.htm

MOGI MIRIM VAI USAR TECNOLOGIA INOVADORA NO CAMPEONATO PAULISTA

Jogadores carregarão aparelho de GPS no calção para medir seu desempenho durante as partidas

Por Ciro Campos

Os jogadores do Mogi Mirim terão em seu uniforme uma peça a mais do que os das demais equipes do Campeonato Paulista. Trata-se de um aparelho de GPS que servirá para registrar várias informações sobre o desempenho de cada atleta em uma partida, como a velocidade e a direção dos deslocamentos em campo. Uma iniciativa inédita no futebol brasileiro.

O equipamento tem o tamanho aproximado de uma bateria de telefone celular e será colocado em um bolso interno do calção. Após cada partida do Mogi, os dados coletados serão analisados pela comissão técnica. Um programa de computador vai tabular os resultados e emitir relatórios individuais e coletivos.

Assim, será possível saber se os jogadores cumpriram corretamente as ordens táticas do técnico, se alguém gastou energia em excesso durante a partida ou até mesmo se algum jogador fez “corpo mole”.

Tudo isso é resultado de oito meses de parceria entre o clube, uma empresa de informática de Mogi-Mirim e a Unicamp. A maior novidade, segundo os idealizadores do projeto, é o programa de computador capaz de expor em desenhos e tabelas as informações colhidas durante os jogos e compará-las às análises feitas nos treinos.

Segundo o desenvolvedor do programa, o empresário Fernando Endo, outros times de futebol já usam o GPS para mapeamento semelhante, mas não com tanta riqueza de dados. “É um acompanhamento praticamente em tempo real. Depois do jogo, é só conectar a peça ao computador para ter o levantamento pronto.”

O clube diz que esse arsenal tecnológico não lhe custará nada, pois o inventor pretende fazer do Mogi Mirim uma “vitrine” para o GPS do futebol.

A aplicação prática do sistema teve início há cerca de três semanas em jogos-treinos em que os atletas usaram a peça em uma cinta fixada a um dos braços. A estreia em jogos oficiais está marcada para domingo, contra a Ponte Preta, em Campinas, já com o GPS colocado no calção. A ideia é manter a utilização por todo o campeonato.

A comissão técnica do Mogi Mirim acredita que a inovação não será proibida pelos árbitros por ficar em um bolso interno, sem causar riscos aos atletas. “A peça é leve e nem chega a incomodar quando estamos jogando”, afirmou o meia Roni.

“Os jogadores têm até pedido para receber os relatórios individuais, porque assim eles são convencidos do que podem melhorar durante as partidas”, explicou o fisiologista do clube do Interior, Ricardo Melo, o responsável por acompanhar o desempenho dos atletas.

Fechando a parceria tripla está a professora Denise Macedo, coordenadora do Laboratório de Bioquímica do Exercício da Unicamp. “Junto com os dados, nós faremos uma análise minuciosa com base em exames de sangue e, assim, poderemos ter certeza de quais atletas estão mais desgastados.”

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– GPS no Uniforme: Pode ou Não?

Neste Campeonato Paulista 2013, uma agradável (mas duvidosa) surpresa: O Mogi Mirim usará um GPS em seu uniforme, desenvolvido pela Unicamp, a ser usado dentro do calção e do tamanho de uma bateria de celular.

O aparelho é inédito no Brasil, pois diferente dos demais no mercado, pode dar resultados dos atletas em tempo real, permitindo análises individuais e coletivas. O desenvolvedor diz que após os jogos, ele pode ser conectado imediatamente e ter o levantamento dos dados mais minuciosos de um jogador.

O equipamento não machuca ninguém, pelo seu tamanho (é pequeno) e local onde irá ser colocado (no bolso interno do shorts). Portanto, do ponto de vista da segurança dos atletas, nada impede de usá-lo.

Porém…

A Regra do Jogo (Regra 4 – Equipamentos dos Atletas e as suas Diretrizes):

obriga o uso de camisas, calção, meiões, caneleiras e calçado;

permite o uso de camisas de mangas longas da mesma cor que a camisa de jogo e de calções térmicos da mesma cor do calção do uniforme;

faculta o uso de equipamentos de proteção, como máscaras faciais, tornozeleiras, protetores de cabeça e óculos esportivos, desde que acolchoados e que não leve perigo à integridade física do adversário e do próprio atleta.

proíbe jóias (colares, anéis, braceletes, brincos, pulseiras – de couro, plástico ou metal);

proíbe o uso de sistemas de comunicação de rádio entre jogadores e/ou comissão técnica.

Nesse último item, uma curiosidade: ele não existia até a partida que decidiu o Campeonato Paulista de 2001 entre Corinthians X Santos. Na oportunidade, Ricardinho, capitão da equipe corinthiana, utilizou um ponto eletrônico, recebendo orientações do seu treinador Luxemburgo. Por entender que o meio tecnológico era uma vantagem irregular usada pela equipe contra um adversário, proibiu-se o uso.

Nada se fala na Regra sobre monitoramento por GPS. Então, ninguém sabe se é permitido ou proibido, por ser algo novo. Mas como será que o Espírito da Regra entenderia sobre o equipamento do Mogi Mirim?

Seria bobagem imaginar que um computador, durante o jogo, poderia passar dados importantes ao treinador e auxiliá-lo a tomar decisões contra o adversário, que não tem tal aparato?

Estamos prestes a ver uma nova proibição da FIFA ou não?

Para mim: rádio, GPS ou qualquer equipamento eletrônico que auxilie os atletas e ajude o esporte – licitamente – deveria ser válido. Mas não podemos ir contras a Regra do Jogo…

Deixe sua opinião:

Extraído de: http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,mogi-mirim-vai-usar-tecnologia-inovadora-no-campeonato-paulista,984806,0.htm

MOGI MIRIM VAI USAR TECNOLOGIA INOVADORA NO CAMPEONATO PAULISTA

Jogadores carregarão aparelho de GPS no calção para medir seu desempenho durante as partidas

Por Ciro Campos

Os jogadores do Mogi Mirim terão em seu uniforme uma peça a mais do que os das demais equipes do Campeonato Paulista. Trata-se de um aparelho de GPS que servirá para registrar várias informações sobre o desempenho de cada atleta em uma partida, como a velocidade e a direção dos deslocamentos em campo. Uma iniciativa inédita no futebol brasileiro.

O equipamento tem o tamanho aproximado de uma bateria de telefone celular e será colocado em um bolso interno do calção. Após cada partida do Mogi, os dados coletados serão analisados pela comissão técnica. Um programa de computador vai tabular os resultados e emitir relatórios individuais e coletivos.

Assim, será possível saber se os jogadores cumpriram corretamente as ordens táticas do técnico, se alguém gastou energia em excesso durante a partida ou até mesmo se algum jogador fez “corpo mole”.

Tudo isso é resultado de oito meses de parceria entre o clube, uma empresa de informática de Mogi-Mirim e a Unicamp. A maior novidade, segundo os idealizadores do projeto, é o programa de computador capaz de expor em desenhos e tabelas as informações colhidas durante os jogos e compará-las às análises feitas nos treinos.

Segundo o desenvolvedor do programa, o empresário Fernando Endo, outros times de futebol já usam o GPS para mapeamento semelhante, mas não com tanta riqueza de dados. “É um acompanhamento praticamente em tempo real. Depois do jogo, é só conectar a peça ao computador para ter o levantamento pronto.”

O clube diz que esse arsenal tecnológico não lhe custará nada, pois o inventor pretende fazer do Mogi Mirim uma “vitrine” para o GPS do futebol.

A aplicação prática do sistema teve início há cerca de três semanas em jogos-treinos em que os atletas usaram a peça em uma cinta fixada a um dos braços. A estreia em jogos oficiais está marcada para domingo, contra a Ponte Preta, em Campinas, já com o GPS colocado no calção. A ideia é manter a utilização por todo o campeonato.

A comissão técnica do Mogi Mirim acredita que a inovação não será proibida pelos árbitros por ficar em um bolso interno, sem causar riscos aos atletas. “A peça é leve e nem chega a incomodar quando estamos jogando”, afirmou o meia Roni.

“Os jogadores têm até pedido para receber os relatórios individuais, porque assim eles são convencidos do que podem melhorar durante as partidas”, explicou o fisiologista do clube do Interior, Ricardo Melo, o responsável por acompanhar o desempenho dos atletas.

Fechando a parceria tripla está a professora Denise Macedo, coordenadora do Laboratório de Bioquímica do Exercício da Unicamp. “Junto com os dados, nós faremos uma análise minuciosa com base em exames de sangue e, assim, poderemos ter certeza de quais atletas estão mais desgastados.”

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– Os Milionários Religiosos do Brasil, segundo a Forbes

Certamente repercutirá: a Forbes, tradicional revista de finanças, fez um levantamento sobre o espantoso enriquecimento de lideres religiosos no Brasil e suas fortunas pessoais.

Sente-se na cadeira e leia!

Extraído de: http://www.revistabrasileiros.com.br/2013/01/18/milionarios-da-fe-edir-macedo-valdemiro-santiago-malafaia-bispa-sonia/

MILIONÁRIOS DA FÉ: EDIR MACEDO, VALDEMIRO SANTIAGO, MALAFAIA, BISPA SÔNIA…

Uma igreja pode ser um negócio muito lucrativo. Fundador e líder da igreja Universal do Reino de Deus e dono da Rede Record, o pastor Edir Macedo, por exemplo, tem um patrimônio líquido estimado em R$ 1,9 bilhão. A informação foi divulgada pela revista Forbes, que investigou a chamada “indústria da fé” brasileira.

Com menos dinheiro do que Macedo, mas também muito bem de vida, Valdemiro Santiago, ex-pastor da Universal, tem patrimônio estimado em R$ 440 milhões. Ele fundou sua igreja, a Igreja Mundial do Poder de Deus, que tem cerca de 900 mil seguidores e 4 mil templos.

A revista aponta ainda outros nomes fortes da “fé milionária” no Brasil, como o polêmico Silas Malafaia, líder do braço brasileiro da Assembleia de Deus. O pastor, que classifica o homossexualismo como uma doença no Brasil, tem patrimônio na casa dos R$ 300 milhões. Também estão na lista da Forbes RR Soares, Estevam Hernandes Filho e a Bispa Sonia, entre outros.

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– O Dinheiro mal gasto pela 1a Dama do Governador

Se você acha que já viu de tudo em questão de desrespeito ao dinheiro público, veja o que faz a primeira-dama da Paraíba. Estarrecedor!

Quase 30% dos municípios paraibanos não tem uma creche sequer, por falta de verba! Mas gastar dinheiro com papel higiênico personalizado, pode…

Será que a beleza da primeira-dama cegou o bom senso do Governador?

Extraído de: http://www.istoe.com.br/reportagens/267037_A+PRIMEIRA+DAMA+E+O+MARIDAO+

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A PRIMEIRA-DAMA E O MARIDÃO

A ex-modelo Pâmela Bório e o governador da Paraíba, Ricardo Coutinho, cultivam um estilo de vida extravagante. Mas quem paga a conta é o contribuinte

Por Josie Jerônimo

A primeira-dama da Paraíba, Pâmela Bório, 29 anos, é uma mulher esfuziante. Ex-modelo, belíssima, olhos claros e corpo escultural, gosta de luxo e badalações, sem revelar nenhuma preocupação com a discrição. Ao contrário. Recentemente, Pâmela exibiu na rede social Instagram sua nova coleção de lingeries e, abaixo das fotos, sapecou a legenda: “Presente para mim, mas quem curte é o maridão.” Tal exibição de intimidade deveria ser uma questão que só dissesse respeito a ela e ao referido “maridão”, o governador Ricardo Coutinho (PSB), 52 anos. O episódio, porém, tornou-se o novo capítulo de uma explosiva investigação de uso indevido de dinheiro público. Após auditoria nas contas da residência oficial do governador, o Tribunal de Contas da Paraíba concluiu que inúmeros mimos da primeira-dama não são pagos somente com o salário de R$ 20 mil de Ricardo Coutinho, cujo patrimônio é avaliado em menos de R$ 1 milhão. Parte do dinheiro usado para bancar o luxo ostentado e os hábitos peculiares da primeira-dama sai dos cofres públicos.

Um relatório do Tribunal de Contas, obtido por ISTOÉ, revela que as festas promovidas na Granja Santana – como é chamada a residência onde moram o governador e a primeira-dama – consumiram 17,4 toneladas de carnes, peixes e frutos do mar, só no ano de 2011. Na mesma prestação de contas, que o órgão de fiscalização classificou como um dos inúmeros “exageros de gastos”, havia uma nota registrando a compra de 60 quilos de lagosta. Além das despesas com comida, os auditores descobriram que até o enxoval do bebê de Pâmela e Coutinho foi pago pelo contribuinte. O governador não mexeu no próprio bolso nem mesmo para comprar os móveis para o quarto do filho ou as bolsas para carregar mamadeiras. A quantidade de farinha láctea adquirida para a criança também espantou o tribunal: foram 460 latas apenas entre os dias 21 de novembro e 13 de dezembro de 2011. “O governador deve ter uma creche em casa para consumir toda essa farinha láctea em menos de um mês”, criticou o deputado estadual Janduhy Carneiro (PEN). A oposição a Coutinho passou a se referir ao caso como “o escândalo da comida infantil”, lembrando que em 28% dos municípios paraibanos não há creches.

O relatório do Tribunal de Contas estadual ainda mostra outras excentricidades. Segundo a fiscalização, no ano passado, a residência oficial foi abastecida com rolos de papel higiênico ao custo de R$ 59 o pacote com quatro unidades. Detalhe: as folhas higiênicas eram personalizadas com a impressão do desenho de um casal de noivinhos. Foram adquiridos também sais e espumas de banho, além de artigos de decoração. Tudo sem levar em consideração a cotação de preços exigida por lei. “Transpareceu como critério de escolha o gosto pessoal e não a impessoalidade exigida na ação administrativa pública. Robustece a afirmação o fato de os orçamentos terem sido solicitados pela primeira-dama do Estado”, censurou o tribunal. Ou seja, como se estivesse administrando o orçamento de sua casa, Pâmela assumiu o lugar dos pregoeiros e demais funcionários da administração pública responsáveis por cotar preços e dar transparência ao destino das verbas do Estado. Ao que tudo indica, a primeira-dama, ostentando sua infalível bolsa Birkin, da grife Hermés, circulou pelas lojas locais comprando o que era de seu interesse. “O transportador da mercadoria, registrado na nota fiscal, foi a senhora Pâmela, esposa do governador”, cravaram os auditores.

Nascida na Bahia, aos 13 anos Pâmela começou uma carreira como modelo. Quando adolescente, participou de vários concursos de beleza, sendo premiada em todos eles, como gosta de lembrar. Já adulta, promoveu campanhas publicitárias para uma renomada joalheria. Em 2008 conquistou o título de miss Bahia. E, quando seu destino parecia mesmo as passarelas, transferiu-se para João Pessoa, para trabalhar como apresentadora de uma televisão local. Foi ali na tevê, em 2010, que ela conheceu Coutinho, entrevistando-o como candidato ao governo do Estado. Casaram-se em fevereiro de 2011, um mês após a posse. No Estado, Coutinho é conhecido como homem simples, filho de um agricultor e uma costureira. Segundo amigos do casal, o “maridão” e a primeira-dama seguem vivendo num clima amoroso que parece prolongar a lua de mel. O problema é saber quem paga a conta do romance. Na quinta-feira 10, a assessoria do governador Coutinho informou à Istoé que na Granja Santana são servidas 120 refeições diárias que atendem o pessoal da limpeza, segurança, jardinagem, etc. Quanto às despesas, com o enxoval do filho do governador, informa que “é obrigação do Estado suprir os gastos particulares de sobrevivência dos governantes nas residências oficiais”. Afirma, ainda, que a primeira-dama não possui cartão corporativo e que a bolsa Hermés “é uma réplica”.

– Fim da AIDS em 15 anos. Utopia ou não?

Dias atrás, o Dr Luiz Loures, principal nome da ONU para o combate à AIDS, declarou publicamente que:

A Epidemia de AIDS pode acabar em 15 anos, e o Brasil pode ser o primeiro país a controlar a doença devido aos investimentos e combate a doença.”

Repercutiu bem para alguns, e péssimo para outros. Quem avalizou, diz que estamos na vanguarda. Quem contrariou, alegou que ele desconhece a realidade e que tal declaração seria um incentivo ao descuido da prevenção.

E você, o que achou?

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– Carlos Eduardo é a Prova de que o Futebol enlouqueceu!

O atacante Carlos Eduardo saiu jovem do Grêmio e foi para a Alemanha. De lá, foi comprado por 24 milhões de euro pelo Rubin Kazan, o novo clube-rico da Rússia.

O que tem time de magnata do Leste Europeu e de Sheik, é assustador, não? Ninguém me convence que estas transferências dão prejuízo e que há interesses escusos.

Agora, o jogador quer voltar para o Brasil, e é disputado por Santos e Fluminense. Kaká também seria sondado pelo Flu. E ainda Riquelme, negociando com o Tricolor Carioca e com o Palmeiras.

Pagar os salários astronômicos é um absurdo! Carlos Eduardo não é Messi, Kaká busca espaço e Riquelme está em fim de carreira. O que faz pedirem tanto, e o que faz os clubes quererem gastar tanto?

Como os presidentes desses clubes passam e as dívidas ficam para a instituição, não se importam. Mas alguém tem que fazer algo com essa irresponsabilidade financeira.

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– Festa de Santa Priscila

Hoje é dia de Santa Prisca, conhecida também como SANTA PRISCILA, mártir cristã!

Por defender Jesus, foi levada ao Coliseu. Mas diante do público, o leão que a devoraria (para a diversão do povo romano), refugou e se curvou aos seus pés. Por tal fato, foi presa e decapitada. Seguidora de São Paulo, foi a grande mulher que evangelizou na Europa.
Extraído de: http://reporterdecristo.com/author/ser-de-deus/

SANTA PRISCA
Também se chama Santa Priscila. Desde muito antigamente se tributa culto em Roma a esta jovem romana. No século IX, mediante excavações arqueológicas, foi descoberto que estava enterrada en Aventine com o nome de Priscila, mulher de Aquila, um judeo cristão.
Segundo a tradição, Prisca foi batizada aos treze anos de idade por São Pedro e se tornou a primeira mulher do Ocidente a testemunhar com o martírio, sua fé em Cristo. Ela morreu decapitada durante a perseguição do imperador Cláudio, na metade do século I, em Roma.
As Atas, escritas no Século X, quando falam dela, dizem que era uma adolescente que foi levada ao anfiteatro para divertir as pessoas e chegando lá soltaram um leão em cima dela, mas invés de destrossar-la em pedaços, o felino se curvou aos seus pés. Depois disso foi encarcerada e no dia da sua morte uma águia velava seu corpo, até que foi enterrada na hoje conhecida como Catacumbas de Priscila. Esta ultima esta aberta ao público e é uma das mais antigas e interessantes catacumbas de Roma. Na atualidade há uma igreja dedicada a seu nome desde o século IV.
No que diz respeito a arte os pintores a imortalizaram com o leão domado ou domesticado a seus pés, que também significa a queda do paganismo, e com uma águia e uma espada perto dela. Seus resto ainda se veneram em Roma.
As “Atas de Santa Prisca” registram, de fato, que ela foi martirizada durante o governo desse tirano e seu corpo sepultado na Via Ostiense, nas catacumbas de Priscila, as mais antigas de Roma. Depois foi transladado para a igreja do monte Aventino.
Uma igreja construída sobre os alicerces de uma grande casa romana do primeiro século, como atestam as mais recentes descobertas arqueológicas, muito importante para os cristãos. Ainda hoje, mantém uma cripta que guarda uma preciosa relíquia: a concha com que São Pedro apóstolo batizou seus seguidores e discípulos.
Mas, a partir do século VIII, alguns dados vieram à tona dando total veracidade da
existência dessa mártir romana, como mulher evangelizadora atuante, descrita numa carta escrita por São Paulo, em que falou: “Saúdem Prisca e Áquila, meus colaboradores em Jesus Cristo, os quais expuseram suas cabeças para me salvar a vida. À isso devo render graças não somente eu, mas também todas as igrejas dos gentios” (Rm 16,3).
Desta maneira, se soube que Prisca não morreu logo apos seu batizado, mas alguns anos depois, ainda durante aquela perseguição. No Sínodo Romano de 499, se determinou que os dados fossem acrescentados às “Atas de Prisca”, confirmando ainda mais a sua valorosa contribuição à Igreja dos primeiros tempos.
***
Prisca, é um nome que nos soa um pouco estranho, significa: “a primeira”. Mas evoca uma grande Santa, que se impôs à admiração de todos nos primeiros tempos do Cristianismo. Ela foi considerada a mais antiga santa romana e se tornou uma das mulheres mais veneradas na Igreja.

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– Jantar entre Amigos que Devem Muito?

Solidariedade entre cúmplices?

Ora, chega ser inacreditável, se não fosse revoltante e real. Teremos um jantar para ajudar os mensaleiros condenados por corrupção!

Mas que país é esse? Isso é um tapa na cara da Sociedade.

Extraído de http://on-msn.com/XgKeMy

JANTAR QUE BENEFICIA CONDENADOS

O PT de Brasília promove hoje um jantar para pagar as multas de condenados no processo do Mensalão. Os convites custam até R$ 1 mil. A iniciativa beneficia José Dirceu, José Genoino, Delúbio Soares e João Paulo Cunha, condenados a pagar, juntos, R$ 1,8 milhão.

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– O Torcedor-Gandula. Perigo a vista?

Na partida amistosa entre Santos X Barueri no Pacaembu, uma excelente ação promocional da equipe santista: torcedores puderam pagar para trabalharem como gandulas.

Em jogo que nada vale, ok. O risco possível de uma ação desagradável movida pela paixão do torcedor-gandula fica minimizado, já que a partida serve apenas para treino. Mas aqui fica uma observação: e os gandulas dos campeonatos profissionais?

Nas partidas oficiais, os gandulas são de responsabilidade da equipe mandante, que muitas vezes colocam jogadores juniores, seguranças e demais funcionários como “repositores de bola”. Foi-se o tempo em que eram inocentes garotinhos. O risco de um torcedor-gandula “disfarçado” existe!

Quer exemplo disso?

Me recordo que há dois anos, na partida Corinthians X Portuguesa no Pacaembu, uma bola saiu pela linha de meta da Lusa. Instantaneamente, havia um gandula ajeitando a bola para o lateral esquerdo Roberto Carlos cobrar o escanteio e fazer o gol.

Se o lance fosse a favor da Portuguesa, o gandula faria a mesma coisa?

Avalie: um gandula pode ou não ajudar a decidir um jogo?

Sou a favor de que a Federação Paulista de Futebol coloque alunos da Escola de Árbitros como gandulas nas partidas da série A1. Evitaria confusão, garantiria a neutralidade e daria experiência aos futuros juízes vendo os árbitros da primeira divisão atuando em partida válida.

E você, o que pensa sobre isso? Deixe seu comentário:

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– O Torcedor Gandula: um Perigo a Vista?

Na partida amistosa entre Santos X Barueri no Pacaembu, uma excelente ação promocional da equipe santista: torcedores puderam pagar para trabalharem como gandulas.

Em jogo que nada vale, ok. O risco possível de uma ação desagradável movida pela paixão do torcedor-gandula fica minimizado, já que a partida serve apenas para treino. Mas aqui fica uma observação: e os gandulas dos campeonatos profissionais?

Nas partidas oficiais, os gandulas são de responsabilidade da equipe mandante, que muitas vezes colocam jogadores juniores, seguranças e demais funcionários como “repositores de bola”. Foi-se o tempo em que eram inocentes garotinhos. O risco de um torcedor-gandula “disfarçado” existe!

Quer exemplo disso?

Me recordo que há dois anos, na partida Corinthians X Portuguesa no Pacaembu, uma bola saiu pela linha de meta da Lusa. Instantaneamente, havia um gandula ajeitando a bola para o lateral esquerdo Roberto Carlos cobrar o escanteio e fazer o gol.

Se o lance fosse a favor da Portuguesa, o gandula faria a mesma coisa?

Avalie: um gandula pode ou não ajudar a decidir um jogo?

Sou a favor de que a Federação Paulista de Futebol coloque alunos da Escola de Árbitros como gandulas nas partidas da série A1. Evitaria confusão, garantiria a neutralidade e daria experiência aos futuros juízes vendo os árbitros da primeira divisão atuando em partida válida.

E você, o que pensa sobre isso? Deixe seu comentário:

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